apavorante

que você nunca perca a oportunidade de ser incrível com alguém só porque seus dias são pesados, às vezes apavorantes, ou até mesmo tristes.

É assustador. É apavorante. Principalmente quando eu estou apaixonado por uma maluca que nem você. Eu acabei de dizer que te amo e você só ouviu o “maluca”. Você é a pior definição de neurótica.
—  A Verdade Nua e Crua.
É assustador. É apavorante. Principalmente quando eu estou apaixonado por uma maluca que nem você. Eu acabei de dizer que te amo e você só ouviu o “maluca”. Você é a pior definição de neurótica.
—  A Verdade Nua e Crua.

E doí. Doí porque a solidão e a indiferença são alguns dos piores sentimentos dos seres humanos, doí passar um dia inteiro “vivendo” e chegar em casa e não ter alguém para te perguntar como foi o seu dia, doí porque é apavorante a sensação de abandono, de desprezo, de indiferença, doí perceber que aquela pessoa que fazia parte de todos os seus planos nem conversa mais contigo, doí porque ninguém nem se incomodou em perguntar como eu me sentia, doí se sentir vazio, oco, insuficiente. E acima de tudo, o que doí mesmo é a indiferença das pessoas com a minha dor.

A gente fantasia muito. Espera muito. Crê muito. E tem que ser assim mesmo: quebrar a cara, os dentes, o corpo. Até aprender. E se revigorar. Novamente. E quebrar as pernas de novo. E rir. E se apaixonar, e magoar, sem intenção. E ser magoado, sem intenção (ou com intenção), tanto faz. Apenas viva. Sem receio. Sem perder a vida por medo de. É horrível doloroso apavorante e super ruim ser machucado, assim como machucar. Mas também é horrível abraçar a ferida e querer morar com ela.
—  Floresinexatas.
Segura minha mão, olha nos meus olhos e me diz que você também quer fazer dar certo. Diz que você também sente medo desse amor que toma proporções grandes demais para caber no nosso coração destruído por relacionamentos anteriores. Por favor, me diz que não sou a única com medo de ter achado a pessoa que vai me acompanhar pela vida e não saber mantê-la por perto. Diz pra mim que você quer se jogar nesse vácuo de incertezas que é o amor, onde nenhuma verdade é absoluta, nem se tem uma porcentagem garantida que tudo vai dar certo e que no final nem um de nós vai se estrepar no chão. Mas contrariando todas as estáticas pessimistas eu te peço tenha uma pitada de fé em nós, encha nossos peitos de coragem para que no meio do caminho possamos ser corajosos quando o outro pensa em desistir. Olhe nos meus olhos, e diga que também vai tentar,  que apesar de tudo não vamos desistir, dessa vez estou apostando todas as minhas fichas nesse amor que não sei se é seguro, mas estou tentando, só isso que te peço, se for soltar a minha mão enquanto estivermos voando, me avise antes, pelo menos estarei me preparando para a queda. Se não achas que consegue lidar com tudo isso, pelo menos me conta, quem sabe até não vai ser tão difícil. Mas não pense isso, não imagine isso, nem muito menos mentalize desistir. Estamos aqui juntos, não estamos? Não custa nada seguirmos de mãos dadas, um ao lado do outro, fazendo as coisas acontecerem, sem pressa, um dia após o outro, cultivando esse bom sentimento. Eu estou aqui contigo, e estarei o tempo que for preciso, sei lá se isso é amor, mas é tão bom,  é apavorante, mas gosto de sentir tudo isso ao seu lado. Eu só peço que não se vá, que não me largue, que divida esse medo comigo, que divida seus sorrisos, suas palavras, seu lençol, suas blusas, sua cama, só quero que divida tudo comigo.
—  Escrito por Kelly, Amanda T., Grazi e Andreza em Julietário.

