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Meu marido é um voyeur...

Olá para todos, sou a Danielle tenho 23 anos e sou casada com o Ronny a quase 3 anos. Quero avisar a todos, principalmente as mulheres casadas que estiverem começando a ler esta historia que se tiverem rigidos principios morais fechem o texto agora e nao o leiam. Agora se estiverem dispostas a quebrar velhos tabus vao em frente pois assim como voces tambem norteei minha vida com muita moralidade ate o dia em que ocorreu esse evento, e a pedido do meu marido escrevi e aqui estou publicando.

Um dia meu marido me falou sobre manage, como nasci e me criei no interior eu nem sabia direito o que era, entao ele me explicou que muitos casais convidam outra pessoa para juntos se divertirem, sexualmente falando. Fiquei furiosa com ele pois pensei que ele estivesse querendo transar com outra mulher, entao num impulso de raiva perguntei a ele o que sentiria se eu transasse com um outro homem e fiquei mais perdida ainda quando ele me respondeu, tesao muito tesao. Nao disse nada apenas fiz sinal de negativo com a cabeça e fui dormir. O Ronny veio logo depois mas eu fingi que estava dormindo pois queria pensar direito naquela conversa. E fui noite adentro pensando, as vezes eu concluía que meu marido nao me amava mais, outras vezes ficava pensando em como seria transar com outro homem. A noite passou e na manha seguinte meu marido me pediu desculpas pelo que disse, eu perguntei se ele ainda me amava como antes, e ele jurou que seu amor em nada tinha mudado que eu poderia ter certeza disso, entao eu o abracei e beijei muito porque tambem o adoro demais.
Ele viajou naquela tarde e ficou fora 10 dias, apesar de conversarmos todos os dias por telefone eu ja nao aguentava mais de saudades, nas transavamos quase todos os dias e 10 dias sem ele era para mim uma tortura ja que aos 22 anos, sexo é coisa que vinha a cabeça toda hora, inclusive eu ansiava para que tocasse naquele assunto novamente, mas ele n?o falou mais nada sobre aquilo.
Numa sexta-feira o Ronny anunciou que no dia seguinte estaria de retorno e que me levaria a um motel para matarmos a saudade, fiquei tao feliz e desde que acordei no sabado tratei de cuidar de mim, fui ao salao de beleza, fiz massagens, me depilei toda como ele gosta e ate comprei lingerie nova para juntos comemorarmos a sua volta. 
Assim que ele chegou no sabado a tarde tomou banho e fomos jantar, de tanta ansiedade nao comi quase nada, pois nao via a hora de irmos ao motel, ainda mais que ele prometia ser aquela noite inesquecivel. Quando chegamos ao motel ele me deixou dentro do carro e entrou na recepçao e lá demorou uns 15 minutos, quando voltou desculpou-se pela demora e disse que estava fazendo o pedido da bebida que tomariamos na suite. Entrarmos ele foi logo tirando minha blusa e a sainha que eu usava, e fiquei muito feliz por ter notado e elogiado minha lingerie, era uma tanguinha bem pequena e delicada e um sutiã meia taça, que segundo ele ficou muito sexy em mim. Notei que o elogio era sincero porque senti que seu penis fazia volume ao encostar em meu bumbum, entao o chamei, sentei ao lado da cama e tirei sua roupa. Ao ver que ele ja estava excitado eu comecei a masturba-lo, ele colocou as duas maos em minha cabeça e eu entendi o que ele queria, alias eu tambem estava querendo sentir o seu penis na boca. Comecei a fazer sexo oral e estava tudo t?o excitante que nem percebi quando bateram na porta da suíte. Meu marido afastou minha cabeça e disse que deveria ser o garçon trazendo a bebida que ele havia pedido e mesmo pelado foi atender a porta. Fiquei sentadinha na cama aguardando ele voltar para continuarmos com aquele ato que estava me dando tanto prazer.
Escutei outra voz masculina conversando com meu marido na ante-sala e logo o vi entrando no quarto junto com um rapaz de pele castanha escuro, alto, forte, parecendo um segurança, trajando apenas uma sunga exageradamente cavada. Trazia em sua mao uma bandeja com o champagne e duas taças. Enquanto colocava a bebida nas taças o Ronny aproximou-se de mim, estendeu a mao, me levantou da cama e me beijou, eu falei a ele com tom ironico, que aquilo é que era serviço de quarto, me referindo ao rapaz. Meu marido deu um sorriso maroto disse que eu ainda nao tinha visto nada. O rapaz encheu as taças, deu uma ao meu marido e com a outra veio em minha direção, estendi a mao para pegar ele me pediu para por a bebida em minha boca. Olhei para o Ronny e ele fez sinal de afirmativo com a cabeça. O rapaz se posicionou atras de mim e levou a taça ate minha boca, enquanto eu bebia, ele com a outra mao acariciava meu ombro. O Ronny que ja tinha largado sua taça no balcao me olhava e ao mesmo tempo massageava o proprio pinto. Veio ate nos e pegou a taça da mao do rapaz, que aproveitou para com as duas maos massagear meus ombros. Imaginei tratar-se de um daqueles massagistas profissionais que atendem em domicilio e que eu receberia uma gostosa massagem relaxante antes do sexo. Confesso que estava muito bom sentir aquelas maos grandes massagearem meus ombros e por um momento ate esqueci que nos encontravamos num motel, meu marido pelado e eu apenas de roupas íntimas sendo massageada por um homem que eu nunca tinha visto.
Fui surpreendida quando as maos do rapaz seguraram meus seios. Me assustei, ao mesmo tempo me arrepiei toda, pois voltou a minha cabeça o motivo pelo qual estavamos no motel. Abri rapidamente os olhos e quando ia fazer uma reclamaçao pela ousadia notei que o Ronny se masturbava a toda velocidade, entao ainda meio confusa nao esbocei reaçao alguma. A confusao na minha cabeça aumentou ainda mais quando o rapaz desabotoou meu suti? e tirou-o do meu corpo, voltando a segurar meus seios e aperta-los firme mais carinhosamente. Aí num impulso de moralidade olhei preocupada para o Ronny, que percebendo minha reaçao parou de se masturbar, aproximou-se, me beijou e disse que eu sou o grande amor da vida dele. Pensem o desconserto das minhas id?ias, eu ouvia as palavras de carinho do meu marido e sentia as maos grandes daquele estranho espremerem meios seios, era uma confusao total na minha cabeça. 
 O Ronny afastou-se um pouco e eu senti as maos do rapaz deslizar pela minha cintura deixando enroscar os polegares nas cordinhas laterais da minha tanguinha e assim ele foi baixando as maos pelas minhas pernas abaixando junto minha lingerie ate o meio das coxas. O Ronny mais uma vez interrompeu sua masturbaçao, ajoelhou-se na minha frente e terminou de tirar a última peça de roupa que cobria meu corpo, depositando-a sobre a cama.
 Imaginem voces, eu estava totalmente nua na frente de um homem estranho quase nu, meu marido tambem pelado, excitado e se masturbando, voces conseguem imaginar a cena, O rapaz saiu de tras de mim e veio ate a minha frente onde os dois ficaram olhando meu corpo, o rapaz comentou que eu parecia uma menininha, imaginei que ele estava se referindo ao meu sexo por eu estar toda depilada. 
