atendy

Você me ligou, de primeira eu não atendi, eu queria desligar, sabia que se eu atendesse, aquilo iria me machucar. Depois de semanas fiquei longe, sem ouvir sua voz, sem conversar normalmente com você, aliás, não havíamos combinado que um iria esquecer o outro, mas você não estava bem e mesmo tendo esse pensamento eu acabo me importando com você, sei que eu ainda o amo e que quero te proteger e foi por isso que te atendi, mesmo me machucando eu escutei sua voz rouca e você estava chorando e eu como prometi, cuidei de você.
—  Eu sou o oposto, mas não o seu contrário. 

❝Eu olho pra sua tatuagem e pro tamanho do seu braço e pros calos da sua mão e acho que vai dar tudo certo. Me encho de esperança e nada. Vem você e me trata tão bem. Estraga tudo. Mania de ser bom moço, coisa chata. Eu nunca mais quero ouvir que você só tem olhos pra mim, ok? E nem o quanto você é bom filho. Muito menos o quanto você ama crianças. E trate de parar com essa mania horrível de largar seus amigos quando eu ligo. Colabora, pô. Tá tão fácil me ganhar, basta fazer tudo pra me perder. E lá vem ele dizer que meu cabelo sujo tem cheiro bom. E que já que eu não liguei e não atendi, ele foi dormir. E que segurar minha mão já basta. E que ele quer conhecer minha mãe. E que viajar sem mim é um final de semana nulo. E que tudo bem se eu só quiser ficar lendo e não abrir a boca. Com tanto potencial pra acabar com a minha vida, sabe o que ele quer? Me fazer feliz. Olha que desgraça. O moço quer me fazer feliz. E acabar com a maravilhosa sensação de ser miserável. E tirar de mim a única coisa que sei fazer direito nessa vida que é sofrer. Anos de aprimoramento e ele quer mudar todo o esquema. O moço quer me fazer feliz. Veja se pode. E aí passa o maior gostoso na rua e ele lá, idolatrando meu nariz. E aí o celular dele toca e ele, putz, perdeu a ligação porque demorou trinta mil horas pra desvencilhar os dedos do meu cabelo. Com tanto potencial pra me dar uns tapas, o moço adora me fazer carinho com a ponta dos dedos. Não dá, assim não dá. Deveria ter cadeia pra esse tipo de elemento daninho. Pior é que vicia. Não é que acordei me achando hoje? Agora neguinho me trata mal e eu não deixo. Agora neguinho quer me judiar e eu mando pastar. Dei de achar que mereço ser amado. Veja se pode. Trinta anos servindo de capacho, feliz da vida, e aí chega um desavisado com a coxa mais incrível do país e muda tudo. Até assoviando eu tô agora. Que desgraça. Ontem quase, quase, quase ele me tratou mal. Foi por muito pouco. Eu senti que a coisa tava vindo. Cruzei os dedos. Cheguei a implorar ao acaso. Vai, meu filho. Só um pouquinho. Me xinga, vai. Me dá uma apertada mais forte no braço. Fala de outro menino. Atende algum amigo retardado bem na hora que eu tava falando dos meus medos. Manda eu calar a boca. Sei lá. Faz alguma coisa homem! E era piada. Era piadinha. Ele fez que tava bravo. E acabou. Já veio com o papo chato de que me ama e começou a melação de novo. Eita homem pra me beijar. Coisa chata. Minha mãe deveria me prender em casa, me proteger, sei lá. Onde já se viu andar com um homem desses. O homem me busca todas as vezes, me espera na porta, abre a porta do carro. Isso quando não me suspende no ar e fala 456 elogios em menos de cinco segundos. Pra piorar, ele ainda tem o pior dos defeitos da humanidade: ele esqueceu o ex namorado. Depois de trinta anos me relacionando só com homens obcecados por amores antigos, agora me aparece um obcecado por mim que nem lembra direito o nome do ex. Fala se tão de sacanagem comigo ou não? Como é que eu vou sofrer numa situação dessas? Como? Me diz? Durmo que é uma maravilha. A pele está incrível. A fome voltou. A vida tá de uma chatice ímpar. Alguém pode, por favor, me ajudar? Existe terapia pra tentar ser infeliz? Outro dia até me belisquei pra sofrer um pouquinho. Mas o desgraçado correu pra assoprar e dar beijinho.❞

Imagine Harry

pedido.

