atordoada

eu fujo quando
as coisas estão difíceis
a insegurança tenta me abraçar
sinto medo
e, principalmente, quando dói.

eu vivo fugindo das coisas porque é mais fácil. porque lidar com a pressão me deixa atordoada, desesperada, em pânico. eu fujo porque não me sinto capaz de assumir as responsabilidades que a vida me submete.

Eu não desisto de você porque você foi algo bom para mim, e me fez ser uma pessoa melhor, na verdade, foi você quem me ajudou a caminhar de cabeça erguida, foi você quem me ensinou a ter auto-confiança e autoestima, digamos que não é gratidão que tenho por você e sim um amor sem explicação, não me vejo longe de você, e sei que você também não se vê longe de mim, você está apenas atordoada, apenas com os pensamentos confusos, mas amor, estou aqui por você e não deixarei você partir, serei seu porto seguro, seu abraço , serei aquele que você poderá contar em todos os momentos. Na verdade não desisto de você, porque você nunca desistiu de mim, e eu nunca desistirei de nós.
—   Florejus and Aniquilou em o melhor de mim
Só quem tá dentro entende a importância...

Eu acordo todos os dias sorrindo, mesmo quando não me lembro o sonho. Isso é porque eu acordo sabendo que tenho você, confesso que já fiquei atordoada duvidando que talvez tudo que já vivemos tenha sido coisa da minha cabeça, é perfeito demais, pareço não merecer. Mas é tudo tão maravilhoso de sentir, que sou obrigada a cair na real, você é uma parte de mim, mas é aquela parte que move tudo que há por dentro.
Me derreto toda quando eu tô irritada descontando tudo em você, e tu me vem todo carinhoso tentando me acalmar, me prendendo em teus braços, me fazendo sentir o amor que há em você. Não dá pra resistir a sua carinha de cachorro sem dono quando faz alguma coisa de errado, admiro você sempre tentar consertar e deixa visível o medo que tem de me perder. E quando você vem todo amoroso pra mim, com seus braços abertos e diz que está carente, tenho vontade te apertar em meus braços até quebrar seus ossinhos e você não conseguir mais andar pra longe de mim.
Confesso que o futuro me assusta, por mais que eu planeje ao seu lado, morro de medo dele me surpreender de uma maneira dolorosa, tirando você de mim.
Em tão pouco tempo você foi capaz de se tornar tudo que eu tenho. Meu lar garantido, meu conforto.
E mesmo com alguns detalhes dificultosos, enfrentamos tudo juntos, porque é assim que se ama né?, segurando na mão, sendo sustento.
E só nós dois, que estamos dentro desse amor que entendemos o quanto cada momento signfica muito para nós, tudo é parte da história que compartilhamos a caneta e escrevemos juntos, a nossa história.
Eu te amo ❤️

Eu menti. Eu não superei, eu não segui em frente. Você ainda significa tanto para mim. Na verdade eu menti para mim mesma e acreditei nessa mentira. Pensei ter te esquecido, passado uma borracha nos nossos momentos e conversas, mas quando falo contigo tudo isso volta. Volta com tanta força que me deixa atordoada. Então volta. Fica do meu lado, fica aqui comigo.
—  Esmorecidas
Eu queria te dizer que já sofri, já chorei, já cai, já tropecei. Já quis muito me machucar, me ferir, ferir o meu coração. Já quis desistir do amor, da família, dos amigos, de tudo. Eu já pensei em caminhar sozinha até o rio, olhar lá embaixo, sentir a brisa tocar meu rosto, e apenas pular. E nos meus sonhos eu pulei. Desculpa, eu pulei. Mas eu não pularia se você estivesse ali. Sussurrando do meu lado “só fica mais uns minutos”. Eu pensaria duas vezes, ou três, até cem vezes. Você conseguiu ferrar comigo, sim, você conseguiu, você conseguiu arruinar tudo aquilo que eu idealizei sobre um amor perfeito, na minha mente, e no meu coração você era o cara perfeito, mas você não passava de um moleque, e se eu pudesse certamente te atropelava ao te ver na primeira esquina, mas depois gritaria para todos na rua ouvir o quanto eu te amava, e o quanto eu ainda te amo. Quando olho nossas fotos antigas vem aquela maldita, isso mesmo “maldita” lembrança dos nossos bons momentos juntos, queria esquecer, mas sempre vem aquela lembrança. Algo aqui dentro ainda pede para voltar pra seus braços, meu coração diz sim, minha mente diz não. Meus olhos estão atordoadas de tanto chorar quando eu escuto seu nome em algum lugar.
—  Planteador em companhia de Aprimorais & Encorajar
Mentes Atordoadas.

Aquele vinho barato de sempre disse ao garçom, vou repetir a mesma bebedeira excessiva, vomitar meus erros vulgares, as palavras que não foram digeridas. Já se foram um, dois, três, dez maços de cigarros o horário afirma são as 2 horas da manhã, tenho que pegar o trem para o trabalho as 5 há sempre um cinzeiro entupido com destroços da alma humana observo a minha volta, só existem dois lábios desgastados nesse salão, dois pares de olhos enverrugados… O meu e do comparsa embriagado ali, provavelmente dois corações detonados e milhões de bares lotados agora. Porque por mais que tentamos afogar nossas pensamentos no álcool destilado ele não sofre efeito algum. É só uma desculpa para cair na bebedeira, nunca esqueci o formato dos teus lábios, teus olhos durante a noite me procurando quando estava fora da cama, dos teus braços em volta do meu corpo em uma noite fria nunca irei me deslembrar. Droga! Não acredito que isso ocorreu, que me conquistou, que eu doei meus sentimentos  e você partiu, assim, de uma hora para outra, mas quem aguentaria alguém chata, fria e irônica? Do que adianta a vista mais bonita da cidade, se não tenho você ao meu lado todas as noites? Do que adianta ter todo o dinheiro do mundo? Se nenhuma fortuna irá reformar um coração acabado, o álcool não faz efeito, o que fazia efeito em mim era você.

Soabrir em companhia de Vireipassaro. 

