baudalaire

“Aunque ambos amantes estuvieran muy enamorados y muy llenos de deseos recíprocos, uno de los dos estará siempre más tranquilo o menos poseído que el otro.”

Carlos Baudalaire.

“¿Qué importa que tú vengas del cielo o del infierno,
¡Oh belleza! ¡Monstruo enorme, espantoso, ingenuo!
Si tus ojos, tu sonrisa, tus pies, me abren la puerta
De un infinito al que amo y nunca he conocido?” #baudalaire #rodin

Preso ...

Dá nada não autoridade. Sou culpado mermo.
Mas poxa… a culpa é dela. Ela provoca. E pede pra eu
ficar quieto. Fico nada, doutor… dou conta não.
Eu tava ali, parado, na sofrência, na angústia,
na métrica da solidão.
Aí vem essa Dama, doutor… toda assim e ainda se arvorando
toda do véio Buckwosky … Não aguentei…
Fiquei doido pra meter…loquinho pra meter nela um poema.
E fui assim chegando, botei as mãos nos versos dela. Nem pedi licença
para rimar nela até ques haikai eclodissem.
Respeitei não doutor. Juntei nela e colei minha língua pátria por toda
extensão dela e gemi no seu ouvido to meu Rimbaud e Baudalaire.
Paguei meu modernismo fora de ritmo, até que minha prosa jorrase no
interior dela.
Sou culpado, doutor. Fico aqui preso e ela com ela mesma aí ó…rindo da minha cara!
Dá nada… pode prender…mas não me emendo não. Se bobear vou Lemininskiniar ela todinha.