amyler

Cocksucking Report – Craigslist Ads

As many other faggots know, Craigslist is a great way to find regular feeders. I’ve tried many ads over the years, and this ad is the one that works the best for me.

I am an experienced cocksucker, dedicated to sucking men off. A good cocksucker is different than a gf or wife. For example:

1) A good cocksucker does not require any reciprocation. The focus is 100% on your cock.

2) A good cocksucker always keeps sucking when you start cumming until you have emptied every drop and then he swallows the lot

3) Once you cum, a good cocksucker knows it’s over.

4) You can text a good cocksucker for service at your conveinence. It’s up to you when you want to get blown.

5) A good cocksucker has a place to host, that’s private, clean, and comfortable with a nice selection of porn and amyl available.

6) When not sucking your dick, a good cocksucker leaves you alone and doesn’t hassle you.

7) A good cocksucker can suck for as long as you want. And takes direction and sucks your cock the way you like it serviced.

8) A good cocksucker always shows the utmost respect and exercises complete discretion.

9) And a good cocksucker doesn’t need to know your name, where you work or live.

A good cocksucker like that can serve a man’s needs very well. If you are the kind of guy who would enjoy a cocksucker like that, please feel free to get in touch.

Capitulo 2


O tempo que Lizzie passou na Inglaterra foi uma grande experiência para a menina. Ela que já adorava a cultura britânica desde que assistiu a um filme que era cheio de personagens majestosos com seus sotaques, o frio e tudo aquilo que encanta milhares de meninas. Não se decepcionou nem um pouco durante sua estadia e se pudesse ficaria por lá mais um ano, mas a saudade de casa falava mais alto.
Nunca foi uma menina boba, sempre foi madura - não tanto quanto Amy aos 21 anos de idade - e sua viagem de 3 anos ajudou a menina a voltar muito mais do que já era, ainda com seu jeito hiperativo e seus olhos de menina curiosa, mas agora podia encher o peito e dizer com firmeza que era uma mulher. Não, não foi por causa da Inglaterra - ela não amadurece ninguém - mas simplesmente por quê…Oras, se passaram três anos.
Teve oportunidade de sair do colegial e ir viver um tempo sozinha. Que menina de 18 anos não quer isso? Um tempo sem seguir as regas, podendo colocar o pé sujo no sofá, comer porcarias quando quiser e milhares de coisas que toda menina quer.

Elizabeth nunca foi conhecida por ser igual as outras meninas,mas ainda assim,tinha os mesmo desejos.
Depois de contar para a família toda a aventura vivida por três anos, enquanto se deliciava com a lasanha – não queimada - de Amy, ela sentiu curiosidade em saber como andou a família. Os olhares alarmados de algumas pessoas, seguidos por um coro de “Nada interessante” entregou todo o jogo. Obviamente não ia ficar insistindo no assunto. Sentaria com a mãe depois e sem que pedisse, Camille lhe contaria tudo. Se isso não funcionasse, os três fofoqueiros da casa iriam lhe contar. Erike,Tyler e Holly estavam sempre atentos e não conseguiam segurar uma novidade para si.

x

Lizzie estava com uma calça legging preta e uma blusa larga da mesma cor. Seus cabelos estavam amarrados no alto da cabeça e seus pés descalços. Ela segurava um grande arco preto e posicionava uma flecha enquanto fechava um de seus olhos e mirava no alvo posto em um árvore que ficava no meio do jardim. Contou um, dois, três e foi. A flecha foi parar bem no meio do alvo, se juntando às duas que ela tinha acertado anteriormente. Ela sorriu e pegou outra flecha, a posicionou em seu lugar novamente e quanto estava prestes a soltar, ouviu uma voz masculina.

-Você ficou boa! - um calafrio passou pelo corpo de Liz e fez a flecha sumir pelo jardim afora.

-Você me fez errar! - disse e se virou para encarar Charles, parado com os braços cruzados e uma caneca preta em mãos.

-Retiro o que disse – ele sorriu.

Ela o olhou e levantou uma sobrancelha.

- Eu só errei porque você me fez errar!- ela repetiu, mas dessa vez mais firme.

-Bom, se fosse tão boa assim não erraria nem se um avião pousasse no quintal - Charles andou lentamente até a Lizzie.

