assado

Receita de frango empanado com Doritos e molho especial

Recentemente alguns sites postaram as 22 laricas mais gostosas do mundo e eu resolvi me aventurar em uma delas. 
Fiz o frango empanado com Doritos e gente quase morri comendo, sem exageros fica extremamente gostoso, e o Doritos de nachos da um sabor diferente. 
Façam e sejam felizes por favor. hehe

Ingredientes

• 2 peitos de frango
• 1 Doritos sabor nachos 200gr (ou sabor de escolha)
• farinha de trigo
• 2 ovos
• 1 xícara de leite
• sal e pimenta  

Modo de Preparo

Comece triturando o Doritos (pra evitar que você coma tudo antes de terminar a receita rs), se fizer no triturador/processador/liquidificador qualquer coisa do gênero vai ficar mais fininho e melhor, mas se não tiver nenhum, pode esmagar o Doritos dentro do próprio pacote, esmague beeeeem. 

Corte o frango em tiras e tempere com sal e pimenta. 

Prepare 4 refratários, um com leite, farinha, ovo e doritos, nessa ordem. 

Passe o frango no leite, depois na farinha, no ovo e por último no Doritos, coloque em uma forma untada com manteiga e leve ao forno em temperatura alta por 20 a 30 minutos. O tempo vai depender do tamanho do frango e do tipo de forno, o ideal é que você experimente depois de uns 20 minutos.

O frango vai ficar macio por dentro e crocante por fora. Uma delícia. :D 

Para acompanhar, você pode fazer esse molho especial enquanto o frango assa. 

Ingredientes

• 2 colheres de creme de leite
• 2 colheres de maionese
• 1 dente de alho bem picado
• 1 colher de sopa de limão
• 1 colher de chá de pimenta
• 1 colher de sopa de salsa 
• 1 colher de sopa de cebolinha
• sal e pimenta 

Modo de preparo

Misture todos os ingredientes até ficar homogêneo. Deixe uns minutos na geladeira antes de servir. 

Larique-se com o frango à Doritos \o/

eu acho que eu superei o amor romântico - ela me disse

porque o amor romântico pede muitas coisas
da permanência incondicional às doações sem retorno exacerbadas
demonstrações constantes e monumentais
obras faraônicas
slogans premoldados
peças fabricadas para explodir as sensações
você precisa dizer e sentir coisas - ciúmes
porque o amor romântico é assim e assado e - acima de tudo - não morre.
então ainda que aquela relação (presumidamente recíproca porque o amor romântico exige reciprocidade) te sugue toda energia e felicidade, qualquer possibilidade de seguir sua vida na direção que lhe caberia, só ou em outras companhias, ainda que tudo isso seja verdade, você não pode ir embora porque o amor romântico é sobre estadia estática
e quando alguém quebra esse pacto tão selado por promessas vazias gritadas aos ventos cibernéticos e as declarações prontas em datas comemorativas, quando alguém desiste ou falha ou cansa ou se dá conta de que simplesmente não tem dado certo, quando alguém sai do ciclo seleto que é formado por aqueles que entendem de romance, essa pessoa é má, vil, cruel, destruidora de sonhos, talvez até mentirosa
e eu queria dizer que talvez essa pessoa seja apenas aquilo que todo mundo deveria ser pelo menos um pouco todos os dias: livre
eu queria dizer que as relações têm que saber se por - e por que não? até o sol o faz
o meu sentir me persegue indefinidamente e se transforma mas não desmancha, cansa mas não se arrefece. só se mistura na rotina do prosseguir.
é muito sobre isso, eu acho, agora.
o amor romântico quer uma grande renúncia que nunca é sua - você sempre espera que o outro esteja aos seus pés
e quando você decide se curvar pra entrega e ela não é notada - esse é o maior absurdo, o vencedor dos insultos ao seu ego
porque o amor romântico quer ser pago
e me perdoa por ter cansado desse jogo, por jogar agora todo o meu amor diariamente janela da alma a fora, por dizer ‘tô aqui agora ou mais tarde’, ainda que a pessoa jamais venha, eu nunca paro pra esperar sentada então a espera nunca mais me dói, me perdoa pela disponibilidade, por sempre conversar com profundidade, por falar como me sinto com tanta desenvoltura, por escrever sobre, por procurar, me perdoa por sumir do nada sem hora pra voltar, me perdoa por ser exatamente quem quero ser o tempo todo, por ter deixado de me perguntar qual vai ser a reação do outro, por sair quando sinto que preciso, por voltar quando bate vontadde, me perdoa por só fazer as coisas quando sou capaz de sentir amor enquanto faço, me perdoa por sentir tanto amor o tempo todo ainda que não haja formato, nome, título ou destinatário
me perdoa por não me sentir mal sobre nada disso
sobre não caber na cartilha do romantismo como prática social cotidiana
também não caibo nas cartilhas desse novo-amor-livre fabricado pela indústria libertária
eu sinto e é mais ou menos só isso - fico feliz por não precisar entitular