Meio que involuntariamente eu olhei em direçao da cintura do rapaz e vi que a sunga dele ja nao mais comportava ocultar por completo o volume que se formou dentro dela. Na minha cabeça passavam-se mil pensamentos, por um lado os principios morais me cobravam uma reação imediata de repodia aquilo tudo, e por outro lado meu corpo estava todo excitado e eu tremia inteirinha. Novamente o rapaz veio atras de mim, e com o canto dos olhos vi sua sunga cair sobre a cama ao lado da minha lingerie. Me contive a nao olhar para o corpo do rapaz temendo nao poder me controlar, pois ja imaginava o que a sunga estava ocultando, por isso me limitei a continuar imovel, talvez esperando compreender melhor aquela situação. Fiquei paralisada quando ele novamente pos as maos sobre meus ombros, ai decidi que mesmo excitada daquele jeito colocaria um fim naquela cena. Abri meus olhos procurando em meu marido reunir mais forças para resistir a tentaçao mas o vi olhando atentamente para nos, masturbando freneticamente o proprio pinto, e como se nao bastasse senti o membro duro do rapaz encostar no meu bumbum e ai nao tive mais forças de lutar pela moralidade. O Ronny se aproximou e levou a mao ate meu sexo, e sorriu para mim ao ver o quanto eu estava excitada, pediu que eu abrisse as pernas para que pudesse tocar melhor em mim, ao fazer isso o rapaz aproveitou para empurrar o seu membro entre as minhas coxas, me deixando montada sobre o seu pinto. Era demais sentir a pulsação do seu membro entre as pernas, O Ronny ainda apertava a cabeça do pinto do rapaz contra o meu sexo, de tao molhada que eu estava ele quase conseguiu penetrar em mim a ponta do pinto, mesmo eu estando em pé. Nao resisti e tive o maior dos orgasmos ali mesmo, lambuzando ao mesmo tempo o penis do rapaz e a mao do Ronny que insistia em pressionar daquele pinto contra o meu sexo. Foi um orgasmo tao intenso que me faltou forças nas pernas e se o rapaz nao me segurasse pela cintura teria caido no chao. Me levantou nos bra?os, colocou-me de bruços na cama e come?ou a beijar meu bumbum e logo estava passeando com a lingua pelo meu sexo, apesar da intensidade do orgasmo que acabara de ter nao consegui parar de sentir prazer, com os olhos fechados escutava o barulho que meu marido fazia ao se masturbar bem do meu lado.
O rapaz parou de me chupar pegou um edredon, estendeu no chao e me pos de joelhos sobre a coberta, sentou-se ao lado da cama abriu as pernas e me chamou para dentro delas, foi aí que eu tive a vis?o do paraíso ao ver aquele pinto, grande, grosso e rijo, as bolas penduradas para fora da cama davam a impressão de estarem pesadas, cheias de esperma dando a entender que aquele rapaz precisava e muito de sexo. De joelhos entre suas pernas e sem conseguir desviar o olhar do seu membro escutei ele dizendo ao meu marido que queria ser manipulado. O Ronny passando a mao no meu cabelo me mandou (com estas mesma palavras) ?bater punheta para o rapaz, segurei no seu membro e comecei a masturba-lo e parecia que quanto mais eu o manipulava mais duro ficava. O Ronny acompanhava tudo de perto fazia pequenas pausas em sua masturbação dizendo estar a ponto de gozar, o rapaz, me mandava tocar punheta e olhar para o meu marido e mostrar a ele como seu pau estava duro com o meu carinho. Senti as duas m?os do rapaz segurarem minha cabe?a e a puxando em direção ao seu membro, foi so abrir a boca e receber a ponta do seu penis que pulsava ao contato da minha lingua. Por varios minutos me entreguei de corpo e alma aquele ato de olhos fechados apenas ouvindo os gemidos do meu marido se masturbando e do rapaz que insistia em colocar o que podia aquele penis dentro da minha boca, muitas vezes quase me afogando. Escutei meu marido dizer alguma coisa que nao entendi e com o pinto na boca olhei para ele, e num segundo fui alvejada no ombro e nas costas por jatos fortes de esperma vindo do seu pinto, gemendo gozava muito me pedindo para continuar chupando o rapaz, sem tirar o penis da boca vi o pinto do meu marido ir aos poucos diminuindo a intensidade dos jatos até ficar apenas gotejando esperma no carpet, ele continuava gemendo e quase chorando de prazer, balançando seu penis que agora um pouco menos duro mas ainda volumoso. 
Assim que o Ronny terminou de gozar, o rapaz afastou minha cabeça do seu membro, levantou-se e cobriu com o hedredon um balc?o que tinha no meio do quarto, me pos sentada sobre o balcao e posicionou-se entre minhas pernas, meu marido atras de mim me apoiava as costas e enquanto brincava com meus seios o rapaz passava a ponta do pinto no meu sexo, me deixando maluca. Ent?o vagarosamente foi forçando a entrada daquele membro no meu corpo. Meu sexo nao estava acostumado com aquele tamanho e mesmo muito excitada nao conseguia relaxar o suficiente para acolher aquele colosso dentro de mim. Mas com muita paciencia ele foi me invadindo lentamente e apesar do aspecto rude o rapaz foi ganhando a minha confian?a e carinhosamente colocando seu pinto dentro de mim me fazendo ter varios orgasmos durante a penetração. Assim que introduziu grande parte do membro ele parou um pouco e deixou meu corpo se acostumar so entao deu inicio aos movimentos de vai e vem me fazendo perder o juizo e gozar alucinadamente aos gritos com o meu marido mordendo a ponta da minha orelha. Por quase uma hora meu corpo foi explorado pelo rapaz, quando anunciou que ia gozar me deitou no balc?o e encostou a ponta do pinto quase explodindo na minha boca e mal eu passei a lingua ele começou a despejar esperma na minha boca, era tanto liquido que precisei engolir um pouco para nao me afogar. Apontou o pinto para os meus seios e ali soltou mais uma esguichada e acabou em cima do meu sexo e nas coxas, depois ainda subiu novamente com o membro ja um pouco mais mole e espalhou esperma por todo o meu rosto. 
Me elogiou muito como mulher e foi tomar banho. O Ronny me pegou nos braços e deitou-me na cama e novamente me deu mais uma prova do seu grande amor pois nao teve preconceitos de beijar minha boca e meu rosto mesmo eu estando toda lambuza de esperma de outro homem. Pegou a camera e tirou varias fotos para somente depois me enxugar. Assim que o rapaz voltou do banho fomos eu e meu marido para o chuveiro ai procurei retribuir um pouco do prazer que eu havia sentido, masturbei e chupei seu penis ate faze-lo gozar na minha boca provando que a partir daquele dia eu começava a gostar de sentir esperma nos labios, ate nao pelo gosto mas por sentir que nos mulheres mesmo com nossa fragilidade conseguimos atravez de nossa delicadeza e maciez acalmar corpos tesos e rudes.
Quando terminamos nosso banho, havia mais uma garrafa de champagne sobre a mesa, tomamos e eu estava morta de cansada deitei e peguei no sono ouvindo os dois conversando na ante-sala. Acordei no outro dia estava morrendo de fome, escutei barulho do meu marido arrumando a mesa na ante-sala, levantei e me deparei com uma mesa linda super arrumada e cheia de delicias. Um lindo buquet de flores enfeitava o meu lugar, com o buquet um cartao agradecendo pela noite, assinado pelo nosso mais novo amigo. Sob a minha xicara uma caixinha preta com um maravilhoso anel, presente do meu marido com muitas juras de amor. Com todos esses mimos e fiquei devedora pois tambem tive a maior noite de prazer da minha vida…
♤👰🐮💜

