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Projeto obriga governo a alertar cidadãos antes do vencimento da carteira de motorista

Muita gente já passou por isso: descobrir tarde demais, às vezes no meio de uma blitz, que a carteira de motorista já venceu. Nesse caso, o veículo pode ser apreendido e a multa é de R$ 191,54, além da penalidade de 7 pontos na carteira, pois se trata de infração gravíssima, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro. Entretanto,  um projeto da senadora Marta Suplicy,  o PLS 459/2015, obriga o Poder Público a enviar correspondência aos motoristas avisando sobre o vencimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com pelo menos 30 dias de antecedência.

De acordo com a senadora, estima-se que só no estado de São Paulo haja cerca de 5 milhões de motoristas dirigindo com a carteira vencida, o que representa 20% das CNHs lá registradas. Marta Suplicy argumenta que parte significativa desses casos ocorre por distração dos cidadãos e não com intenções dolosas. “O mundo moderno caracteriza-se pela enorme quantidade de informação a que os cidadãos estão submetidos. Nesse contexto, não é incomum que tarefas relevantes, como a necessidade de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), acabem sendo esquecidas pelos condutores.”, afirma, na justificação do projeto.

Para ela, o envio do alerta é positivo para todos: “ganha o cidadão e o Estado, ao reduzirmos o número de condutores em situação irregular.”

O projeto está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ), onde aguarda a designação de relator.

Você pode opinar sobre o projeto clicando aqui.

Saiba mais:

- Conforme o Código de Trânsito, a CNH tem validade de cinco anos para os motoristas com menos de 65 anos de idade, e de três anos para os demais. Em casos excepcionais essa validade pode ser menor, caso o profissional responsável pelo exame médico do condutor assim determine. 

- Uma vez vencida a CNH, o motorista tem até 30 dias para providenciar a sua renovação sem estar sujeito às penalidades da lei. Depois disso, se for pego dirigindo, levará multa, pontos e o veículo ficará retido até que um motorista devidamente habilitado possa conduzi-lo.

- Para renovar a CNH, o motorista deve pagar as taxas específicas e comparecer ao Detran local ou à clínica credenciada levando cópia e original da habilitação, da carteira de identidade, do CPF e de um comprovante de residência. Lá deverá tirar a nova foto e fazer os exames exigidos. 

5 aspectos que ajudam a entender melhor a assexualidade

A assexualidade ainda é algo misterioso para aqueles que não se consideram assexuais. Ela ainda não é bem compreendida nem mesmo pelos que se dedicam a pesquisar o comportamento sexual, argumenta Anthony F. Bogaert, um pesquisador sobre sexo, da Universidade de Brock. E isso realmente faz sentido: É muito mais fácil estudar um comportamento observável do que a ausência de um deles. Porém, em uma nova revisão da literatura científica sobre a assexualidade, publicada no Journal of Sex Research, Bogaert afirma que muitos investigadores deviam começar a prestar mais atenção à assexualidade. Ele afirma que não é possível entender o amplo espectro do desejo sexual humano, a menos que se possa compreender também aqueles que nunca o experimentam. 

O triângulo é usado amplamente pela comunidade assexual para simbolizar a assexualidade.

O trabalho de Bogaert nos dá uma perspectiva fascinante das pesquisas atuais sobre a assexualidade. Aqui estão alguns dos destaques:

O estudo científico da assexualidade ainda é muito recente, ele tem cerca de dez anos. O próprio Bogaert publicou uma das primeiras investigações acadêmicas significativas sobre o assunto em 2004, no Journal of Sex Research. Mas nos anos seguintes, tanto os acadêmicos como os não-acadêmicos voltaram seu interesse para esse tópico. Como resultado, foram publicados muitos trabalhos, tanto de caráter acadêmico, como popular, sobre a assexualidade, incluindo The Invisible Orientation: An Introduction to Asexuality (A Orientação Invisível: Uma Introdução à Assexualidade), uma pesquisa destinada ao público em geral, publicada no outono passado e escrita por Julie Sondra Decker.

Calcula-se que aproximadamente um por cento da população mundial seja assexuada. Os números revelados no âmbito das diversas pesquisas são bastante flutuantes; isso ocorre em grande parte porque a assexualidade ainda carece de uma definição clara e precisa na comunidade de pesquisadores. (Bogaert prefere descrevê-la de maneira simples e direta: “ausência total de atração sexual por outrem.”) Essa cifra de um por cento provém dos melhores dados disponíveis; ela foi obtida através de uma amostra tomada entre adultos britânicos em 2004 para a National Survey of Sexual Attitudes and Lifestyles (Pesquisa Nacional de Atitudes Sexuais e Estilos de Vida). “De qualquer modo, escreve Bogaert, um por cento é um “número bastante considerável.””

Não é um distúrbio. Os pesquisadores têm debatido bastante sobre se a assexualidade deveria ou não ser considerada como um tipo de distúrbio sexual similar à falta ou inibição do desejo sexual, por exemplo. Mas nesse artigo (e noutros anteriores), Bogaert rejeita essa ideia. Por um lado, escreve ele, só porque a assexualidade é algo raro não significa necessariamente que ela seja um distúrbio. Por outro, catalogar a assexualidade como patológica implicaria que, de alguma maneira, ela gera algum incômodo para aqueles que a têm, argumenta ele — a evidência sugere ainda, que aqueles que se identificam como assexuais não se sentem incomodados por sua própria assexualidade. (Por definição, um distúrbio deve ser descrito como algo que causa sofrimento, incapacidade ou representa um risco para a saúde do indivíduo). 