eu precisava de você

você me ensinou a caminhar e a amar de um jeito novo
você me ensinou sobre carinho e como ele é qualquer minúsculo gesto, olhar e palavra
você me ensinou que crescer não era tão apavorante assim
você me ensinou que por mais desastroso que seja minha vida, ainda é boa, ainda é minha

e meu amor, por mais confuso que ele seja, ainda é amor

e mesmo me ensinando isso tudo e sabendo que cada parte do meu eu dependia do seu eu, você partiu

queria ficar, queria amar, queria tentar, mas foi
e com você levou tudo de mim, levou amor, esperança, afeto, paz e carinho

você levou tudo que pra mim, tinha vindo com você

e por mais que eu dependesse do seu ser pra ser eu, caminhei sozinho por entre outros

caminhei por vidas e fui tocado e moldado por elas e sozinho, percebi que ser eu não dependia de você ou de outros
só dependia de mim e de toda a coragem que me faltava quando te conheci
eu entendo que você é parte de mim e só te tendo eu sou maior, mas além de te ter, eu me tenho, eu tenho amor
não o bastante pra lidar com o mundo, mas suficiente pra lembrar que antes de você chegar, eu existia e estou existindo depois da sua partida

você é parte dela, não o centro, você fez caminho, mas não é minha morada e você já foi minha luz, mas descobri em mim luz própria
aprendi que amor próprio não é se amar em primeiro lugar

é saber quando se amar e se amar bastante quando precisar

mas a vida é muito além do que você tá vendo

ela não é só esses dias apavorantes que parece mais um inferno.

é só questão de tempo, e você precisa controlar os seus impulsos diante do seu caos.

Sozinho.
Sem amigos.
Preso.
Com medo.
Eu sei que você só quer que tudo acabe, que não consegue ver nada de bom em seu futuro, que o mundo parece escuro e terrível, e talvez você tenha razão, o mundo pode ser, definitivamente, um lugar apavorante.
Eu sei que você mal está suportando.
Mas, por favor, aguente mais um pouco.
Por nós
Por si mesmo.
—  Perdão, Leonard Peacock
Sinto muito. Mas, se está esperando que eu corra atrás, eu não vou. Então já pode parar de esperar, ok? Você quis fazer parte da minha vida, e eu deixei que fizesse. Não assinamos um contrato, então beleza sair. Mas .. se ouviu por aí, que eu era uma boa amiga, que eu lutava pelas pessoas, que eu fazia de zero mil para ajudar alguém, você só ouviu uma parte, a parte bonitinha que as pessoas adoram contar. E olha só, não é tudo. Tem uma feia também. Uma apavorante até. Essa pessoa que te descreveram, foi magoada, foi ferida, perversamente. E justo porque? Por causa dessas qualidade aí! Olha que cômico! Ria! Eu deixo! Sei que todas dizem “mudar” depois de uma decepção. Mas, não estou dizendo que eu mudei. Estou dizendo que eu não vou correr atrás de você. Estou te mostrando o outro lado. O que está disponível. Esse aí que você procura foi pro concerto. E vai demorar um pouco. Estava em grave estado de danificação. É isso. Tenta duma próxima. Quem sabe quando alguém volta a dar o seu melhor?
—  Detalhares .
As vezes me dá uma vontade louca de sair gritando, de quebrar qualquer coisa que estiver na minha frente. Aqui dentro está doendo tanto. Queria poder sair um pouco de mim. Não sentir mais esse peso nas costas, nem ter esse lado que vive puxando pro abismo. Talvez me olhando de fora eu perceba que é tudo questão de ponto de vista. Daqui de fora a vida não é tão apavorante assim, só precisamos aprender a enxergar todos os ângulos.
—  Citei, Keeizi C.

