atiradas

{das coisas que eu quero te dizer e não posso}

algo aqui dentro ainda sopra que não fomos só um engano
mas te lembrar ainda faz com que eu me pergunte
como chegamos a esse ponto? final ou não
eu nunca te amarrei a mim, eu nunca fiz da gente um nó
você sempre foi livre e a porta sempre esteve aberta pra você
(mesmo que isso não significasse que permaneceríamos imutáveis)
e eu sempre fui gentil, apesar das tuas partidas
das tuas palavras ácidas atiradas contra mim
do teu egoísmo descamando a minha pele
eu conhecia tuas dores, tuas inseguranças e os teus medos
mesmo quando você acreditava estar mantendo segredo sobre isso
só pra tentar parecer sóbrio pra mim, só pra me manter intacta
(eu não chamaria isso de engano)
quando você foi embora pela última vez eu tranquei a porta
eu troquei a fechadura e prometi que você não entraria mais
eu chorei no chão da cozinha, do banheiro, no corredor
eu chorei no escritório enquanto organizava papéis
e na volta pra casa quando a luz do sol vazava pelas frestas das árvores
e eu sabia que nenhum pôr do sol seria mais o mesmo sem você
hoje, exceto pelos dias de chuva, eu não choro mais
no entanto a ventania estourou as fechaduras
e a porta continuou aberta porque algo não me permitiu fecha-la
mas quando leio Guimarães Rosa, eu entendo
“o que é pra ser, tem muita força”

  • pedido


Sempre amei fazer aniversário mas isso mudou durante minha festa de cinco anos. Tudo estava normal para ser sincero, meus pais estavam radiantes e meus avós felizes por nossa família agora completa com a volta da pequena Jayne. Havia algumas pessoas que eu não conhecia no pátio, dois homens fortes e tatuados na porta dos fundos e uma mulher com olhar obscuro falando com meu pai. Assim que os viu minha mãe me chamou e me entregou uma mochila e um bilhete, ela me deu um beijo e pediu para que eu corresse até o metro onde um amigo da família me pegaria.

Precisou de dez anos para eu conseguir entender o que aconteceu, minha mãe e meu pai eram fundadores de uma gangue e as pessoas que foram na minha festa eram seus rivais, eles queriam o quarteirão e minha família não os deu.

Naquela noite toda minha família foi morta inclusive meus avós, a noticia saiu em vários jornais e por causa disso tive que mudar meu nome e viver escondido em uma gangue do Brooklyn.    Me criei no meio deles porém eles nunca me deixaram se envolver com os negócios da família. June o dono da gangue sempre apostou em mim como um grande jogador de basquete, eu era realmente bom por isso ganhei uma bolsa e fui morar em Londres onde estou agora com minha família. S/n é minha mulher e Brandon meu filho que está prestes a nascer.

- Liam -minha mulher gritou do banheiro e eu sai correndo.

- Eu esqueci a toalha -ela diz calmamente e eu coloco a mão no peito.

- Você vai me matar antes do nosso filho nascer -suspiro- é serio!

- Desculpa, meu bem! -diz sorrindo e em seguida beija meus lábios.

[…]

O dia estava nublado em Londres mas isso nunca me impediu de ir correr pela manhã, o frio está realmente castigando a todos mas não há nada que me deixe longe da minha rotina. O parque não estava com muitos visitantes o que facilitou o circuito que o treinador montou, terminei dez minutos antes.

- Está dispensado, Liam.

- Foi um ótimo treino -digo após pegar a mochila.

- Também achei, como está o pequeno Brandon?

- Quase saindo da mãe! -digo e ele arregala os olhos-

- Espero que esteja preparado para o melhor dia da sua vida!

- É.. eu também -digo e coço a cabeça.

Enquanto converso com o treinador vejo que uma mulher encostada na árvore me olha. Eu reconheceria aquele olhar sombrio mesmo que em uma multidão, era ela, a mulher que assassinou minha família.

- Onde você vai, Liam?

Assim que vê eu indo até ela a mesma começa a caminhar mais rápido, atravesso a rua e logo fico presso em um manifesto de estudantes, peço licença empurrando algumas pessoas  mas mesmo assim a perco de vista.

June me disse que eles viriam atrás de mim, e assim que eles chegassem era para eu ligar, e por mais que eu não quero atrapalhar agora existem mais pessoas em jogo, minha família.

- Você tem certeza que era ela?

- Eu reconheceria aquela, vadia, em qualquer lugar!

- Droga, ela nunca viaja sozinha. Liam me escuta.. você tem que tirar S/n dai.

- E para onde eu levaria ela, June?

- Vem para o Brooklyn!

- Não.. eu não posso largar minha vida aqui! Amanhã mesmo tenho um jogo.

- Então você prefere jogar a salvar sua família?

- Sabe o que eu prefiro? Não me meter nisso!

- Sinto em te dizer mas você nasceu no meio disso, pegue as passagens e venha, Liam. Você não suportaria perder mais uma família!

Desligo o celular e sinto meu estomago revirar, exatamente do mesmo jeito que ficou enquanto corria até a estação como minha mãe mandou. Durante a caminhada até minha casa vejo uma forte fumaça no ar, na hora me vem uma estalo na mente eu corro como jamais corri. Assim que dobro na esquina que dá de frente para minha casa vejo uma multidão com baldes e mangueiras tentando apagar o fogo que já estava mais do que alastrado.

- NÃO!! NÃO… -coloco as mãos na cabeça- S/N!!! -grito-

- LIAM VOCÊ PRECISA SE ACALMAR. -meu vizinho pede com lágrias nos olhos.

-  CADE MINHA MULHER? CADE MEU FILHO?

- UM CARRO.. UM CARRO PRETO ENCOSTOU AQUI E A LEVOU, E EM SEGUIDA O FOGO COMEÇOU!

