ai que linda!!!!!

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ai que packs mais lindas!!!!!

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☼ não sou eu que faço os icons e headers ☼

Pietro tinha me mandado uma mensagem “Alôoo, Alicinha! Bom, eu te falei alguns dias atrás da festa de ano novo que eu ia fazer. Tô te convidando (gentilmente, como um gentleman que você gosta) pra ir, você é a convidada especial. Venha ás 19:00.
PS: Faz aquela torta de morango que eu adoro.
Beijo”
Eu tava de folga no dia então fui ao mercado comprar os ingredientes para a torta. Voltei pra casa e fiz a torta. Olhei no relógio e era 18:00, então decidi me arrumar. Tomei um banho, fiz o ritual das mulheres que não sou habituada a fazer (depilação, eu odiava aquilo quando estava com preguiça) passei meus cremes e me lembrei que o Pietro sempre falava da minha pele macia - eu ri. Vesti um vestido branco, um pouco mais curto do que eu costumava usar, coloquei um salto (não muito alto por causa dos meus 1,70) fiz uma maquiagem que vi na internet, peguei a torta as chaves do carro e fui pra casa do Pietro.
- Uau. - disse ele atendendo a porta
- Que foi? - eu disse surpresa
- Nada, Alicinha. - ele me deu um selinho e eu entrei. - Você de branco, Alice? Por acaso a grande Alice sedica acredita em supertições?
- Não! Mas, não custa tentar, né?!
Ele sorriu
- Quer que esse ano seja melhor? - ele disse pegando uma mexa do meu cabelo
- Depende do sentido do “melhor”, eu quero começar logo a faculdade e sair daquele escritório. Você sabe, eu odeio trabalhar lá. Então sim.
- Ai que linda - ele disse sorrindo
- Fiz sua torta. - disse colocando-a em cima do balcão
- Eu posso pegar um pedaço?
- Poder não pode, mas como a festa é sua, fique á vontade
Ele riu e pegou um pedaço da torta
- Meu Deus! Você pode não ter habilidades, mas você é a deusa das tortas de morango, Alice.
- Muito obrigada pelo cargo extremamente importante, Pietro. Mas além das tortas eu tenho certeza que você gostou das minhas outras habilidades.
Ele riu e eu também.
- E então quem vai vir? - eu disse colocando o resto da torta na geladeira
- Uns amigos
- Seus 300 amigos?
Ele riu
- Não tenho culpa de ser popular, linda.
- Puff! Popular? Me poupe.
Ele fez cócegas na minha barriga.
- Eu tenho que me arrumar. Eu já volto.
Ele me beijou. Ele voltou vestido com uma calça jeans branca, uma blusa azul e um tênis preto. Ouvimos a campainha tocar.
- Acho que chegaram - Pietro disse andando em direção a porta.
Eu via várias pessoas entrando e eu não fazia a mínima ideia de quem era, só o Lip que era o melhor amigo do Pietro e eu já tinha o visto algumas vezes.
- Alice, essa é a Mel. - Pietro me disse me apresentando uma menina.
- Oi. - eu estendi a mão e ela também.
- Oi. - ela disse.
- Eu conheci ela na aula de música, quando eu tava aprendendo a tocar bateria, ela me ensinou grande parte. - Pietro me disse.
- Ata. Entendi. - eu disse meio constrangida
- Vou ali cumprimentar as outras pessoas. Já volto. - Ele me deu um beijo na bochecha. Bochecha? Sério, Pietro? Você quer que ela pense que a gente não tem nada?
- Você é linda - a menina disse interrompendo meus pensamentos
- A-ah, muito obrigada. Você também. - o pior é que ela era mesmo. Meu Deus! Eu estava com ciúme?
- Ei, vocês querem alguma bebida? - Pietro disse vindo na nossa direção.
- Eu quero vodka. - Mel disse com um olhar meio paquera. Meu Deus! Paquera? Para, Alice.
- Eu tô bem, quero nada não, obrigada.
Ele voltou com a bebida dela e ela o pegou pra dançar. Eu fiquei na cozinha a noite inteira, de ora em ora eu via o Pietro buscar mais e mais bebidas. 5:47, meu Deus, preciso ir.
Levantei e fui procurar o Pietro para me despedir, tinha algumas pessoas jogadas no sofá enquanto outras ainda dançavam.
- Pietro? - eu falei chocada
Pietro estava encostado na porta do banheiro beijando a Mel, ela agarrava os cabelos dele com tanta vontade que me fez revirar o estômago. O que diabos aconteceu com a Alice? Eu não sou assim!
- A-Alice! Espera! Não é nada disso. - Pietro disse se desagarrando da menina.
- Eu vou embora! - eu abri a porta e sai
- Alice! Espera! - ele agarrou meu braço
- Me solta! Seu idiota! Eu te odeio! Não quero te ver nunca mais!
(Ponto de vista do Pietro)
Ela me dava vários tapas
- Me solta, Pietro!
Eu a beijei e ela resistia
- Você ainda tem coragem de me beijar? Me deixa ir embora! - ela disse com lágrimas nos olhos
- Me deixe explicar! - eu implorei
- Explicar o que? Eu sei muito bem o que eu vi! Você estava beijando aquela menina. Não tem nada que explicar.
- Me perdoa - eu disse quase ajoelhando
- Perdoar o que mesmo? Não tem nada entre a gente. Nada que te impeça de beijar aquela guria. Vai lá. Tchau, Pietro. - ela disse virando as costas
(Ponto de vista da Alice)
Eu fui embora chorando. Eu não podia estar chorando, não chorei nem quando eu terminei meu primeiro namoro. Para Alice! Dizia a mim mesma.
Cheguei em casa 6:20 da manhã, caí na cama desejando apenas que a porra daquele dia acabasse.
—  Pietro da Alice, escrito por anormalismo.