Eu me entreguei rápido demais à você…

Desculpa se eu me envolvo tão depressa, se eu sinto tudo com tanta intensidade, nunca fui de sentir em pequenas proporções. Acontece que quando se trata de amor, uma hora ou outra, eu sempre descarrego esse peso que persiste em meu peito por não conseguir lidar com ele. Talvez isso afaste as pessoas de mim. Eu sou sentimental demais, e por mais que eu tente, não vou conseguir mudar.
Eu não sai ilesa dessa, você fugiu de mim como um pássaro preso na gaiola experimenta a libertação, e tudo bem, não vai doer para sempre. Eu vou continuar acreditando no amor, vou demonstrar e me doar sem medo, pode soar apavorante eu sei, mas acredito que por mais que as pessoas tentem fugir, no fundo, tudo o que elas necessitam é de um coração puro e forte independente das frustrações que isso resultar.

Pedido por: Anonimo

Notas: Desculpem pela demora, o previsto era postar na semana passada mas aconteceram alguns problemas pessoais. Já estou terminando os pedidos e se tudo ocorrer bem, posto ainda essa semana. Espero que gostem ♥


Um navio se partiu ao meio por conta de uma bomba ainda não identificada, possivelmente se trata de um ataque terrorista — a repórter dizia na televisão, enquanto recebia informações a todo momento. — O Homem-Aranha foi visto no local segurando as duas partes do navio de maneira impressionante! Segundo gravações de cinegrafistas amadores, logo em seguida, ajudando o amigo da vizinhança, o Homem de Ferro salvou o dia, juntando o navio novamente e ajudando a salvar os passageiros.

Desliguei a televisão, ainda impressionada com o que havia acabado de escutar.

Peter e eu combinamos de estudar para a prova de biologia que iria acontecer amanhã, e como eu ainda não tinha conseguido entender parte do assunto, ele se ofereceu para me ajudar. Mas ele já estava há exatos quarenta e cinco minutos atrasado. Como Homem Aranha, ele teve um imprevisto (e dos grandes), e era isso o que me deixava preocupada: não saber se ele estava a salvo.

O alívio tomou conta do meu corpo quando Peter apareceu na minha janela, abrindo-a e entrando rapidamente, vindo até mim. Mas algo estava diferente, ele estava usando a roupa do aranha que criou logo quando ganhou os poderes, sendo que já tinha um uniforme tecnológico dado por Tony Stark.

Peter afastou o capuz do traje improvisado e tirou a máscara, apenas para me cumprimentar com um selinho rápido. E sua cara não estava nada boa.

— Você tá bem? Se machucou? — o abracei, mas ele não correspondeu. Passei a checar cada canto de seu corpo, procurando por algum ferimento que, felizmente, não encontrei. 

— Eu não me machuquei — ele disse simplesmente, sem desfazer a cara emburrada. — Os seus pais estão em casa? 

— Sim — respondi, estranhando a pergunta aleatória. — Por que?

— Vem — ele segurou minha mão, me puxando para a janela. 

— Onde vamos? — perguntei, mas ele não respondeu. O puxei, fazendo-o parar e obrigando-o a me olhar. — Peter, espera, o que aconteceu?

— Eu… — ele começou, mas travou. — só quero conversar, mas os seus pais podem ouvir sobre o Homem Aranha, ou me ver com essa roupa. Quero te levar pra outro lugar.

A julgar por sua raiva e expressão de criança emburrada, e Peter nunca fazia isso, deduzi que algo sério estava acontecendo. 

Assenti, e ele colocou a máscara novamente. Em seguida, envolvendo minha cintura com seu braço, lançou uma teia em um poste. Fechei os olhos e me agarrei nele quando que saímos do chão. Aquilo ainda era apavorante para mim, mesmo já tendo feito várias vezes. Senti o vento bater no meu rosto, e aquilo me deixava ainda mais assustada, mas para uma pessoa com um medo incontrolável de altura, eu estava até me saindo bem.

— Chegamos — ele disse assim que pisamos no chão, e me permiti respirar aliviada. 

