adam:all

Amar até florescer, pelo menos era o que você dizia por aí; como quem já soubesse o que estava por vir. Confesso que eu também soube, desde que te vi com aquelas cores, aqueles sorrisos, aquelas curvas, aqueles olhares; através do instinto, estava claro, não era passageiro; e eu tenho dito… enquanto houver capacidade para extrair a poesia das flores, das gotas, das estrelas, do céu, da lua e dos pássaros, estarei apta para dizer-lhe que: longe de ti meu coração se dissipa e aos poucos perde-se dentro da vossa saudade; às vezes eu chego a pensar que o relógio se aborrece comigo, as horas não passam. E eu preciso que venhas, numa terça à tarde, ou em um sábado pela manhã, eu só preciso que venhas, para que minha alma se encha de vida e meu coração faça para ti, uma canção cheia de alegria.
—  A luz dos olhos teus.

I was going to stare wistfully at the Gorillaz Super Deluxe Vinyl Box Set and sigh about it (bc fcccccccck it’s $350) BUT ITS ALREADY SOLD OUT??? (i dont know why im even surprised, though). Now I can’t decide if I’m gonna get the Deluxe CD or the Vinyl ;__; I think the Deluxe CD has an extra 5 songs BUT THE VINYL.

Imagine Harry Styles - Pedido

- No que você está pensando, querido? – Daisy me pergunta.

- Hum – resmungo – Em nada – respondo finalmente, fechando os olhos e aproveitando o carinho que seus dedos fazem no meu couro cabeludo.

- Essa resposta é inválida, você sabe – eu rio e permaneço calado.

O quarto está calado, não escuto nem um mísero barulho. Minha respiração já voltou ao normal. Sinto o coração de Daisy ainda acelerado, seu peito sobe e desce de maneira rápida, mas ela permanece parada com a minha cabeça encostada no seu peito. Sinto-me culpado por ela não surtir o mesmo efeito que eu causo nela. Me odeio só de pensar que ela ainda pense na outra.Sei que a culpa é minha, mas tenho feito de tudo para esquecê-la.

- É nela, não é? – meu coração salta só pelo simples fato de Daisy a ter citado.

Fecho os olhos com força e tento normalizar minha respiração, mas o estrago já está feito. As lembranças invadem a minha mente tão rápido que nem consigo diferenciar qual sentimento me soca mais: amor, saudade, dor… Lembro dos olhos dela, sempre tão sorridentes. Do sorriso, cheio de dentes e acompanhado de uma risada alta, sempre. Lembro de suas mãos, pequenas e macias, que acariciavam o meu rosto com delicadeza e também de sua mania de sempre enrolar os cachos dos meus cabelos no dedo indicador.

Daisy para o carinho. Aperto os olhos com força e me culpo por magoá-la tanto assim.

- Eu não … eu não estava … – tento formular alguma desculpa plausível na minha cabeça, mas eu não consigo mentir pra ela. Nunca consegui.

- Você deveria superar isso, Harry – a voz dela soa baixa, quase como um sussurro.

- Mas eu superei…

- Não, você não superou nada – ela solta o ar e me empurra para o lado e se levanta, andando até a cadeira em frente à cama para pegar seu roupão. Já coberta, Daisy para e respira fundo, de costas para mim e diz: - Você me disse que estava tentando superar, que ela não surtia mais esse efeito em você. O que aconteceu?

- Não aconteceu nada, eu juro! – clamo, me sentando na cama – Eu estava … estou … não sei

Daisy suspira alto e eu sei que está prendendo o choro. Fico encarando suas costas e ela sai do quarto. Me xingo mentalmente, mas não vou atrás dela. Sou fraco demais para me levantar e pedir desculpas por uma coisa que, talvez, eu nunca supere na vida.

{¨¨¨¨}

- Você quer muffin de que? – Daisy me pergunta parada na porta da doceria.

Paro para pensar e coloco a mão no queixo, acariciando minha barba inexistente. Daisy ri e levanta a sobrancelha para mim. Olho para ela ofendido.

- Que foi? Eu preciso pensar um pouco, é muito difícil decidir qual é o melhor …

Ela ri mais uma vez.

- Então ta bom senhor pensador. Vou lá dentro comprar o meu enquanto você fica aí, decidindo. – dito isso, Daisy abre a porta de vidro e o sininho me faz lembrar das vezes que eu vinha com ela.

