bacana

Plágio • Explicações e agradecimentos

Olá para todo os bolinhos que acompanham o Oppa-Infires!

Eu soube que postaram alguns imagines e reactions, não só meus, mas também de outros grandes Tumblrs no Spirit sem devida autorização e isso não foi uma coisa muito bacana…

Como todo mundo já sabe: “Plágio é crime” e isso não é nada legal.

Mas enfim, eu só gostaria de agradecer a todos os seguidores que me mandaram mensagens, prints e links falando sobre o assunto e agradecer principalmente a minha amiga @btboysreaction que resolveu todo o problema enquanto eu estava, infelizmente, off-line.

Pelo o que me disseram, o caso já foi “resolvido” e a menina apareceu pedindo desculpas pelo mal entendido. Estou feliz em saber que as postagens já foram apagadas e o assunto logo será esquecido. Mas mesmo assim, senti como se devesse escrever essa nota para vocês.

Quero deixar enfatizado que caso queriam postar algo do meu, ou de qualquer outro Tumblr de imagines, peçam permissão e sempre coloquem os créditos, porque afinal, pegar o trabalho de outra pessoa que se esforçou e dedicou um bom tempo para fazê-lo não é uma coisa legal.

Pedir uma permissão, não significa submissão e dependência. Muito pelo contrário, só mostra a autora que você gostou do conteúdo o suficiente para divulga-lo por aí.

Mas então é isso bolinhos, mais uma vez muito obrigada a todos pelo apoio e pelas mensagens!


Amo muito vocês! Kissus~~

anonymous asked:

Quanto mais ou menos se ganha jogando? É realmente confiável? Vale a pena? Obrigada!

Ola, por mês eles liberam 5-10 jogos. E você faz uns 40 USD. USD hoje tá num valor de…  R$ 3,13, ou seja, você faz 125,20$ (reais) só pra brincar de jogar (passar algumas missões iniciais). 

Vale a pena porque quase não dá trabalho. Seguindo os passos certinhos, eles pagam certinho. É bem bacana. 

Eu não posso decidir isso, não aqui nem agora. Por mais que eu creia que seja uma decisão mais do subconsciênte do que de qualquer outra coisa. Entenda, te vejo como um casaco que há muito tempo fora meu predileto. Daqueles estilo moletom, cinza com uma estampa bacana. Aquele que aquece nos dias frios e nos quentes a gente amarra na cintura mas não deixa em casa. Mas isso fora há muito, muito tempo. Hoje em dia olho pra ele jogado no meu guarda roupa e me pergunto porque não doa-lo ou jogar fora, já está gasto e tem um furo na manga. Eu já tenho outros casacos e gosto bastante deles. Embora nenhum seja “o preferido” todos cumprem com seu dever e oras, é só um casaco dentre os mil que ainda terei. Mas no fundo minha vontade é mandar pra costureira, remendar, fazer que caiba; personalizar, cortar, fazer uma bandana, um cropped, qualquer coisa pra poder usar ele mais uma vez… Pra levar ele comigo todos os dias. Por isso não posso me desfazer dele, como eu já disse, eu não posso decidir isso agora, pego e guardo em um lugar que não ocupe muito espaço e vou levando assim, um dia, subconscientemente terei me livrado dele, e de você…
—  Millena Neto
Slumber Party, Britney Spears

No ano passado a nossa princesa do pop, BRITNEY SPEARS nos presenteou com um disco cheio de baladas fantásticas. Muitos não gostaram do clipe de “Make Me”, Tá!!! Eu esperava algo mais sexy e bem dançante, mas não rolou e temos que aceitar… A Neyde se redimiu e trouxe com o single “Slumber Party” um clipe super bacana, com um visual perfeito e ainda a participação da cantora Tinashe. É Brit… Espero que continue divulgando esse álbum excelente e nos presentei mais ainda com novos singles e clipes fantásticos.