Abri os olhos e a vista me deixou sem ar novamente. Estávamos na Ponte do Brooklyn e podia ver toda a cidade ao longe. O céu estava numa coloração entre azul e laranja, não havia nenhuma nuvem e o sol estava começando a se por. A tarde não podia estar mais linda.

Mas Peter ainda estava bravo com alguma coisa.

— Agora pode me contar por que você está assim? — indaguei, me sentando no chão e ele se sentou ao meu lado. — Deveríamos estar conversando sobre o fato de você quase ter se matado naquele navio? E por que viemos aqui?

— Gosto da vista — ele disse. Observei seu cabelo balançar levemente com o vento. Ele olhava para o céu, parecia refletir sobre algo. — Eu estraguei tudo, S/N, e agora o sr. Stark pegou o uniforme.

— Por quê?

— Eu não sei — Peter resmungou, com raiva. Nisso, ele se levantou com um salto. Sempre que ele estava nervoso ficava inquieto desse jeito. — Ele está sempre me dizendo o que fazer e o que não fazer, me trata como uma criança!

— Mas você é uma criança — eu disse calmamente, em tom de brincadeira, e ele me olhou com uma cara que dizia “como você se atreve?”. — Quero dizer, você não é uma criança, de jeito nenhum, você é um homem!

Tentei segurar o riso e ele me repreendeu.

— Não tá ajudando.

— Desculpa — pedi. — Quer me contar o que realmente aconteceu? Tipo, do começo?

Ele suspirou.  

— Sabe quando saímos do colégio e pedi pra você voltar sozinha? Eu estava planejando te despistar pra evitar perguntas e preocupações por que… — comentou, apoiando-se na grade da ponte e olhando para a cidade. — eu meio que segui uma gangue que estava traficando armas, e tentei pará-los sozinho. As coisas saíram do controle e bombas explodiram. Mas eu consegui dar conta.

— É, eu vi na TV — comentei. — Se você chama quase se partir ao meio junto com o navio de dar conta, então tudo bem, pode continuar.

Peter revirou os olhos.

— O sr. Stark apareceu e me ajudou. Mas logo depois pediu que eu devolvesse o uniforme. Eu tentei explicar que estava tentando ser como ele, mas ele queria que eu fosse melhor.

— Não se culpe, você estava tentando fazer a coisa certa.

— É, mas foi do jeito errado — engoliu em seco. — E agora eu perdi a unica coisa que me fazia ser um herói.

— Ok, Peter, me escuta — me levantei, indo até ele e o abraçando por trás. — A culpa não é sua nem dele. Ele só estava preocupado com você e as pessoas naquele navio. Dá um desconto, ele está tentando ser um bom tutor pra você.

Ele se afastou, virando-se de frente para mim.

— Quando visto o uniforme consigo ser eu mesmo, entende? — ele disse já mais calmo, e agora parecia triste. — Mesmo assumindo uma outra identidade, quando eu sou o Homem Aranha eu posso me livrar de toda a timidez, ansiedade, tudo… Eu não sou nada sem o uniforme.

Segurei seu rosto levemente e ele fechou os olhos, sentindo o toque.

— Quem faz o Homem Aranha ser um herói não é a roupa que ele veste, é você — falei, com toda a certeza que uma pessoa pode ter. — Você é o herói, Peter, e não precisa do uniforme pra isso.

Ele abaixou a cabeça, suas bochechas estavam levemente vermelhas. Peter sorriu, me abraçando forte. Rindo, ele me tirou do chão, girando nossos corpos como em um filme romântico.

— Eu acho que precisava ouvir isso — disse, após depositar um selinho nos meus lábios. — Obrigado.

Sorri, devolvendo seu carinho com outro beijo.  

— Sabe o que podemos fazer agora? — lancei um olhar cúmplice, e ele parece ter entendido.

— Maratona dos filmes de Star Wars?  

— Isso! — comemorei. — Mas acho que podemos ficar mais um pouco e admirar essa paisagem, não podemos?