A manhã estava ensolarada naquele dia. Era uma sexta, fazia calor e o céu nunca esteve tão azul. Eu poderia dizer que o brilho do sol estava ofuscante, mas daí lembro do sorriso que ela me deu quando eu disse que seu vestido a deixava mais menininha. Aquela peça era tão delicada, de alcinhas finas e estampa florida. Ficou perfeito no corpo dela, eu soube disso na hora em que bati os olhos nele lá na loja. Fiz questão de comprar. Quando cheguei em casa, ela riu e disse que eu a estava transformando numa pessoa mimada. Eu apenas ri e pedi que usasse quando acordasse muito feliz. E, naquele dia ela usava. E por alguma razão eu fiquei contagiado com a alegria que emanava do corpo dela. O sorriso que não apagava de seu rosto, o caminhar leve pela calçada. As mãos sempre procurando as minhas para entrelaçá-las.

- Eu vou comer o de morango! – ela disse de supetão, me assustando um pouco quando abriu a porta da doceria – E você?

- Humm – olho para a tabela de sabores fingindo não saber qual escolher, mas eu sempre sabia o que escolher. Foi ela quem me apresentou meu sabor preferido.

- Me deixa adivinhar! – ela quase grita, se virando para mim na fila e olhando nos meus olhos. Ela finge pensar por um segundo e depois diz: - Chocolate belga?

Faço uma careta e afirmo com a cabeça. Ela ri alto e bate palmas, como se tivesse adivinhado a mais difícil das perguntas. Eu rio junto com ela e sinto os lábios dela me contemplando rapidamente.

- Você se lembra daquele dia? – ela pergunta, abraçada em mim enquanto aguardamos nossa vez.

Abro um sorriso e digo que sim.

- Você parecia tão perdido naquele dia … – ela diz olhando para o nada – Tava olhando a tabela de sabores por tanto tempo, mordia os lábios, nervoso. Aquele casaco te fazia parecer três vezes maior do que é. A touca amarela era cômica, mas quando te olhei de frente, achei um aparato charmoso.

- Não chame a minha touca de aparato e nem de cômica – eu rio

- Shhh … – ela coloca um dedo nos meus lábios e me olha duro – Me deixa continuar – me rendo e balanço a cabeça. Ela volta a me abraçar e continua: - Eu pensei que não faria mal ir lá e citar meus preferidos pro desconhecido, mas quando você me olhou confuso, se perguntando quem era aquela louca que tinha dito “chocolate belga” para o atendente, fiquei travada … – ela para de falar e fica envergonhada e lembro exatamente desse momento. Eu pensei que ela tinha roubado a minha vez. – Os seus olhos… seus olhos me deixaram sem ar – ela olha pra cima e sorri – E ainda me deixam assim.

Sinto minhas bochechas corarem e ela ri.

- Além de fazer o meu pedido, ainda acrescentou um chocolate quente bem cremoso na conta.

- Para que depois que eu te convidei para sentar comigo, você adorou.

- Vamos com calma aí – a atrapalho – Eu te chamei para sentar comigo e eu não adorei de inicio, porque você pegou minha caneca de chocolate quente cremoso e jogou em cima do muffin!

Ela começa a gargalhar.

- Eu lembro da sua cara de assustado, do tipo “ ela fez o pedido por mim e está estragando meu lanche!” – ela ri mais ainda e não consigo não acompanhá-la – Pelo menos depois você aceitou minha proposta de experimentar e adorou, amou e fez cara de orgasmo.

- Minha cara de orgasmo não é daquele jeito – digo, me defendendo e ela ri, olhando para mim e levantando a sobrancelha. Acabo concordando e sorrio, mais uma vez não conseguindo resistir ao efeito que ela tem sobre mim.

Meu devaneio termina quando ouço uma risada familiar. Viro o rosto na direção do som e meu sangue gela. Meu coração simplesmente para de bater e eu fico ali, parecendo que viu um fantasma, mas infelizmente não é um fantasma. É ela.

Os cabelos estão bem acima dos ombros, a calça jeans e a blusa de frio não combinam com seu estilo jovem e despojado do qual me lembro. Duas crianças a acompanham e ela parece entredita com a conversa. A garotinha e o garotinho saem correndo quando chegam perto da porta da doceria e logo entram, provavelmente querendo apostar corrida. Ela ri e vem correndo até eles, mas antes que consiga abrir a porta, eu a chamo.

Sem querer eu digo o nome dela, mas não gritei, apenas falei o nome dela. Por um segundo eu penso que não escutou, mas quando ela se vira na minha direção, o mundo todo para.

Os olhos dela. Os olhos dela brilham quando encontram os meus. Vejo seu rosto mudar de surpresa para tristeza e não gosto de causar isso a ela. Não gosto de a fazer sofrer.

- Harry – ela diz, no mesmo tom de voz que eu e vem andando até mim – Meu Deus

A minha boca fica completamente seca quando eu posso, finalmente, olhar naqueles olhos pelos quais fui e sou tão apaixonado depois de dez anos. Sinto a pressão do choro na garganta e tento engolir, mas dói, então faço uma careta. Ela sorri e balança a cabeça.

