beijo de linguas

Kissing in differents cultures

Ok, So I would be really happy if you, Sinners reply me and explain this cultural difference I’m facing here! <3

I’m reading again all chapters of Ladybug and the Bees and I stopped in the kissing scene(chap 17, I think), which is:

“The kiss was dizzying, Chat turning his head occasionally to go at her from all angles. The want was there in full force, permeating each twitch and pulse of their lips as the two slid heatedly together. Ladybug returned his affection with equal fervor, holding in a moan as his fingers never ceased their motion along her wrists. ‘Never knew I had a sweet spot there.’ She thought absently, loving the way she could feel his hypnotic strokes even through the fabric of her suit.

It was great, obviously. All of their kisses had been great by her standards, by Marinette ached for something more, something deeper and more intense and-

Practically unaware of her own actions, she let her mouth part with a sigh, tongue flicking out to dance along the seam of his lips. Chat jumped as if she’d shocked him, jaw dropping more out of surprise than anything else as Marinette slowly probed further.”

Ok, so let’s talk about it. I don’t know how it works in other countries/cultures (I’m from Brazil) but if I do remember it well, It’s highly normal to use ours tongues while kissing. Every time I watch a hollywood movie I see people kissing without their tongues I have always thought it was just to not get to intimate in front of camera… Anyway, it always looked kinda awkward for me because we don’t really see people kissing like that.

Normally here or you just give a “quick kiss” (we call it “selinho” or something like that) our you go for a French Kiss (we call it “Beijo de lingua”, what is literally “tongue kiss”). So now I can’t understand how kisses described like this : “This time the kiss didn’t end after a few brief seconds, instead allowing time for them to fall into a comfortable rhythm against each other. Adrien swore he could feel every nerve in his body light up as Ladybug’s fingers delicately traced their way up his suited chest, settling at the exposed flesh on the back of his neck. Tiny patches of fire rose up where she touched him, spurring him forwards to increase the intensity of their kiss.”

My second kiss, right after my first one, was with tongues because ever since I recall French kiss as “the right way of kissing”. So despite selinho, every time I kissed was like that, and without tongues were just like at the beginning of endind of a french kiss

I know it may be odd what I’m asking but… HOW you have an intense kiss without your tongue? Really, I have no idea how that would work because kissing without tongue is like brigadeiro without sprinkles. (look for “brigadeiro”, best brazillian sweet ever)

But maybe it’s about culture and I’m not awared of it! So, some light on the subjects? Maybe even @bullysquadess herself can tell me how that works in USA. And maybe people tell me about their countries too, I’m kinda curious now

Capítulo 98


Narrando como Clara
Vanessa estava há alguns centímetros de mim e isso me fez estremecer. Nossos olhares estavam conectados e mesmo sem falarmos mais uma palavra se quer, parecia que havíamos falado muita coisa. Dei um pequeno passo e encostei meu corpo no dela, logo levei uma mão até seu rosto e aproximei o meu. Ela apenas fechou os olhos e eu selei meus lábios nos dela, iniciando um beijo lento. Vanessa levou suas mãos em minha cintura e as deixou ali. Deslizei minha mão que estava em seu rosto até sua nuca e entrelacei meus dedos em seus cabelos, logo os puxei. Dei um passo a frente fazendo ela dar um passo atrás e assim fomos andando até a cama onde a deitei sem pressa alguma. Me ajeitei sobre seu corpo: deixei uma perna minha entre as delas e uma dela entre as minhas, sem parar o beijo um só segundo. Vanessa acariciava minhas costas por baixo da blusa me fazendo arrepiar. Deslizei meus lábios para a lateral do seu pescoço, deixando ela respirar um pouco. Naquele momento eu não precisava de oxigênio, eu precisava apenas dela. Distribui alguns beijos e chupões ali enquanto sentia ela apertar a lateral do meu corpo. Fiz uma coxa minha roçar em sua intimidade enquanto desci meus lábios para seu colo, logo levei mnhas mãos até sua blusa e a subi deixando seus seios expostos. No mesmo instante levei minha boca até um deles e o suguei. Suguei com fome, com desejo, com saudade. Logo comecei a brincar com minha linguinha em seu biquinho, meu corpo já estava entre as pernas dela e agora eu fazia minha barriga roçar em sua intimidade. Vanessa gemia baixinho e tentava me apertar mais contra ela. Desci mais meus lábios até sua barriga e distribui alguns beijos ali, deixando o corpo dela totalmente inquieto sob mim. Em seguida, puxei seu short e calcinha um pouco para baixo, deixando parte de sua bexiga exposta, encostei meus lábios ali e dei ‘beijos de lingua’ tentando ir mais pra baixo vez em outra, mas sendo impedida por sua roupa.

