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Parlamento de Venezuela retrocede y acata fallos del Supremo

Parlamento de Venezuela retrocede y acata fallos del Supremo

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Parlamento de Venezuela retrocede y acata fallos del Supremo

El presidente de la Asamblea Nacional de Venezuela anuncia que los tres parlamentarios de oposición dejarán sus cargos

El presidente de la Asamblea Nacional de Venezuela, Henry Ramos Allup, ha afirmado este martes, en una entrevista con la cadena CNN en Español, que los tres diputados opositores recurridos por el Tribunal Supremo de…

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#AfricansBeLike at school #acata #Ijeomaafricanvines #GhanaiansBelike

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Triple Crown Drift at Pikes Peak International Raceway. Fountain Colorado, USA

Se ha publicado una nueva noticia en: http://www.leanoticias.com/2013/03/04/wow-este-pajarito-ataco-a-un-halcon-para-proteger-a-sus-crias-fotos/

¡Wow! Este pajarito atacó a un halcón para proteger a sus crías (Fotos)

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El Halcón de Harris es uno de los cazadores más temibles que vuelan los cielos. En parte por su temible pico y sus tres metros de envergadura. Pero eso no impidió que pequeño pájaro lo atacara.

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Un fotógrafo capturó el valiente pájaro mientras aterrizaba sobre la espalda del halcón para evitar cualquiera amenaza a su nido. Esto ocurrió en El Salvador. Señaló planetacurioso.com

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El halcón, llamado Chucky, volaba como parte de un entrenamiento cuando fue atacado por el diminuto adversario.

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El fotógrafo Gerardo Grassl, que capturó las escenas, dijo que el pequeño pájaro estaba muy contento por que había logrado su objetivo de proteger a sus crías, informa Daily Mail.

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Una gran cantidad de aves en la zona se alarmaron por la presencia del halcón pero el Benteveo o pecho amarillo como se le conoce al Pitangus sulphuratus, fue el único que se abalanzó para atacar, a pesar de que podría haber sido asesinado en cualquier momento.

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El pajarito sobrevivió al ataque audaz, mientras que el halcón simplemente continuó con su vuelo y se estrelló en el señuelo trazado por su entrenador.

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El pajarito cayó delante del halcón y se fue volando ileso.

A depender dos ânimos, todo debate sobre direitos reprodutivos tende a encerrar no mesmo beco: estes acreditam que aborto é assassinato, aqueles acreditam que não. Neste ponto da conversa, já importa pouco que o impasse tenha se reduzido a termos tão mínimos quanto distorcidos, o imperativo moral de que se servem os contrários não acata ponderação ou nuance, numa equação entre vida e morte a vida há de ganhar, sempre, ponto.

É compreensível que uma criatura indefesa seja apelativa e comovente, que sua existência baste e pareça eclipsar toda e qualquer circunstância que conduza a mulher à conclusão de que esta existência é incompatível com a sua própria. Há de fato embate entre vida e morte diante de nós, mas ele não se dá unicamente nos termos que os contrários ao aborto apresentam. É cínico negar que o feto é uma forma de vida, de vida humana, e que esta vida está sob risco quando o aborto se torna uma alternativa viável. Que algo se perde, desaparece, é evidente e irrefutável, mas em prol de quê desaparece e se perde? Qual o ganho na outra ponta, que de alguma maneira justificaria o aborto?

Tão inegável quanto a existência pulsante de vida, no feto, é sua condição precária e dependente, incompleta - cada vez menos, é verdade, conforme decorrem as semanas de gestação - em âmbitos fisiológicos, psíquicos, jurídicos inclusive. A condição de estar vivo é o nascimento que inaugura, este é o marco a partir do qual contamos o tempo de vida de uma pessoa e, neste debate específico, é sua proximidade que determina os limites do aceitável para a maioria dos favoráveis à legalização. Pois me parece também razoável que não se considere um feto de 2, 4, 8 semanas equivalente a um de 28, 32 semanas.

