aproximo

Pedido: Status pra Casal

“Se der errado, a gente dá um jeito. Se quebrar, a gente conserta. Se bagunçar, a gente arruma. E se tudo acabar, a gente recomeça.”

Quem menos demonstra é quem mais sente…

Queria um abraço teu, daqueles que a gente não fala nada, só sente.

E o amor que você me der, te devolvo com juros…

Fiz do teu sorriso, a minha imagem preferida.

Você cuida de mim. Eu cuido de você. A gente se cuida.

Sonhei com você e acordei com uma saudade boa.

E talvez tudo que eu precise é do seus carinhos, seus cuidados, seus beijos, seus abraços.

Meus olhos são fãs de teus sorrisos.

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais.

Os momentos que eu passo ao seu lado sempre são os melhores.

O meu amor é seu..

A alegria não está nas coisas, mas em nós.

Eu queria deitar no seu colo. Eu queria te abraçar. Eu queria estar com você.

Tem tanta coisa que eu quero viver com você. 

E quando eu te olho eu quero apenas ser sua. E te falar que andei pensando e que só tinha você nos meus pensamentos. Que aquele dia que eu gritei contigo era apenas pra te mostrar que me importo, e que por esse motivo, eu fiquei todas as vezes que me mandou ir. Sabendo que podia chorar algumas vezes, agarrei sua mão e fomos. E eu não me arrependo, porque é como se eu tivesse uma coisinha estragada aqui dentro e ela chegasse perto de ser consertada toda vez que me aproximo de você.
—  If I send you away, you stay? 
Imagine - Zayn Malik

MINHA NOSSA SENHORA! Finalmente o tumblr largou do meu pé… bom, ai está. Eu vou estender o máximo possível nossos imagines diários. Espero que gostem! Beijos
Pedido: “oi, gostaria de um imagine com o zayn que ele trata ela mal e ela é sempre carinhosa com ele, até que um dia ela se cansa e vai embora, final feliz”


- Zayn, querido, chegou cedo hoje! – Saio da cozinha limpando a mão no avental. – Vem, o jantar acabou de ficar pronto.
- Nem chega perto, (S/N). – Zayn me empurra pelo ombro quando me aproximo para beija-lo.
- Mas o que aconteceu? – Perguntei ao vê-lo ir para o seu escritório na nossa casa.
O ouvi resmungar algo e a porta do escritório bater. O mau humor de Zayn, principalmente, comigo, se tornou algo constante. Um tom mais agressivo, movimentos e gestos brutos contra mim, a voz elevada e acusações intermináveis.
Eu já não sabia se isso era culpa de bebida, de drogas ou uma amante; e eu não sei o que me causava mais preocupação. Mas, dia após dia, eu me sentia cada vez mais esgotada.
Esgotada por aguentar seu mau humor e suas grosserias; esgotada por tentar manter um relacionamento; esgotada por fingir que está tudo bem; esgotada por amar por dois.
Voltei para cozinha e guardei a lasanha na geladeira, deixando apenas um pedaço para eu comer depois de limpar a cozinha.
A garrafa de vinho já estava pela metade e a lasanha fria quando Zayn saiu do escritório, já se passavam das 23 horas.
- Zayn! Você quer algo para comer? Posso esquentar a lasanha para você.
- Me deixa em paz, caralho! – Ele abriu a geladeira com atesta franzida.
- O que eu fiz a você, Zayn? – Minha voz sai embargada, mas eu engulo a vontade de chorar.
- Eu só quero ficar em paz! Mas você faz questão de ficar me enchendo a porra da paciência. O que custa me deixar sozinho? Que merda!
A porta da geladeira é batida com força e Zayn sai bufando da cozinha. Me sento na primeira cadeira em volta da mesa e ponho a cabeça entre as mãos me permitindo chorar.
Ele queria ficar sozinho, certo? Então ele ficaria.
Sequei as lágrimas, fui para o quarto que dividia com Zayn e peguei a menor das malas em nosso closet. Peguei as roupas leves que me permitiam ser usadas pelo verão no país, peguei minha bolsa na sala, e as chaves do meu carro na mesinha próxima a porta de entrada e fui embora.
Sabia que não podia ir para casa dos meus pais, pois se ele me procurasse, seria o primeiro lugar que iria.
Dirigi por meia hora e encontrei uma pousada pequena e estacionei o carro de maneira mais discreta e escondido possível.
O lugar era realmente pequeno e uma senhora tricotava na recepção.
- Boa noite, há quarto vago? – Pergunto em tom baixo para não a assustar.
- Você está sozinha, querida? – Ela pergunta sem ao menos me olhar.
- Sim. Pode ser um quarto com cama de solteiro. – Digo quase implorando para ter onde dormir.
- Há um quarto, segundo andar terceiro quarto à direita. –Ela me estendeu a chave com o número 6 desenhado com tinta verde. – O valor é baixo e com o café da manhã incluso. Acertamos amanhã.
- Está bem. Obrigada! – Com a pequena mala nas mãos, subias escadas ouvindo os degraus rangerem aos meus pés.
O quarto era florido, das paredes até a colcha e as almofadas da cama. Com meu celular desligado, pela falta de bateria, fui direto dormir.
Pela manhã, troquei de roupa e coloquei meu celular para carregar o ligando em seguida. Mensagens e mais mensagens de Zayn apareceram na tela do aparelho.
Não leria nada agora; desci para a pequena cozinha e tomei o melhor café preto da minha vida. A mesma senhora de ontem passava em algumas das mesas separadas na cozinha e conversava com as pessoas lá hospedadas.
- Não nos falamos ontem, querida! – Ela sentou-se na cadeira posta em minha frente. – Você chegou tão chateadinha. – Ela segura minha mão sobre a mesa.
- Sai atordoada de casa. – Sorri fraco.
- Quer conversar? – Sua voz doce suaviza o embrulho no estômago que me vinha só de pensar nas palavras rudes de Zayn. Palavras que eram usadas contra mim diariamente.
- Não, obrigada! Eu só precisava sair de casa naquele momento. Esse foi o melhor lugar que encontrei.
- Se isso foi um elogio, obrigada! – Ela riu. – Vou ver como estão os preparativos para o almoço, vai ficar conosco.
- Vou voltar para casa… ver quais foram os danos da discussão. – Dou de ombros. – Vou terminar de arrumar minhas coisas. Encontro a senhora na recepção?
- Sim. Até mais! – Ela sai da mesa ainda rindo e entra em um porta branca.
No quarto, recolho as poucas roupas que tirei da mala e desço para a recepção. O valor da estadia realmente foi baixo; meu carro ainda estava estacionado no mesmo lugar afastado e, com muita dúvida, dirigi até em casa.
Eu estava a uma quadra de chegar no caos quando minha mãe me ligou.
- Mãe? – Atendi receosa.
- Graças! Onde você se meteu, (S/N)? Zayn já ligou mais de quinze vezes aqui para casa. – Ela disse afobada. – Achei que havia acontecido algo com você….
- E aconteceu, me esgotei dos maus tratos de Zayn e fui passar a noite em um hotel. – Desabafo. – Estou voltando para casa, mas não sei se para ficar.
- Querida, pense bem antes de tomar qualquer decisão. Brigar é normal.
- Não por três meses seguidos.
- E você perguntou se havia acontecido alguma coisa?
- Várias vezes…
- Olha, conversa com ele. Sem gritar ao agressão; se você achar que não vale mais a pena ficar, você pode ficar aqui. Me ligue qualquer coisa.
Depois de desligar o telefone, volto a andar com a carro antes estacionado de qualquer maneira na frente da casa de algum vizinho.
Quando chego em casa, Zayn está dormindo todo torno no sofá; está babando em cima de uma das minhas almofada favoritas.
- Zayn! – O cutuco fazendo com que ele acorde.
- (S/N), onde você estava? – Ele senta no sofá, mas levanta em seguida e caminha até estar na minha frente. – Eu sai do escritório e não te achei mais. Perdi as contas de quantas vezes liguei para o seu celular; liguei para sua mãe uma porção de vezes. O que aconteceu?
- Você, realmente, quer saber o que aconteceu? – Não esperei por sua resposta e continuei falando. – Você vem me tratando mal a dias, grita comigo, isso quando ainda me dirige a palavra. Se você quer tanto ficar sozinho por que não pede o divórcio?
- Por que eu te amo! – Ele fala baixo. – Eu ando tão esgotado com o trabalho que desconto toda minha frustração em você! A mais de cinco meses, alguns sócios tentam me tirar da presidência e eu tenho tentando mover montanhas para que isso não aconteça. Me desculpar! Me de mais uma chance, por favor!
- Só mais uma, Zayn! E, por favor, não maltrate meu coração. – Zayn encosta seu nariz no meu e em seguida me beija de maneira lenta.
- Nunca mais .

