aristocratas

(In) Cômodo

No meio do cômodo um incômodo. No meio do incômodo um cômodo. No meio do cômodo incômodo um meio. No meio de tudo um conto e tudo o que eu quero que saibam, não sei se vale a pena saber.

No meio do cômodo a cama, no meio da cama o próprio eu e o próprio incômodo ambulante. Não pensa, só diz ser pensante, não sente como antes, não pensa nos pensantes e nem anda como ser andante. Não existe na prática. É só incômodo.

No meio do incômodo um cômodo, no meio do cômodo uma cama, no meio da cama o eu, no meio do incômodo que sou, que me tornei, que me tornaram. Em busca da vida procurei, vivi, chorei, cuidei enquanto precisavam ser cuidados. Nunca me cansei. De mim se cansaram. Virei incômodo abandonado no meio do cômodo, dormindo, ouvindo a vida passando gemendo de sono.

No meio do cômodo incômodo um meio de me acomodar. Procurei viver como sempre quis viver, me entreguei e depois me disseram que não queriam que eu me entregasse. Apossaram-se de mim, me consumiram, depois devolveram. Choraram, de seus amores se separaram, os salvei do penhasco do afeto e depois me jogaram de lá. Agora tenho medo de tentar de novo e me acomodo no incômodo para evitar o forçado sono, para evitar ser rejeitado.

No meio de tudo um conto e tudo o que eu quero que saibam Ainda me veem como útil às vezes e só assim não me sinto inútil. Conto a verdade da mentira da mentira a inverdade, escondo todo e qualquer ponto. Conto o conto, sou feliz e ponto, me encho de vaidade.

Não sei se vale a pena saber, não sei se vale a pena pensar, tentar, rir ou chorar. Sei que vivi intensamente com pouco e fizeram tudo o que temia. Fizeram-se de todo meu sentimento o dono e o abandonaram. Agora não sei como interagir, como conversar, como fazer, cheio de medo do ressentimento, do abandono, de acontecer de novo com o tempo.

Caso vá ou não acontecer, se vai ou não ocorrer de novo, se vale a pena encarar o abandono nos olhos, melhor não saber. Simplesmente esqueceram e esqueceram que eu não esqueço. Não vivo, vegeto. Não morro, injeto lembranças e ilusão para sobreviver. Há mundo fora do quarto? Há mundo fora do cômodo incômodo?

sadico-aristocrata

BÁSICO

↳ Seu nome é Jonathan “Nathan” Malfoy.

↳ Nasceu em 25 de Outubro de 1997.

↳ É um sangue-puro.

↳ Está cursando seu sétimo ano em Hogwarts.

↳ Participa do Clube do Slugue e do Clube de Feitiços.

UM POUCO DE SUA HISTÓRIA

Jonathan Malfoy nascera da segunda união de Armand Malfoy como fruto de seu casamento com Alexa Travers, entretanto, assim como Armand fingia jamais ter se relacionado com outra mulher além de Alexa, Jonathan veio ao mundo e cresceu neste sem saber da prévia relação de seu pai.

Filho único de um casal aristocrata e purista, Jonathan fora criado nas melhores definições de filhinho de mamãe, e de certo teria saído-se como um rapaz mimado e prepotente, não fosse ter puxado pura e completamente o temperamento dificultoso de Armand. Desde cedo o primogênito dos Malfoy moldou-se na personalidade ambiciosa e masculina do pai, herdando da mãe apenas os traços que diziam respeito a observar mais do que falava, e ter sempre no rosto uma quase eterna expressão fechada.

Sem conhecimento de nenhum parente com quem dividir heranças, Jonathan acostumou-se a sempre receber o que desejava, refletindo no menino o mesmo comportamento paterno de apego às coisas físicas, resultando em uma possessividade quase agressiva dos homens Malfoy em relação ao que era deles. Do mesmo modo como Armand era apegado aos seus galeões milionários, Jonathan era apegado a tudo no que colocava a mão e desejava ser seu – achando difícil aceitar quando algo lhe era negado, embora, em uma família superficial como a sua, tal ocorrência nunca viesse a se concretizar de fato.