Sabe aquele olhar que os cachorros de rua dão para os frangos sendo assados na vitrine giratória do supermercado? Então, passei a dominar este olhar com o passar dos anos. Não me leve a mal, pois não me refiro àquela sensação que a grama do vizinho é sempre mais verde, que o cabelo da fulana é mais bonito ou que aquela sua rival dos tempos de escola está namorando o cara “perfeito”. Não é esse tipo de invejinha que todo mundo tem e nega a que me refiro. Sabe quando sair todo final de semana, ter vários “crushes” ou se exibir com o cara mais bombado da balada já não faz mais sentido? Primeiro porque quando sai a primeira coisa que você faz é procurar um lugar para sentar e segundo porque você acha “crush” uma gíria idiota de adolescente. Neste momento você começa a refletir que não faz tanto tempo que saiu da adolescência e já acha várias coisas irritantes. Você começa a se questionar em que momento da vida desgostou das boys bands, deixou de ter um ídolo teen e parou de pesquisar fofocas sobre o mundo dos famosos. A maioridade que você tanto almejou chegou e impôs seu preço. Você começa a mudar gradativamente, revê conceitos, formula princípios e muda algumas opiniões. Você cresce e torna-se uma estranha. O namorado “gêmeo” do Taylor Lautner que outrora você tanto desejou dá lugar a outro que está com você nos piores momentos. Seu festival de amizades de balada dá espaço a um círculo restrito que você é capaz de contar com os dedos de uma só mão. Em determinado momento você passa a desejar apenas um emprego estável, boas amizades, um parceiro leal e uma casa aconchegante para voltar no final do dia. Creio que o olhar de um cachorro de rua desejando um frango assado é o mesmo olhar que adquirimos quando amadurecemos. É o nosso jeito de encarrar que mesmo algumas coisas indo bem outras darão errado, este é o nosso modo de demonstrar que ter vinte e poucos anos pesa.
—  Tainara, d-istopia.
— Olha só, vamos tentar não falar sobre isso?
— Sobre o quê?
— Sobre eu estar aqui. Sobre a gente ter se conhecido e qualquer coisa que acontecer daqui pra frente. Vamos tentar simplesmente não falar a respeito. Não perguntar se tá acontecendo mesmo, se a gente tem motivos, se vai ser assim ou assado. Querer saber o que um tá sentindo, o que o outro tá sentindo. Sei que devo parecer louca mas falar sobre as coisas avacalha tudo pra mim. Falar estraga. É só dar nome que morre.
—  Daniel Galera.

os-cara  asked:

Que tal uma foto com a Sra Couple Ninfo na posição de frango-assado e um cacete enfiado no cu. Mas ela também tem que abrir a bucetinha com dois dedos para deixar o grelinho bem a mostra.

Ótima ideia! Que tal essa?