- DE NOVO NÃO -digo e sinto as lágrimas em meu rosto.

- A POLICIA ESTÁ A CAMINHO VOCÊ PRECISA SE ACALMAR!

- Me empresta seu carro -peço-

- Eu.. você tem que dar depoimento!

- Me da a chave -peço entredentes e ele entrega.

[…]

Por mais que eu não quisesse eu sabia que eram eles que estavam com S/n, incendiar casas era um código “Quando o fogo cessar a pessoa morrerá”, odeio admitir mas June tinha razão eu devia ter levado ela para o Brooklyn dentro do quartel ela estaria protegida. Minha família fez coisas ruins no passado e por mais triste que isso seja estou pagando por isso.

Após oito horas de voo chego em Nova York, empurro algumas pessoas no desembarque e recebo um olhar de reprovação do June que me espera em frente a seu carro.

- Eles pegaram ela! -digo com os punhos cerrados.

- E agora nós vamos pegar eles -ele diz e me entrega a arma da sua cintura.

- Vou matar aquela vadia -digo entrando no carro.

- Ei gafanhoto, não quero que jogue sua vida fora!

- Eles queimaram qualquer vestígio de vida que eu tinha.

- Os Gonzales não vão fazer nada com sua mulher, eles querem a mim e sabiam que se mexessem com você, uma guerra estaria armada!

- E agora?

- É agora que a guerra começa!

[…]

- Liam, eu sei que você é melhor do que isso, eu sou inocente, juro!

- Eu também sou inocente porra -grito. E olha para mim, veja o que acontece com pessoas inocentes como nós!

- EU NÃO SEI ONDE SUA MULHER ESTÁ!

- ESTÁ MENTINDO -grito perto do seu rosto e ela se esquiva.

Lauren é a filha do Robbie o chefe da máfia, nós sequestramos ela ontem a noite durante uma festa de adolescente. Eu deveria me sentir mal mas tudo que sinto é medo, pois a cada minuto que passa é um minuto sem saber como estão as duas pessoas que eu mais amo no mundo. Ela é uma menina jovem mas já se meteu em muitas encrencas, quando mais nova ela que atraia as iscas para seu pai matar, por isso eu sei que ela sabe onde é o esconderijo.

- Se você não falar eu juro, que vou cortar um dedo do seu pé, agora mesmo!

- Acha mesmo que eu tenho medo de você? És uma piada!

Cerro os punhos e minha mão acerta em cheio seu rosto, sua cabeça acaba virando com a força e quando se desvira vejo que seu lábio esta rasgado.

- Olha, você sabe bater.. -ela gargalha- eu sei fazer melhor.

- Já chega dessa brincadeira -June diz e engatilha a arma- onde ele está?

- EU NÃO..

E antes mesmo que ela acabasse a frase June atira no pé dela, me assusto com o ato e a menina se contorce de dor na cadeira.

- Não vou perguntar de novo.

- EU FALO, EU FALO!

- Então fala, porra!!!

- Assim que ela chegou, Marcos, o enfermeiro induziu o parto e tirou a criança dela.. -ela para de falar e urra de dor- ela ficou fraca e eles jogaram ela no porão, eu tentei intervir e até levei comida para ela mas tinha muito sangue..

- Onde fica isso? - June pergunta com os cabelos dela nas mãos.

- No cassino, no CASSINO GONZALES!

- Desgraçados! -ele grita e atira no peito da menina três vezes.

Fecho os olhos pois o barulho do tiro me assusta, prefiro não olhar e sigo June até a garagem onde ele pega seu maior carro, observo o mesmo colocar algumas armas no banco de trás e logo dois de seus parceiros entram no carro.

- Você não vem? -Maison pergunta-

Entro no carro e não demora muito para que o mesmo arranque, o caminho até o Cassino é torturante e quando chegamos no mesmo par nossa surpresa o lugar está completamente vazio. Maison arromba a porta e então entramos, vejo a porta do porão exatamente como a garota descreveu e então corro até a porta.

- S/N.. -a chamo mas não tenho nenhuma resposta-

Empurro a velha porta e assim que abro sinto um forte cheiro de ferrugem, desço as escadas com a arma apontada e não demora muito para que eu veja ela atirada no chão. Jogo a arma e corro até ela, seu longo cabelo negro está cobrindo seu rosto e eu receio o tirar. Assim que tiro percebo que a mesma está pálida e seus lábios que antes tinham um tom vermelho sangue agora estão roxos. Me agarro em seu corpo já desfalecido e choro, choro por mim, pelo meu filho e por todos aqueles que a amam.

- Liam..

- Ela está morta, June! MORTA -abraço seu corpo.

- Achamos o Brandon..

Viro para trás e então vejo June com um pequeno embrulho nos braços, o mesmo se abaixa e então vejo o lindo do rosto do Brandon, a dor no meu peito é tanta que chega a ser sufocante é como se eu tivesse sido esfaqueado e não ela. Estico meus braços e aconchego meu pequeno filho, June me abraça e choramos abraçados no que parecia ser minha família. Brandon estica seus pequenos braços e dá um lindo sorriso, no seu rosto existem pequenos vestígios de sangue exatamente como na camisola de sua mãe.

Olho pela última vez nos olhos daquela que eu mais amei  e então os fecho.. Para sempre.  

[…]

Nunca consegui entender o porque de quando os bebês nascerem, eles chorarem como se não houvesse amanhã. É alto, é chocante, e é completamente injusto. Agora eu entendo! Aquele adorável pequeno bebê foi forçado a sair do ventre materno, e forçado a respirar o ar externo com seus pulmões novos em folha. É a natureza humana. Ninguém que ser deixado no frio, rejeitado e sozinho. Afeição, aceitação, e amor incondicional. Todos o queremos. Todos o procuramos. Mas quando o encontramos, é muito aterrorizante. Porque com a mesma rapidez que o encontramos, ele pode desaparecer. E voltamos à estaca zero, sozinhos.

