alexandria j

Union Army guard at Price, Birch & Co. slave pen at Alexandria, Virginia, circa 1865. Detail of albumen print. Photograph by Andrew J. Russell

The pens were torn down in 1870, and the building then spent nearly a century as a nondescript Alexandrian row house. In 1996 the house became the headquarters for the Northern Virginia Urban League. The building was renamed Freedom House, and contains offices and also a museum in the basement.

Between 1830 and 1836, at the height of the American cotton market, the District of Columbia, which at that time included Alexandria, Virginia, was considered the seat of the slave trade.

The most infamous and successful firm in the capital was Franklin & Armfield, whose slave pen is shown here under a later owner’s name. Three to four hundred slaves were regularly kept on the premises in large, heavily locked cells for sale to Southern plantation owners. According to a note by Alexander Gardner, who published a similar view,“Before the war, a child three years old, would sell in Alexandria, for about fifty dollars, and an able-bodied man at from one thousand to eighteen hundred dollars. A woman would bring from five hundred to fifteen hundred dollars, according to her age and personal attractions.”

Late in the 1830s Franklin and Armfield, already millionaires from the profits they had made, sold out to George Kephart, one of their former agents. Although slavery was outlawed in the District in 1850, it flourished across the Potomac in Alexandria. In 1859, Kephart joined William Birch, J. C. Cook, and C. M. Price and conducted business under the name of Price, Birch & Co. The partnership was dissolved in 1859, but Kephart continued operating his slave pen until Union troops seized the city in the spring of 1861.

Dedicação.

Ah meu amor, hoje eu vou dedicar está insônia para você. Afinal, foi por você que te dediquei tantas noites mal dormidas. Inclusive meus melhores sonhos. A minha visão de envelhecer ainda continua presa a nós em uma cadeira de balanço numa fazenda bem grande em que eu te olhava com o mesmo olhar de apaixonada de quando nós só tínhamos apenas 12 anos. Vê se pode isso, eu amo você desde os 12 anos de idade. Hoje eu tenho 21 meu amor, pertinho de 22. 29 de maio está pertinho. Eu ainda pintava as imagens de nossos filhos correndo pela casa. Eles com o rosto pintado depois de um dia de escola. Que nem na capa do EP The Wild Youth da banda Daughter. Está noite dedico aos seus cachos também. Hoje prestei atenção em uma coisa, conciliei minha mais nova obsessão, que é a Lorde, com você. Deve ser o cabelo. Os cabelos da Lorde me lembram os teus. Aquele mesmo charme. Que saudade de me derramar neles na cama. Não de uma forma carnal. Você é minha melhor amiga agora. Então porque você está tão difícil? Desta vez nada nos impedi. Eu estou confusa. Eu estava precisando conversar com a pessoa que mais me conhece no mundo. Eu andei me perdendo demais com esse meu jeito volúvel. Nem todo mundo é você, nem todo mundo consegue lidar comigo como você. Você não está entendendo como o mundo é assustador e que de uma hora para outra você pode estar sem ninguém. Eu estou tão dividida de maneiras tão diferentes. Eu sou tão idiota não é? Algumas coisas não mudam. A gente precisa sair. Mesmo sabendo que você vai me dizer isso. É reconfortante te ver, mesmo que seja para ouvir isto: eu sou uma idiota. Eu já entendi. Você ainda não é bem vinda aqui em casa, minha mãe ainda não te perdoou por ser meu primeiro amor, mas você sempre vai ter um espaço no meu coração, aquele espaço só teu, acima de todo mundo, do tamanho do céu. Não é todo mundo que consegue chegar tão longe com alguém.  Você sempre vai ser a número 1. Eu sei que este espaço é importante para você.  Não esquece quem a gente é no mundo. Nós somos aqueles primeiros átomos que combinaram. Que não importa o quanto mude de amor, sempre será amor. Eu vou estar aqui para te lembrar. Ai como eu odeio ter que correr atrás de você apesar de ouvir sempre o contrário vindo de você. Por você, como sempre, deixo meu orgulho de lado. Mas só por você, cruz credo ter que suportar esse tipo de rédeas de outra pessoa. Eu estou olhando pela janela esse nascer do sol lindo. O céu está rosa e o pássaros estão cantando uma música bem ensaiada. Me lembra as manhas da Auxiliadora. Eu chegando no colégio e te procurando do outro lado da sala desesperadamente e perdendo o dia todo se você faltasse. Olha aqui, um amor infantil é muito mais intenso tá? A serotonina está a flor da pele. Ah, você entende, você me amou primeiro e depois veio com garra me ensinar a amar. Vou parar com este monólogo porque já te dediquei coisas demais na vida. Vou fingir que vou dormir para ir para faculdade antes que reprove por falta enquanto banco a sonâmbula na cama tentando entender minhas próprias bravatas. E em meio a tudo isso, ouvindo Sigur Rós. Sério me liga, a gente precisa sair. Se você me esquecer eu te mato com o ato de te ignorar. Porque eu sei que você odeia.