anonymous asked:

Omg você realmente é do Brasil? Da onde?!? (Outro anon aqui hahah)

ai que coisa linda os brasileiros brotando gente, mas risos sou brasileira sim, sou de fortaleza e você ?????

suportam  asked:

Ai, que linda a forma como você fala do curso! 😍 Eu penso seriamente em fazer, apesar de não querer advogar... Mas tem várias outras opções de carreira, ainda bem. Muito obrigada pela ajuda!

Existe várias, não vai faltar oportunidade. Tenha fé que você consegue.♡

Não é porque eu sujei a roupa bem agora que eu já estava saindo, nem mesmo porque eu peguei o maior trânsito e acabei perdendo o
cinema. Não é porque não acho o papel onde anotei o telefone que eu tô precisando, nem mesmo o dedo que eu cortei abrindo a lata e ainda continua sangrando. Não é porque fui mal na prova de geometria e periga d'eu repetir de ano, nem mesmo o meu carro que parou de madrugada só por falta de gasolina. Não é por que tá muito frio, não é por que tá muito calor. O problema é que eu te amo e não tenho dúvidas que com você daria certo. Juntos faríamos tantos planos, com você o meu mundo ficaria completo. Eu vejo nossos filhos brincando e depois cresceriam e nos dariam netos. A fome que devora alguns milhões de brasileiros perto disso já não tem importância. A morte que nos toma a mãe insubstituível de repente dela, já nem me lembro. A derrota de 50 e a campanha de 70 perdem totalmente seu sentido. As datas, fatos e aniversariantes passam sem deixar o menor vestígio. Injúrias e promessas e mentiras e ofensas caem fora pelo outro ouvido. Roubaram a carteira com meus documentos, aborrecimentos que eu já nem ligo. Não é porque eu quis e não fiz, não é porque não fui e não vou. O problema é que eu te amo, não tenho dúvidas que eu queria estar mais perto. Juntos viveríamos por mil anos por que o nosso mundo estaria completo. Eu vejo nossos filhos brincando com seus filhos e depois nos trariam bisnetos. Não é porque eu sei que ela não virá que eu não veja a porta já se abrindo e que eu não queira tê-la, mesmo que não tenha a mínima lógica nesse raciocínio. Não é que eu esteja procurando no infinito a sorte para andar comigo. Se a fé remove até montanhas, o desejo é o que torna o irreal possível. Não é por isso que eu não possa estar feliz, sorrindo e cantando. Não é por isso que ela não possa estar feliz, sorrindo e cantando. Não vou dizer que eu não ligo, eu digo o que eu sinto e o que eu sou. O problema é que eu te amo, não tenha dúvidas pois isso não é mais secreto. Juntos morreríamos, pois nos amamos e de nós o mundo ficaria deserto. Eu vejo nossos filhos lembrando e com os seus filhos que já teriam seus netos.
—  Meu mundo ficaria completo (com você)
Cassia Eller
XX - Capitulo

As 20hs eu estava quase pronta, era o horário que devia estar pegando Clara, acabei me atrasando como sempre, então tentei ir o mais rápido possível, apesar do pequeno atraso não me vesti como se fosse para uma janta especial ou para uma festa, coloquei uma calça jeans azul colada e uma camiseta preta justa, deixei meu cabelo solto também, e coloquei um coturno.

Entrei no carro rapidamente e me dirigi a sua casa, estacionei o carro e desci para cumprimentar dona Rosangela que estava sentada na frente de casa aproveitando o ultimo sol da tarde. Ela logo se alegrou quando me viu e correu para me dar um abraço.

- Vanzinha, ai que linda! Que saudade. – me abraçou forte e amigavelmente.