- Eu sei, dói em mim também – ela diz, tão baixinho que posso chegar a pensar que é tudo imaginação minha.

- Com toda certeza dói mais em você do que em mim – digo, me atormentando pelo que fiz com ela há tantos anos.

- Pare de reviver o passado, Harry. Foi há tanto tanto tempo. Você era novo, não estava preparado para uma coisa daquelas, não queria se prender a ninguém, tinha medo de pertencer a só uma pessoa.

- Mas eu não tinha o direito de te machucar do jeito que te machuquei – digo, baixando a cabeça e torcendo os dedos das mãos.

A mão dela toca as minhas e sinto todos os nervos do meu corpo de retorcerem. Fecho os olhos com força, sentindo que se permanecer com eles abertos, as lágrimas vão descer.

- Você me machucou sim, muito, mas agora nós crescemos. Já se passou dez anos, Harry. Encontramos outras pessoas, encontramos um jeito de adormecer o que tínhamos. Somos adultos agora, temos responsabilidades e uma vida para seguir. Tá na hora de deixar isso para trás.

- Eu não consigo te deixar … – solto sem querer, com a voz embargada e apertando mais os olhos.

- Eu nunca vou deixar de te amar, Harry – ela diz e todo o esforço que eu fiz para me conter, foi em vão. Assim que as palavras saem da boca dela, eu sufoco e choro, liberando tudo que estava guardando só para mim.

Penso em tudo, desde o dia em que nos conhecemos até o ultimo, quando eu simplesmente fiz a pior coisa do mundo com a única mulher que vou amar inteiramente na minha vida. Ela foi embora com toda razão e eu me lembro desse dia também. Da dor cortante no meu peito, a pressão que eu sentia e que não passava nunca, me impedindo de respirar. Lembro de chorar por semanas inteiras, ir para o trabalho com os olhos ardendo, sem disposição, sem vida. Até que conheci Daisy. Ela me tirou do fundo do poço pois sabia a formula. Ela também tinha machucado alguém importante demais e ele a deixou. Nós nos reerguemos juntos, ela deixou o passado para trás e mergulhou de cabeça na nossa relação. Enquanto eu ainda continuava agarrado, amordaçado e totalmente entregue ao passado. Nunca o deixei e isso ficou mais obvio ao longos dos anos, e toda vez que Daisy me olha, eu sei que ela vê isso, mas me ama demais para me deixar. Mais um motivo para eu me odiar.

- Eu sei que é difícil, mas você precisa encontrar um jeito. Nem todas as pessoas do mundo ficam com aquelas que foram predestinadas a elas. Nem todo mundo encontra sua alma gêmea. Mas isso não significa que elas vão morrer sem amar e ser amado.

- Mas nós nos encontramos, nós nos encontramos – repito, várias e várias vezes e abro os olhos, enxergando tudo embaçado.

- Sim, nos encontramos, mas não será a hora certa, o momento certo.

- E eu estraguei tudo

- Harry, por favor – ela diz, pedindo para que eu a olhe – Fica bem, por favor, é tudo o que eu te peço. Por favor não fique agarrado a tudo aquilo, siga em frente. Você tem muita coisa boa guardada aí dentro, mostre para as pessoas o seu melhor, seja você. Seja aquele garoto que eu conheci aqui, mas mais velho, com mais maturidade. Eu acredito em você.

As palavras dela doem, o toque dela dói, as lembranças doem e eu não consigo parar de chorar. Acho que entrei em estado de dormência momentânea. Eu vejo tudo, mas não consigo reagir, apenas fico ali, sentindo meu peito dilacerando por dentro. Em algum momento ela olha dentro dos meus olhos e quase me teletransporto para o passado, mas o momento acaba quando ela solta as minhas mãos e se vira, andando até a loja e entrando.

Olho para meus pés e vou normalizando a respiração. As lágrimas começam a secar e ouço alguém andando até mim. Levanto a cabeça rápido, pensando que ela mudou de ideia e voltou, mas me engano. É Daisy. Seu rosto está manchado de lagrimas e a dor estampada em seu rosto revela a mim que ela viu tudo.

- Você sempre vai amá-la, Harry, sempre. Não importa o que aconteça, sempre será ela, eu sei, eu sabia disso quando me apaixonei por você. Mas eu pensei que com o tempo você pudesse aprender a viver com isso, com a realidade. Me enganei profundamente.

Deixo que ela fale, eu não tenho nada a dizer. Para qualquer um que passasse por ali naquele momento em que eu estive chorando, saberia interpretar. É mais forte que eu.