Dentro da família purista, o pequeno Nathan aprendera desde cedo os costumes enraizados nas tradições de sangue nobre. De idiomas estrangeiros ao manuseio de instrumentos musicais, Jonathan moldou-se o perfeito cavalheiro, somente para que pudesse orgulhar seus pais nas reuniões puristas ou nas páginas d’O Profeta Diário, quando o nome da família estampava notícias de cunho político ou puramente aristocrata. Compareceu a eventos com seus pais, foi o filho que Armand e Alexa desejavam. Até que a idade mágica chegasse.

Armand sempre estivera convicto do poder de seu sangue mágico, e a dúvida quanto a manifestação de poderes de Jonathan nunca existira, por mais que o garoto nunca tivesse demonstrado vias mágicas em pequenos acidentes comuns às crianças nascidas em famílias bruxas. As expectativas, todaviam, eram grandes, e mesmo o pequeno Nathan almejava o dia em que partilharia do mesmo poder dos pais. Só não podia esperar que este viesse do modo mais inesperado.

Durante uma tarde na casa de campo dos Malfoy, Jonathan embrenhava-se pelos vastos cômodos da residência, enquanto os pais se reuniam com magos poderosos em um jantar na varanda. Nathan havia crescido na casa da capital londrina, e pouco passara dias ociosos naquele recanto no campo, logo, sua curiosidade era imensa. Mesmo para uma criança quieta, o menino possuía uma sede gigantesca de conhecimento e não podia suportar não deter a completa ciência dos lugares onde ficava ou das coisas que possuía.

Caminhando pelos cômodos afastados, o Malfoy menor descobriu uma escadaria atrás de uma estante mal encaixada na biblioteca do escritório de campo do pai. Incapaz de conter-se, adentrou aquele espaço e encontrou uma sala completamente nova. Dezenas de trófeus cobriam vitrines empoeiradas, e haviam fotos de uma moça que desconhecia por todos os cantos. Ao aproximar-se de um grande quadro de avisos, avistou uma manchete de jornal amarelada pelo tempo. Quase tão velha quanto a caixa que jazia sobre a única mesa entre o menino e o quadro. Antes que pudesse compreender o escândalo naquela notícia, as mãos pequenas abriram a caixa sem dificuldades, e os olhos esverdeados arregalaram-se em confusão. Uma dezena de cartas amareladas escondiam-se ali; endereçadas a um nome feminino do qual nunca ouvira falar. Jonathan desejou tocá-las, e de fato o teria feito se Armand não tivesse subitamente irrompido naquele espaço e arrancado o garoto do cômodo aos berros.

Depois do evento daquele dia, Nathan fechou-se por completo. Se antes era um menino quieto, agora seu silêncio era quase torturante. Naquela noite, em seu quarto de Londres, a raiva por ter visto segredos de seu pai, e ter sofrido uma repulsa tão grande do mesmo, fez a magia irromper. Jonathan não compreendia o que vira naquela sala escondida, mas soube, a partir daquele momento, que haviam segredos maiores em sua família do que apenas a combinação de seus cofres no subsolo de Gringotes.

SUA VIDA EM HOGWARTS

Após o episódio em que os poderes de Jonathan se manifestaram e Armand lhe repreendera por entrar em um cômodo sem permissões, o Malfoy menor passou a usar da magia diariamente, sem nunca contar muitos detalhes aos pais. Mesmo sendo uma criança sem capacidade total de controlar seus poderes, testava encantamentos e devorava livros na privacidade de seu quarto, desejando tornar-se poderoso como o pai para superá-lo um dia. Quando completou a idade bruxa, a carta de Hogwarts viera junto da convocação para estudar em Durmstrang, graças aos anos que Armand passara na instituição. Nathan negou a chamada com veemência, escolhendo matricular-se em Hogwarts e expondo, mais uma vez, sua personalidade forte e capacidade de manipular Alexa a seu favor.