- Você não acertaria nem se estivesse com o arco do arqueiro verde.

-Deixe-me tentar!- ele colocou a caneca em uma mesinha usada para chá e pegou o arco da mão de Lizzie sem permissão.

Lizzie cruzou os braços e observou Charles pegar uma flecha e posicionar no arco. Ele fez exatamente como ela e soltou. Um sorriso indicando surpresa apareceu no rosto de Lizzie quando ela viu a flecha se juntar às outras. Ela bateu palmas para ele e se aproximou, puxando o arco da mão dele exatamente como ele havia feito segundos antes, mas sem retirar os olhos dele. Ela pegou a flecha e a posicionou, soltou e não precisou tirar os olhos de Charles para saber onde ela havia parado. Sorriu e levantou uma sobrancelha .

-Você é…bom, mas não tanto quanto eu – ela riu e se afastou.

Lizzie já estava preparando outra flecha quando Charles segurou o braço dela. Ela o olhou e percebeu que ele olhava fixamente para seu pulso, onde havia uma tatuagem de uma flecha.

-Você mudou – ele olhou para o rosto dela – A Lizzie de antes nunca faria uma tatuagem.

-Não é simplesmente uma tatuagem, é a única coisa que me conecta a vocês.

-Como assim?

-Vocês são lobisomens, fortes, ágeis e não temem nada. Eu sou simplesmente uma humana. O arco e flecha é algo em que eu sou realmente boa, que me faz bem, que pode me salvar de algum perigo, mas que muitas pessoas não entenderiam, então eu tenho que manter escondido, igual…

-A licantropia. –ele completou e sorriu.

-Isso!- Charles estava realmente perto de Lizzie e por algum motivo aquilo lhe causava um certo tremor.

Por um tempo nada foi falado, então Lizzie sorriu nervosamente e se afastou, soltando o pulso das mãos de Charles. Vasculhou em sua mente algo para se livrar daquela situação e então viu Erike entrar pela porta dos fundos do jardim.

-Erike!- ela sorriu e começou a arrumar suas coisas, feliz por não ter tido tempo de conversar com Erike, então se saísse agora não precisaria arrumar o que falar.

-Oi?- ele disse um pouco confuso e se aproximou com uma pasta embaixo do braço.

-A gente ainda não conversou e sei que sempre tem algo acontecendo em sua vida.

-Bom, isso é verdade.

-Vamos conversar! - ela pegou suas coisas e foi até Erike, pegando o braço dele e iniciando uma caminhada para dentro da casa. Não se importou em se despedir de Charles, era formal demais.

Lizzie entrou na casa com Erike e como não tinha ninguém, resolveu puxar assunto. Perguntou sobre como ele estava, mas o tio parecia bravo e triste.
Geralmente ele costumava colocar o que sentia para fora, mas parecia estar preservando as pessoas e se fechando em seu mundo. Dava para perceber que havia algo de estranho quando ele entrou com uma pasta de trabalho. Erike levando trabalho para casa? Não fazia sentido nenhum.
Ele a levou para o quarto e fechou a porta, começando a arrumar suas coisas com uma pressa assustadora.

-Eu preciso sair daqui! Preciso ir para casa!- ele colocava alguns objetos pessoais em uma mochila.

-Erike, calma! O que aconteceu? – Lizzie pôs sua mão no ombro dele.

-Eu…eu não posso mais ficar aqui – suspirou e sentou na cama.

-Por quê? – Lizzie sentou ao lado dele ainda com a mão em seu ombro.

-Ontem…- ele revirou sua mente decidindo se devia contar, mas então deu de ombros – Eu vi o Raphael beijando um garoto no jardim. Eu estava bêbado e acordei de ressaca, eles ficaram me enchendo o saco e eu acabei contando.

Lizzie estava com uma das mãos na boca e com os olhos arregalados. Ela desconfiava do irmão, só se assustou com o fato de Erike contar na frente de todo mundo.

-Nós brigamos e o Raphael disse que eu não vivo na minha própria casa e Amy disse que eu tenho que ter mais responsabilidades e isso é verdade. Eu preciso voltar para minha casa e tentar trabalhar mais,parar de festejar.Eu nunca vou arranjar um homem que preste desse jeito.

