beth!sim

Until Dawn Sims 4 Adventures! - Part 2

*sigh* I have done the deed.

I swear, killing off Hannah and Beth in Sims 4 was hard. I’d really bonded with them. I’ve got them saved in another file, but for my main gameplay file - which is set in the aftermath of the events at Blackwood - obviously they couldn’t be around. Luckily I didn’t have to muck about allowing their needs to drop to zero - I cheated to get them out of the way. I was hoping to do the deed while Josh and the parents were in bed, but true to form Josh was up earlier than I expected - and he witnessed it.

The next couple of days were freakin’ awful as I tried to deal with Josh’s Very Sad moodlet. There’s a rather disturbing thing about continuity in Sims 4: if Sims don’t witness a death, they don’t get a moodlet or emotion associated with it, even if they knew the deceased. So Josh’s parents - and even Sam - were bright and chirpy even though they all had high relationships with the twins. Meanwhile Josh was wandering around looking totally miserable. Just because he witnessed the death. Ouch. Ouch ouch.

At least this meant Sam could comfort him.

The one consolation was that now with the twins out of the way, I was able to skip ahead in continuity to after the events of Until Dawn and Josh’s rehabilitation. From here on I’m going to play out my headcanons as to what happened to the kids afterwards.

Starting, of course, with Ashley and Chris’ wedding. This I imagine taking place about two years after Blackwood, so Josh is about 23 (my age!), Sam and Chris are 22 and Ashley is 21.

This would also be my first wedding in Sims 4 so I was nervous. But it went off without a hitch. Ba-dum chsh.

Well, OK, there was one hitch. I had not counted on BETH AND HANNAH’S FREAKIN’ GHOSTS SHOWING UP. 

Oh my god, only Sims could generate a scenario this bizarre.

So, while the ghosts of his sisters were scaring the pants off everybody downstairs, I managed to sneak away Josh and Sam for a little bit of heart-to-heart.

The ‘Kiss on Cheek’ interaction is one of my very favourites. But that’s not all they got up to.

Hehe.

(This again follows my private headcanon universe, which has Josh and Sam get together at Chris and Ashley’s wedding, after they’ve had time to heal and recover from the events at Blackwood.)

Also, Sims can make heart-shaped cookies when they’re in a ‘Flirty’ mood. I did not know this and I can barely describe how cute it is.

After the wedding, I moved Chris and Ash into a different house, far better suited to their needs… or what they will be. Because first comes love, then comes marriage…

One Shot - Louis Tomlinson (Parte I)

Parte II - Final >>

- Mãe? - Meu filho puxava a barra da minha blusa enquanto eu tentava conversar com uma amiga no supermercado. - Mãe? O telefone está tocando. - Olhei meu celular e nada. - Mãe! - Ele gritou e eu despertei, era sonho.

- Oi. - Respondi assustada.

- O telefone está tocando. - Disse novamente.

- Já vou. - Retirei as cobertas e fui até a sala onde o telefone de casa tocava insistentemente. - Alô?

- (s/a)? - Reconheci a voz, mas estranhei.

- Johannah?  

- Isso. Tudo bem?

- Sim, está tudo bem. Algum problema?

- Não, nenhum. Desculpe a ligação repentina, mas é que… - Deu uma pausa. - (s/n), eu sei que não deveria estar te ligando pra te dar informações sobre o Louis, mas é mais forte que eu, ainda tenho esperanças de vocês voltarem.

- Eu não…

- Deixe-me terminar. - Ela repreendeu me fazendo rir. - O casamento do Louis acabou há uns meses e eu só tive certeza agora, não queria te envolver nesse assunto antes de saber se ele e a Caren acabaram mesmo.

- E onde eu entro nessa história?

- Você entra na parte em que recupera o seu ex marido.

- Olha Johannah, eu agradeço muito pela tentativa, mas não há como. O Louis prometeu que nunca voltaria pra mim e eu não vou me humilhar pra ele, entende?

- Entendo, mas ele ainda te ama. Eu sei disso, mãe sabe! - Ela argumentou. - Você é mãe, sabe o que estou dizendo, aliás, como vai meu neto? - Meu corpo gelou. - (s/n)? - Nem havia notado que fiquei calada por muito tempo.

- O Andrew vai bem.

- Todos sabem que ele é filho do Louis, mesmo você dizendo que não.

