ai minhas costas

Meu Delegado

Capítulo 200 :

 LUA

 Até armado ele estava. E quando eu falo armado é com uma arma de verdade.

Os seus braços estavam cruzados e ele começa a andar lentamente até a mim e imediatamente o meu corpo começa a tremer. Eu posso jurar que a qualquer momento eu cairei aqui no chão, pois minhas pernas não me aguentarão por muito tempo.

Assim que o Arthur chega à minha frente, ele não faz nada, nem sequer me toca, apenas olha o meu corpo por completo outra vez. E ainda nessa postura imponente, ele dá a volta no meu corpo e para nas minhas costas.

Ai meu deus!

Sinto as suas mãos passarem pela minha cintura e logo em seguida o seu corpo se encosta ao meu, fazendo-me soltar um gemido por sentir sua excitação roçando em minha bunda.

- Sinto muito lhe informar… – ele diz e deposita beijos molhados pelo meu pescoço e suas mãos acariciavam a minha barriga. – Mas a senhorita está presa.

- Aaah Arthur!

- É Senhor Delegado, pra você. – ele diz rígido e aperta mais o seu corpo contra o meu.

- O-okay. – eu já estou ofegante. E ele nem sequer me tocou lá.

- Okay o quê? – ele diz e morde minha orelha.

- O-okay senhor Delegado… Mas eu posso saber o por quê de eu estar sendo presa?

- Não! Não pode.

Ele diz e rapidamente me vira pra ele e toma a minha boca na sua violentamente. E eu amo esse lado dele. É tão bom.

Suas mãos descem para a minha bunda e a aperta com força fazendo-me gemer em sua boca.

- E o que o senhor… vai fazer… comigo, em? – pergunto ofegante.

Ele aproxima sua boca do meu ouvido e diz.

- Não sou de falar, sou de fazer.

Na mesma hora sinto suas mãos nas minhas pernas me levantando e eu enrolo as minhas pernas em sua cintura e ele busca a minha boca novamente. Não demorou muito e eu senti as minhas costas baterem no colchão macio da cama.

O Arthur esfrega a sua ereção na minha intimidade lentamente e eu gemo mais uma vez em seus lábios. Suas mãos apertam com força as minhas coxas e eu tenho certeza que ficaram marcadas depois, mas eu não me importo. Sinto suas mãos subindo pelo meu corpo e ele retira os meus braços, que estavam envolto em seu pescoço, os colocando para cima. De repente eu ouço um barulho de algo de ferro sendo fechada e logo em seguida ouço novamente, só que agora sinto algo gelado em meu braço e quando separo minha boca do Arthur e olho, posso ver que ele tinha me algemado na cabeceira da cama.

Não acredito.

Sem perder muito tempo ele pega o outro braço e faz o mesmo.

- AR-arthur pra que… Isso. – falo com dificuldade, pois ainda estava bem ofegante.

- Pra você não me atrapalhar a fazer o que eu tenho que fazer.

Ele diz beijando o meu pescoço lentamente.

- Você vai me bat…

- Nunca faria uma coisa dessas com você. – diz agora me olhando. – A menos que você me peça. - Diz e sorri maliciosamente.

Nunca pedirei, mas não falarei nada também.

O Arthur deixa um beijo rápido em minha boca e depois desce para os meus seios, colocando-os para fora do sutiã e na mesma hora começou a chupá-los, um de cada vez. Eu já me contorcia embaixo dele, estava agoniada com minhas mãos presas, eu queria tocá-lo. Mas eu também tenho que admitir que é bem excitante.

Quando ele se sente satisfeito com os meus seios, ele desce seus beijos para a minha barrica e para de frente para a minha intimidade. O Arthur passa a sua mão por ela e eu me contorço de prazer. Eu estou á ponto de gozar e ele não fez nada praticamente.

O Arthur se ajoelha no chão à minha frente e puxa o meu corpo mais para a beirada da cama, deixando-me completamente esticada. Sinto sua barba por fazer passar sobre minha intimidade, ainda tampada pela calcinha, e mesmo assim esse contato me fez soltar um alto gemido.

- Você está tão gostosa nessa lingerie.

Assim que ele acaba de falar, sinto minha calcinha sendo rasgada.

- Arthur. – digo o repreendendo.

Pedido: “Oi poderia fazer um pedido em q (SN) fica grávida e como ele reage depois que ela ganha o bebe! Obrigado😘😘😘”


Harry

- Eu só queria saber que horas você vai parar de comer e vai me dar um pouco de atenção. - Harry resmungou ao meu lado. Parei, olhei para ele de olhos cerrados e voltei para o meu sanduíche. - Legal.

- Não reclama, eu estou com fome. - Falei de boca cheia.

- Você já estava dizendo isso quando eu te dei o primeiro sanduíche, você já está no quinto. 

