bar be que

Por mais que nossas diferenças não suportem cinco minutos juntas numa mesma mesa de bar, por mais que o meu ego entre em temperatura máxima toda vez que se trata de você e minha paciência não dure nem uma carga de 100% ao seu lado, eu ainda te escolho. Porque o seu abraço é o encaixe perfeito e nele eu encontro todo a segurança que nem a força tática é capaz de proporcionar e as suas mãos delicadas deslizando sobre meu cabelo é a poesia mais pura e sincera do que um recito do luis de camões. E ainda consigo encontrar a paz que está perdida no mundo quando olho nos seus olhos castanhos e vejo na profundidade deles a toda a bondade que existe dentro de ti. A minha melodia favorita se tornou sua respiração quando deito sobre seu peito e escuto ela ofegante, minha vontade é de colocar no repeat mil vezes e ficar ali pro resto da vida sentindo sua calma. Até as brigas que sempre duram no máximo um intervalo do telecine são perfeitas porque sua cara brava e quase-mal-encarada é a única que eu quero ver pelos próximos 100 anos. Eu ainda escolho você porque não a nada nesse mundo que me faça tocar as estrelas como você me faz. E pra sincero, eu sempre quis ser astronauta.
—  Pedro Pinheiro.
Acho que a gente precisa aprender a ser sozinho, sabe?

a pedir uma pizza numa terça a noite pra ti somente. Aprender que se tiver vontade de tomar uma cerveja não tem problema de ir no bar sem ninguém, que o amor existe para quem também está só e é bonito amar-se. Aprender que não é necessário ser 100% do tempo pertencente a alguém, a solidão clareia as coisas e quando a aceita as coisas fluem melhor. Ser sozinho não é vergonha, não é problema.

Ella sólo busca que la quieran en su forma,
y no en las millones que existen.
Quiere que la quieran única
y no cualquiera.

Vive la vida despeinada,
fumándose un peta en cada esquina,
llorando en la barra del mismo bar que lleva su nombre,
yendo de taxi en taxi detrás del amor de su vida
que olvidó decirle cuándo iba a ser la próxima cita.

Tiene la mirada clavada donde todos, pero mira como nadie.

Es una chica sin filtros,
sin pelos en la lengua,
sin ataduras en el corazón.
Dice lo que tiene que decir
y siente lo que no quiere sentir.

Es la gata que camina por los tejados a medianoche
en busca de una caricia
y huye al primer roce.

Es tan única
que ni siquiera la encuentras en un libro,
ni en una fragancia
ni en un paisaje.

Lo de sus ojeras ya nos lo cuentan las canciones,
lo de su sonrisa ya nos lo cuentan las interminables veces en las que tuvo que partirse para ser la chica valiente que ahora es,
porque eso si: un día tuvo tanto miedo, que no tuvo otra opción que secarse las lágrimas y tomar al toro por los cuernos que dicho sea de paso: ya los llevaba clavados en el pecho.

Ella es el sol de The Beatles,
la paciencia de Guns N’ Roses,
la satisfacción de los Rolling Stones;
la voz rota de Kurt,
la sonrisa fugaz de Amy,
la mirada perdida de Jim,
el espíritu rebelde de Janis.

Jamás se ha rendido por nada,
aunque muchas veces lo ha hecho por alguien.
Lo ha dejado todo por un abrazo
y ha hecho estallar esa presión del pecho
contra otro pecho.
Dos corazones que laten al compás
es música para cualquier sentimiento.