- Ela tem dois filhos, Harry. Ela é uma mulher agora. Casada, mora numa casa linda, faz parte de uma família maravilhosa e você continua aí, olhando para cada canto dessa cidade e se lembrando dela, dos momentos com ela, dos beijos, dos toques, de tudo. Eu sei que dói, eu sei que é difícil bloquear tudo isso, mas com o tempo a gente consegue, porque a gente quer seguir em frente, quer olhar para outros lados, fazer novas lembranças. – as palavras dela me doem, e eu volto a chorar, pois é a única coisa que eu consigo fazer nesse momento – Durante todos esses anos eu maquiei esse seu estado, dizendo para mim mesma que um dia você me olharia diferente, que um dia me amaria um pouco mais, mas isso nunca aconteceu. E eu descobri o porque … você simplesmente não quer seguir em frente, e eu não posso me acorrentar a uma pessoa que só me puxa para o fundo do poço com ela. Não posso.

Levanto a cabeça e olho para Daisy. Uma mulher linda, cheia de qualidades, com um coração enorme, uma alma incrível. Vejo nela tudo o que vi nos últimos anos, mas agora vejo de outro ângulo. Eu a vejo como uma mulher por quem eu poderia me apaixonar se me permitisse. Eu viveria com ela em algum lugar no sul, nós teríamos um filho parecido com ela. Nós tomaríamos chá na varanda da nossa casa e tudo o que faríamos seria contemplar a paisagem.

Infelizmente eu percebi isso tarde demais, mais uma vez.

- Siga em frente, Harry. Faça isso por você mesmo, por favor.

Mais uma vez eu magoei alguém tentando não me magoar.

Mais uma vez eu deixei de ser feliz por medo.

- Eu não posso mais viver assim – são as ultimas palavras de Daisy.

E mais uma vez eu precisarei tentar seguir em frente.

 /Larry

2

“I… I’m really confused.”

[Yelling from inside the base…] “Skitty! Did you lose the mailbox? Or.. Are you checking the mail without me!?”

“Oh crud!”

[Skitty scurries away into the underbrush beside the rescue base. She and she alone seems to have been affected by a fountain of youth magic. She is now half as tall and part of that is her kitten fluff.]

“When someone breaks into my house, I usually don’t invite them to stay. But that’s me.”

Once upon a time

Melinda May followed her mother’s steps, an intelligence operative, when she joined S.H.I.E.L.D., believing the organization was the best defense for the world against any threats that may come their way. Trained by the best during her years in the academy,  she becomes an aced pilot as well as a martial arts and weapons expert. She met Coulson there and they befriended back then. Their first mission together turned out to be a bust and she had to wait five hours in the water until he came to extract her. Several years after, both of them along other agents were sent to Bahrain as a “Welcome Wagon” but the mission went wrong. May, single handled rescued the hostages and crossed the enemy forces, with her bare hands, gaining then her famous nickname of the Cavalry, which she hates.

After that, she changed and finally asked to retire from the field, entering the Administration, not wanting to see combat ever again but keeping her pilot license. After Coulson’s death, she’s charged by Fury to assemble a team to watch over him, which she does without questions. When he finds out the truth about the T.A.H.I.T.I Project, they have a big argument, leading her to get away  from the rest of the team just before the organization fell. She comes back and help them fight against HYDRA -and Ward-. As Skye’s new C.O. she grows more and more fond of the girl and acts as Coulson’s right hand, helping him on his new duty and with his condition.

What the headlines say

Having Coulson’s back as she ever did, she’s handling most of the ongoing missions in the Playground to let him deal with what he has to deal with. Still training Skye to become a full field agent, she seems to let herself go more often, opening up to the young girl. Not really pleased by some recent additions in the team, she grew out to appreciate them and seems to like teasing Hunter. In light of the recent events, she’s even more protective about Skye and is willing to try everything to help her cope with what happened. Even if it means reconnecting with her ex-husband.

Helping Coulson has let her to an unexpected journey. The one of finally allowing herself to think of him as more than just a friend. She has partaken in some fun with old and new recruits and has filled in for Coulson on many occasion (especially when he went on the field).  She has watched helplessly when Mack was shot in front of Skye and Coulson’s eyes. Knowing just how much that can affect a person, she is worrying for Skye and Coulson. She has been an active element in trying to locate  Tony and Clint , mostly keeping the shit together, until the boys were back.  Right now, she truly wish to be on vacation.


  • RACE – Human
    POWER /ABILITY –  master pilot, martial artist, acrobat and marsman, multilingual
    AGE –  45
    OCCUPATION  Shield agent, pilot

  • Status: Taken
  • Player: Miu