Estava bom demais pra ser verdade. Estava tudo indo tão bem, sabe? Tudo mesmo… Mas, do nada, tudo voltou a ser o que era antes. Aquela tristeza inexplicavelmente avassaladora dentro de mim; aquele vazio que me corrói; a vontade incontrolável de chorar em todos os momentos… É, aqui estou eu novamente. Sendo atordoada por pensamentos que eu não sei de onde vem ou o por quê de estarem aqui. Embora eu seja rodeada de pessoas, me sinto só. Estranho, né? Mas, é isso mesmo que acontece. Não importa onde esteja, sempre estou com várias pessoas por perto. Só que mesmo com tanta gente ao meu redor, eu me sinto extremamente sozinha. Quando quero chorar, não consigo encontrar alguém realmente  disposto a me ouvir, me aconselhar… Ok, não precisa dar conselho e blá blá blá. Mas, só um colo pra eu deitar, e chorar o quanto eu quiser. E alguém pra dizer que vai ficar tudo bem - mesmo que isso não vá acontecer.
—  Sigilografou
O meu maior problema é que eu acredito em você. Eu acredito quando você me diz que não bebeu tanto assim e enfia os dedos entre os meus cabelos tentando fundir a minha boca com a sua. Eu acredito nas suas mãos nas minhas, na sua risada e nas suas mentiras. Acredito nas suas meias palavras e quando as luzes se apagam. Quando tudo que eu escuto são as minhas unhas rasgando as suas costas e sua boca dizendo que quer me fazer sua. Eu acredito no silêncio. Nos sons que não quero deixar escapar enquanto os seus lábios passeiam pelo meu corpo, agarram os meus seios deixando marcas para eu nunca negar que você esteve ali.  Eu acredito que ainda tenho controle sobre qualquer coisa e que não estou sendo escrava desses desejos que eu nem sabia que tinha enquanto estou presa adrenalina que percorre as minhas veias, e a  minha pele atordoada pelo teu cheiro e pela sua boca. Eu sou escrava de todas as sensações escrotas e absurdas que você desperta nesse meu corpo que me trai a cada vez que as digitais dos seus lábios são imprensas nas lugares mais intensos de mim.  Eu sou escrava desse meu ego estupido que acredita que é mais esperto do que o seu dialogo chinfrim. Que acredita que quando você me toca, o tudo é o nada, e que o nada são apenas dois corpos em busca de uma satisfação puramente egoísta. O problema é que o nada é o tudo. O nada é a ressaca moral que eu tenho às 11 da manhã. É o nosso silêncio. O nada é quando tudo o que  sobra são as marcas quentes do seu corpo no meu lençol e a minha vontade de te ter mais uma vez ali.
—  We’re the silence, Danielle Quartezani
Levantei-me daquele chão úmido, de lagrimas derramadas, após sua partida. Troquei o disco da vitrola antiga no canto daquele cômodo estreito. Eu não podia mais ouvir aquela música. Você cantava ela pra mim todas as noites. Tirei a camiseta velha, já fazia semanas que eu a usava, ela tinha seu cheiro, deixado por você quando me abraçou naquele fim de tarde que tudo ainda fazia sentido. Coloquei os cabelos pra cima, em um rabo de cavalo bagunçado, tirei uns três dedos do comprimento, porquê até o tamanho do meu cabelo me lembrava você. E sair, por uma nova rota. Mais deserta. Mais sombria. Não suportava contato. Palavras gentis me embrulhavam o estomago. Caminhei pelo que me parecia longas horas. O tempo fechou. Um temporal vinha aí. Ou não? Esse sol? Que estranho! Achei que era mais tarde! Está tão escuro aqui! Tão úmido! Minha nova camisa está molhada! Olhei pra trás e percebi que não tinha andado mais que cinco passos! Também pudera está assim toda atordoada. Nem me lembro quanto tempo faz que eu me senti assim tão só. Tão perdida. Seus passos era meu guia. Eu te seguia com destreza. Com você eu era uma versão completa de mim. Mas, você se foi. E levou consigo meu equilíbrio. Meus sentidos. Meus sorrisos. Parei por um instante, ou dois. Nem isso eu sei dizer mais. Encarei aquela imensidão azul, brilhante, ofuscando a minha visão. Droga! Era como olhar diretamente nos seus olhos! Daquele céu não viria temporal por tão cedo… Assim como você, que talvez não viesse nunca. Recuei meus passos, e retornei para o único lugar que eu sabia voltar depois de você. Peguei a velha camiseta, liguei a vitrola e o temporal caiu.
—  Detalhares .
Depois de tanto massacrar meus pensamentos, ainda atordoada, lembro-me de sair do meu quarto - o lugar mais seguro do universo - e ir lá fora. O céu estava nublado, não havia nenhum feixe de luz. Nada. Senti algo encostar na ponta do meu nariz e em seguida cair. Isso se repetiu de novo e de novo. Estava começando a chover. Eu pensei por um momento assistindo as gotas atingirem o chão violentamente no quanto eu odiava carregar o fardo de pessoa que sempre se importava. Deitei-me na grama e fechei os olhos. Tive a impressão de ouvir meu coração bater cada vez mais devagar, senti medo por um momento que ele simplesmente parece de bater por estar cansado. Então meus olhos se abriram e eu ainda estava sozinha. Ninguém entenderia se eu tentasse explicar o que estava sentindo. Mas sabiam. Não queria contar ao mundo que estava enfrentando um dia péssimo, porque eu não era a única pessoa a sentir vontade de desaparecer, e uma gratidão imensa por não desaparecer.
—  Os porquês de Amélia Roswell.

i’m in love with the shape of you

  • Olá pessoas!! Tudo bom? One shot/imagine novinho em folha, espero que gostem. Eu sumi de novo, mas tenho sim alguns imagines em comecinhos. É que eu demoro demais num imagine só e no processo de um começo outro e vira tudo uma bagunça. Desculpem os erros, por mais que tente sempre tem coisa errada.
  • A maioria desse imagine eu escrevi ouvindo Shape of You - Edinho Sheeran
  • Enjoy it!

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Imagine - Zayn Malik

MINHA NOSSA SENHORA! Finalmente o tumblr largou do meu pé… bom, ai está. Eu vou estender o máximo possível nossos imagines diários. Espero que gostem! Beijos
Pedido: “oi, gostaria de um imagine com o zayn que ele trata ela mal e ela é sempre carinhosa com ele, até que um dia ela se cansa e vai embora, final feliz”