Imagine Harry Styles

Pedido: “Faz um do Harry que ele joga na cara dela que ela só que o dinheiro dele e depois ele se arrepende (final feliz)”. -  kahstyles123

Gente, socorro! Espero que vocês gostem…. Beijos!! 



Mais um dia cansativo de trabalho. Cheguei em casa exausta, mas feliz. Eu amo o que eu faço, e esse é o meu combustível pra continuar. 

Mas, assim que entro em casa, vejo meu namorado com cara emburrada.

- Amor, cheguei! – coloco minha bolsa no sofá. – O que houve? – me aproximo dele para selar seus lábios, mas ele se afasta.

- Você demorou, né? – o encaro com a testa franzida.

- Eu estava na clínica, tive uma drenagem de ultima hora pra fazer. – digo tranquila.

- E não passou pela sua cabeça que eu poderia estar em casa, esperando por você?! – tive que me controlar para não revirar os olhos.

- Sim, passou isso pela minha cabeça. Eu sabia que você estava em casa; mas eu não podia deixar minha paciente na mão.

- Você anda muito estranha, (S/N). O que está acontecendo?

- Eu que te pergunto. O que tá acontecendo, Harry? Que papo estranho é esse?

- Você está distante de mim, chega todos os dias tarde em casa, não passa mais tempo comigo, mal ficamos juntos. Você não era assim. O que aconteceu? Não me ama mais? Não quer mais ficar comigo?

- O quê? – perguntei incrédula. Não estava acreditando que ele estava falando esse tipo de coisa.

- Seja sincera: porque você ainda está comigo? – permaneci calada, apenas olhando pra ele. – É só por interesse, não é?!

- De onde você tirou isso? – perguntei incrédula.

- Das suas atitudes! – ele esbravejou. – Foi conveniente pra você, né? Eu do seu lado, te ajudando e te apoiando. Tudo não passou de interesse. Tudo por dinheiro!

- Olha o que você está me falando, pelo amor de Deus. – eu sentia meus olhos queimarem, e minha garganta ardia.

- Tô falando a verdade. Eu te ajudei a abrir sua clínica, e você conseguiu coisas que sem mim jamais conseguiria. Você só está comigo por interesse, por dinheiro.

Eu estava chocada, assustada, chateada e boquiaberta. Jamais imaginei que ele me falaria esse tipo de coisa algum dia. Ele foi cruel. Despejou aquelas palavras duras em cima de mim, me acusando e dizendo algo que não sou.

- Harry, pensa bem no que você me falou. Eu não estou com você por interesse ou por dinheiro. Longe disso. Graças a você e a sua ajuda eu consegui muita coisa sim. Mas, acima de tudo, eu consegui tudo isso graças ao meu esforço, minha dedicação. Eu não vou admitir você dar de dedo na minha cara, dizendo que sou interesseira e que só quero dinheiro.  Porque eu não sou assim. – respirei fundo. – Fique ai com seus achismos sem noção, e reflita em tudo que você me disse.

Peguei uma muda de roupa e fui para o quarto de hóspedes. Tomei um banho quentinho e me deitei na cama. Lágrimas quentes escorriam pelo meu rosto. Harry nunca foi assim, nunca falou dessa forma comigo.Dormir foi impossível, não passou de uma tentativa falha. 

Já se passava das 3h da madrugada quando escutei batidinhas na porta.

- (S/A), posso entrar? – a voz dele estava embargada, e eu pude escutá-lo suspirar alto. – Por favor, me deixa falar com você. – me sentei na cama.

- Pode entrar. – seus rosto estava vermelho, assim como seus olhos, e levemente inchado.

- Me desculpa! – ele segurou minha mão. – Eu não queria e não podia ter falado daquele jeito com você. Eu falei sem pensar, estava estressado e acabei descontando em você, dizendo coisas absurdas e sem noção.

- Eu não sou interesseira, e nem estou com você por seu dinheiro.