Vanessa segurava o lençol com força. Logo subi meu corpo, eu precisava, eu necessitava olhá-la nos olhos enquanto a fazia minha de novo. Deitei parte de meu corpo sobre o dela e levei minha mão até dentro de sua calcinha, encostei levemente meus dedos em seu sexo e ela gemeu um pouco mais alto. Seu sexo estava bastante molhado e isso me dava mais vontade de fazê-la minha logo. Passei a pontinha do meu dedo do meio em sua entradinha e logo o penetrei um pouco. Vanessa afastou mais suas pernas e entendi isso como um convite. Penetrei um pouco mais meu dedo com cuidado e ela jogou sua cabeça pra trás. Logo meu dedo todo estava dentro dela, o mexi lá dentro e em seguida iniciei um vai e vem. Meus olhos estavam grudados em sua face, eu notava cada detalhe de cada expressão dela. Como era bom ver ela de novo, tão cheia de vida, tão feliz, tão entregue a mim. Vanessa gemia cada vez mais alto e cada vez mais eu aumentava o ritmo do meu dedo. Repentinamente ela levou sua mão até meus cabelos e me puxou contra ela fazendo nossos lábios se selarem. Vanessa iniciou um beijo cheio de desejo e eu correspondi na hora. Não demorou muito e ela gozou em meu dedo, desfalecendo em seguida seu corpo em meus braços.

E o que fazer com aquela vontade de gritar de felicidade? Com aquela vontade danada de dizer que eu a amava muito? Deixei ela se recompor enquanto eu brigava comigo mesma para me manter calada. Mal deitei ao seu lado e já a senti deitar-se sobre meu corpo.

Ela voltou a me beijar com muito desejo ainda que não tivesse recuperado todo o seu fôlego. Levei minhas mãos até suas costas e a acariciei pressionando seu corpo no meu. Afastei um pouco minhas pernas, deixando-a entre elas. Vanessa desceu seus lábios para o meu pescoço e eu inclinei minha cabeça para trás. Era tão bom ver ela me desejando novamente, em seus braços eu voltei a me sentir viva. Vanessa apertou um de meus seios por cima da blusa, enquanto com a outra mão subia a mesma deixando meus seios expostos. Minha intimidade já pulsava e minha calcinha estava completamente molhada. Ela sugou um seio meu com fome, colocando de vez em quando metade dele em sua boca. Eu gemia baixinho enquanto mordia meu lábio que por sinal já estava vermelho. Vanessa desceu seus beijos por minha barriga enquanto eu a ajudava a se livrar de meu short e calcinha.

Narrando como Vanessa

Lá estava eu diante daquela mulher que até uns dias atrás era uma estranha pra mim. Não lembro de já ter feito sexo com mulheres, mas parecia que minhas mãos e lábios conheciam exatamente o caminho certo do prazer de Clara. Levei meus lábios até a virilha dela e a suguei arrancando um gemido abafado dela. Ela estava tão entregue pra mim, por que será que nunca antes havia rolado nada entre a gente? Afinal, meu desejo por ela era tão grande que eu não conseguia entender o porque de nunca ter chegado nela antes. Clara afastou um pouco mais as pernas como se me pedisse pra tocá-la logo e assim eu fiz. Encostei levemente meus lábios em sua intimidade e os rocei ali. Ela tentou levar seu quadril mais pra frente mas eu me afastei. Por mais torturador que fosse, tanto pra mim quanto pra ela, era bom vê-la naquele estado. Coloquei minha lingua pra fora e passei ela desde sua entradinha até seu clitóris, passando por entre seus lábios pequenos.

Clara gemeu mais alto e eu senti mais uma vez meu sexo molhado. Suguei seus lábios pequenos e os prendi dentro de minha boca por alguns segundos, largando-os em seguida e massageando seu clitóriis com minha lingua. Ela segurava com força o lençol da cama que naquela altura já estava toda bagunçada. Depois de ficar alguns minutos brincando com seu clitóris, levei minha lingua até sua entradinha e a contornei ali. Logo fui penetrando minha lingua aos poucos até que cheguei no máximo que alcançava. Mexi minha lingua dentro dela, fiz que ia tirar e coloquei novamente algumas vezes durante um tempo, enquanto ela ia aumentando a sequência de seus gemidos. O ar me faltou, tirei minha lingua e fiquei passando-a em sua entradinha apenas. Senti uma mão dela em minha cabeça me forçando a voltar aos meus movimentos anteriores e assim eu fiz: mergulhei minha lingua nela novamente e a devorei com urgência. Quanto mais vai e vem com a lingua eu fazia, mas ela pressionava minha cabeça contra sua intimidade. Alguns poucos minutos assim e senti seu gosto em minha lingua. Ela havia gozado. Ver ela satisfeita me fez sentir uma coisa tão diferente, era inexplicável, talvez por eu não lembrar de ter tido outras mulheres ou vai ver, Clara era realmente diferente. Após sugar todo aquele gosto maravilhoso, subi até seus lábios e a beijei. Fiz ela sentir seu próprio gosto em minha lingua. Ficamos nos beijando durante um tempo e o desejo só aumentava. No computador havia começado a tocar uma música chata, então finalizei o beijo.