Dieta Japonesa - 5kgs por semana

Segunda-feira
Café da manhã: 1 ou 2
Almoço: 4 e 5
Jantar: 6 e 15

Terça-feira
Café da manhã: 3
Almoço: 5, 6 e 7
Jantar: 16

Quarta-feira
Café da manhã: 3
Almoço: 4, 8 e 9
Jantar: 17

Quinta-feira
Café da manhã: 3
Almoço: 10, 11 e 12
Jantar: 18 e 19

Sexta-feira
Café da manhã: 3
Almoço: 9 e 13
Jantar: 20

Sábado
Café da manhã: 3
Almoço: 14
Jantar: 4

Domingo
Café da manhã: 3
Almoço: 6 e 7
Jantar: 21

Agora a tabela:
01 CAFÉ COM ADOCANTE OU SEM ACUCAR
02 CHÁ COM ADOCANTE OU SEM ACUCAR
03 CAFÉ COM UM BISCOITO AGUA E SAL
04 2 OVOS COZIDOS COM SAL
05 VERDURAS A VONTADE
06 1 BIFE GRANDE
07 FRUTAS A VONTADE
08 SALADA A VONTADE
09 TOMATE A VONTADE
10 1 OVO COZIDO
11 CENOURA CRUA OU RALADA
12 UMA FATIA DE QUEIJO
13 1 FILÉ DE PEIXE FRITO
14 FRANGO ASSADO A VONTADE
15 SALADA DE PEPINO
16 SÓ PRESUNTO A VONTADE
17 PRESUNTO E SALADA DE REPOLHO, CENOURA E CHUCHU A VONTADE
18 SALADA DE FRUTAS A VONTADE
19 IOGURTE NATURAL
20 BIFE E SALADA DE FRUTAS A VONTADE
21 COMER O QUE QUISER DENTRO DO REGIME

Imagine Harry Styles - Pedido

Olá pessoinhas!! Então, meu coração se partiu escrevendo este imagine, pois não gosto de imaginar cenas assim - por motivos pessoais. Esse imagine é inspirado em fatos reais ( não completamente, mas boa sim, então já sabem como está meu psicológico, haha).

Espero que gostem bastante e venham me dizer o que acharam - POR FAVOR !! - AQUI <3

Boa leitura Xx


Suspirei cansada e quase socando o peru que resolvi assar para o jantar de hoje. Tantas comidas que eu poderia escolher e opto logo por essa? Peru assado? Eu realmente sou muito criativa. Claro que comprei as coisas de acordo com o que Harry mais gosta, como por exemplo, arroz á grega. O que eu não sou muito fã, mas para agradá-lo, o fiz.

Joguei os braços para cima, encarando o peru e ele me encarando, esperando que ele me dissesse como se cozinha, se tempera e essas coisas. Receitas da internet não funcionam, pois todas as vezes que já tentei reproduzir algo, ficou uma grande bosta! Bufo, ouvindo o meu celular tocar no balcão. O pego e atendo, metendo a mão no peru outra vez e enfiando cenouras e batatas em seu interior, como manda a receita que peguei.

- Alô? – falei, seca e grossa.

- Uau, nem parece que transa – uma voz fala, fina e estridente, me fazendo rolar os olhos – Ta tudo bem, honey?

- Não, não está tudo bem! – meio que grito, jogando sal, pimenta e tempero completo na ave, tentando cobrir todas as partes – Estou tentando assar um peru, mas não faço idéia de como fazer!

- Hum, peru? Por acaso é para o Harold? – pergunta Louis, segurando uma risada

- É sim, se fosse por mim, eu pediria comida italiana e ficaria tudo bem. Mas – digo, rodando o tabuleiro e vendo se não deixei nenhum espaço sem tempero – Quero agradá-lo, então estou fazendo o que posso.

- Uh, quer que eu faça “onwt”? – ele pergunta, já rindo escandalosamente – Você é tão fofinha às vezes, honey

- Tá ta – reclamei, pegando o peru e enfiando no forno – Me ligou para que?

- Escutar sua voz me deixa feliz – ele diz, com a voz transbordando sarcasmo – Não, não consigo mentir para você. Bom, só ia chamar você para a festa na casa da mãe do Fred. Vai ser no sábado.

- Adoro a mãe do Fred! Ela bêbada é a melhor pessoa do mundo! – digo, me lembrando da ultima festa que fomos a casa dele, em que ela bebeu uma garrafa de vodca inteira e começou a dançar com o Dj, dizendo que ela tinha idade para ser mãe dele mas que se rolasse uma química … Números são só números.

- Dona Ferdinanda é linda – Louis fala, rindo loucamente na linha – Enfim, porque está fazendo um jantar para Harry? É aniversario de vocês?