No la catalogues como una chica rota,
porque no lo es,
lo que sí es:
una chica que lleva mil guerras perdidas en la mirada
y mil cicatrices bajo la sonrisa.
—  Benjamín Griss
Eu sei que foi fácil me amar naquela mesa de bar, que meu jeito espontâneo, meio bêbado, com conversa bem levinha, conquista qualquer um. Cerveja gelada acaba me deixando mais simpática. Depois de uma semana você deveria ter percebido que não deveria ter me dado trela. Não sou tão boa de filosofar quando a bebida é um café amargo, mas parece que isso não te desencorajou. Você continuou ali, no mês seguinte me convidou pra um cineminha, algumas festas de amigos. Nossa agenda foi ficando extensa. Tudo seu incluía a mim, e eu não sabia se isso seria bom no futuro, mas no presente, no nosso agora, eu amei cada detalhe. Eu nem estava acostumada em ter alguém tão próximo, eu que sempre fui errada com um cara que só queria sempre mais, mais de mim. Foi então que eu fui me perdendo no meio de nós a cada saidinha barata, em cada sorrisinho maroto seu. E aquela vez que eu fiquei me perguntando o motivo de você ter me dado trela, descobri só hoje a resposta… Você me enxergou além, viu que em mim só precisava de uns cuidados para assim eu tomar jeito. E que jeito, ein? O seu jeito.  Fez surgir em mim uma vontade surreal de ser melhor, por mim e por você. Porque a verdade é que eu estava cansada daquela vida fria, e sem emoções. Não deixando ninguém permanecer por muito tempo e, expulsando de mim todo e qualquer sentimento que aparecesse. Era bom estar ali nos bares, ficando animadinha com os drinks que ganhava de um ou outro rapaz que, sinceramente, nunca queria nada além de uma noite de prazer. Mas no final, eu sempre ficava sozinha. Vendo as minhas amigas do ensino médio se casando, construindo suas famílias, e eu aqui, com meus relacionamentos que nunca passavam de duas semanas. Imaginar uma vida ao lado de alguém, compartilhando meus medos e desejos mais obscuros, era algo fora de cogitação. Até chegar você, me entregando todo o amor que jamais recebi de alguém. Com a paciência para entender meus jeitos e trejeitos, e falando baixinho no meu ouvido: “Ei, amor. Eu vim para ficar. Pode segurar a minha mão, que eu prometo não soltar”. Esta era a segurança que eu precisava. Você é a parte calma e fácil que eu procurava, para estabelecer um equilíbrio entre o meu complexo e caos internos. Agora, aqui estou eu, totalmente submissa ao seu amor. Você me fez e continua me fazendo sentir a mulher mais especial e única do mundo. Faz por mim o que ninguém jamais fez. O seu toque é o mais delicado que o meu corpo já sentiu. Amo o seu beijo, o seu olhar, o seu cheiro e os arrepios que a sua presença me causa. Adoro cada detalhe que te compõe. E adoro, ainda mais, todos os sentimentos bons que o seu amor despertou em mim. O seu nome está cravado em meu coração e tudo ao meu redor possui um pouquinho de você. Somos a sintonia perfeita um do outro, e agora, amor, somos um só.
—  Você fez minha pupila dilatar - Escrito por Paula, Amanda N., Fran e Ane em Julietário.
Já senti seu cheiro em todos os lugares, até mesmo quando passei por aquela esquina, ao lado do bar rústico que tu tanto amavas. Meus pulmões se encheram mas se esvaziaram, assim como meus olhos.
Você não estava lá.
—  Escriturias
Célio era novo em Ribeirão Preto.  Recém-chegado do Rio de Janeiro, tudo na cidade era novidade, até mesmo a maneira como as pessoas ser portavam. Em seu segundo dia, ele decide conhecer um bar, não era lá grande coisa, parecia mais um boteco qualquer, frequentado por bêbados sem limite e garotas em busca de um dinheiro extra.
- Uma cerveja, por favor. – pede Célio, meio perdido.
Apesar de frequentar muitos bares no Rio, aquele tipo de bar e pessoas era novo para ele, o que estranhamente o fez querer beber ainda mais. Na quinta cerveja entra uma mulher, aos olhos de Célio escultural. Já meio alegre e descontraído, ele pergunta ao garçom:
- Nossa, amigo! Que mulher é essa? Vem sempre aqui?
- Olha, campeão, vem sim. Mas posso dar um conselho? O pessoal daqui não arrisca sair com ela, devido um “problema” da cintura para baixo.
               Célio fica intrigado com isso, ele imaginava o que era, mas não teve a cara de perguntar, recém-chegado no bar, não queria parecer inocente. Isso ficou na cabeça do rapaz o restante da noite.  Cerveja vai, cerveja vem, a troca de olhares entre Célio e a bela moça é constante, ele decide ir embora, afinal não estava afim de descobrir a tal surpresa que imaginava. Não ainda.
               No outro dia ele só pensava na bela moça e se o tal “problema” é o que ele realmente imaginava. Enfim, se fosse, o que que tem? “Estou em uma cidade nova, conhecendo sensações  e pessoas. Que mal há em experimentar?” Era o pensamento constante em sua cabeça. O que, às vezes, parecia errado para si mesmo.