P.O.V (S/N)

Os ponteiros do relógio pareciam não se mover mais, podia ouvir alguns passos no corredor mesmo com a porta fechada, minha poltrona parecia machucar ainda mais as minhas costas com cada movimento que fazia impaciente, a pequena mão segurava meus dedos e eu não me atrevia a retirar meu braço sobre a cama. Essa era minha rotina pelos últimos meses quando descobrimos que nosso filho tinha uma rara doença genética chamada Lupus, depois de vários exames o médico constatou que sempre esteve no meu corpo mas eu não fazia ideia.

Mais uma madrugada em claro no hospital meu pequeno respirava devagarzinho pela gripe forte que pegou, a doença ataca a imunidade do corpo fazendo com que seja extremamente forte e reagindo contra os órgãos os considerando como invasores.. O tratamento é feito com medicamentos que agora também utilizo, mas até acertamos a sua dosagem, meu pequeno fica doente com muita facilidade e tudo isso enquanto meu marido está em turnê.

-Alô-atendi meu celular que vibrava no meu bolso com um sussurro

-Amor ?- sua voz rouca me chamou fazendo meus olhos se encherem de água-Desculpa te acordar- ele sussurrava como se estivesse ao meu lado-Queria saber como nosso pequeno está- sorri o observando dormir

-Estamos bem- menti acariciando a sua pequena mão-E o show como foi ?- sorri imaginando sua expressão mudando

-Foi incrível- ele contava animado e eu apenas assentia tentando segurar as lagrimas que insistiam em cair

-Isso é ótimo meu amor-assenti que sim com a cabeça para a enfermeira que entrava no quarto para chegar meu filho enquanto caminhava até o corredor.-E quantos shows ainda faltam ?- perguntei e me arrependi

-Alguns babe- sua voz era doce-Porque ? está tudo bem ?- respirei fundo ficando em silencio-Faz quanto tempo que vocês estão ai ?- ele inquieto falava sem parar

-Calma Harry- adiverti o fazendo ficar em silencio-Só algumas horas-Lui precisava fazer inalação e preferi passar a noite aqui- podia ouvir sua respiração pesada- É só uma gripe- assenti

-Porque não me avisou ?- calmamente ele me questionava

-Você não podia fazer nada dai meu amor-assenti-É só uma gripe, quando amanhecer voltamos para casa-observei a enfermeira sair do quarto e ao entrar dei de cara com dois olhos verdes me observando -Espera um minuto

P.O.V Harry

Estava caminhando de um lado para o outro dentro do meu quarto de hotel, só de pensar em minha mulher e meu pequeno em um quarto de hospital de dilacerava por dentro, por ser um péssimo e marido e pai estando do outro lado do mundo, o telefone estava em silencio por alguns minutos

-Papai- uma voz doce fez as lagrimas começarem a descer pelo meu rosto

-Oi Campeão- pude ouvir sua risadinha de fundo-Como você está ?- pelo som ao fundo imaginei que ele estava no viva voz

-Bem papai- ele deu um espirro

-Saúde- eu e (s/a) falamos juntos

-A mamãe disse que você volta logo- ele tagarelava-.. E ai vamos fazer aquela proteção para o homem aranha e o homem de ferro

-Louis Edward- sua voz rouca o fez suspirar

-Tá bem mamãe- imaginei sua feição brava para ela me fazendo sorrir

-Quando  voltar vamos fazer tudo isso está bem campeão ?- ele ficou em silencio

-Amor o papai não está te vendo balançar a cabeça- ela ria baixo me fazendo rir

-Tchau papai-ele espirrou mais uma vez- Amo você

-Também amo você campeão- sorri enquanto ouvi as instruções da minha mulher para ele puxar o travesseiro e deitar