- Não não, nada muito importante – digo, lavando a louça que sujei e vendo se já preparei tudo – Eu só quero fazer algo especial para ele, sabe? Ele sempre trabalha até tarde, chega cansado e me dá carinho. Quero fazer algo que ele goste e retribuir um pouco do que ele faz para mim.

- Nossa, isso me deu até dor de barriga – ele diz, fazendo barulhos do outro lado da linha – Que lindo, honey. Tenho certeza que ele vai adorar!

- Tomara – eu digo, colocando as mãos na cintura e me apoiando no balcão.

- Bom, vou deixar você terminar o que tiver ai. Você ainda tem que ficar cheirosa e gata para ele – Louis diz, jogando beijinhos do outro lado da linha – Me conta depois o que ele achou.

 - Claro amiga – brinco com ele – Te conto tudo mais tarde!

- Hum, até os detalhes quentes? Sempre quis saber como ele é na cama! – cubro a boca para abafar a gargalhada, mas falho e Louis me segue, rindo igual uma zebra.

- Você é bem podre

- Também te amo, honey! – e desligou

Balanço a cabeça repetidas vezes, tentando apagar o sorriso do meu rosto. Louis é uma figura. Olho para o relógio, percebendo que tenho 30 minutos para tomar banho e me arrumar. Subo as escadas correndo e tomo o mais longo banho da minha vida, que duraram 10 minutos. Seco o cabelo como posso e coloco um vestido branco, rendado e simples. O comprei quando viajamos para Miami, e adorei tanto, pois posso usar em quase todas as ocasiões, por ser simples, bonito e até elegante.

Não passo maquiagem, pois eu não iria tirar antes de dormir. Só passo um gloss e vou para a sala, não sem antes ver se o peru já está assado. Confirmo e rezo para estar saboroso. Arrumo a mesa, com a toalha branca que Anne me deu esses dias, afirmando que achou a minha cara assim que entrou na loja. Com tudo pronto, sento-me na poltrona e aliso o vestido, esperando dar 19h e a porta se abrir.

{…}

19h35.

19h43.

19h57.

20h.

20h12.

20h24

20h37 – 20h48

21h

22h

23h

Toda vez que o ponteiro chega no 12, meu coração dói. Agora, nem fome mais tenho. A casa perdeu o cheiro maravilhoso do assado. A torta de morango no freezer nem está mais tão convidativa. As velas na mesa estão no toco, a toalha parece amarelada e minha alma parece em pedaços.

Não sei o motivo da demora de Harry, nem com quem está, já que Louis não me disse se estavam juntos ou não. Pensei varias vezes em ligar para um deles, mas desisti, percebendo que eu deveria confiar no meu noivo. Enviei apenas uma simples mensagem para ele, perguntando se tinha acontecido algo e se estava bem, mas não houve resposta. Não sabia se estava vivo, não sabia se estava bem.

Meus olhos estavam quase se fechando, tanto pelo cansaço de um dia inteiro de trabalho estressante, quanto pelo tempo em que demorei a preparar um jantar que não vai ser servido. Olho para meu vestido, agora amassado e sem graça. Apoiei a cabeça na mão, tentando reunir esperanças no fundo do meu ser, e então a porta se abre.

A primeira coisa que se manifesta no ambiente é o perfume que emana dele. Um aroma doce e barato. Harry está deixando a bolsa na pequena mesa quando se vira e me vê sentada na poltrona, arrumada. Ele arregala os olhos, olhando ao redor e provavelmente vendo a mesa posta. Seu semblante fica confuso e quando olha para mim outra vez, eu é quem estou de olhos arregalados.

- Amor, você …? – ele quase pergunta, mas o interrompo antes que perca a coragem.

- Você estava com uma mulher? – pergunto, sentindo um nó se formar na minha garganta. Harry ainda parece abismado com o ambiente, e engole em seco, não respondendo a minha pergunta – Me responde, Harry

- Com quem? Mulher? – ele pergunta, tentando ganhar tempo e parecendo nervoso, olhando para todos os lados da casa.

- Apenas seja sincero comigo – tento parecer o mais calma possível, mas minhas mãos já começaram a suar e tremer, pois o cheiro desse perfume feminino está me deixando completamente enjoada.