-Se acalma primeiro, ok? - ele concordou – Vamos fazer um trato? Nós saímos hoje para se divertir, todos nós. Quando acabar o final de semana você se joga no trabalho, tudo bem?- ele a fitou por um tempo e Lizzie piscou os olhos repetidamente –Por favor, eu acabei de voltar e quero me divertir com vocês!

-Está bem!- ele sorriu e logo sentiu o abraço dela.

Lizzie se levantou rapidamente com um sorriso no rosto.

-Eu vou falar com a pessoa que mais entende de baladas nessa casa e convocarei todo mundo. Esteja pronto quando eu bater aqui novamente, ok?

-Sim senhora!

Lizzie sorriu para ele e saiu do quarto, subiu as escadas correndo e foi para o quarto de Holly.

Lizzie deixou que Holly passasse maquiagem nela, pois a mesma a convenceu de que ela devia provar de Los Angeles depois de passar tanto tempo em Inglaterra. A tia, que mais parecia sua irmã, concordou na hora e rapidamente começou a vasculhar seu guarda roupas atrás de uma roupa para ela e para Lizzie. Ela tinha pego vários vestidos muito bonitos, com detalhes brilhantes, decotes e tudo mais. Porém Lizzie recusou todos pois, mesmo que fossem lindos, ainda eram vestido-de-Holly e não faziam seu estilo.

Tinha ido para seu quarto procurar algo, quando a loira veio atrás dela com um vestido totalmente diferente do seu estoque habitual. Lhe ofereceu o vestido e quando Lizzie o provou, ela lhe confessou que nunca havia usado e o deu de presente para Lizzie.
O vestido era preto com alças de renda.Prendia na cintura, mas logo soltava deixando Lizzie totalmente confortável.

x

O som alto do lugar não a incomodou nem um pouco, mas parecia ter outro efeito sobre Camille. Tinha dito para Charles e Camille que os dois eram jovens e mesmo que tivessem filhos e responsabilidades, precisavam se divertir um pouco. Aliás, olhando para os dois ninguém diria que já eram pais de família.

Perdeu Holly no minuto que entrou, mas deu de ombros ciente de que ela conhecia aquele lugar melhor que qualquer um. Erike primeiramente parou e observou o lugar e quando finalmente encontrou o bar, se afastou da família e foi encontrar sua melhor amiga: a bebida.

Lizzie olhou para o lado e percebeu que Raphael continuava ao seu lado, com certo receio de se afastar.
Ela então se aproximou do irmão.

-Vá conseguir novas experiências! – ele a olhou com um sorriso querendo surgir no rosto e quando Lizzie piscou e ele se infiltrou no meio da multidão dançante.

Elizabeth achou que havia mais alguém com ela, mas quando virou viu que Camille e Charles haviam sumido.
Amy e Tyler foram os únicos que resolveram ficar em casa. Ela havia chamado Tyler, mas o menino disse que precisava ver se tinha tempo e ela resolveu não insistir. Conhecia Tyler o suficiente para saber que ele não gostava de festas.

Assim que desceu para chamar Amy na cozinha, encontrou Tyler aparentemente conversando com ela. Lizzie estranhou o modo como os dois agiram na hora que ela apareceu e estranhou novamente quando percebeu uma troca de olhares quando ela fez o convite a Amy. A loira recusou, dizendo que tinha algumas coisas para fazer.
Liz se sentiu incomodada, pois parecia que eles estavam tentando evita-la por algum motivo.

Ela fechou os olhos e respirou fundo, tentando tirar aquilo de sua cabeça. Não ia ficar a noite parada no mesmo canto pensando no porque de Amy e Tyler não aceitarem o convite. Ela sorriu e em um pulo fez como Raphael e se infiltrou na multidão dançante.

Por horas Lizzie dançou sem se preocupar com o mundo lá fora. Sem se preocupar com seus problemas, com lobisomens, ou com seus pés que gritavam por uma parada. Alguns rapazes tentaram se aproximar dela e ela não ligou, até que eles resolveram tentar algo mais. Sabia que Holly já tinha perdido a conta de quantas pessoas tinha ficado e se visse Lizzie desperdiçando homens um tanto quanto bonitos, ia dizer que ela não estava aproveitando L.A do jeito certo.
Mas Lizzie não estava bêbada o suficiente para ignorar seus princípios, na verdade ela estava totalmente sóbria e sedenta. Ela parou inesperadamente e abriu caminho na multidão em direção ao bar. Não era de beber, mas queria tentar algo novo, então pediu a primeira bebida que lhe chamou atenção.

