alagada

anonymous asked:

Men, me enamoré de una chica y hablamos pues normal, después de un tiempo yo comencé a escribirle cosas bonitas y pues ella se sentía alagada pero llegó un momento donde le dije que si lo que intentaba llegaría a algo, contestó con un: no vale la pena... le deje de hablar por 2 semanas y ahora me esta buscando pero si le hablo según mis compañeros no quiere que la dejé de amar pero igualmenteme rechazará... me utiliza we, ayudeme :'c

Un re clásico. Pero ¿Sabes? si la quieres ve y confiesale otra vez tus sentimiento, si no te hace caso es porque en realidad si te está utilizando, entonces aléjate. Una vez más no hará tanto daño que quedar con la intriga del ¿Qué habría pasado?   

Ustedes hombres no saben lo que es crecer con miedo, desde niñas los tipos te miran las tetas, tenemos que aguantar que te violen con la mirada, que te arrinconen en grupo, que te refrieguen el pene en el metro, que te sigan en la calle, que te agarren el culo, que se masturben delante tuyo, que nos miren como objeto sexual, que nos digan cosas como: “te haria mierda”, “agradece que no estamos solos”, “te rompería la zorra”, “mijita que culo” y un interminable etcétera. Y no debemos decir nada porque también desde chica me enseñaron que “ellos son más fuertes”,“nunca le vas a ganar a un hombre”, “ellos son más sexuales”, me enseñaron que no los provocara, que no saliera de noche, que llamara cuando llegase a mi destino y si no lo hacia pensaban lo peor, usted hombre no sabe lo que es subirse a una micro y no sentarse tan atrás porque te dan miedo los tipos que estan al fondo mirándote, no saben que se siente andar en la calle y apurar el paso porque viene un hombre detrás diciéndote cosas, no saben que es preferir andar cagada de calor a andar con pantalón corto y que los weones te acosen a tal punto de sentir miedo.. Y me piden que lo tome con humor? Es un cumplido? Cómo voy a tomármelo bien si viven violentandome desde pequeña? Cómo “sentirme alagada” si cada dia desde que salgo de casa temo que un hombre tenga la intención de violarme? Las mujeres no somos un bien público, no quiero tu opinión sobre mi cuerpo, no es un piropo, es violencia machista, mi cuerpo es mio.

sunshine35638  asked:

AHHH, SO SORRY CAKE, ES QUE CREO QUE EL AMARÍA TU TRABAJO

¡NO NO NO! Es que me siento alagada X//D Pero el problema es…


UnderL.O.V.E no es Family friendly 9v9)r por cierto estoy testeando paletas de color ya que el fondo que hice es en ocaso, y necesita colores cálidos para recordar el ocaso XD (Y recodando como dibujar tripas <3 para animarlo)

FellCiel- un brindis! por todos esos pobres pedazos de carne a base carbono que solo sirven para alimentarme por estar enamorados de todos en este blog~ unhg~ me repugnan

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me hacen sentir alagada y a la vez me asustan xD….. siento que podría dibujar una papa, ponerle un sombrero y estarían de tras de la papa…… los amo chicos ❤ no dejen de preguntar!
y….. e.e…. varios de ustedes tienen mi face personal, como le hacen para conseguirlo? :v ni fruta idea pero solo debo decir algo al respecto…….. buena jugada

PEDIDO: “Faz um do harry, que a s/n tá grávida dai ela quer transar com ele, só que ele não quer, então eles ficam sem se falar por uns dias, dai eles vão ter um almoço de família, ai a Anne pergunta o que tá acontecendo, então a s/n conta?? obggg linda 😘


PS: AAAA de nada amore!!!! Espero que todas vocês gostem meus amores. Beijãoooo. Boa leitura!


AVISO: ESSE TEM UM HOT NO FINAL

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Sai do banheiro com o pequeno frasco de loção e caminhei até o quarto. Parei ao lado da cama e coloquei uma perna sobre a mesma, passando loção em minhas pernas. Meu marido estava deitado sobre a cama apenas com uma cueca na cor azul. Uma de suas mãos estava sobre seu abdômen exposto e a outra sobre seus olhos. Terminei de passar o produto em meu corpo e deitei-me ao lado de Harry.