- Eu só … – ele começa, mas para, derrotado. Passa as mãos no cabelo a abaixa a cabeça, a balançando duas vezes. Sinto uma pontada no peito pela confirmação silenciosa, mas não me permito explodir. Respiro fundo três vezes e me levanto, indo em direção a cozinha.

Vou até a geladeira e pego a travessa de torta que fiz, sendo seguida por Harry, que arqueja quando vê a sobremesa em minhas mãos. Quase rio de suas expressões, pois não é possível ficar tão surpreso assim só por eu ter feito um jantar e uma sobremesa, a não ser que ele nunca tenha esperado isso de mim, o que me deixa ainda mais confusa sobre o motivo dele estar fazendo isso comigo. Será que não sou boa o suficiente para ele? Será que sou tão ruim? Enquanto corto um pedaço para mim, ele olha para os lados, vendo a panela do arroz preferido dele e se inclinando para perto do forno, sentindo o fraco cheiro do assado.

- Ah, amor, se eu soubesse que … – mais uma vez ele não termina, ficando atrás de mim.

- Não – digo, levantando um dedo e o fazendo calar, mesmo que nada mais fosse sair de sua boca – Se você soubesse que fiz um jantar para você, isso não te faria não me trair hoje – digo, com um bolo na minha garganta, que faz com que minha voz não saia normal. Balanço a cabeça, fisgando um pedaço da torta e o colocando na boca, sentindo o doce se dissolver na minha boca – Aliás, nem sei quantas vezes foram, muito menos se foi só hoje – digo, rindo secamente e parando de mastigar, me virando para fitar os olhos verdes de Harry – Já tem tempo isso? Desde quando?

O silencio dele acaba comigo duas vezes mais que a situação, pois seu arrependimento mostra o quanto ele não pensou no momento em que fez. Ou seja, não pensou na nossa relação, no quanto tempo estamos juntos, nos nossos momentos e muito menos em mim. Tento engolir, enfiando outro pedaço de torta na boca para me ocupar com algo, mas continuo o fitando, esperando suas respostas.

- O que você quer que eu diga, afinal? – ele pergunta por fim, me olhando e vendo o quanto estou chateada e confusa. Não sei interpretar sua postura, já que parece arrependido e ao mesmo tempo não muito. Não sei se, se arrependeu de ter feito hoje ou de ter começado com isso.

- De verdade? Não sei … – digo, me sentindo cansada de tudo. Largo o prato na pia ao meu lado, cruzando os braços e voltando a encará-lo – Quero saber desde quando, o motivo que o levou a fazer e mais um outro motivo para continuar a fazer. Quero só a verdade.

Harry morde os lábios, numa atitude nervosa. Lábios pelos quais sempre fui apaixonada, não só enquanto ele falava - com sua voz rouca e manhosa, como quando acorda todas as manhãs, não querendo levantar -, mas também quando os beijava, sentindo a textura macia e viciante. Agora, olhando para eles, percebo que além de mim, outras mulheres também os têm aproveitado.

- Não sei desde quando – ele se pronuncia, finalmente – Talvez depois daquela festa na casa do Fred, quando percebi que você podia muito bem viver e ser feliz sem mim por perto. Aquele dia foi bem ruim para mim, você sabe. Tínhamos brigado por um motivo besta, e a noite fomos para a festa. Fiquei surpreso por te ver lá, sabe, pensava que quando brigávamos você ficava em casa pensando e arrumando seus livros, como sempre faz. Mas você foi a festa, e parecia tão bem e feliz que fiquei me perguntando o que aquela briga havia significado para você, afinal – uma raiva sobe pelas minhas veias, percebendo que fazem quatro meses que ele vem me traindo, e tudo isso por um motivo idiota e egoísta da parte dele – Olha, sei que você não vai entender os meus motivos, nem eu mesmo os entendo, mas você sabe mais do que ninguém da minha dificuldade de conseguir ficar com alguém por muito tempo. Sabe que sempre faço alguma besteira ou acabo me decepcionando. Estamos juntos há anos, e sempre via que nossas brigas te afetavam da mesma forma que me afetavam, mas você lidava melhor com elas, porque sempre foi a parte pensante da nossa relação, a parte que não deixa tudo desmoronar. E eu sou a parte explosiva, que lido com nossos problemas saindo com meus amigos e às vezes bebendo – Harry faz uma pausa e se vira, agarrando o pescoço e respirando forte. Apenas balanço a cabeça e volto a comer meu pedaço de torta, quase tendo que pegar um copo d’água para conseguir engolir – E naquela festa você aparece como se nada tivesse acontecido, como se estivéssemos bem e normais. Riu, bebeu e dançou com meus amigos. Não perdeu a linha, nem se jogou para cima de ninguém. Você não precisou me mostrar e jogar na minha cara que estava bem, você apenas estava lá e eu não sabia o que pensar. Imaginei que a parte pensante de nós tivesse ido embora, que agora seríamos os dois sem rumo e sem responsabilidade.

