amei o vestido

Imagine - Liam Payne

Oi, gente. Esse é o atrasado de ontem pq eu dormi mexendo no computador, bem de boas. Foi mal o atraso de um dia hahaha espero que goste, o de hoje sai as 21h normal… e vai ser um preference ❤️


- Cath, já falei que não vou a festa! – Disse bufando, cansada da insistência de Catherine, minha melhor amiga.

- Mas, (S/A), você vai me deixar sozinha? – Cath começou a apelar para a chantagem. – Poxa, achei que você era minha melhor amiga, e vai me abandonar fácil assim?

- Você sabe que eu amo ir em festas, mas ir em uma festa do Payne, na casa dos Payne’s…. já é pedir demais.

- Vocês e esse caso mal resolvido! – Ela deu uma risadinha. – Eu prometo não deixar ele chegar perto de você!

- Que horas você passa aqui. – Desisti de qualquer outra alternativa.

- As nove. Vista um vestido! Até mais tarde! Beijos. – Cath desligou o celular com pressa, sem nem me dar tempo de responde-la.

Caminhei até meu armário e retirei de lá o único vestido que eu tinha no armário. Um preto rodado que eu tinha usado a alguns anos atrás na minha primeira festa da faculdade. Tomei banho, arrumei meus cabelos, fiz uma maquiagem rápida e vesti o vestido. Sentei na sala para esperar Cath e aproveitei para comer algumas bolachas que ficavam na ilha da cozinha.

Quando o interfone tocou, nem o atendi sabendo que Catherine havia chegado e não me restava outra alternativa senão descer para encontrá-la. Ela havia ido de taxi, o que significava que ela encheria a cara e mal lembraria do meu nome no final da festa.

- Ah, Cath, você vai beber? – Fiz beiço. – Você disse que ia me proteger…

- Mas eu vou! Mas também quero aproveitar… – Ela riu me abraçando de lado. – Agora, entra! A propósito, amei o vestido.

Cath passou o endereço da festa ao taxista que dirigiu sem fazer mais perguntas. O caminho não foi longo como eu queria, mas sabia que não adiantaria nada ficar fazendo manha para chegar a festa, como querer parar em um drive thru.

Depois de pagar o taxista e ter chamando de infantil, descemos do carro e caminhamos pelo jardim da casa que já estava abarrotada de pessoas e copos pelo chão.

- A coisa já está bem animada, hein?! – Cath sorriu animada enquanto olhava para os lados.

- Pois é! – Dei de ombros a acompanhando.

- Se anime, (S/A)! – Ela berrou em meu ouvido quando chegamos a porta.

- Vou pegar algo para beber. – Sai de seu lado e desviei por entre as pessoas que estavam no caminho.

A ilha no centro da cozinha, estava cheia de copos servidos e garrafas vazias espalhadas pela mesma. Dei passos curtos até a geladeira e agarrei as duas garrafinhas de cerveja que estavam na porta.

- Isso é muito para você, não acha, (S/A)? – Revirei os olhos antes mesmo de ver quem era.

- E desde quando você tem alguma coisa a ver com isso? – O encarei. Lá estava ele com aquele mesmo sorriso sem vergonha que ele me laçava quando em encontrava na faculdade.

- Desde que você chegou na minha casa, ué.

- Sem noção. – Sai de próximo dele, mas não sem deixar um belo empurrão em seu ombro.

Caminhei furiosa, diga-se de passagem, até onde Cath ainda estava parada.

- Já vi que você encontrou seu melhor amigo. – Cath pegou uma das cervejas que estava na minha mão.

- Aquele babaca. – Levei a garrafa até os lábios.

- Que está vindo para cá. – Ela resmungou dando uma risadinha.

- Você podia ter me dito que não era só para você… – Ele caminhou até Cath. – Tudo bem, gata?

O que falar do fato de que minha melhor amiga era amiga do Payne. Estava puta da cara? Sim, eu estava. Claro que eu estava. Como não estaria. Aquela traidora. Mais ou menos. Afinal, eles se conheciam antes dela me conhecer.

- Oi, gato! -  Cath o abraçou e acariciou a nuca dele. Quem olhava de longe, devia imaginar que era uma vela enorme ali ao lado dos dois.

- Sua amiga está bem mal humorada, né?! – Ele comentou fazendo um beicinho para ela. Eu revirei os olhos.

- Eu a obriguei a vir. É por isso. – Ela soltou uma risadinha e beijou a bochecha do garoto. – Cadê aquele seu amiguinho gostoso?

- Cath! – A repreendi, ela devia me proteger.

- Ainda estou de olho em você, não se preocupe!

- Como assim? – Liam perguntou rindo.

- Meu dever é proteger minha amiga de você! – Cath falou como se falasse sobre o clima, mas então ela se deu conta do que havia feito.

- E o que eu fiz para ela? – Ele me olhou com a sobrancelha arqueada e colocou a mão no peito como se estivesse ofendido.

- Você a perturba mais do que deveria… – Ela riu alto.

- Eu? Mas eu não faço nada! – Ele a largou e veio em minha direção me abraçando. – O que eu faço para você, hm?

- Você a incomoda! – Cath falou sem olhar para nós. – Eu vou ali rapidinho e já volto. -  E simplesmente sumiu.

- Você ainda não me disse o que eu faço para você… – Ele sussurrou próximo ao meu ouvido.

- Como se você se importasse com isso… – Me soltei dele. – Se você me der licença.

Caminhei até onde a pista de dança estava montada, ia ignora-lo já que Cath simplesmente me abandonou.

Jason Derulo começou a tocar nas grades caixas de som, eu larguei a cerveja em qualquer lugar e dancei como se não houvesse amanhã. Tirei meus saltos, prendi meu cabelo e só sai da pista quando a sede falou mais forte. Caminhei até cozinha e em um cantinho da geladeira, achei algumas garrafinhas de água e tomei duas.

- Que sede, (S/A). – A voz de Liam chegou aos meus ouvidos e eu fiz questão de ignora-lo. – Não vai me xingar?

- Quando é que você vai me deixar em paz? – Me virei para encara-lo. – O que eu preciso fazer para você esquecer que eu existo?

- Me dê uma chance! – Ele me puxou para próximo de si.

- Olha, eu bebi uma cerveja só. E você? Por que você só pode estar bêbado….

- Não bebi nada. – Ele sorriu. – Não pode nem pensar no meu caso?

- Está bem, eu

Eu nada, por que Liam me beijou. Assim, seu eu ao menos terminar meu raciocínio. Me separei dele deixando tapas em seu peito e ele sorrindo.

- Você nem me deixou terminar o que eu tinha a dizer. – Ele segurou meus pulsos.

- Você ia pensar no meu caso, isso significa que você também queria me beijar.

- Convencido. – Murmurei.

- (S/A), você beija bem, hein?!