- Eu te amo para sempre, babe! -digo e jogo a primeira pá de terra no caixão.

Me desculpe mas, garotas que falam de transar, de fazer sexo, foder ou seja o termo que usam, o tempo todo, não a faz ser mais mulher do que as outras ou desejada. Garotas como essas esquecem o próprio valor, esquecem que o seu corpo é seu próprio templo. Esquecem de se valorizar e mostrar o que há de bom em si mesma. Mulher que é mulher, fala de sexo, mas debate política tranquilamente, fala de chupar, mas sabe muito bem desenvolver um assunto sobre a crise que ocorre na atualidade. Fala de pegada, chupões e gemidos, mas sabem se sair muito bem até quando for trocar receitas, de bolo, macarronada, ou até mesmo um simples mousse de chocolate. Mulher que é mulher, fala de posições e fetiches sexuais, mas sabem pegar uma casa do começo ao fim e deixar ela completamente arrumada e organizada. Sabem do que instiga um homem e como levá-lo ao ápice do tesão, mas sabe prender a atenção do mesmo no papo bacana que ela tem. Mulher é aquela que acorda cedo, vai trabalhar, passa o dia se matando pra ter um dinheiro no final do mês pra pagar suas contas, sem ter que depender de um homem, mas também é aquela que tem disposição de chegar em casa e ter uma boa transa com o seu parceiro. Sinceramente? Essas garotas que de 10 frases que falam, 11 é de transar, fazer sexo ou seja o que for relacionado a isso, pra mim, não passa de garotinhas chamando a atenção. Vamos lá garotas, deixem de ser atiradas e bora ser mulheres reconhecidas pelos seus esforços e desejada pelo que você tem a oferecer. E sexo? Transar? Trepar? Foder? Faça com quem te valorize e sabe reconhecer a mulher que você é tanto por dentro, quanto na vida e consequentemente na cama.
—  Mulher que é mulher, no ponto de vista de Escriturias. 
Nós duas, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntas. Imagine só. Não precisaríamos ser namoradas, nem casadas, nem nada disso. Apenas amigas. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós duas estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntas. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado demais e a minha cama ser perfeita para nós duas. Eu teria medo do escuro sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçadas até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas uma no outra e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçadas, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de Ficção Científica em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando algo e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria no meio da noite para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntas. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntas, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós duas e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto você ia para seu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso. Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando , e você estaria no topo da carreira. E você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E seria uma linda história de amor.
—  Desconhecido

Pedido: Um hot do Harry que ele é traficante e ela é toda fofa, e ela fuma maconha pela primeira vez com ele em uma festa – Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*

***

Imagine HOT Harry:

Minhas amigas passaram o dia todo ligando para mim, o motivo era uma festa que ia acontecer no centro da cidade, era provavelmente a festa do ano e eu não era muito de ir nesses tipos de festa, sou uma pessoa mais caseira mas minhas amigas ficaram me ligando e me importunando tanto que resolvi aceitar.

Eu estava pronta, uma blusinhas de bolinhas com uma saia preta meio curtinha, me atrevi até a colocar um salto alto preto estilo boneca. Passei uma maquiagem leve e esperei as meninas chegarem.

Quando finalmente a campainha tocou fiquei surpresa com as roupas delas, vestidos curtos e colados ao corpo e os salto mais alto que o meu, elas estava indo para a caça de homens.

- Ok, que roupa é essa? – Perguntei e elas sorriram maliciosas.

- Vamos, entre no carro que eu explico – Kate disse sorrindo.

Eu fiz o que ela pediu e Mary deu a partida no carro e Kate me encarou.

- A festa é do maior traficante de Londres – Kate jogou essa bomba na minha cara e sorriu como se ir para a festa de um TRAFICANTE fosse a coisa mais responsável que ela já fez.

- O QUE? VOCÊS ESTÃO ME LEVANDO PARA A FESTA DE UM TRAFICANTE? – Grito já com medo.

- Por isso pedi para você entrar no carro, pra não ter chance de fugir, foi um sacrifício fazer você vir com a gente – Kate diz e Mary assente enquanto dirigi.

- Eu nunca devia ter aceitado, olha para onde vocês estão me levando, eu sou a mais nova daqui e parece que sou a mais responsável, Mary pare o carro, vou descer aqui – Digo e Mary nega.

- Não vai não, por favor, (S/n), dá uma chance pra festa, tenho certeza que você vai gostar – Mary diz acelerando mais.

- Eu nem gosto de ir em festa, vou me sentir totalmente deslocada e além do mais se acontecer um tiroteio entre traficantes, se eu morrer por causa de vocês eu mato as duas – Digo e Kate e a Mary rirem de mim.

- Ok, pode matar nos duas mas você irá na festa com a gente, aliás essa roupa sua está muito bonitinha no máximo fofo para uma festa dessas – Kate responde.

- Esse é o meu estilo, não me sinto confortável usando um vestido colado igual o seu – Respondo.

- Quero impressionar o Harry Styles, ele é um deus grego, quero passar pelo menos uma noite com aquele homem – Kate diz suspirando.

- Os amigos deles também são lindos, se não conseguir nada com o Harry, eu parto para cima do braço direito ele, o Louis – Mary responde e Kate assente.

- Prefiro o Zayn – Kate responde suspirando pensando nos homens.

- Meu deus, vocês são ridículas – Digo passando a mão nos cabelos.

Depois de pelo menos 10 minutos chegamos a tal festa.

O barulho de música alta quase fazendo o chão tremer me deixou assustada, mas as pessoas que entravam no local me deixaram tremendo de medo.