Os: Quem sabe até um Livezinho né! Beijos <3

Clica aí e confira o videoclipe:

Entorpeça seu rabo e seu cérebro e seu coração…


eu estava saindo de um caso que terminava mal.
francamente, eu deslizava em direção ao fundo do poço
sentindo-me realmente desprezível e acabado
quando tive sorte com essa dama em sua enorme cama
coberta por um dossel enfeitado de joias
mais
vinho, champanhe, cigarros, boletas e
tevê a cores.
ficamos na cama e
bebemos vinho, champanhe, fumamos, detonamos as boletas

às dúzias
enquanto eu (sentindo-me desprezível e acabado)
tentava superar o caso que havia terminado mal.
assistia à tevê tentando embotar meus sentidos,
mas a coisa que realmente ajudou
foi esse drama muito longo
(especialmente escrito para a televisão) sobre
espiões…
espiões americanos e espiões russos, e
todos eram tão esperto e
bacanas…
até mesmo seus filhos não sabiam
suas esposas não sabiam, e
de certo modo
eles mesmos quase não sabiam…
e logo vieram os contraespiões, os agentes duplos:
caras que trabalhavam para os dois lados, e
então um deles passou de agente duplo
a agente triplo
e tudo se tornou agradavelmente confuso…
acho que nem o cara que tinha escrito o roteiro
sabia o que estava acontecendo…
aquilo seguiu por horas!
hidroplanos se chocando contra icebergs,
um padre em Madison, Wisc, matou seu irmão
um bloco de gelo foi despachado num cofre para o Peru
no lugar do maior diamante do mundo, e
loiras entravam e saíam de quartos comendo
nozes e doces recheados com creme,
o agente triplo passou a
agente quádruplo e todo mundo amava
todo mundo
e eu segui vendo aquilo
e as horas passaram e
e tudo finalmente desapareceu como um clipe de papel em
meio a uma cesta de lixo e eu
me aproximei do aparelho e o desliguei e
pela primeira vez em uma semana e meia
dormi bem.


— Charles Bukowski, Entorpeça seu rabo e seu cérebro e seu coração…
em ‘O Amor é um Cão dos Diabos’.

anonymous asked:

ola meu crush nada secreto <3 lia meu nenem, de que tematica de rpg voce sente falta?

❛ — SOCORRO, alô desconhecido que merece uns beijos. fica à vontade para pedir por mais temas que eu tento pensar em algo legal, se você quiser algo específico (( fantasmas ou alienígenas )) ou que eu desenvolva uma das ideias que dei, é só chamar que estamos ao seu dispor! 

  • ia ser muito legal ver um rp baseado na saga de how to train your dragon (( como treinar o seu dragão )) porque dragões são legais??? e ia ser fodidamente legal poder descrever como treinar eles e voar??? e tem vikings e os deuses super daoras como loki e freyja?? sério, ia ser muito bacana!!
  • apoio também qualquer coisa que remeta a alienígenas como doctor who ou os legados de lorien, seria basicamente a terra sendo invadida por uma espécie que tem o objetivo de destruir o planeta, não precisa ser necessariamente a terra. imagina se for gallifrey ou lorien?? ou um planeta criado pelo dono do jogo?? ia ser demais, eles tendo que lutar para sobreviver, tendo o planeta infestado, etc.
  • algo baseado em miles from tomorrow land que é uma série da netflix onde eles viajam em uma nave espacial ajudando os planetas que precisam, podia ser uma tripulação inteira de uns quarenta ou cinquenta passageiros. e as tasks bem coisa tipo “FULANO QUER EXPLODIR O SOL NÚMERO Y” e o pessoal teria que virar a noite tentando consertar o problema???
  • por que não um black mirror da vida?? algo que fosse crítico sobre a tecnologia, até mesmo eles tendo a tecnologia em excessivo (( como em um dos episódios que eles fazem tudo por meio de tecnologia )) ou a falta dela (( o pessoal tendo extinguido a tecnologia para as pessoas de baixa renda e tendo voltado ao “só a elite usa” ))?? é algo bem abrangente e ainda dá para desenvolver legal!!
  • esses dias falaram de um rp da riverdale, não entendi muito bem o motivo do pessoal não ter sido muito receptivo com esse tema, já que a série está mais do que bombando por aí. e ia ser legal demais também um skam da vida!! 
  • sinto falta de um baseado em ACOTAR, cheguei a ver umas tentativas, mas como basicamente tudo que vem: acabou. ia ser legal as cortes, a tentativa de um sujeito se tornar rei ou até mesmo ter se tornado rei, mas manter uma fachada. a mafia feérica, imagina que daora??
  • sinto falta de um baseado em mitologia, só que no sentido abrangente da coisa, não só demônios, vampiros, lobisomens, sereias, mas algo com mitologia nordica, romana, japonesa, chinesa, egípcia, entre outras. convenhamos que seria incrível aprender sobre outras mitologias e ainda se divertir, não precisa ser necessariamente tudo junto, mas variando no que conhecemos e nos desafiando a conhecer mais.
  • e que tal um baseado em zootopia? tá, eles não precisam ser animais o tempo inteiro. imaginem comigo os humanos tendo capacidade de se transformar em animais e sendo julgados pela forma que se transformam, como a judy era por ser um coelho e o nich por ser uma raposa?? e que tal isso ser uma evolução do ser humano, o fato deles se transformarem?? e terem uma cidade enorme chamada zootopia, mais para atrair pessoas ingenuas para o sistema do que tudo; uma new york da vida??