- Acho que se você não calar a boca, vou te bater até você perceber o quão idiota está sendo – digo, rangendo os dentes e apertando o garfo na mão.

Harry se vira para mim e segura meus ombros.

- Você mudou! E eu não sabia o que esperar! Eu não queria que acabássemos daquele jeito, não queria que a melhor parte da minha vida se fosse! Eu não queria que deixasse de ser como era! Por minha causa, por causa das minhas babaquices! – ele grita, frustrado e com os olhos cheios de lágrimas.

- Olha que engraçado, não acabamos daquele jeito, mas sim de um jeito muito pior – eu digo, baixo e fracamente, me soltando de seus braços e andando em direção ao quarto. Sinto-o bem atrás de mim e paro, não querendo que a situação piore.

- Você? – ele não precisa terminar

- Só cansei, Harry. Cansei de ser a que pensa em tudo, a que fica em casa sofrendo por todas as merdas que você fala. Cansei de ser sua escrava, sua submissa. Amo você pra caralho e é por isso que estou aqui. Por isso fiz todo esse jantar para você, mesmo depois de um dia exaustivo no trabalho. Fiz tudo para você, mas ai você não chega, e quando chega … – balanço a cabeça, deixando que as lágrimas caíssem e que a tristeza me consuma – Descubro que vem me traindo, pois “mudei” – rio, pois falar uma coisa dessas é quase cômico – Eu não mudei, Harry! Eu só cansei de sofrer por nós dois! Cansei! – grito a ultima parte, cobrindo o rosto com as mãos e soluçando alto, não conseguindo conter mais todos esses sentimentos que me dominam.

- Não posso pedir desculpas por um ato não pensado – ele diz, francamente e com a voz carregada de culpa.

- Está certo – digo, limpando as lágrimas – Você não pode nem deve me pedir desculpas por isso – me viro para ele, olhando pela ultima vez em sua íris clara e avermelhada por conta do choro. Acaricio seu rosto e parece que estou tocando em espinhos, por isso faço cara de dor e retiro minha mão dele, que quase não suporta minha rejeição e desaba no chão, chorando desesperadamente.

A dor que sinto é imensa, e olhar para ele desse jeito me destrói mais ainda. Nunca gostei de vê-lo sofrer, mesmo quando as merdas eram feitas por ele. Ninguém é perfeito, e sempre aceitei seus defeitos, mas isso é demais para mim. Não posso continuar com uma pessoa que me trai há meses e mesmo assim chega em casa e me abraça, me beija e fala que me ama. Não posso viver assim.

- Queria que meu amor tivesse sido o suficiente para você – digo, deixando a melhor parte de mim para trás.

/Larry

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VilaManjar
‘Comer e Dormir no Oeste’

Bife Wellington
Os ingleses adoram, mas os portugueses pouco conhecem!

O restaurante VilaManjar é o único restaurante da região Oeste que apresenta na sua carta o bife predileto do Duque de Wellington. Conta-se que o general inglês levava o seu próprio cozinheiro para os campos de batalha para confeccionar o bife, que acompanhava com vinho português, da Madeira ou de Bucelas.


Com base na vivência histórico-militar e civil da região de Sobral de Monte Agraço, VilaManjar reinventou pratos que propõem aromas e sabores devolvidos pelos ingredientes e hábitos alimentares da época.