- Calma, vai dar tudo certo, vamos lá – Mary diz me puxando em direção a entrada da festa.

O cara que ficava guardando a porta tinha uma arma enorme na mão e tinha um olhar muito assassino, estremeci de medo.

Ele olhou para nós e deixou a gente entrar.

- Tão fácil assim? – Perguntei e Kate riu.

- Meu amor, a entrada de mulheres bonitas é livre – Ela diz e eu coro, nunca me achei bonita, no máximo arrumada.

- Ok, o que iremos fazer agora que entramos? – Pergunto.

- Vamos tomar algo, vem – Kate puxa eu e Mary em direção ao bar. O local é em céu aberto, tem uma pista de dança gigante e várias luzes vindo de lá para cá, sem contar nas músicas que iam de Rap á Pop.

Mary pegou uma vodka e Kate pegou um Martini, como eu tinha certeza que iria rebocar as duas para casa, pedi um refrigerante.

- Você é muito careta, (S/n), devia pedir um Martini igual a mim, pelo menos uma cerveja – Kate diz bebendo tudo de uma vez.

- Não sou careta, sou responsável, vou dirigir para levar vocês duas para casa sãs e salvas, agora não exagere, não irei querer ver você vomitando por aí – Digo bebericando o meu refrigerante.

- Ok, mamãe – Ela diz rindo junto com a Mary e as duas saem gritando quando escutam uma musicas que elas gostam, elas dançam de uma maneira que me faz sentir vergonha alheia, mas eu dou várias risadas.

Continuo ali sentada com as pernas cruzadas enquanto observo o local, tem tipo um prédio todo de vidro com uma placa escrito “vip” pendurado na porta. Lá dentro, tem várias mulheres com vestidos piores que de Kate e Mary, elas rebolam na frente de alguns homens, um deles é loiro e o outro tem cabelos pretos com um topete. Eles bebem, fumam e riem de algo, percebo que os dois tem uma arma presa no cós da calça e eu paro de fitar eles, sentindo um arrepio do nada. Volto a beber meu refrigerante e vejo que Mary já está atracada com um cara. Ela não perde tempo. Sinto um arrepio do lado do meu corpo e encaro o prédio de vidro, lá tem um homem alto, com uma arma no cós da calça, ele usa uma blusa branca e uma calça preta, tem os cabelos encaracolados e longos até o ombro, ele me encara enquanto bebe alguma coisa. Meu corpo se arrepia por inteiro e eu desvio o olhar rapidamente. Bebo em um gole o meu refrigerante e uma Kate vermelha por dançar aparece na minha frente e pede outra bebida.

- Amiga, eu estou louca – Ela diz rindo e eu dou uma risada também.

- Estou percebendo, o que aconteceu? – Pergunto.

- Eu vi Harry ali na parte dos vip e olhei pro lado e vi o Zayn, só com o olhar dele em mim fiquei toda molhada, desisto do Harry, eu quero o Zayn mesmo – Kate diz e me encara.

- Você muda muito de opinião sobre o que você quer, daqui a pouco vai estar querendo aquele segurança lá da porta – Digo e nós duas rimos.

- Bom, moço me dá uma vodka por favor – Ela pede e eu franzo o cenho, o copo dela ainda está cheio.

- Mas…

- Você tem que beber pelo menos um copo hoje, por favor – Kate diz e eu assinto já sabendo que se eu negar Kate vai fazer o maior escândalo. O homem deixa o copo na minha frente e eu o pego e bebo em um gole, a bebida desce rasgando minha garganta e eu começo a tossir e Kate ri um pouco, logo eu fico melhor.

- Pronto, arrancou algum pedaço do seu corpo? Acho que não, vem está tocando a nossa música – Ela diz me arrastando para a pista de dança, lá ela rebola no ritmo e eu que me sinto constrangida em ficar parada na pista, resolvo dançar também, a música tem uma batida boa para balançar os quadris de um lado pro outro e eu faço isso e Kate sorri aprovando minha dança.

- Rebola esse rabo, amiga – Ela grita e eu dou uma gargalhada e dançamos juntas. Quando vou me virar de costas para ela, vejo um homem todo de preto na minha frente e paro na hora, e Kate faz o mesmo.

- O chefe tá chamando as duas – Ele diz e segura o meu braço com força e faz o mesmo com a Kate, meu coração bate fortemente e eu tento me soltar o que só faz o homem apertar mais o meu braço, gemo de dor.

Assim que chegamos dentro do prédio dos vip, ele sobe uma escada segurando nos duas, quando chegamos no topo ele abre a porta com o pé, já que estava apenas encostada.

- Me solta, você está me machucando, seu brutamonte – Digo me debatendo.

- Você está machucando ela, Luca? – Uma voz se sobressai em cima do som alto da música e eu paro de me debater.

- Não, senhor, eu apenas estava mantendo ela parada, mas ela é uma gata selvagem, não parou de tentar fugir – O brutamonte Luca diz e eu o encaro indignada.

- Gata selvagem? – Pergunto e ele me solta, vejo a marca vermelha no meu braço – Você me machucou mesmo.

Viro pra frente e me deparo com o cara que eu vi sentado enquanto as mulheres rebolavam para ele, o loirinho.

- Sim, ele machucou – Ele diz segurando meu braço – Luca, o Harry não vai ficar nada feliz com isso, se ele ver o que você fez, tenho pena de você mais tarde, bom, depois conversamos sobre isso, solte a outra também – Ele manda e eu vejo que Kate está com a boca aberta em choque, ela se aproxima de mim e sussurra no meu ouvido:

- Esse é o Niall, ele é um dos melhores amigos do Harry e está na gangue também.

Eu estremeço, vejo Luca sair e Niall me encara.

