animal era

“I can feel the animal inside
My resolve is weakening
Pounding at the doors of my mind
It’s nearly overpowering
I cannot begin to describe
The hunger that I feel again
Run if you intend to survive
For the beast is coming to life
Taking form in the glimmer in this tainted moonlight.”  

Remus John Lupin

10 animales extintos:

1. Tilacino 

Debido a su espalda rayada se ganó el mote de lobo o tigre de Tasmania. Tenía su hábitat en Australia y Nueva Guinea y finalmente terminó por extinguirse en 1936, debido principalmente a la caza. Era el mayor marsupial carnívoro de los tiempos modernos.

2. Bandicoot de pies de cerdo

Marsupial originario del interior de Australia, desapareció en los años 50, más la causa de su completa extinción permanece indefinida, ya que los informes de los propios habitantes afirmaban que, incluso antes de la colonización europea, el animal ya era raro.

3. Norfolk Kaká


La isla de Norfolk, en Australia, fue el hábitat de esta hermosa ave, que fue cazada hasta su extinción en 1800.

4. Rinoceronte Negro de África Occidental


Es el animal más recientemente extinto en esta lista. En 2011, esta subespecie de rinoceronte desapareció del centro de África Occidental. ¿Puedes adivinar por qué? La caza de los humanos que comercializan prácticamente todo su cuerpo.   

5. Tigre del Caspio


Una vez más, la caza furtiva diezmó a esta especie, que habita en el Kurdistán, China, Irán, Afganistán y Turquía. Desapareció definitivamente en la década de 1960, pero en el siglo XIX, el Imperio Ruso tenía determinada su matanza, para que la región fuera más colonizable.

6. Quagga


El cuaga o quagga es una subespecie extinta de cebra común. Los cuagas fueron cazados desde la llegada de los primeros colonos Holandeses  por su carne y su piel en 1758 y extinto desde 1883.

7. Antílope Azul


Desapareció en el lejano año de 1800, no sólo porque su hábitat natural fue invadido por los agricultores, sino también debido a la caza de los colonos europeos en la sabana africana.

8. Dugong de Steller


Una vez más, la acción de los colonizadores, que disfrutaban de la carne de este mamífero, llevó a su extinción en 1768. Vivió en el Mar de Bering, una extensión del Océano Pacífico.

9. Bilby


Descubierto a finales del siglo XIX, su existencia en la tierra no duró mucho más, acabó por extinguirse 50 años después, principalmente por acción de otros animales como el zorro y el gato que los cazaban, o por la competencia con los conejos, por ejemplo, por alimentación. Habitaron Australia.

10. Pajaro Dodo


El ser humano llegó a su hábitat en el siglo XVII. Los descubridores portugueses llamaron “dodo” («estúpido» en el habla coloquial portuguesa) al ave por su torpeza y la facilidad con que podía ser cazada (el dodo evolucionó sin ningún contacto con seres humanos, por lo que no los veía como una amenaza). La llegada del hombre acarreó la propagación de nuevas especies en la isla, incluyendo cerdos, macacos cangrejeros, perros, gatos y ratas, la aparición de nuevas enfermedades y la propia destrucción de los bosques, de los cuales dependía en gran medida la subsistencia del dodo. Se estima que el saqueo de sus nidos por parte de las nuevas especies tuvo un efecto más devastador que el de la caza. Como consecuencia se produjo la completa extinción de esta ave un siglo después de la llegada de seres humanos a la isla.

St. Louis Post-Dispatch, Missouri, March 14, 1909

This was basically doctor Charles Loomis Dana’s rebuttal to anyone opposed to abuse, vivisection, or other experimentation on animals - if you feel sympathy for animals you’re “dippy”! 

Feel bad when you see a badly treated dray horse being whipped on the street? You’re dippy! A skin and bones three legged stray dog makes you sad? Dippy! Sick cat makes your heart ache? Definitely dippy! He claimed that if you let these things affect you then the next thing you knew you’d be “weeping bitter tears over a wilted flower which has been snatched from it’s parent bush” and unable to feel compassion for fellow humans.

archiveofourown.org
Partners of the Four-Legged Variety
By Organization for Transformative Works

Oneshot | NC-17 | 18.000

Romance | Domestic | Fluff | Humour | Post-Hogwarts

The Auror Department is instating a K9 Crup Unit, and Harry is the first to sign up. Turns out the professional trainer is Draco Malfoy, and he has to live with Harry as part of the Crup training programme.

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K9 UNIT I MEAN COME ON!

“As soon as he reached them he dropped to his knees, getting his jeans soggy in the mud, and the puppies all lost their composure. They yipped, squirmed and leapt excitedly up into Potter’s waiting arms. His warm, full laugh echoed out into the crisp morning air. Draco opened his mouth to tell him off for not waiting for permission, but the sight of the puppies happily wiggling their way through Potter’s arms to lick any part of him they could reach made warmth spread through his stomach.”

BEST FEELING IN THE WORLD. PUPPIES MAN PUPPIES.