- Eu sei que não! – ele secou uma lágrima do meu rosto. – Você chegou onde está hoje graças a você mesma, graças a sua competência, seu esforço. Eu falei sem pensar. Eu estava estressado, e fiquei chateado por você não chegar em casa mais cedo. Faz dias que você está chegando mais tarde, e mal ficamos juntos. Mas, nem de longe é o que eu penso de você. Você é incrível, é o amor da mina vida. Não é folgada ou interesseira. Eu acabei me deixando levar por essas paranoias idiotas.

- Me desculpa se passei essa impressão, e se acabei me concentrando mais no meu trabalho do que em você, ou em nós. Eu não fiz por querer. – ele beijou carinhosamente minha testa.

- Eu sei. E você não tem que se desculpar. Pelo contrário. – funguei. – Me desculpa? Eu prometo que vou pensar antes de falar merda de novo! – ri fraquinho e assenti. Ele de esticou e tomou meus lábios num beijo leve e rápido. – Vamos dormir?

- Vamos. – fomos até o nosso quarto e, depois que nos deitamos, ele me abraçou apertado.

- Eu te amo, e me desculpa mais uma vez.

- Eu também te amo, Harry!

Estávamos em uma sala, apenas nós dois. Ele me olhava com um sorriso torno nos lábios. Eu sabia o que pensava, mas aguardei como uma boa mulher que gosta de pirraçar. Nesse momento podíamos ler os pensamentos uns dos outros. Fui dominada por um instinto de sentir seu cheiro, aquele que ficava fixado em minhas roupas. Queria sentir seu corpo no meu, seus braços ao meu redor, assim me sentia protegia. Ouvíamos atentamente se havia alguém chegando, mas não havia. Não demorou muito para que ele quebrasse aquela maldita distancia que nos separavam. No fundo eu sabia que não era apenas aquela distancia que nos distanciava, mas me recusava a pensar nisso. Um abraço tão forte ele me deu, fazendo com que me sentisse uma pequena garota sendo protegida por um anjo. Era sempre assim, mesmo quando estava esgotada aquela situação, quando o via sorrindo, me renovava. Delicadamente ele me beijou, os lábios macios. Suas mãos na minha cintura me puxavam, assim pude sentir seu corpo, o corpo que eu tanto gostava. Era gostoso quando ele me beijava assim, no meio de sorrisos. Depois do beijo, me olhou nos olhos, como se conseguisse ver através deles, será que conseguia? Colocou uma mexa de cabelo atrás da minha orelha. “Você é tão bonita” o ouvir dizer. Era possível o meu coração disparar tanto assim? Sim, era possível. Meus braços em volta do seu pescoço, o aproximo para mais perto de mim. Ele era tão cheiroso e eu estava caidinha por ele. Caidinha ao ponto de não ligar para o que os outros pensam sobre essa relação. Quando estou cansada de tudo e só o ver sorrindo, pra me sentir renovada. Sinto seus lábios em meu pescoço, sinto os pelos do meu braço se arrepiarem. Sorrio. Novamente ele me beija, tão docemente que esqueço quem esteja em minha volta. Ou quem não está. Mas foi quando ele me olhou nos olhos e disse “minha linda” que pude sentir o brilho nos seus olhos.
—  A garota do cabelo azul.
Abro os meus olhos, minhas púpilas se dilatam ao ver você, dou um sorriso contente de quem está apaixonado e acaba de receber o melhor presente, mas ao mesmo tempo evito fazer muito barulho para não estragar o momento, pego a minha mão e começo a passá-la levemente nos teus cabelos ruivos fazendo carinho, me perco por uns minutos apreciando o teu cheiro e a emoção que é sentir o toque do teu corpo no meu, então guardo este cheiro e este toque na minha memória, então me viro e me deito de frente pra você, coloco meus braços sobre você, começo a te tocar levemente no rosto, coloco seu cabelo para de trás da orelha, começo a morder meus lábios enquanto olho para os teus, o coração bate mais forte, então eu aproximo a minha boca da tua lentamente, te dou um beijo doce e leve enquanto minha mão viaja sobre seu corpo indo do seu rosto até chegar às coxas, faço isso tocando sua pele carinhosamente, termino o beijo dando um selinho e logo após dou uma mordida no seu lábio inferior, afasto um pouco minha cabeça, te olho no fundo dos olhos até ver o meu reflexo neles e sussurro dizendo que te amo e que estava com saudades, após dizer eu lhe dou um beijo na testa e depois subo minha mão que estava na sua coxa até chegar nas tuas costas, trago você para próximo de mim te dando um abraço, e aproximando cada vez mais teu corpo ao meu, eu então percebo que encontrei o meu lugar neste mundo, e este lugar é do lado do seu.
—  Olho Direito
Imagine Harry Styles ( Stone cold ) .

Pedido : Amor faz um imagine c/ o Hazza baseado em Stone Cold da Demi (Mas sem colocar a letra da música no imagine,só o contexto mesmo kkk)mas depois ele percebe q quem realmente faz ele feliz e é o amor da vida dele é a SN e volta pra ela,mas qndo ele volta ela ja tá c/ outro(aí acontece stone cold só q c/ ele kkkkk)mas no fim eles ficam juntos…obrigada ❤ Se ficou confuso posso explicar melhor kkkkkkk

-//-

A falta que sentia dela estava me devastando . Foi necessário uma separação pra eu perceber o quão eu a Amava , o quanto precisava de seu amor , que era ela a pessoa que me fazia feliz . O arrependimento me corroía . O que eu mais queria era tê-la agora ao meu lado . As pessoas até poderiam me ver de pé ,mas por dentro eu estava morrendo ao chão.
Eu terminei com S/N a meses atrás , por motivos tolos . Você deve estar se perguntando o por que não fui atrás dela , me desculpar e pedir pra que ela voltasse pra mim. Na verdade foi exatamente o que tentei fazer , mas era tarde demais , s/n já estava com outro .
Ela parecia feliz ao lado dele .
Deus sabe o quanto eu tento me sentir feliz por ela , mesmo sendo difícil de entender que há outro ocupando meu lugar em seu coração. Eu era sua âmbar , mas agora ele era seu tom de ouro.

[…]

Era aniversário do meu amigo , Niall. Pra comemorar ele resolveu dar uma festa em sua casa …
Estávamos todos lá curtindo com nossos amigos , até que pra minha surpresa , lá chega ela , s/n, linda como sempre em um belo vestido azul que desenhava suas curvas , mas ela não estava sozinha , seu namorado a acompanhava .