- Entrem, se divirtam, não é qualquer uma que Harry e Zayn chamam para ficar aqui em cima – Ele diz e eu reviro os olhos.

- Eu estou vendo várias por aqui – Digo me referindo as mulheres, Niall me encara e ri, ele é bonito e passa um ar de ser uma pessoa engraçada.

- Gostei de você, tem a língua solta, algumas aqui tem medo de falar algo, mas você garota… – Ele me observa de cima a baixo – Não é igual a nenhuma outra mulher daqui dentro, percebo o porque Harry ficou interessado em você, qual é o seu nome? – Ele pergunta.

- (S/n) – Respondo

- Belo nome – Niall diz sorrindo.

- NIALL – Escuto um grito rouco vir lá de dentro.

- Parece que o chefe não gostou muito do meu papinho com você, vamos dizer que ele é bem possessivo – Niall diz e me segura no braço delicadamente e pega Kate com a outra mão – Vamos lá, garotas.

Ele anda com a gente e vejo que tem vários homens sentados bebendo, alguns me encaram maliciosos e eu me encolho perto do Niall, me sinto desconfortável, me olhar cai em cima do homem que estava me encarando enquanto bebia, o cara de cabelos longos encaracolados.

- Pronto, chefe, aqui está ela – Niall diz – Esse aqui é o Harry, o dono da festa, princesa, Harry essa é a (S/n) – Eu coro com o que o Niall diz – E aqui está a outra que você pediu Zayn – Vejo Kate ficar vermelha com o olhar de Zayn.

- Bom, obrigado, Niall, acho que posso cuidar dela agora, solte-a – Harry diz e eu me sinto totalmente deslocada ali. Os olhos dele vão da minha cabeça aos pés, eles ficam focados nas minhas pernas por um tempo e um sorriso malicioso surge em seu lindo rosto. O que ele deve estar pensando?

- Venha sente aqui – Ele diz batendo em sua perna e eu o encaro séria. Quem ele pensa que é?

- Não, na verdade nem sei porque me chamou até aqui, essa área vip está entupida de mulher e você me chama pra que? Me desculpe, mas eu não sou atirada igual as outras e não irei sentar no seu colo, nem te conheço pra poder fazer isso, se me der licença irei voltar para onde estava, esse local está me deixando sem ar – Digo e vejo a expressão de surpresa, ele deve ser acostumado com mulheres fazendo o que ele manda. Me arrependo do que disse segundos depois, ele tem uma arma e é o maior traficante de Londres, com certeza vai me matar por ser tão insolente. Adeus mãe.

Harry sorri de lado, um sorriso cafajeste e se levanta, meu deus ele é bem alto, com certeza tem mais de 1,80 enquanto eu estou nos meus 1,65. Eu definitivamente sou uma anã na frente dele.

Ele caminha até mim e me puxa pelo braço e vai andando até umas escadas, lá ele sobe comigo e vamos para o terraço do local, o lugar é ventilado e ninguém consegue ver nós dois aqui em cima. Ele sorri para mim.

- Com suas palavras eu poderia ter dado um tiro em sua cabeça por me desrespeitar, é isso que eu faço quando me desrespeitam, mas invés de me deixar furioso com você, você me fez ficar bastante excitado, garota – Ele diz se aproximando e eu me encosto na parede enquanto ele me encurrala.

- E-eu… – Tento dizer mas ele sorri malicioso e se afasta.

Ele pega uma cigarro suspeito, era maconha certeza e acende, ele começa a fumar e eu o encaro.

- Quer? – Ele me oferece e eu nego.

- Eu não uso drogas – Respondo e ele ri.

- Eu sei você é toda certinha, totalmente diferente de mim, mas os opostos se atraem, vamos lá, só uma tragada, não faz mal eu juro – Ele diz e me oferece mais uma vez e eu o encaro na dúvida. Esse homem me convence muito rápido das coisas. Eu meio relutante me aproximo dele.

- Abra a boca – Ele diz e eu o faço, Harry coloca o cigarro entre meus lábios e eu trago a fumaça para dentro e começo a tossir e tiro o cigarro da boca e ele sorri e pega o baseado de volta.

- Nem doeu, você ficou mais sexy com o cigarro na boca – Ele diz e joga o cigarro no chão e pisa em cima o apagando.

Ele se senta no chão e eu o encaro de cima, seu olhar cai em minhas pernas e ele se mexe desconfortável. Então do nada ele puxa minha mão e eu caio sentando em seu colo, com minhas pernas envolta da cintura dele. Harry sorri malicioso e me beija com força, eu fico surpresa e eu não retribuo o beijo fazendo ele dar um grunhido sem paciência e me apertar mais nele. Eu gemo ao sentir o membro rígido dele tocar minha intimidade e ele sorri entre o beijo, o efeito da bebida começa a surgir e o da maconha também, me torno mais ousada. Retribuo o beijo e me movimento devagar sobre o membro coberto dele, sua calça faz uma fricção maravilhosa na minha intimidade e eu gemo mais alto.

- Porra – Ele geme e puxa minha blusa para cima e encara meus seios presos no sutiã – Gostosa.

Eu coro e ele retira meu sutiã e eu fico com vergonha, mas ao sentir seus dedos acariciarem meus mamilos eu esqueço toda a vergonha e me entrego. Harry puxa e aperta meus mamilos e no segundo seguinte ele se curva e lambe meu seio com vontade, minhas mãos vão para seu cabelo e eu o aperto contra mim.
- Harry… – Gemo e ele suga meu mamilo me fazendo arfar.

- Porra, quero estar dentro de você agora – Ele diz e eu me sinto mais molhada.