- Vanessa: Vou trocar de música, tá chata essa. Só um minuto.

Levantei, olhei a lista de música e vi uma que era do meu agrado, cliquei duas vezes nela e logo senti o corpo de Clara atrás de mim.

Narrando como Clara

Não acredito que ela havia parado o beijo pra trocar de música! Fiquei observando ela andar e não resiti. Levante-me e fui até ela. Antes de dar chance a ela se virar, encostei meu quadril em seu bumbum e meus seios em suas costas, prendendo-a entre meu corpo e a mesa do computador. Ela sorriu, um sorriso tão malicioso que me fez sentir meu sexo pulsar. Ela levou sua mão até meu bumbum e me sentiu nua, logo ela pressionou meu corpo contra o dela. Eu sabia muito bem o quanto pegá-la por trás a excitava e assim eu fiz. Queria ela louca por mim, louca pelo meu toque, pelas minhas carícias, pelo meu prazer! Coloquei seu cabelo pro lado e seguei sua nuca, dando 'beijos de lingua’ em seguida naquela região. Senti seus pelinhos se arrepiarem e sorri satisfeita. A empurrei com certa força fazendo-a apoiar seus cotovelos na mesa, logo subi sua blusa e rocei meus lábios por sua espinha. Vez em outra ela se contorcia e gemia. Depois de distribuir alguns selinhos por suas costas e brincar com minha lingua ali, levei minhas mãos até seu short e calcinha e os puxei para baixo, deixando-os cair no chão. Juntei suas pernas e observei sua intimidade, estava molhada, muito molhada me fazendo ficar com água na boca. Me abaixei, levei meus lábios até sua intimidade e a suguei por trás. Vanessa gemeu alto me fazendo ter um frio enorme na barriga. Penetrei minha lingua em sua intimidade até o fundo e logo a tirei. Logo fiquei dando 'beijos de lingua’ ali, até que senti que ela ia gozar e parei. Fiquei em pé novamente, inclinei meu corpo sobre o dela e mordisquei sua orelha.

- Clara: Vira pra mim. - Sussurrei em seu ouvido, sentindo ela se arrepiar mais uma vez.

Vanessa ficou em pé e virou-se pra mim. Selei com pressa meus lábios aos dela e iniciei mais uma vez um beijo cheio de fome. Enquanto a beijava, empurrei seu corpo fazendo-a sentar-se na mesa, com suas pernas abertas eu me ajeitei entre elas. Puxei um pouco seu corpo para a ponta da mesa e encostei meu sexo no dela. Pude sentir que ela segurou o ar e logo o largou dentro de minha boca. Rebolei entre suas pernas fazendo nossas intimidades se roçarem enquanto devorava seus lábios. Vanessa passava suas mãos pelas minhas costas e me arranhava com suas unhas que não estavam tão grandes, mas deixavam marcas. Levei minhas maos até seu bumbum e fiquei pressionando-a contra meu corpo. Ela começou a ficar muito ofegante e a gemer com certa intensidade me fazendo mais uma vez sentir que ela ia gozar. Parei meus movimentos novamente e ela me fitou.

- Vanessa: Não faz isso de novo! - Falou ofegante.

Eu não disse nada, apenas a puxei fazendo-a ficar em pé e mais uma vez a beijei. Enquanto iamos nos beijando eu a guiava até a cama. Assim que ela deitou, eu deitei por cima dela. Fiquei roçando nossos corpos enquanto ela tentava fazer uma de minhas pernas tocarem sua intimidade. Ante que conseguisse, sentei em seu quadril, inclinei meu corpo sobre o dela e falei próxima ao seus lábios.

- Clara: Quero gozar com você!

Ela me olhava nos olhos de um jeito profundo. Aquele olhar tao cheio de malicia fazia eu ficar mais excitada ainda. Ela levou suas mãos até meu bumbum e começou a guiá-lo, fazendo eu rebolar sobre ela. Nossos sexos se tocaram e nossos liquidos se misturaram. Movimentei meu quadril pra frente e pra trás durante alguns poucos minutos e quando iamos gozar afastei meu sexo do dela.