wtfzaffre  asked:

mano, pessoas que cometem plágio merecem um murro

shuashush Po, eu não acho a coisa mais bacana do mundo também… Mas eu realmente espero que não se repita, nem comigo nem com os outros Tumblr afetados.

É como eu disse, é só pedir permissão… Eu duvido muito que alguém não permita, sabe? Saber que as pessoas querem colocar nossos trabalhos em outros lugares, é uma coisa muito boa se se saber. 

Eu Cansei

Cansei, em 2017 finalmente vou tirar da gaveta meu projeto de melhor pessoa, se é assim que a banda toca e assim que eu quero dançar,eu vou mudar, eu ia para pior talvez, eu quero ser tudo o que já fui, eu vou ser alguém que eu sou de verdade… CHEGA, CHEGA, MESMO, eu vou acreditar na honestidade na boa fé do ser humano, eu só não vou acreditar que só porque sou bacana com as pessoas elas vão ser bacanas comigo, a eu vou mandar embora todas aquelas pessoas, eu acredito num mundo melhor, mas eu cansei de ser a boa moça aquela boazinha que sempre que alguém precisa tá lá,mais e a única que se ferra, mesmo se precisar de mim ESQUECI, ESQUECI minha educação, ESQUECI minha gentileza de verdade eu cansei, as pessoas de mal caráter se dão bem mais as pessoas que são boas como eu se lascam, as boas, as que agem com o coração tratam as pessoas como elas queriam ser tratadas as que esperam dos outros são as que se ferram, bom, desculpa sociedade essa não vai ser eu mais,eu CANSEI.