- Zayn, querido, chegou cedo hoje! – Saio da cozinha limpando a mão no avental. – Vem, o jantar acabou de ficar pronto.
- Nem chega perto, (S/N). – Zayn me empurra pelo ombro quando me aproximo para beija-lo.
- Mas o que aconteceu? – Perguntei ao vê-lo ir para o seu escritório na nossa casa.
O ouvi resmungar algo e a porta do escritório bater. O mau humor de Zayn, principalmente, comigo, se tornou algo constante. Um tom mais agressivo, movimentos e gestos brutos contra mim, a voz elevada e acusações intermináveis.
Eu já não sabia se isso era culpa de bebida, de drogas ou uma amante; e eu não sei o que me causava mais preocupação. Mas, dia após dia, eu me sentia cada vez mais esgotada.
Esgotada por aguentar seu mau humor e suas grosserias; esgotada por tentar manter um relacionamento; esgotada por fingir que está tudo bem; esgotada por amar por dois.
Voltei para cozinha e guardei a lasanha na geladeira, deixando apenas um pedaço para eu comer depois de limpar a cozinha.
A garrafa de vinho já estava pela metade e a lasanha fria quando Zayn saiu do escritório, já se passavam das 23 horas.
- Zayn! Você quer algo para comer? Posso esquentar a lasanha para você.
- Me deixa em paz, caralho! – Ele abriu a geladeira com atesta franzida.
- O que eu fiz a você, Zayn? – Minha voz sai embargada, mas eu engulo a vontade de chorar.
- Eu só quero ficar em paz! Mas você faz questão de ficar me enchendo a porra da paciência. O que custa me deixar sozinho? Que merda!
A porta da geladeira é batida com força e Zayn sai bufando da cozinha. Me sento na primeira cadeira em volta da mesa e ponho a cabeça entre as mãos me permitindo chorar.
Ele queria ficar sozinho, certo? Então ele ficaria.
Sequei as lágrimas, fui para o quarto que dividia com Zayn e peguei a menor das malas em nosso closet. Peguei as roupas leves que me permitiam ser usadas pelo verão no país, peguei minha bolsa na sala, e as chaves do meu carro na mesinha próxima a porta de entrada e fui embora.
Sabia que não podia ir para casa dos meus pais, pois se ele me procurasse, seria o primeiro lugar que iria.
Dirigi por meia hora e encontrei uma pousada pequena e estacionei o carro de maneira mais discreta e escondido possível.
O lugar era realmente pequeno e uma senhora tricotava na recepção.
- Boa noite, há quarto vago? – Pergunto em tom baixo para não a assustar.
- Você está sozinha, querida? – Ela pergunta sem ao menos me olhar.
- Sim. Pode ser um quarto com cama de solteiro. – Digo quase implorando para ter onde dormir.
- Há um quarto, segundo andar terceiro quarto à direita. –Ela me estendeu a chave com o número 6 desenhado com tinta verde. – O valor é baixo e com o café da manhã incluso. Acertamos amanhã.
- Está bem. Obrigada! – Com a pequena mala nas mãos, subias escadas ouvindo os degraus rangerem aos meus pés.
O quarto era florido, das paredes até a colcha e as almofadas da cama. Com meu celular desligado, pela falta de bateria, fui direto dormir.
Pela manhã, troquei de roupa e coloquei meu celular para carregar o ligando em seguida. Mensagens e mais mensagens de Zayn apareceram na tela do aparelho.
Não leria nada agora; desci para a pequena cozinha e tomei o melhor café preto da minha vida. A mesma senhora de ontem passava em algumas das mesas separadas na cozinha e conversava com as pessoas lá hospedadas.
- Não nos falamos ontem, querida! – Ela sentou-se na cadeira posta em minha frente. – Você chegou tão chateadinha. – Ela segura minha mão sobre a mesa.
- Sai atordoada de casa. – Sorri fraco.
- Quer conversar? – Sua voz doce suaviza o embrulho no estômago que me vinha só de pensar nas palavras rudes de Zayn. Palavras que eram usadas contra mim diariamente.
- Não, obrigada! Eu só precisava sair de casa naquele momento. Esse foi o melhor lugar que encontrei.
- Se isso foi um elogio, obrigada! – Ela riu. – Vou ver como estão os preparativos para o almoço, vai ficar conosco.
- Vou voltar para casa… ver quais foram os danos da discussão. – Dou de ombros. – Vou terminar de arrumar minhas coisas. Encontro a senhora na recepção?
- Sim. Até mais! – Ela sai da mesa ainda rindo e entra em um porta branca.
No quarto, recolho as poucas roupas que tirei da mala e desço para a recepção. O valor da estadia realmente foi baixo; meu carro ainda estava estacionado no mesmo lugar afastado e, com muita dúvida, dirigi até em casa.
Eu estava a uma quadra de chegar no caos quando minha mãe me ligou.
- Mãe? – Atendi receosa.
- Graças! Onde você se meteu, (S/N)? Zayn já ligou mais de quinze vezes aqui para casa. – Ela disse afobada. – Achei que havia acontecido algo com você….
- E aconteceu, me esgotei dos maus tratos de Zayn e fui passar a noite em um hotel. – Desabafo. – Estou voltando para casa, mas não sei se para ficar.
- Querida, pense bem antes de tomar qualquer decisão. Brigar é normal.
- Não por três meses seguidos.
- E você perguntou se havia acontecido alguma coisa?
- Várias vezes…
- Olha, conversa com ele. Sem gritar ao agressão; se você achar que não vale mais a pena ficar, você pode ficar aqui. Me ligue qualquer coisa.
Depois de desligar o telefone, volto a andar com a carro antes estacionado de qualquer maneira na frente da casa de algum vizinho.
Quando chego em casa, Zayn está dormindo todo torno no sofá; está babando em cima de uma das minhas almofada favoritas.
- Zayn! – O cutuco fazendo com que ele acorde.
- (S/N), onde você estava? – Ele senta no sofá, mas levanta em seguida e caminha até estar na minha frente. – Eu sai do escritório e não te achei mais. Perdi as contas de quantas vezes liguei para o seu celular; liguei para sua mãe uma porção de vezes. O que aconteceu?
- Você, realmente, quer saber o que aconteceu? – Não esperei por sua resposta e continuei falando. – Você vem me tratando mal a dias, grita comigo, isso quando ainda me dirige a palavra. Se você quer tanto ficar sozinho por que não pede o divórcio?
- Por que eu te amo! – Ele fala baixo. – Eu ando tão esgotado com o trabalho que desconto toda minha frustração em você! A mais de cinco meses, alguns sócios tentam me tirar da presidência e eu tenho tentando mover montanhas para que isso não aconteça. Me desculpar! Me de mais uma chance, por favor!
- Só mais uma, Zayn! E, por favor, não maltrate meu coração. – Zayn encosta seu nariz no meu e em seguida me beija de maneira lenta.
- Nunca mais .

Best Friends? - Zayn Malik

Pedido: Quero um com o Zayn em que eles são bff mas ela gosta dele e ele namora, ai ele termina com a namorada quando fica sabendo que a sn gosta dele. Os dois ficam juntos, bem chiche.

Obs: Fiz de tudo para ficar o mais chiche possível hahaha espero que gostem!


(Narrado na terceira pessoa)

Na mesa rodeada por amigos e familiares, Zayn apresentava animadamente sua nova namorada.

Gigi Hadid.

Alta, loura, olhos claros e modelo. Era linda, sem dúvidas.

O moreno de brilhantes olhos castanhos tinha o braço em volta da cintura da loura que distribuía risos e sorrisos para todos da mesa.

Ela queria agradar todas as pessoas que eram importantes para Zayn, isso é um fato inegável.

Porém, alguém que ela provavelmente nunca conseguiria agradar era s/n, a melhor amiga de Zayn. Eles eram amigos desde a infância, cresceram e foram criados juntos, eram praticamente irmãos.

Bom… s/n não se importaria de ser rotulada como “irmã de Zayn Malik” se não nutrisse uma paixão pelo mesmo desde a adolescência.

Ela sabia que estava sendo egoísta por não ter exibido ao menos um sorriso na direção de Gigi, mas isso era algo que ela não podia evitar.

Passou todo o jantar calada, apenas dando pequenas garfadas em sua comida e forçando pequenos sorrisos quando alguém a encarava.

Zayn, do outro lado da mesa, estranhava o comportamento de s/n. Ela costumava ser a mais agitada e falante, e ver a amiga quieta durante todo o jantar foi algo inédito.

O moreno tentava a todo custo se manter entretido na conversa da namorada, porém, a preocupação com sua amiga falava mais alto, e tudo o que ele conseguia fazer era concordar com tudo que Gigi falava.