Ficar seria tolerar suas mancadas. Você precisa perder pra entender onde errou, que isso que você faz é um erro, um dos feios. Que evitar e não tocar mais no assunto não é perdão ou esquecimento. É sufocar. E eu estava sufocando, morrendo na praia em frente ao mar de rosas que você anunciou, cheia de pétalas grudadas no céu da boca, entupindo os bofes, sem ar, uma vontade constante de regurgitar de volta suas garantias de araque. Partes de mim querem ir embora, partes de mim querem ficar. Ainda não terminei de gostar de você. Mas consegui. Agora fui. Porque comecei isso querendo ser sua companheira, passei a cúmplice das suas maldades, e ficar dessa vez vai me fazer sua comparsa. Não é um “até amanhã”’ nem “até breve” e nem “até mais”. É um “até você mudar” ou “até você não ser mais quem você é”. Até nunca, então.
—  Gabito Nunes.
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ENG
McDonald’s Maestro Burger: It looks fake, but still cool.

CAT
McDonald’s Maestro Burger: Sembla un fake com una catedral, però mola.

CAS
McDonald’s Maestro Burger: Parece un fake como una catedral, pero mola.

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Anuncis que et posen la pell de gallina. Aerolíneas Argentinas ho aconsegueix.

La Historia de una chica y un Café

Capítulo 1 Génesis

No más de veinte minutos habrían pasado, se había ido tal vez para siempre, y ya empezaba a recordar que todo había empezado en ese increíble tres de agosto de hace cerca de dos años, el destino cruzó una delgada línea y en medio de mi incertidumbre apareciste; recuerdo que yo venía en malas condiciones precisamente porque no eran mis mejores días, las presiones y la soledad habían cobrado y afectado mi salud.