- Vanessa: Continua! - Implorou.

Deixei passar um tempo e logo voltei aos meus movimentos, quando iamos gozar de novo ameacei parar, mas Vanessa não deixou. Pressionou com força meu quadril sobre o seu e nosso orgasmo veio com duas vezes mais intensidade. Colei minha testa na dela e gozamos juntas fazendo nossos gemidos se misturarem. Estavamos ofegantes, suadas, cansadas, exaustas. Alguns minutos depois e eu deitei ao seu lado. Ficamos deitadas de lado, uma de frente pra outra, nos olhando sem trocar uma palavra. Eu acariciava seu rosto e ela meu queixo. Minha vontade era de dizer que a amava, que a amava muito, mas eu não podia. Não naquele momento. Mais uns minutos e nos demos conta de que era tarde então ela virou de costas e eu a abracei por trás. Estavámos de conchinha, como costumávamos a dormir todos os dias.

Final da narração de Clara

Lá pelas três horas da manhã elas pegaram no sono. Na manhã seguinte, Vanessa acordou primeiro e foi dar uma volta na praia, alguns minutos depois e Clara acordou, olhou em volta e a ficha do que havia acontecido caiu. Ela ao mesmo tempo que ficou feliz, ficou confusa, não sabia como agir agora, e ver que Vanessa não estava na cama só a deixou mais confusa ainda. Clara levantou, arrumou suas coisas, se arrumou e sentou no sofá para pensar um pouco. Quanto mais ela pensava, mais confusa ficava, até que resolveu pegar suas coisas e ir embora.

Vanessa ao chegar no apartamento foi direto no quarto e viu sua cama arrumada, ela procurou Clara pelo apartamento mas não a encontrou, ficando confusa também.

- Vanessa: Por que será que ela foi embora? Será que se arrependeu? Não, ontem ela queria e muito. Ontem, mas e hoje? O que será que deu nela? Ligo ou não ligo? Melhor esperar pra ver se ela me liga.

Vanessa tomou um banho e logo um café reforçado. Clara por sua vez chegou ao apartamento de May que já estava tomando café.

- Mayra: Bom dia! Pensei que passaria mais um tempo por lá.
- Clara: Ai prima, eu fiz uma besteira.
- Mayra: Ai não, o que você fez?
- Clara: Van e eu, nós..é…a gente transou ontem.
- Mayra: Sério? Ai não, me conta melhor isso.

- Clara: Rolou e tal, no começo ela me mandou embora, mas eu disse que queria e acabou rolando. E como rolou. - May sorriu maliciosa. - Enfim, só que hoje de manhã eu acordei e ela não tava na cama.
- Mayra: E?
- Clara: E que eu peguei minhas coisas e vim embora.
- Mayra: Você o que? Como assim você transa com ela, pega suas coisas e vem embora, Clara?
- Clara: Eu não sabia como agir, não sabia se ela havia gostado, enfim.
- Mayra: Agora que você não vai saber mesmo, né?
- Clara: Ai, não me deixa pior do que eu já to.
- Mayra: Ta, tudo bem. Vamos ver. - Pensou um pouco. - Liga pra ela, manda um e-mail, um sms, qualquer coisa mas diga a ela que você precisou ir embora porque teve um imprevisto na empresa, qualquer coisa.
- Clara: Tá. - Ela pegou seu celular. - Tem certeza que é uma boa idéia?
- Mayra: Absoluta.

- Clara: Tá. - Clara digitou a mensagem: 'Bom dia Van. Me perdoe ter saído sem te ver, mas me ligaram da empresa e eu precisei sair as pressas, como não sabia onde você havia ido, nem se ia demorar, eu precisei ir embora. Nos falamos outra hora. Beijos.’ - Foi!
- Mayra: Assim está melhor.
- Clara: Falando em empresa, preciso me arrumar e ir mesmo. - Clara levantou-se e deu um beijo em May. - Obrigada Mayzinha, te amo muito! - Retirou-se.

Após isso, Clara tomou um banho e foi para a empresa. A segunda-feira foi tranquila e a manhã de terça-feira também. Até então Vanessa e Clara não haviam se falado ainda, uma estava sem saber como chegar na outra. Vanessa não havia se contentado 100% com aquela mensagem, então deu jeito de ligar para Junior, pegar o endereço da empresa de Clara e ir até ela. Clara estava na recepção falando com sua secretária quando Vanessa chegou.