““…and that is why, to this day, they remain the number one choice for trainable companions of wizards and witches,” Malfoy finished, sounding every bit as proud and haughty as he had at school.

Harry nodded, not wanting to draw attention to the fact that he hadn’t listened to most of what Malfoy had said”

Same Harry. When there’s a puppy, all attention goes to puppy. It’s a rule.

Okay tbh this review will only be of me screaming about how much I love puppies, but if puppies haven’t convinced you yet, you’re weird and cruel. This is an absolute masterpiece, Harry is super hot and totally got the hots for Draco and it’s super cute and fluffy. And there are puppies.

There was talk about Harry’s childhood with the Dursleys, which is always something I love, praise kink (HNG), Draco has like a million and one jumpers and Harry and Draco’s banter. Just. Love it.

One Shot Liam Payne

  • Pedido -  Do Liam q ele é um principe mas um tio dle arma pra ele q é acusado de conspirar contra a coroa e a (s/n) de ser cumplice,eles sao açoitados, humilhados e expulsos do reino.O liam implora pros pais acreditarem nele,isso eles tinham uns 16 anos,quando eles ja estao cm 23 anos e conseguiram construir uma familia cm muita dificuldade o tio dele assume o reino,o pai dele fica doente e o reino indo de mal a pior, a unica esperança é ele e todos descobrem da armação e final feliz, os dois sempre junto


Liam não entendia o que havia feito para que seus pais tivessem dúvidas do seu caráter, ele estava tão decepcionado com eles por não terem acreditado em suas palavras e deixado que o maltratassem daquela forma sem nenhuma piedade.

Ele era inocente, mas ninguém além de sua namorada acreditava em sua palavra. Se sentia tão impotente ao ver a mulher que escolheu para estar ao seu lado acorrentada ao seu lado enquanto um dos guardas fazia escoriações em suas costas com o chicote de couro. Ele nem ligava para a sua própria dor, não se importava que estava ganhando vários corte em sua pele causados também por um chicote. Ele só não queria que sua doce (seu nome) passasse por aquilo, ele não merecia isso e ela merecia menos ainda.   

Uma pessoa havia apresentado provas de que Liam planejava se rebelar contra o rei, seu pai o chamou até a sala do trono e lhe acertou um soco no rosto o deixando confuso enquanto derramava sobre ele toda a sua revolta. Assim que terminou tudo que tinha para dizer contra o filho rebelde, o rei ordenou os guardas que o levassem para receber as devidas punições não se importando com os gritos desesperados do filho jurando sua inocência.

Quando Liam chegou na sala que era usada para torturar espiões, encontrou (seu nome) acorrentada e completamente nua chorando sem saber o que estava acontecendo, então a pior cena de sua vida se iniciou. Enquanto ele era acorrentado, assistia um dos guardas presente na sala chicotear e atirar xingamentos contra a mulher que chorava de dor e tinhas as costas lavadas de sangue.

Quando não havia mais lugar nas costas do casal, os guardas pararam de chicoteá-los e jogaram um balde de água sobre seus corpos e os vestiram para que os levassem para fora do reino.

Ainda com correntes prendendo-lhes os pulsos, Liam e (seu nome) tiveram que enfrentar a fúria do povo que estavam indignados com a notícia. O rei Geoff era muito querido por todos, ele sempre fez o melhor para o bem de seu povo, então as pessoas encaravam qualquer pessoa que conspirasse contra a coroa como seus inimigos.

O casal injustiçado caminhavam em passos lentos e cabeça baixa, não por estarem se sentindo culpados, mas por estarem cansados pelo o que os fizeram passar. Seu corpos estavam doendo e cada passo só piorava a dor.

Xingamentos eram gritados pela multidão, mas a grande maioria gritavam “traidores" em alto e bom som. (Seu nome) que continuava a ser puxada sentiu um dor atingir sua cabeça e logo o líquido vermelho escorrer e pingar de sua testa. A grande população não havia se contentado apenas com as palavras duras, eles começaram a atirar pedras também.  

Quando estavam um pouco distantes do reino, os guardas soltaram seus pulsos que eram presos pelas correntes e os abandonaram ali para suas próprias sorte. Liam correu até (seu nome) a abraçando apertado e murmurando alguns pedidos de desculpa mesmo que ele não fosse o culpado.

[…]

O casal passou quase uma semana na floresta imensa até acharem um vilarejo um pouco afastado do reino onde costumavam viver. Enquanto estavam atravessando a floresta, sobreviveram com algumas frutas comestíveis que encontraram, água do riacho extenso que tinha cortando quase toda a floresta, com o calor do corpo um do outro nas noites frias e com as orações pedindo que nenhum animal selvagem aparecesse. Não era muita coisa, mas foi o suficiente até encontrarem o vilarejo e a família receptiva que os receberá.