Assim que o jantar acabou, a conversa ainda fluía entre as pessoas da mesa; menos por s/n, é claro, já que a mesma continuava calada, encarando sua taça de vinho como se fosse a coisa mais importante do mundo.

Pedindo licença para sua namorada e para os outros dos quais mantinha conversa, Zayn se levantou, disposto a descobrir o que estava acontecendo com s/n.

O homem se abaixou até ficar na mesma altura que a amiga, que nem havia reparado em sua aproximação até escutar a voz do moreno em seu ouvido.

- Podemos conversar lá fora? - Zayn perguntou.

A mulher se arrepiou da cabeça aos pés ao escutar o sussurro do homem em seu ouvido. Era constrangedor e humilhante o efeito que ele tinha sobre ela. Ela quase podia sentir o seu estômago revirando como se milhares de borboletas estivessem ali.

Aquilo era tão clichê.

Apenas concordando com a cabeça, a garota o acompanhou até o lado de fora do restaurante.

Gigi e Trisha observavam aquilo desconfiadas. A namorada do moreno sabia da forte amizade que o mesmo cultivava com s/n, mas isso não lhe fazia ficar menos enciumada do quão próximos os dois pareciam.

Já Trisha, mãe de Zayn, não podia deixar de se sentir feliz pela aproximação dos dois. Não que ela não gostasse de Gigi, até porque a loura parecia fazer seu filho feliz, mas à vontade de quê seu filho namorasse com s/n sempre foi grande, desde a adolescência dos dois. Na verdade, todos que os conheciam, sempre botavam fé de que ambos ficariam juntos.

Do lado de fora do restaurante, o vento relativamente forte e ameno fazia os cabelos da garota voarem. As mãos dela soavam apenas pelo fato de estar sozinha na presença de Zayn, e ela achava aquilo tudo tão patético.

- Você está bem? - Zayn perguntou mesmo já sabendo a resposta. - Você está calada, isso não é normal. - Disse brincando enquanto tentava aliviar o clima.

- Eu estou bem, Zayn. - Respondeu-lhe enquanto mordia o canto de sua bochecha, ato que fazia apenas quando estava nervosa. - A Gigi é muito bonita.

- É sim. - Concordou um pouco confuso com a súbita mudança de assunto. - Isso tem algo a ver com seu comportamento estranho hoje?

- Eu estou normal, Zayn.

- É claro que está, s/n. - Ri irônico. - Eu te conheço o suficiente para saber quando algo te incomoda.

- Será que conhece mesmo? - Perguntou cínica. - Nós não somos os mesmo de anos atrás, Zayn.

- Mas somos melhores amigos desde sempre. - O moreno disse começando a se irritar com as atitudes infantis da mulher. - Sempre apoiamos um ao outro independente de qualquer coisa. Você me apoiou quando entrei para o X Factor, me apoiou quando a mídia caiu em cima de mim, me apoiou quando eu saí da banda, me apoiou quando comecei minha carreira solo… você sempre esteve lá por mim, s/n, assim como eu sempre estive aqui por você. Mas agora eu não entendo o que está acontecendo com você. Desde que a Gigi chegou você ficou calada, mal a cumprimentou, e apenas deu falsos sorrisos enquanto ela tentava puxar assunto com você! Eu não sei o que…

- EU SOU APAIXONADA POR VOCÊ, PORRA! - A mulher gritou atraindo alguns olhares de pessoas que passavam por ali e fazendo com que os olhos de Zayn se arregalassem. - Sou apaixonada por você desde o ensino médio, quando você beijou a Jade no baile de primavera e eu senti o meu coração se partir, logo me dando conta de quê não era apenas amor fraterno que eu sentia por você. Sou apaixonada por você desde quê você bateu no Brad por ter dado em cima de mim, quando na verdade só estávamos tentando fazer ciúmes em você. Sou apaixonada por você desde quando você conquistou todas as garotas do mundo com sua voz, e eu tive que aguentar tudo calada enquanto na verdade, estava morrendo de ciúmes. Eu te amo desde quando descobri o que é amor, Zayn.

A mulher já deixava as lágrimas correrem livremente pelo seu rosto. Ela sabia que não daria mais para voltar atrás. Ela já havia se declarado para seu melhor amigo.

A respiração de Zayn estava totalmente desregulada. Ele estava em uma daquelas situações em quê você fica totalmente perdido e sem saber o que fazer.

Ele havia mesmo acabado de escutar uma declaração de sua melhor amiga?

Bem, parece que sim.

Cansada de esperar por uma resposta do moreno, s/n apenas sorriu fracamente e acenou com a cabeça, como se tivesse compreendido alguma coisa.

- Não precisa responder, Zayn. Eu já entendi.

E agora, sem esperar por uma resposta, a garota virou as costas, entrando no primeiro táxi que passou por ali.

3 meses depois.

S/n arrumava suas malas calmamente, tentando aproveitar ao máximo os últimos minutos que passaria ali, em sua casa em Londres.

Em poucas horas ela estaria embarcando para Nova Jersey, para um proposta de emprego irrecusável.

Ela sabia que teria que deixar tudo para trás e se desapegar totalmente de sua vida em Londres, e tinha que admitir que isso lhe assustava um pouco.

Estava deixando para trás familiares, amigos, e o grande amor de sua vida que no momento deve estar ocupado demais com sua namorada para ficar ciente de sua viagem por tempo indeterminado.

Dias após o ocorrido no restaurante, Zayn tentou diversas vezes se comunicar com s/n. Lhe ligava sempre que possível, mandava mensagens no celular e na caixa postal da mulher que nem ao menos eram abertas. Ela não queria conversar com ele; o silêncio de Zayn após sua declaração já havia valido muito mais que qualquer outra palavra de rejeição.

Após um longo banho e um pouco de enrolação para se despedir de sua casa, s/n agora estava em um táxi a caminho do aeroporto.

O tempo estava frio e nublado; estava um dia triste, de fato.

Triste não só para s/n, que estava na incerteza de deixar tudo para trás, mas também para Zayn, que corria desesperadamente pelas ruas de Londres em seu carro, pensando em algum plano para reconquistar sua garota.

Há poucos minutos Zayn havia recebido de sua mãe a notícia de que s/n estaria deixando o país. Ficou completamente transtornado, tentou se comunicar com a garota milhares de vezes, mas sem sucesso. Tentou até mesmo ir em sua casa, mas o porteiro de seu prédio disse que a mulher já havia deixado o local.

Ao chegar no estacionamento do aeroporto, Zayn saiu rapidamente de seu carro, quase deixando-o aberto devido ao desespero de entrar no local.

O lugar estava lotado, mas Zayn poderia reconhecer a milhares de quilômetros os cabelos longos e brilhosos de sua garota.

- Espera, s/n. - O moreno gritou na esperança que a garota escutasse mas ela estava longe demais para isso. - Desculpa, desculpa. - Ele pedia para cada pessoa que trombava até chegar na mulher.

S/n já se preparava para entregar sua passagem quando escutou alguém gritando seu nome. Se virou rapidamente, não escondendo sua expressão surpresa ao ver Zayn correndo ao seu encontro.