Insight

Nascia um dia bastante normal. O sono tardio, a madrugada suada e o despertador ainda - e jamais qualquer coisa que não esta - irritante. Toda vez que ele toca, ensurdece e nos faz odiar um tanto mais a ideologia à que temos de nos submeter, seja pelas referências, por nunca ter freado o automatismo da existência ou, simplesmente, pela falta coragem, eu me irrito. Eu me pergunto o quão covarde seria se fugisse da luta, corresse da briga ou não quisesse ser porta-bandeira de mim. Me irrita não ser minha soberana e eu perco um bocado de tempo perdendo esse tempo enquanto me convenço a parar de ser ingrata e de resmungar sozinha. A parte bacana dessa coisa toda é que eu comecei a tomar café e não sei por que diabos desenvolvi um entusiasmo repentino pelo cheiro de café. Eu não entendo bolhufas alguma sobre as técnicas que fazem um café ser o que é: bom ou ruim, forte ou fraco, melhor ou pior… Africano, colombiano ou brasileiro demais. Enfim. Descobri, também, que tanto faz. Tanto faz esse conhecimento. Há coisas que não me pertencem mais, uma dessas coisas que se foi numa feliz renúncia foi essa mania de querer saber um pouco de tudo sem sequer saber por que raios querer saber um pouco de tudo. Tudo bem eu não entender o que potencialmente poderia sobre café, tem gente no mundo que entende, tem espaço pra todo mundo nesse mesmo mundo, deixemos, então, que cada um seja bom demais no que é. Bom. Eu pensei em tudo isso enquanto as rezingas tornavam-se uma vontade cantarolante de andar de meia até a cozinha. Lá, foi quando criei toda essa compreensão de que me bastava um simples café e, finalmente, quando aceitara que ele não precisava ser melhor do que era ou do que eu fizera. Eu sempre quis as coisas melhores do que como se apresentavam pra mim. Enquanto esse tudo-todo corriqueiramente se desenrolava na minha mente quase doente, eu pegava a caneca e toda a reflexão matinal progredia. Eu tenho uma coleção de canecas e eu gosto de acreditar que é o meu humor o responsável pela escolha delas. Esquisito mesmo é eu não me lembrar agora da que usei hoje. De fato, um dia mesmo bastante ordinário. Bom. O ritual é, em seguida, viajar com essa eleita caneca até o local em que gosto de acomodar a bunda pra escrever e deixar que o cheiro cafezento energize toda a casa: deve ser a primeira felicidade de um dia. Sabe, nessas horas, em que a gente não tá atrasado pra viver, a gente consegue deixar a felicidade entrar e não fugir sufocada com medo das nossas obsessivas loucuras. Desfrutei do livro, que se inicia em forma de escrita, por algumas horas e já era cheiro de almoço pela casa. E barulhinho de panela de pressão. Maravilha. Divido meu dia pela quantidade de refeições e pouquíssimo pelas horas. Sei que, sentindo-me genuinamente satisfeita com o ofício que ocupava, me surgiu a primeira frustração do dia: eu estava prestes a perder tudo o que fizera. Por que isso é relevante? Porque, depois disso, enquanto percorria as UTIs das mirabolantes tecnologias, pela cidade, eu matutava sobre como a gente se apega ao que produz: ainda não consigo defender se isso é saudável ou não, se é reconhecimento ou vaidade. Mas eu divagava sobre isso enquanto salvavam aquela extensão de mim e respirava fundo pelo feito. Até o momento do veredicto, foi um desalento, uma ânsia quase fatal que me tomou todo o feliz e serelepe cheiro do café e, bruscamente, me fez esquecer da serenidade da manhã (porque ela vem, ela demora o tempo que o relógio exige, mas ela vem). Sei que as coisas tinham se ajeitado e eu dirigia emburrada apesar de aliviada. Voltava pra casa quase pronta pra retomar os sabiás e as rolinhas das oito ou nove da matina, só que já era quase noite e eu até que me sentia gente grande pelos problemas resolvidos. Era vez das cigarras. O vermelho do semáforo piscou lá ao longe e eu reduzia, um tanto cega da fotofobia, enquanto me perdia nas expressões corporais e faciais das vidas que passavam pela calçada, à esquerda. Eu gosto, desde muito cedo, de olhar pras pessoas e pensar sobre o que pensam e sentem elas. De súbito, num susto de pesadelo, parecendo mesmo aquela quase batida certeira ou aquele quase atropelamento ou aquela qualquer coisa que por um triz não nos tirou a vida, mas nos fez vomitar, ele passou. Meu homem. Meu homem passou. Passou por mim, não me viu, mas eu o vi e fiquei besta como quem acabara de descobrir a paixão, o nocaute, o xeque-mate. A gente fica sempre que pode (e que não pode) juntos, feito um, gruda como manda o amor e sente uma saudade doída da cama dividida, e eu sei que a gente, humano, se acostuma demais à beleza da intimidade - tão demais que ela enfeia - e ao que demasiado nos faz parte da convivência, mas eu me apaixonei desesperadamente, como quem decide a caça ou o jantar. Senti ciúmes de mim mesma. Meu coração reagiu, mais perdido que cego em tiroteio, vomitou o meu estômago e a minha cabeça inteira queimava em ácido, meu Deus!, como ele era bem-feito. E tão ele, tão coisa nenhuma que precisasse provar a alguém que era. Ele olhava pra frente, rente. Convicto. Mas nada via. Eu sei que não. A vista tava presa numa linha infinitamente distante do horizonte como se alguém tivesse ali prendido dois palitos de fósforo nos olhos acordados. Marchava teimosamente e, ainda assim, por dentro, no íntimo da carne, numa inércia meio acelerada, ele dormia, ele sonhava, ele chorava. Ele sentia. E se deixava sentir. Acima daquele andar apressado, naquela cabeça abençoada de tanto saber, ele enrugava a testa enquanto criava e resolvia, no coração, suas próprias obsessões. E eu não sei dizer de quanto tempo gozou essa lenta cena e sua cor avermelhada, mas sei que foi a manhã da noite, o café do dia seguinte, a vida desapressada por mais um instante e o lado bom do amor. Tudo, tudo mesmo, o que eu desejava atrás daquele agoniado volante é que não fosse minha hora de morrer até que chegasse em casa, precisava contar a ele que me encontrava, mais uma vez, pelo mesmo homem, apaixonada. Eu precisava agradecer a ele pela liberdade de me amar. Foi como se tivesse despertado, novata, de um coma e redescoberto a sorte que tinha…

 …não tarde demais.


S.

22/03/2017