Em um ano o casal já havia conseguido o próprio lugar para chamar de lar. Liam trabalhou duramente para conseguir conquistar a pequena casa onde pretendia criar seus filhos com (seu nome), eles não queriam abusar da hospitalidade de Louis ficando mais que o necessário em sua casa, precisavam de um cantinho para cuidar o pequeno bebê que estava a caminho. A mulher de Louis, Skylar, passava seu tempo ensinando (seu nome) a fazer roupinhas de crochê para o bebê, elas haviam se tornado grandes amigas e só de pensar nas coisas que o jovem casal havia passado antes que os encontrasse, o coração de Skylar doía como se ela tivesse vivido todo o momento no lugar dos seus agora amigos.

Aos poucos Liam foi conseguindo mobiliar a casa de sua família, ele trabalhava arduamente no vilarejo vizinho para que tocasse sua vida da melhor maneira possível juntamente com sua família que estava aumentando. Depois que o seu primeiro filho completou um ano, (seu nome) estava grávida novamente alegrando o marido tanto quanto a primeira vez.

Louis trabalhava no comércio de farinha. Com a carroça carregada de sacos, ele viajava de vilarejo em vilarejo fornecendo suas mercadorias e também comerciava para o reino ao qual os amigos foram expulsos.

Certo dia, ele chegou até Liam com a informação de que o rei estava muito doente e que a população já esperava pelo pior. Mesmo que Liam tivesse todo o motivo do mundo para odiar seu pai, ele sentiu o peso no coração em pensar que não o veria nunca mais.

[…]

Os meses foram passando e a barriga de (seu nome) crescia cada vez mais, Liam estava muito orgulhoso da vida que tinham construído longe de toda aquela gente que lhes viraram as costas. A vida foi cruel, mas também soube recompensá-lo com uma família maravilhosa e amigos incríveis, e ele nunca deixaria de agradecer.

As notícias que chegaram do reino eram as piores possíveis. Depois da morte do rei Geoff, seu irmão se tornou-se rei e estava levando o reino a ruína, Liam - que sempre achou seu tio um homem de caráter e pulso firme - não acreditava que ele havia destruído tudo de bom que seu pai havia criado e saber que sua mãe havia se casado com ele o deixou abismado. Eram muitas informações repentinas e pelo o que conhece de sua mãe, sabe que alguma coisa estava errada naquela história toda.

[…]

Mais algum tempo se passou até que guardas do reino chegassem ao vilarejo montados em seus cavalos negros a procura de Liam. (Seu nome) atendeu as batidas na porta e paralisou quando viu alguns dos homens em frente a sua casa procurando por seu marido, em sua cabeça, eles haviam ido atrás deles para que tirassem suas vidas como não fizeram quando tiveram chance.

Com o coração quase saltando do peito, (seu nome) foi até o filho pequeno o aninhando em seu colo enquanto seus olhos eram tomados por lágrimas causadas por seus pensamentos negativos, ela se perguntava se eles teriam coragem de matar uma criança ou até mesmo ela que está grávida, mas o que mais doía era pensar que se eles poupassem-os, não poupariam Liam.

Como um tornado, (seu nome) assistiu seu marido entrar na casa e se posicionar em sua frente pronto para atacar qualquer pessoa que tentasse fazer mal a sua família e totalmente pronto para morrer protegendo-os.

— Senhor Payne, viemos em paz. — um dos guardas disse — Temos ordem de sua mãe para levá-los de volta ao reino seguros.

— Não vamos a lugar algum com vocês, não vamos voltar para o lugar onde todos nos querem mortos. — Liam disse firme e tomado pela raiva.

— Ninguém os querem mortos, todos já sabem que tudo não passou de um plano de Patrick para tirá-lo da linha de sucessão e matar seu pai para que pudesse assumir o trono. — Liam franziu o cenho não acreditando que seu tio seria capaz de tal ato — Ele foi enforcado em praça pública depois que toda a sua armação foi descoberta. O seu povo o agrada para pedir o seu perdão, futuro rei.

— Nós não vamos voltar! Temos uma vida muito melhor agora e não precisamos estar com pessoas que nos matariam se tivesse chance. — Liam continuava com sua postura em frente a família.

— O povo precisa do senhor, eles precisam de um rei e você é o melhor para liderar o reino. — Liam queria rir pelas palavras ao pensar em tudo que fizeram com ele e sua mulher.

— Procure outra pessoa que queira realmente esse cargo. Eu não estou disposto.

— Por favor, senhor. — o guarda se ajoelhou de frente a Liam de cabeça baixa — Sabemos que a injustiça do passado deixou marcas em sua alma, mas aquelas pessoas precisam de um líder que os dêem o que lhes foi tirado. O reino está um bagunça, há crianças passando fome e não há outra pessoa confiável para ser o rei. Tem que ser o senhor.

Liam pensou durante alguns segundos para que pudesse tomar a decisão certa, pensou nas crianças que poderiam estar sofrendo, ele pensou em seus filhos e no quanto quer que eles cresçam saudáveis e alegres e se colocou no lugar dos pais que não têm o que dar para os seus filhos comerem. Ele e (seu nome) há muito tempo deixaram a dor do passado no passado para que pudessem construir uma vida nova e talvez esse seria o encerramento de um ciclo para que um novo começasse.

