acontecia

Não sei se era amor. Mas era aquela vontade de conversar todos os dias, assuntos que surgiam do nada e não acabavam mais, era aquela conversa solta de quem se sente bem conversando com o outro e não existe uma necessidade de pensar em algo, as coisas simplesmente vão acontecer. Não sei se era amor. Mas era aquele sorriso quando pensava em você, era a alegria de pensar que sairia com você, era imaginar no que poderíamos conversar, era pensar em você em contar para você algo que acontecia no meu dia, aquela necessidade de contar para você uma situação que talvez fizesse ciúmes, mas era isso que eu queria ver, um pouquinho da sua necessidade de me ter por perto. Não sei mesmo se era amor, mas também não importa mais. Você não me deixou descobrir.
—  Esmorecidas

Markus estava num dos becos das ruas próximas ao bordel, as suas mãos estavam com sangue, enquanto o ex-rebelde se escondia de eventuais guardas que pudessem ainda estar há procura dele, enquanto carregavam um corpo morto, pelas mãos de Markus. As suas mãos tremiam, como sempre acontecia quando ele tirava mais uma vida. A sua respiração se tornava irregular enquanto sentia uma dor entre o dorso e o ombro, devido a uma flecha que estava presa no local. O homem respirava fundo enquanto tentava quebrar a flecha. Todavia, sempre que o seu lado assassino voltava, várias lembranças, vinham juntamente com isso, fazendo-o se sentir nervoso e irritado. - Merda. - Sussurrou com um grunhido de dor ao quebrar a fecha e retirá-la do seu corpo, sentindo o suor cair pela sua face enquanto via uma sombra entrar naquela direcção, levantando logo a sua arma, caso fosse um guarda.

Por favor, pare, não pense em nenhum momento que eu não te amei. Você foi o amor da minha vida. Eu nunca soube direito como era amar uma pessoa, nunca tinha me prendido em alguém por tanto tempo assim. Você era meu vicio, Angie. Acho que depender dia e noite de uma pessoa é pior do que depender de alguma droga. Eu que nunca tinha amado nenhuma outra mulher antes,  quando me vi literalmente apaixonado por você, admito, tive medo. Fui covarde de te tratar da pior maneira possível, covarde por nunca ter reconhecido o quão maravilhosa és. Eu via em ti alguém que nunca me deixaria, alguém que mesmo que fosse tratada da pior forma não me deixaria. Eu estava louco em pensar assim. As vezes me pego olhando as nossas fotos e conversas de meses atrás e me pergunto como pude ter sido tão idiota. Muitas vezes na vida eu sempre vencia, em jogo ou nas apostas com os amigos, quase nunca perdia, mas quando isso acontecia no máximo ficava com raiva. Angie, perder você me tornou alguém deprimido, alguém que não encontra mais um sentido para viver. Me perdoe por tudo. Não devia ter sido tão covarde. Não poderia ter fugido do amor quando ele já estava instalado no meu peito.
—  Angie e Will.

é que eu nunca fui de dizer o que eu sinto, pra ninguém. mas eu queria, desesperadamente, que alguém notasse pelos meus gestos, jeitos e manias que eu não tava legal. mesmo. queria que notassem que as coisas com o meu pai estavam ficando cada vez piores, que a gente mal conversa. que por dentro eu estou tão despedaçada que eu só preciso de alguém que junte alguns pedaços - nem precisa ser todos. que as coisas na escola estavam péssimas. que eu não suportava mais a ideia de alguém ficar triste porque eu já estava ajudando tantas pessoas que só de pensar em mais alguém me deixava louca. ajudei todo mundo e ninguém percebeu nada sobre mim. ninguém realmente me olhou. nunca falei dos meus problemas pra ninguém porque eu achava, de certo modo, que se eu falasse, as pessoas iam agir diferente comigo. eu achava que se alguém ouvisse o que acontecia dentro de mim, essa pessoa ia me olhar com uma cara meio assustada e dizer: ei, manu, eu não posso te ajudar não, desculpa aí. então eu fiquei quieta e engoli todos os sentimentos que podia engolir. ajudei a todos e ninguém foi capaz de notar o que eu sentia. eu não queria que as coisas mudassem e ainda não quero, mas é difícil lidar com tudo isso. eu gritava tanto por socorro e ninguém ouvia. de tanto gritar, fiquei muda.