A evidência sugere que essa é, de fato, uma orientação sexual diferente. Pense em como outras orientações sexuais, tais como heterossexualidade, homossexualidade e bissexualidade, são definidas. A atração sexual é um fator chave para elas, se não for precisamente o fator em que se baseiam todas essas diferenças. Partindo desse princípio, a ausência de atração sexual deveria sugerir que a “assexualidade pode ser construída como uma categoria única e distinta no quadro da orientação sexual,” escreve ele.

Não há nada de errado com a anatomia dos assexuais. Os pesquisadores chegaram a teorizar que a falta de desejo sexual das pessoas assexuadas poderia provir de algum problema fisiológico. No entanto, uma pesquisa feita por Lori Brotto, da University of British Columbia, revelou que as pessoas assexuadas têm a mesma capacidade de ter ereções ou lubrificação vaginal que qualquer outra pessoa. Estas são as palavras de uma pessoa assexuada, citadas em outro estudo liderado por Brotto em 2010: “Digamos que eu testei o ‘equipamento’… e tudo funciona bem, foi agradável e tudo o mais; mas o fato é que simplesmente não sinto nenhuma atração.”

Science of Us
Melissa Dahl

ARTIGO ESPECIAL

Russia e o Nazismo Internacional:

Alexander Dugin é o teórico filósofo geopolítico russo e conselheiro do Presidente Vladmir Putin (que ja foi agente da KGB), ele tem dito que o século XX foi o “século da ideologia”. Foi um século no qual, como predisse Nietzsche, ideias (e ideologias) guerrearam umas contra as outras. 

As três facções em guerra foram, em ordem de aparição: liberalismo (da esquerda e da direita), comunismo (assim como a social-democracia) e fascismo (incluindo o nacional-socialismo de Adolf Hitler). Estas três ideologias combateram-se mutuamente até a morte, criando, em essência, toda a dramática e sangrenta história política do século XX. 

De acordo com Alexander Dugin, o liberalismo veio a vencer no final do século XX, ainda que vitórias deste tipo raramente sejam permanentes. Na verdade, Dugin diz-nos que o liberalismo já se desintegrou na chamada “pós-modernidade”. 

Dugin argumenta que, com seu foco no indivíduo, o liberalismo conduziu à globalização, e globalização significa que o homem é “libertado de sua adesão a uma comunidade” e de qualquer identidade coletiva…” Isto aconteceu porque a massa de seres humanos, “compreendida inteiramente por indivíduos, é atraída em direção à universalidade e busca tornar-se global e unificada”. 

Mesmo agora este ímpeto em direção à globalização coincide com a glorificação da liberdade total “e a independência do indivíduo de qualquer tipo de limite, incluindo razão, moralidade, identidade… disciplina, e assim por diante”. 

O resultado, diz Dugin, é o “Fim da História” de Francis Fukuyama. Mas não nos enganemos, explica Dugin, a história não termina realmente, o que realmente aconteceu, na verdade, é que a realização do triunfo do liberalismo tem sido o desastre da humanidade. É um desastre para o indivíduo, devido ao indivíduo ter perdido seu ancoradouro, sua conservação. 

Aqui Dugin parece estar ecoando James Burnham, que uma vez explicou que o liberalismo era “a ideologia do suicídio do Ocidente”. O liberalismo destrói, como argumentou Joseph Schumpeter, sua própria “sustentação iliberal”.

O livro de Dugin, ‘The Fourth Political Theory’ (A Quarta Teoria Política), do qual a estratégia russa agora depende, é na verdade uma versão atualizada de uma velha fórmula estratégica que uma vez tomou forma sob o Pacto Molotov-Ribbentrop, é uma tentativa de reviver e combinar as ideologias fracassadas do comunismo e do fascismo para ai sim uma batalha final

Vale lembrar que Dugin não inventou esta “nova” abordagem totalitária, porque seus elementos estavam presentes no pensamento e planejamento soviético antes que Dugin nascesse. Stalin estava usando a Quarta Teoria Política em agosto de 1939, quando enviou as delegações britânica e francesa embaladas a fim de assinar um pacto com Hitler. Relata-se que Stalin muitas vezes disse, em perfeita seriedade, “eu poderia ter conquistado o mundo com Hitler”. Por que ele disse isso? Porque os nazistas souberam como mobilizar o apoio público para sua causa e os comunistas não. O ministro da Propaganda nazista Joseph Goebells uma vez avisou que a força bruta era insuficiente. Ele disse: “é melhor fazer com que as pessoas te amem”. Esta inversão do dictum maquiavélico, de que é melhor ser temido que amado, foi a robusta adaptação nazista. 

O Nazismo não dizia respeito apenas ao ódio. Dizia respeito também ao amor – amor ao Führer, amor à Pátria, etc… É o que fez Hitler tão perigoso. Ele podia levar pessoas a amar coisas, e morrer por estas coisas, e também a matar por estas coisas. Em 1940, quando Stalin conspirou para apunhalar Hitler pelas costas, ele cometeu o erro de subestimar os nazistas. Os desastres militares soviéticos subsequentes, que ocorreram no verão e outono de 1941, foram sem precedentes na história daquela guerra.

Os sucessores de Stalin tiveram anos para reconhecer a fragilidade de seu próprio sistema e as vantagens do sistema de Hitler. Portanto, não deveríamos estranhar que o bloco comunista começasse a experimentar aspectos do nacional-socialismo tempos atrás. 

Perceba que começaram pela preservação de certas tradições, e através do apelo ao nacionalismo russo, as pessoas podem ser motivadas a lutar e isto é o que Alexander Dugin está tentando explorar com sua ‘Quarta Teoria Política’. 