O casal que foi expulso e saiu de cabeça baixa, retornou com a cabeça erguida acompanhados de seu pequeno filho e de seus dois amigos - que não ficariam para trás - sendo aplaudidos e reverenciados.

Liam assumiu o seu posto de rei e proporcionou às pessoas que colaboraram para sua humilhação e dor, uma vida digna e justa sem mais injustiças.



Espero que tenham gostado  

Esse não é um assunto que eu conheça bem, então me perdoem qualquer coisa, eu fiz o que eu pude.

- Tay

El gato negro de Edgar Allan Poe.

No espero ni pido que alguien crea en el extraño aunque simple relato que me dispongo a escribir. Loco estaría si lo esperara, cuando mis sentidos rechazan su propia evidencia. Pero no estoy loco y sé muy bien que esto no es un sueño. Mañana voy a morir y quisiera aliviar hoy mi alma. Mi propósito inmediato consiste en poner de manifiesto, simple, sucintamente y sin comentarios, una serie de episodios domésticos. Las consecuencias de esos episodios me han aterrorizado, me han torturado y, por fin, me han destruido. Pero no intentaré explicarlos. Si para mí han sido horribles, para otros resultarán menos espantosos que barrocos. Más adelante, tal vez, aparecerá alguien cuya inteligencia reduzca mis fantasmas a lugares comunes; una inteligencia más serena, más lógica y mucho menos excitable que la mía, capaz de ver en las circunstancias que temerosamente describiré, una vulgar sucesión de causas y efectos naturales.

Desde la infancia me destaqué por la docilidad y bondad de mi carácter. La ternura que abrigaba mi corazón era tan grande que llegaba a convertirme en objeto de burla para mis compañeros. Me gustaban especialmente los animales, y mis padres me permitían tener una gran variedad. Pasaba a su lado la mayor parte del tiempo, y jamás me sentía más feliz que cuando les daba de comer y los acariciaba. Este rasgo de mi carácter creció conmigo y, cuando llegué a la virilidad, se convirtió en una de mis principales fuentes de placer. Aquellos que alguna vez han experimentado cariño hacia un perro fiel y sagaz no necesitan que me moleste en explicarles la naturaleza o la intensidad de la retribución que recibía. Hay algo en el generoso y abnegado amor de un animal que llega directamente al corazón de aquel que con frecuencia ha probado la falsa amistad y la frágil fidelidad del hombre.

Me casé joven y tuve la alegría de que mi esposa compartiera mis preferencias. Al observar mi gusto por los animales domésticos, no perdía oportunidad de procurarme los más agradables de entre ellos. Teníamos pájaros, peces de colores, un hermoso perro, conejos, un monito y un gato.

Este último era un animal de notable tamaño y hermosura, completamente negro y de una sagacidad asombrosa. Al referirse a su inteligencia, mi mujer, que en el fondo era no poco supersticiosa, aludía con frecuencia a la antigua creencia popular de que todos los gatos negros son brujas metamorfoseadas. No quiero decir que lo creyera seriamente, y sólo menciono la cosa porque acabo de recordarla.

Plutón -tal era el nombre del gato- se había convertido en mi favorito y mi camarada. Sólo yo le daba de comer y él me seguía por todas partes en casa. Me costaba mucho impedir que anduviera tras de mí en la calle.

Nuestra amistad duró así varios años, en el curso de los cuales (enrojezco al confesarlo) mi temperamento y mi carácter se alteraron radicalmente por culpa del demonio. Intemperancia. Día a día me fui volviendo más melancólico, irritable e indiferente hacia los sentimientos ajenos. Llegué, incluso, a hablar descomedidamente a mi mujer y terminé por infligirle violencias personales. Mis favoritos, claro está, sintieron igualmente el cambio de mi carácter. No sólo los descuidaba, sino que llegué a hacerles daño. Hacia Plutón, sin embargo, conservé suficiente consideración como para abstenerme de maltratarlo, cosa que hacía con los conejos, el mono y hasta el perro cuando, por casualidad o movidos por el afecto, se cruzaban en mi camino. Mi enfermedad, empero, se agravaba -pues, ¿qué enfermedad es comparable al alcohol?-, y finalmente el mismo Plutón, que ya estaba viejo y, por tanto, algo enojadizo, empezó a sufrir las consecuencias de mi mal humor.

Una noche en que volvía a casa completamente embriagado, después de una de mis correrías por la ciudad, me pareció que el gato evitaba mi presencia. Lo alcé en brazos, pero, asustado por mi violencia, me mordió ligeramente en la mano. Al punto se apoderó de mí una furia demoníaca y ya no supe lo que hacía. Fue como si la raíz de mi alma se separara de golpe de mi cuerpo; una maldad más que diabólica, alimentada por la ginebra, estremeció cada fibra de mi ser. Sacando del bolsillo del chaleco un cortaplumas, lo abrí mientras sujetaba al pobre animal por el pescuezo y, deliberadamente, le hice saltar un ojo. Enrojezco, me abraso, tiemblo mientras escribo tan condenable atrocidad.