Te dedico está insônia porque por um longo período na minha vida você foi a causa delas. Te dedico amor, porque sempre dediquei, sempre dedico e sempre dedicarei.

Eu te amo, e com você nunca tive dúvida disso,
a-p-a-r-e-c-e.

Com amor,
Alexandria J.

Que esse Carnaval não tenha fim.

Neviril,
Desculpe-me mas, Deus foi muito injusto.

Eu não consigo olhar para você e não ver tudo que eu quero em uma pessoa. Você tem absolutamente tudo que alguém precisa ter, para me fazer a pessoa mais feliz do mundo.

Não sou muito religiosa não, mas dizem que quando alguém tem fé, isso pode mudar tudo. Absolutamente tudo, consegue compreender?

O teu afeto está passando pela minha corrente sanguínea e afetando o nível de Serotonina que rege em mim. O sentimento que eu sou uma pessoa muito especial por ter você, domina cada parte do meu corpo. – Calma, teu sorriso ainda me tem.

A minha mandíbula realmente dói e isso está me afetando intensamente.
Sua imagem passando pela minha mente me trás sorrisos afetuosos de alguém que me faz sorrir tanto, ao ponto de minha mandíbula doer.

E sabe o que eu gosto mais nisso tudo?

Que adorável pensar que, apesar de ser uma dor, você a causa, porque está sendo absolutamente a pessoa mais agradável e gentil e doce e sem explicação.

Não, não vou tentar explicar.

Eu não sei quem te trouxe na minha vida, também não sei como passei a gostar de Carnaval, sei lá, toda essa micareta está valendo a pena.

Porra cara, nunca ninguém valeu tanto a pena.
Seja lá quem te trouxe, mas por favor,

Não leva não.

Querido Harry.

 Sempre achei que um dia iria te agradecer, seja lá aonde você estiver. Eu não tenho mais 15 anos, mas tenho total consciência da sua presença nessa idade. Sua essência na minha vida nessa época foi tão importante quanto uma mãe pedindo para o filho se agasalhar no inverno. Você precisa ver a preocupação, mesmo que já tenha total ciência dela. O mundo é tão grande e você pode estar em qualquer lugar dele.  Impressionante isso da vida de fazer as pessoas se perderem com a mesma freqüência de que as coisas acontecem para elas se conhecerem.

Eu não sobreviveria sem você.
Hoje eu sei disso, por isso tento ser de aço, para não passar o que passei. Mas sem seu ombro, não teria construído a metade da pessoa que eu sou hoje. Você acredita nisso? Todo mundo tinha me abandonado e eu havia me afastado do mundo o máximo que eu consegui, e você, sempre me ligando do mesmo orelhão seis horas da tarde para saber se poderia ir me fazer uma visita, para que nós assistíssemos alguns filmes cults ou comer pizza, enquanto você sentava naquela poltroninha encolhido conversando com sua namorada pela internet. Você entrou no meio do campo de guerra como um soldado disfarçado. Você ignorou todas as conseqüências que nossa união traria e vinha sentar comigo todo dia até as 21:00 na sacada, para me ver fingir estar bem. Você sabia que eu estava morrendo aos poucos por dentro. Eu sabia. Eu sei que você sabia que eu sabia. Mas eu continuava a fingir que estava tudo bem. Não seria eu, se eu nao fingisse. A gente sempre se deu bem em entender um ao outro sem precisar dizer nada. 