Com onze anos, Jonathan entrou no Expresso e seguiu para o castelo onde passaria seus sete anos seguintes. A cerimônia de seleção não poderia ter acontecido mais depressa. No momento em que seu nome fora chamado, sob cochichos do forte legado Malfoy que carregava, Jonathan recebeu o Chapéu Seletor em sua cabeça e declarou ao mesmo: Queria ir para Slytherin. Tanto a força de vontade do rapaz, quanto a ambição e astúcia que o Chapéu vira em seu interior, o designaram para a antiga casa de Salazar pelo resto de seus dias dentro de Hogwarts.

Dentro de Slytherin, Nathan não poderia ter encontrado um lugar melhor. Possuindo todos os traços de um exímio sonserino, aliado à inteligência incomensurável, Jonathan tratou de fazer boas conexões, mas também deixar claro sua total falta de interesse nas demais pessoas; o que explica o fato de não importar-se muito nem mesmo com os colegas de casa. Se existe um adjetivo para descrevê-lo, é o que diz respeito à sua individualidade.

Parte dos primeiros alunos em quase todas as classes, Jonathan Malfoy detesta trabalho em equipe. Entrou para o time de Quadribol como artilheiro reserva para ter onde descontar o comportamento agressivo, mas o restante de sua acidez é dividida nas ações calculadas e palavras ríspidas. Geralmente calado, só fala se desejar, e costuma deixar bastante claro quando não quer papear com alguém. Embora tenha vindo de uma família purista e tradicional, Nathan passou a ser descrente de tudo que seu pai pregava após o episódio na casa de campo, e atualmente não poderia se importar menos com Guerras e Trouxas.

Extremamente falso, o rapaz cresceu no castelo aprendendo a mostrar o comportamento que lhe traria vantagens, e por isso ostenta o nome do pai como algo de que tem orgulho, mesmo que sua mágoa tenha sido alimentada a cada dia. Não confia plenamente em ninguém, talvez nem mesmo em sua própria sombra, e não suporta perder em nenhuma ocasião – seja em jogos, em discussões, ou quanto a não deter completamente o conhecimento de algo. Razão pela qual não acredita mais na própria família, porém, age como se o fizesse para tentar aos poucos descobrir sozinho o que diabos viu escondido nas cartas e objetos daquele cômodo atrás da biblioteca; uma vez que sua segunda maior característica latente é a desconfiança em tudo.

PERSONALIDADE

+ Perseverante, inteligente, charmoso.

- Ríspido, possessivo, calado.

INFORMAÇÕES EXTRAS

↳ Ser dono de uma carranca permanente não significa que Jonathan não casual e ocasionalmente flerte com qualquer garota que ache bonita, pois acredita na crença de que pode ter tudo o que deseja. Por falar vários idiomas e vir de uma família de classe, usa isso na personalidade charmosa, mesmo que se recuse a mais de um encontro com suas pretendentes.

↳ Em algum momento entre o quarto ano e o quinto, uma inimizade fora instalada e proclamada entre Nathan e Amos Diggory. Parte pela briga de casas, parte pelo quadribol, e parte pelo desgosto completo de Jonathan com a personalidade semelhante no quesito irritação, além de considerá-lo inferior por causa da dislexia.

↳ Desconhece, não imagina, e sequer sonha que Emeraude Rowle seja sua irmã por parte de Armand. Colegas de casa, está acostumado a somente vê-la ao longo da mesa principal, ou como nome na lista do Clube do Slug, uma vez que não frequenta as reuniões nem por decreto. Embora dificilmente fique no mesmo espaço que a garota, existe algo nela que o deixa desconfiado ao extremo, e Nathan não sabe se deveria confrontá-la sobre isso ou continuar relevando sua existência.

↳ Não entende qual o motivo que levou Autumn Dolohov a aproximar-se de si e, embora tenha tentado de todas as formas afastá-la sendo grosso, estúpido, ou ameaçando fazê-la passar vergonha, a garota continua perto e o venceu pelo cansaço. Não é exatamente como se a adorasse de paixão, mas, com os anos, passou a desgostar muito menos de Autumn como companhia, mesmo ainda desconfiando que o motivo que os prende seja um feitiço de cola permanente.