Ele me solta e eu o ajudo a abrir a calça dele, abro o zíper e ele puxa o pênis dele para fora, eu encaro aquilo e ele se acaricia por um momento – Levante essa saia e tire sua calcinha – Harry manda e eu me levanto e subo minha saia até acima da minha cintura e retiro minha calcinha, Harry pega a peça de roupa e leva minha calcinha até o rosto e a cheira, eu fico chocada e coro fortemente.

- Cheirosa, queria te chupar toda agora, mas minha vontade de te invadir é mais forte, estou louco para meter em você, venha – Ele manda e me estende um pacote de camisinha, eu visto nele e a cada toque meu ele geme – Senta em mim, (S/n) – Harry diz e eu seguro o pênis dele e vou guiando até a minha entrada e o encaixo lá, gemo quando a cabeça do membro dele me penetra, vou descendo devagar até que finalmente ele está todo dentro de mim. Deus, eu nunca me senti tão bem.

- Oh (S/n), você é fodidamente apertada – Ele diz e eu me sinto mais excitada e começo a me mexer sobre ele, seu membro entra e sai de dentro de mim e eu me apoio em seus ombros largos, Harry segura minha cintura e eu me movo com mais velocidade. Começo a gemer mais alto e Harry solta rosnados de prazer.

Ele me vira e me deita no chão e abre mais minhas pernas e começa a me penetrar mais forte, ele entra e sai de dentro de mim me levando a loucura, puxo a blusa dele e Harry rosna e arranca a blusa dele me deixando ver seu peitoral com tatuagens. Cravo minhas unhas em suas costas e ele geme roucamente perto do meu ouvido.

- Quando vi você lá de cima, eu fiquei louco para te ter aqui agora, quando você ficou na minha frente eu fiquei louco para ter essas pernas em volta de mim enquanto eu meto com força em você, porra eu te desejo, como isso pode acontecer assim do nada… OH – Harry diz com os dentes cerrados e no final ele geme alto

- Harry… eu… vou – Eu começo a falar.

- Goza, goza gostoso no meu pau – Ele diz e suga meus seios me levando ao orgasmo mais incrível da minha vida. Minha intimidade parece estar sugando e apertando ele por causa do meu ápice e Harry dá um gemido rouco alto e chega ao seu orgasmo, gozando dentro da camisinha. Ele fica por um tempo dentro de mim e eu recupero minha respiração. Ele sai de dentro de mim e joga a camisinha usada longe da gente. Me levanto e totalmente envergonhada por ter feito isso com ele sem nem o conhecer, eu me visto rapidamente.

Provavelmente eu fui só mais uma, assim que me arrumo percebo que ele já estava pronto e me encarando. Eu dou um suspiro e me viro para ir embora.

Mas Harry me segura no braço.
- Aonde vai? Posso levá-la para casa se quiser, sei que você bebeu – Ele diz me encarando.

- Você também – Respondo e ele sorri.

- Mas eu sou difícil de ficar bêbado e estou acostumado, vem vou deixar você em segurança – Harry diz me segurando pela mão com força e delicadeza e saímos dali de mãos dadas. Ele me mantém entre seus braços quando passamos por todos aquele mar de gente e quando saímos vejo os comparsas dele me encarar e fazem um movimento com a cabeça em sinal de respeito, franzo o cenho e me deixo ser levada por Harry, ele dá olhares mortais para alguns outros homens que me encaram malicioso e eu ainda não acredito que transei com um traficante.

Espero que tenham gostado, se sim, deixem uma ask me contando

*Os favoritos são importantes, então se gostou deixa seu fav lindo aí ;D

STATUS: Inimigas.

Pra q carnaval? Se eu passo o ano inteiro sambando na cara das zinimiga! 😘

Não me inveje, me supere, meio difícil né gata, bjus. 👄 

Fala das putas, mas você é igual querida. 🌝

Uso a irônia pra não chegar de vez dando uma mãozada na tua cara.  👌 

Amiga seja menos ridícula. 👌😉 

Sou linda demais pra me importar contigo, miga querida. 👌💋

Amiga o melhor lugar pra você ficar é na sua. :*

🌻🌸  te acho falsa 🌸🌻 

 Falando em bosta, como é que ta seu namoro miga?☺ 

Amiga existe tanta vodka boa pra tomar e você prefere ficar aí tomando conta da vida dos outros. 👊🍺

Amiga, os meninos ficam na sua cola porque sabem que você é fácil demais, bjus. :*

Oh amiga , deixa de ser vagabunda! Se você não foi capaz de ficar com o teu homem , deixe o meu em paz .👌👊

Miga, você é tão atirada que te apresentarei a um amigo meu, o nome dele é penhasco, se atira nele, cai fundo. 👌☺

Dê Like se pegar!

Busquei a paz interior em cada canto seu, mas não me encontrei. Você não queria que eu fizesse de ti o melhor de mim, não quis que eu te desse meu mundo, não aceitou meus abraços sinceros, nada. Nada! Você simplesmente me deixou no chão. Eu tentei me reerguer tendo o seu carinho como base, mas olha só, estou aqui atirada ao chão novamente.
—  Isabela Queiroz.
TEXTO LÉSBICO ❤️

Nós duas, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntas. Imagine só. Não precisaríamos ser namoradas, nem casadas, nem nada disso. Apenas amigas. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós duas estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntas. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado demais e a minha cama ser perfeita para nós duas. Eu teria medo do escuro sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçadas até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas uma no outra e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçadas, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de Ficção Científica em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando algo e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria no meio da noite para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntas. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntas, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós duas e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto você ia para seu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso. Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando , e você estaria no topo da carreira. E você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E seria uma linda história de amor.

ouve morte, sim.
eu morri dentro de mim
não ouve enterro, choros, berros
missa de sétimo dia, flores jogadas
terra atiradas, sobre aquela caixa de madeira.
fui sepultado dentro de mim
e até agora, não há coisa pior que isso. 