Realmente era incomodo sentirse en ese desequilibrio físico y emocional, fui sin más aliciente que cumplir un requisito más, recuerdo estar ahí sentado esperando sin sentido, al oír mí nombre gire con algo de desidia, pero inmediato mi rostro cambio, está viendo aquella persona que se accidentaba en mi vida y colisionaba frente a mis ojos, ahí estaba esa figura menuda, normal dirían muchos, pero cuando mire sus ojos algo me atrapó; sólo lo descubriría tiempo después.

Camine a su lado durante un corto trayecto las primeras palabras cruzadas fueron como un libreto poco profundas, diplomáticas, pero poco a poco me entró el afán de hablar, tal vez tome la iniciativa tratando de agradar por aquello de la primera impresión, buscando crear un lazo que desde el principio mi corazón sintió que se anudó en mí, el tiempo relativamente voló para mí, parece que hubiera desaparecido el resto de escenario.

Sería presumido pensar que tú correspondías desde esa primera cita sólo mi imaginación desbordada de emoción lo recreo, hacía rato que no me sonreía la vida y ese día tuve la suerte que uno no busca, sino que te encuentra. Aterrizado en mis recuerdos vi correr nuestra historia y esa primera conversación corrió dejando en mi la sensación de un querer más.

A veces nos pasa esa incómoda situación de tener sensaciones inexplicables, irte, pero desear volver tan pronto como se pueda, tal vez existen esas diosidencias que se colocan tú camino para hacerte menos pesado el viaje y empiezas a preguntarte qué enseñanza habrá detrás de estas experiencias a la que llegas cuando menos piensas y cuando tus velas se han ido apagando poco a poco.

Capítulo 2 Añoranzas.

Hoy me fui con esa sonrisa que esa “extraña” me regalo a mi otro extraño, esa delicadeza envuelta en una flor de mujer donde cada palabra que brotó me llevo a la tranquilidad, había olvidado que, si hay gente hermosa y que el empaque es engañoso, había luz en tus ojos y ahí me conecte pensando en que los próximos días fluyera en mi un ángel capaz de corresponder ante tantas dádivas que entregabas a borbotones.

Esos días anteriores a nuestro nuevo encuentro estuvieron plagados de recuerdos, de contar los días esperando retomar nuestra conversación y con la esperanza de seguir reconociendo en ti aquello que había tratado de buscar con algún desespero durante varios meses , en donde soñaba frecuentemente en disfrutar de una conversación y que esta fuera tan lenta como pudiera , alargando cada minuto y sintiéndome afortunado porque estarías ahí para recibir mi sonrisa, con una empatía perfecta y así aprovechar cada uno de esos espacios que me regalaras.

En esas noches pensaba como este sentimiento naciente e ilógico debería manifestarse y en mi mente se cruzaba varias opciones que iban desde unas señales de SOS desesperadas de que te fijaras en mi de manera perentoria hasta pasar desapercibido y solo dar ligeros toques de estas sensaciones que iban creciendo; la noche anterior a nuestro nuevo encuentro me sentía como aquella oruga queriendo convertirse en un abrir y cerrar de ojos en una mariposa amarilla en un mundo lleno de color , sin embargo decidí colocar pies en tierra y reconocer que si bien desde niño me habían vendido la imagen del amor a primera vista esta requería de algo más y lo iría comprendiendo en el camino que me esperaba.

Capítulo 3 Conociéndote

La mañana estaba fría, si bien llovía copiosamente podía ver la gente caminar rápidamente , doy un giro a mi pensamiento he intento imaginar que cada uno de ellos vive su mundo y está pensando en las horas por venir , en sus anhelos y metas de ese día; yo por mi parte venía con esa ansiedad que había tenido los días anteriores, con un solo objetivo confirmar si esa conexión primaria y básica que sentí era real o parte de mi imaginación, de nuevo volví a la realidad y seguía caminando , apresure el paso dando zancadas más grandes y volví a sentir frío en mis manos y ansiedad en mi corazón.

De un salto nominalmente entre al edificio me anuncie y espere con impaciencia el encuentro, por un momento me quede absorto y de nuevo reacciono cuando alzo mi mirada y la vi acercarse hacia a mí, como si me conociera de siempre me saludo con un gran don de gente, sin embargo siempre guardo la formalidad que ameritaba la situación, a pesar de ser la segunda vez que coincidíamos nos sentimos cómodos como si nos conociéramos desde hace mucho tiempo , sentía una buena energía y esto era signos de un buen comienzo para seguir escribiendo letras en el libro en blanco que no había obsequiado el destino.

Hasta ahora me había referido a ella como esa figura menuda y realmente quiero guardar en mi memoria fotográfica tu rostro el cual contemplo de manera directa y en especial esos dos puntos de guía que son sus ojos , he de decir lo que primero vi fue una sonrisa permanente que uno no olvida, vas irradiando luz con una actitud que pocas veces uno ve, más qué describir lo físico de tu belleza admiro lo que inspiras , me llevas a soñar y no queda otro camino más que agradecer a la serendipia que me permitió conocerte, aquí y ahora estoy seguro que si fuera por tu sencillez dirías holas no crees que estas exagerando ? y yo simplemente tendría que decir que pude ver más allá de lo que vieron los demás.

A ratos quisiera describir todo lo que pasa en mi cabeza cada vez que se generan estos encuentros que he de reconocer se presentan por un tiempo limitado y que son de obligatorio cumplimiento pero que disfruto como si fueran libres y espontáneos, me llena el alma de fe, de un sí se puede y de creer que la vida vale la pena vivirlas gracias a la existencia de seres humanos que van regando enseñanzas como semillas con la esperanza de aportar a la vida de cualquiera de nosotros, hoy salgo convencido que sin importar este final ya dejaste huella en mí.