               Outro dia no bar, Célio chega e pede ao garçom uma dose de vodka, o garçom serve e essa cena se repete pelo menos 10 vezes. A essa altura ele já está completamente bêbado e falando abobrinhas. É nesse exato momento que a moça chega e ele paralisa, acredite, a mão ficou até tremula, o efeito dessa mulher é inacreditável.
               Cerca de 40 minutos se passaram, a troca de olhares é tão intensa que não há mais escapatória, ele se levanta e vai até a moça:
- Boa noite! – fala em tom galanteador.
- Boa noite! – responde a moça, dando abertura.
- Qual seu nome?
- Bruna, é o seu?
- Prazer, Célio. Mas, deixa te perguntar: o que traz uma mulher tão incrível a um boteco como esse?
               Ela ri. Ponto positivo.
- Não sei, talvez seja o ambiente ou os rapazes, mas gosto daqui.
- E eu gostei de você. – responde Célio, quase atropelando a frase da moça.
               Ela ri novamente. Mais um ponto.
               Os assuntos variam entre viagens, bebidas, filmes e séries, nada muito particular, Célio não tinha coragem de fazer perguntas tão íntimas, apesar de ter certeza que Bruna estava afim. Ela levanta, despedindo-se.
- Amei conhecer você, mas preciso ir. Amanhã acordo cedo.
- Tudo bem! Pode me passar seu número? – pergunta ele, já ansioso pela resposta.
- Acho melhor nos encontrarmos aqui. Gosto desses encontros à moda antiga.
- Ok. Tudo bem. – responde, desanimado.
               Ela se levanta e vai embora. Todos a volta de Célio o encaram, não acreditam no que acabaram de ver. Ele fica constrangido, paga o que bebeu e vai para casa. Sua cabeça parece girar, tanto pelo álcool como por essa mulher. “O que é isso? Nunca estive tão interessado por uma mulher, ou quase mulher, não sei mais. Mal sei o que eu gosto” pensa, confuso.
               O dia segue comum e Célio está ansioso pela noite. Será que Bruna estaria no bar?  Seu maior desejo era que sim. Ok. 20 horas de uma quinta-feira, hora de ir e esperar por ela. Chegando no bar ele não tem coragem de perguntar ao garçom, ou para qualquer pessoa, por ela, então decide apenas sentar e esperar. 22 horas e nada. É quando o garçom, irônico, pergunta a Célio:
- Percebeu que ela, a Bruna, só vem de calça né?
               Célio ri sem graça.
- E percebeu também que ela nunca usa salto alto?
- Cara, onde você quer chegar? Que perguntas mais bestas.
- Nada cara. Esquece. Só repare na maneira como ela anda.
               Célio dá de ombros, suas suspeitas estão confirmadas e isso o deixa ainda mais excitado e empolgado com a situação. O que, até mesmo para Célio, é uma novidade e confessa para si mesmo não estar sabendo lidar com isso, apesar de estar gostando. “Talvez ela não venha, melhor ir para casa.” pensa aflito.
               Quando, de repente, ela entra no bar e vai direto à sua mesa, como se estivesse predestinada a isso.
- Boa noite! – Fala Bruna, com a voz meio mole.
- Boa noite, tudo bem? – responde Célio, assustado.
- Não, nada bem na verdade. Vamos para casa? Preciso conversar com alguém.
               Foi exatamente nesse momento que Célio sentiu seu coração saindo pela boca, as pernas bambas e a língua travada. Em um movimento súbito só conseguiu responder:
- Claro, vamos. No meu carro?
- Sim, no seu. Vim de táxi.
“Veio de táxi? Então já sabia que me encontraria aqui e veio com um propósito.” pensa Célio. Saindo do bar ele percebe os olhares cruzados de todos. Não havia um no bar que não o olhavam, a situação era desconfortável e excitante ao mesmo tempo.
               No carro, Célio percebe algo estranho em Bruna. Ela está falando umas frases sem sentidos, mal respondendo suas perguntas. “Só pode estar bêbada, ou bêbado? Ahhhh, não sei. Mas é a minha chance.” pensa Célio.
- Pronto, chegamos. Minha casa é aquela ali, a azul bebê, número 112.
               Célio estaciona o carro, a tensão sexual pode ser sentida a metros dali. Ao entrar na casa Bruna em um movimento tão rápido que Célio mal pode acompanhar, o agarra e joga na parede. Ele não responde, só continua o que a moça começou.
- Vem, vamos para a minha cama. Melhor lá. – fala Bruna, claramente excitada.
               Ambos vão para cama, chegou a hora tão esperada para Célio. Bruna, da maneira mais sexy que qualquer homem possa imaginar, começa a tirar a camisa e o sutiã. “Nossa, parecem reais. Que maravilha.” pensa Célio ao ver os peitos de Bruna.
               Bruna começa a tirar sua calça meio sem graça. Célio, com o olhar safado, fala:
- Não precisa ter vergonha, meu doce. Eu já sabia.
               Bruna aliviada tira a calça, Célio quase cai de costas. O susto foi maior do que ele poderia imaginar. Bruna desencaixa sua perna mecânica.
- HOOOOOLY SHIT. – solta Célio.
—  Pedro Peixoto.