Na verdade, nossas melhores conversas, foram ditas em silêncio. Eu entendia cada olhar de desculpa por não poder me dizer nada e você, cada olhar meu de obrigada, que você entendia por não me contar nada que me deixasse pior. E sei que você estava carregando tanto peso das minhas costas disfarçadamente, que eu não sei como aquela suas canelas finas não quebraram.

Me perguntei hoje a noite olhando para as estrelas, aonde será que você está? Como será sua aparência hoje em dia? Você sumiu e não foi só de mim ou dele, foi de todo mundo. Da onde você tirou tanta coragem para sumir dessa maneira? Tão típico de você. Agora a única memória guardada que tenhho de você, foi dos videos que eu gravei enquanto testava minha filmadora nova. Me lembro no dia que eu tinha melhorado comigo mesma e tive que obrigatoriamente andar com os próprios pés, se quisesse sobreviver a esse mundão a fora. Você nos encontrou sentadas em um banco de shopping, no fundo feliz por ver que eu tinha aprendido a engatinhar de novo. Eu sei que você não teve escolha. E nunca pediria para reivindicar um amor que eu sei que você nutria, ás vezes, sem querer. Está ai, duas coisas que nunca entendi em você. Seu sentimento por mim e o seu por ele. Você precisava dos dois, mesmo sabendo que o dele era mais importante. Eu nunca questionei, é claro. Meu medo de perder a única pessoa que tinha me restado era muito maior do que qualquer dúvida. Por isso fiquei todo aquele tempo, que me matava sozinha quando via seu cabelo preto bagunçado e sua barba começando a querer crescer ir embora da minha casa, quieta. Eu apenas me despedia. Nada a perguntar e você, nada a dizer.

Nem em cem anos, eu imaginaria que o garoto mais metido e sempre taxado de insuportável, seria a única pessoa que ficou do meu lado quando eu mais precisei. Você me faz querer acreditar em Bukowski.

Depois que eu cresci, eu vi que realmente não tem como evitar as escolhas, por isso não fiquei chateada com você. Eu nunca irei esquecer daquele seu olhar piedoso de me “perdoa por não poder voltar a falar com você”.  Você teve suas boas razões e mesmo eu, sendo como sou, compreendi. Eu nunca compreendo nada, por isso sofro demasiadamente de coisas bestas, mas nem por brincadeira tentaria questionar suas decisões. Eu sei que você resolveu deixar minha vida, porque sabia que eu tinha me libertado daquele sentimento ruim que eu carregava como missa no meu coração.

Obrigada,
Desculpa não ter acompanhado as fazes da sua vida.  
Eu estou bem, estou feliz. Não estou mais com ela, mas ainda somos amigas. Sou amiga da namorada dela também. Conheci uma garota incrível, você iria gostar dela. Você iria achar ela meio estranha, mas muito inteligente, talvez nem gostasse dela, você nunca gosta de ninguém, mas eu gostei. Gostei de outras também. Teve uma que me fez virar poeta, quase acredito nisso. Eu fingo que ela é insignificante para ela não ficar metida com o tanto de sentimento que ela nem imagina que eu tive por ela. Você iria achar ela uma criança e que eu fiz uma ótima escolha em ficar com a estranha mesmo se não gostasse dela. Eu também acho, mas a criança sempre me deixa com saudades. Acho que é porque eu amei. O amor faz isso, lembra?

Eu espero que você encontre uma garota maravilhosa e que ela te faça muito feliz e que você pare de fumar, mesmo sendo uma dica hipócrita da minha parte. Você fica um charme fumando, até hoje eu não sei, como eu não me apaixonei por você.


Com amor,
de alguém que ainda te ama como amiga,

Eu.