Capítulo 4 La despedida

Así fueron pasando esos sesenta y cinco días de cercanía en donde cada reunión se fue acrecentando sin explicación alguna un afecto inusual que me llevaba a sentirme pleno y a desear día tras día volverte a ver esos sesenta minutos en los cuales el reloj pareciera estar corriendo unos 100 metros planos, eran implacables y a pesar de que sentía que no era indiferente había una barrera implacable de superar; lo sabía y el tiempo se agotaba y no quería llegar a ese final que era tan seguro como la muerte.

Quisiera detallar cada uno de esos instantes vividos en este corto tiempo; donde las letras se darían un banquete ya que se plasmarían todos lo que nos fue sucediendo en donde en cada cita nos sentíamos más dependientes el uno del otro , cada vez conociéndonos más y estoy seguro que tanto tu como yo nos pasó algo que aún no tiene nombre pero que existió , y ahí me queda anclada ese siete de octubre donde se rompió ese cordón umbilical que nos ató durante 65 días, recuerdo salir algo melancólico mas no triste porque comprendía que había tenido suerte y que lo vivido había calado una gran huella que me impediría olvidarte.

Entendía que en ese momento había diferencias que no permitían una relación diferente a la que el destino nos brindó y que antes de manera valiente lo desafiamos y lo llevamos a un escalón más allá de lo permitido, así me fui con una posibilidad escasa de contacto, pero existía como al aire que exhalaba cada mañana posterior a nuestro adiós.

Estábamos cerrando ese primer año y luego de atragantarme con las ganas de escribirte decidí hacerlo de manera sencilla y empezamos otros ciclos de escritos sin vernos en donde te compartía mis escritos que nacieron de la inspiración surgida de los sentimientos hacia a ti, ahí nacieron poemas sentidos que leías y luego me dabas tu opinión donde me reafirmabas que era grato para ti leerme y me agradecías abrirte la puerta de mi vida.

Capítulo Final ser agradecido

Recuerdo que este medio escrito me trae gratos recuerdos contigo ya que siempre recibí una respuesta ; ahora lo sé con certeza el hecho de conocerte fue para mí muy importante disfrute de cada segundo y cada sorbo de este café retrasado en el tiempo y pospuesto por el destino , desde entonces solo pienso que la serendipia llegue a mí para atreverme a soñar contra lo que parece imposible.

Ayer nuevamente recorriste mis pensamientos como en tantos otros días en que te posesionas de mí y aquí estoy escribiendo estas líneas para evocarte y esperando poder robarte unos segundos y una sonrisa ; como diría Benedetti mi táctica y mi estrategia era mantener esa pequeña posibilidad de contacto viva a través del tiempo así fueron transcurriendo meses el cual después de muchos obstáculos se cristalizo una noche fría de aquel 7 de marzo.

Hoy soy consciente más que nunca de las limitaciones que tenemos, unas más que otras y que solo si Dios lo permite caerán, sin embargo, hoy no hay tristeza ni dolor; tengo el recuerdo de la más hermosa sonrisa obsequiada a mí por esos ojos que aun evoco y sabes que entiendo tu silencio y lo respeto, tu historia, tu pasado, pero si por una extraña razón quieres verme ahí estaré ya que siempre he tenido fe en ti.

La noche llega y tu recuerda reposara en mí y a partir de hoy en estas letras que quedaran como vestigio de aquel hombre que llego a destiempo a tu vida y que lo poco que compartió lo hizo de corazón y a plenitud conscientes de sus defectos, cierro los ojos lentamente y mañana será otro día.

Entretenimento "gospel" não é Evangelho. É antibíblico.

“Se você usa meios carnais para atrair pessoas para a igreja, você atrairá pessoas carnais e terá que continuar usando meios carnais ainda maiores para mantê-los na igreja.”
- Paul Washer.

O mundo precisa do Evangelho, e a igreja também, muito mais do que é oferecido hoje. Utilizar tempo e recursos que poderiam ser aplicados na pregação da mensagem de Cristo em atividades de entretenimento e outros eventos do gênero é simplesmente negligenciar o Evangelho. É ofuscar o poder da Palavra, duvidar de sua plena capacidade de penetrar nos corações e, ainda, esquecer que é o Espírito Santo que age por meio dela, o qual convence o homem do pecado, da justiça e do juízo. Não é necessário mais nada para conduzir homens e mulheres a Cristo, senão a pregação autêntica do Evangelho e a prática de sua essência.

A igreja não tem que se assemelhar ao mundo para atrair pessoas. Ela tem que se assemelhar a Cristo - que anunciou o Reino de Deus, pregou a verdade e evidenciou a gravidade do pecado, junto com a necessidade de arrependimento e a dádiva da salvação pela fé, concedida gratuitamente por Deus. A Cristo!

i’m in love with the shape of you

  • Olá pessoas!! Tudo bom? One shot/imagine novinho em folha, espero que gostem. Eu sumi de novo, mas tenho sim alguns imagines em comecinhos. É que eu demoro demais num imagine só e no processo de um começo outro e vira tudo uma bagunça. Desculpem os erros, por mais que tente sempre tem coisa errada.
  • A maioria desse imagine eu escrevi ouvindo Shape of You - Edinho Sheeran
  • Enjoy it!