O renascimento do nazismo (em forma alterada) e o florescimento do antissemitismo tem sido antecipado e criado em laboratório pela Russia há muito tempo, e Dugin tem flertado com este renascimento. Afinal, o pêndulo político balança para frente e para trás entre os extremos. Por três gerações temos ouvido sobre o Holocausto e a perversidade de Hitler. Em resposta a isto, os analistas russos desconfiam ver o triunfo da negação do Holocausto e deificação de Hitler através de um deslocamento contrário na opinião da massa, pode ser questão de tempo mas é assim que funciona.

Alexander Dugin não se aproximou dos nacionalistas brancos e proto-nazistas da Europa pelo sincero desejo de ajudar a causa deles , não mais que Stalin aliou-se a Hitler em 1939 porque concordava com o Mein Kampf. Dugin é cauteloso, e evita a adoção direta de racismo explícito. Ele diz que racismo real é o racismo americano. E então, seu encorajamento aos nacionalistas brancos e nacional-socialistas tem sido muito dissimulado, e bastante indireto. 

Seu propósito era e é golpear o sistema de livre mercado liberal no Ocidente conseguindo que todas as forças anti liberais no mundo oponham-se ao capitalismo americano e, por padrão, apoiem Moscou nesta batalha. 

Muitos anos atrás, a sempre perspicaz Claire Berlinski escreveu o Livro ‘Menace in Europe’ (Ameaça na Europa). Ela percebeu, em um nível psicológico muito profundo, que o antissemitismo e o nazismo nunca morreram. Estes impulsos apenas tornaram-se adormecidos, e podiam reaparecer ainda no futuro. A “desnazificação” da Alemanha no pós-guerra portanto, apenas parecia ter sido bem sucedida. Com a mistura de multiculturalismo, defesa de minorias, feminismo etc…, a Europa tem sido servida de um coquetel que parece concebido para uma coisa: a saber, reviver um novo tipo de nazismo. Adicione a imigração muçulmana a esta “poção de bruxa” e o que temos? Temos uma reação nacionalista branca.

Há, de fato, na história da Segunda Guerra Mundial, uma massa de questões não examinadas e movimentos mal compreendidos conectados a isto. Mesmo os fatos mais simples a respeito desta guerra têm sido mal compreendidos até hoje. E Moscou gostaria de manter desta maneira, preservando a todo custo nossas falsas suposições, por exemplo, quem financiou os nazistas? quem financiou a União Soviética? porque Stalin foi aliado de Hitler? etc etc

Tomemos um evento simples da guerra que mostra quão indiferente nossos melhores historiadores têm sido. Incontáveis livros têm sido escritos a respeito da morte de Hitler, mas nenhum tem feito as perguntas certas. É bem conhecido que a União Soviética ocultou todas as sólidas evidências da morte de Hitler do restante do mundo, o que os historiadores têm tido o sentido de perguntar? Na verdade, o próprio Stalin encorajou o rumor de que Hitler escapou de Berlim em Abril de 1945. Mais recentemente os russos apresentaram um esqueleto de mulher como sendo o de Hitler, com uma perfuração por bala no lugar errado. Por que eles fizeram isto? É muito simples. De um ponto de vista estratégico, o mito da sobrevivência de Hitler foi estrategicamente útil a Moscou e, como veremos, isto tem a ver com o fato de que os comunistas de Moscou terem adquirido controle da Internacional Nazista antes do fim da guerra! 

Pete Bagley, um antigo oficial da CIA com acesso a documentos da KGB, escreveu:  “(…) O fato repugnante é que… a KGB secretamente infiltrou o êxodo nazista da Alemanha (em 1945), tomou controle de uma ou mais organizações de exílio nazista, e manipulou-as numa clássica operação “falsa bandeira”, como ferramenta despercebida em sua Guerra Fria contra o Ocidente”.

No Livro Spymaster (pagina 145), Pete Bagley nos conta de uma reunião clandestina próxima a Viena entre oficiais da KGB e o antigo chefe da Gestapo Heinrich Mueller em 1945. De acordo com a informação de Bagley, Mueller teria sido pego pelos Soviéticos ao fim da guerra, “mas ao invés de puni-lo como o pior dos criminosos de guerra”, escreveu Bagley, “eles o tomaram para o trabalho clandestino e moveram-no para a América do Sul”.

Aqueles que estão interessados nos desenvolvimentos históricos da América do Sul e pesquisam sobre isso deveriam ter especial interesse nisto, por exemplo a inexplicável aliança entre comunistas e nazistas na América do Sul é melhor compreendida como um jogo complexo que remonta à penetração do Terceiro Reich por agentes soviéticos durante a guerra. 

Para compreender a profundidade destas penetrações de inteligência soviética, é útil examinar o testemunho do chefe da agência de inteligência Walter Schellenberg, cabeça da inteligência estrangeira (Ausland – SD) de 1941 a 1945. De acordo com Schellenberg, após a derrota do Sexto Exército em Stalingrado veio à existência dentro da hierarquia nazista uma poderosa “facção oriental”. Estes eram nazistas que sabiam que a guerra estava perdida, e que decidiram começar a trabalhar secretamente para a União Soviética como meio de assegurar sua sobrevivência futura. Um dos mais proeminentes destes vira-casacas, do ponto de vantagem de Schellenberg, foi o braço direito de Hitler e chefe do partido Martin Bormann. Outro foi o chefe da Gestapo Heinrich Mueller, que pode ter trabalhado para Moscou desde 1937. Schellenberg escreveu: “Minha primeira suspeita séria sobre a sinceridade do trabalho de Mueller contra a Rússia foi despertada numa longa conversa que tive com ele na primavera de 1943.. imaginei porquê era tão tarde, que ele tinha estado bebendo, quando disse que queria conversar comigo”. Schellenberg não bebia, e era um rival burocrático de Muller. No início da “conversa”, Mueller lembrou a Schellenberg que a influência soviética não existia apenas dentro da classe trabalhadora isoladamente. Era também forte entre pessoas educadas. Mueller então disse: “vejo nisso um inevitável desenvolvimento histórico de nossa era, particularmente quando se considera a “anarquia” espiritual de nossa cultura ocidental, na qual incluo a ideologia do Terceiro Reich”. Schellenberg foi tomado de surpresa. E Mueller supostamente não lia livros, aas a próxima declaração de Mueller foi ainda mais surpreendente, porque foi traiçoeira. “O nacional-socialismo”, disse Mueller: “(…) não é nada mais que um tipo de esterco neste deserto espiritual (da Europa Ocidental). Em contraste com isto, vê-se na Rússia uma revolução mundial, espiritual e material, unificada e inflexível, que oferece um tipo de carga elétrica positiva ao negativismo do ocidente”