anonymous asked:

recomiéndame música...

Voy a recomendar un montón de canciones lindas. 

Enter Shikari - Sorry You’re Not A Winner

The Drums - I hope time doesn´t change him

Kakkmaddafakka - Forever alone

Ode to sleep - Twenty one pilots

The Strokes - What ever happened?

Twenty One Pilots - Doubt

We Don’t Talk Anymore Cover Jungkook Jimin 

The Strokes - Slow animals

Yoongi ‘Agust D’ — The Last

BTS - Butterfly

Pianos Become The Teeth - Hiding

‘I still think about who I was last summer’ - Old Gray

‘Me’ - The 1975

Issues - Slow Me Down

Bullet For My Valentine - “Don’t need you”

in love with a ghost | flowers feat. nori

Attila - About That Life

Stuck In The Sound - Let’s Go

in love with a ghost | sorry for not answering the phone, i’m too busy trying to fly away

CONCORDE - Sons

idfc - blackbear

drugs - eden 

do re mi - blackbear

Offonoff - Photograph

B-Jyun - cHaNgE

Lido - i love you 

Lido - Lost

Olivia O'Brien - Empty

KREAM (크림) - Talking to the Moon

BEVY MACO - So Faded

KILLA SEASON - CHYNNA MANE

JOULE$ x DXCT - Pataphysics

Tag Shai - Change That

Actavis - BLOKKA $OLO x TRAP DYLAN x CHYNNA MANE x DEUCA x DEATH BEAR

BLOKKA $OLO - Murda1999

$UICIDEBOY$ - PARIS

Phora - Fake Smiles

Sik-K - What The Hell

Te diría - los piojos 

Post Malone - Too Young

SOHN - Signal

Chelou - Halfway to Nowhere

Lil Lotus - Scared To Die

The Chainsmokers - Roses

Magic Potion - Deep Web 

adore1996 - untitled

Ases Falsos - Niña por favor

Bedroom - In My Head

lil yuri - i dnt_wna die

VELVETEARS - Will I Ever Care

GRXGVR - RUBY RUBY

Voyage - el pasaje vol.4

Cigarettes After Sex - Apocalypse

Sik-K - What The Hell

Raury - CPU

YG - My Nigga

Wiz Khalifa - We Dem Boyz

Nas - Nas Is Like

Flema(플레마) - Forever Young

Black Coast - TRNDSTTR

Keaton Henson - Lying To You

B JYUN - I MEt THiS BOY

MULEKID - Plattsburgh, NY

Mark Redito - 3am Apologies

OLIVIA O'BRIEN - COMPLICATED

Sui Generis - Fabricante de Mentiras

Olivia O'Brien - Find What You’re Looking For

PLAYBOI CARTI X UNOTHEACTIVIST - WHAT

Key!-Ghost ft Playboi carti

Eskorbuto - Anti todo

MELIAN - El Síndrome Estocolmo

Syd Matters - Obstacles

Blackout - Muse

declan mckenna the kids don’t wanna come home

WHY - Owol

La casada - Las pastillas del abuelo

Neck Deep - Can’t Kick Up The Roots

The Amity Affliction - Pittsburgh

O.M.G.I.M.Y - The Amity Affliction

Kings Of Leon - Find me

NAHUE MC x ECKO x NOBEWAN - FIRE BARS

Despierta - La Perra Que Los Pario

OMORI - Pure Imagination

Polarize - Twenty One Pilots

Eden - xo 

since i’ve been loving you led zeppelin

drown limp bizkit

Arbol de la vida - Viejas locas

weak when ur around - blackbear

Intoxicados - Felicidad, depresion 

No llora - el cuarteto de nos

Y BUENO YA CORTÉ, pero si queres más al privado. ahre

Anoche no te acordabas de mí
te pusiste borracha
bailaste en ese bar que tanto te gusta
entre el humo de los cigarros
fingías que la pasabas de maravilla
pero hoy te despiertas
y te sientes otra vez vacía
¿Hasta cuándo será así?
y comienzas a extrañar
que alguien te quiera
y tenga ganas de estar a tu lado
para abrazarte y besar
lo que aún te duele
ya no quieres vivir en esos lugares
del vicio y la mentira
que lleva la vida nocturna
cuando eres joven
estás hecha un desastre
yo podría quedarme
pero te da tanto miedo el amor
—  Para Sofia, Quetzal Noah
Frech wizard facts

Yo, y a le post de @culturefrancaise qui m'a fait reflechir, et ce post commençaient à dater malgrè sa perfection intemporelle (il contient “On dit un pain à la citrouille, pas une citrouillatine!”, si ça peut vous motiver), donc dans le désordre :

-Les loups-garous ont leur potion Tue-loup remboursée par la sécu.

-Les elfes de maison ont des syndicats.

-Le dahu étant en voie d'extinction mais une fierté française quand même, y a chaque année une sortie scolaire dans une réserve/ferme à Dahuts.