Peter me apertou mais.

— Claro, amor — disse, colando nossos lábios. — Eu amo você.

Sorri. Todas as vezes que ele dizia isso, suas bochechas coravam.

— Eu também amo você, garoto aranha — falei, e o vi revirar os olhos, divertido.

Olhei adiante, apenas sentindo a brisa do fim de tarde bater em meu rosto, e me senti a garota mais sortuda do mundo por ter o Peter ali comigo.

Algumas guerras terminam com uma vitória absoluta e inquestionável; outras guerras terminam com tratados de paz, e algumas terminam com esperança, mas elas não são nada comparadas a guerra mais apavorante de todas: aquela que ainda está por vir.
—  Grey’s Anatomy.
Ontem eu chorei.

O meu maior medo em relação à gravidez era que acontecesse em um relacionamento que não fosse sério. Aconteceu. A solidão é muito grande, fico sensível, alegre, triste, chateada, com raiva, tudo dentro de um minuto. Não me conheço mais.

Começo a desejar uma atenção surreal, um companheirismo que há tempos morreu em nossa sociedade.

Preciso ser forte.

Para todas as mulheres que têm filhos e eu pergunto como foi o primeiro trimestre, obtenho sempre a mesma resposta: “Difícil”. Realmente, é muito difícil. Estou entrando no terceiro mês de gestação e minha mente já mudou de 08 para 80, já envelheci dez anos em dois meses.

Acredito que ninguém esteja realmente preparado para ter filhos. É estranho, lindo, mágico, triste, apavorante… Mas acima de tudo, é confuso.

Eu chorei. Não fui fraca por chorar, eu me permiti isso.

Chorei para colocar toda mágoa pra fora, para derrubar a raiva, a indiferença e a solidão que eu senti. Senti-me sendo apenas mais uma fodida no mundo, mais uma mãe solteira sem experiência que teria que aprender no sofrimento a ser forte.

Minha barriga coça. É a pele esticando, é o bebê crescendo. Paro de pensar em mim, de me lamentar e começo a pensar na educação que darei a essa criança.

Choro novamente.

Sinto-me confiante, mas não sei fazer isso, não sei ser mãe, não sei ser sozinha, mas eu PRECISO ser forte. Limpo minhas lágrimas, respiro, bebo água e me recomponho. Sou forte, sou mãe, mas não sou sozinha. Talvez a companhia que eu queira não deva ser a minha prioridade. A minha prioridade é o bebê e como vou dar uma vida para ele.

Eu chorei, mas enxuguei as lágrimas e fiquei firme. É normal cair, desde que eu me levante depois e siga, pois agora a minha vida tem um sentido e eu preciso vivê-la.

No meu quarto, em meio a escuridão e o silêncio, sinto as lágrimas tomarem conta do meu rosto, enquanto tento arrancar meu coração da forma mais dolorosa. Então me envolvo no meu choro abafado, deixando tudo dentro de mim se escapulir, as minhas mãos tremem, meu corpo dói, minha mente me tortura, meus pensamentos são apavorantes, eu penso em gritar, mas eu não tenho voz.
—  Aline Sales.
Sensibilidade

Você me tem fácil demais
E é apavorante
A sua vinda inesperada
Com o riso involuntário
O coração acelera
Se confunde aos meus delírios
E me tira de órbita.
Você não entende,
Que é inevitável não sentir?
Eu transbordo
Eu inundo
Eu disperso sentimento.
Basta um beijo
Um toque
Um abraço
Com mistura de carinho e destreza
Pro meu corpo incendiar
E só de imaginar
Tuas mãos ansiosas
Repleta de desejo
Numa tarde serena
A minha estrutura se exalta
Repentinamente.
Eu enlouqueço
Estremeço
E me desvairo
em você.
Tenho galáxias
Via-Lácteas
Um universo inteiro
Dentro de mim
Sou um verdadeiro infinito sem fim.