- Haha, saudades da senhora. A Clara já está pronta? – perguntei dando uma espiada para dentro de sua casa.

- Aham, ela foi colocar Max no berço, ele brincou tanto hoje, acabou apagando mais cedo do que o normal. – falou

Clara logo preencheu o ambiente com sua beleza, foi impossível não preencher meus olhos, se eu estivesse naquele tipo de pesquisas sobre o que acontece com seu corpo quando vê alguém que mexe com você, nesse momento a câmera focaria nas minhas pupilas, que provavelmente dilataram com tal beleza. Ele percebeu meu olhar perdido obviamente sorriu, seu sorriso sem duvida uma das coisas mais lindas nela, podia iluminar qualquer ambiente com aquilo.

Ela uma calça jeans também, preta e rasgada do começo ao fim, uma regata estampada que fazia com que o degote chamasse muito atenção pelos seios fartos, sua marca registrada sem duvida, e o loiro platinado caia sobre os ombros bagunçado.

Seu olhar parecia tão perdido quanto o meu, ela se aproximou enchendo o ar com o perfume doce maravilhoso que pareceu me contagiar, me deu um abraço apertado e um beijo no rosto.

- Você tá linda. – ela piscou pra mim e eu nem se que respondi ainda perdida.

Ela abriu a porta e foi entrando no carro, fiz a volta para assumir o banco do motorista. Foi quando consegui fazer o mesmo elogio.

- Também esta linda. – falei provavelmente corando.

Senti seu olhar em mim e virei para olha-la novamente, ela sorria ainda, parecia que não havia nada no universo que tirasse seu sorriso quando estávamos juntas, isso preocupava a mim, provavelmente a ela também.

- Aonde a gata vai me levar? – perguntou

- Clara… – falei balançando a cabeça negativamente

- O que foi Van? – perguntou me olhando.

- Eu não quero que isso seja um encontro okay? Quero que seja uma saída amigável, duas amigas saindo para aproveitar, não posso mais enganar o Alexandre. Desculpa. –falei sincera e tirei os olhos da estrada para olhar sua expressão

- Tudo bem Van, se depender de mim vou respeitar sua decisão. – falou sua expressão não parecia especial, apenas normal.

Assenti me sentindo bem com isso, era melhor dessa maneira, mantermos a amizade acima de tudo mesmo sabendo que meu corpo reagia completamente diferente a tudo que eu queria.

Acabamos escolhendo um pequeno e simples restaurante no centro de São Paulo, pegamos uma mesinha no lado de fora, o lugar era aconchegante e de frente para uma praça.

- Você tem muito amor por praças né? – ela perguntou sorrindo, enquanto largava a bolsa no apoio da cadeira.

- Ah, mas é tão bonito comer de frente para esses lugares… –falei

POV Clara

- Você tem razão, depois mais tardes podemos sentar ali próximo a fonte para conversar. – falei

Fizemos o pedido e continuamos conversando enquanto esperávamos a comida chegar. – Falou com Erick?

- Sim, vi ele ontem a tarde toda – respondeu – Conversamos bastante. Ele conheceu uma menina nova, e parece tá gamando nela, logo no primeiro encontro.

- Ah normal, conheço umas histórias assim. – falei sorrindo sabendo que foi mais ou menos o que aconteceu no primeiro dia que nos vimos depois de sua volta de LA. – O que mais ele falou?

- Falou sobre a história antiga, da briga dele com o Edu, na verdade, falou, mas não falou. Ele disse que não valia a pena me contar, a menina não merecia as lagrimas dele, provavelmente era uma otária. – ela contou

- Acredito que seja, pra quê fazer o menino sofrer, se gostava tanto dela, devia ter dado um fora logo no primeiro encontro . – irritada com a situação

- Mas você sabe como é as pessoas né Clara? Agem desse modo, não dão a mínima para o outro só pensam em si, por esse motivo que prefiro animais ao ser humano.

- Verdade, os animais não magoam assim. – Van era muito apegada aos seus bichinhos eu entendia seu lado, ela estava certa, o ser humano era o pior animal. – Mas você parece bem, Ale tem jeito de ser muito bom pra você. –falei

- Ele é, o tipo de homem difícil de encontrar, mas, sei lá. Às vezes parecemos muito amigos sabe? Muito mais amigos. Penso se não confundi a amizade. – ela encarou o nada por algum tempo

- Isso o tempo e as pessoas ao seu redor vão lhe dizer Van, se você encontrar outra pessoa que gostar mais, é por que é verdade. Por que não passava de uma amizade confundida com amor. – falei sincera, ela assentiu. – Mas eu sou suspeita para esse tipo de conselho, confundi muitas amizades até hoje.