-la Bête du Gevaudan est un peu une fierté nationale parce que EH C'EST NOS LOUPS GAROUS QUI SONT CONNUS PARTOUT même si on se se la pète pas officiellement avec parce que… bah des morts quoi.

-On a deux-trois dragons MEGA PROTÉGÉS qu'on hésite à réintroduire ou faire se reproduire parce que le fait est que c’est quand même des dragons

-la Diagonale du Vide est le paradis pour sorcier campagnards…

-…et Paris l'idéal pour les sorciers citadins. Sérieux. Personne ne lève les yeux quand des mecs passent en hooverboard ou en monocycle en jonglant avec des massues, les gens ont les cheveux et les vêtements de n'importe quelle couleur, j'ai vu trois fois des mecs en jean t-shirt et cape aller à leur boulot. J'étais maquillée en Jack Squellington dans le métro avec un post-apo badass  sanguinolent à mon bras, pas une seule question. Personne va checker si c'est plus ou moins étrange que ta moustache soit un vrai guidon de vélo ou si t'as un varan en laisse.

-Un mix de magies différentes dans les rues ou bar à sorciers, parce que les vagues d’immigrations différentes au cours de l’histoire ont apportés des sorciers, avec les enfants qui ont appris des deux cultures, plus de celle de la voisine, plus de celle de leurs amis, bah y a un mix de yolo incroyable et magnifique dans nos sortilège

- On a une longue histoire d'animaux parlants. Une très très longue histoire. Genre on en croise tout le temps. Y en a même une qui est prof à Beauxbatons. C'est pour ça que Roman de Renard, contes de Perraud, Fables de la Fontaine, la Petite Souris… c'est même pas mentionné dans nos débats inter-culturel parce que c'est tellement commun qu'on le questionne pas.

-DES VIENNOISERIES QUI CHANGENT DE SAVEUR ET DE FORME, ou des “pain au canard” qui sont entre le beignet et la tresse et battent réellement des ailes, ou des glaçages qui bougent, ou de genre de truc.

você tá por aí, colorindo teu quarto, terminando algum livro, ouvindo aquela banda de jazz que te recomendaram no terceiro ano, e quanto tempo faz que tu terminou o ensino médio, hein. mudou o cabelo, o gosto por roupas, faz outros caminhos e sempre vai embora por caminhos que não são o da sua casa. você deve tá por aí, dançando em festa e beijando alguém. fazendo juras de amor, prometendo o infinito e amanhecendo de ressaca sem saber como nem onde. eu te procuro pra dizer que quero te ver mais de perto, que quero que cê me conte as novidades como naquele tempo que cê me dizia de cada coisa que teu pai dizia, tu lembra? a gente sentava no mesmo lugar, você falava de alguma desgraça, eu acompanhava, depois a gente descia pra algum bar e jurava que aquela noite ia ser diferente, que podíamos ser felizes. tu tá feliz, eu sinto. tu tá feliz em lugares que não sei onde é, que nunca fui, que não me chamaram pra ir, que tu nunca nem ouviu falar, mas que tu foi só pro teu bem, só pra tentar fazer dar certo pelo menos nessa nova etapa de tua vida - e olha só, meu deus, parece que deu. você tá por aí, sendo maior do que achei que fosse possível, sendo mais bonita e feliz do que eu desejei. tomara que um dia tu consiga voltar de todas as viagens e a gente se encontre e a gente converse e a gente ria e que você me conte do teu novo corte de cabelo, do teu curso e da banda de jazz que te recomendaram lá no ensino médio e tu só começou a ouvir agora.

Shiner

They weren’t even five miles out of Chaney, population zero, before Mulder pulled back off the 20 and headed left under the overpass. 

Scully didn’t have to ask the question. Her eyebrow told him enough. 

“Scully, our flight isn’t until tomorrow, I’m fucking starving, and that sign said hotel AND barbecue. And if I’m going to leave Texas with something positive from this hellstate, my best bet is barbecue.”

“Mulder. It’s 11 am. What are we going to do for 18 hours in the town of… Eastland? Eastland, Texas?”

“Eat barbecue and sleep? I don’t know about you but my testicles still haven’t dropped from the thought of being sued for 446 million dollars.  I could use a day of doing nothing.”

This was her favorite Mulder, most of the time. He didn’t sensor himself with her. He never had.  And so she rewarded him with a tired huff of a laugh and a roll of her eyes.  

“I’m only moderately upset I will never make the acquaintance of Large Marge. She sounds like she might’ve been fun.”

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Say You Won’t Let Go

Author: @dylan-ohbrien
Pairing: Dylan O'Brien x Reader
Wordcount: 4,088
Warnings: a little language, car crash, blood, death
A/N: So right now one of my favorite songs is Say You Won’t Let Go by James Arthur and it kind of inspired me to write this little oneshot thingy! And I hope you guys like it! 