[Varanda do Salão]

- (…) E aí eu disse: “o mapa ‘tá de cabeça pra baixo"…!

Péssima hora que aquele rapazinho de antes resolveu aparecer com outra taça de vinho para a maga e outra para ele, que no final ela mesma acabou tomando as duas, e o coitado nem imaginava que ela era tão fraca assim com bebidas.

Já tinha um rubor bem aparente no rosto e um sorriso bobalhão, além da voz molenga e sotaque levemente enrolado. Felizmente, no momento apenas contava fatos engraçados que aconteceram durante as aventuras do grupo. O mocinho ria, e acabava dando corda para que ela contasse mais coisas. Ambos apenas jogavam papo furado fora, encostados lado a lado na mureta enquanto observavam o jardim dos fundos.

“Isso acontecia com frequência?“

- O Élzuordí sempre foi um tontãu. - Continuou. - Se não fosse eu a gente estaria no desertu até houje. - E riu, abestalhada.

Small Bumb (Zayn Imagine)

(Prosposta: Faz um com o Zayn que ela perde o bebê e fica com depressão e ele ajuda ela a superar)

(S/N) estava de nove meses e em uma semana iria ter sua garotinha nos braços, foram fazer uma ultrassom de rotina a três dias atrás e estava bem, mas ontem (S/N) não sentiu a menininha se mexer, imaginou que fosse por que ela já estava encaixada, então não se preocupou muito, assim que acordou ela falou com ela, que sempre mexia muito quando isso acontecia.

— Zayn. – gritou e o moreno correu até o quarto. – Fala com ela, Zayn ela não se mexe desde de ontem, não falei nada por que imaginei que ela estivesse quietinha por que já estava muito encaixadinha, mas isso não tá certo. – se desesperou e Zayn se aproximou.

— Vamos princesinha do papai.  

— Ela não se mexe Zayn. – (S/N) já começou a chorar, eles decidiram ir a medica dela, chegaram e logo foram atendidos. Dentro da sala (S/A) explicou o que sentiu ou melhor o que não sentiu, a medica pediu então para que ela ergue-se a blusa e pegou o ultrassom.

— Eu não escuto o coraçãozinho. – a mulher olhou para a medica que lançou um olhar triste para Zayn. – Ela não sobreviveu não é mesmo?

— Eu sinto muito, ela estava muito bem na ultima ultrassom, preciso marcar a cesariana para retira-la. –  o brilho dos olhos de Zayn desapareceu ele se levantou e foi para perto da esposa que chorava muito.

— O que causou isso? – (S/N) perguntou.

— Não posso te dar um parecer sem antes fazer uma biopsia nela. Eu sugiro que a cesariana seja hoje. – Zayn assentiu. Depois de toda a cirurgia, descobriram que a pequena tinha uma anomalia no cérebro e ele não se desenvolveu, fazendo os outros órgãos falharem e logo pararem. Ficaram uma semana na casa de TAssim que chegaram em casa (s/n) se instalou no quarto que seria de Sophie (que seria o nome da pequena), de lá não sai, não comi e quando comi era pouco e isso preocupava cada vez mais seu esposo.

— (S/N) vamos meu amor, eu preciso de você eu entendo sua dor, mas você precisa seguir. – ela virou para o outro lado e abraçou um ursinho.

— Eu perdi a minha filha Zayn.

— A nossa filha, (S/N) ela foi dançar em um lugar melhor, esse mundo não ia saber lidar com tanta beleza que ela tinha. Vamos meu amor, eu preciso de você ao meu lado, futuramente podemos ter outras dezenas de filhos.

