arranjei

Trepei com meu Ex

Meu nome é Isa, tenho namorado. Tenho uma bunda bem empinada, seios médios e durinhos, cabelos pretos e lisos na cintura, e um corpo que sei que deixa os homens babando.

Tive um outro namorado, o Márcio, antes do meu atual e ficamos por dois anos e no final desses dois anos resolvemos terminar, mas ainda sentia um certo tesão por ele. 

Ele estava namorando, mas nos víamos ao menos uma vez por semana, pois ele dizia que não aguentava ficar sem me comer e sem as minhas chupadas no pau dele.

Tem um pau lindo e quase me afogava quando chupava. E ele dizia que eu chupava como uma puta, melhor do que todas que ele já tinha provado.

Ficamos transando assim por um ano, até que arranjei um namorado e tinha que esquecê-lo. Foi difícil, mas esqueci, lembrava só às vezes. 

Já estava com meu atual quando estava no face de uma amiga da antigas quando vi que meu ex era amigo dela. Enviei um convite e ele respondeu.
Tinha casado, mas a mulher descobriu uma traição e eles se separaram. 

Então começamos sacanagens pelo skype. Fazíamos sexo virtual e gozávamos cada um em seu trabalho. Até que ele insistiu em ver.
Eu não pensei duas vezes, inventei pro meu namorado e pro meu chefe que ia ao médico e marquei com o Márcio. Ele me esperou de carro no centro da cidade fui até lá, me preparei toda, fui cheirosa, depilada, louca.

Quando vi o carro meu coração começou a bater forte como quando era adolescente e ficava com ele. Meio sem jeito pensei em desistir, mas entrei no carro.

Só pensava no sexo pelo skype e morria de calor. Tinha dito pra ele pelo skype que não era mais virgem de cuzinho e ele enlouqueceu, também que agora fazia de tudo.

Demos uma volta e ele passando a mão nas minhas coxas e na bucetinha enquanto dirigia, e eu já estava toda lambuzada. Parou numa rua deserta fomos pro banco de trás. Ele abriu minha calça, arredou a calcinha e bateu uma siririca que foi deliciosa, metia os dedos e alisava o grelinho, uma delícia, até eu gozar. Ai ele abiu a calça e disse:

-Agora mata a saudade que ele está dessa tua boca gostosa.

Caí de boca. Chupei muito, chupava a cabecinha, passava a língua em volta dela, depois subia e descia com a língua no pau aí sim, engolia todo, chegava dar ânsia pois o pau alcançava até a garganta, chupei e sentia que entrava e tirava , bem apertada a boca, quando ele tava quase gozando eu tirava da boca um pouco e começava tudo de novo.

Ele gemia alto, e anunciou pra eu tirar a boca que ele ia gozar.

Não deixei e continuei chupando e engoli toda sua porra, deixai seu pau limpinho. Mas aí tivemos que ir embora e ele disse que tínhamos que marcar para ele me comer, tava louco de vontade mas não tínhamos tempo nem lugar aquele dia.

Nos falávamos por tel quando eu estava na faculdade e pelo skype quando meu namorado não estava.

Um mês depois, meu namorado precisou viajar e ia ficar 1 semana fora.

Liguei pra ele, ele me passou o endereço e eu fui a casa dele no sábado a tarde. Mal entramos, começamos a nos beijar de um jeito louco, com força e com tesão. Logo ele estava com a mão na minha bucetinha e eu com a mão no pau dele. Sentei, mas ele me puxou, me pôs de pé e, me beijando com tesão tirou minha calça e disse:

-Não é isso que tu quer putinha? não foi isso que tu veio fazer aqui? 

Começou a chupar meus peitinhos, lambia e mamava como um bezerro. Ao mesmo tempo ele mexia tão bem na bucetinha que me fez gemer e me fez gozar.

Ele tirou os dedos babados do meu gozo e chupava os dedos ainda melados, o que me deixava mais louca ainda. Aí sim, sentei e tirei seu pau pra fora da bermuda e fiz aquele boquete. Ele dava tapinhas na cara e dizia: vai vagabunda, isso faz aquilo que tu faz de melhor!