- Amor. Está dormindo? – Chamei-o. Coloquei uma de minhas mãos sobre seu abdômen e o encarei.

- Não! – Falou ainda de olhos fechados.

- Está cansado? – Perguntei passando meus lábios sobre seu pescoço fazendo-o tirar o braço de cima dos olhos e me encarar. Ele sussurrou “Um pouco” quase inaudível. – O que acha de fazermos amor hoje? Com o tempo não iremos mais poder fazer por causa da gravidez, então temos que aproveitar! – Falei encostando meus lábios nos seus.

- Hoje não, estou cansado! – Passou a mão sobre meus cabelos.

- Qual é, Harry. Não fazemos há um bom tempo! – Reclamei batendo em seu peito. Harry riu nasalado e permaneceu em silencio ignorando-me por completo. – Tudo bem então! – Falei nervosa. Estiquei-me e desliguei a luz do abajur deixando o quarto completamente escuro. Puxei o grande edredom me cobri logo após virando meu corpo para o outro lado. O barulho da respiração de Harry começou a ficar pesada indicando-me que ele havia pego no sono.

- Babaca! – Resmunguei irritada.

**

- Você não vai falar comigo? – Harry disse olhando-me enquanto terminava de tirar as coisas do café. Passei a ignora-lo desde a hora que acordamos. Caminhei até a geladeira e peguei um peito de frango para que descongelasse até a hora do almoço.

- Tudo bem, então! – Falou pegando o blazer que estava e cima da mesa junto com a chave do carro. – Tenha um bom dia, Sra. Styles! – Falou saindo da cozinha. Revirei os olhos e bufei de raiva.

4 DIAS DEPOIS

 

Harry e eu estamos há quatro dias sem conversar. Ele passou a me ignorar também. A única vez que ele abriu a boca foi para dizer que Anne nos convidou para almoçar com eles hoje. Não queria ir para o almoço. Não gosto de bancar a falsa quando as coisas não vão bem.

- Vamos! – Harry apareceu na porta e segundos depois desapareceu. Terminei de passar o batom em meus lábios e desci até a sala. Peguei minha bolsa que estava sobre a mesa e tranquei a porta de casa. Harry encontrava-se dentro do carro. Abri a porta do mesmo e sentei-me no banco do passageiro. Passei o cinto sobre meu corpo e meu marido deu partida.

O caminho até a casa de Anne foi tortuosamente silencioso. Pensei em me desculpar por não estar falando com ele, mas mudei de ideia quando seu celular tocou. Harry foi conversando o caminho inteiro no telefone e eu permaneci em silencio. Harry estacionou o carro e eu desci. Andei até a porta principal sem o esperar e apertei a campainha. Segundos depois Anne aparece na porta.

- (S/n) – Anne falou sorrindo. Minha sogra envolveu seus braços envolta de meu pescoço e eu a abracei. – Como está você e o bebê? – Indagou passando a mão em minha barriga.

- Estamos bem! – Falei sorrindo.

- Filho! – Anne saiu da porta e caminhou até o Harry. Meu marido abriu os braços e um imenso sorriso. Seus olhos se fecharam aos braços de sua mãe envolverem seu pescoço.

Adentramos a aconchegante casa. Sentei-me no sofá e Harry sentou no outro. Desmond chegou e começou a conversar com Harry. Fui até a cozinha onde Anne estava.

- Já fez o ultrassom, (S/n)? – Anne perguntou cortando alguns temperos. Sentei-me no banquinho e apoiei meus braços sobre o balcão.

- Ainda não. Irei fazer semana que vem! – Peguei uma maçã e analisei a mesma. Anne parou de cortar os temperos e caminhou até mim.

- O que houve entre você e Harry? – Anne indagou cruzando os braços. – Estão distante um do outro!

- Harry me negou uma noite de sexo! – Falei com um tom de indignação fazendo Anne rir de minha cara. – Pedi com o maior carinho e ele me negou, ai não estamos nos falando! – Mordi a maçã. Anne continuava gargalhando. Meus olhos a encaravam fazendo-me rir baixo.