LISTEN HERE: https://www.youtube.com/watch?v=0yW7w8F2TVA

Originally posted by dylanfanforeverr

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Gabriel ligou e disse pra eu ir com “aquela sainha” curta que ele gosta, com um calcinha bonita e uma blusinha.

- Vamos sair com uns amigos hoje.
- Amigos?
- Sim. Iremos para um bar. Quero que você os conheça.
- Tá bem.

Eu desliguei o telefone já molhada imaginando como seria minha noite.
A calcinha era pequena, de renda e mal fazia seu papel. A saia também. Se me abaixasse, eu estaria descoberta.
A blusa que eu escolhi era leve e pela falta de sutiã, era possível ver meus mamilos e meu piercing.

Eu cheguei no bar e ele já estava bebendo, sentado com outros três caras. Ele bebia uma cerveja e puxou uma cadeira pra perto dele. Após ser apresentada a todos, ele me serviu um copo. Eu sabia como seria a brincadeira daquele dia.

Segurei sua coxa enquanto ele discutia com os amigos sobre o carro que queria comprar. Meus dedos chegaram até perto do seu pau, o que fez ele me olhar sorrindo.
Em uma distração dos outros amigos, eu encostei a boca no seu ouvido.
Mordi levemente seu pescoço, enquanto eu alcançava finalmente seu pau que já estava endurecendo.

- Eu posso brincar com você? - eu sussurrei.

Ele me olhou assustado e respondeu sussurrando.

- Eu te queria assim toda safada pra mim. Aqui vão ver o que você está fazendo.
- E qual é problema?

Ele não me respondeu, só sorriu.
Eu apertava levemente seu pau e não demorou muito para que ele estivesse completamente duro. E que o amigo sentado na sua frente notasse a brincadeira.

Eu estava molhada. O amigo dele acompanhava os movimentos da minha mão e Gabriel tentava agir como se nada disse estivesse acontecendo.
Eu puxei sua mão pra minha coxa e ele sorriu.
Ele apertava minha coxa com força, seus dedos estavam ficando marcados nela.

Eu me levantei da mesa e fui ao banheiro. Tirei a calcinha e voltei a mesma com ela na mão e sorrateiramente coloquei em seu bolso.
Ele me olhou assustado.
Eu encostei a cadeira ainda mais perto dele e puxei sua mão pra minha coxa novamente.
Seus dedos subiram devagarinho pela minha perna e finalmente chegou na minha buceta encharcada.
Seus dedos entraram em mim com força e eu escondi o rosto em seu ombro.

Sem mais delongas, ele tirou os dedos de mim e os colocou na boca. Ele sorria pra mim e me beijou, fazendo com que eu pudesse sentir meu gosto em sua boca.

Antes que eu pudesse reagir, a namorada de um dos amigos dele chegou no lugar. Não havia nenhuma cadeira e eu vi a oportunidade perfeita de continuar a brincar.

- Sente aqui. Gabriel tem espaço de sobra no colo dele pra mim, não é?

Eu me sentei no seu colo e eu podia sentir seu pau duro apertando contra minha bucetinha.
Eu rebolei devagar e Gabriel segurou com força minha cintura para que eu parasse.

- Eu não vou parar.

Ele riu baixo e segurou então meu cabelo, puxando devagar. Eu rebolava com mais força e eu com certeza não estava mais disfarçando.

- Vai pro banheiro masculino agora.

Eu obedeci na hora e ele me seguiu. Ele me empurrou pra dentro da cabine e me beijou com força. Ele subiu minha saia e já colocou seus dedos dentro de mim.

- Você vai me pagar por isso, você sabe né safada?
- Me fode por favor, Gabriel!
- Não, agora não. Você me provocou e agora você vai só chupar meu pau bem gostoso. Ajoelha agora.

Eu me ajoelhei no chão do banheiro e abri sua calça e coloquei seu pau na minha boca. Eu massageava suas bolas e colocava seu pau inteiro na minha boca. Eu deixava ele babado, bem molhado. Eu engasgava em seu pau e ele olhava no meus olhos, gemendo baixo, me deixando cada vez mais molhada.

Ele segurava meu rosto com força e deu um tapa com força na minha cara.
Eu chupava cada vez mais rápido e suas mãos puxavam meu cabelo. Eu estava com seu pau inteiro em minha boca quando ele gozou.

Eu engoli toda sua porra e limpei todo seu pau.
Ele riu baixo e me puxou pelo cabelo.

- Isso não é nem o começo do que você vai ter que fazer hoje.

Eu voltei pra mesa com a cara vermelha, com cara de quem havia chupava maravilhosamente aquele pau gostoso mas sem comentar com ninguém.