— Eu quero morrer, eu quero ir encontrar minha filha, me deixa por favor.

— Não. – ele gritou e ela se sentou, Zayn jamais havia gritado. –  Não, você não vai me deixar, ela se foi, mas eu ainda estou aqui. Entendo que está doendo, por que tá doendo aqui. Sophie não iria te querer assim. –  o moreno tinha lagrima nos olhos, já havia duas semanas que a esposa só ficava deitada, chorando e sempre falava sobre morrer. – Por favor, não me abandona. – ela se levantou e abraçou o esposo, depois de três semanas. – Volta pra mim, vamos passar isso juntos. Por que sozinho eu não posso e nem quero.

— Você não esta sozinho, eu voltei. – ela o beijou.

#Djamass - Longa Marcha “Freestyle“ #NOVIDADE HOJE DISPONÍVEL PARA DOWNLOAD… Veja letra e Ligue-se ⬇🎶🔥🔥 « A vergonha do passado fustigava minha alma/ Não imaginas o que eu era, bem coberto pela sarna/ Eu era bom, mas nem por isso que o mal me acontecia/ Talvez sofria por algo que tratava por cortesia/ Pús pés nesta estrada, virei um ser autotrófico/ Enquanto tú estavas magoado, eu cuspia tudo catastrófico/ És uma praga na cultura, trago barras pesticidas/ Salvei o rap com certeza, niggas metiam águas poluídas/ Don’t f*ck with me, quem pode é a loira nas pontas/ Me atropelas, tú capotas, invadiate as minhas rotas/ Comí a melancia/ Lavei as mãos na bacia/ Vejo macarape na minha obra/ Mostre, guita não há manobra/ Olho para mim, vejo a minha longa marcha/ Estou em Moz onde viver é desenhar sem borracha/ Mas o hustle continua, não troco ouro pela prata/ Até formar o meu governo num governo diplomata/ Tua música na cozinha, com a cebola vai chorar/ Nigga devia fazer corte e costura pra ver onde se alinhar/ Quando eu estava a vir tú rachavas e rachavas como antes/ Quem rí por último, rí melhor, talvez seja por isso que não estou preocupado com rabos e jantes/ Bem vindo em PainVille, to na via com mais de mil/ Xipilas invasores com um look muito real/ Longa marcha, longa estrada eu não desisto, mamã disse/ Meu filho és David, traz cabeça de Golias please/ Se o assunto forem linhas eu não chupo pra matar/ R Kayzer amplia agulha, eu ponho máquinas a gemer/ Nunca fui fantoche, sou avenger sem tremer/ Negrito de chinelos nas pitas um bonquete vou obter. FIQUE LIGADO 👑 #nofilter #studiotime #studioflow #studiolife #studiosession #music #rap #hiphop #rappers #producers #singers #djamass #drunk #stoner #dank #kush #420 #maryjane #marijuana #lifestyle #guyswithtattoos #RapMoz #MozWeOn

Made with Instagram

recife,

27 de agosto de 2016

sento-me aqui, na mesma mesa onde escrevia há anos atrás. eu mudei. tudo mudou. a mesa, não.

meus amigos cresceram e levam vidas absurdas sem tempo nem para se olharem nos olhos; descobri, da pior maneira possível, que sentir não é lá essas coisas; abracei duas árvores durante esse tempo e li alguns livros. beijei. fiz amor. vi o mundo girar e não fiquei tonto. 

mas quero falar de hoje: era 11h20 quando eu, esperando o metrô de olhos marejados, senti que a senhora do meu lado apiedou-se de mim. eu chorei porque, de algum modo, tudo estava pesado e tu sabes, petit, que não suporto. eu peguei na tua mão te abracei na incerteza. o céu posou sobre o chão e essa cidade ficou mais cinza do que nunca. sabes o quanto tenho medo.

eu fui abençoado pelo teu abraço e, apesar de saber que voltas, o letreiro vermelho em led daquela estação, marcando as horas enquanto tudo acontecia ao meu redor, me rompeu os músculos e, em cada átomo do meu corpo, senti a dor que é não pertencer.

parece um texto de despedida, mas não é. 

estarei aqui

sempre aqui: resiliente e ameno

chovia.

victor.