Ela logo nos avista e junto a ele, vem falar com o pessoal , inclusive comigo .

Primeiro cumprimentam Niall , lhe dando os parabéns e entregando seu presente. Logo em seguida Louis , Liam , Zayn até chegarem em mim .

S/n: Como vai Harry. - disse meio sem jeito, sorrindo sem mostrar os dentes .
Harry : Estou bem . - respondi da mesma forma …

Seu namorado não ia com a minha cara , por isso não fez questão de me dirigir a palavra.
Então ela pergunta a Niall .
S/n: onde está a tia Maura ?
Maura era a mãe de Niall .
Niall: Está lá na cozinha . Ela deve estar louca pra te ver.
S/n: Vou lá dar um beijo nela . Já volto …
Então saiu com seu namorado em direção à cozinha .
Niall certamente percebeu meu incomodo e tristeza por ter s/n ali,mas com outro cara .

Niall: Cara, você vai ficar bem ? - colocou a mão sobre meu obro .
Harry: Eu acho que vou … - falei suspirando fundo .

A festa estava rolando a um bom tempo , e pra falar a verdade não estava mais aguentando ver a mulher da minha vida com aquele cara. No momento eles dançavam juntos, ela sorria sem parar , se divertia junto a ele . Era difícil me acostumar com a ideia de que eu não era mais o responsável por aquele sorriso.

Enquanto eles dançavam , eu encarava meu celular , tentando parecer nem um pouco incomodado com aquela situação. Mas era inevitável. Vira e mexe , direcionava meu olhar a eles , e por algumas vezes os olhos de S/n iam de encontro ao meu , mas ela tentava disfarçar…
Aquilo estava me matando por dentro…

Fim de festa . Estávamos ajudando Niall a colocar as coisas no lugar . Por algum motivo que desconheço, o namorado de S/n tinha deixado a festa mais cedo , mas ela disse que ficaria para ajudar …

Organizamos meio que um mutirão da limpeza comandado por tia Maura , que nos separou em duplas para realizar as tarefas e adivinha , eu e S/n ficamos encarregados de recolher o lixo do jardim …

S/n : E como vai a vida Harry? - ela me perguntou quebrando o gelo que havia entre nós , enquanto recolhíamos o lixo do gramado.
Harry: Não tão boa como era antes da nossa separação. - falei sem hesitar , a deixando um pouco desconfortável.
S/n: É, realmente nossa vida juntos era incrível. Pena que você quis acabar com tudo . - me alfinetou.
Harry: E eu me sinto um idiota por isso . Não sabe o quanto me arrependo.
S/n: Foi muito difícil pra mim Harry, eu te amava muito , e de repente , você chega em mim e me diz que não dava mais . - falou com uma pitada de indiferença, como se aquilo não a incomodasse mais .
É aí que solto o saco de lixo e me aproximo dela , na esperança de que ela olhasse nos meu olhos , mas ela continuou o trabalho , tentando evitar o contato visual .

Harry: S/n, por favor , olha pra mim .
Seus olhos então vão de encontro aos meus.
S/n: O que foi Harry?
Me aproximo dela Ainda mais .
Harry: Você não sente mais nada por mim ? - pergunto na esperança de que ela Ainda tivesse pelo menos um pouco do amor que tinha por mim .
S/n: Harry por favor … - me repreendeu.
Harry: Por favor , me diga …
S/n: O que sinto por você não importa mais . Eu estou com outra pessoa agora . - percebo seus olhos marejarem .
Harry: Você o ama ? O ama de verdade , assim como me amou um dia ?
S/n: Harry para com isso … - vejo uma lágrima escorrer sobre seu rosto , mas ela tentava manter uma postura firme .
Harry: Por favor , me diz. Eu aguentarei a dor . Me dê a verdade ! Eu e meu coração , nós vamos conseguir superar . - suplico.
Ela então abaixa a cabeça , e começa a encarar o chão .
S/n: Harry , eu não estaria com ele atoa , ele realmente me faz muito feliz . E tenho certeza que ele não vai fazer o que fez comigo . Me desculpe mas … eu não sinto mais nada por você.
Aquelas palavras soaram como facadas em meu peito . Eu certamente tinha perdido seu amor , tinha perdido a mulher da minha vida .
Respiro fundo e uno minhas últimas forças para dizer a ela :
Harry: Se sua felicidade é ele , eu estou feliz por você …

[…]


Domingo de manhã , corria em um parque próximo da minha casa como de costume . Ao terminar, compro uma água , pois havia esquecido minha garrafa . Me sento em um dos bancos que ali haviam e começo encarar algumas crianças que estavam brincando, imaginando que ali poderiam ser meus filhos com S/n. Eu sempre quis construir uma família ao lado dela . Mas isso jamais aconteceria…Depois que tivemos aquela conversa no aniversário do Niall nunca mais conversamos . Mesmo tentando tirar ela da cabeça , não conseguia , era praticamente impossível.
De repente me disperso dos meus pensamentos, quando uma pessoa senta ao meu lado . Era ela. Era a S/n.

S/n: O dia está lindo não é mesmo ? - disse olhando o céu.
Harry: Sim , muito … - respondo e um silêncio reina sobre nós ,mas em um instante pergunto.
Harry: O que está fazendo aqui ?
S/n: Ué, estou apenas dando uma volta no parque domingo de manhã . - falou divertida.
Harry: Entendi … - respondi sério .
Ela então me surpreende.
S/n: Na verdade eu vim atrás de você . - falou sem graça.
Harry: Como sabia que eu estaria aqui ?
S/n: Namoramos por três anos esqueceu ? Eu sei que sai pra correr todo domingo de manhã .
Sorri meio de lado .
Harry: Mas o que queria falar comigo ? - pergunto .
S/n: Eu terminei com meu namorado…
Me espanto com sua declaração, e por quê ela estava me contando aquilo afinal ?
Harry: Poxa … é uma pena…
S/n: Pois é, eu não estava sendo justa com ele .
Harry: Como assim ? - questiono confuso .
S/n: Eu não o amava de verdade . Estava com ele apenas para suprir a falta da pessoa que eu realmente amo.
No mesmo momento a encaro. Ela faz o mesmo . Nossos olhos se encontram . Aqueles olhos me faziam perder o chão .
Então ela continua:
S/n: Só que acho que agora é tarde demais , já que disse pra essa tal pessoa que não a amava mais . Eu menti , pois Ainda estava muito chateada .
Harry: E se você estiver enganada ? E se não for tarde demais ?
S/n: Eu sem duvidas seria a mulher mais feliz do mundo . - sorriu sem Graça .