- Sem comentários. - Harry riu. Quando terminei o sanduíche limpei minha boca e fui pra perto dele. - Pronto, estou à disposição. 

- Que bom. - Meu marido puxou-me pela cintura para que eu ficasse em seu colo e me deu um beijo. 

Eu já estava com a barriga enorme e minha médica havia dito que minha fome incontrolável passaria no quarto mês e não foi bem assim, eu já estava no nono e continuava comendo como uma ogra. Eu e Harry estávamos dormindo quando senti uma coisa descendo de minhas pernas.

- Ah, não… - Resmunguei baixo. - Não acredito que urinei. Ótimo, sintomas de gravidez incluem xixi repentino? - Harry remexeu-se na cama e riu em seguida.

- Mijona. - Dei uma tapa em seu ombro e preparei pra me levantar, mas antes tomei um susto com meu marido levantando-se de repente da cama. - (s/n), acho que a bolsa rompeu. 

- Como?

- Minha mãe disse que é mais ou menos isso, você está sentindo dor? 

- Estou, mas… Ai! - Gritei segurando minhas costas. - O que diabos está acontecendo comigo, Harry? - Fechei os olhos com força. 

- Calma, calma… Vou te levar para o hospital. - Falou me pegando em seu colo. 

- Mas eu vou de camisola? 

- É isso ou sentir mais dor sem auxilio médico.

- Está esperando o quê pra começar a andar? - Falei batendo no ombro de Harry que riu. 

Quando chegamos ao hospital eu logo fui colocada em uma maca e me levaram pra longe do meu marido. Pude ouvir um enfermeiro dizer ao Harry que ele deveria se preparar pra me acompanhar no parto, nem preciso dizer que meu marido quase teve um ataque de histeria, não é? Harry tinha medo da sua reação ao ver a nossa menina. 

- Parabéns papai, sou uma linda menininha. - A obstetra disse depois que eu havia feito a maior força que pude para que aquela criança saísse. Olhei pra Harry e constatei que meu marido estava mais branco que o normal, na realidade Harry estava sem cor! 

- Harry? - Chamei-o. Quando todos menos esperavam, Harry caiu desmaiado no chão. Imagine só um homem daquele tamanho desmaiado no meio de uma sala de parto? Eu não sabia o que fazia, além de me preocupar com a minha filha eu terei que cuidar do Harry também. Boa sorte pra você, mamãe.

Louis 

(POV’s Louis)

- Corre e pega o carro, (s/a) vai dar a luz. - Minha mãe disse assim que eu estava entrando em sua casa. Eu tinha ido buscar minha esposa na casa da minha mãe e me assustei com a movimentação. - Vai, Louis! - Ela gritou. 

- Cadê ela? - Perguntei enquanto tentava achar a chave no meu bolso. O incrível é que eu tinha acabado de colocá-la e não estava achando. 

- Está indo, ande logo com isso. - Minha mãe respondeu brava. Corri até o carro e abri tudo, rapidamente minha mãe apareceu trazendo (s/n). Fomos para o hospital e o nervosismo estava me matando. 

- Acalme-se, homem. - Uma amiga da minha mãe, que eu nem sabia o que estava fazendo ali, disse.

- Meio impossível quando a sua esposa está gritando dentro de uma sala de parto. - Dei um sorriso sem mostrar os dentes para que ela visse que eu havia odiado seu conselho. 

- Nasceram! - Uma enfermeira apareceu eufórica na sala de espera. - São gêmeos. Um menino e uma menina. 

- O quê? - Nós três falamos ao mesmo tempo. 

- Vocês não sabiam? 

- Não. - Eu respondi. Então era essa a surpresa da (s/n)… Meu Deus, eu sou pai de gêmeos! Andei de um lado para o outro nervosamente e quando me vi eu já havia saído do hospital. Fui para um bar que tinha ali perto.

- E aí cara, o que faz aqui essa hora? - O barman já me conhecia. 

- Vim comemorar o nascimento dos meus filhos.

- São quantos? - Me olhou assustado. 

- Dois. - Ri.

- Parabéns, cara. - Bateu em meu ombro e me deu uma bebida. 

- Vou só tomar essa e vou correndo ver minhas crias. - Ri mais ainda. - E minha mulher, claro.

Liam

- Liam, por favor, me dá essa chave. - Essa era a milésima vez que eu pedia a chave do meu carro. Liam não queria me dar porque de acordo com ele eu estava com a barriga grande demais pra conseguir dirigir. 

- Não e não. Para de insistir. - Ele sentou-se no sofá.

- Mas… - Quando eu ia tentar falar, uma dor atingiu em cheio minha barriga. - Liam…

- Não.

- Liam… - Fiz cara de dor.

- Nem vem fingir que está sentindo dor (s/n). Toda vez você faz isso. - Tomou mais um pouco da sua cerveja.