#3: H.R.

Zakk bebeu lentamente o conteúdo de sua caneca, observando a página em branco em sua frente. Aquilo sempre acontecia. Um longo tempo pensando no tipo de música que queria criar agora. E com a ascensão meteórica da Thunder, precisava compor mais e mais rapidamente agora. Sabia que não era o tipo de chance que caia do céu com frequência e pretendia fazê-la valer a pena.

Foi então que uma imagem veio em sua cabeça. Uma certa ruiva que havia cruzado consigo alguns dias antes. E o sorriso logo apareceu no rosto de Zakk, assim como a ideia do título da música. 

Escreveu no papel assim:

“On The Wings Of The Night”

Passou as duas horas seguintes trabalhando intensivamente naquele projeto. Decidindo a levada a música, o peso, coisas assim. Não era exatamente uma tarefa fácil, mas, aos poucos, o contorno daquela canção começou a surgir. Enquanto empilhava mais e mais canequinhas de café ao lado de sua mesa vazia. O cheiro de cafeína já invadia completamente o ambiente, enquanto rabiscava mais alguma coisa no café.

E ela entrou no lugar.

Sinceramente, Zakk nunca se incomodou muito se o Hard Rock Café estava cheio ou vazia. Mas naquele dia, parecia especial. Como se reservasse um encontro isolado para os dois. O que o fez moreno sorrir. Apenas deixou a caneta cair e ficou olhando para ela. Parecia extremamente largado com a camisa do Ride The Lightning e o cabelo meio despenteado. Algumas garotas até achavam aquilo sexy. Sobre ela, não fazia ideia. Rose lhe aprecia uma verdadeira caixinha de surpresas, mas que estava bem ansioso para desvendar. 

Apenas ficou na sua, esperando para ver se a ruiva iria notá-lo ou não. 

Eu costumava guardar tudo minha vida era uma caixinha de colecionar lembranças fossem elas boas ou ruins eu guardava, como aqueles “acumuladores” que vimos por aí, bem assim era eu e isso me fazia tão mal e eu não percebia volta e meia lá estava eu revirando a “caixinha de memórias” revivendo na maioria das vezes as coisas ruins que me acontecia e me culpava por tudo me esquecia que eu mesma tomava meus próprios rumos e no fim (quase sempre sem direção de Deus) eu estava ferida, caída pelos cantos choramingando por que nada saía como planejava, porém eu estava presa tentando consertar o passado, ficava tentando fazer com que as coisas passadas que já não tinham mais jeito se repetissem para que eu pudesse mudar a situação, nossa quantas vezes dava bronca em Deus (glórias à Ele por nunca ter me dado ouvidos) porque sinceramente eu fazia minhas escolhas erradas e depois brigava com Ele porque que tinha dado errado e muitas delas não percebia que estava tentando remediar o irremediável, tentava fazer com que o passado fosse reescrito me esquecendo de usar meu presente para construção do meu futuro, e por muito tempo fui refém dos sentimentos, fatos e acontecimentos passados. Até descobrir a permissão de Deus em cada uma delas, nada acontece sem que Ele aprove, sem que as suas mãos estejam na condução das nossas vidas, comecei a reaprender à escrever minha história, me fiz papel e me dispus a ser escrita por Deus, dessa vez da maneira dEle me esquecendo das coisas que me prendiam lá trás, foi doloroso abrir a caixinha e ver Deus jogando fora tudo que não era necessário guardar, Ele foi me mostrando o que valia a pena ter e aquilo que era necessário me desfazer, não foi fácil, mas hoje vejo que estou levando poucas bagagens, na verdade as mais leves as pesadas Deus tem me ajudado a carregar estamos indo rumo ao meu futuro sem algemas, sem amarras, sem correntes dessa vez os passos são para frente e para trás está ficando apenas o desnecessário, o que era peso morto à se carregar. E sobre o meu futuro? Ainda não sei ao certo, estou deixando Ele me mostrar o caminho, só sei de uma coisa pro passado não volto mais, felizmente dessa vez ele não vem comigo.
—  Alguma poeta.
Burlesque, The Masquerade