Cuando la razón retornó con la mañana, cuando hube disipado en el sueño los vapores de la orgía nocturna, sentí que el horror se mezclaba con el remordimiento ante el crimen cometido; pero mi sentimiento era débil y ambiguo, no alcanzaba a interesar al alma. Una vez más me hundí en los excesos y muy pronto ahogué en vino los recuerdos de lo sucedido.

El gato, entretanto, mejoraba poco a poco. Cierto que la órbita donde faltaba el ojo presentaba un horrible aspecto, pero el animal no parecía sufrir ya. Se paseaba, como de costumbre, por la casa, aunque, como es de imaginar, huía aterrorizado al verme. Me quedaba aún bastante de mi antigua manera de ser para sentirme agraviado por la evidente antipatía de un animal que alguna vez me había querido tanto. Pero ese sentimiento no tardó en ceder paso a la irritación. Y entonces, para mi caída final e irrevocable, se presentó el espíritu de la perversidad. La filosofía no tiene en cuenta a este espíritu; y, sin embargo, tan seguro estoy de que mi alma existe como de que la perversidad es uno de los impulsos primordiales del corazón humano, una de las facultades primarias indivisibles, uno de esos sentimientos que dirigen el carácter del hombre. ¿Quién no se ha sorprendido a sí mismo cien veces en momentos en que cometía una acción tonta o malvada por la simple razón de que no debía cometerla? ¿No hay en nosotros una tendencia permanente, que enfrenta descaradamente al buen sentido, una tendencia a transgredir lo que constituye la Ley por el solo hecho de serlo? Este espíritu de perversidad se presentó, como he dicho, en mi caída final. Y el insondable anhelo que tenía mi alma de vejarse a sí misma, de violentar su propia naturaleza, de hacer mal por el mal mismo, me incitó a continuar y, finalmente, a consumar el suplicio que había infligido a la inocente bestia. Una mañana, obrando a sangre fría, le pasé un lazo por el pescuezo y lo ahorqué en la rama de un árbol; lo ahorqué mientras las lágrimas manaban de mis ojos y el más amargo remordimiento me apretaba el corazón; lo ahorqué porque recordaba que me había querido y porque estaba seguro de que no me había dado motivo para matarlo; lo ahorqué porque sabía que, al hacerlo, cometía un pecado, un pecado mortal que comprometería mi alma hasta llevarla -si ello fuera posible- más allá del alcance de la infinita misericordia del Dios más misericordioso y más terrible.

La noche de aquel mismo día en que cometí tan cruel acción me despertaron gritos de: “¡Incendio!” Las cortinas de mi cama eran una llama viva y toda la casa estaba ardiendo. Con gran dificultad pudimos escapar de la conflagración mi mujer, un sirviente y yo. Todo quedó destruido. Mis bienes terrenales se perdieron y desde ese momento tuve que resignarme a la desesperanza.

No incurriré en la debilidad de establecer una relación de causa y efecto entre el desastre y mi criminal acción. Pero estoy detallando una cadena de hechos y no quiero dejar ningún eslabón incompleto. Al día siguiente del incendio acudí a visitar las ruinas. Salvo una, las paredes se habían desplomado. La que quedaba en pie era un tabique divisorio de poco espesor, situado en el centro de la casa, y contra el cual se apoyaba antes la cabecera de mi lecho. El enlucido había quedado a salvo de la acción del fuego, cosa que atribuí a su reciente aplicación. Una densa muchedumbre habíase reunido frente a la pared y varias personas parecían examinar parte de la misma con gran atención y detalle. Las palabras “¡extraño!, ¡curioso!” y otras similares excitaron mi curiosidad. Al aproximarme vi que en la blanca superficie, grabada como un bajorrelieve, aparecía la imagen de un gigantesco gato. El contorno tenía una nitidez verdaderamente maravillosa. Había una soga alrededor del pescuezo del animal.

Al descubrir esta aparición -ya que no podía considerarla otra cosa- me sentí dominado por el asombro y el terror. Pero la reflexión vino luego en mi ayuda. Recordé que había ahorcado al gato en un jardín contiguo a la casa. Al producirse la alarma del incendio, la multitud había invadido inmediatamente el jardín: alguien debió de cortar la soga y tirar al gato en mi habitación por la ventana abierta. Sin duda, habían tratado de despertarme en esa forma. Probablemente la caída de las paredes comprimió a la víctima de mi crueldad contra el enlucido recién aplicado, cuya cal, junto con la acción de las llamas y el amoniaco del cadáver, produjo la imagen que acababa de ver.

Si bien en esta forma quedó satisfecha mi razón, ya que no mi conciencia, sobre el extraño episodio, lo ocurrido impresionó profundamente mi imaginación. Durante muchos meses no pude librarme del fantasma del gato, y en todo ese tiempo dominó mi espíritu un sentimiento informe que se parecía, sin serlo, al remordimiento. Llegué al punto de lamentar la pérdida del animal y buscar, en los viles antros que habitualmente frecuentaba, algún otro de la misma especie y apariencia que pudiera ocupar su lugar.