Eu chupava aquele pau como se fosse um pirulito,soquei na boca e não queria mais tirar, lambi, chupei até babar, chegava dar barulho de estalar dos meus lábios naquele pau.

Passei a lamber e chupar as bolas com muito carinho. Ele gemia baixinho, não queria gozar- me jogou na cama e começou a chupar minha bucetinha como um cachorro bebendo água lambia e depois chupava o grelinho, me fudia com a língua e depois com os dedos enquanto brincava com a língua no grelinho e isso tudo me fez ter orgasmos múltiplos!!!

Me colocou de quatro, pincelou meu cuzinho e meteu na bucetinha de uma vez só, o que me fez gritar devido ao tamanho do caralho, mas relaxei.

Ele batia na minha bunda e eu rebolava no pau dele e gemia alto. Tirou da minha bucetinha, sentou, e e me colocou no colo enterrando todo caralho em mim. Comecei a cavalgar no colo fazendo o pau entrar e sair cada vez mais rápido até que gozamos juntos.

Fudemos de todos os jeitos possíveis com o pau na buceta. Respiramos, nos acariciamos e nos beijamos e o tesão começou de novo, então ele disse:

-Te prepara que agora vou comer esse cuzinho que desejei desde que vi essa bunda pela primeira vez.

E eu falei : 

-Isso é tudo o que eu mais quero. Sentir um caralhão desses no meu cuzinho, mas vai devagar. 

Ele me colocou na posição de franguinho assado, e foi devagarzinho, mas como doía.

Aos poucos metia mais no meu cuzinho e puxava meus cabelos, eu gritava o que deixava ele com mais tesão até que enterrou tudo e me fez delirar. 

Começou a bombar cada vez mais rápido. Senti que ele iria gozar, então saí de baixo e fiz ele gozar na minha boca. Ele amou e gozou, e eu como uma boa vagabunda engoli todinho e deixei o pau limpinho. 

Tomei um banho ele também e me levou até a parada do ônibus.

Depois disso continuamos nos falando pelo face. Estamos loucos para repeti a dose mas o meu namorado está demorando pra viajar novamente.

*Enviado ao Te Contos por Isa   

                                   (RE) ENCONTROS E DESCOBERTAS

 Capítulo 46

 Quando acordei naquela manhã, olhei para o meu lado e vi Juliana com seus cabelos louros espalhados pelo travesseiro, com o esboço de um sorriso naqueles lábios divinos provavelmente por conta de um sonho bom. A visão era maravilhosa, mas resolvi levantar daquela cama, confesso que vontade foi tudo que me faltou, mas tinha decidido que nosso dia, depois de uma noite gloriosa começaria de uma forma muito, como é mesmo que dizem por aí? Fofa, é isso mesmo, eu seria fofo com a minha Ju. Entrei na cozinha, reuni tudo que precisava, arranjei tudo em uma bandeja, ficou bonito, mas ainda faltava um detalhe, já sei, me dirigi até o nosso jardim e peguei uma rosa linda que parecia que havia nascido para compor aquele momento. A coloquei no canto da bandeja e subi as escadas.

 Ainda sob o efeito do sono, comecei a tatear o travesseiro ao meu lado, à procura do responsável pela melhor noite da minha vida, mas não o encontrei. Abro meus olhos e vejo que ele não está ali, pulo da cama, olho em todo canto, chamo por ele, grito seu nome. Rodrigo não está, não acredito que ele fez isso comigo. Desanimada, sento no chão com a cabeça apoiada nos meus joelhos e começo a chorar, um choro sentido, de decepção.

 - Ah! Rodrigo por que você fez isso comigo, por que me enganou desse jeito brincando com os meus sentimentos. Mas uma coisa você vai prometer para si mesma Juliana Paiva: Nunca mais ninguém vai brincar com você. Continuei ali prostrada no chão, como doía uma desilusão.

 Quando cheguei com minha bandeja à porta do quarto não estava preparado para o que estava vendo, a Juliana sentada no chão com a cabeça apoiada nos próprios joelhos, tinha alguma coisa errada naquilo tudo, ela tinha de estar deitada com os cabelos esparramados e com aquele sorriso que tinha sido a primeira imagem do meu dia e não ali prostrada, sacudida por tantos soluços de um choro sentido. Algo ali estava muito errado, eu tinha de fazer alguma coisa.