Se arrependeu do pedido na hora em que sentiu sua garganta arder. Depois de várias caretas, que ela tinha certeza que não deviam ter sido bonitas de se ver, ela soltou o copo no balcão e o empurrou.

-Problemas com a bebida, garotinha? - se estivesse com o copo na mão, ele teria se espalhado pelo chão.

Ela olhou para o lado e deu de cara com Charles.
No ensino médio suas colegas sempre comentavam na sorte que ela tinha em ter um homem como Charles em casa. Naquela época ela simplesmente fazia cara de nojo para as amigas e voltavam ao assunto anterior. Mas naquela hora não pôde deixar de notar que elas tinham razão.

-Garotinha? Já passei dessa fase faz tempo.- ela lhe lançou um olhar nervoso. Sentia como se Charles pudesse ler sua mente.

-Eu sei! Percebi isso assim que você entrou naquela casa e tive certeza quando a vi no jardim…treinando.

Então ele parou, simplesmente parou de falar e observou Lizzie com um olhar indecifrável, que a deixava cada vez mais corada. O que estava acontecendo? Ele estava flertando com ela?
Meu Deus! Isso é tão errado, pensou Lizzie.
Algo em sua mente apitou, lhe dizendo que não tinha nada de errado naquilo. Analisando os fatos: Camille a pegou para cuidar e Charles somente teve um filho com ela, tempos antes disso. Depois, eles nunca mais se envolveram novamente, pelo que Holly havia lhe contado. Elizabeth não tinha nenhuma ligação com Charles, apenas vivia na mesma casa que ele.

Ele continuou observando-a por mais um tempo e Liz, se sentindo mais nervosa ,estava pronta para entrar em um assunto e se esquivar. Infelizmente (ou não) ela não conseguiu se esquivar do beijo que Charles lhe deu. Não durou muito, mas foi o suficiente para deixar Lizzie sem ar, sem reação.
Charles parecia a ponto de explodir, olhando para ela com os olhos arregalados

-Eu não devia ter feito isso!- ele disse nervoso- Preciso ir!

Lizzie sentiu necessidade de fingir que estava tudo bem.

-Eu acho que todos nós precisamos! – ela começou a se levantar e viu Raphael com um sorriso enorme vindo na sua direção. Ela segurou no ombro dele e o encarou- Rapha, nós vamos para casa. Vá achar Camille e avise a ela.

O garoto saiu em busca da mãe e logo apareceu com Camille um pouco insatisfeita do seu lado.

-Por que estamos indo embora? – ela confrontou Lizzie.

-Opa, eu disse que Charles e eu vamos embora. Acho que Raphael entendeu errado - ela olhou para o menino que parecia estar em outro mundo e Camille fez o mesmo.

-Eu acho que está na hora do Rapha ir - ela falou com um ar de preocupação.

Não acharam Erike e nem Holly, mas resolveram não se importar. Eles estavam acostumadas a viverem desse jeito e logo apareceriam em casa tentando não fazer barulho.
Charles teve que dirigir, pois era a única pessoa que estava sóbria no momento. Raphael passou o caminho inteiro calado, mas dava para ver em seus olhos que ele tinha ingerido algo mais que vodka.

Lizzie simplesmente queria entrar em casa e correr para seu quarto, dormir e acordar depois de 12h00. Já estava fazendo sua programação “Evite Charles”, que ela não sabia quanto tempo iria durar, mas até conseguir conversar com ele sem se sentir estranha, ela iria seguir com garra.

Assim que Charles estacionou o carro, ela praticamente pulou e foi direto para casa. Começou a andar rápido, mas Camille logo perceberia que algo de errado estava acontecendo com a filha, então ela parou e esperou que chegassem perto.

Foi Lizzie que abriu a porta e assim que o fez, entendeu o porque de Tyler e Amy terem evitado seu convite para a boate.
Assim que abriu a porta, ela deu de cara com uma cena chocante: Tyler e Amy estavam aos beijos.