Una noche en que, borracho a medias, me hallaba en una taberna más que infame, reclamó mi atención algo negro posado sobre uno de los enormes toneles de ginebra que constituían el principal moblaje del lugar. Durante algunos minutos había estado mirando dicho tonel y me sorprendió no haber advertido antes la presencia de la mancha negra en lo alto. Me aproximé y la toqué con la mano. Era un gato negro muy grande, tan grande como Plutón y absolutamente igual a éste, salvo un detalle. Plutón no tenía el menor pelo blanco en el cuerpo, mientras este gato mostraba una vasta aunque indefinida mancha blanca que le cubría casi todo el pecho.

Al sentirse acariciado se enderezó prontamente, ronroneando con fuerza, se frotó contra mi mano y pareció encantado de mis atenciones. Acababa, pues, de encontrar el animal que precisamente andaba buscando. De inmediato, propuse su compra al tabernero, pero me contestó que el animal no era suyo y que jamás lo había visto antes ni sabía nada de él.

Continué acariciando al gato y, cuando me disponía a volver a casa, el animal pareció dispuesto a acompañarme. Le permití que lo hiciera, deteniéndome una y otra vez para inclinarme y acariciarlo. Cuando estuvo en casa, se acostumbró a ella de inmediato y se convirtió en el gran favorito de mi mujer.

Por mi parte, pronto sentí nacer en mí una antipatía hacia aquel animal. Era exactamente lo contrario de lo que había anticipado, pero -sin que pueda decir cómo ni por qué- su marcado cariño por mí me disgustaba y me fatigaba. Gradualmente, el sentimiento de disgusto y fatiga creció hasta alcanzar la amargura del odio. Evitaba encontrarme con el animal; un resto de vergüenza y el recuerdo de mi crueldad de antaño me vedaban maltratarlo. Durante algunas semanas me abstuve de pegarle o de hacerlo víctima de cualquier violencia; pero gradualmente -muy gradualmente- llegué a mirarlo con inexpresable odio y a huir en silencio de su detestable presencia, como si fuera una emanación de la peste.

Lo que, sin duda, contribuyó a aumentar mi odio fue descubrir, a la mañana siguiente de haberlo traído a casa, que aquel gato, igual que Plutón, era tuerto. Esta circunstancia fue precisamente la que lo hizo más grato a mi mujer, quien, como ya dije, poseía en alto grado esos sentimientos humanitarios que alguna vez habían sido mi rasgo distintivo y la fuente de mis placeres más simples y más puros.

El cariño del gato por mí parecía aumentar en el mismo grado que mi aversión. Seguía mis pasos con una pertinencia que me costaría hacer entender al lector. Dondequiera que me sentara venía a ovillarse bajo mi silla o saltaba a mis rodillas, prodigándome sus odiosas caricias. Si echaba a caminar, se metía entre mis pies, amenazando con hacerme caer, o bien clavaba sus largas y afiladas uñas en mis ropas, para poder trepar hasta mi pecho. En esos momentos, aunque ansiaba aniquilarlo de un solo golpe, me sentía paralizado por el recuerdo de mi primer crimen, pero sobre todo -quiero confesarlo ahora mismo- por un espantoso temor al animal.

Aquel temor no era precisamente miedo de un mal físico y, sin embargo, me sería imposible definirlo de otra manera. Me siento casi avergonzado de reconocer, sí, aún en esta celda de criminales me siento casi avergonzado de reconocer que el terror, el espanto que aquel animal me inspiraba, era intensificado por una de las más insensatas quimeras que sería dado concebir. Más de una vez mi mujer me había llamado la atención sobre la forma de la mancha blanca de la cual ya he hablado, y que constituía la única diferencia entre el extraño animal y el que yo había matado. El lector recordará que esta mancha, aunque grande, me había parecido al principio de forma indefinida; pero gradualmente, de manera tan imperceptible que mi razón luchó durante largo tiempo por rechazarla como fantástica, la mancha fue asumiendo un contorno de rigurosa precisión. Representaba ahora algo que me estremezco al nombrar, y por ello odiaba, temía y hubiera querido librarme del monstruo si hubiese sido capaz de atreverme; representaba, digo, la imagen de una cosa atroz, siniestra…, ¡la imagen del patíbulo! ¡Oh lúgubre y terrible máquina del horror y del crimen, de la agonía y de la muerte!

Me sentí entonces más miserable que todas las miserias humanas. ¡Pensar que una bestia, cuyo semejante había yo destruido desdeñosamente, una bestia era capaz de producir tan insoportable angustia en un hombre creado a imagen y semejanza de Dios! ¡Ay, ni de día ni de noche pude ya gozar de la bendición del reposo! De día, aquella criatura no me dejaba un instante solo; de noche, despertaba hora a hora de los más horrorosos sueños, para sentir el ardiente aliento de la cosa en mi rostro y su terrible peso -pesadilla encarnada de la que no me era posible desprenderme- apoyado eternamente sobre mi corazón.