Keep reading

Imagine Harry Styles

Pedido de @mymyparadise: just a little bit of your heart

S/N P.O.V

Apesar de tudo. Apesar de saber que o cheiro de perfume na camisa dele após do trabalho não é meu, apesar de saber que ele se relaciona com outra mulher, apesar de tudo eu o amo, e sei que sou uma boba por isso.
Arrumei a mesa de jantar como nos outros dias, apesar de não ter fome. Eu sei que iriam se passar horas e horas, as vela iriam apagar, a comida esfriar e o vinho ficaria mais quente do que de costume. Ele chegaria a madrugada, esquentaria comida no microondas e me elogiaria do dia seguinte. Mas, jamais negaria que ela é melhor que eu.
Subo a escada devagar, tomo meu banho e após sair do chuveiro paro na frente do espelho. Observo meu corpo: Percebo que eu estou mais magra, pareço doente. Na verdade eu estou, emocionalmente, mas estou.
Sem me importar muito coloco meu pijama e me deito na cama. Não tenho sono então fico apenas vendo fotos antigas minhas e de Harry, a época em que éramos felizes, ou pelo menos acho que sim.
Ouso o motor de Harry e vou no banheiro, limpo minhas lágrimas e volto a deitar. Tempo o suficiente para que ele estivesse subindo os degraus. Logo ele entra no quarto sorrindo e vem até mim. Harry tenta me beijar, mas eu recuei e ele estranhou.
- O que foi, amor? - Harry perguntou e eu ri sarcástica.
- Amor? Você tem certeza que sou eu? Harold, nós estamos em 2017, seu amor não sou eu e você sabe que não sou. - Permaneci sentada na cama.
- Você vai começar com essa de novo? - Questionou.
- Eu nunca te pergunto onde você estava e eu não sinto que preciso saber com quem você estava. Nem consigo pensar direito, mas eu sei que agora há pouco, você estava com ela e eu ainda sou, sempre serei uma boba por você. Porque eu te amo, ou amava, sei lá.
- Eu estava trabalhando, você sabe. - Justificou. - Vem, vamos jantar. - Esticou a mão para que eu pegasse.
- Não tenho fome, mas você pode ir. As velas já se apagaram mesmo, não tem porque eu estar lá. - Harry suspirou.
- Você está muito magra, não come faz quanto tempo? - Ele perguntou se sentando a minha frente.
- Eu não sei, mas isso não importa né. Afinal, sua nova mulher deve ser atraente, então se importe com ela. Não precisa se importar comigo. Eu vou embora mesmo. - Harry arregalou os olhos.
- Para onde você vai? - Seus olhos estavam marejados.
- Isso não importa Styles, bom apetite. - Disse e ele saiu.
Suspirei e coloquei algumas roupas dentro de uma mochila. Desci, mandei um beijo de longe para Harry que deixava as lágrimas caírem.
- Só um pouquinho do seu coração é tudo o que quero. - Disse e sai.
Entrei em um táxi que me deixou no aeroporto e lá fiz check-in para o voo de Londres para o Brasil e segui em frente. Dormi o voo todo, eu estava precisando daquilo.
[…]
Eu voltei para meu antigo apartamento no centro de São Paulo e lá eu vivia minha nada agitada vida. Eu me sustentava com o salário de modelo de Londres que era o suficiente.
O porteiro anunciou em uma tarde do domingo que eu amigo estava querendo subir, ele não disse o nome e mesmo assim pedi para que subisse.
Abri a porta e de longe avistei Harry, seus olhos estavam marejamos mais uma vez. Sorri ao ver aquilo, ao ver ele.
- Volta por favor! - Ele implorou e eu dei espaço para que entrasse. - Eu já larguei ela, reformei nossa casa, coloco você para trabalhar comigo se quiser. Só por favor volta. Eu preciso de você, por isso eu vim até aqui. Você não precisa ter um pedaço do meu coração. Pode ter todo. Pode ter tudo o que quiser.
- Harry é complicado. Sabe, eu nunca te digo como realmente me sinto, pois não consigo achar as palavras para dizer a verdade e nada nunca é fácil, é isso que eles dizem. Eu sei que não sou sua única. Mas ainda serei uma boba, pois sou uma boba por você. - Harry me beijou.
- Volta, por favor?! - Ele se ajoelhou. - S/N S/S, você quer se casar comigo de novo? - Ele me mostrou uma caixinha de anéis e eu sorri.
- É, eu quero. Eu sempre quero você, Harry Styles. - Ele colocou o anel em meu dedo e me beijou.
- Eu te amo mais que nunca. - Sorri.

Imagine Harry Styles

Pedido: “Oiie, eu queria um com o Harry mas pode ser do seu jeito… quero ler um com ele q seja da sua imaginação porque deve ser muito difícil criar uma história baseadas nas ideias de outras pessoas. Por isso eu te dou total liberdade para escrever como você quiser :) . Amo seu tumblr e principalmente a sua escrita!”. - Anônimo.

Muito, muito, muito obrigado por fazer esse pedido, eu amei ele! E obrigado, principalmente, por acompanhar as coisas aqui e por ler o que eu posto! <3

Eu fiquei completamente animada com esse pedido, por poder criar uma história minha. Mas depois eu me apavorei, porque não conseguia ter nenhuma ideia para ele! hahaha Acabei por fazer assim. É meio clichê em simplesinho; mas feito com amor! Me contem o que vocês acharam dele, e principalmente que pediu! 

Aahh! Essa é a primeira parte, ok? A segunda sai ainda essa semana! Beijões.

******


- Eu não quero fazer isso!

- Nós já conversamos sobre isso, (S/N). – minha mãe falou com a voz firme.