LA DESPEDIDA

¨Los recuerdos son como las cometas, se elevan en nuestra mente motivados por un sentimiento, y después de un tiempo  descienden en las celdas del olvido¨

Aparece en escena una dama con curvas bien formadas portando un  lujoso vestido de seda negro ceñido al cuerpo;  el atuendo le resaltaba la silueta igual que un precioso marco bien tallado de madera, exaltando a una obra de arte. Su rostro estaba cubierto por un delicado velo negro que caía hasta los hombros, las manos iban cubiertas por guantes hechos de  muselina roja que hacían juego con la tela que adornaba los encajes de la falda.  

Un largo suspiro rompió el silencio de la noche perpetua; mientras las farolas de aceite iluminaban la callejuela. Eran cerca de las seis de la tarde; la mujer caminó lentamente, con cada taconeo de sus botas iba sellando un recuerdo que se atrevería a sepultar en esa misma calle.

Levantó la mirada hacia un bar que rezaba en la entrada The noveni portis, un nombre muy inusual para un establecimiento donde damas y caballeros se reunían para beber y coquetear en las largas noches.

Al llegar al establecimiento la mujer dejó su abrigo con el mozo que lo colocó en el perchero, ella se dirigió a buscar una mesa desocupada. Una vez  que se sentó, colocó su falda de manera cómoda, para que no le impidiera inclinarse, a si poder observar al pianista que tocaba una pieza, desconocida para ella pero se le antojaba triste, quizá era por la naturaleza de la situación que la traía esa noche en particular.

Inmersa en sus pensamientos, serró los ojos y recordó la primera vez que vio a Roseauth; él hablaba en el parque con una de sus viejas amigas. Ella se acercó con el pretexto de saludar a su conocida;  al estar frente a él le temblaron las rodillas  y  la garganta sele secó.  (Mientras rememoraba dijo para sí)

-¨Como quisiera poder congelar el tiempo, para guardar tu imagen perfecta en mi mente para siempre¨_

Un sonido de garganta la sacó de su letargo.

_Humm!! Madame, el caballero que espera ha llegado_ Ella sacó un pañuelo del pequeño bolso que dejó sobre la mesa,  y  secó sus lágrimas; aclaró la voz para contestar:

_Si, gracias, por favor tráiganos una copa de vino_

_No prefiere la botella_

_No,  no es necesario,  ya que no estaremos mucho tiempo_

En ese momento apareció un caballero alto, de tez blanca, barba rojiza, nariz afilada, cejas altivas, labios inferiores delgados. Pómulos bien marcados, complexión mediana. Vestido de traje negro. Miró a la dama con seriedad, en cuanto puso atención en  los ojos vidriosos de esta, frunció más el ceño, y con voz tajante dijo:

_Y bien, aquí estoy Deira_

El hombre se sentó frente a ella, cruzó los brazos y se colocó la mano derecha sobre las sienes, ella lo contempló como si fuera una deidad y respondió:  

_Ya lo veo Roseauth, gracias por haber venido_

En ese momento la joven hizó un delicado movimiento con la mano derecha para enfatizar un pequeño crucifijo de plata que traía colgando al cuello.

_La recuerdas, tu cruz, la que te trajiste tras tu viaje a España, me dijiste ¨Deira pongo un pedazo de mi historia en tus manos¨.

El hombre parecía indolente a tales palabras, miró al mesero que les llevó la copa a la mesa,  impeló un ademan de agradecimiento. Ella se contuvo para no llorar de nuevo.

En el bar el pianista tocaba El Vals del Adiós de Chopin; había motivado a tres parejas a bailar, dando círculos acompañados por movimientos  de manos.

Mientras las notas del piano sonaban en todo el establecimiento, se mantenía un ambiente relajado  y alegre, menos para la mesa de los protagonistas; donde se observaba a lo lejos pequeñas gotas trasparentes que rosaban por los ojos de la hermosa mujer; la pareja aún continuaba con la conversación que ya se había tornado tortuosa, y áspera al oído de los testigos.

_Quiero saber desde cuándo te enamoraste de ella y por qué, porqué es 20 años más joven que yo, la crees más inteligente que yo_

El hombre, que ahora mostraba un rojo intenso en los ojos, contestaba a las refutaciones ya más intolerante:

_Sirve de algo que sepas eso, no tenía por qué decírtelo Deira , ya no estamos juntos y eso es lo único real en todo esto_

_Si tenías que decírmelo, porque nos íbamos a casar, no es justo, yo te amo, he hecho todo lo que me haz pedido, todo eso no es suficiente para ser digna de tu amor. Yo lo supe todo, que te veías con otras mujeres, que te las llevabas a la cama; que le escribías cartas de amor a esa doncella que tienes por alumna mientras me comprabas el anillo. Después de todo eso te sigo queriendo_

En ese momento comenzaron a salir más lágrimas del rostro de la mujer, acto seguido levantó el velo para secar la cascada de sus parpados.