A precariedade da vida do feto é temporária, mas é absoluta enquanto dura. Há um período de tempo em que ele é mais uma potencialidade do que um corpo de fato, certamente ainda não é uma pessoa, ainda não nasceu, ainda não viveu. E sua presença, sua existência nesse mundo, ao longo dos meses até o nascimento e por vários anos ainda depois, depende da mulher que o gesta. Esta, sim, nada abstrata nem potencial, física e mentalmente apta, responsável por si, mergulhada em circunstâncias que a levam ao impasse de manter ou não uma gestação, arcar ou não com a  maternidade.

Pois associar um feto abstrato a uma mãe igualmente abstrata numa conversa é um recurso cômodo para julgamentos e falsas conciliações como “soube fazer, tem que criar”, “entrega para adoção”, etc. É tremendamente mais difícil encontrar equilíbrio se pensarmos, por exemplo, numa adolescente de 14 anos; ou numa caixa de mercado que quer se demitir; ou numa mulher num relacionamento abusivo; ou numa atleta no auge de sua carreira; ou numa estudante que trabalha de dia e faz faculdade à noite; ou numa mulher já mãe de 3 filhos, sem tempo ou dinheiro para um quarto. Muitas mulheres, também em situações adversas, abraçam alegres a ideia de um filho, mesmo não planejado. Outras sondam a possibilidade e pendem na indecisão mas acabam preferindo seguir adiante com a gravidez. No entanto para algumas os óbices são irrevogáveis e a decisão de interromper é tão consistente que elas se submetem a procedimentos perigosos e arriscam suas vidas em nome dela.

O fato de as mulheres no Brasil já fazerem abortos clandestinamente não funciona, para alguns, como argumento lógico para a legalização. O cerne desse argumento é socioeconômico e sua intenção é evidenciar quais mulheres morrem em decorrência da proibição, mas se isto não basta como retórica, então que sirva ao menos como mesura do comprometimento das mulheres com sua escolha e sua liberdade.

O aborto deveria ser descriminalizado e legalizado não porque já acontece (aos montes, clandestinamente), mas porque gravidezes indesejadas acontecem (apesar de tanto cuidado e informação). Acontecem simplesmente porque métodos contraceptivos são falhos, porque os organismos são únicos e respondem diferentemente a medicações e rotinas. Deve ser legalizado porque as circunstâncias muitas vezes nos ultrapassam e desafiam, porque o compromisso de dar à luz e criar um filho deve - deveria - ser feito com toda a consciência, vontade e coração.

Impressiona menos a força com que as pessoas defendem a vida do feto, do que sua convicção retilínea de que as mulheres, com suas vidas, planos, corpos e futuros, devem abandonar-se diante da contingência. Por que afiançar a leviandade, a inconsequência, a irresponsabilidade e a falta de alma das mulheres diante de uma decisão já tão crucial, tão custosa? Por que assombra tanto que mulheres tenham esse poder de decisão derminante sobre sua descendência? É um poder de natureza ética proporcional ao imenso poder fisiológico de gerar um ser humano, de oferecer o próprio corpo à gestação, ser ela mesma outra coisa além de apenas si, ser continente, refúgio, morada, fonte, nutrição. O acesso aos diretos reprodutivos - conceito há muito solidificado em países socialmente mais desenvolvidos - que nós as mulheres demandamos não está fora do escopo de nossa responsabilidade com a espécie humana, pelo contrário, é sua contrapartida.

- aline

Esquema para entender Neon Genesis Evangelion parte II

Parte I http://kurisarty-setsunacris.tumblr.com/post/138208594352/esquema-para-entender-neon-genesis-evangelion

Contiene Spoilers y algún que otro comentario por mi parte

Los pilotos principales de los Evas y su transfondo

-Shinji hijo de Gendo y Yui Ikari es un personaje muy humano lleno de inseguridades, complejos (en especial de inferioridad), se caracteriza por ser bastante depresivo (lo cual es comprensible en muchas ocasiones pero otras veces me parece sumamente exagerado en mi opinión). No se valora a si mismo, es muy sumiso (acata las ordenes aunque al principio se niegue, luego le manipulan y el aun sabiéndolo acaba haciendo lo que le piden) (en mi opinion debería ser algo mas egoísta o tener algo mas de voluntad al final acaba siendo así pero tarda lo suyo), y muy poco sociable debido a que posee el llamado Dilema del erizo por ello como no quiere lastimar a otros ni que le hieran acata lo que le dicen como mecanismo de defensa. Es el piloto del Eva 01 y al final es quien decide el destino de la humanidad cuando los planes de Gendo no salen como él espera. Su padre le abandona cuando muere su madre siendo aún un niño.