- Justamente! Por termos conversado sobre isso algumas vezes, pensei que você tinha desistido dessa ideia maluca.

- (S/N), eu sou a sua mãe e sei o que é melhor para você.

- O melhor pra mim não é fazer com que eu faça algo que eu não quero.

- Chega! – ela esbravejou. – Isso não está aberto para discussões. Já está decidido e pronto. – bufei e sai da sala.

- Você não acha que está pegando muito pesado com ela? – ouvi a voz do meu pai.

- Infelizmente é assim que tem que ser, Otto. Ela tem que aceitar isso de uma vez por todas. – foi a última coisa que eu ouvi antes de me trancar no meu quarto.

Minha vontade era de nunca mais sair daqui, de dentro do meu quarto. Meus pais queriam me abrigar a casar com um completo estranho para mim. Eu nem sei quem ele é, não sei seu nome, não sei nada a seu respeito. Só sei que em poucos dias ele será meu noivo e em poucas semanas ele se tornará meu marido.  

- Filha, nós podemos conversar? – meu pai pediu dando leves batidas na porta. Respirei fundo.

- Entre. – ele entrou e se sentou na minha cama.

- Filha, dê uma chance para sua mãe. Nós só queremos o melhor para você!

- O melhor? Desculpa papai, mas não acho que me fazer casar com um estranho, e contra minha vontade seja bom e o melhor para mim.

- Filha, nós pensamos sempre no seu bem, no melhor pra você. Você é a nossa única filha e é nosso bem mais precioso. Nós só queremos cuidar para que você tenha o melhor e seja feliz.

- Pai, ninguém consegue ser feliz fazendo algo que não gosta e que não quer. – ele respirou fundo.

- Eu e sua mãe estamos ficando velhos, e logo em breve você terá que assumir todos os bens da família. Ter alguém do seu lado e que entenda sobre esses assuntos é o ideal. – segurou minha mão. – E eu e sua mãe não nos casamos no amando; aconteceu a mesma coisa com a gente. Mas veja só onde nós estamos! – ele sorriu.

- Era uma outra época papai. As coisas mudaram. E eu poderia fazer isso sozinha. – ele suspirou.

- Mas é o que tem que ser feito. É o melhor para você e já está decido. Você vai se casar, e com ele. – disse e saiu do quarto.


***


Para o jantar do meu noivado hoje, mamãe separou um vestido marinho com branco. Nos pés, optei por uma sapatilha com alguns brilhinhos. Coloquei um brinco pequeno, minha maquiagem era leve, apenas com uma cor nas bochechas e nos lábios. Meu cabelo ficou solto, com alguns cachos nas pontas.

Minha animação era mínima para essa jantar, e para tudo que está por acontecer.

Desci as escadas e meus pais estavam na sala. Quando me viu, mamãe abriu um sorriso enorme.

- Você está linda! – a campainha tocou e minha mãe ficou eufórica. – Eles chegaram!

Disse animada e foi abrir a porta.

- Anne! Que bom te reencontrar! – disse sorridente para uma mulher com cabelos compridos e olhos claros. – Gemma, querida! – cumprimentou uma moça loira, de cabelos na altura do ombro.

- (S/N), você está linda! – a mais velha disse sorrindo para mim. – Prazer em finalmente conhece-la! – sorri.

- O prazer é meu!

- Desmond! – meu pai falou sorrindo e cumprimentou um homem mais baixo.

Por fim, uma rapaz alto, cabelos curtos e meio ondulados, olhos verdes e covinhas na bochecha entrou. Harry é seu nome e ele tem 23 anos.

Ficamos conversando por um tempo, até o jantar ser servido. Durante todo o jantar, todos interagiram e conversaram, menos eu. Fiquei quieta e apenas sorria. Vez ou outra, sentia o olhar de Harry sobre mim. Mas evitei manter qualquer tipo de contato com ele.

Depois da sobremesa, passamos mais um tempo conversando. Mamãe e Anne se afastaram por um tempo, e ficaram conversando baixinho. Papai ficou conversando com Harry e Desmond.

O pouco de conversa que eu tive foi com Gemma, irmã mais velha do meu futuro marido.

Meu estômago se embrulhou, comecei a tremer, meu coração acelerou; eu queria sair correndo quando minha mãe, sorridente e feliz, anunciou:

- Então está decidido. O casamento será daqui 3 semanas!


[…]

A parábola de Jesus Cristo sobre o senhor e a grande ceia, ganhou uma atenção mais especial por esses dias em minha meditação sobre o amor de Deus.

E, ouvindo isto, um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado o que comer pão no reino de Deus.
Porém, ele lhe disse: Um certo homem fez uma grande ceia, e convidou a muitos.
E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado.
E todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e importa ir vê-lo; rogo-te que me hajas por escusado.
E outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me hajas por escusado.
E outro disse: Casei, e portanto não posso ir.
E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos.
E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar.
E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha.
Porque eu vos digo que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia.
Lucas 14:15-24

O costume era que o anfitrião fizesse o convite por antecedência e depois, enviaria o aviso que a refeição estava pronta. Jesus vai falar do seu próprio povo que estava recebendo o aviso que a refeição tava pronta, ou melhor, o Reino de Deus chegado para eles. Este povo que já tinha aceitado o convite para seguir a Deus, desde os tempos do recebimento da lei, da visitação pelos profetas. O povo estava habituado a ter seu momento de entrega para Deus, e também depois, seu grande esfriamento para com Seu Senhor. De qualquer forma, eles foram convidados a buscarem a Deus, obterem por meio da fé um relacionamento com Seu Criador e Libertador.