Eu não estava acreditando. O amor da minha vida Ainda me amava . A pessoa por quem sofri nos últimos meses Ainda sentia o mesmo por mim .

S/n segura minhas mãos , aproximando nossos rostos . Como eu sentia falta do seu toque , do seu cheiro.

S/n: Harry, o que acha da gente começar de novo ? Eu não estou mais aguentando ficar longe de você .
Harry: S/n, você não sabe o quanto estou feliz por ouvir isso. Eu fui um idiota e peço desculpas pelo que fiz , eu jamais deveria ter te deixado .
S/n: Tudo bem Harry, já passou . Eu também peço desculpas. Eu menti pra você , disse que não sentia mais nada por ti. Eu estava muito magoada, Machucada . As circunstâncias me levaram a tomar aquela atitude .
Harry: Isso não importa mais , o que importa é que estamos juntos, aqui e agora . Eu te amo S/n . Nunca duvide do meu amor por você .
S/n: Eu também te amo Harry. Muito .

É aí que nos beijamos . Um beijo sedento , intenso , mas cheio de amor .

Imagine - Niall Horan

Gente, essa é a terceira parte do MESMO PEDIDO hahahahaha e eu estava relendo esse pedido e vai ter quarta parte sim! Gente pensem em um pedido longo hahahaha As 21h teremos Work 2.0! Espero que gostem ❤️

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 - (S/A), está pronta? – Charlie apareceu na porta do meu quarto brigando com a gravata.

- Você está tão lindo! – Sorrio para ele e me aproximo dele. – Deixa que eu arrumo isso! – Ri e dei o nó certo na sua gravata vermelha. O terno azul escuro ficou perfeitamente alinhado nele.

- Você está pronta? – Ele perguntou me olhando de cima a baixo.

- Só preciso passar o batom. – Mostrei o batom marrom que passaria.

- Hm. Que bom que você não passou o batom ainda! – Ele sorriu e me puxou para um beijo carinhoso. – Agora você pode passar o batom. – Ele me afasta e ri.

Eu usava um vestido azul marinho longo e um sapato baixinho em um tom marrom quase dourado. Meu cabelo estava solto, com ondas depois da metade; a maquiagem estava suave e o batom escuro seria a única coisa chamativa. Desde que eu soube como passar batom matte, eu só usava desse tipo e por estar tão consertada, nem vi Charlie atrás de mim com o celular apontado para me fotografar.

- Ficou linda! – Ele ri e me mostra o celular. Eu apenas revirei os olhos e me levantei para irmos a cerimônia.

A igreja estava linda e todo aquele falatório passou correndo; a noiva estava linda e confesso que até algumas lágrimas escaparam dos meus olhos.

A festa seria em uma casa de campo que ficava a uns minutos da igreja. Tons Vermelhos e brancos decoravam o pátio. Mesas estavam espalhadas pelo terreno e o cheirinho de comida fez minha barriga reclamar de fome.

- Já falei que você está linda? – Charlie murmurou no meu ouvido.

- Já! – Sorri e me virei para ele. – Várias vezes.

Charlie sorriu e se inclinou para me dar um selinho.

Jantamos e ficamos sentados por um tempo, enquanto os noivos dançavam valsa e davam a pista de dança como aberta.  

Fui quase arrastada duas vezes para a pista de dança. Mas me rendi quando começou a tocar We don’t talk anymore do cara que eu estava acompanhando.

Quando eu já não aguentava mais rir de Charlie, que tentava dançar, mas parecia uma minhoca.

Até que I Wish dos meninos, não da One Direction, começa a tocar e Charlie me abraça enquanto os embalamos de um lado para o outro.

 PoV Niall

 - Que bom te ver, Niall! – O casal recém-casado me cumprimentou e eu sorri abraçando o noivo, um amigo de longa data.

Ao s afastarem, vi Puth caminhar com (S/N) para a pista de dança. Ela sorria tão lindo, de uma maneira que nunca vi sorrir para mim; e se vi, não me lembro. Até que I Wish começou a tocar.

Só de ouvir os primeiros acordes eu sorri irônico. Eu havia ajudado a escrever aquela música e hoje ela servia direitinho para me descrever.

Eu via (S/A) apoiada no peito dele. Sorrindo. E eu queria estar no lugar dele. Para ela sorrir para mim. Para eu olhar em seus olhos e pensar o quão bonitos são. De pensar que eu nunca confessei o quanto eu a amava e que eu nunca fui bom o suficiente para pensar em seus sentimentos. Eu me sentia tão tolo. Ver a maneira como ele olha para ela, com adoração, me mostra que nunca fui o suficiente para ela. Por que eu não soube dar o devido valor à ela. Por que eu não a amei como ela me amava?

Eu fico ali, me martirizando, até a música acabar. E quando ele encerra, naquele finalzinho de música, eu termino de beber minha cerveja e caminho para fora da festa. Indo embora.

 PoV (S/N)

- Chega! Eu vou sentar! – Digo a Charlie e sorri e revira os olhos.

- Eu vou pegar algo para a gente tomar.

Assinto com a cabeça e vou para mesa. Ana e Ken estavam conversando próximo a nossa mesa . Sorri e fui até eles.

- (S/N), você está linda! – Ana sorri e me abraça. – Você está tão, como posso dizer, iluminada!

- O término fez bem a você. – Ken diz bebendo uma taça de champanhe. – Pena que não fez o mesmo por Niall.

- Ken, não faz assim.

- Para início de conversa, quem terminou foi ele. Que estava apaixonado por uma mulher que não conheço e nem quero conhecer.

- Então, se isso é verdade, por que ele não veio acompanhado? – Ken pergunta com arrogância.

- Ele está aqui? – A pergunta escapa dos meus lábios e eu suspiro. – Eles acabaram. Niall até foi conversar comigo sobre isso. Me admira e não ter contado tudo a você.

Em seguida Charlie chega e o assunto se da por encerrado. Tiramos uma foto rápida com o casal e eles vão embora. E nós também não demoramos muito para voltar para casa.  