- Johannah, seu filho jogou na minha cara, disse na frente de todos que o Andrew não era e nunca seria filho dele, então não, ele não é seu neto.

- O Louis estava nervoso naquele momento, mas também você teve a oportunidade de fazer o teste de DNA e não quis.

- Não iria me rastejar depois do que ele disse. Neguei e continuo negando, o pai do Andrew é o Lewis.

- Tenho certeza que ele é a cara do meu filho. (s/a), não é querendo ser insistente, mas você poderia trazer o Andrew aqui em casa amanhã à tarde?

- Johannah…

- Por favor. - Insistiu.

- Isso não é uma armação para que eu encontre o Louis aí não, né?

- Não, até porque ele só virá aqui amanhã à noite.

- Tudo bem, tudo bem. - Me dei por vencida. - Eu levarei ele aí.

- Obrigada, querida. E desculpe qualquer coisa.

Desliguei a ligação e pude finalmente respirar fundo. Andrew apareceu e eu o encarei detalhadamente, meu filho realmente era a cara do pai. Num deslize eu traí o Louis com o Lewis e ele acabou descobrindo. Sim, eu sei que fui safada, mas o Louis me traía toda vez que fazia uma turnê nova, eu não suportei saber disso. No mesmo período eu fiquei grávida e aí juntou tudo, Louis não acreditava que o filho era seu.

- Mamãe, eu vou pra escola hoje? - Andrew perguntou com a mochila nas mãos.

- Meu Deus! Esqueci completamente. - Corri para o quarto e troquei de roupa. - Você se arrumou sozinho?

- Sim. - Sorriu. Ele tinha apenas 5 anos.

- Você é realmente um ótimo filho. - Ajeitei seu cabelo que ainda estava bagunçado e o abracei. - Já comeu?

- Já sim. A Beth fez. - Apontou para a empregada que me olhava divertida.

- Não ri, Beth. - Repreendi-a fazendo com que todos rissem, inclusive eu.

- Vamos logo, você vai se atrasar no primeiro dia de aula. - Fomos para o carro e rapidamente eu cheguei na escola, nem sei como tive coragem de dirigir tão rápido. - Tenha um bom dia. - Falei pra ele que desceu sozinho e pegou sua mochila, mas antes me deu um beijo.

- Bom dia, mamãe. Te amo. - Acenou e foi até o portão, mas o segurança não o deixou entrar. Saí do carro irritada.

- Qual o problema aqui? - Falei segurando meu filho pelos ombros.

- Desculpe, senhora. Precisamos que os menores entrem com os pais hoje e preciso que a senhora me dê seu RG para que tudo fique seguro.

- É impressão minha ou eu estou tendo que provar que sou mãe do meu próprio filho? - Me irritei mais ainda.

- Não, senhora. São apenas as novas normas da escola. - Ele explicou paciente. - Seu nome?

- (s/n) (s/s).

- Certo. E o do senhor aí atrás?

- Louis Tomlinson. - Ao ouvir a voz e o nome meu corpo paralisou, mais uma vez no dia, todos os meus pelos arrepiaram-se e senti minha boca ficar seca.

- Podem deixar as crianças aqui dentro. - O segurança falou e eu me virei para o Louis que teve a mesma reação que a minha, depois de um tempo ele olhou para o menino que eu segurava.

- S-seu filho? - Perguntou.

- É. Essa é sua? - Olhei para uma menininha de olhos claros e loira ao seu lado.

- É. Essa é a Louise.

- E ele é o Andrew. - Falei.

- E aí. - Meu filho disse pra ele. - De onde você conhece minha mãe? - Ele questionou. Mais uma característica forte do Louis que ele tinha.

- De uns anos atrás. - Louis ria.  - Você é bem esperto. Quantos anos você tem?

- 5 anos, e a sua filha?

- Responde, Louise. - Ele falou com a menina que parecia acanhada.

- Tenho 4.

- Bom senhores, as crianças devem entrar. - O segurança alertou.

- Ah, desculpe. - Respondi rindo. - Vai lá filho. - Beijei sua bochecha. Louis olhava cada movimento nosso.

- Ele é… Especial. - Meu ex marido disse.

- Especial?

- É, não sei porque, mas eu sinto isso. - Arqueei uma sobrancelha. Isso é sentimento de pai, Louis Tomlinson. - Topa tomar um café comigo?

- Agora?

- Se você não tiver algo mais importante pra fazer, claro… - Olhou para o chão.