Ela riu junto comigo. A janta chegou e trocamos poucas palavras enquanto comíamos, depois acabamos perto a fonte após o almoço, na praça praticamente vazia, sentamos próximas continuando os assuntos.

- Você devia conhecer Max, ele tá tão sapeca. – o vento bagunçava seus cabelos, deixando mais linda ainda, pensei que era impossível vê-la cada vez mais bonita, mas ela sempre me surpreendia.

- Ele deve estar mesmo, se puxou a mãe… –

- Olha quem falando, até parece que é Santa Senhora Mesquita. – ela deu uma gargalhada gostosa.

- Obvio que não sou santa, nunca falei que era, se eu fosse não faria muita coisa que eu faço. – passou as mãos no cabelo e eu suspirei encarando-a. Ela percebeu, levantou e puxou minha mão.

- Vem vamos caminhar, conhecer todo parque. – levantei e dei a mão para ela, ela pareceu não se importar em andar de mãos dadas comigo, parecíamos um casal a vista das pessoas obviamente.

POV Vanessa

Caminhamos pelo parque conhecendo cada parte dele, era um lugar bom passar o tempo, principalmente para mim que adorava andar de skate e correr, Erick ia adorar ficar ali, variávamos entre as partes escuras e iluminadas do parque quase vazio.

Arranquei uma folha da arvore próxima e enfiei no nariz dela só para incomodar, ela desviou minha mão tirando o rosto e rindo.

- Cê tá louca mulher, enfiando coisa no meu nariz? – falou me dando um tapa com uma cara boba, ela sorria igual criança.

- Não reclama! – segurei sua cabeça bagunçando seu cabelo e ela tentava sair do meu braço sem conseguir.

- Socorro! Alguém me ajuda! Tem uma louca aqui, tô sofrendo Bullying. – falava meio alto, mas não era exatamente um grito.

Soltei ela e automaticamente veio pra cima de mim. – Agora você me paga, cachorra vagabunda acha que vai ficar assim.

Sai correndo dela e ela vinha atrás, parecíamos duas loucas correndo no parque as duas horas da manha. Ela me seguia e ria, o cabelo atrapalhava a visão dela tentei me esconder atrás de uma arvore mais foi totalmente idiota o plano, ela passou por traz do tronco e agarrou minha cintura rapidamente.

POV Clara

Segurei a cintura dela forte, finalmente capturando-a, minha respiração tava alterada de tanto correr atrás dela. Respirei tentando me acalmar e ela se rendeu ao meu abraço rindo junto comigo quase sem folego.

- Peguei você, sua puta. –falei e ela se virou de frente para mim – Pensou que se escondesse aqui atrás dessa arvore no escuro eu não ia te pegar né?

- Achei, puta é você. – ela me deu um tapa de leve no rosto. E eu devolvi.

- Cê não bate em mim, tá louca, quer apanhar de verdade? – perguntou

-Cê não bate em mim que eu apaixono. – falei, ela riu encostando a cabeça no meu ombro.

- Ah, isso sim seria um problema. – falou

Balancei a cabeça e removi a mecha de cabelo dos seus olhos como eu sempre fazia, ela ainda sorria, e parou para me olhar por alguns segundos.

- É esse olhar que me assusta. – falou meio séria.

- Já disse que não vou fazer nada que não queira. – afirmei por mais que meu corpo pedisse ao contrario

Ela puxou minha blusa rapidamente entrelaçando os dedos nos meus cabelos e selando nossos lábios. Fiquei surpresa, mas correspondi. Encostei a testa na dela fechando os olhos. – Por que você diz uma coisa e faz outra? – perguntei

-Também queria entender, mas por enquanto só vou fazer o que sinto vontade.  – respondeu e antes que eu abrisse a boca para continuar, seus lábios estavam nos meus novamente. Agora beijávamos de verdade. Sua língua deslizava na minha naturalmente, provocando um frio na minha barriga, arrepiando os pelos do meu corpo. Causando tudo aquilo em mim, que só Vanessa conseguia, só Vanessa podia.

Seus lábios nos meus, meu corpo no meu contra o dela, fazia com que só existíssemos nós ali, fazia com talvez confundir as coisas não fosse tão ruim, principalmente quando se tratava dela. Seus lábios macios, seu cheiro, toda aquela pose de menina má mexia com os meus sentidos, e quanto mais tentávamos resistir aquilo, uma a outra, mais acabávamos naturalmente na mesma coisa. No beijo.  Que demorava segundos para se tornar excitante, demorava segundos para inundar tudo de vez.

( Gente to tão atrasada nos capitulos sem tempo de escrever ultimamente, então todo o “crédito” de capitulos que tinha eu perdi, tava 7 caps a frente das postagens agora so estou um, então espero que compreendam qualquer atraso. :* @ClanessaNewFic)