Algumas pessoas da fila reclamavam da demora da garota, outras olhavam curiosas para a cena, e algumas até filmavam a cena por reconhecerem Zayn.

- Não vá embora. - O garoto pediu ofegante. - Por favor.

- Zayn? O que você está fazendo aqui?

- Vão demorar aí? - Escutaram o grito de reclamação de um homem no final da fila.

- Deixem os jovens se acertarem, garoto. - Uma velhinha no retrucou e Zayn sorriu para a mesma em sinal de agradecimento.

- Desde aquele dia do restaurante eu não paro de pensar em você… em nós. - Disse envergonhado. - Sei que fui um otário por não ter me declarado para você naquele dia, mas foi tudo tão de repente que fiquei sem palavras. Depois daquilo, eu tive até mesmo que terminar com Gigi porque não parava de pensar em tudo o que você havia me dito; Eu não tinha me dado conta dos meus sentimentos até ter a notícia de que talvez pudesse ficar sem você. Eu também te amo s/n, muito. Espero que possa me perdoar por ter demorado tanto para perceber isso.

S/n observava tudo aqui atordoada. Ela esperava o momento que acordaria com o despertador tocando às 07:00 AM para que ela pudesse perceber que tudo aquilo não passava de um sonho.

Zayn e os restos das pessoas observavam-a com expectativa; até mesmo o cara que havia reclamado da demora, agora estava ansioso pela resposta da garota.

Mas, antes mesmo que pudesse cobrar uma resposta, Zayn sentiu um peso contra ele e logo depois lábios macios contra os seus.

Se tudo aquilo fosse um sonho, pelo menos havia acontecido o que a garota sempre sonhou…

Finalmente havia conseguido beijar Zayn Malik.


XxXGaby

Pedido anonimo, dois em um: ‘’ Faz um 1s do zayn, pode ser contando um momento meio cotidiano, a menina chegando em casa estressada da faculdade e ele fazendo ela relaxar, algo assim ‘’  

‘‘ Oii, faz um do Zayn em que eles brigam (em algum lugar de sua preferência) e ela acaba se machucando feio, e então ele fica cuidando dela! Muito obrigada. ‘‘

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Sabe aqueles dias que tudo começa dando errado e só vai piorando com o passar das horas? Estou em um deles. Conciliar faculdade, trabalho e ainda ter de dar atenção para o namorado não é nada fácil. Mas graças a Deus a ultima aula foi cancelada e eu estou indo pra casa mais cedo.

- Querida? Chegou cedo. - Zayn apareceu na sala e me viu deitada (praticamente morta) em cima do sofá.

- Zayn? O que faz aqui?  - Bom, Zayn e eu apesar de estarmos juntos á muito tempo decidimos não morar juntos, pelo menos até eu me formar. Fica mais fácil ter um lugar e espaço para poder focar em todos meus afazeres e realmente não sei se estou preparada para dividir esse espaço/lugar com alguém agora.

- Eu vim te ver, faz um tempo que não nos vemos. Você só fica aqui estudando ou quando não está na faculdade, está trabalhando. E eu? - Ele faz bico, embora ele não esteja realmente falando sério, eu fico chateada por ele não entender.

- Está tudo um sufoco, semanas de provas e final de semestre é sempre puxado. - Suspiro - Infelizmente não posso te dar atenção agora, estou morta e ainda tenho que fazer tanta coisa. Colocar as roupas para lavar, tenho um trabalho para entregar essa semana e ainda tenho que rever uns relatórios para empresa. Você sabe, eles jogam tudo para os estagiários. - Passo a mão pelos cabelos desejando sumir, nem que seja por uma hora.

- Relaxa, eu levo as roupas na lavanderia, faço o jantar enquanto você termina o seu trabalho e quanto ao emprego, já disse que você não precisa disso. Eu posso muito bem…

- Não começa com isso de novo, já falamos sobre isso. Eu preciso da experiência que essa emprego está dando. É ótimo para meu currículo. - Me levanto indo em direção a cozinha, ele vem atrás.

- Eu sei, mas se você me deixasse te ajudar as coisas iam ficar bem mais fáceis. - Ele se apoia no balcão me observando fazer um sanduíche. 

- Ah claro - Rio - Zayn, você não entende nada do que eu estou passando. Não é fácil como pensa, fácil é você falar isso. Logo você que só de abrir a boca ta ganhando dinheiro… - Falo sem pensar e vejo Zayn ficar mais sério agora. - Desculpa, amor. Eu não…

- Vá terminar seu trabalho, eu vou fazer o jantar. - Disse friamente dando as costas pra mim, eu suspiro e faço o que ele pede. Brigar agora só atrasaria as coisas.

***

- S/N? Está tudo bem? - Zayn adentra o quarto e me vê debruçada na escrivaninha e aos prantos. - Querida? Você está chorando? O que aconteceu?

- Eu não consigo! - Falo entre soluços - Que saco! Eu não consigo pensar em nada, já faz uma hora que estou tentando escrever mas não tenho ideia de como começar…- Zayn seca minha lagrimas realmente preocupado. 

- Claro que consegue, não fala isso. - Ele arrisca um sorriso e reviro os olhos, como ele consegue ficar calmo naquele momento.

- NÃO! ZAYN, VOCÊ NÃO FAZ IDEIA, VOCÊ NÃO ENTENDE! - Exclamo e ele se surpreende me soltando. - Que merda! Sai daqui, você deveria ir embora! - Me levanto totalmente cega pelo estresse, só um banho quente me salvaria agora. E é isso que faço, entro no banheiro deixando-o sozinho no quarto.

Assim que saio do banheiro, vejo o quarto vazio. Suspiro alto, a essa altura já estava arrependida. Visto meu roupão depressa e vou procura-lo.

- Amor? Desculpa eu não quis falar aquilo…- Disse descendo as escadas, já na metade delas eu deparo com sala rodeada de velas, as luzes apagadas e algumas pétalas de rosas pelo chão. Mal estava acreditando que ele havia feito aquilo e eu o tratei daquela forma…- Zayn? - Passei pela sala vazia e fui para cozinha, ele tinha que está lá. Mas a melhor parte está por vir, Zayn tinha preparado o jantar e arrumado tudo na mesa de jantar e em cima dela tinha uma caixinha de veludo preto, aberta. O anel brilhava de longe, agora sim eu estava me sentindo um lixo.- Ah não Zayn…

***

- Malik, é a decima vez que deixo recado na caixa postal. Será que pode atender a merda desse celular?…- Suspirei - Desculpe, isso foi grosseiro. Só me ligue de volta, por favor…- Desligo.

***

O dia amanheceu e eu mal consegui dormir sem noticias de Zayn, eu levanto e vou me arrastando até o banheiro. Faço as higienes necessárias rapidamente, desço na esperança de vê-lo jogado no meu sofá. Mas não estava. Vou até a cozinha, tinha que arrumar o jantar romântico que arruinei. Pego a caixinha de veludo que estava intacta desde ontem, guardo em dos bolsos do roupão.