- Claro… - Lembrei da minha reunião daqui a umas horas, mas… - Que não. Eu posso ir sim.

- Que bom. - Sorriu. - Vamos?

- Claro. - Seguimos um ao lado do outro até o próximo quarteirão e eu senti a energia que sempre me invadia atingir meu peito de novamente. Era um sentimento tão bom que só o Louis me proporcionava.

- Então, como vão as coisas? - Perguntou assim que ocupamos uma mesa.

- Vão indo como devem ser, sem muita emoção, mas normais. - Ri sem graça. Era estranho falar com ele assim depois de tanto tempo. - E as suas?

- Agora que eu me separei tudo ficou mais leve, os problemas ficaram mais fáceis pra serem resolvidos, sabe?

- É, sua mãe me disse.

- Ah foi? Vocês se encontraram? - Me calei. Percebi a merda que fiz e agora eu ia só espalhar mais um pouco, pra variar.

- Não, ela me ligou. - Ele riu.

- Ela não perde tempo. - Olhou para o seu café.

- Não mesmo. Ela me falou que vocês se divorciaram há uns meses. - Louis arregalou os olhos.

- Nem faz um mês! - Ele gargalhou e eu o acompanhei. - E o Andrew?

- O que tem?

- Está… Grande.

- Está sim, mas você nem o viu menor.

- Vi sim, um dia eu te encontrei levando ele naquela escola quando deveria ter mais ou menos uns dois anos ou menos, ele estava muito pequeno. Por isso que eu decidi colocar a Louise aqui também.

- Por quê? - Meu coração parecia querer pular de meu peito.

- Porque o ensino parece ser bom, ele ficou lá por muito tempo, não é? - Falou e aí eu percebi o quanto sou idiota.

- É… É sim. - Ele sorriu breve e me encarou novamente.

- Ele é meu filho.

- O quê? - Assustei-me.

- Eu sei que ele é meu filho, hoje só tive a certeza. Esse menino é a minha cara, eu já o vinha notando de algumas vezes e ele até nos gestos me lembra.

- Você… Você vinha vigiando o meu filho?

- Nosso. - Ele corrigiu. - Sim, eu vinha. Precisava tirar essa duvida que me atormentava por tanto tempo, (s/n).

- E acreditar na minha palavra não funcionou, não é?

- Desculpe. - Tocou em minha mão. - Eu estava cego naquela época. Sabe o quanto é duro descobrir que está sendo traído?

- Sei, você me fez sentir isso meses antes. - Rebati.

- Tudo no final foi culpa minha.

- Sabe Louis, na verdade você só veio atrás do Andrew porque sabe que a sua ex mulher vai te tirar a Louise e você pra não ficar por baixo quer se consolar com o meu filho, mas eu te digo uma coisa, ele não é nenhum tipo de brinquedo que você recupera quando quiser, certo?

- A mãe da Louise a abandonou também. Nós dois. - Ele explicou. - Sendo mais específico, eu terminei com ela, pedi divórcio e como resposta ela me deu a guarda da Louise. Achou que a menina era justamente o que você disse: brinquedo. - Tomou mais um pouco do seu café e eu do meu. Eu estava envergonhada. - Mas eu vou cuidar dela e do Andrew, meus filhos. E se você…

- Louis, por favor. - Interrompi-o. - Não faça isso. - Levantei-me da mesa e ele junto. - Você querer se aproximar do seu filho tudo bem, mas a gente…

- Não dê uma resposta definitiva, por favor.

- Tudo bem. Eu vou indo.

- Podemos nos ver depois? Com o Andrew e a Louise?

- Não sei. - Sorri brevemente e saí da cafeteria.

Continua…

Jess

ok but imagine beth and sarah playing the sims

theyre just on their laptops sitting next to each other quietly n then like two hours later theyre like “lets compare how our games are turning out”

beths got her lil sim like 4 ranks up in the law enforcement career n shes living in one of the starter homes w SOME upgraded furniture n apliances. shes got like level 6 cooking skill n has a p cute girlfriend.

meanwhile sarahs moved into the BIGGEST POSSIBLE HOUSE, has over a million simoleons, all her needs are maxed out from cheats, mastered like every skill, doesnt even have a job, is best friends with every single person in town, has woohoo’d just about everyone, and killed about 10 sims for no reason

and beth is just like “sarah wtf?” and sarahs like “lmao motherlode”