Using Poppers: Or how to feel the rush & not end up in the ER.

So this is the first real P.S.A. I’ve ever written - but after a few messages over the past few months, I decided it was time to do a general intro & such on the use of those ever-potent little brown bottles that us Cardiophiles love to play with… POPPERS! 

So for the neophytes, what are these special chemicals that make us go wild? And for that matter, what good are they? Let’s take a brief look back in time for a bit on them.

Poppers - the chemical aromas found in such varities as “RUSH” “Jungle Juice” “Amsterdam” and many others have their origins in history as a derivative of Amyl Nitrite. Amyl Nitrite is a potent vasodialator which has been used in cardiovascular research & treatment of some conditions for decades. The actual process is this: Upon inhalation and contact with the bloodstream, Amyl Nitrite releases through chemical properties a crapload of nitric acid. Nitric acid in turn causes smooth muscle (including the arteries) to open and dilate. As the nitric acid swirls through the bloodstream, it passes through the heart, and opens the coronary arteries, dropping blood pressure around the heart. The heart senses this, and begins to pump not only faster but with more intensity, trying to balance the blood pressure not only around it - but also through the rest of the body. This drop in BP is also what gives the heady rush feeling just prior to your heart pumping in an incredible, intense manner. 

In the USA, as it is in some countries, Amyl Nitrite isn’t available without a prescription. Other chemical compounds have since made themselves widely available - Isobutyl Nitrite, Isopentyl Nitrite & Butyl Nitrite being the three most common. Usually you’ll find these in your local “adult’ store under various brands, often naming the use as “VCR Head Cleaner” “room aroma” among others. Many Leather stores sell wide varieties of these, all with similar chemicals in them to get your blood pumping and your heart pounding. 

So let’s now go into your first time - and what to expect. 

Chances are, if you’re using these bottles of potent vapor, you’re already pretty hard-core cardiophile, complete with stethoscope & most likely your microphone for posterity recordings. So here’s a basic timeline of what will happen on that first inhale:

0:10 - you feel a bit dizzy, and a bit tingly. 
0:15 - your skin tingles a bit more, and begins to ‘flush’ red- often starting in the head, down your neck, and across your chest. 
0:25-0:30 - your heart begins to pump with tremendous force, and your heart rate begins to accelerate.
0:35-0:45 - breathing becomes deeper and much more rapid; full intensity of the nitrites in your body; your heart is not reaching the higest level of impact from the first inhale
1:00-1:30 - the rush dissipates, and the heart begins to restore normal BP; it feels like your heart is pounding in your skull
1:30-3:00 - The heart begins to pump normally, and the rate returns to normal. 

As far as the physical effects, they do vary - but in my own course of research, I’ve noted these happening:

Strong & hard plunge in BP - in one instance, as my heart rate passed 160, my BP dropped to 90/40. 
More pronounced valve sounds - notably at tricuspid & mitral positions - as the heart dilates to pump more blood, the valve sounds become accentuated and the sound is incredible. Systolic murmurs can appear at the Aortic & pulmonic positions. 
Thundering heart- Exactly as it sounds, it feels as if your heart is trying to pump out of your ribs. 

Now mind you, that’s just one hit. Many of us (myself included) go for extended runs - poppering up if you will - to prolong the intensity of the effects on the heart. And you can, with experience & practice, do the same for yourself. But there are a few things that can make or break the experience:

1.) Straight-breathing the vapors will kill the effect after about four minutes - you’ll lose the rush, and the intensity of the pleasure. It is better to pace the hits out on a regular time basis and keep the intensity - and the pumping of your heart - at the maximum level.  In my own work (and my work with other ‘subjects’) I have found that hits every 35-45 seconds works good for a 9-12 minute cycle. 

2.) Your body type, size, etc. do play a role on how they impact your heart - as well as other things. For example: A heavy, burly man like myself requires longer and more deep hits for the right impact on my heart; a thin, younger man’s heart. 

3.) Smoking: The nitrites are VERY flammable - if you use tobacco products, do not mix the two together. You’ll end up in the burn ward.  

4.) Prolonged exposure can cause some temporary effects you don’t necessarily want. If you’re new, don’t do repeat hits until after you’ve experienced what poppers do to your body & your heart. 