No entanto, Cristo nos permite entende a realidade dos seus convidados; ocupados demais para se aproximarem da mesa do Reino do Senhor. E um dos exemplos que mais me levam a refletir se eu mesmo não estou ocupado demais para Ele, é quando se menciona sobre um homem que acabou de casar e pede que o dê como desculpado. Ou seja, casou, e voltou atrás da sua palavra dada ao anfitrião. O Senhor usou uma dádiva que muitos de nós admiramos e até devemos zelar com muito fervor: a família, o matrimônio mais especificamente. Para nos fazer perceber o quanto o seu convite é nobre e digno de toda aceitação.

Nada tem mais valor do que aceitar ir a Ceia do Senhor. E eu gosto de refletir nesta ceia da parábola, assimilando com a Santa Ceia em si, quando Jesus nos diz para comermos o pão e bebermos o vinho em memória Dele, como o seu corpo que foi partido por nós, e o seu sangue que foi derramado por nós, fornecendo gratuitamente uma nova aliança para com Deus. E Jesus faz questão de deixar registrado em sua palavra, o corpo partido, a aliança no sangue derramado, e me faz entender algo que está ligado diretamente e intimamente a confissão e profissão de fé em Cristo; a quebra de uma falsa visão de que aqui na terra não podemos passar aflições, se estivermos em Deus, se o corpo de Cristo foi partido, o que poderemos esperar do nosso? E a aliança nos sangue me dá uma chacoalhada na alma, pois, e se Ele derramou a própria vida por mim, por quê eu viverei poupando a minha para não viver obediência integral a Palavra Dele?

E voltando para a Parábola da Grande Ceia, como anteriormente dito, os que foram convidados antecipadamente arranjaram desculpas, então o servo do senhor sai pelas ruas e becos da cidade para trazer os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. E acredite eles aceitam o convite. Pessoas marcadas, algumas marcadas desde seu nascimento, outras não, mas em algum momento, independente de quando, a verdade é; elas tinham uma marca que as impossibilitavam de viver incluídos na sociedade. Jesus chama os marcados pela exclusão nos padrões terrenos e os aceita e os aperfeiçoa em padrões celestiais. E mesmo com as pessoas marcadas vindo, não eram o suficiente para encher a casa, seu servo vai pelos caminhos e valados e encontra mais, a casa é cheia!

Mas a mais poderosa lição para a minha alma é: algumas marcas nos levam até Cristo. Portanto, eu aprendi a amar as marcas que recebo seja pela vida, seja pelo evangelho, seja por qualquer coisa, todas as minhas marcas me expressam pluralidade de propósitos a serem decifrados ao decorrer da caminhada com Jesus. Os pregos que marcaram o Nosso Senhor fixado no madeiro, marcaram também a fé de Tomé.

Esteja contente em ser chamado para ceiar no Reino de Deus, estar no corpo de Cristo. E as marcas? Bem, todo mundo tem uma ou inúmeras, quando for necessário medite nelas. Elas te colocaram no lugar certo: em lugar de humilhação aos pés de Jesus. E este é o melhor lugar do mundo, não pela promessa de exaltação ao seu tempo, mas pelo privilégio que é Dele se aproximar: favor imerecido!

Marca emocional? Ezequiel teve, sua esposa, delícia dos seus olhos, foi tomada dele, com um golpe só, e adivinha quem a feriu? Deus. E ele se tornou um sinal para o povo.
Marca Psicológica? Pedro teve, chorou amargamente ao negar Jesus a terceira vez e ouviu o galo cantar e ecoar na sua mente. Ele foi escolhido para apascentar as ovelhas do Senhor.
Marca no matrimônio? José teve, Maria concebeu um filho gerado pelo Espírito Santo, aos olhos dos outros, casará este com uma adultera, mas dentro da alma dele, ele poderia ter o infinito gozo de ver Deus menino, e melhor que isso, poder dizer: sou teu pai. Pai de Jesus Cristo. Uma marca que permitiu a ele, criar o Filho do Altíssimo.
Marca de um Relacionamento doloroso e aparentemente escolheu a pessoa errada? Oséias tomou para si uma prostituta, e como essa mulher trouxe angústia! Mas foi a ordem de Deus para demonstrar o quanto Deus ama o Seu povo e sofre angústias pelos seus desvios de obediência.

Independente de nossas marcas, quando estamos em Cristo Jesus, em todas elas nós já somos mais do que vencedores.

Tua marca lhe trará vida!

—  Livro: FAMINTOS! Mas não de pão. AUTOR: JHONATAN STUARTT.
Com todo o meu coração - V
  • Categoria: Sweet
  • Palavras: 1597
  • Pedido feito por anonimo

Oi bolinhos! Como estão? Aproveitando as férias? Espero que estejam curtindo bastante! Bom, espero que vocês gostem desse imagine! Depois me digam o que acharam, okay? Amo vocês 💕

Ser namorada de uma pessoa influente não é uma tarefa fácil.

Ainda mais quando se trata de um dos membros da “mais nova febre mundial”, Bts. Mesmo assim, meu relacionamento com Tae é ótimo. Nosso namoro, por mais que já fosse longo, Ainda era meio escondido. Há pouquíssimas fotos de nós dois em público já que amamos fugir dos papparazzis.

É claro que quando o pessoal da faculdade ficou sabendo do meu namoro com Taehyug, virei automaticamente a “famosinha do rolê”. Foi estranho no começo… Eu nunca recebia muita atenção e era alvo de bullying frequente. Mas quando estava começando a achar que tudo tinha mudado, voltei a ser invisível como sempre fui.

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