El hombre, no mostró ningún intento por consolarla, por el contrario gruñó la siguiente respuesta:

_No es la primera vez que te lo digo Deira es muy difícil que cambie de opinión, si, quise estar contigo en una vida, pero ya no más, lo que yo he decidido para mí no tiene nada que ver contigo,  nada en absoluto, y no lo hice para tu gusto o tu disgusto_

Al finalizar de declarar se tomó con brusquedad la copa de vino, y preguntó por forzada cortesía:

_No tomarás nada de tu copa?_

Ella suspiró profundamente, miró unos minutos hacia la meza, después subió la miraba hacia el hombre y le respondió con una voz apagada, apenas audible.

_No, y  creo que no tiene caso que diga otra cosa, se feliz Rouseauth espero que ella te de todo lo que necesitas, que encuentres todo lo que buscas_

Mientras el camarero se acercó a recoger las copas, el hombre volteó a ver al pianista que ya había cambiado de melodía; en este momento la mujer se levantó silenciosamente, como quien no tiene alma en el cuerpo y desapareció del lugar. Esa fue la última vez que Rouseath miró a Deira.

Autor: Nathaly Galarza 

Quiero estar soltera contigo.

Quiero que vayas a tomarte una cerveza con tus amigos, para que al día siguiente tengas resaca y me pidas que vaya a verte porque tienes ganas de tenerme entre tus brazos y que nos acurruquemos. Quiero que hablemos en la cama por la mañana de todo tipo de cosas, pero algunas veces por la tarde; quiero que cada uno haga lo que quiera durante el día. Quiero que me hables sobre las noches que sales con tus amigos. Que me digas que había una chica en el bar que te hacía ojitos. Quiero que me mandes mensajes cuando estés borracho con tus amigos para que me digas chorradas, sólo para que puedas estar seguro de que yo también estoy pensando en ti. Quiero que nos riamos mientras hacemos el amor. Que empecemos a reírnos porque estamos probando cosas nuevas y no tienen sentido. Quiero que estemos con nuestros amigos, para que me tomes de la mano y me lleves a otra habitación porque ya no puedes aguantarte más y tienes ganas de hacerme el amor ahí mismo. Quiero intentar permanecer en silencio porque hay gente y nos pueden oír. Quiero comer contigo, que me hagas hablar sobre mí misma y que tú hables sobre ti. Quiero que discutamos sobre cuál es mejor, la costa norte o la costa sur, el barrio occidental o el oriental. Quiero imaginar el departamento de nuestros sueños, aún sabiendo que probablemente nunca vivamos juntos. Quiero que me cuentes tus planes, esos que no tienen ni pies ni cabeza. Quiero sorprenderme diciendo: “Toma tu pasaporte, que nos vamos”. Quiero tener miedo contigo. Hacer cosas que no haría con nadie más, porque contigo me siento segura. Volver a casa muy borracha después de una buena noche con amigos. Para que me tomes la cara, me beses, me uses como tu cojín y me abraces muy fuerte por la noche. Quiero que tengas tu vida, para que decidas irte de viaje unas semanas por puro capricho. Para que me dejes aquí, sola y aburrida, deseando que salte tu carita en Facebook diciéndome “hola”. No quiero que siempre me invites a tus panoramas, y no quiero invitarte siempre a las míos. Así, al día siguiente puedo contarte cómo fue la noche y tú puedes contarme la tuya. Quiero algo que sea simple y, a la vez, complicado. Algo que haga que, a menudo, me haga preguntas a mí misma, pero que, en el momento que esté contigo en la misma habitación, desaparezcan todas las dudas. Quiero que pienses que soy guapa, que estés orgulloso de decir que estamos juntos. Quiero que me digas te quiero y, sobre todo, poder decírtelo yo a ti. Quiero que me dejes andar por delante de ti para que puedas ver cómo se mueven mis caderas de lado a lado. Para que me dejes arañar las ventanas de mi coche en invierno porque mis caderas se contonean y eso te hace sonreír. Quiero hacer planes sin saber si al final los realizaremos. Estar en una relación clara. Quiero ser esa amiga con la que adoras estar. Quiero que sigas teniendo el deseo de tontear con otras chicas pero que me busques a mí para terminar la noche juntos. Porque quiero ir contigo a casa. Quiero ser esa a la que le haces el amor y después te quedas dormido. La que te deja en paz cuando estás trabajando y a la que le encanta cuando te pierdes en tu mundo de música. Quiero tener vida de soltera contigo. Porque nuestra vida de pareja sería igual que nuestras vidas de solteros de ahora, pero juntos. Un día, te encontraré.

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