Como Schellenberg explicou:

“sentei-me aquela noite em frente a Mueller num cismar profundo. Aqui estava o homem que tinha conduzido o mais implacável e brutal esforço contra o comunismo em todas as suas formas, o homem que em sua investigação da Orquestra Vermelha não tinha deixado pedra sobre pedra para descobrir as últimas ramificações daquela conspiração. Que mudança!”


Que mudança, de fato! Mueller estava provavelmente fazendo a mesma exposição de recrutamento a outros altos oficiais nazistas. E quem ousaria denunciá-lo? Ele era o cabeça da Gestapo! Ele podia negar a conversa, ou dizer que estava testando a lealdade do interlocutor. Schellenberg estava assombrado. “- Você sabe, Schellenberg”, disse Mueller,

(…) “isto é realmente estúpido, esta coisa entre nós. No início pensei que nos daríamos bem em nossa relação pessoal e profissional, mas não aconteceu. Você tem muitas vantagens sobre mim. Meus pais eram pobres, eu me fiz sozinho. Eu era um detetive de polícia, comecei nas batidas e aprendi na dura escola do trabalho ordinário da polícia. Agora, você é um homem educado. É um advogado, possui retaguarda cultural, você viajou. Em outras palavras, você impôs-se facilmente num sistema petrificado de tradição conservadora. Pegue, por exemplo, homens como aqueles da Orquestra Vermelha – Schulze-Boynsen ou Harnack – você sabe, eles eram intelectuais, mas de um tipo inteiramente diferente. Eles eram intelectuais puros, revolucionários progressistas, sempre procurando por uma solução final. Eles nunca se atolaram em meias medidas. E eles morreram acreditando ainda naquela solução. Há muitas concessões no nacional-socialismo para que ele ofereça uma fé como aquela, mas o comunismo espiritual pode”.


Durante sua declaração, Mueller também referiu-se a Martin Bormann como um homem “que sabe o quer”. Previamente, Mueller tinha se referido a Bormann como nada mais que um criminoso. Schellenberg estava ficando nervoso, enquanto Mueller virava um conhaque atrás do outro descrevendo a decadência do ocidente nos termos mais rudes. Schellenberg percebeu que Mueller deveria possuir informações comprometedoras de todos os altos líderes nazistas. Tendo escutas telefônicas por toda parte, Mueller conhecia os segredos sujos de todos. A apreensão de Schellenberg cresceu até que ele pensou:  (…) “O que Mueller deseja, este homem que estava tão cheio de rancor e ódio, repentinamente ‘falando como um livro’?” Para quebrar o monólogo Schellenberg recorreu ao humor: “Certo camarada Mueller, vamos todos começar a dizer “Heil Stalin!” agora mesmo, e nosso pequeno líder Mueller se tornará o cabeça da NKVD”.

Schellenberg desde o início não tinha sido nem germânico nem nacional-socialista, mas na verdade socialista. Quem sabe quantas pessoas ele influenciou e atraiu, naquela época, para a chamada “facção oriental” e que depois continuou operando, até na América do Sul?

E então vemos o reavivamento recente das ideias nazistas, do antissemitismo, do nacionalismo branco e da tão propalada Nova Direita Europeia e da Nova Direita Norte-americana, desta vez como um possível coadjuvante do poder russo. Pois neste fenômeno não estamos apenas lidando com o reavivamento nazista. Podemos estar lidando com uma operação russa de “falsa bandeira” com enorme e inexplorado potencial terrorista. 

Há a possibilidade, é claro, de que este “movimento” escape dos russos e se transforme em outra coisa. Mas então devemos considerar o significado do Pacto Ribbentrop-Molotov de 1939, o que quer que tenha sido, o nazismo foi inimigo da América e da liberdade no mesmo sentido que o é o fundamentalismo islâmico. 

Quando Alexander Dugin propõe sua Quarta Teoria Política, ele está propondo nada menos que a combinação de todas as forças anti-americanas num punho fechado e ai inclui tudo o que não é bom para a Liberdade.

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Andre Plitzke

Estudante do Ensino Médio no Colégio Senemby, Jornalista e Redator participante do site Agencia Publica, hoje é autor convidado pelo blog News Alternative do @canaltx4

Atenção seguidores ! Reativação para o ENEM

Quero desculpar-me pela ausência que já se faz em anos. Hoje, estou aqui para informa-los que reativo meu Tumblr (jahmecriou) com o objetivo de escrever, ou tentar, uma vez por semana. Contribuindo com a minha preparação para o Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM). Com diversos temas e que provavelmente não irão cair em tal, mas que contribuirão muito para este passo. Obrigada pela atenção e disponibilidade. 