-Problema de Shinji cree que es prescindible y no necesario para nadie ni merecedor de ello, quiere ser aceptado y reconocido en especial por su padre.

-Dilema del erizo= las relaciones humanas son complejas como cuando dos erizos buscan darse calor pero al final acaban lastimando a quien mas cerca esta de ellos y así mismos.

-Rei Ayanami frustra los planes de Gendo uniéndose ella con Adam y Lilith convirtiéndose en un ser divino y deja a Shinji el destino de la humanidad si continua siendo una unidad o entidad  la humanidad o seres individuales a pesar del daño que podrán hacerle en un futuro. Piloto del Eva 00. Posee numerosos clones y es muy posible que el alma del Eva que pilota sea de uno de los clones de ella misma. Al principio era un personaje sin emociones prácticamente pero poco a poco se va volviendo mas humana. Su alma es la de Lilith y su cuerpo está basado en la madre de Shinji (recipiente humano del alma de Lilith). Ha sido sustituida 3 veces, es decir, ha habido 3 Rei Ayanami a lo largo de la serie con diferentes aspectos de su personalidad debido a las circunstancias que las rodeaban pero con cierta noción de lo que pasó en su vida pasada (o su anterior clon).

-Problema de Rei quiere una propia identidad porque no sabe quien es realmente o lo que es

-Asuka Langley Sohryu piloto del Eva 02.  Su madre participó en un experimento de contacto con la Unidad-02  quedó mentalmente inestable, creyendo que una muñeca de Asuka era su hija, esto fue a peor ya que estaba en tan mal estado psíquico que degolló a la muñeca y se suicidó. El alma del Eva 02 es el de la madre de Asuka. Después de haber sido derrotada en la batalla por Zeruel (Angel)  la auto confianza de Asuka (y, en consecuencia, su sincronización y eficacia como piloto) comienza a disminuir. Al final no se puede sincronizar con el Eva y cuando se enfrenta con Arael (Angel) acaba hospitalizada en estado catatónico.

- Problema de Asuka necesita alimentar su ego voraz pues es inestable busca un refuerzo de identidad debido a lo que le ocurrió en su pasado.

-Simbología de los tres pilotos de los Evas= referencia al cristianismo Shinji (figura de Adam), Rei (figura de Eva) y Asuka (figura de Lilith quien según el cristianismo/Biblia fue la primera mujer de Adam y primera mujer de la Tierra, pero Adam no se llevaba bien con ella por lo que fue desterrada y le pide una nueva mujer a Dios es decir Eva).

-Psicología y problemas que se plantean a lo largo de Evangelion: la identidad humana; las relaciones humanas y su complejidad; complejos ya bien sea de inferioridad (Shinji) o de superioridad (Gendo); la depresión; la soledad, el miedo ha ser herido y a herir a los demás; el rechazo; el abandono; y la valoración personal.

Tras el Tercer Impacto Rei hace que Shinji decida el destino de la humanidad, elige que vuelvan a ser seres individuales. Sale de la entidad como un ser individual, es decir, como era antes y se encuentra a Asuka (la humanidad puede iniciarse de nuevo el ser seres individuales, por lo que se reinicia lo ocurrido en el Tercer Impacto).

Todavía me pregunto

¿Es mucho pedir que te quedes un rato más?

¿Es muy cruel preguntar si tú también miras atrás?

¿Es muy egoísta pedirte que finjas que me amas?

Es gracioso cuando te grito que te vayas y te vas.

Cuando acatas mis órdenes sin siquiera rechistar.

De ti me enamoró que no te influían los demás.

¿Y querías que te quisiera así, bailando a mi compás?

Eu é que não me sento no trono de um apartamento...