-Quando chegarmos em casa eu te ligo Hazza- sua voz estava baixa e eu ouvi alguns passos, fiquei em silencio sentindo as lagrimas escorrerem e a minha garganta queimando-Você é o melhor pai do mundo..- suspirei-O melhor marido e eu te amo tanto, eu sei o quanto você queria estar aqui e isso é o que importa.. -não conseguia dizer uma única palavra-Ele sabe que você queria estar aqui- ela sussurrou

-Eu sinto muito- murmurei com a minha mão sobre a cabeça sentindo as lagrimas inundando meus olhos

-Não sinta meu amor, eu preciso…-LOUIS..- ela aumentou o tom de voz me assustando..- Solta isso,não é pra brincar com o controle da cama, cristo menino..-sorri baixo imaginando a cena- Amor eu preciso desligar e colocar essa mini versão Styles pra dormir antes que ele destrua o quarto..-ri baixo

-Amo você- sussurrei a ouvindo repetir antes de desligar

P.O.V (S/n)

Desci até a recepção para assinar alguns papeis liberando a saída do meu pequeno do hospital enquanto uma enfermeira o ajudava a se trocar, Louis era a versão mirim do Harry com seu padrinho Lui, ainda me pergunto porque deixei meu marido escolher o seu nome.. O que o deixava as vezes impossível, mesmo com 4 anos ele me deixava louca com suas travessuras. Sai do elevador caminhando em direção ao quarto e senti uma movimentação maior que o de costume quando abri a porta tive que me segurar pra não cair para trás com a cena

-Você acha mesmo ?- Lui saltou da cama pulando nos braços do Harry parado a sua frente- Que o aranha vai vencer na nossa luta ?- ele desconfiado discutia os planos da brincadeira

-Tenho certeza que sim- ele espalhava beijos sobre o seu rosto o fazendo rir-Oi mamãe- ele se virou pra mim que já estava com os olhos cheios de lágrimas

Apenas fui até os dois e os abracei forte antes de receber os seus lábios sobre os meus em um selinho demorado-Não papai- senti duas mãos o empurrando-A mamãe é minha- ele cruzo os braços nos fazendo rir.

Harry com toda a certeza é o melhor marido e pai do mundo.

* Parte 2 - Final!

Marcelly Point of View

Eu havia acabado de chegar em Miami, aliás foi o primeiro lugar que me veio à mente, até por que meu apartamento continua aqui. Quando fui morar com Niall em Londres decidi não vender o apartamento, e vejo que fiz a escolha certa, pois se não nem teria onde ficar a essa altura.

Entrei no apartamento e comecei a abriu as cortinas. É isso aqui está precisando de uma bela faxina, pensei.

1 mês depois…

Um mês já havia se passado, nesse um mês eu sentia a falta de Niall mais que qualquer outra coisa. No início recebi muitas ligações dele, porém não atendi a nenhuma delas, e achei melhor trocar de número. Não quero que ele sinta pena, ou, apenas fique comigo por pena ou sei lá. É complicado.

Hoje decidi ir até o Starbucks, desde que Niall e eu terminamos não tenho saído muito, porém eu preciso mudar isso, tenho que seguir em frente, assim como ele deve ter feito.

- Marcelly? - perguntou uma voz conhecida por mim

- Harry - falei assim que olhei pra cima e o vi, já que antes estava de cabeça baixa

- O que faz por aqui? - perguntou confuso

- Bem, eu estou morando aqui agora - disse

- Como assim? Você e Niall se mudaram? - perguntou

- Não, eu e Niall não estamos mais juntos - respondi com a voz baixa

- Como não? O que aconteceu? - esse menino só faz perguntas, meu Deus

- Prefiro não falar sobre isso Harry, não quero ficar relembrando - falei sem ser grossa

- Tudo bem, me desculpe - disse

- Não tem problema, eu sei como você é curioso - sorri fraco

- E então, está a quanto tempo em Miami? - novamente, mais perguntas

- A um mês - respondi

- Está no seu antigo apartamento?

- Sim Harry - falei

- Niall sabe que está aqui?