Ponte Preta protocola pedido de anulação de revés para o Cruzeiro

Ainda inconformada com os erros de arbitragem que lhe prejudicaram na derrota para o Cruzeiro, na última quarta-feira, a Ponte Preta Preta protocola nesta sexta um pedido de anulação do jogo. A solicitação foi feita ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

A reclamação tem base no reconhecimento da CBF, que admite ter havido “deficiência técnica” por parte do árbitro Emerson Sobral. Este inclusive acabou afastado dos quadros da entidade devido à atuação abaixo do esperado.

A Macaca alega que ele “inverteu faltas, laterais e escanteios”, além de ignorar pênalti sobre Borges e anular um gol legítimo. A equipe campineira ainda acredita ter havido impedimento no lance do segundo gol cruzeirense.

Segundo o diretor jurídico do clube, Giuliano Guerreiro, o afastamento do árbitro Emerson Sobral abre margem para anulação da partida. “O pedido é fundamentado no ofício do afastamento do árbitro, feito pela própria CBF”, argumenta. “Se a própria CBF é quem escala o árbitro e reconhece que o mesmo não é capaz tecnicamente de arbitrar a partida, deve arcar com esse ônus, anulando então a partida”, defende.

O pedido deve ser estudado pelo STJD nos próximos dias. Se for a julgamento e posteriormente aceito, resultará em decisão inédita do tribunal.

Para efeito de comparação, em 2012 o Palmeiras chegou a solicitar anulação de jogo com o Inter (). O argumento era que, durante revés por 2 a 1, o árbitro teria sido informado por repórteres de TV antes de invalidar um gol alviverde. O pedido foi a julgamento e negado por unanimidade de nove votos.

Venezuela pide el apoyo internacional exponiendo su verdad sobre la frontera

Indira Guerrero
Caracas, 4 sep (EFE).- Venezuela acudió hoy a las Naciones Unidas y a la Unión Suramericana de Naciones (Unasur) para pedir el apoyo que permita solucionar los problemas fronterizos que tiene con Colombia, al tiempo que reiteró su disposición a conversar con el presidente colombiano, Juan Manuel Santos.
El presidente venezolano, Nicolás Maduro, se reunió hoy en Pekín con el secretario general de la ONU, Ban Ki-moon, para explicar “detalle por detalle” los problemas que Venezuela argumenta que existen en los 2.219 kilómetros de frontera que comparte con Colombia.
Maduro dijo que le explicó al secretario de la ONU lo que ha reiterado durante los últimos días: que “del lado colombiano gobiernan los paramilitares, los contrabandistas y los narcotraficantes, porque ellos (el Gobierno colombiano) abandonaron la frontera”.
Aseguró que “del lado venezolano, el territorio es libre de producción de droga, pero se nos meten los paramilitares”, al explicar los principales argumentos por lo que ordenó el cierre de parte de su frontera con Colombia el 19 de agosto tras el ataque a militares venezolanos por supuestos paramilitares.
En el encuentro con el secretario general de la ONU, que se llevó a cabo durante la visita del mandatario venezolano a Pekín, Maduro pidió a Ban su ayuda para frenar la inmigración de colombianos a su país, un éxodo que su gobierno estima ha alcanzado 5.600.000 personas.
“Yo le dije al secretario general de la ONU: ‘necesito ayuda, necesitamos ayuda, asesoría de la ONU para parar el éxodo humanitario masivo de Colombia hacia Venezuela, ayúdenos, somos un país pequeño’”, dijo el mandatario venezolano a los periodistas.
En las mismas declaraciones, Maduro se dirigió con dureza al secretario general de la Unasur, el colombiano Ernesto Samper, a quien, dijo, le tiene “un gran aprecio” pero parece que ahora “estuviera sordo” por no haber atendido una invitación de Venezuela de evaluar la situación fronteriza.
“Yo le tengo gran aprecio pero parece que se hubiera vuelto un hombre sordo, parece que él no escuchó que yo le dije (…) que Venezuela propone una comisión suramericana para que venga a ver la situación de la frontera y ayudar a Venezuela y Colombia para tener una frontera de paz”, dijo.
La Unasur no concretó una reunión del bloque suramericano inicialmente prevista para este jueves, para abordar el tema de la frontera colombo-venezolana, luego de que el Gobierno colombiano se negara a que la situación fuera abordada en el seno de ese organismo.
Samper afirmó hoy que “los escenarios hemisféricos” parecen haberse “descartado” para solucionar el contencioso por el cierre parcial de la frontera entre ambos países, ordenada por Maduro, y la expulsión de más de un millar de colombianos de ese país.
El secretario general de Unasur, quien fue presidente de Colombia entre 1994 y 1998, propuso a Maduro y al presidente de Colombia, Juan Manuel Santos, que “se reúnan en un sitio emblemático para poner fin a las diferencias” entre sus gobiernos.
Maduro, que ya ha mostrado varias veces su disposición de reunirse con Santos, reitero hoy su postura para el encuentro.
“Quiero ver al presidente Santos cara a cara (…) y hablar y que juntos resolvamos”, señaló.
El mandatario venezolano declaró que los dos países deben de “mantener el equilibrio”, llamó a Santos “a restituir el equilibrio, la sensatez, la tranquilidad” e indicó que su Gobierno “no quiere una confrontación ni un enfrentamiento con Colombia” sino una “nueva frontera” entre países.
Aconsejó a su homólogo colombiano, además, “que respire, que se tranquilice, que tome un poco de agua fresca, que se tome una manzanilla con azúcar” porque, dijo, “está bastante ácido”.
Santos dijo hoy que está dispuesto a reunirse con Maduro siempre y cuando cumpla condiciones relacionadas con el respeto “a los derechos fundamentales de los colombianos” que han sido expulsados del país petrolero desde el cierre de la frontera.
En la misma jornada el vicepresidente venezolano, Jorge Arreaza, se reunió con más de 70 representantes del cuerpo diplomático en Venezuela, para, según dijo, explicarles “la verdad sobre la frontera” colombo-venezolana.
“Hemos tenido la oportunidad de explicarles con detalle, tal como nos lo solicitó el presidente Nicolás Maduro (…), la verdad sobre la frontera entre Venezuela y Colombia”, declaró Arreaza en compañía del defensor del Pueblo, Tarek William Saab y representantes diplomáticos acreditados en ese país.
En el encuentro, que se celebró en la sede de la Cancillería venezolana, participaron 70 embajadores, encargados de negocio y representantes de las agencias y organismos internacionales en Venezuela. EFE
igr/jg/cav