Termino de organizar tudo e começo preparar um sanduíche, aquilo me sustentaria pelo resto do dia, então eu colocava tudo que tinha direito. Já no Grand Finale, pego os tomates e corto em rodelas. Enquanto fazia aquele trabalho, lembranças de ontem a noite me atormentam e uma angustia toma conta de mim, me fazendo desconcentrar totalmente do que estava fazendo, começo a sentir raiva de mim mesma e eventualmente desconto nos tomates, cortando-os de forma bruta e rápida e sem querer acabo errando o corte e passo a faca extremamente afiada na palma de minha mão. Como eu conseguir fazer aquilo? Agora a bancada de minha cozinha estava repleta de sangue, muito sangue e não parava de sair sangue. Aquilo me assustava, corri para pegar um pano para prender o corte, mas não encontrava em lugar nenhum, tomei coragem para olhar minha mão e vi que o corte era pequeno porém bem profundo, foi isso que me desesperou.

- Mas o que…- Zayn adentrou a cozinha alguns longos minutos depois, ele olhou para os pingos de sangue no chão e foi seguindo o rastro com os olhos até chegar em mim, sentada no chão, chorando e sem saber o que fazer. - O que aconteceu? - Ele correu até a mim e se agachou olhando para minha mão. Eu não conseguia responder. - Droga! - Ele arrancou o seu casaco e amarrou as mangas em minha mão prendendo o sangue, então me dei conta que ele estava lá.

- Zayn? - Sussurrei 

- Vou pegar a maleta de primeiros-socorros. - Ele saiu correndo me deixando atordoada no chão.

***

Estava sentada na pia do banheiro e Zayn em minha frente, entre minhas pernas. Ele fazia um curativo em mim, não dizia nada a um bom tempo. Deduzi que ainda estava chateado, mas olhando ele ali tão próximo de mim, me dava vontade de abraçar, beija-lo e…

- Ai! - Gritei recolhendo minha mão quando ele jogou um liquido que por sinal ardia muito. - O que é isso?

- Isso evita qualquer tipo de infecção. - Ele respondeu friamente pegando minha mão e retomando ao curativo.

- Podemos conversar? - Ele não respondeu. Eu suspirei e puxei minha mão tirando sua concentração dela.

- Me deixe acabar logo com isso.

- Zayn…- Ele suspirou

- Tudo bem, vamos conversar então. - Cruzou os braços. 

- Me desculpe por ontem, eu não devia ter falado aquilo. Eu amo você e fui uma idiota quando você só queria me ajudar, o que posso fazer pra ter seu perdão? - Perguntei esperançosa e ele deu de ombros. - Eu encontrei isso. - Com a outra mão intacta eu peguei a caixinha de veludo. Ele engoliu seco e continuou a ficar calado. - Nós íamos nos tornar noivos ontem e eu estraguei tudo né? Escuta, eu não vou mais desprezar você daquela forma, nunca mais! Me desculpa se eu fui grossa. Você tem que saber que o que eu mais quero agora e ser sua, sua noiva, esposa, mulher. Quero morar com você, quero ter você do meu lado, me apoiando como sempre faz. Quero que sinta orgulho de mim e que esteja na primeira fileira quando eu me formar, quero conquistar o mundo mesmo sabendo que meu mundo é você. - Zayn já tinha deixado sua postura de durão a um tempo, mas continuava calado. - Só basta saber se você quer também? - Ele sorriu, aah aquele sorriso…

- Eu quero. - Sorri sentindo seus braços abraçarem minha cintura, por impulso eu agarrei seus quadris com as pernas e abracei seu pescoço lhe dando total abertura para o beijo. Quando o beijo estava pegando um ritmo bom, inventei de passar as mãos por sua nuca e…

- Ai. - Gritei soltando seus lábios, ele ficou preocupado e pegou minha mão machucada.

- Venha senhora Malik, deixa eu cuidar de você.

O rolo da minha câmera ainda está repleto de fotos suas.

A insônia voltou.

O céu é tão mais bonito essa hora da madrugada que chega a doer.

Mas esqueço que não sinto mais dor.

Eu queria ter você aqui comigo.

Voltei a usar o Tumblr que não sabia ter, depois de abandonar todos os meus seguidores no outro lugar. Vou me deixando em cada pedaço que crio.
Em cada que ainda é reblogado em meu nome.

Dessa vez suponho ser o fim.

Noir.

Mas tô calma.

Só o meu peito que rachou feito vidro blindado depois de tiros de suas submetralhadoras.
Só eu que caí do oitavo andar como se ainda vivesse em 2016.
Você me humilha e rebaixa minha escrita como se ela não tivesse me salvado um milhão de vezes durante essa vida tenra.
Olho pela janela aquela mesma árvore e hoje ela não está seca. Está verde, não existem frutos, parece até que o tempo não passou pra ela. Parece até que sou eu ali de novo me dizendo: um dia você vai ser feliz. Calma.

Queria dizer que eu amo muito você. Mas que parece que fui atropelada e levantei ligeiro atordoada no meio fio, sem saber ou parar pra avaliar se estou sangrando, se estou machucada, com hemorragia. Só estou andando pela estrada nua entre mortos e feridos.
E deixando o rastro de sangue
Anestesiada
Pelo caos
Em acender meu cigarro
Nesse incêndio
Que está minha vida.

Amar é uma guerra com poucos sobreviventes.

Imagine Zayn Malik

E chegamos ao último dia, o último imagine, do nosso “A semana Toda”! Espero, do fundo do coração, que vocês tenham gostado. Me contem o que vocês acharam dessa ideia, que foi a primeira vez que eu fiz; e o que vocês acharam dos imagines dessa semana. Vou amar saber! Quem sabe, num futuro próximo, pode se repetir, não é mesmo?! hahah. 

Fiquem com a continuação desse imagine do Zayn, pra fechar com chave de ouro! hahah Beijos, e boa leitura!

**

Continuação do imagine que ele termina o noivado com ela, se reencontram no noivado de uns amigos e ele vê que errou. Espero que gostem!

(essa parte se passa do ponto de vista da S/N!)


(anterior)

**********


Encontrar o Zayn foi completamente constrangedor. E pior ainda foi quando ele veio falar comigo. Eu não consigo explicar o que eu senti ao certo; mas foi estranho. 

Eu agradeci mentalmente quando Anna me chamou para buscar alguma coisa no seu carro e eu pude sair de perto dele. Aproveitando que já estava ali fora, e sem aguentar mais ficar no mesmo ambiente que ele, entrei no primeiro táxi que estava ali e passei meu endereço; que em poucos segundos já estava lá. 

Coloquei um pijama qualquer e, junto com meu cobertor, passei pela cozinha e peguei algumas guloseimas e fui para o sofá, escolhendo um filme na Netflix. Por mais que eu tentasse prestar atenção na TV, minha mente vagava para longe, e Zayn tomava conta dos meus pensamentos. Eu bufava de tempos em tempos. 

A campainha tocou e eu pensei que fosse Amanda, querendo me arrastar para a festa de novo. Engano meu.