 - Juliana, o que houve?

Foi então que ela olhou para mim e eu pude ver toda a dor que ela estava sentindo

- Rodrigo, é você? Você não foi embora, não me abandonou? Deixei a bandeja em uma mesa no canto do quarto.

- Ju, o que você está dizendo? Eu não estou entendendo.

- Rodrigo, você não me deixou aqui sozinha?

- Ju você pensou que eu tivesse abandonado você?

- Pensei. Acordei, não vi você, chamei o seu nome, gritei ninguém apareceu.

- Ju, eu jamais faria isso com você minha linda.

- Entrei em desespero Rodrigo.

- Ju, eu acordei primeiro, vi você tão linda dormindo, não quis te acordar e desci para fazer uma surpresa.

- Surpresa, que surpresa?

- Essa, apontei para a bandeja de café da manhã que eu havia feito e que estava no canto próximo a nós dois.

- Desculpa Rodrigo, mas quando eu acordei e não vi você eu pensei…

- Ju, como é que você pode pensar que eu iria brincar com os seus sentimentos desse jeito?

- Rodrigo, eu…

A Ju não estava falando com coerência, olhava pra ela e só via desamparo, aquilo me doeu lá no fundo então decidi fazer a única coisa que julgava certa naquele momento. Segurei seu queixo e fiz com que ela me encarasse, e aquele olhar triste, tão diferente daquele olhar de moleca que eu estava acostumado. Conectei meu olhar com o dela e fui me aproximando lentamente até que nos beijamos, estávamos em sintonia completa, só que pra variar precisamos de ar e aquele beijo foi finalizado com alguns selinhos e enfim pude sentir a Ju mais calma.

 - Acredita agora que eu jamais te abandonaria?

- Rodrigo eu tive tanto medo.

- Vamos fazer uma coisa: Eu não preparei essa bandeja à toa, a gente vai tomar esse café da manhã e vai ficar tudo bem.

- Não tô com apetite.

- Ah! você tá sim, ansiedade sempre dá muita fome. Servi uma caneca com café e preparei uma torrada e passei para ela.

- E eu só saio daqui depois que você comer direitinho.

-Rodrigo, eu não sou criança.

- Tem certeza?

 Nós dois nos olhamos e não podemos evitar, começamos a gargalhar um do outro. Mais um momento nosso que acabou em beijo.

 - Já vi que você não vai sossegar enquanto eu não comer tudo isso, não é mesmo?

- Com certeza. Não tendo alternativa, me alimentei como ele queria.

- Pronto meu senhor, comi tudinho.

- Juliana, agora falando sério. Como você pode pensar que eu ia te abandonar depois da noite mais linda das nossas vidas, por quem você me toma?

- Desculpa Rod, foi puro desespero, Não ver você quando acordei me tirou do eixo.

- Ju, me doeu imaginar que você me achou um canalha, um cafajeste.

- Rod, eu…

- Ju, você confia em mim?

- Confio sim Rod.

- Então vamos começar de novo.

- Como assim?

- Você ficou desesperada por imaginar que eu havia abandonado você.

- E eu fiquei muito magoado por você pensar isso de mim.

- Rod, você tá me dizendo que quer romper comigo?

- Ju, você vê como você é precipitada.

- Em nenhum momento eu falei que queria romper com você.

- Rod eu…

- Ju o que eu quero propor a você é que a gente zere tudo que aconteceu aqui.

- O que nós vamos guardar disso tudo é o que aconteceu ontem à noite, tudo bem pra você?

- Rod eu…

- Só sim ou não Juliana.

- Sim Rod, tudo que nós vamos guardar desse episódio é a noite linda que nós tivemos e digo mais, o amor que eu tenho por você é tanto que me transtorna a simples ideia de me sentir abandonada por você. Me envergonho disso, mas apelo pra sua sensibilidade em me entender como você sempre fez. E se vale dizer tenho uma última coisa pra falar: Eu te amo pra caramba. Essa minha última declaração acabou com o meu emocional novamente e eu debulhei em lágrimas de novo.

- Juliana, o que eu faço com você?

- Me abraça.

Quem pode resistir a um pedido destes, eu é que não sou.