O Bife de Wellington é uma preparação de ‘fillet mignon’, revestido com presunto e uma pasta de cogumelos, envolvido por uma massa folhada, e posteriormente assado. O contraste entre o sabor da carne, o recheio e o molho é perfeito. Para acompanhar são servidas rodelas de batata doce frita. Nunca tinha provado mas fiquei fã desta forma de confecção da batata. Para quem pretende conhecer as Linhas de Torres Vedras, a viagem tem que terminar obrigatoriamente no restaurante VilaManjar para degustar este prato, com vista para um dos fortes mais importantes das Linhas de Torres - Forte de Alqueidão. É mais um bom exemplo de ‘Comer com História’ na região Oeste.  


Por isso, o restaurante preparou uma ementa de época exclusiva para grupos no qual se destaca para além do suculento Bife de Wellington, o Bacalhau com Grão, o Caldo de Galinha, Sopa de Feijão com Couve e como sobremesa cones com doce ovo e amêndoa. VilaManjar apresenta duas sugestões, a Ementa dos Oficiais e a Ementa do Povo, baseadas na alimentação da época de ambos.


Ementa dos oficiais
Ovos recheados
Caldo de Galinha
Raia Frita de Escabeche
Bife Wellington
Scones com doce de ovos e amêndoa


Ementa do Povo
Enchidos e Toucinho Salgado
Sopa de feijão com couve
Bacalhau com grão
Scones com doce de ovos e amêndoa

Tentador, não é?

morenotezudo  asked:

Vem minha putinha safada vou deixar seu cuzinho assado de tanto meter fazer meu pau pulsar dentro dele

Hmmm meu cuzinho vai ser todo seu… ninguém mais quer comer, ou quer?

Fajã da Caldeira de Santo Cristo | São Jorge

David Moreira prepara para os convidados um jantar que ele próprio conseguiu: lapas grelhadas arrancadas das pedras da costa, peixe assado que trouxe de uma saída de caça submarina, tudo preparado na cozinha que ajudou a reconstruir com as suas próprias mãos. Jovem e empreendedor, amante das míticas ondas da fajã, recebe turistas de verão e, nalguns invernos, é tripulante de veleiros, emprestando à mais icónica fajã dos Açores uma nova vida.

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Lombinho de Porco Assado com Ervas & 2º Aniversário Be Nice!

Em todos os aniversário não pode falta bolo. E de preferência daqueles cheios de layers, cremes e várias texturas. Mas antes do bolo, cá em casa há sempre o belo do assado. E parece que vamos festejar e iniciar o ano assim, com um belo assado no forno!
Porco criado pelos meus pais, com batatinhas biológicas da aldeia, tudo isto aromatizado com um punhado de ervas frescas, alho e azeite do Alto Alentejo.
A passagem de um ano para o outro é sempre especial aqui no blog, porque é no dia 1 de Janeiro que comemoramos mais um aniversário!!! É altura de festejar tudo o que o blog me deu e dá de bom. Conheci tantas pessoas, e continuo a conhecer; fez-me voltar a acreditar em mim e despertou a minha vontade de aprender mais e mais. 
Por causa disso, procurei mais formação na área com mini cursos na Escola de Hotelaria de Coimbra, e foi aí que tomei uma das decisões mais difíceis de 2014: Voltar a estudar! 
A meio do ano, arregacei as mangas e inscrevi-me no curso de Pastelaria Avançada em Óbidos. Voltei a pegar nos livros para estudar para as provas de admissão. Fiz entrevista, fiz exames e consegui!
Tive o apoio de todos os que estão à minha volta: os meus pais principalmente; o meu doce amante Pedro e todos os amigos próximos (eu adoro-vos muito). 
Para este novo ano, aquilo que eu mais desejo é ter muita força para continuar o curso com serenidade, concentração e confiança em mim; Ser mais autentica; Respeitar todos os alimentos e Cozinhar sem preconceitos!

Agradeço de coração a todos os que acompanham o blog, todos os likes e comentários; todas as sugestões e todas as mensagens de carinho. Espero continuar a fazer por merecer o vosso apoio!

E assim vai começar 2015! FELIZ 2º ANIVERSÁRIO!

p.s. Aceito explicações de francês hihihihihih!!!!