- Não acredito. Vocês são tão bobos! – Ela falou voltando a cortar os temperos. Concordei com ela e mudamos de assunto. Na hora do almoço Anne fez de tudo para que Harry e eu conversássemos, mas ambos eram orgulhosos demais. O almoço foi agradável. Ajudei Anne a lavar os pratos e depois fomos para a sala onde Desmond e Harry estavam. Uma grande tempestade começou a cair. Harry e eu passamos a esperar a chuva passar para ir embora.

- Acho que terão que dormir aqui – Desmond falou enquanto o ancora do jornal avisava que as ruas estavam alagadas por causa da chuva.

- Concordo, Desmond! – Anne concordou sorrindo para mim. – Tem o antigo quarto de Harry, vocês podem dormir lá. (S/n) você deixou roupa aqui da última vez que veio.

- Não precisa, mãe! Iremos hoje. – Harry falou.

- Não irão não! Está caindo o mundo lá fora e você quer ir embora. Nem nos seus sonhos, Styles! – Anne falou encarando Harry seriamente. Acabamos por ceder. Caminhei em silencio até o quarto de Harry e adentrei o mesmo. Logo depois Harry entra e fecha a porta. Tirei minha roupa e coloquei a mesma sobre uma cadeira de madeira. Deitei-me na cama e fechei meus olhos na tentativa de pegar no sono. Senti o colchão afundar ao meu lado. Harry arrumou-se e cobriu nossos corpos com o edredom. Sua mão tocou minha cintura e eu tirei a mesma rapidamente.

- Ah qual é, (S/n)! – Harry resmungou. Seus lábios pararam em meu pescoço e ele depositou beijos no local. – Vai me dizer que você não quer? – Indagou e eu me arrepiei

- Até onde eu sei nós não estamos nos falando! – Tentei ignorar sua mão acariciando minha cintura.

- Acho que já passamos muito tempo nos ignorando. – Harry falou ficando por cima de meu corpo. Sua boca entrou em contato com meu pescoço fazendo com que um leve gemido escapasse de minha boca. Harry roçou seu membro em minha intimidade e eu levantei meu quadril para poder senti-lo mais.

- Ow! – Gemi em seu ouvido assim que senti seu membro duro encostar em minha intimidade que estava coberta pelo tecido encharcado.

Harry desceu os beijos até meus seios que estava cobertos pelo sutiã. Meu marido abriu o fecho do sutiã deixando meus seios completamente expostos e os abocanhou. Sua língua fazia movimentos circulares em volta de meu mamilo fazendo meu corpo ficar em chamas. Seus dentes raspavam levemente em volta dos botões dos meus seios. Levei uma de minhas mãos até os cabelos de Harry puxando os mesmos e a outra coloquei dentro de sua cueca pegando em seu membro duro. Meu marido arfou e chupou meu mamilo com força. Harry desceu até minha calcinha e arrancou a mesma. Senti sua respiração em minha intimidade e logo um fogo se alastrou por todo meu corpo. Sua língua tocou em meu clitóris e eu levantei meu quadril.

- Harry… – Gemi baixo.

Coloquei minha mão em seus cabelos e fiz pressão sem sua cabeça que estava no meio de minhas pernas. Sua língua fazia movimentos rápidos e meu corpo só faltava explodir de tanto tesão que estava sentindo.

HARRY ON*

 

Os gemidos baixos de (S/n) faziam com que meu membro ficasse mais duro do que já estava. Suas mãos estavam em cima de minha cabeça fazendo mais pressão sobre a mesma. Intensifiquei os movimentos com a língua e minha mulher se desmanchou em minha boca. Subi até sua boca e comecei um beijo intenso. Em um movimento rápido (S/n) ficou por cima de mim tomando o controle das coisas. Sua intimidade nua encostou no meu membro coberto pela cueca fazendo-me fechar os olhos e morder os lábios.

- Isso é para você aprender a não me negar uma transa! – Sussurrou e desceu minha cueca. Senti meu membro ser abocanhado fazendo-me ir no céu e voltar. (S/n) começou a lamber toda a extensão de meu pênis. Sua língua parou em minha glande e ela começou a fazer movimentos circulares em volta do mesmo.

- Aw – Gemi baixo. Peguei um dos travesseiros e coloquei sobre meu rosto.