Pedido feito por fashionistaonduty :Faz um do Harry que eles namoram e ele agride ela bêbado, a noite ela vai embora escondido e grávida. Quero um final legal pfvr. Obg.

Espero que gostem e desculpem os erros!


E mais uma vez o rapaz chegava embriagado em casa, a esposa do mesmo o esperava tensa por conta da notícia que receberá de manhã e ao mesmo tempo feliz por saber que tem um ser em seu ventre. Harry a olhou sem emoção no olhar e ela, inocente, foi o abraçar, sem saber que o marido, instantes depois, iria lhe dar um soco em sua face. Com o impacto, ela foi atirada sobre o sofá, com a mão no rosto, (S/N) chorava e sentia todo seu corpo tremer enquanto via o rapaz subir as escadas.

Já esgotada, a moça viu aquilo como a gota d'Água, ela poderia até aguentar a embriagues do marido, poderia até aguentar as loucuras dele, mas uma agressão iria muito além do que ela poderia suportar. Acariciando a barriga e chorado muito, ela subia as escadas com medo de ver o rapaz por ali, mas para a sorte dela, ele já havia dormido. Em silêncio, ela arrumava as roupas que tinha ali, enquanto colocava tudo em uma mala enorme azul.

Sem rumo, a moça dirigia enquanto tentava controlar o choro, mesmo com tudo o que Harry fazia, ela o amava mais que tudo, mas agora o que mais importava era o pequeno ser que carregava, e se para ter o bem de seu filho, ela precisaria ficar longe do marido, então ela o faria.

Estacionou em frente a pequena casa que tinha, desceu pegando a mala bastante pesada e logo entrou na residência.

Já exausta, tomou um banho rápido e logo caiu na cama se rendendo ao sono.

•••

Três meses depois.

A garota já estava com 5 meses de gravidez, hoje finalmente iria descobrir qual era o sexo do filho e por isso quase nem dormiu a noite, rolava na cama enquanto acariciava e cantava para a barriga.

Harry estava irreconhecível, uma barba grande, olheiras enormes e um corpo quase esquelético, depois que a esposa foi embora, o garoto caiu na gandaia, não chegou a ficar com alguma mulher, a dor de perder a garota que amava era tanta que não teve coragem de beijar outra pessoa.

(S/N) levantou animada da cama, quase tropeçou nos próprios pés enquanto se arrumava, ela estava tão feliz que ninguém podia atrapalhar sua felicidade. A campainha de sua casa tocou e ela estranhou, passou de tudo na sua cabeça, mas nenhuma delas mostravam Harry ali parado. Ao abrir a porta, viu o garoto e recuou com medo, tentou fechar a porta, mas ele a impediu enquanto entrava sem a permissão da mesma.

- Vai-i embora- A voz da menina falhou e Harry não pôde evitar de olhar a barriga da mesma.

- Você está grávida? - O rapaz disse e ela paralisou, enquanto o olhava tensa.

- Sim…- Disse baixo o suficiente para ele escutar.

- E esse filho é meu? - Harry se aproximou e dessa vez ela não recuou.

- Sim…- Ao falar sentiu as penas bambas e logo em seguida os braços de Harry a rodear.

- Meu Deus, eu vou ter um filho. - Ele dizia emocionado.

- Sim Harry. - Saiu dos braços dele tentando passar uma posse de durona. - Agora que já sabe, pode ir embora.

Harry a olhou surpreso, a garota ainda o encarava seria enquanto ele andava até ela.

- Eu não vou embora. - Disse antes de beijá-la e ela ficar estática.

- Harry não, eu não sei se quero. - Ela disse e ele sentiu o remorso percorrer por casa parte de seu corpo. - Não sei se quero tudo aquilo de novo.

- Por favor, eu só preciso de você e esse filho, eu sempre quis ter uma família e agora que eu posso, não quero estragar, por favor meu amor, só uma chance.

- Eu não sabia que você queria ter uma família- Ele acariciou a bochecha dela e ela suspirou se dando por vencida enquanto via os olhos pidões do marido. - Tudo bem, eu te perdoo, mas só desde vez, me ouviu?

- Tudo bem meu amor, tudo por você e meu filho que está aqui. - Ele ajoelhou beijando a barriga da mesma.

- Você quer ir comigo no ultrassom? - Ela disse animada e ele se levantou sorrindo.

- É claro que eu quero meu amor, é tudo o que eu mais quero. - Harry a beijou e ela sorriu sentindo tudo estar perfeito.

as pessoas vão embora

não como uma previsão pessimista e reclamona. não com uma pressão de cobrança chata. as pessoas vão embora. é um fato. é o curso natural da vida, o movimento natural das coisas.
as pessoas partem
com aviso ou sem aviso
com razão ou sem razão
não precisa briga, quebra de pratos em paredes, gritos, roupas atiradas pela janela. não precisa destruir espelhos, traições, grandes vacilos monumentais.
as pessoas se afastam do nada, sem despedida, sem explicação. e, acima de tudo, sem culpa. porque é como um abraço que nunca dura pra sempre. e os peitos já não se tocam, e os braços já não se tocam, e nem as mãos mais se apertam, de tão longe. e daí, o olhar abraça e beija do outro lado da calçada. e torce e vibra, mas já não permanece. é passageiro. porque a partida é constante.
as pessoas vão embora sem que você tenha terminado de se expor ou desbravar. as pessoas te deixam no meio da música, no meio da dança, sem par. porque encontraram outro par. porque encontraram outra música. ou porque se perderam. ou porque cansaram de tentar. ou sem por quê. só porque os pés doeram. talvez também os seus. só porque seus olhares se cruzaram e disseram: adeus.
ou silêncio. as pessoas partem em silêncio. sem dizer, sem elucubrar, sem explanar. porque tantas vezes faltará explicação. ou sobrará redundância. às vezes a permanência já não cabe ou nunca coube. às vezes o coração se deu conta de que se perdeu. às vezes nem isso, só distâncias e nadas. só silêncios e depois e depois e depois
e depois?
chegadas

mas eu me importo sim 
me importo e muito e não me acostumei com porra nenhuma ainda
mesmo que a cada vez aumentem as pedras atiradas contra mim
eu ainda não sei ser um foda-se na sua vida