Hoje era um dia bastante especial, que todos haviam falado que acontecia no The Masquerade uma vez por ano essa festa temática. A Burlesque, então sua alma de criança ainda se animava com tal coisa. Não pode se arrumar em casa, pois se saísse com sua roupa na rua poderia de certa forma chamar uma atenção que não seria muito boa.

Chegando no trabalho, foi um dos primeiro chegar ao camarim e começar a se aprontar para a noite que chegava. Em meio a toda aquela agitação que se encontrava no camarim das meninas, Wade tentava ao máximo se manter em controle; afinal a pressa é inimiga da perfeição. Tratou de primeiro de começar a maquiagem pois seria o que levaria mais tempo, após maquiagem finalizada; peruca colada; e o truque feito. Agora era só colocar a roupa, como a roupa era mais para só algumas peças íntimas, não demorou muito tempo. E finalizou colocando o casaco sobretudo transparente. – Uau, você parece uma mulher.- Falou Rebecca que terminava de se arrumar enquanto olhava para a mesma. April apenas respondeu com um sorriso e uma risada baixa. Quando olhou para o relógio de certa forma se assustou com a forma que o tempo havia passado tão rápido. Logo chegou alguém na porta do camarim das meninas que logo começaria a abertura da festa e que elas tinham que estar no palco para a apresentação. Logo as meninas estavam em suas posições no palco para apresentação, a música que elas dublaram parecia antiga com o toque de modernidade. A coreografia era sexy, lenta e que talvez despertasse o prazer e certas vontades do corpo humano que assistia a performance. Depois da abertura, April seguiu para o camarim com as garotas para dar uma ajeitada na maquiagem caso algo tivesse acontecido. April, foi para o bar em seguida; pedindo um Martini. Se a abertura for que nem a noite, April estará feliz; pensou a mesma.

Funcionário de matadouro que torturava animais é sentenciado por 24 crimes

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

[caption id=“attachment_613180” align=“aligncenter” width=“403”] Foto: Hillside Animal Sanctuary[/caption]

Um funcionário de um matadouro foi preso após a divulgação de vídeos onde ele é visto espancando porcos e ovelhas brutalmente, antes de matá-los.

Anthony Bagshaw, 36 anos, agarrava animais pela cabeça e os arremessava no chão. No vídeo, ele joga ovelhas contra um portão de ferro, chuta porcos e bate tão fortemente na cabeça de uma ovelha que ela fica inconsciente.

A violência covarde que acontecia no autodenominado negócio de família de “alta classe” só foi descoberto pois o Hillside Animal Sanctuary havia colocado câmeras escondidas no local.

O santuário decidiu instalar as câmeras após receber um alerta sobre o matadouro, que estava ligado ao negócio de uma família de açougueiros, S Bagshaw and Sons, em Butterton, Reino Unido. O torturador foi filmado durante oito meses, entre agosto de 2014 e março do ano passado.

Nas filmagens, Bagshaw também é visto pisando nas cabeças dos animais e os encurralando em cantos. Três homens são filmados esmagando um porco com um portão de ferro até que o animal caia no chão, berrando de dor.

Bagshaw foi considerado culpado por 24 crimes, incluindo nove contra o bem-estar animal, três contra os movimentos defensores de animais e sete crimes contra a segurança alimentar.