↳ Quando chegou ao sétimo ano escolar, foi informado nas últimas férias que deveria noivar com uma bruxa de uma família que viera para Londres há pouco tempo. Jonathan simplesmente odiou a notícia e não vê a hora de conhecer sua noiva para sabotar a união por completo.

JONATHAN MALFOY é um OC retratado por DOUGLAS BOOTH e é interpretado por MANDY.

Livro do escritor Laerte Varrier @claytondelavie logo tem resenha 😘
Sinopse:
A Mordida do Vampiro - Brian teve seu futuro escrito pelo seu próprio pai. Obrigações com os negócios da família e um casamento com alguma aristocrata qualquer estavam na lista de suas tarefas. Porém, a chegada de uma bela dama muda seu destino. O jovem rapaz deseja conhecer o lado sombrio da existência, e ela lhe mostra o caminho da morte. De repente, seu mundo é tragado, e seus olhos ganham uma nova cor… Vermelho… Sangue! Conheça a trajetória demoníaca do primogênito da família Van Dom, seus amores e temores, contados em diversas versões dos fatos.

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 DANTE BRAUN

Dante possui 27 anos de idade, é professor de Literatura em Jefferson High School e é [sexualidade]. Já foi diversas vezes confundido com Boyd Holbrook  e está, atualmente, disponível para aplicações.

PERSONALIDADE:

Dante nunca foi do tipo de seguir regras, talvez pelo fato destas lhe serem impostas desde o nascimento. Criado para seguir as tradições da família, o primogênito dos Braun nunca demonstrou real interesse em tais ensinamentos e por isso não se importava em ser a “ovelha negra”. Apesar de sua fachada de indiferença para com os pais e outros aristocratas da cidade, o jovem sempre teve apreço por sua irmã mais nova (para ele, a única pessoa realmente decente naquele meio), ainda que não demonstrasse por não saber como fazê-lo. Essa dificuldade e o fato de sempre ter sido visto sozinho lhe renderam também a alcunha de “lobo solitário” da cidade. Relaxado e reservado, Dante é dono de um espírito livre e não liga tanto para sua má fama ou responsabilidades (por isso, costuma sempre fugir delas).

BIOGRAFIA:

O nascimento do primogênito dos Braun foi planejado com bastante antecedência mas demorou tempo  o bastante para fazer com que seus pais quase perdessem as esperanças de continuarem a linhagem da família. E como se não bastasse carregar nos ombros o peso de ser membro de uma tão controversa família, Dante Braun, antes mesmo que pudesse falar ou andar, já tinha todo seu destino traçado: ele seguira a profissão do pai – tornar-se-ia um advogado bem sucedido –, provavelmente frequentaria uma das universidades da Ivy League e no fim, herdaria todo a fortuna que ao longo dos anos, sua família cultivou. Ele foi criado, então, cercado de regalias e mimos dos mais diversos; Dante era uma cria da aristocracia rural e como tal, deveria ser tratado como o verdadeiro burguês que era. Ele, ao contrário de todas do que se esperava, nunca conseguira corresponder às expectativas dos tão ausentes pais e, bem, não se esforçava de maneira alguma para tentar fazê-lo.

Cresceu às avessas, fazendo tudo ao contrário que lhe era mandado. Aos oito anos, já havia tido tantos tutores que seus pais decidiram que não havia maneira dele continuar sendo educado em casa; portanto, logo foi mandado à escola primária, onde, constantemente ficava de castigo por ser um infante tão petulante e respondão como era. Por isso que logo ao completar dez anos, foi mandado para um colégio interno – lá permaneceu por exatamente cinco meses completos. Ele não era um garoto ruim, do tipo que aprontava e/ou praticava algum tipo de violência contra seus colegas da escola; Dante só não via sentido em permanecer enclausurado como um verdadeiro refém, quando havia mil e uma outras coisas para se fazer e apreciar na vida. Seus pais, assim como os professores, não entendiam a lógica do garoto e esse foi o principal motivo pelo qual o Braun não parava em lugar nenhum; as expulsões tinham só um motivo: a falta de frequência.