Mujer impide el matrimonio gay por "la autoridad de Dios"

Mujer impide el matrimonio gay por “la autoridad de Dios”

Kim Davis es una funcionaria pública electa que decidió no acatar la sentencia de la Corte Suprema de Justicia de Estados Unidos que hace más de dos meses legalizó el matrimonio entre homosexuales. Para ello, desde entonces no otorga licencias de matrimonio a nadie. Davis es cristiana y argumenta que su fe le impide cumplir con su obligación. El lunes la Corte Suprema rechazó ese argumento. Pero…

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Com e sem jato

porJANIO DE FREITAS

Cada dia do novo ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Edson Fachin, vale quase um mês e meio do ministro Gilmar Mendes.

Em 11 dias, Fachin informou o tribunal de que concluíra o seu voto sobre descriminalização do porte de drogas, para o qual pedira vista no julgamento em 19 de agosto. A votação já pode ser retomada.

Gilmar Mendes pediu vista e sustou a decisão sobre financiamento eleitoral por empresas em abril de 2014. Ainda não foi capaz de ter o voto para continuidade do julgamento. Apesar de sua opinião ser conhecida – e já estar derrotada no tribunal, com a companhia dos empresários que financiam campanhas para manipular políticos.

No Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes tem outra atitude típica. Quer uma investigação da Procuradoria Geral da República nas contas da campanha de Dilma Rousseff, suspeitando de recursos provenientes dos truques que a Lava Jato investiga. A defesa argumenta que as contas foram examinadas pelo tribunal e “aprovadas com ressalva”. O relator da aprovação: Gilmar Mendes. Mas, acima disso, lembra a defesa, em abril deu-se o “trânsito em julgado” do processo das contas, o que encerrou o prazo para qualquer recurso contrário à sua aprovação.

Por coincidência, ou não, a iniciativa de Gilmar Mendes corresponde, inversamente, a uma não destacada ou mesmo silenciada na imprensa. Como relatora, a ministra Maria Thereza Moura apontou 15 problemas encontrados pelos técnicos do tribunal nas contas da campanha de Aécio Neves. Pediu esclarecimentos, se possíveis. Na segunda-feira passada, Aécio disse que “já foram apresentadas todas as justificativas, coisas eminentemente formais”.

Não. Algumas estão definidas como graves. Nada mais adequado, tratando-se de pessoas sempre afinada com a moda, que ao menos um dos problemas refira-se a uma doação da Odebrecht: R$ 2 milhões com registro de recebimento e sem a comprovação do destino alegado (o próprio partido). Também há declarações de menos de um terço da doação feita pela Construbase, alguns milhões cuja entrada os técnicos do TSE perceberam, mas não encontraram na contabilidade – enfim, não apenas “coisas eminentemente formais”.

SEM JATO

Outras afirmações de Marcelo Odebrecht impressionam mais, com motivo real para tanto. Mas, a meu ver, merece a mesma atenção esta outra, que leva também para um futuro a ser verificado: “Eu garanto que sairemos dessa ainda mais fortalecidos”. É uma convicção que se conjuga com a recusa a fazer delação premiada e com sua crítica moral a essa prática.

Preso há 44 dias, até ontem, Marcelo Odebrecht só foi ouvido uma vez na Lava Jato. Preso há um mês, completados hoje, José Dirceu só foi ouvido uma vez Lava Jato. No seu caso, o prazo da Polícia Federal venceu sem que Dirceu fosse ouvido, e o juiz Sergio Moro precisou prorrogá-lo.

À TOA

Não tem sentido a discussão sobre o cabimento, ou não, de ficar com o Congresso o acerto do Orçamento de 2016, que o governo montou e lhe entregou com receitas menores que as despesas. No Congresso, todo Orçamento anual sofre cortes e recebe acréscimos, estes, sobretudo, para servir a interesses de congressistas equivalentes no que venha a ser cada Orçamento. Em caso de dúvida, é só dar uma olhada na Constituição, nos capítulos onde se definem as atribuições de cada um desses Poderes.

A gritaria da oposição é porque dela só sai isso mesmo: gritaria. A gritaria mais geral no Congresso é porque ficou muito mais estreita a margem para os congressistas incluírem as verbas dos seus interesses.

Palmas de Biro Biro vão para súmula e podem render julgamento do STJD

Expulso após o apito final da derrota por 2 a 1 para o Cruzeiro, o atacante Biro Biro tem boas chances de acabar de frente para o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O pontepretano levou o cartão vermelho ao reclamar com o árbitro Emerson Luiz Sobral e teve o comportamento relatado na súmula.

O dono do apito argumenta ter mostrado o cartão vermelho com base na indisciplina de Biro Biro, por ele “bater palmas de maneira irônica” após o final do jogo. Além da suspensão automática que desfalca o atacante da Macaca contra a Chapecoense, o comportamento deve ser denunciado pela Promotoria do STJD.

O jogador pode ser denunciado por descumprir o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). Mais precisamente sendo enquadrado no segundo inciso do artigo 258, que prevê pena de uma a seis partidas por “desrespeitar os membros da equipe de arbitragem ou reclamar desrespeitosamente contra suas decisões”.