 Um mês depois

Eu estava na borracharia a meia hora graças a um prego no meio da faixa. Eu estava indo para casa do Charlie por que íamos jantar juntos e ele queria comprar um presente para mim.

Quando o senhor começou a mexer no meu carro, em menos de cinco minutos ele tava pronto.

Da borracharia até onde Charlie morava eu chegaria em quinze minutos, então, fui bem devagar e tranquila.

Depois de estacionar o carro, caminhei direto para porta da casa e já tinha apertado a campainha mais de cinco vezes quando uma mulher abriu a porta. Olhei para o número da casa mais uma vez com esperança de estar errada, mas era o 525, e ela usava minha blusa favorita dele.

- Posso te ajudar? – Ela perguntou a ver minha cara de pânico.

Tirei um colarzinho que ele havia me dado.

- Na verdade, não. Mas entregue isso ao Charlie. Obrigada!

A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.
—  Eduardo Galeano.
Com um violino azul, um grilo me cantou que você sente minha falta. Eu também sinto e aqui estou. Você se emudece, mas me fita. Eu me aproximo e você evita. Nossos dedos se cruzam, nossas bocas se usam. E o grilo estava certo em sua melodia, nossos destinos estavam premeditados, nos desviamos por pura rebeldia.
—  J. S. Tenório e Victoria Aguiar.
Imagine Louis Tomlinson

Pedido: “Faz um do Louis que ele é traficante famoso e ela se sente mal por causa do filho deles, por ele não poder ter uma vida normal como toda criança”. - Anônimo.

******


- No que você tanto pensa? – Louis perguntou deixando um beijo no meu ombro.

- No que mais eu vou fazer de janta… – ele ri anasalado e me faz o olhar.

- Você não consegue mentir pra mim! – sorri fraco. – Tem alguma coisa que tá te incomodando. Conta pra mim! – ele sorriu doce.

Por mais que o mundo estivesse acabando, que tudo estivesse dando errado, que ele estivesse com mil problemas pra resolver e estressado com o mundo inteiro; ele é doce e calmo comigo. Essa foi uma das coisas que me encantou nele. Ele sempre me tratou com respeito e carinho.

- Não é nada demais! – disse deixando a faca de lado e pegando a colher para mexer a panela. – Coisa minha, coisa de mulher! – ele sorriu.

Eu não queria o incomodar com as minhas paranoias, viagem da minha cabeça.

- É só isso mesmo, ou é alguma coisa que você não quer me contar? – disse como quem não quer nada, pegando um morango que estava ali.

- Tô pensando em tudo, em nós, no Ítalo. – suspirei.

- O que tem o Ítalo? Aconteceu alguma coisa com ele?  - seu tom mudou drasticamente, demostrando sua preocupação.

- Não, não aconteceu nada! Mas eu me preocupo, sabe?! Me preocupo com o que pode acontecer com ele. – o olhei.

- Como assim? – ele franziu o cenho.

- Ah, Louis, me preocupo por ele nunca poder ser uma criança normal, fazer coisas que crianças da idade dele faz.  

- Claro que ele vai ser uma criança normal. Ele já faz tudo que uma criança de 3 anos faz.

- Não, Louis. Ele não faz coisas que uma criança normal faz. Nem à escola ele pode ir, Louis. Ele não pode ir ao parque, brincar na rua por muito tempo. Tem que estar sempre sobre a vigilância dos seguranças.

- Onde você quer chegar, (S/N)? – ele estava sério.

- Eu quero chegar onde isso me preocupa, Louis. Eu não quero que aconteça com ele as mesmas coisas que já aconteceu com a gente. Ainda mais pelos mesmos motivos.

- E você quer que eu faça o quê? – ele se exaltou. – Você sabia das consequências quando aceitou se casar comigo, quando aceitou assumir um compromisso. Você sabia o que eu fazia, e assumiu os riscos.

- Eu sei, Louis. Eu sei. – suspirei. – Mas as coisas mudaram, nós temos um filho agora. E essas coisas me preocupam.

- Eu não posso simplesmente largar tudo, jogar tudo pro alto. Não posso. E isso que ele não poderá ser uma criança normal é coisa da sua cabeça. – ele bufa alto e olha ao redor. – Eu vou sair, volto mais tarde.

Ele sai da cozinha e eu respiro fundo. Eu não queria ter brigado com ele, ainda mais por causa disso. Mas isso me preocupa, inconscientemente. Eu sou mãe, isso é natural. Mas talvez esse tenha razão; e isso é só coisa da minha cabeça…

***

* Louis Point Of View *

***

Eu odeio brigar com a (S/N). Mas hoje ela veio com uma história que nosso filho não será uma criança normal, que não pode fazer algumas coisas por causa das coisas que eu faço. É fato que o que eu faço, as pessoas com quem eu lido, a situação que vivemos são perigosas. Eu sou um dos maiores traficantes do país. Mas ela sempre soube disso, e aceitou isso. E agora ela está querendo que eu simplesmente largue tudo porque ele acha que nosso filho não pode crescer como qualquer outra criança?!

Resolvo não voltar pra casa, pois sei que iremos discutir de novo. E isso é a última coisa que eu quero.

No dia seguinte, voltando para casa, passo pela praça perto de casa. Paro o carro e dou uma volta. É um ambiente totalmente familiar; sempre tem crianças brincando ali, os casais andando juntos tranquilamente; tudo na mais perfeita harmonia e normal.

Eu nunca tive isso com a (S/N). Nós nunca pude sair por ai com ela, sem me preocupar com todos os afins. Nós sempre tivemos que nos esconder, tomar o máximo de cuidado e viver rodeados de seguranças. Ela nunca pareceu se importar. Mas, depois que nosso filho nasceu, as coisas mudaram.

Imediatamente eu penso no meu filho. Será que ele pode vir aqui com seus amiguinhos, pode brincar, correr, pular, comer pipoca ou tomar um sorvete como uma dessas crianças que estão aqui?

Volto para casa completamente frustrado e chateado.

- Você tinha razão. – ela me olha. – Ítalo nunca será uma criança normal, que faz coisas de criança. – olho em seus olhos. – Me desculpe. Eu não queria que fosse assim.

- Não tem que se desculpar. Você está certo, é só coisa da minha cabeça. – nego freneticamente.

- Não, não é. Eu passei pela praça hoje, e ai eu percebi que Ítalo nunca poderá estar lá, como as outras crianças. Ele só pode viver sob a vigilância de todos nós. – ela assente.