- Acho que vou morrer de tanta dor, meu Deus! - Exclamei já com lágrimas nos olhos.

- É… É sério? - Levantou-se.

- Você acha que eu estaria assim se fosse mentira, porra? - Me irritei com tanta desconfiança. 

- Aguenta ai, vou pegar o carro. - Falou atrapalhado procurando a chave por entre as almofadas.

- Não é mais fácil eu ir contigo e ficar te esperando lá embaixo? - Questionei. Isso era óbvio. 

- Será que você vai ter bebê agora? - Ele perguntou dirigindo. 

- Só vamos saber quando chegarmos lá. Dirige, Liam! - Falei impaciente.

(…)

- É um menino. - O obstetra disse.

- Menino? A minha médica disse que era uma menina. - Como assim, gente? 

- Ela provavelmente se enganou. - O obstetra deu de ombros rindo. - Parabéns. 

- É um… Um menino? - Liam perguntou quando nos viu. Eu já estava num quarto para repouso com o nosso filho nos braços. 

- Sim. - Sorri. - Vou matar aquela médica desgraçada. 

- Um menino. - Eu sabia que isso era o que Liam queria de verdade. Um filho homem. - Eu sou pai de um menino. - Ele falou baixo colocando as mãos no rosto. Era isso mesmo que eu estava vendo? Liam Payne estava chorando

- Amor? - Chamei, pude ver seus ombros se mexerem. Ele ergueu a mão em minha direção num pedido para que eu ficasse quieta e eu acatei. Essa realmente me pegou de surpresa, meu marido chorou ao ver o filho. 

Niall

- Acho que alguém vai parir. - Uma amiga minha riu quando me viu suar e praticamente perder a voz de tanto gritar de dor. 

- Você acha? - Perguntei irritada. Cadê Niall? 

- Niall, anda logo e pega esse carro. - Ela gritou. 

- Estou indo. - Ele respondeu. Havia acontecido alguma coisa, ele estava demorando muito e minha dor só aumentava. 

- O que houve hein Niall? - Eu questionei. 

- Nada, nada. - Ele parecia nervoso, resolvi então ir até onde ele estava.

- Tem certeza que não é nada? - Falei próxima a ele. 

- Tenho.

- E por que ainda não abriu o carro ainda?

- Porque… Porque eu… - Parou pra pensar. - Perdi a chave.

- Porra Niall. - Minha amiga gritou e aproximou-se do carro dele. - Isso aqui. - Apontou para dentro. - É a chave?

- Merda.

- Você esqueceu a chave dentro do carro? - Eu estava mais irritada ainda, minha dor parecia aumentar cada vez mais. 

- Desculpa, amor. - Ele segurou meu braço. - Vou pegar um táxi. 

(…)

- Fiquei sabendo que a menininha irá ter olhos azuis. - Niall disse entrando no quarto. 

- Acho que já dá pra notar. - Falei sorrindo. Mesmo com todo o atraso causado por Niall, eu consegui chegar a tempo na maternidade e tudo deu certo. E de repente meu marido começou a rir. Escandalosamente. - O que deu em você?

- Eu não sei… - Riu ainda mais. Tive que o acompanhar nessa, meu marido só poderia estar rindo de tanta emoção, Niall não sabia lidar com os seus sentimentos direito, tudo pra ele era motivo de riso, então… 

Zayn

(POV’s Zayn)

- Onde elas estão? - Perguntei assim que cheguei ao hospital.

- Sua mulher já teve o bebê. - Minha mãe disse. 

- Eu sei, quero saber onde estão.

- Tudo bem, senhor estressado. - Ela riu. - Estão no quarto pós-parto, se é esse o nome que dão… - Fui correndo até lá e pude ver minha mulher com o nosso filho nos braços. 

- Amor, desculpa… 

- Não precisa pedir desculpas, eu sei que você estava fazendo show em outro país e blá blá blá. - (s/a) riu. - E eu te admiro por conseguir chegar logo. - Sorri brevemente e olhei para o pequeno pacote em seus braços.

- É… É ele?

- O que acha? - Riu. - Vem ver. - Ergueu um pouco a criança em minha direção. Aproximei-me e o peguei em meu colo.

- Você se parece muito comigo. - Falei pra ele, o menino abriu os olhos minimamente e sorriu. - Ele entendeu? - (s/n) riu.

- Parece que sim. 

- Você vai ser o cara mais lindo da sua escola, do bairro e quem sabe até do país. Vai ser o cara mais sedutor também. 

- Você quer fazer dele um mini Zayn? - Ela me encarou. 

- É, digamos que sim. - Ri. Eu realmente tinha ficado bobo ao ver meu filho, eu achei que fosse ser impassível, manter minha pose de durão, mas aquela criança me desarmou completamente. Filho muda qualquer um.