aicaralho

[Esse é o primeiro capítulo da fic. É a primeira vez que eu escrevo (na verdade, a primeira foi escrita na nyah) então peço desculpas pelos erros de português. Nessa fanfic, o Ed tem 17 anos e ainda não é famoso. Ele não vai aparecer nesse capítulo, pois é mais uma introdução da história. Enfim, espero que gostem.]



Destino. Acho que essa é a palavra que pode descrever a minha vida.

Meu nome é Julieta, tenho 16 anos. Estudo em uma das escolas britânicas. Sou adotada e sou muito feliz. Meus pais adotivos foram uma bênção na minha vida, graças a eles eu estou aqui. É aí que começa a minha verdadeira história. 

Eu era um bebê, tinha apenas 3 meses de vida, segundo as pessoas mais próximas dos meus pais biológicos. Diziam que eles eram um casal perfeito. Minha mãe engravidou nova, aos 24 anos, meu pai foi “pai” aos 25. Casal tão jovem, com um amor enorme no coração, com uma história de vida pra fazer qualquer um parar e pensar “puta que pariu, eles eram um exemplo pra qualquer um”. E é verdade, minha mãe morava na rua. Ela não tinha um bom estudo, vivia a base de bebidas. Acho que já dá pra imaginar do que ela “trabalhava”. Sim, minha mãe biológica era uma prostituta, aos 18 anos. É uma longa história, que se eu contar aqui vai acabar sendo a história dos meus pais biológicos. Aquela garota jovem, no mundo da prostituição, da bebida… Ela viveu uma das coisas mais horríveis que um ser humano pode viver. Ela não tinha outra saída, fugiu de casa muito nova pois não aguentou ver seu pai batendo na mãe, não aguentava mais as brigas, as confusões. E o que eu tenho haver com isso? Pois é. Certo dia, ás 7 da manhã naquele frio quase insuportável, minha mãe resolveu ir ao parque. Foi aí que ela encontrou o meu “futuro pai”. Eles se conheceram e se apaixonaram a primeira vista. Quase não dá pra imaginar que isso pode ser verdade. Mas por incrível que pareça, é verdade. Olha o que o destino não apronta? (risos). Meu pai, era um homem rico, poderia ter todas as mulheres nos seus pés. E o que ele viu naquela mulher com roupas simples, com um olhar perdido? Amor, eles se amavam de verdade. Você deve estar se perguntando “Será que ela contou ou não a ele que era uma prostituta?” Ela contou e ele entendeu, é isso que o amor faz. Enfim, eles foram felizes para sempre. Porque o para sempre, sempre acaba. E acabou. Eu vim ao mundo quando eles já estavam casados, já tinham a sua própria casa, nós éramos uma família. Nessa época eu já tinha três meses, foi quando aconteceu a tragédia. O “para sempre” teve um fim. 22h, minha mãe estava na sala com o meu pai e eu estava no quarto, dormindo. Não sei o que provocou aquilo, se foi proposital ou se foi mesmo um acidente. As chamas levaram todas as fotos, os móveis e os meus pais. Eu fui a única sobrevivente, pois a vizinha, que era a melhor amiga deles conseguiu me salvar. Depois de toda essa tragédia, eu virei o que sobrou de tudo aquilo. Fui pra adoção, pois a família do meu pai não quis ficar comigo porque eles não acreditavam que eu era realmente a filha biológica dele. E bem, a família da minha mãe… Nem preciso falar. Quem me contou essa história foi essa tal vizinha, que salvou a minha vida. Então fui adotada por um casal que não podia ter filhos, apesar de muito jovens. Foi aí que começou a minha segunda história. 

Continua…