(S/n) desceu a boca por toda a extensão de meu membro e começou a fazer movimentos vai e vem bem devagar. Joguei o travesseiro longe e agarrei em seus cabelos fazendo com que ela intensificasse os movimentos. (S/n) raspava os dentes de leve em meu membro e eu me contorcia na cama de tanto prazer.

- Céus! – Gemi ao sentir que estava chegando ao meu limite. (S/n) começou a colocar mais pressão em meu membro e fazer movimentos mais rápidos. Senti uma onda de calor passar pelo meu corpo e logo o mesmo relaxou completamente indicando que eu havia chegado ao meu clímax. As mãos de (S/n) massageavam meu membro vagarosamente fazendo-me tombar a cabeça para trás e soltar baixos gemidos. Senti a cama afundar dos dois lados e logo vi minha mulher em pé sobre mim. A mesma agachou-se e posicionou sua entrada na ponta de meu membro. (S/n) olhava em meus olhos e mordia os lábios. Ela passou a glande de meu pênis em sua vagina e eu me contorci. Inclinei meu quadril e ela desceu vagarosamente até meu membro cobrir toda a sua intimidade.

- Harry… – Ela gemeu baixo. Coloquei minhas mãos em sua cintura e comecei a me movimentar dentro dela. Sua cabeça tombou para trás e ela cravou as unhas no meu ante braço. (S/n) tirou minhas mãos de sua cintura e entrelaçou nossos dedos. A linda mulher a minha frente deitou o corpo sobre mim e começou a mordiscar minha orelha fazendo-me ficar mais duro. Fiquei por cima dela tomando o controle das coisas. Imobilizei suas mãos para cima da cabeça e comecei a estocar mais rápido. (S/n) contraia o músculo de sua vagina fazendo-me ir a loucura.

- Aw. Não faz isso! – Falei enquanto ela contraia mais os músculos da vagina.

- Vai mais rápido… – Sussurrou em meu ouvido.

Aumentei a velocidade das estocadas e mordi meus lábios para não gritar de prazer. O corpo de (S/n) ficou mole embaixo de mim. Continuei estocando fazendo-a gemer baixo meu nome. Senti meu corpo relaxar fazendo-me soltar um longo gemido. Joguei meu corpo no colchão e fechei os olhos.

- Nossa… – Falei ainda recuperando o folego. – Senti saudade disso! – Virei-me para ela e a encarei. (S/n) olhou-me e sorriu.

- Pois é. Não sentiria saudade se tivesse me negado uma transa naquele dia! – Levantou e tirou o edredom da cama. Ela jogou o mesmo e deitou-se na cama novamente. Cheguei mais perto de seu corpo e passei a mão por cima de sua cintura.

- Não usamos camisinha. Será que faz mal para o bebê? – Indaguei encarando-a

- Não sei. Vemos isso semana que vem! – Aconchegou-se em meu peito. – Estou meia dolorida. – Riu baixo.

- Me empolguei, estava com tanta vontade de te foder! – Gargalhei e ela deu um tapa no meu abdômen.

- Seu ridículo! – Ela falou rindo.

- Não era isso que você estava falando minutos atrás! – Ri e ela me encarou séria. Fechei o sorriso. – Brincadeira. – Sorri amarelo.

(S/n) permaneceu em silencio e logo ouvi sua respiração ficando pesada. Acariciei seus cabelos e esperei o sono chegar.


CAT

pandicornaruh  asked:

>\\\w\\\< aawww gracias! No puedo creer que aun se acuerde de esos cosos raros x'D me siento alagada *se esconde en una piedra*

Un placer~ ¿Y como no acordarme si esos? ¡SI ERAN SUPER CUTE! ¡BASJDFBKSABFISCBSDIC!


Aunque admito que estoy pensando en bajarle a los ojos de Splat por que siento que desde que Paperjam se fue, le exagere mucho los ojetes XD Pero me derrite dibujare esos ojos super inocentones QvQ

Saudades suas? Não! Talvez as notas da minha guitarra que choram em harmonia, os latidos do meu cachorro ou as paredes da minha casa clamem pela sua presença, por você aqui ou pelo seu perfume correndo pela casa como se fosse um gato que corre atrás do seu novelo de lã até que esqueça aonde o deixou e, depois, já nem lembre mais que ele existe. Brinquedo, sabe? Como, aparentemente eu fui para você até você se ligar que era criança demais para ter alguém como eu em seus braços.