Se sentiu aliviado quando, mesmo sem ter sido um aluno exemplar, conseguiu passar em uma faculdade (que não era da Ivy League mas ainda oferecia bons programas a ele) pois assim, ele conseguia muito mais tempo longe daquela família que há muito já nem era mais podada com elos. Dante não fazia a mínima ideia do que buscava naquele local – um lar? uma família? uma saída de escape daquele mundo louco em que vivia? – e procurou por respostas durante um bom tempo, até que viu-se farto das indagações e com uma mala nas costas, dinheiro pouco mas um cartão com limites razoáveis, ele saiu do país em busca do verdadeiro sentido da vida.

Foram anos estranhamente preenchidos; seus pais não tentaram contatá-lo, tampouco cancelaram seu cartão (que era a única maneira com a qual ele conseguia viver em plano internacional). Mais do que nunca, Dante sentia como se não pertencesse aos Braun mas daquela vez era uma sensação até revigorante, eles não eram nada mais que ligados pelo puro acaso da genética, não é? Fazia, então, quase cinco anos desde que havia tido contato com os pais quando, por acaso, leu em uma coluna social da sua cidade (que ele ainda acessava por puro hábito) as mensagens póstumas acerca de seus progenitores. Ele pensou em como estaria sua irmã – a garotinha calada que sempre fora sua irmã –, preocupou-se com seus sentimentos mas tinha noção de que seu orgulho não o deixaria voltar à Sleepy Hollow (e de qualquer maneira, era bem provável que ninguém mais lembrasse de sua existência por ali); antes de tomar tal decisão, assegurou-se de que tudo ficaria bem com Alina. Este foi o único ato, que na época, conseguiu prestar aos pais.

Alguns anos depois, Dante havia finalmente conseguido um diploma (formou-se em Literatura Inglesa em uma universidade de Praga) e trabalhava meio período em uma escola primária, onde dava aulas à crianças. Parecia, então, que a vida seguia seu curso normal, estava finalmente encontrando a si mesmo e ele mal lembrava de que um dia se sentira tão forasteiro em sua própria casa – tal fato o deixava extasiado – além de que, mal sentia culpa por não ter comparecido ao enterro dos pais. Entretanto, como as tragédias pareciam serem membros indesejáveis da família Braun, o homem recebeu uma carta que contava sobre a morte da atual Guardiã de sua irmã (em circunstâncias suspeitas e covardes) e que lhe dava sua posição: era a vez dele de assumir não só a garota, como todos os negócios da família. Sem nem parar para analisar suas opções, ele voltou para Sleepy Hollow, tomando para si as responsabilidades que um dia foram previstas.

CONEXÕES:

  • Alina Braun: sua irmã. Dante e Alina nunca foram realmente próximos, tanto por conta da diferença de idade entre eles quanto por conta da personalidade divergente que os dois possuem; entretanto, dada as devidas circunstâncias, o Braun mais velho sente-se responsável pela irmã mais nova e até culpado, quanto ao abandono à família.
  • Aleksander Palovitch: seu primo. A infância de Dante fora preenchida com histórias mirabolantes que seu pai contava sobre a irmã mais velha, Caitlin. No entanto, ele sempre imaginou a mulher como eternamente jovem e sequer pensara que um dia casaria ou teria um filho. Por isso que ao chegar em Sleepy Hollow e descobrir que a menina estava vivendo com um tio e um primo que ele nunca ouvira falar, fora uma tremenda surpresa para ele. 
Profundidade

Os olhares dos olhos não são profundos, profundos são os dedos nos olhos.

Perfura meu globo ocular, quebra meu crânio. Ignora meu rosto, toca meu cérebro. Rasga minha garganta, dilacera meu esófago. Toca os sucos gástricos com a mão, perde-se nas minhas entranhas.