Se levado a julgamento e suspenso, Biro Biro representaria grande perda para o setor ofensivo pontepretano. A equipe campinense já amarga quatro rodadas sem vencer no Campeonato Brasileiro, tendo marcado apenas dois gols nesta sequência. A vantagem para a zona de rebaixamento é de quatro pontos.

La Eucaristía en el centro de la crisis de la Iglesia
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He leído este verano Corpus Christi, de Monseñor Athanasius Schneider, obispo auxiliar de la archidiócesis de Astana, capital de Kazajstán. El libro argumenta que la clave para entender la crisis vivida en la Iglesia es la debilitación del culto y el respeto eucarísticos. Al contrario, una nueva y vigorosa evangelización pasará de modo necesario por una mayor reverencia y adoración a Jesús-Eucaristía. Los ejemplos históricos que avalan esta regla de sentido común para todo cristiano que comprenda la grandeza e importancia de la Eucaristía son abundantísimos.

De entre su contenido, me gustaría destacar algunos aspectos que me han llamado la atención:

·        La extraña forma de actuar de la mayoría de los católicos en relación a lo que consideramos sagrado. Contrasta la reverencia que guardan los judíos en una sinagoga o los musulmanes en una mezquita… y eso que ellos no pretenden que el mismo Dios esté allí presente.

·        El modo de recibir la comunión durante los primeros siglos no es el modo cómo se recibe, en la mano, de modo frecuente en nuestras iglesias. Los primeros cristianos la recibían en la palma de la mano derecha y la tomaban con su lengua directamente de ella, sin que en ningún caso fuera asida por sus dedos (las mujeres la solían recibir sobre un lienzo blanco). Luego, en un itinerario de profundización y desarrollo del culto, el cuerpo de Cristo fue recibido directamente en la boca (como mínimo desde el siglo VI) y de rodillas a partir de la Edad Media, en un signo de inequívoca adoración ante la presencia real de nuestro Salvador y de infancia espiritual (empequeñecidos e indefensos, de rodillas, recibimos como un niño pequeño el alimento de nuestra alma directamente en la boca).

·        “El ser más pequeño, el más frágil, el más indefenso hoy en la Iglesia, es el Señor bajo las especies eucarísticas en el momento de la Santa Comunión”. ¿Nos tomamos en serio lo de la opción preferencial por los más débiles y desvalidos? Pues empecemos por Jesús-Eucaristía.

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Margallo insiste en que las cuotas de refugiados tengan en cuenta la tasa de paro y las políticas de inmigración

MADRID, 3 (EUROPA PRESS)

El ministro de Asuntos Exteriores y de Cooperación, José Manuel García-Margallo, ha insistido en Alemania en que el reparto de refugiados entre los distintos países europeos debe tener más en cuenta la tasa de paro de cada país y las políticas y medidas que haya adoptado para gestionar la inmigración.

En su opinión, estos dos criterios “no están suficientemente considerados”, frente al PIB y la población, según defiende en una entrevista con el diario ‘Die Welt’ recogida por Europa Press.

Margallo argumenta que con una tasa de desempleo del 22 por ciento, como tiene actualmente España, no se puede “ofrecer a la gente una oportunidad justa de integración”, y que en los últimos años España ha invertido mucho dinero en cooperar con países de origen de los inmigrantes como Marruecos, Mauritania o Senegal.

“Es un problema europeo, pero los criterios para distribuir los refugiados deben ser justos”, añade el ministro, preguntado por la posibilidad de que España acepte más refugiados de los 2.379 anunciados hasta ahora –tal como apuntó en Alemania el presidente del Gobierno, Mariano Rajoy–. Además, ha recordado que el Gobierno español reclama un marco político global europeo para temas de inmigración y de asilo.

El titular de Exteriores defiende las vallas que separan las ciudades españolas de Ceuta y Melilla del vecino Marruecos, y sostiene que si no hubiese una valla y todo el mundo pudiese “viajar a Calais y a Hannover eso no sería lo que se espera de España”. Y destaca el alto nivel de integración de los inmigrantes en el país.

Sobre la guerra civil en Siria, Margallo defiende que la única solución pasa por negociar con el presidente, Bashar al Assad, y conseguir que la comunidad alauí, un 11 por ciento de la población, tenga un papel; no el propio Al Assad, “que debe irse”.

Revista Merca2.0

Internacional.- Los logotipos son un signo de identidad empresarial que hace que una empresa se distinga de otra, pues implementa elementos característicos de una marca, así como color y tipografía. Incluir en ellos imágenes de otra compañía podría causar confusión en el público.

Notas relacionadas:
¿Cómo serían los logos de las marcas que extrañamos en el mercado mexicano? (Parte 1)
¿Notas algo extraño en los logos de estas 5 marcas mexicanas?
5 razones por las que no debes copiar logotipos

Stefan Asafti, diseñador gráfico originario de Rumania, recrea los logotipos de marcas internacionales con las imágenes de su competencia, lo cual podría causar confusión en los clientes.

A este trabajo lo nombra Brandversations, we all have something in common, donde argumenta que el proyecto aborda conversaciones virtuales entre los logotipos empresariales y la forma en la que interactúan entre si.

1. Burger King vs McDonald`s

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Foto: Stefan Asafti

2. Mozilla vs Explore

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3. Pepsi vs Coca Cola

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4. Windows vs Apple

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5. Nikon vs Canon

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Botafogo espera consolidar liderança para “resolver assunto” na Série B

Enfim aproveitando o mau momento vivido pelo Vitória, o Botafogo fez 4 a 0 no Atlético-GO e recuperou a liderança da Série B do Campeonato Brasileiro neste meio de semana. Mas a vantagem para quem está fora do G4 é tão pequena que no momento a ponta da classificação significa bem pouco para o técnico Ricardo Gomes.