Bajo el agobio de tormentos semejantes, sucumbió en mí lo poco que me quedaba de bueno. Sólo los malos pensamientos disfrutaban ya de mi intimidad; los más tenebrosos, los más perversos pensamientos. La melancolía habitual de mi humor creció hasta convertirse en aborrecimiento de todo lo que me rodeaba y de la entera humanidad; y mi pobre mujer, que de nada se quejaba, llegó a ser la habitual y paciente víctima de los repentinos y frecuentes arrebatos de ciega cólera a que me abandonaba.

Cierto día, para cumplir una tarea doméstica, me acompañó al sótano de la vieja casa donde nuestra pobreza nos obligaba a vivir. El gato me siguió mientras bajaba la empinada escalera y estuvo a punto de tirarme cabeza abajo, lo cual me exasperó hasta la locura. Alzando un hacha y olvidando en mi rabia los pueriles temores que hasta entonces habían detenido mi mano, descargué un golpe que hubiera matado instantáneamente al animal de haberlo alcanzado. Pero la mano de mi mujer detuvo su trayectoria. Entonces, llevado por su intervención a una rabia más que demoníaca, me zafé de su abrazo y le hundí el hacha en la cabeza. Sin un solo quejido, cayó muerta a mis pies.

Cumplido este espantoso asesinato, me entregué al punto y con toda sangre fría a la tarea de ocultar el cadáver. Sabía que era imposible sacarlo de casa, tanto de día como de noche, sin correr el riesgo de que algún vecino me observara. Diversos proyectos cruzaron mi mente. Por un momento pensé en descuartizar el cuerpo y quemar los pedazos. Luego se me ocurrió cavar una tumba en el piso del sótano. Pensé también si no convenía arrojar el cuerpo al pozo del patio o meterlo en un cajón, como si se tratara de una mercadería común, y llamar a un mozo de cordel para que lo retirara de casa. Pero, al fin, di con lo que me pareció el mejor expediente y decidí emparedar el cadáver en el sótano, tal como se dice que los monjes de la Edad Media emparedaban a sus víctimas.

El sótano se adaptaba bien a este propósito. Sus muros eran de material poco resistente y estaban recién revocados con un mortero ordinario, que la humedad de la atmósfera no había dejado endurecer. Además, en una de las paredes se veía la saliencia de una falsa chimenea, la cual había sido rellenada y tratada de manera semejante al resto del sótano. Sin lugar a dudas, sería muy fácil sacar los ladrillos en esa parte, introducir el cadáver y tapar el agujero como antes, de manera que ninguna mirada pudiese descubrir algo sospechoso.

No me equivocaba en mis cálculos. Fácilmente saqué los ladrillos con ayuda de una palanca y, luego de colocar cuidadosamente el cuerpo contra la pared interna, lo mantuve en esa posición mientras aplicaba de nuevo la mampostería en su forma original. Después de procurarme argamasa, arena y cerda, preparé un enlucido que no se distinguía del anterior y revoqué cuidadosamente el nuevo enladrillado. Concluida la tarea, me sentí seguro de que todo estaba bien. La pared no mostraba la menor señal de haber sido tocada. Había barrido hasta el menor fragmento de material suelto. Miré en torno, triunfante, y me dije: “Aquí, por lo menos, no he trabajado en vano”.

Mi paso siguiente consistió en buscar a la bestia causante de tanta desgracia, pues al final me había decidido a matarla. Si en aquel momento el gato hubiera surgido ante mí, su destino habría quedado sellado, pero, por lo visto, el astuto animal, alarmado por la violencia de mi primer acceso de cólera, se cuidaba de aparecer mientras no cambiara mi humor. Imposible describir o imaginar el profundo, el maravilloso alivio que la ausencia de la detestada criatura trajo a mi pecho. No se presentó aquella noche, y así, por primera vez desde su llegada a la casa, pude dormir profunda y tranquilamente; sí, pude dormir, aun con el peso del crimen sobre mi alma.

Pasaron el segundo y el tercer día y mi atormentador no volvía. Una vez más respiré como un hombre libre. ¡Aterrado, el monstruo había huido de casa para siempre! ¡Ya no volvería a contemplarlo! Gozaba de una suprema felicidad, y la culpa de mi negra acción me preocupaba muy poco. Se practicaron algunas averiguaciones, a las que no me costó mucho responder. Incluso hubo una perquisición en la casa; pero, naturalmente, no se descubrió nada. Mi tranquilidad futura me parecía asegurada.

Al cuarto día del asesinato, un grupo de policías se presentó inesperadamente y procedió a una nueva y rigurosa inspección. Convencido de que mi escondrijo era impenetrable, no sentí la más leve inquietud. Los oficiales me pidieron que los acompañara en su examen. No dejaron hueco ni rincón sin revisar. Al final, por tercera o cuarta vez, bajaron al sótano. Los seguí sin que me temblara un solo músculo. Mi corazón latía tranquilamente, como el de aquel que duerme en la inocencia. Me paseé de un lado al otro del sótano. Había cruzado los brazos sobre el pecho y andaba tranquilamente de aquí para allá. Los policías estaban completamente satisfechos y se disponían a marcharse. La alegría de mi corazón era demasiado grande para reprimirla. Ardía en deseos de decirles, por lo menos, una palabra como prueba de triunfo y confirmar doblemente mi inocencia.