Profundíssimos são os olhares que não deixam resquício de vida por onde passam, penetram cada núcleo de cada célula e esmagam cada molécula de DNA que mantinha a informação de um ser que não sofreu o impacto com esse olhar.

Profundíssimo é olhar prisioneiro de almas e de mentes, que destrói o sentido da vida e planta nelas o RNA sem sentido de si mesmo, que não tem sentimento ou razão, só tem impacto, profundida ou destruição.

Profundos são os dedos nos olhos, que não passam dos olhos. Cegam no sentido prático de cegar, mas não cegam no sentido cego de quem enxerga apenas outros olhos, não vê outro olhar.

Sadico-aristocrata

Colar de pérolas pode atingir US$ 7 milhões em leilão

Um colar de pérolas cinzas que pertencia a uma aristocrata britânica será leiloado em Hong Kong por um preço que pode chegar a 7 milhões de dólares, anunciou a casa Sotheby’s.

A joia pertenceu à Lady Pearson, viscondessa de Cowdray, uma colecionadora de renome do final do século XIX.

As pérolas farão parte de um leilão batizado de “Joias magníficas”. A peça já obteve um recorde mundial quando a Christie’s a vendeu em 2012, por 3,35 milhões dólares.

A joia, criada por Cartier, é composta por 42 pérolas naturais de água salgada da cor cinza, muito raras, e será vendida com um par de brincos com a mesma conta.

Antes de ser leiloado em Hong Kong, o colar fará um tour mundial por Nova York, Londres, Genebra, Cingapura e Taipé.

Linha do tempo #Romaantiga

A Roma Antiga foi dividida nos seus três principais períodos. Que foram a Monarquia: 753 a.C. à 509 a.C;
 A República: 509 a.C. à 27 a.C;
Império: 27 a.C. à 476 d.C

 O período da Monarquia foi caracterizado pela existência de dois grupos:  Patrícios e Plebeus, isto é, os Patrícios estavam no poder, eram os aristocratas e os Plebeus estavam sobre poder do governo dos patrícios. PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS:
-Povos Itálicos, foram os fundadores de Roma.
-Surgimento do senado: século VIII a.C.
-Sociedade Patriarcal, o Rei era como um chefe de família;
-Expulsão dos Etruscos da Itália.
-Localização da Itália
-res publica “coisa pública” em latim
Significava que o Estado não era propriedade do Rei, mas sim um bem público, a partir daí, os magistrados se tornaram os responsáveis pela administração da cidade.
-Através da Luta a Plebe Conquistou Direitos
-450 a.C. Elaboração da Lei das Doze Tábuas, que regulava alguns direitos, como os de família e propriedade.
-326 a.C. Fim da escravidão por dívidas.

 Já no período Republicano, havia três assembleias: CURIATA- cidadãos eram divididos pelo local de residência;
CENTURIATA- divididos pela riqueza e participação no exército;
PLEBE- formada apenas pelos plebeus; Com o tempo, a república romana foi decaindo até se impor na Roma o Império.

A principal característica do Império Romano é a centralização do poder nas mãos de um só governante. O longo período das guerras civis, contribuiu para enfraquecer o Senado e fortalecer o exército.

Caio Otávio será o primeiro imperador de Roma e receberá uma série de títulos, tais como: Augusto ( honra dada somente aos deuses ), Tribuno da Plebe vitalício e Príncipe ( o primeiro cidadão do Senado). O seu governo vai do ano 31 a.C. até o ano 14 d.C.

Realizou reformas que contribuíram para a sua popularidade: ampliou a distribuição gratuita de trigo para a plebe e de espaços para a diversão pública (a famosa Política do Pão e Circo), efetuou uma distribuição de terras aos soldados veteranos e foi um protetor dos artistas romanos. Seu período é conhecido como a PAX ROMANA, dado ao fortalecimento do exército. As fronteiras do Império Romano começam a serem invadidas pelos chamados povos bárbaros, trazendo um clima de insegurança e pânico a todos, assim fazendo com que o Império Romano entre em crise.

