aloj

Não adianta tentar tirar da cabeça quem se alojou no coração.
Não adianta fingir que não sente, na tentativa de passar a não sentir.
E quer saber?
Eu te amo.
Eu te amo de um jeito que eu tento explicar e não sei.
Palavra fica entalada na minha garganta.
Engasgo, afogo e uso palavras pela metade.
Na hora H sempre falta uma vogal.
Mas quer de novo saber?
Meu coração nunca foi pela metade: Meu coração sempre foi teu.
—  Matt Oliveira.
É verdade querido. Talvez eu nunca supere de fato você. Talvez eu nunca entenda o que você fez. Nunca esqueça a ferida que você me causou. Talvez eu leve em meu peito sempre essa dor. Talvez eu nunca mais me abra pra outro amor. Mas quer saber? Ontem eu saí com meus amigos. Olhei outros olhos. Ouvir outras vozes. Dei outros passos. Me olhei no espelho e fiquei satisfeita .. não precisei da sua aprovação para me sentir bonita. Se você quer mesmo saber, ontem eu deitei pra dormir e não verti sequer uma lágrima. A dor veio. Estremeceu o meu peito. Se alojou ao meu lado. No lado que costuma ser seu e ficou ali. Me contou uma história de ninar, dizendo-me que talvez sempre doesse. Que algumas dores não saram nunca. Algumas nos mudam e nos marcam para sempre. Mas eu não chorei. Puxei as cobertas e me protegi. Talvez doa para sempre querido, mas essa noite eu não chorei e no momento, isso é muito.
—  Detalhares.
Odio que se haya ido, pero sobre todo me odio a mí también. No solo por haberlo dejado ir sino porque, si yo hubiera sido suficiente para él, sencillamente él nunca se hubiera ido.
₪ STATUS ANAVITÓRIA ₪
  1. Agora eu quero ir, pra me reconhecer de volta. ➡️💔
  2. Quero me refazer longe de você. 🔄🔐
  3. Se for ficar, fica de uma vez, não enrola. 🔄❤️
  4. Lembra de ficar um pouco mais quando pensar em ir embora. 🕒❤️
  5. Ei você, que se alojou nos meus olhos e na minha boca, por que não tá aqui? 🙎💔
  6. Teu jeito rima com o meu. 📝❣️
  7. Meu toque até te escolheu, pra te fazer casa. 🏡💚
  8. Eu só quero o leve da vida pra te levar. 💟➡️
  9. Me prova, me enxerga, me sinta, me cheira e se deixa em mim. 💟☑️
  10. Tua boca cai tão bem em mim. 👄⬇️
  11. É tu que tem minha moldura e teu abraço cura. 👫❣️
  12. Em mim o desejo é de ti. 💔🙇
  13. Eu já nem sei onde eu começo e termina você. 🙇💔
  14. Jogue tudo que se tem pra jogar. 🎮❣️
  15. Amanhã é primavera, o seu inverno já passou. ➡️🎭
  16. Que amor era esse que não saiu do chão? 🙄⬇️
  17. Tente entender minha ironia se eu disser que já sabia. 😉👊
  18. O céu desabou sobre a gente. 🌩⚠️
  19. O jogo acabou de repente. ⏹🆘
  20. Não consigo amarrar um outro nó com alguém, além de ti, meu bem, não sei por que. 🙍💔
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En el equipaje que llevo para mi eternidad, aloje una sonrisa con tu nombre, por ser parte especial de mi felicidad.
Eu te procurei. Procurei você em todos os lugares. Na fila do pão, na pracinha da cidade, na praia, nos jardins que sempre íamos, e nada de você. Até que, tu vieste, esbarrou, e eu mergulhei nesses teus olhos castanhos, cor de madeira de árvore nova crescendo, que cresceu aqui dentro de mim com essa vontade de você. E tu vieste, veio como quem não queria nada e se alojou no meu peito, meio sem jeito, mas com jeito de quem me queria assim, exatamente assim pra você. A fim de me moldar pra ti, pra se encaixar perfeito e te fazer florescer como nas flores de Outono.
—  Castanhos de Outono.
Ei você, que se alojou nos meus olhos e na minha boca, por que não tá aqui? a cama tá reclamando e a casa te chamando. Vem logo me ver, e não precisa bater que eu esqueci de me trancar.
—  Nós.
Ei você, que se alojou nos meus
Olhos e na minha boca, por que não tá aqui?
A cama tá reclamando, a casa te chamando
Vem logo me ver
Tô te esperando entrar, não precisa bater
—  Nós - Anavitoria 

“Não sabe por onde começar? Eu lhe dou uma dica. Comece a prestar atenção no jeito com você se enxerga, no jeito como você se trata, no jeito como você se interpreta. Não aloje em seu coração sentimentos que sejam contrários à sua felicidade. Não deixe demorar dentro de você o que na vida não valeu à pena. Expulse de sua mente tudo o que for contrário ao que Deus espera de você.”

Pe. Fábio de Melo

Do singular

Sabe quando você sente um nó na garganta? Aquele nó que não desata nem por mil palavras vomitadas? Um nó cego que emudece, que sufoca, que não te mata de uma vez por todas só pra ter o prazer de machucar?

Sabe aquele nó na garganta que não desce nem sai? Um amontoado de hipocrisia, falta de coragem, solidão, mentira e apego que te empurram goela abaixo sem ao menos ter alguém pra perguntar “ei, já quer ser otário agora?”

Quando você não sabe dizer “não” e se importa demais com os outros, vive no seu limite, sorrindo, rindo e indo…indo mais fundo. Daí, sem saber por onde começar, deita, levanta, toma um café; fala pra Deus que não é assim, que não quer assim, que vai mudar. Vai? Sem forças, sem amor, sem cor. Que coisa mais clichê esse negócio de amar, de amor, de esperar. Quando resolve pensar em si, é injusto. Infiel, mau-caráter…. Vai a julgamento em praça pública e quando falo pública, falo sério. O problema já não é seu. É nosso. É deles! O nó não desata, você não é feliz nem verdadeiro. Tão oco, sem gosto…. Ei, espera um pouco. Mas esse não é você. Sou eu.

Tentei desatar o nó. Cortei a garganta, sangrei por meses lutando pra esquecer, fingir que aquela dor não me escravizava. Inútil. Pensei então que seria mais fácil engoli-lo. Errei de novo. O nó entrou pelo lado errado, se alojou no coração. Que nó filho da puta! Um nó no coração?! É. No coração dói um pouco mais, incomoda um pouco mais e o pior: sangra até o fim. Viver com um nó no peito é bem mais complicado. Agora tudo bate bem devagar: a vontade de viver, bate devagar. A felicidade quase nunca bate e no meu coração, você ainda bate.

Não adianta tentar tirar da cabeça quem se alojou no coração. Não adianta fingir que não sente na tentativa de passar a não sentir. E quer saber? Te amo. Te amo de um jeito que eu tento explicar e não sei. Palavra fica presa. Engasgo, afogo e uso palavras pela metade. Na hora H sempre falta uma vogal. Mas quer, de novo, saber? Meu coração nunca foi pela metade: sempre foi-inteirinho-seu. Plim!
—  Clarissa Corrêa.