A depender dos ânimos, todo debate sobre direitos reprodutivos tende a encerrar no mesmo beco: estes acreditam que aborto é assassinato, aqueles acreditam que não. Neste ponto da conversa, já importa pouco que o impasse tenha se reduzido em termos tão mínimos quanto distorcidos, o imperativo moral de que se servem os contrários não acata ponderação ou nuance, numa equação entre vida e morte a vida há de ganhar, sempre, ponto.

É compreensível que uma criatura indefesa seja apelativa e comovente, que sua existência baste e pareça eclipsar toda e qualquer circunstância que conduza a mulher à conclusão de que esta existência é incompatível com a sua própria. Há de fato embate entre vida e morte diante de nós, mas ele não se dá unicamente nos termos que os contrários ao aborto apresentam. É cínico negar que o feto é uma forma de vida, de vida humana, e que esta vida está sob risco quando o aborto se torna uma alternativa viável. Que algo se perde, desaparece, é evidente e irrefutável, mas em prol de quê desaparece e se perde? Qual o ganho na outra ponta, que de alguma maneira justificaria o aborto?

Tão inegável quanto a existência pulsante de vida, no feto, é sua condição precária e dependente, incompleta - cada vez menos, é verdade, conforme decorrem as semanas de gestação - em âmbitos fisiológicos, psíquicos, jurídicos inclusive. A condição de estar vivo é o nascimento que inaugura, este é o marco a partir do qual contamos o tempo de vida de uma pessoa e, neste debate específico, é sua proximidade que determina os limites do aceitável para a maioria dos favoráveis à legalização. Pois me parece também razoável que não se considere um feto de 2, 4, 8 semanas equivalente a um de 28, 32 semanas.

A precariedade da vida do feto é temporária, mas é absoluta enquanto dura. Há um período de tempo em que ele é mais uma potencialidade do que um corpo de fato, certamente ainda não é uma pessoa, ainda não nasceu, ainda não viveu. E sua presença, sua existência nesse mundo, ao longo dos meses até o nascimento e por vários anos ainda depois, depende da mulher que o gesta. Esta, sim, nada abstrata nem potencial, física e mentalmente apta, responsável por si, mergulhada em circunstâncias que a levam ao impasse de manter ou não uma gravidez.

Pois associar um feto abstrato a uma mãe igualmente abstrata numa conversa é um recurso cômodo para julgamentos e falsas conciliações como “soube fazer, tem que criar”, “entrega para adoção”, etc. É tremendamente mais difícil encontrar equilíbrio se pensarmos, por exemplo, numa adolescente de 14 anos; ou numa caixa de mercado que quer se demitir; ou numa mulher num relacionamento abusivo; ou numa atleta no auge de sua carreira; ou numa estudante que trabalha de dia e faz faculdade à noite; ou numa mulher já mãe de 3 filhos, sem tempo ou dinheiro para um quarto. Muitas mulheres, também em situações adversas, abraçam alegres a ideia de um filho, mesmo não planejado, e têm vidas plenas. No entanto, para outras os óbices são irrevogáveis e a decisão de interromper a gravidez é tão consistente que elas se submetem a procedimentos perigosos e arriscam suas vidas em nome dela.
O fato de as mulheres no Brasil já fazerem abortos clandestinamente não funciona, para alguns, como argumento lógico para a legalização. O cerne desse argumento é socioeconômico e sua intenção é evidenciar quais mulheres morrem em decorrência da proibição, mas se isto não basta como retórica, então que sirva ao menos como mesura do comprometimento das mulheres com sua escolha e sua liberdade.

O aborto deveria ser descriminalizado e legalizado não porque já acontece (aos montes, clandestinamente), mas porque gravidezes indesejadas acontecem (apesar de tanto cuidado e informação). Acontecem simplesmente porque métodos contraceptivos são falhos, porque os organismos são únicos e respondem diferentemente a medicações e rotinas. Deve ser legalizado porque as circunstâncias muitas vezes nos ultrapassam e desafiam, porque o compromisso de dar à luz e criar um filho deve - deveria - ser feito com toda a consciência, vontade e coração.