Assim que abri a porta, meu corpo foi prensado na parede e, ao sentir sua respiração do meu pescoço e seu perfume forte a amadeirado, um arrepio correu por todo meu corpo. Eu fiquei tonta, e não tive forças o suficiente para o empurrar para longe de mim. 

Antes que eu conseguisse fazer qualquer coisa, seus lábios tomaram o meu num beijo feroz e urgente. Suas mãos apertavam minha cintura com força e ele me prensava contra a parede cada vez mais. Eu retribuía o beijo com a mesma intensidade, e embrenhei meus dedos nos seus cabelos. Nossas respirações estavam descompassadas e, somente quando ele mordeu meu lábio inferior eu me dei conta do que estava acontecendo. 

- Você ficou louco? - perguntei ainda ofegante, após o ter afastado de mim.

- Eu precisava. – falou de olhos fechado e colando nossas testas. – Eu preciso disso, todos os dias. Eu preciso de você. – ele olhou nos meus olhos e me vi perdida ali.

- Por quê? – deixei escapar num sussurro. Ele respirou fundo e se afastou milímetros do meu rosto.

- Porque eu fui um covarde, um infantil. Eu tive medo de assumir essa responsabilidade, de me casar, de ficar “preso” pro resto da vida. Eu me apavorei e acabei fazendo o que fiz. Me perdoa, por favor. – falou baixinho, aproximando seus lábios do meu.

- Não é tão simples assim, Zayn.

- Eu sei. Eu sei… Me dá uma chance, por favor… Me desculpa, por tudo que eu fiz com você. – tentou se aproximar de mim, mas eu rapidamente recuei, fazendo ele suspirar. – Eu percebi o quão tolo eu fui. Eu vi hoje o quão mal eu te fiz. Ver você lá hoje, sem alegria, sem aquele brilho no seu olhar e meio triste partiu meu coração. Ver a alegria deles por estarem noivando e marcando o casamento, e imaginar que esse era o nosso caso, que era isso que estávamos fazendo, me fez cair na real. Eu só quero esquecer o passado, passar uma borracha em tudo e poder recomeçar. Com você.

- Zayn, não brinca comigo. Não de novo. – pedi.

- Eu não tô brincando! – ele segurou meu rosto com suas mãos.

- Zayn, nós éramos noivos; íamos nos casar. E, de repente, da noite para o dia, você chega e termina tudo comigo, sem me dar, se quer, uma explicação decente para isso. Você tem noção de como eu fiquei? Eu te amava, Zayn. Mais que a mim mesma. Eu fiquei destruída. Você quebrou meu coração em mil pedacinhos. Eu demorei para conseguir superar isso. E te ver hoje lá no noivado dos nossos amigos me fez relembrar todos esses momentos que eu sempre fiz questão de esquecer. – respirei fundo e ele me olhava com pesar. – E agora, do nada, você me aparece aqui falando tudo isso. Eu sinto muito, mas não é apenas um discurso bonitinho que vai me fazer me jogar nos seus braços de novo e correr o risco de passar pelas mesmas coisas que eu já passei.

- Não é apenas um discurso, é o que eu sinto. Eu me odeio por ter te feito sofrer, e lamento muito por isso. Mas eu também sofri. E muito. Eu não sabia o que eu queria, mas eu descobri que ficar sem você não é, nem de longe, o que eu quero. Eu descobri da pior forma possível o quanto eu te amo e que eu não vivo mais sem você. Eu não quero ficar longe de você; eu quero ter você todos os dias da minha vida, ao meu lado. Só comigo. – neguei com a cabeça e me afastei dele, meio atordoada com tudo que ouvi e ele bufou. – O que mais você quer que eu diga? Que não fui homem suficiente, que fui covarde, que agi errado?

-Eu tenho medo, Zayn. – confessei baixinho. – Medo de me entregar de novo, e me machucar de novo. Eu não quero passar pelas mesmas coisas que eu já passei. – admiti para mim mesma. Essa é a única razão para eu não me jogar nos braços dele nesse momento. Medo. Muito medo.

Pude ver ele sorrir e se aproximar de mim. Com um de deus mãos ele abraçou minha cintura e a outra ficou no meu pescoço, fazendo um carinho suave.

- Então me deixa te mostrar que não vai ser igual. Me deixa fazer diferente, fazer o certo dessa vez. Eu mudei, e agora eu sei exatamente o que eu quero. E eu quero você. Pra sempre!

Não se foi pelo que eu ouvi, ou se foi pela proximidade entre nós ou pelo jeito que ele me olhava e me mantinha próximo ao seu corpo; mas eu avancei em seus lábios, iniciando um beijo apressado e com amor.

Sua mão adentrou a blusinha de pijama que eu usava e ele começou a fazer um carinho gostoso ali. Ao sentir sua mão em contato com a minha pele, me arrepiei por completo. Ele tem um enorme efeito sobre mim. Seus beijos rumaram para o meu pescoço e ele me virou de costas para ele, ainda segurando firme minha cintura.

Em meio a alguns beijos e sussurros no ouvido, fomos até o quarto e fui deitada na minha cana com delicadeza.

Em questão de segundos, as poucas peças de roupas que estavam no meu corpo se encontravam no chão. Tirei a blusa que ele usava e raspei minhas unhas por toda a extensão do seu peitoral. Ele respirou pesado e mordeu meu ombro. Nos livramos de todas as nossas peças de roupa, lentamente; sem pressa alguma.

Meu corpo inteiro foi beijado e acariciado como nunca antes. Eu me sentia em outra dimensão. Eu me sentia, acima de tudo, amada novamente.

Quando ele finalmente me tomou para si, eu fui ao céu e voltei. Ele sussurrava algumas coisas no meu ouvido e eu arranhava seus braços e costas. Quando uma onda forte de prazer atingiu meu corpo, um gemido alto e longo escapou pelos meus lábios; e me desmanchei em volta dele.

No segundo seguinte, ele chamou alto por meu nome, chegando ao seu máximo; e afundou sua cabeça no meu pescoço. Ficamos ali, por alguns minutos, aproveitando o momento e a presença um do outro.

Ele se deitou ao meu lado e, abraçado ao meu corpo, pegamos no sono em poucos segundos.

A claridade já ultrapassava o fino pano da cortina do meu quarto e eu fui abrindo os olhos aos poucos. Ao abrir por completo, vi que ainda estava nua e me lembrei de cada minuto da noite anterior.

A cama se mexeu ao meu lado e ao me virar, vi Zayn sorrindo grandemente.

- Bom dia, meu anjo! – me derreti toda ao escutá-lo falar isso e sorri apaixonada. – Trouxe seu café!


[…]


Espero que tenham gostado! 

Imagine - Harry Styles

Espero do fundo do meu coração que vocês gostem dessa terceira - e última - parte! Beijos 

anterior 


- Cinquenta euros pelo seu pensamento. – A voz de Harry me despertou.

- Desculpe. – Me ajeitei melhor em seu colo. Estávamos jogados no sofá da casa enquanto um filme estranho passava na televisão.

- O que tem te deixado preocupada? – Ele se movimentou para melhor me encarar. – Desmanche esse bico e me conte!