Saudade mesmo eu senti de ser quem eu realmente sou, de me prender aos meus livros, à minha forma de escrever e às minhas musicas. Saudade eu senti de me valorizar, de virar “gente grande” e de alimentar não somente as belas curvas que fazem parte do meu corpo, mas também os meus sonhos e os pensamentos que eu guardei para mim com medo da tua reação. Eu sei que a nossa história foi linda, sei que não foi tempo jogado fora, o problema é que não fui eu que decidi fazer com que tudo acabasse, com que o nosso fim chegasse.

Eu poderia sim correr atrás de você, mas não vale a pena. Sabe, você fez a coisa certa, decidiu pedir para que eu me desse conta de quem eu realmente era e é isso que eu estou fazendo. Eu sou muito mais eu! Decidi fazer isso, perceber quem eu sou, me respeitar como você não fez e me dar ao direito de ser feliz comigo, como você não foi capaz de me fazer. Hoje, eu aprendi a me amar, a valorizar o que eu tenho e a me encontrar dentro da minha alma, aquela que você havia pisoteado como se fosse poça da água nas ruas alagadas da cidade.

Você? Bem, eu já nem lembro mais quem era.

Afinal, hoje dei inicio a uma nova era.

E o seu nome nos meus contatos, meu bem: Já era!

—  Autor desconhecido
No quería ilusionarla, pero quien se ilusionó fui yo.

Texto: Original.

Un fragmento de una historia cazada por ahí. 

No quería ilusionarla, pero quien se ilusionó fui yo.

Él suspiró y negó rápidamente mientras jugueteaba con el lapicero sobre la carpeta.

-Esto es serio ¿sabes? Acabo de conocerte y estoy a punto de contarte un secreto que jamás le he dicho a nadie… -dijo nervioso.

-Vamos, no se dirán nombres, te enseñaré todo cuando esté escrito –aseguró ella mientras lo miraba con atención. Él era guapo, era de origen alemán, corría tabla y estaba en su segundo año de carrera, tenía el gran sueño de ser un gran empresario local.

-Tengo 21 y ella 17, aún no es ni mayor de edad; pero te juro que cuando la conocí parecía de 20. La vi en una reunión con unos amigos, me llamó la atención, me acerqué y esa noche nos divertimos mucho. Hubo licor y ella tomó más de la cuenta, la llevé a su casa y se notaba que deseaba “otras” cosas pero haciendo acopio de toda la voluntad que no tenía, la dejé y me fui. –Hizo una pausa mientras miraba su celular y fruncía el ceño-. Al día siguiente me llama y me dice para salir, acepté porque era linda.

Keep reading

anonymous asked:

Mi dulce gatita preciosa: Adoro cada pequeño detalle de tus acciones y me enamora el dulce de tu trazo; más me enloquece la oscuridad de tus familia nos pensamientos, despertando en mi las mas bajas pasiones. Te amo. . . . . . . . . . . . . . . . . .ahora si la pregunta ¿Que versión te gusta mas para que te dibujen: La versión normal o la versión gatita?

Primeramente estoy muy alagada por el poema, me hace sentir nerviosa y me pone rojita, y no puedo pensar en nada mas; con respecto a la respuesta me gusta que entre mas fantaciosos mucho mejor, me encanta la fantasia de lo real

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Feliz dia das crianças!

Fotos:

Tartaruga- verde: Natural de regiões tropicais, a tartaruga-verde está correndo sérios riscos de extinção por conta da caça e da poluição. Quando nascem, após eclodirem dos ovos, as dezenas de filhotes da espécie rumam até os mares para sobreviver.

Tamanduá-bandeira: Para proteger o filhote de predadores, o tamanduá-bandeira fêmea carrega a cria nas costas até que esta atinge cerca de metade do tamanho da mãe, o que ocorre após seis a nove meses. (Foto: Fábio Paschoal)

Peixe-boi-marinho: Ameaçado de extinção pela caça, o peixe-boi-marinho encontra abrigo em alguns centros de preservação no Brasil. (Foto: Luciano Candisani)

Anta brasileira: Ameaçada de extinção por conta da caça e de seu habitat reduzido, a anta brasileira gera um único filhote. Diferente dos adultos, que ostentam uma pelagem marrom opaca, o filhote tem uma coloração rajada que vai sumindo durante a sua vida.