Impressiona menos a força com que as pessoas defendem a vida do feto, do que sua convicção retilínea de que as mulheres, com suas vidas, planos, corpos e futuros, devem abandonar-se diante da contingência. Por que afiançar a leviandade, a inconsciência, a irresponsabilidade e a falta de alma das mulheres diante de uma decisão já tão crucial, tão custosa? Por que assombra tanto que mulheres tenham esse poder de decisão de vida e morte sobre seus descendentes? É um poder de natureza ética proporcional ao imenso poder fisiológico de gerar um ser humano, de oferecer o próprio corpo à gestação, ser ela mesma outra coisa além de apenas si, ser continente, refúgio, morada, fonte, nutrição. O acesso aos diretos reprodutivos - conceito há muito solidificado em países socialmente mais desenvolvidos - que as mulheres demandam não está fora do escopo de nossa responsabilidade com a espécie humana, pelo contrário, é sua contrapartida.

TJ acata pedido do MPE e determina bloqueio de quase R$ 5 milhões de Prefeito Municipal e demais envolvidos na “Máfia dos Lotes”

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 3ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Barra do Garças, obteve liminar no Tribunal de Justiça, em agravo de instrumento, que decretou a indisponibilidade de bens até o montante de R$ 4,9 milhões do…

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GUAMARÉ RN-Moro acata inquérito exclusivo para sítio que era frequentado por Lula

GUAMARÉ RN-Moro acata inquérito exclusivo para sítio que era frequentado por Lula

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Jornal GGN – O juiz federal Sergio Moro autorizou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para investigar a suposta relação do sítio de Atibaia, em São Paulo, com a empreiteira OAS e outras empresas investigadas na Operação Lava Jato. O inquérito exclusivo ao caso foi aceito após a imprensa divulgar que o sítio era frequentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em nome de…

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RJ: Marcos Frota acata mudança de planos no desfile da Porto

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Inicialmente convidado para representar o palha&ccedil;o&nbsp;Carequinha, grande homenageado do desfile da Unidos do Porto da Pedra, agremia&ccedil;&atilde;o que desfilou na sexta-feira (05), no Samb&oacute;dromo carioca, Marcos Frota passou pela avenida descaracterizado. Mas igualmente feliz.</p>
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O ator acatou o pedido da dire&ccedil;&atilde;o da vermelho e branco de S&atilde;o Gon&ccedil;alo,…<p><img src=“http://ift.tt/1Q0mCHl; alt="RJ Marcos Frota acata mudanca de planos no desfile da Porto” title=“RJ Marcos Frota acata mudanca de planos no desfile da Porto” /></p>

UFC acata pedido de McGregor e muda pôster promocional de evento

Conor McGregor parece ter mais poder de argumentação com a alta cúpula do UFC do que veteranos e campeões d elonga data. Depois de reclamar do pôster oficial do show durante coletiva de imprensa para promoção de sua luta contra Rafael dos Anjos, o irlandês teve seu pedido atendido e a arte visual do banner foi alterada.

A informação foi confirmada por Dana White em conversa com o programa ‘The Grant and Danny Show’ nesta semana, quando o cartola revelou que a nova arte agora conta com o atleta europeu em posse de seu cinturão dos pesos-penas (66 kg) da organização.

“Conor fez seu argumento: ‘É uma superluta, eu sou o campeão e ele também é um campeão. Meu cinturão tem que estar representado mesmo que eu não o esteja defendendo’. […] Nós trocamos o pôster e os dois agora têm cinturões”, narrou Dana White.

A disputa entre os donos dos títulos dos penas e dos leves será realizado em Las Vegas no próximo dia 5 de março, como atração principal do show de número 196.

5 preguntas que hacerse antes de renunciar a tus proyectos

Originally posted by workaholics

Al emprender, cada uno de nosotros acata una serie de lineamientos morales propios a los que se mantendrá fiel durante toda la ejecución de sus ideas. Dentro de estos lineamientos, uno de los más importante debe ser aquél en el que se compromete a no renunciar fácilmente. Sin embargo, existen momentos en los que uno se plantea si es bueno continuar enfocando nuestro esfuerzo en el proyecto, o en el empleo en el que estamos actualmente.

Si bien la frase “no renunciar a tus sueños” es muy sonada dentro del ecosistema emprendedor y de negocios, también es cierto que debemos estar conscientes de qué tan bueno es continuar o dejar la idea por la paz.

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