Reação da Docete ao saber que o paquera a ama

Arminete: *comemora porque chamar atenção do Armin e conquistá-lo não é tarefa fácil*

Castiete: *ousadia*

Kentinete: *já está pronta para o casamento, já que sabe há tempos que Kentin gosta dela*

Lysandrete: *mal consegue encarar Lysandre*

Nathaniete: *completamente feliz por ter desbancado até a Melody que sempre fez tudo pelo Nathaniel*

Devaneios de uma garota suicida

 É como um quarto escuro durante a noite. Algumas vezes, a luz se infiltra pelas frestas da janela e nos traz um pouco de luz. Na maior parte do tempo, apenas escuro.

  É como uma gaiola. Somos pássaros encarcerados. Presos entre barras. Enxergamos a luz, os caminhos, as pessoas, as cores. Porém, ainda estamos enjaulados. Alguns acorrentados ao sentimento de culpa, outros no ódio - na maior parte do tempo, de nós mesmos. Todos submersos em dor. Aquela que consome e engole. Revira as entranhas.

  Dá vontade de chorar, mas o choro trava na garganta. As lágrimas? Secaram antes mesmo que eu tivesse tempo de assimilar que chorava. A solidão é companheira. A escuridão cresce a cada dia. Afoga. Tudo me puxa para baixo, como a gravidade me atraindo ao inferno. Pés, pernas, tronco, braços. Atirada no chão, ajoelhada, abraçando a mim mesma. Implorando por clemência, sempre implorando. “Por favor; por favor. Só quero morrer.” - sussurrando para o vento, para a noite ou para seja lá o que puder me ouvir.

  Sangrando por dentro; sangrando por fora. A dor me mantém acordada. De noite, quando durmo, acordo entre um pesadelo e outro. Sempre suada, com lágrimas pelas bochechas, tremendo. Sempre achando que nunca mais voltarei a sentir nada. Sempre voltando àquele imenso buraco escuro no meio, bem no meio de meu ser. Àquele buraco em minha alma.

- Giulia Bittencourt.

- Cachorro-quente. - Na esteira de bagagens do aeroporto, sua mala estar entre as primeiras a aparecer. - Receber notícias de um amigo de que você gosta muito e que andava sumido. - Ter recebido de presente a série inteira de Mad Men para assistir atirada no sofá. - Numa loja de CDs usados, por um preço irrisório, encontrar discos de Keith Jarret, Tom Waits, Chet Baker e Miles Davis que você já teve em vinil e estupidamente se desfez. - Livros. Encantar-se por um autor que você não conhecia. - Num restaurante com os amigos, a última rodada ser brinde da casa. - Dentro do cinema, não haver ninguém conversando e fazendo barulho com papel de bala e saco de pipoca. - Revistas TPM, Lola, Bravo, Elle, Vogue, Joyce Pascowitch – revistas de moda, cultura, entretenimento e decoração são sempre um luxo acessível, uma fantasia necessária. - Lareira. - Sair bem na foto. - Passar um fim de semana no Rio. - Um bom programa de entrevistas na tevê. - Uma consulta altamente proveitosa na terapia. - Flores, folhagens, jardins, árvores, montanha. - Acertarem no presente. - Taxista que não corre. - Prazos de validade bem visíveis nos produtos perecíveis. - Banho quente. Sem pressa pra sair. - Declaração de amor de filho. - Declaração de amor do seu amor. - Conversar longamente com sua melhor amiga. Tomando um vinho tinto, melhor ainda. - Alguém encontrou e devolveu a carteira que você havia perdido com todos os documentos dentro. - Barulho de chuva antes de dormir. - Dia de sol ao acordar. - Massagem. - Receber um elogio profissional de alguém que você admira muito. - Subir na balança e descobrir que emagreceu. - Check-up que não acusa nenhum distúrbio de saúde. - Lembrar detalhes de um sonho bom. - A vibrante pulsação de um show ao vivo. - Biografias bem escritas de personalidades interessantes. - Praia com mar de cartão postal. - Festa boa. - A luz voltar. - Um dinheiro extra que você não estava esperando. - Beijo. - Sair do dentista ouvindo a recomendação de voltar só dali a um ano. - Uma noite bem dormida. - Ter concluído satisfatoriamente todas as pendências da semana. - Seu time fazer o gol decisivo no último minuto do jogo – é preciso sofrer um pouquinho na vida. - Coca-Cola. Bombom. Pão com manteiga. Queijo. - Chorar de rir. - Quitar uma dívida. - Rever as obras de um pintor de que você gosta muito. - Seu cachorro de estimação. Seu gato aninhado em seu colo. - Identificar suas próprias pequenas felicidades e, mesmo nem tudo dando certo, gostar da vida que leva.“ Martha Medeiros, 22/07/2012

Eles dizem “está tudo na sua cabeça ”, me entopem de remédios para tudo isso parar, fico lenta mal consigo andar, falo como se estivesse drogada, fico pelos cantos atirada, como se aliviada mas por dentro continuo bagunçada, quando marquei a consulta ele disse isso vai te ajudar, mas moço não é na minha cabeça isso não vai melhorar, moço você não percebe tudo isso é só meu coração contaminado de tristeza já, ele não aguenta mais ele quer apenas parar..