Lobo-guará: A fêmea do lobo-guará esconde suas ninhadas de filhotes no meio de arbustos ou pedras, pequenas ravinas ou covas secas no interior de áreas alagadas. Os filhotes chegam à maturidade sexual com um ano de idade. (Foto: Luiz Claudio Marigo)

PEDIDO: “Faz um do Louis em que ele chega bêbado em casa e eles brigam aí ele começa a chorar e ela cuida dele.”


PS: Espero que gostem! Tentarei fazer um especial de Natal para amanhã. Beijão e boa leitura!!!!

 

“Uma tremenda tempestade toma conta da cidade de São Francisco. A tempestade pegou todos de surpresa. Ruas estão alagadas e muitos bairros estão sem energia elétrica. Aconselhamos a todos que permaneçam em suas casas por motivos de segurança”

Falou o ancora do telejornal que passava em minha Tv. Voltei a cortar alguns dos legumes que estavam a minha frente para o preparo da sopa. O barulho da porta batendo soou pela casa. Peguei um pano e enxuguei minhas mãos no mesmo. Louis andou até o sofá e jogou a chave do carro sobre o mesmo.

- Oi, amor! – Falei indo até ele. Meu marido virou-se e o cheiro de whisky adentrou minhas narinas. Ele estava bêbado. – Não acredito que você estava bebendo, Louis! – Falei pousando as mãos na cintura.

- Não me enche, (S/n)! – Falou virando-se e indo até a cozinha. O segui.

- Está caindo o mundo lá fora e você estava dirigindo bêbado?! – Falei olhando para ele. Louis estava com os cabelos molhados. Seu grande moletom estava respingado com água. Talvez tenha pego chuva quando saiu do carro. O mesmo abria as panelas não se importando com o que eu estava dizendo a ele.

- Não estou afim de sermão hoje! – Saiu da cozinha e ignorou-me novamente.

- Não estou te dando sermão. Só estou falando que poderia ter acontecido alguma coisa grave. – Expliquei tentando não ser grossa com ele. Louis bêbado não era uma das melhores pessoas para manter um diálogo.

- Mas não aconteceu – Falou ríspido.

- Não precisa falar assim, Louis! – Falei o encarando.

- Eu falo do jeito que eu quiser. E para de querer mandar em mim, porque você não manda! – Rebateu encarando-me.

- Não estou dizendo que mando em você, para de ser ridículo! – Lancei enraivada. Em um movimento rápido Louis veio até mim e agarrou meus braços.

- Você me chamou do que? – Falou entredentes. Seus olhos estavam avermelhados e grandes bolsas escuras encontravam-se de baixo de seus olhos azuis.

- Me solta! – Pedi -  Você está me machucando! – Falei tentando me soltar de seu aperto.

- Você é uma piranha – Lançou. – Não deveria ter me casado com você. Tem outras melhores! – Soltou-me e foi em direção aos quartos.

Minha boca abriu-se diversas vezes, mas som nenhum foi emitido. Continuei parada na sala, sem reação alguma. Eu estava em choque. Nunca tinha escutado algo que me machucasse tanto. Sentei no sofá e coloque uma de minhas mãos sobre a boca para abafar o soluço do choro. Aquela foi a coisa mais humilhante que já escutei em toda a minha vida. “Não deveria ter me casado com você. Tem outras melhores!”.

Subi até nosso quarto e ouvi o barulho do chuveiro sendo ligado. Abri a porta do guarda-roupa e peguei um grande edredom e um travesseiro. Voltei para a sala e coloquei as coisas sobre o sofá. Não iria dormir na mesma cama que ele. Voltei para a cozinha e terminei de fazer o jantar. Pelo jeito só eu iria comer hoje.

O relógio marcava exatamente 11h30min P.M e a chuva ainda caia forte sobre São Francisco. Apaguei as luzes da casa e desliguei a televisão. Cobri-me com o edredom e aconcheguei meu corpo no sofá. A noite seria longa sem ele.