- É que sua turnê vai começar semana que vem e a minha turnê com os livros na semana seguinte e, bom, não vamos mais nos ver; e acho que eu vou sentir saudade. – Despejei tudo sentindo meu coração apertar e Harry sorrir de lado.

- Você acha que vai sentir saudade? – Ele perguntou contendo o sorriso e eu acenei com a cabeça me sentindo uma boba por admitir. – Eu também acho que vou sentir saudades.

- Não fique debochando da minha cara! – O empurrei com o braço.

- É que eu olhei a sua agenda de lugares e sem querer, temos algumas cidades que podemos nos encontrar. – Ele mordeu minha bochecha. – Então eu posso debochar o quanto eu quiser.

- Isso é sério? Tipo, vamos nos esbarrar sem querer por alguma cidade? – Harry assentiu com a cabeça. – E você, nem para me avisar! Eu fiquei aqui pensando quantos dias ia ficar sem te ver! Sofrendo em vão!

- Isso tudo é amor? Ou só excesso de drama? – Harry me abraçou.

- Um pouco dos dois. – Murmurei despreocupada.

- Certo!

Harry e eu estávamos juntos a seis meses depois daquela noite no meu apartamento. Ele nunca me pediu em namoro oficialmente, mas nenhum de nós dois saiu com outra pessoa. Não posso negar que tudo que eu queria era gritar ao vento que Harry Styles era meu namorado, mas eu não tinha esse direito, assim como ele também não podia dizer que era “o cara” da (S/N) (S/S). Estávamos em uma via de mão dupla, mas se ele estava despreocupado, eu não tinha o que cobrar.

Mathew dizia que eu era louca de não querer “colocar uma algema naquele gato”, mas, por algum motivo, eu não me preocupava. Já Mathew se preocupava por nós dois.

- Você desligou de novo. O que foi dessa vez? – A voz de Harry era impaciente. Eu me levantei bruscamente do sofá.

- Mas que coisa! Eu não posso mais pensar? Vai ficar me monitorando toda vez que eu perco o foco? – Eu comecei a recolher minhas coisas.

- O que? Onde você vai? – Harry levantou também.

- Olha, já passamos o final de semana inteiro juntos e você já está ficando paranoico. Vou para casa, tenho que preparar algumas coisas para a viagem e você também deve ter; nos vemos qualquer dia. – Passei por ele sem ao menos beija-lo e fui embora.

Por sorte, um taxi passou naquele momento e eu embarquei nele, pedindo para que o motorista me deixasse em casa.

No meu apartamento a bagunça havia se instalado por eu ter passado mais tempo na casa do Harry do que nele; eu não sabia por onde começar a arrumação, mas sabia que deveria começar, principalmente por saber que ficaria mais um tempo longe do meu canto.

Passava da meia noite quando sentei no sofá com comida e podia ver a casa limpinha. Foi aí que eu me lembrei do celular e notei que ele estava no silencioso, com mais de dez mensagens de Harry.

Nas mensagens ele dizia que de forma alguma ele queria ser controlador, só estava tentando me entender; que se preocupava quando eu ficava aérea demais.

Mas poxa, eu vivia no mundo da lua e foi assim que eu consegui uma “carreira” como escritora. Eu sempre estava sonhando acordada, era algo natural meu. Era algo meio impossível de mudar.

Decidi que não o responderia de cabeça quente, e por isso fui tomar um banho para ir dormir em seguida.

No dia seguinte, acordei com barulhos dentro do apartamento, assim como risadas e meu coração acelerou demais quando isso aconteceu. Levantei devagar, já imaginando que meu apartamento estava sendo assaltado, quando dei de cara com Mathew e Harry conversando no meu sofá.

- A bela adormecida despertou finalmente. – Mathew praticamente gritou, me abraçando em seguida. – Eu vim ver você e encontrei seu príncipe encantado do lado de fora da sua torre; como tinha chave, abri para entrarmos.

- Ah, tudo bem! – Eu disse meio atordoada.

- Mathew, você nos dá cinco minutinhos para conversar? – Harry se pronunciou.

- Claro! – Ele caminhou para a cozinha enquanto eu o assassinava mentalmente.

- Me desculpe. – Harry suspirou.

- Está tudo bem. Brigar é normal, mas excesso de preocupação me assusta; eu não moro com meus pais a anos e essa coisa de ter alguém me perguntando sobre tudo, o tempo todo, me incomoda. Mas é algo que eu tenho que me acostumar.

- Eu não sabia. Sinto muito. Sabe, não é minha intensão te pressionar, te sufocar em um relacionamento; apenas queria ser seu confidente. – Ele corou.

- E você é! Afinal de contas, é para o seu abraço que eu volto. – Sorri. – Não tem do que se desculpar; estamos aprendendo a lidar um com o outro.

- Bom, eu estou indo amanhã para a casa da minha mãe e depois embarco direto para a primeira cidade da turnê; mas antes de ir, quero te pedir uma coisa: namora comigo? De anel e tudo? – Harry tirou uma caixinha do bolso da calça jeans justa.

- Namoro! De anel e tudo. – Sorri o vendo correr os dedos pelo próprio cabelo, aliviado.

- Eu prometo que vou tentar ser mais paciente com os seus silêncios. – Depois de passar o anel pelo meu dedo anelar, ele me abraçou e beijou minha testa.

- E eu prometo não gritar mais com você! – Beijei seu queixo.

- Eu vou para essa turnê mais feliz que nunca! – Ele beijou meus lábios. - Eu vou indo, afinal tenho algumas malas para arrumar. Nos vemos em Boston?

- Eu vou ser a que autografa livros. – Sorri enquanto o levava até a porta.

- Então vai ser fácil de achar. – Com um último beijo me despedi dele e fechei a porta, dando de cara com Mathew que me estendeu uma xícara de café.

- Pode começar a me contar detalhe por detalhe! Esse tipo de babado eu a-d-o-r-o!

Olha, você tem passado as mãos em minhas cicatrizes com carinho; como se tentasse sempre internalizar que aquilo realmente aconteceu comigo; como quem diz que se pudesse as apagaria de minha pele para que eu não me remoesse em dor. Você olha meus machucados sangrando, os passa água oxigenada e segura minha mão enquanto espera meu corpo reagir. Você me olha no chão com os ossos quebrados depois de mais uma de minhas lutas mal planejadas e insiste em me levar para casa e diz que você mesma fará compressas para minhas costelas fraturadas, e você faz. Você me faz sentir abençoada, mesmo coberta de gaze e atordoada pelos remédios para dor, numa manhã de abril. Você me faz sorrir, mesmo quando meus pontos se abrem. Você olha nos meus olhos e diz que eu sou linda, mesmo eu sendo apenas uma junção de retalhos e remendos. E quando eu entro em desespero e me encontro chorando no chão da sala dizendo em meio aos soluços que eu não suporto mais toda essa dor, você me dá colo, afaga meu cabelo até que eu me acalme, pega minha mão, abre as janelas e me mostra as cores que dançam no céu.
—  O poema destinado a alguém que merece poemas melhores