-Caballeros -dije, por fin, cuando el grupo subía la escalera-, me alegro mucho de haber disipado sus sospechas. Les deseo felicidad y un poco más de cortesía. Dicho sea de paso, caballeros, esta casa está muy bien construida… (En mi frenético deseo de decir alguna cosa con naturalidad, casi no me daba cuenta de mis palabras). Repito que es una casa de excelente construcción. Estas paredes… ¿ya se marchan ustedes, caballeros?… tienen una gran solidez.

Y entonces, arrastrado por mis propias bravatas, golpeé fuertemente con el bastón que llevaba en la mano sobre la pared del enladrillado tras de la cual se hallaba el cadáver de la esposa de mi corazón.

¡Que Dios me proteja y me libre de las garras del archidemonio! Apenas había cesado el eco de mis golpes cuando una voz respondió desde dentro de la tumba. Un quejido, sordo y entrecortado al comienzo, semejante al sollozar de un niño, que luego creció rápidamente hasta convertirse en un largo, agudo y continuo alarido, anormal, como inhumano, un aullido, un clamor de lamentación, mitad de horror, mitad de triunfo, como sólo puede haber brotado en el infierno de la garganta de los condenados en su agonía y de los demonios exultantes en la condenación.

Hablar de lo que pensé en ese momento sería locura. Presa de vértigo, fui tambaleándome hasta la pared opuesta. Por un instante el grupo de hombres en la escalera quedó paralizado por el terror. Luego, una docena de robustos brazos atacaron la pared, que cayó de una pieza. El cadáver, ya muy corrompido y manchado de sangre coagulada, apareció de pie ante los ojos de los espectadores. Sobre su cabeza, con la roja boca abierta y el único ojo como de fuego, estaba agazapada la horrible bestia cuya astucia me había inducido al asesinato y cuya voz delatadora me entregaba al verdugo. ¡Había emparedado al monstruo en la tumba!.

Cada tarde, este hombre lleva a su perro enfermo al lago, porque el agua alivia un poco su dolor


Un noruego que se lanza al agua congelada para salvar a un animal en peligro;  era un patito el que se estaba ahogando


Esta pequeña vende sus peluches para donar el dinero a un refugio de animales


Un soldado rescata y asiste a un gatito en Corea


Un empleado de este local de comida rápida se esfuerza por proteger a este anciano de la lluvia


bombero le da primeros auxilios a un gatito rescatado del fuego


Un hombre sin hogar era visto leyendo y releyendo siempre el mismo libro,  por lo que un hombre decidió regalarle un libro electrónico


“Para ser realmente grande, hay que estar con la gente, no por encima de ella.”

- Montesquieu

pequeños grande actos ¿Cual te ha gustado ? 

Book Recommendations

We’ve received a few messages asking about our summer book recommendations. Our list contains literary classics as well as a selection of coming-of-age books, which are great for that extra-long summer before matriculating into the university.  

In no particular order of preference, here is our list:

1. The Picture of Dorian Gray by Oscar Wilde

The millennial generation is infamously noted as being more vain than generations past.  Dorian Gray explores the idea that beauty isn’t everything, and that, in the words of Beyoncé, “pretty hurts.”

2. Animal Farm by George Orwell

A satirical novella about the Soviet Union during the Stalin era, Animal Farm brings together the best parts of fairy tales and history. It proves, using farm animals as the main characters, that “no one man pig should have all that power.”

3. Catcher in Rye by J.D. Salinger

Some regard Holden Caufield as a sympathetic character, while others say he’s a spoiled brat.  Either way, they’re missing the core subject of the book: coping with the passage of time and the loss of innocence and childlike wonder.  This is a good coming-of-age tale that’s worth reading if you haven’t already!

4. The Goldfinch by Donna Tartt

In this Pulitzer Prize-winning novel, Tartt describes the coming of age of protagonist Theo Decker.  After the death of his mother, Theo must struggle to navigate the challenges of adolescence alone.  Theo makes it to adulthood by the end of the novel, but it isn’t an easy ride.

5. The Magicians by Lev Grossman

In The Magicians, Grossman creates a magical world to rival Harry Potter.  The reader follows the adventures of Quentin Coldwater as he transforms into a magician and adult. This fast-paced read is not only entertaining, but also speaks to larger themes of literature’s place in one’s life. 

6.  The Devil in the White City: Murder, Magic, and Madness at the Fair that Changed America by Erik Larson

What do the Ferris Wheel and murder have in common?  The 1893 World’s Fair.  Leading up to 1893 Chicagoans felt they had to amaze the world following the unveil of the Eiffel Tower at the previous World’s Fair.  In the shadows of the beauty and innovation of the Fair, a murderer lurks. 

7. The Chicago Manual of Style 

In this eminent style guide, the University of Chicago Press outlines the proper usage of the English language.  While it may not always be the most stimulating read, it adds clarity and precision to your prose.