**

Acordei com alguns soluços altos vindo do quarto. Estiquei meu braço e olhei a hora no ecrã do celular. 2h22min A.M. Levantei do sofá e coloquei o edredom sobre meus ombros e andei até o quarto. Ao chegar na porta do quarto empurrei devagar e pude ver Louis sentado na cama com a cabeça enterrada entre as mãos.

- Lou, está tudo bem? – Indaguei adentrando o quarto. Seus soluços eram altos. Sentei-me ao seu lado e coloquei minha mão sobre seu ombro.

- Ela me deixou! – Meu coração apertou. – Por que ela me deixou, (S/n)? – Indagou entre soluços. Puxei-o para mais perto e abracei seus ombros fazendo- recostar sua cabeça sobre meus seios. Minhas mãos começaram a acariciar seus cabelos.

- Não fica assim! – Falei fechando meus olhos. Pousei meu queixo sobre sua cabeça e continuei a acariciar seus cabelos. O que eu poderia falar a ele? Não faz uma semana que ele perdeu sua mãe.

- Eu perdi minha mãe, (S/n)! O que vai ser de mim? – Falou entre soluços. Fiquei em silêncio. Queria poder tirar a dor que ele estava sentindo.

Louis aconchegou-se mais em meu peito e eu o apertei sobre o mesmo. Tem sido difícil para ele. Depois que sua mãe se foi ele começou a beber. Era uma maneira que ele tinha de fugir dos problemas e da situação que ele estava passando. Permanecemos ali. Em silencio. Continuei a acariciar ele. Poderia fazer isso para sempre se isso fizesse com que ele se sentisse protegido de tudo.

- Me perdoa pelo o que eu disse mais cedo? – Quebrou o silencio. Uma de suas mãos segurou meu braço. Louis não olhou para mim.

- Tudo bem. Não se preocupa! Você estava sobre o efeito do álcool.

- Eu não quis dizer aquilo – Explicou-se novamente.

- Está tudo bem! – Beijei o topo de sua cabeça.

Continuei a acariciá-lo até que ele pegasse no sono. Permaneci ali. Na mesma posição com o homem que eu amava em meus braços. Olhei para um dos móveis ao lado da cama e lá tinha uma fotografia onde estava Jay, Louis e eu no dia do nosso casamento. Louis estava entre nós duas com os dois braços sobre nosso ombros. Ele estava com um enorme sorriso em seu rosto. Eu e Jay riamos de algo. Lembrei-me do que ela disse assim que cheguei ao altar. “Cuide bem do meu menino, (S/n)!”.

 

- Pode deixar Johanna. Cuidarei dele! – Falei baixinho olhando para a sua imagem na foto.


CAT :)

anonymous asked:

sabes que adoro tus dibujos y me haces mal Noescomosituvieratublogenfavoritos dhsafg la cosa es que te vine a spamear como buen fan number one(? :v yaversilograbaquediburasaSasodei ;-; obvio pero eso seria si tienes tiempo libre y aburrimiento acumulado, por ultimo tu dibujo para el concurso esta demasiado PER-FEC-TO

¡¿ALGUIEN DIJO SASODEI?!

Me hacen sentir alagada tus palabras querido ente de rostro gris, y si algún día quisieras dirigirme la palabra apartando esa cortina de anonimato de en medio serás bien recibido y más si me hablas de esos dos idiotas que akhfkashfkjashkfj <3 

Bueno, Vamos a lo que vamos, me es muy difícil resistirme a esos dos puesto que son mi otp número 1 del universo de Naruto en general y no sólo Shippuden. En un principio quería dibujarlos en el Edo Tensei pero la verdad es que siempre sentí una gran fascinación por el cuerpo de marioneta de Sasori, así que por más que los ojos negros del Edo Tensei para mí posean un enorme atractivo terminé optando por Sasori marioneta I’m such a freak.

Btw, si bien contesto algo tarde, es un dibujo que hice con algo de prisas, sin mencionar que como llevo varios años sin dibujarlos estoy fuera de práctica así que no terminan de convencerme muchas cosas, pero de cualquier forma no quería dejar este comentario sin contestar así que espero te guste <3

Mis cordiales saludos desde las profundidades del abismo~