Popper no-nos:

I have seen, experimented & tried many methods of working my heart over to get it to beat like I want it - and I’ve learned quite a bit on myself and my ‘subjects’ Here’s a list of warnings & such that you might be wary of:

1.) Your erection may fall flat: As BP drops hard, so will your shaft. It is a natural course to happen, so you may have to edge yourself up a bit. 
2.) Notable irregular beats: I’ve had this happen to me on numerous occasions - and on a few subjects. During an intense popper session, I began to have dropped beats - that wonderful ‘pause’ that lasts a little too long followed by a powerful contraction of the ventricles.  More commonly though, they begin to appear at the end of a poppers session - and can be not only a lot more frequent, but last for several minutes. (My ‘record’ was 2:30 of irregular beats.)
3.) Poppers & stimulants: You might think this will heighten the effects on your heart… but it doesn’t. While both make your heart race & your blood surge, both act differently on the heart. Stimulants force the heart to pump faster & harder by raising blood pressure, poppers do the same by lowering blood pressure. Poppers & stimulants end up counteracting each other, and really ruin the ‘rush’ of poppers - and of stimulants. Best recommendation: Do one, or the other, but not both. 
3.) Poppers & Viagra/Cialis/Levitra/Quickerdickeruppers (Both prescription & OTC). DON’T EVER DO THIS. I mean that. I have experimented on a gentleman who took a Cialis, and wanted a poppering session without telling me of his Cialis. Three minutes in, his heart rate passed 190, and his BP dropped to unmeasurable levels - followed by his passing out. And then a trip to the ER and some very awkward questions followed. Cialis, etc. are potent vasodilators in their own right, and do similar effects on the heart as do poppers. Combining the two could lead to a death certificate as the heart becomes hypoxic - with no oxygen reaching the heart muscle, ventricular fibrilation & cardiac arrest could follow.  Remember: Don’t mix the two - ever. 
4.) Other illegal drugs: I’m not advocating these drugs at all - as mild or as wild as they may be. I can say this: Poppers interact with everything- and will screw your heart up good when combined with illegal drugs. 


So there you have it, my fellow cardiophiles. If you choose to go the poppers route, welcome - play safe & play careful. Know your body, know your heart, and have fun. 

2

The true story of why John Lennon nicknamed Eric Burdon ‘The Eggman’

It may have been one of my more dubious distinctions, but I was the Eggman - or, as some of my pals called me, ‘Eggs’.The nickname stuck after a wild experience I’d had at the time with a Jamaican girlfriend called Sylvia. I was up early one morning cooking breakfast, naked except for my socks, and she slid up beside me and slipped an amyl nitrate capsule under my nose. As the fumes set my brain alight and I slid to the kitchen floor, she reached to the counter and grabbed an egg, which she cracked into the pit of my belly. The white and yellow of the egg ran down my naked front and Sylvia slipped my egg-bathed cock into her mouth and began to show me one Jamaican trick after another. I shared the story with John at a party at a Mayfair flat one night with a handful of blondes and a little Asian girl.“Go on, go get it, Eggman,” Lennon laughed over the little round glasses perched on the end of his hook-like nose as we tried the all-too-willing girls on for size.” -Eric Burdon 2002

Fear and Loathing in Las Vegas (1998 - Terry Gilliam)

“We had two bags of grass, seventy-five pellets of mescaline, five sheets of high-powered blotter acid, a saltshaker half-full of cocaine, and a whole galaxy of multi-colored uppers, downers, screamers, laughers… Also, a quart of tequila, a quart of rum, a case of beer, a pint of raw ether, and two dozen amyls. Not that we needed all that for the trip, but once you get locked into a serious drug collection, the tendency is to push it as far as you can. The only thing that really worried me was the ether. There is nothing in the world more helpless and irresponsible and depraved than a man in the depths of an ether binge, and I knew we’d get into that rotten stuff pretty soon.”

anonymous asked:

L G R

Longest relationship - uuuhh dated one guy on and off for a couple years in high school (also hes awful) but no solid period lasted for over 3 months whereas i had another bf that lasted like….6 months

Good at - idk being an airhead, waiting tables, clothes

Reason to smile - my lovely baby pup and also amyl