1 Lombinho de Porco (escolha um do tamanho que achar adequado para si e para a sua família);
Batatinhas, cenouras, e cebolas descascadas e cortadas em cubos ou gomos todos iguais;
1 ramo de ervas aromáticas (eu usei tomilho fresco e alecrim);
1 bolbo de alho;
Azeite qb, de boa qualidade;
Sal;
1 a 2 Colheres de Sopa de Pimentão doce;
2dl de Vinho Branco;

Num processador de alimentos, coloque metade dos alhos descascados, 2 a 3 colheres de sopa de azeite, 1 colher de sopa de pimentão doce e triture tudo. Não coloque o sal nesta etapa porque irá secar a carne. Tempere o lombo previamente (2 ou 3 horas antes, ou como a minha mãe faz, de um dia para o outro!!) com a pasta de alho.
Aqueça uma grande frigideira anti-aderente, coloque um pouco de azeite, o resto dos alhos esborrachados e o ramo de ervas. Coloque o lombinho (ou os lombinhos) de porco, tempere com sal, e vá selando-o (fritando a primeira camada de carne) a toda a volta. Refresque com o vinho branco e deixe o álcool evaporar. 
Num tabuleiro de ir ao formo, coloque a carne com os sucos e tudo o que ficou na frigideira. Em volta coloque as batatinhas, cenouras e cebolas, envolvidas com o resto do pimentão doce e sal. Salpique tudo com um fio de azeite se necessário.
Leve ao forno a assar a 180ºC, durante 45/60 minutos ou até os legumes estarem tenros e a carne cozinhada por dentro mas rosada.
Retire o lombinho do forno, coloque-o na tábua de corte e deixe-o repousar durante 5 minutos antes de cortar. Não se preocupe, a carne não vai arrefecer, e este processo vai ajudar a que a carne mantenha os sucos no interior e seja mais fácil fatiar.
Sirva imediatamente e acompanhe com um bom vinho!

It´s Nice to be Nice!
Foodstyling and Photography: Rosa Cardoso

Não sou fácil, tem dias que nem eu me aguento, é falta de paciência, é mania chata, é pergunta irritante; Tudo me incomoda, tá calor, tá frio, tá sol, tá chuva, tá colorido, tá preto e branco; Quero colo demais, quero distancia ao mesmo tempo, não quero apego, mas crio necessidades, sou honesta, mas escondo o que eu realmente sinto; Sou assim, sou assado, sou feliz, sou revoltada, sou triste, sou brilhante; Sou o que você não sabe se quer, mas sabe que precisa.

- SLR.

Falafel de forno com Babaganuj

Babaganuj

Ingredientes:
2 berinjelas média*
1 dente de alho
¼ xícara de azeite
1 colher de sopa de tahine
Suco de ½ limão
Sal a gosto

Preparo:
Lave e seque bem as berinjelas. Coloque-as direto na boca do fogão, sobre as chamas, virando de vez em quando até que fiquem completamente carbonizadas. Levante-as segurando pelo talo superior e, com uma faca, raspe cuidadosamente a casca carbonizada, descartando-a. Com a ajuda de uma garfo ou colher, misture o miolo das berinjelas com o resto dos ingredientes até obter uma creme homogêneo.** Sirva gelado.

*Fica gostoso também com berinjela japonesa.
**Para uma textura mais airada (como o da foto), bata os ingredientes no liquidificador.

Falafel

Ingredientes:
250g de grão de bico
¼ de xícara de salsa picada
¼ de xícara de coentro picado
¼ de xícara de manjericão picado
¼ de xícara de azeite
1 dente de alho
1 cebola pequena
½ colher de chá de páprica picante
½ colher de chá de pimenta do reino branca
½ colher de chá de canela em pó
½ colher de chá de noz moscada em pó
1 colher de chá de sal
¼ de xícara de gergelim branco

Preparo:
Lave bem o grão de bico. Deixe de molho de um dia para o outro, trocando a água várias vezes. Em uma frigideira, aqueça o gergelim (sem azeite) até dourar e reserve. Escorra o grão de bico, retire a pele (ou parte dela) e bata no liquidificador, processador ou mixer com o resto dos ingredientes até que vire uma pasta homogênea. Pode ser mais fácil bater em duas etapas. Passe a massa para um recipiente, acrescente o gergelim e misture bem. Modele 30 bolinhas. Unte uma assadeira com um fio de óleo e arrume os bolinhos. Asse em temperatura média até dourar.