- É. – seus olhos marejam.

- Eu não queria que fosse assim, me desculpe. Me desculpe, também, pela forma como te tratei ontem. Eu sei que você se preocupa com ele, e isso é natural. Eu também me preocupo. E é por isso que eu vou tentar dar um jeito na nossa vida. Na minha, principalmente. – ela me olha surpresa.

- Tá falando sério? – sorrio e me aproximo dela.

- Tô! – ela sorri ainda mais. E eu acabo fazendo o mesmo. – Vou fazer o máximo para que o nosso filho possa fazer o que ele quiser, sem ter que se preocupar com nada, nem ninguém.

- Obrigada! – selo seus lábios. – Você é o melhor pai e marido do mundo! – ela ri e eu sorrio.

- Tudo pela nossa família!  


*

Imagine Harry Styles

Protejam essa foto como se fossem seus filhos, por favor. 

Anônimo disse:

Tudo belesma? Amor, tu pode fazer um imagine com o Harry que eles têm uma filha e são separados e a girl quer que eles fiquem juntos szz. Mas eles ficam juntos no final.

Harry P.O.V

Finalmente sexta-feira, eu iria buscar Darcy na escola para passar o final de semana comigo. Eu e S/N nos separamos há três anos, porque havia muitas brigas e já não somos mais os mesmo desde então. Pode ter sido precário, mas foi uma decisão que tomamos juntos, na verdade não, ela quis o divórcio, eu só queria seu bem e por isso acabei aceitando. Na época Darcy tinha pouco mais de 2 anos e até hoje ela sofre com isso.

Paro o carro na frente do colégio onde minha garota estudava e esperei a mesma sair pelo grande portão. Ela corria em minha direção, passando a mão nos cachinhos que caiam em seu rosto. Ela tinha o jeito de S/N e minha aparência, ela era uma adorável menina.

- Papai! – Ela veio para me abraçar e a peguei no colo.

- Ei, meu amor, vamos?

- Sim, sim e sim. – Coloquei ela na cadeirinha do banco traseiro. – A mamãe poderia vir com a gente, não acha?

- Darcy, filha. – Suspiro. – Já conversamos sobre isso, e você sabe que sua mãe e eu não somos mais um casal.

- Mas papai, vocês ainda se gostam, não é?

Eu queria contar a verdade para, mas fingi que não escutei e continuei dirigindo até minha casa. O caminho foi silencioso desde então, apenas ouvíamos algumas músicas que tocavam no rádio. Quando chegamos em casa, tirei Darcy da cadeirinha e peguei sua mochila e fomos até seu quarto de mãos dadas sem trocar uma palavra. Darcy sabia que eu ainda gostava de sua mãe, coloquei sua mochila na estante e deixei ela no quarto para que colocasse uma roupa mais confortável.

- Papai. – Darcy me fitou da escada. – Vamos na vovó hoje?

- Você quer ir na vovó?

- Sim, estou com saudades da titia e da vovó.

- Tudo bem, então vá colocar um sapato e pegue sua boneca para irmos.

Darcy subiu a escada rapidamente e fiz o mesmo. Fazia realmente um bom tempo que minha mãe não via a Darcy, então resolvi que poderíamos passar um tempo com ela e Gemma.

[…]

Descemos do carro e percebi que minha mãe tinha visita, um carro grande e prata estava parado em frente à sua casa.

- É o carro da minha mãe. – Darcy disse e borboletas no meu estômago começaram a voar de um lado para o outro.

- Vamos entrar querida. – Coloquei a mão nas suas costas e a guiei até a porta de madeira branca.

- Mãe. – Bati na porta algumas vezes, esperando que ela atendesse logo.

- Harry, querido, que saudade. – Ela me abraçou e se dirigiu a Darcy a pegando no colo. – Vovó estava com saudades, minha princesa. – Darcy cochicha algo no ouvido de minha mãe, que pisca em aprovação.

Subi para o banheiro, pois se S/N estivesse ali eu teria que estar pelo menos arrumado. Peguei um perfume de Robin que estava no banheiro e apliquei no pescoço, afinal eu teria que a cumprimentar, ajeitei a camisa deixando mais um botão aberto e sabendo que ela se irritaria com o ato.

Desci as escadas e fui em direção a cozinha, sabia que ela estaria lá, bom, na verdade eu ouvi suas risadas com Gemma, elas eram grandes amigas.

- Oi Gem. – Dei um beijo em sua bochecha.

- Oi Harry, parece tenso. – Ela riu, sabia que eu realmente estava.

- Cansaço. – Olhei para S/N que segurava Darcy em seu colo e ria de algo, cujo eu não sabia o que. – Oi S/N, como vai. – Dei um beijo em sua bochecha e fiquei tremulo no mesmo momento.

- Oi Harry, estou bem, obrigada e você? – Ela era sempre tão educada e seus olhos castanhos, seus lindos olhos castanhos.

- Estou bem. – Darcy sai do colo de S/N e vai até Gemma.

- Papai, vocês podem conversar, eu e a titia vamos dar uma voltinha lá em cima.

- Você sabia de tudo isso, sua danadinha? – Olho pra S/N que volta os olhos para o chão.

- É… Sabia, mas é porque eu quero vocês dois juntinhos comigo, todos os dias. Para sempre. – Sorri.

- É, tchau gente. – Gemma pega mão de Darcy e sai correndo da cozinha.

O silêncio tomou conta do ambiente e então eu resolvo puxar um assunto com S/N.

- Como você está, depois de tudo, de nós. – Suspiro.

- É difícil, sabe, é complicado buscar Darcy todos os dias na escola, ou ser bem presente. Eu trabalho bastante. E sobre nós, eu ainda não superei muito bem, desculpa estar sendo realmente sincera contigo, mas e você – Sua voz estava rouca, ela iria chorar.

- Eu sinto a sua falta e de Darcy todos os dias, é difícil ligar pra ter que ouvir a voz dela, ou abrir a janela ao acordar e não ter você para reclamar da claridade e chegar minha casa estar vazia.

- É bom saber que isso não cicatrizou só em mim. Mas, quando foi que acabou? Por que chegamos a esse ponto? – Uma lágrima cai de teus olhos e eu limpo rapidamente e tiro o cabelo do teu rosto.