“Quero aumentar a distância para resolver o assunto, porque o Botafogo não é time para ficar nesta situação”, avalia o treinador alvinegro, que ainda se mostra cauteloso pela irregularidade da equipe que comanda. “Pela primeira vez o Botafogo perdeu duas partidas seguidas (contra Paysandu e CRB). Isso é preocupável, mas é a vida. Com um mês o pessoal já está questionando. Ainda estou conhecendo o time, os jogadores estão me conhecendo”, argumenta.

O pedido de parcimônia aos críticos é acompanhado da receita para disparar na Segunda Divisão. Uma única vitória nos últimos sete jogos longe de casa irrita Ricardo Gomes, ainda mais porque o próximo compromisso em território adversário é frente ao vice-líder Vitória. “Não tem mágica. Temos de pensar nos três pontos e resolver”, cobra o treinador.

O padrão que acompanha o desenrolar da Série B tem sido o da inconstância. Basta um dos candidatos ao acesso alcançar a primeira posição para logo somar tropeços e perder lugar. Este contexto aproxima demais as equipes que brigam para subir, sendo que entre o líder Botafogo e o sétimo colocado Náutico a distância é de três pontos.

“Esse equilíbrio que nós falamos, temos de sair dele da melhor forma, mantendo a liderança”, projeta Ricardo Gomes. “Temos que guardar nossa característica ofensiva, como foi na rodada passada (revés para o CRB por 2 a 1) e nesta. A liderança é importante, mas quero uma maior distância, pois ela vale só até sábado”, alerta o técnico.

El obispo de Solsona ve "deber moral" de votar y recuerda que Mas habla de plebiscito

LLEIDA, 2 (EUROPA PRESS)

El obispo de Solsona (Lleida), Xavier Novell, ha recordado “vivamente” el deber moral de la participación electoral y que el presidente de la Generalitat, Artur Mas, considera plebiscitario el 27S.

En su nueva hoja diocesana colgada en la web del Obispado, lo argumenta por la trascendencia de la situación y porque cree que sólo una alta participación puede aclarar la voluntad real del pueblo de Cataluña sobre su futuro.

“El presidente de la Generalitat ha dicho que estas elecciones tienen un carácter plebiscitario, equivalen al referéndum que el 9N no se pudo celebrar”, señala el prelado.

Considera oportuno ofrecer a los fieles de la diócesis algunos elementos de reflexión “para iluminar la cuestión que se plantea en esta contienda electoral y recordar el deber moral de la participación”.

QUÉ DICEN LAS CANDIDATURAS

Recuerda que quienes afirman que el 27S es plebiscitario lo justifican por los hechos político-sociales de los últimos tres años en Cataluña, refiriéndose a las manifestaciones a favor de la independencia; a la victoria en las últimas elecciones de los partidos favorables al referéndum sobre la autodeterminación, y a la prohibición de este referéndum por parte del Estado.

El camino que los dos grandes partidos independentistas han escogido para convertir estas elecciones en un plebiscito –precisa el obispo– es presentar una candidatura y un programa centrados en la independencia y en el proceso para alcanzarla.

También constata que los que afirman que estas elecciones sólo son unas autonómicas lo justifican por la obligación de respetar la ley y porque la autodeterminación de Cataluña sólo es posible pactándolo con el Estado.

La hoja dominical augura que, cuando se haga público el resultado de estas elecciones, es muy probable que los partidos hagan una interpretación en clave plebiscitaria.

Novell prevé que, sea cual sea el resultado, las candidaturas independentistas probablemente afirmarán que el pueblo de Cataluña se ha autodeterminado, y las otras dirán que los catalanes no quiere la independencia.

Ex-chefe da CIA propõe utilizar Al-Qaeda contra Estado Islâmico

O ex-chefe da CIA David Petraeus disse nesta terça-feira que os Estados Unidos deveriam trabalhar com alguns membros da Al-Qaeda para enfrentar o grupo Estado Islâmico (EI) na Síria.

Em uma declaração à CNN, Petraeus disse que alguns membros da Al-Qaeda, ligados ao grupo Al-Nosra, poderiam ser convencidos a lutar com os Estados Unidos contra o EI.

“Não devemos, sob qualquer circunstância, tentar cooptar a Al-Norsa, mas sim alguns combatentes individuais, considerando que o grupo atua hoje de forma mais oportunista do que norteado por razões ideológicas”.

Petraeus argumenta que combatentes dispostos a renunciar à Al-Nosra, ao Estado Islâmico e ao presidente sírio Bashar al-Assad poderiam ser chamados.

David Petraeus tornou-se um nome conhecido nos Estados Unidos depois de comandar tropas no Iraque em 2007. Na época, políticos americanos o apontaram como responsável por salvar o esforço de uma guerra conturbada.

Nessa operação, o general convenceu combatentes sunitas a abandonar a Al-Qaeda para trabalhar com militares americanos.

O anúncio feito nesta terça-feira ocorre depois de uma publicação do The Daily Beast apontando a ironia de os Estados Unidos trabalharem com pessoas ligadas à Al-Qaeda, grupo responsável pelos ataques de 11 de Setembro, que desencadearam a guerra ao terror declarada pelos EUA.

O jornal The Daily Beast afirmou que muitos oficiais americanos consideram a ideia de Petraeus politicamente problemática, quase impossível de ser implementada e arriscada do ponto de vista estratégico.

Petraeus disse à CNN que utilizar combatentes da Al-Nosra requer o surgimento de grupos de oposição muito mais moderados e, ao mesmo tempo, a intensificação da pressão militar sobre os grupos extremistas.