O assassino, que possuía 20 anos de experiência, foi sentenciado com 10 meses de prisão e banido de possuir, manter ou transportar animais de fazenda por 15 anos.

Ao sentencia-lo, o juiz Jonathan Gosling descreveu o abuso como uma “crueldade gratuita”.

O negócio de açougueiros parou de comercializar após a situação ter sido divulgada ao público, no ano passado.

John Watson, do santuário de animais, disse: “Para nosso grande desapontamento, de início, a maioria das nossas investigações não foi levada a sério pelas autoridades. Estamos felizes que hoje uma sentença apropriada foi feita, e esperamos que isso tenha encorajado outros a denunciarem casos de crueldade animal.”

“É válido pontuar que se a investigação não tivesse conseguido obter evidências da crueldade acontecendo atrás de portas fechadas, ela ainda estaria sendo feita,” afirma Watson.

                             KATRINA’S WELCOME PARTY


Era uma noite de inverno onde uma neve fraca havia caído há alguns dias e ainda deixava o chão com o leve tom branco, mas não seria algo assim que impediria os alunos do sétimo e sexto ano de terem sua diversão. Após descobrirem sobre o retorno Katrina Jane Mac-Alastair, Castiel e Callum não perderam tempo em bolar uma comemoração rápida, improvisada e feita às pressas, mas que daria aos alunos mais velhos uma folga da rotina escolar e, claro, comemorar o retorno da sonserina.

O local seria nada mais nada menos do que perto do Lago negro, logo embaixo de um pequeno conjunto de árvores que quebrava o correr do vento. Ali, uma fogueira enorme fora acessa e um objeto aqui e outro lá foram transfigurados para dar origens aos bancos e mesas onde a comida contrabandeada da cozinha e as bebidas trazidas de Hogsmeade eram servidas. Um feitiço ilusório e confundos foram postos no lugar, evitando assim que qualquer funcionário ouvisse ou visse o que acontecia naquele período e um feitiço de contenção também fora usado para que o calor produzido ali se mantivesse e os aquecesse. Um velho tocador estava ao fundo, sendo trocado o tempo todo por alunos que discordavam do gosto musical alheio, mas alguns aproveitaram também o tema aberto e levaram os próprios instrumentos, quase parecendo um lual no inverto.

E por ser uma festa ilegal, obviamente, não havia qualquer regra, a não ser, é claro, que nenhum aluno dos anos inferiores ao sexto deveria entrar para que a fofoca não se espalhasse e perdesse a graça, mas quem disse que eles se importam realmente com isso?

INFORMAÇÕES:

  • Data: 28/08 até 31/08 (tempo de jogo, em tempo de trama durará não mais que algumas horas.
  • Horário: Agora!
  • Local: Perto do Lago Negro
  • Tema: Nenhum, mas abusem da roupa de frio

1gotprobl3ms  asked:

Você já teve um diário? Se sim, você escrevia pensamentos aleatórios, contava o que acontecia na sua vida ou os dois? Ainda supondo que sim, por que você escrevia?

Não kspoakspoa / cadê suas autorias? 

Manda uma pergunta interessante que reblogo autorias

bomba de arremesso manual

não havia contado aquilo pra ninguém antes, quando resolvi lhe falar, falei tudo de uma vez sem mastigar as palavras e só quando parei pra respirar fundo é que percebi que você já dormia, não me incomodava que você dormisse ao meu lado, ao contrário do que me acontecia com a maioria dos caras, mas quando você acomodasse o braço por cima da minha barriga ou estendesse a perna sobre as minhas, eu lhe afastaria sem constrangimento porque já nos conhecemos o suficiente pra eu poder lhe lembrar que não gosto de dormir aos abraços, que gosto muito de você e jamais deixaria que alguém lhe fizesse mal, mas nunca foi paixão, a paixão agora era um projétil explosivo que eu desmontaria silenciosamente, com a respiração suave, pólvora, eu não mudaria de ideia.