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Eu não vou dizer

Eu não vou enrolar, Tom Jobim já dizia sem sair da mesma nota que tem muita gente por aí que fala fala e não diz nada, ou quase nada. Eu não vou falar falar e dizer pouco.

Eu não vou desejar felicidades. Você deve ser feliz, você deve estar feliz e tanta gente deseja isso que só vou chover no molhado, além de que se todos os desejos de felicidade se realizarem teremos muitas felicidades, e felicidade às vezes é demais.

Eu não vou desejar saúde, vou desejar um plano de saúde. Desejar saúde não te deixa saudável. Da mesma forma não vou querer prosperidade, amor e todas essas coisas que todo mundo fala. Seja próspera e ame se você quiser, amar não é obrigação, ninguém é obrigado a ser próspero.

Eu não vou te desejar várias amizades, pois amigos às vezes são demais. Não vou desejar mais amizade entre nós, pois quem disse que isso é necessariamente bom? Nós podemos brigar se nos aproximarmos e só piorar as coisas.

Eu não quero te deixar feliz ou emocionada com esse texto, não quero te deixar consciente de nada, nem com qualquer ideia vaga de algum amor que eu sinta por você ou qualquer amizade. Tudo isso você já sabe.

Aliás, como disseram titãs em um domingo, eu não vou dizer o que realmente penso ou o que realmente sinto, eu não vou dizer nada além do que estou dizendo. Eu vou dizer porque quero dizer, eu disse porque sim, e essa é a expressão total do meu ser.

Aliás, o que é escrever se não descrever a imagem linda em tons de vermelho pintada na parede das artérias?

Sadico-aristocrata

A MEGERA DOMADA-SHAKESPEARE

O livro “A Megera Domada”, originalmente publicado como The Taming of the Shrew, é uma das comédias de costumes mais

conhecidas

de

William Shakespeare

 Aqui o autor apresenta Catarina, a irrefreável primogênita de Batista. Nenhum

homem

consegue domar a jovem.

Ela tem uma irmã mais nova, a meiga Bianca. O problema é que o pai das duas só permitirá o casamento da caçula após o matrimônio de Catarina. É desta forma que tem início a tortura dos vários candidatos à mão de Bianca. Eles tecem uma conspiração com o objetivo de encontrar um pretendente para a rude, colérica e caprichosa Catarina.

Então aparece Petruchio, um nobre originário de Verona. O aristocrata, na verdade, só está à procura de um dote generoso. É intencional o contraste entre a rispidez de Petruchio e a cortesia dos candidatos que pretendem se casar com a caçula. Esta é uma forma do autor ridicularizar a vida social da época. Ao que parece, o matrimônio ocorre à revelia da protagonista. Depois de a jovem passar por um difícil processo terapêutico, o fidalgo enfim consegue conquistar Catarina.

A peça oferece ao leitor a oportunidade de avaliar os hábitos e as ações humanas neste período histórico. Ela tem como assuntos essenciais: o casamento, os conflitos entre sexos opostos e o jogo de sedução, ingredientes sempre presentes na dramaturgia de Shakespeare.


Nome:Katly Diniz

Título: No Caminho de Swann (Volume 1);

Série: Em Busca do Tempo Perdido;

Autor: Marcel Proust;

Sinopse:  Swann, um dos principais personagens desta obra, é um refinado aristocrata conhecedor de literatura, colecionador de objetos de arte e frequente nos salões parisienses. O narrador o conheceu quando criança em Combray, cidadezinha imaginária onde ele passava as férias de Páscoa. Neste volume, Proust se dedica principalmente à narração de sua infância e adolescência.

Ler Online e Download: Aqui

Marvel's Genesis

Quando se fala em dedicação, Sehun se destacava em todos os aspectos. Mesmo que já fosse considerado  um gênio, aliás, um prodígio, ele se esforçava ao máximo para lapidar suas habilidades e  conhecimentos. Não importava o que fizesse, se não fosse o número um, não teria graça.