- Harry, está fazendo de novo - falei me referindo as perguntas

- Desculpa, não consigo controlar - disse

- Olha, eu preciso ir agora, foi bom te rever - falei me levantando

- Igualmente Elly, se cuida, e vê se não some - falou me chamando pelo apelido que Niall me deu, apenas sorri para o mesmo e sai

Niall Point of View

Um mês que eu estava sem ela, e tudo por minha causa, eu não deveria ter a tratado daquela forma, tão mal. Ela só queria me ajudar, era o jeito dela de ser. Cuidadosa, carinhosa, atenciosa, amorosa, a onde eu vou encontrar outra Marcelly na vida? Nunca! Tudo isso por que ela é única.

Fico me lembrando o tempo todo da forma como ela cuidava de mim, me tratava como um verdadeiro príncipe, até por que eu costuma ser o príncipe dela como ela mesma dizia. Mas agora tudo se esvaio, tudo foi embora por eu ser um babaca. Eu só queria encontrá-la e fazer tudo diferente.

Eu perdi as contas de quantas ligações eu fiz pra ela, mas depois de um tempo parece que ela mudou de número. E isso é agoniante, eu não sei onde ela está, não tenho o número novo, não sei se ela está bem, se está feliz, ou se até mesmo já seguiu em frente. Deus queira que não, posso estar parecendo egoista, mais eu a amo demais, eu só percebi isso um pouco tarde demais.

Porém minha mãe diz que todos merecemos uma segunda chance, e eu irei lutar pela minha com a minha Elly.

- Alô? - falei atendendo o celular sem me dar o trabalho de olhar quem era

- Niall, sou eu cara - disse

- O que você quer Harry? - perguntei direto

- Eu quero saber que merda você fez? - perguntou ele

- Do que você está falando? - perguntei confuso

- Não seja sonso Horan, o que você fez pra Marcelly? Vocês não iriam terminar assim do nada - disse ele

- Pera ai, como você sabe? Você a viu? - perguntei já alertado

- Sim, conversamos um pouco hoje no Starbucks - respondeu

- E onde você está Harry? - perguntei

- Em Miami, por que? Vai vir me visitar? - perguntou

- Ela está no antigo apartamento dela? - perguntei o ignorando

- Sim - respondeu

- Obrigado Harry, te amo, preciso desligar agora amigo, tchau - falei rápido e desliguei em sua cara sem ao menos dar chances de ele responder

Fui correndo para o quarto e fiz uma mala com algumas roupas, eu iria até Miami e só voltaria de lá com a minha garota nos meus braços.

Marcelly Point of View

O tempo em Miami estava mudando, parecia que ia chover a qualquer momento. Eu espero que não, pois odeio ficar sozinha em dias de chuvas, talvez esteja na hora de eu comprar um cachorro.

Estava voltando da cozinha quando a campainha tocou.

- Você? - falei assustada ao vê-lo na minha frente

- Oi - falou sem graça

- O que está fazendo aqui Niall? - perguntei

- Eu vim em busca da minha segunda chance e levar minha garota de volta pra casa - falou

- Acho que errou de porta então - falei fria já pronta para fechar a porta, porém ele impediu

- Não, eu não errei, escuta, me desculpa, eu sei que fui um babaca com você, um merda, e todos os nomes feios que você quiser, mas eu to aqui por você, por que eu te amo - falou me olhando

- Não pareceu me amar quando me mandou embora - falei

- Eu sei, me perdoa por isso, eu apenas estava estressado demais com as coisas, e acabei descontando tudo em você, logo você, que não merecia isso - disse

- Mas não merecia mesmo, eu fazia de tudo por você Niall, tudo pra te agradar, eu me escondi durante oito meses de fãs ou qualquer coisa relacionada a mídia por que você pediu, por que você, você não queria assumir nosso namoro - falei jogando tudo pra fora

- Eu sei, eu sei de tudo isso, não devia ter feito isso, não deveria ter pensado no que os outros iam falar ou pensar, eu só deveria ter me importado com você - falou