- Eu não sei quando acabou, porque pra mim nunca acabou. E esse ponto onde chegamos, talvez é porque devemos voltar atrás. – Coloco minha mão sobre a sua. – Perdão. – Sussuro. – Darcy me perguntou hoje se nós ainda nos gostávamos.

- Ela tirou essa ideia do dia que me ouvir falando com sua irmã sobre nós e sobre como sinto sua falta.

- Porque não tentamos de novo?

- Traga suas coisas para nossa casa ainda hoje. Estarei te esperando. – Me aproximo e nos beijamos lentamente, as foi um beijo quente.

Caminhamos até a sala e contamos a noticia para minha mãe, Gemma e Darcy que se abraçam e Darcy pula dizendo que elas conseguiram. Finalmente eu tenho minha família de volta.

Work 2.0

Me desculpem a demora para atualizar a fanfic. Me desculpem pelo tamanho… o tempo que eu fiquei sem escrever travou minha criatividade. Vou fazer um “imagines todos os dias” até segunda feira. Espero que gostem! Beijos 

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- E então? – Zayn me encara com expectativa.

- Sério?

- Claro que é sério! Vamos?

- Mas e meu apartamento? – Minh voz si fraca enquanto eu olho ao redor.

- Ele ainda vai estar aqui quando você voltar; se você voltar.

- Está bem. Vamos! – Zayn pisca seus olhos rapidamente e se levanta em um salto. – Não agora, amanhã… precisamos dormir agora.

- Então amanhã vamos para lá, certo?

- Sim, Zayn, vamos. – Zayn sorri satisfeito com a minha resposta.

- Vou tomar um banho rapidinho e já vou para seu quarto. – Ele beija minha têmpora e eu vou para o quarto me deitar.

Nem vejo chegar no quarto e deitar, durmo antes disso.

Pela manhã, acordo e vou prepara o café enquanto Zayn se arruma no banheiro. Quando sai, está com suas roupas sociais e o cabelo bem arrumado, enquanto eu ainda não escolhi qual vestido usar.

- O cinza com preto vai te deixar linda! – Zayn diz enquanto meu abraça por trás, beijando meu pescoço.

- Então vai ser esse que vou vestir. – Digo e pego o cabide em que o vestido está.

Corro para o banheiro e aproveito cada segundo embaixo da água morna. Lavo meus cabelos com calma e delicadeza e sussurro uma musiquinha boba que ouvi ontem na televisão. Depois de limpa e seca, visto o vestido que molda meu corpo; meu cabelo fica solto em ondas delicadas e meu rosto apenas com protetor solar.

- Hoje, eu te levo e te busco, pode ser? – Zayn dispara assim que eu abro a porta do banheiro.

- Acho melhor irmos de carros separados, pois venho mais cedo para arrumar algumas roupas para levar e você passa aqui para me buscar. – Me aproximo dele ajeitando sua gravata.

- Está bem. – Ele sorri e, de mãos dadas, caminhamos até a cozinha para tomar café da manhã.

- Nos vemos mais tarde, então? – Zayn me abraça.

- Vou ficar te esperando. – Me estico um pouco e beijo Zayn. Daqueles beijos leves, mas que demostram exatamente o que sentimos.

Zayn sai primeiro pois sua empresa é mais longe do que a que eu trabalho. Ao contrário do que esperava, levei pouquíssimo tempo para chegar na empresa. Sem reuniões para o dia, li e reli mais de dez casos chatos sobre falha de produto.

Não entendia pessoas que entravam em processo contra fabricantes, elas gastam com advogados e tudo que elas recebem de volta é um item novo. Um desperdício de tempo.

Ao final da tarde, a volta para casa foi longa; filas e filas de carros e eu ali no meio, sem um pingo de paciência. Quando estaciono o carro na garagem do apartamento, sinto um alívio imenso por finalmente ter parado.

Assim que boto o pé no apartamento, tiro os sapatos incômodos e vou para o quarto separar as roupas para levar para a casa de Zayn. Nem acredito que voltaria para aquele lugar; que o chamaria de casa; ou que dividisse o quarto com Zayn todos os dias da semana.

Dobro peça por peça de maneira calma cantarolando a mesma melodia perturbadora que cantei no banho.

Eu ia morar com Zayn!

Soltei um gritinho abafado e ri em seguida.

Depois de ter a mochila pronta, vou para a cozinha e faço um lanche. Como um sanduiche e tomo o restinho do refrigerante que tinha na geladeira.

Volto para o quarto retirando os eletrodomésticos da tomada e faço isso em vários cômodos, a única coisa que ficou ligada foi a geladeira pois ainda havia comida lá. Para passar o tempo até as sete da noite, fiquei assistindo um filme infantil que passava na televisão. Mas o filme acabou e eu fiquei ali sentada esperando o próximo e depois o próximo….

Já se passavam das nove horas da noite e nada de Zayn aparecer; nenhuma ligação ou mensagem de texto. Sabia que da empresa ele não tinha saído, se não, já teria passado aqui.

Indecisa sobre o que fazer, tentei ligar para seu celular que caiu direto na caixa de mensagens. Por estar sem resposta, decido ir até a empresa para ter notícias. O transito ainda está caótico por causa do horário e quando chego ao estacionamento do prédio comercial da empresa, estranho o Civic estacionado ao lado do Audi do Zayn.

Entro no elevador e ao abrir das portas me lembro do primeiro dia que cheguei ali, com receio e malvestida. Aliso o vestido social que ainda usava e em passos firmes caminho até a recepcionista.

- Oi, o Zayn ainda está aí? – Pergunto a recepcionista e vejo em seu crachá o nome “Lili”.

- Sim. Sr. Malik e Srta. Marcela estão conversando. – Ela olha para o computador. – A bastante tempo, na verdade.

Bom Pai!

Me entregar ao Pai é um desejo que deve permanecer em meu coração, e que o altar nunca pare de queimar por amor a Ele. A verdade é, adorar é o meu prazer, nasci para ser chamada de filha pelo bom Pai. Não preciso que a figueira floresça ou que haja frutos na videira para que eu o adore, pelo contrário, ando por fé e não pelo que vejo. Me rendo ao próprio amor, o grande Eu Sou, Ele me chama, deseja que sejamos mais íntimos e eu me aproximo, porque buscá-lo não é só a minha necessidade diária, é a minha prioridade. Eu quero mais do Pai, menos de quem sou, não interessa quem eu sou, o que importa é quem Ele é. Eu sou tua, meu Pai!

Phâmela.