Pra começar, Sehun nascera na família Oh, uma família nobre e aristocrata que prezava acima de  qualquer coisa, a boa imagem. Ao dar a luz a Sehun, a mãe dele padecera no parto e alguns anos  depois, o pai viera a falecer também, em um acidente de carro o que levara a deixar a guarda com o  avô, um velho apático e aristrocrata que se importava mais com a imagem do que com qualquer outra  coisa. Quando Sehun completou quatro anos, mesmo tendo aprendido a tocar vários instrumentos e  também a escrever e desenhar, assim como também cantar sob os olhos exigentes do avô, uma professora  particular fora contratada para ser sua mentora. Não era velha, tampouco jovem. Beirava a casa dos  vinte e três na época, uma mulher estudada e aparentemente rígida demais para a sua idade, o avô a  contratara por sua excelente condulta e também para que a imagem jovem da mulher estimulasse o neto.

Nos primeiros meses ela demonstrara ser rígida, esperava somente o melhor do rapaz e ele oferecia a  ela muito mais, superando as expectativas. Aprendia muito rapidamente e lapidava mais e mais suas  habilidades. Era como se não houvesse nada que não pudesse aprender e executar rapidamente. Seria  perfeito demais, que ele crescesse sob as intruções de uma mentora tão competente. Seria perfeito,  um aluno incrível para uma professora igualmente genial, não fosse os toques maldosos quando  sozinhos. Ela alegava que ele necessitava de atenção e carinho, já que passava o dia enfiado dentro  de casa estudando com ela. Quando o levava para o banho, fazia questão de lhe massagear a íntima  região, e isso só piorou.

Quando completou exatos nove anos, como presente, ela o abordara durante a noite escura e nua, o  tomara para si, abusara de seu corpo e tomou para si própria, a inocência. E ainda que não pudesse  ejacular, Sehun ficara ereto e sem entender, gostou muito da cócega que aquela brincadeira lhe  causara. Todavia, o avô descobriu e despediu a mulher. Como qualquer homem sábio faria, na verdade.

E sob essas circustâncias, o velho Oh decidiu que Sehun necessitava ir ao colégio a fim de que não  enloquecesse depois do ocorrido. Contudo, o garoto passou a buscar nas coleguinhas de classe, a  professora gentil. O gentil e aplicado estudante, quando podia, mudava seus olhos e passava a  desejar as meninas. Passava-lhe as mãos e utilizava de sua lábia para convocá-las ao banheiro ou  locais silenciosos, onde pudesse arrancar sua inocência. O avô notou tal coisa, quando pegou Sehun  com várias colegas de escola, no quarto em atos obcenos.

Entretanto, não podia julgá-lo, era um garoto e um muito aplicado, era aceitável que necessitava  extravasar. Alguém com a postura de um Rei entende isso de seus decendentes. Porém, mesmo assim  tentara mudar isso no neto, incentivando-o a praticar esportes, contanto que suas notas fossem  sempre altas e impecáveis. Mandara-o fazer cursos extra-curriculares e aulas de dança e teatro, a  fim de que o rapaz se ocupasse o suficiente apenas no que era importante. E ele o fez, no  fundamental entrou para o clube de futebol, futebol americano e basqueta. Também para o clube do  livro, música, dança e teatro. Nos horários que não estava na escola em prol dos estudos ou dos  clubes, estava no curso de administração, inglês e francês. Já no ensino médio, só o que mudou foram  os cursos extra-curriculares, onde passou a estudar desenho-gráfico e web-desenho.

Mas o apetite sexual não passou. Oh Sehun era tão formidável que podia organizar seu dia,  cuidadosamente, como uma agenda virtual, realizando cronogramas de horários para que nada saísse de  seu controle total. Nada era deixado de lado, tudo era levado bastante a sério, e as garotas, elas  continuavam aparecendo. Aos montes. Todos os dias. Em vários intervalos do dia.

O avô nunca descobriu. A Imagem que Sehun lhe mostrava, era o suficiente para não levantar nenhuma  suspeita. A satiríase nunca seria descoberta.