- Só que você nem ligou pra mim, você não ligava pros meus sentimentos, você nunca soube como eu me sentia em relação a tudo isso Niall, por que sempre que eu tentava falar com você eu só recebia coice - falei tentando segurar as lágrimas que estavam começando a aparecer

- Me perdoa, por favor, eu prometo melhorar, vou ser melhor que isso eu juro - suplicou me olhando com aquelas órbitas azuis que eu tanto amo

- Me desculpa Niall, por mais que eu te ame não dá mais, eu não quero viver escondida pra sempre, eu quero fazer coisas que um casal normal faz, coisas que em todo esse tempo você nunca me proporcionou - falei deixando uma lágrima cair

- Eu não quero mais saber de nada Marcelly, eu juro, o que me importa agora é você meu amor, eu prometo que se você me der mais uma chance serei o melhor pra você, e que se danem os outros, vamos fazer o que você quiser, eu tive que te perder, durante esse um mês só Deus sabe o que eu passei, mas quando eu te perdi eu cai na real, eu não posso viver sem você, eu te amo. Você foi a garota com quem eu passei mais tempo em toda a minha vida, não podemos acabar assim, por favor, me dá mais uma chance - pediu com os olhos já vermelhos

- E se nada mudar Niall? - perguntei insegura

- Eu juro que vai, vou fazer valer a pena - falou segurando em minhas mãos

- Eu acho que estou sendo muito fácil com você - falei chorando

- Por que? - perguntou se aproximando limpando minhas lágrimas com seu dedo

- Por que eu te amo Nialler, te amo demais, e por mais que minha mente diga não, meu coração diz que sim - falei

- Então acho melhor você escutar seu coração, ele nunca erra - disse próximo a mim, eu já podia sentir sua respiração batendo em meu rosto

- Se você me decepcionar mais uma vez, eu te mato Horan - falei encarando ele

- Eu te amo, confia em mim - disse e eu assenti

Niall logo juntou nossos lábios iniciando um daqueles beijos que eu tanto amo. Como eu senti falta disso, falta dos lábios dele nos meus, das suas mãos em minha cintura e de minhas mãos bagunçando seu cabelo.

- Como soube que eu estava aqui? - perguntei parando o beijo com dois selinhos

- Harry me ligou, e ai me contou - respondeu

- Mas que fofoqueiro - falei rindo

- Fico feliz que ele seja um fofoqueiro, se não eu nem estaria aqui agora - ele disse colocando uma mecha minha atrás da orelha

- Tem razão, ainda bem - concordei e sorri pra ele

- Senti sua falta - falou me abraçando forte

- Eu também senti a sua, muita, é horrível ficar longe de você - falei beijando seu pescoço

- Nunca mais deixo você ir pra longe de mim - falou me olhando agora

- Acho bom Horan, por que eu não pretendo ir a lugar algum sem você - disse e o selei

Fim!

Raul - 06

Veio direita a mim e deu-me um beijo. Não é normal as putas darem beijos. Mas este foi muito bom. Bom e demorado. Agarrei nas ancas e puxei mais para mim. Ela empurra-me para trás e começa a despir. Tira o vestido. Vejo pela primeira vez a lingerie. Corpete, meias de ligas pretas e fio dental. Tão sexy! Ela agarra nos meus ombros e obriga-me a sentar na cama. Tira fora o pau. Era grande. Mete-o em frente à minha cara. Agarrei e pus na logo boca. Ainda estava mole mas aos poucos engrossou. Cheirava tão bem. Ela pergunta em inglês se eu estava a gostar. Claro que sim! Respondi. Mamar um pau daqueles não é todos os dias. O telemóvel toca. Não sei se devia atender. Deixei tocar. Pensei em desligar. Quando olho para o monitor vejo que é a minha mulher. Atendi. Ela perguntou se estava tudo bem, se a viagem foi boa e como é que eu estava. Respondi que estava tudo bem, a viagem foi boa e que estava no quarto a descansar. Estava agarrar aquele pau enorme apontado para mim. Não resisti. Meti na boca outra vez e desliguei o telemóvel.