abrisse

você já se sentiu com um nó na garganta?

você sabe que algo não está certo. que as coisas não são assim. que tudo está errado e precisando de conserto, mas você não sabe por onde começar. você não sabe de onde toda a tristeza vem. você consegue sentir o seu coração se quebrando e não consegue tomar nenhuma atitude que faça a dor amenizar.

é como se alguém arrancasse tudo de bom de dentro de você e simplesmente levasse pra longe e despejasse em um canto qualquer. você tenta caminhar até lá para resgatar, mas não consegue. não consegue porque não tem mais forças.

é como se um buraco se abrisse no seu peito e fosse ficando cada vez mais fundo. acabando com toda a expectativa de um recomeço.

De uma companhia qualquer, você virou a única que eu queria. De uma pessoa qualquer, você se tornou a melhor delas. De uma voz qualquer a sua é a que mais queria ouvir. De um sorriso qualquer, o seu virou o que eu mais queria ver quando abrisse meus olhos. De todas as risadas, a sua é a que tem o som mais bonito. E foi assim, do nada que você se tornou.
—  Nevada, 1994.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque sou intensa demais e quando se trata de tragédias, ser intensa, é ruim.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque já faz quatro meses que você tomou um rumo da sua vida e eu continuei parada aqui, como se meus pés estivessem fincados no chão.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque minhas crises de ansiedade aumentaram numa frequência insuportável, fazendo com que eu preferisse me isolar á contar para alguém como eu estava me sentindo.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque o amor tem me tirado o ar e eu já sofro de insuficiência respiratória.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque eu pensei em me matar e a última vez que pensei nisso foi em 2014 quando minha vida desandou um bocado porque-eu-não-sei-lidar-com-perdas.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque eu não consigo sair dessa relação sem deixar uma parte de mim pra trás. eu não consigo superar.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque dias atrás eu dei um murro na parede e quase esfolei a porra dos meus dedos. eu não sabia expressar como estava me sentindo.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque eu servi de colo para inúmeras pessoas e agora, só agora, precisei de alguém pra desabar e não havia ninguém.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque eu sentia cada músculo do meu corpo tensionar em angústia, travando as lágrimas nos olhos porque eu-não-aguentava-mais-chorar.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque quis arranhar meu corpo todo na esperança de que um buraco se abrisse e tudo o que sinto vazasse por ali. esperneei até sentir minha garganta pulsar porque meu coração estava em peso e eu nunca soube como aliviar isso.

eu voltei a frequentar o psicólogo porque eu não sei ser sozinha e pensar nisso me assusta. eu estou rodeada de pessoas e ainda continuo procurando pelo rosto de uma única só.

você.

Ela saiu de casa batendo a porta. Mas antes, ele tinha mandado ela tomar no cu. Mas antes, ela tinha pedido que ele pelo menos limpasse a merda que fez. Mas antes, ele tinha derramado vinho no tapete. Mas antes, ela tinha duvidado de que ele derramaria o vinho todo no tapete. Mas antes, ele tinha dito que derramaria o vinho todo no tapete. Mas antes, ela tinha dito que a culpa não era dela de ele não ter um emprego. Mas antes, ele tinha dito que ela não precisava jogar na cara que ele não tinha dinheiro nem para comprar um tapete. Mas antes, ela tinha dito que a mãe dela merecia respeito, afinal de contas era ela quem tinha mobiliado o apartamento, do ventilador ao tapete. Mas antes, ele tinha dito que a mãe dela era uma vaca. Mas antes, a mãe dela tinha saído do apartamento batendo a porta. Mas antes, ele tinha pedido que a mãe dela saísse, de preferência sem bater a porta. Mas antes, a mãe dela tinha dito que ele estava mais gordo. Mas antes, ele tinha dito que a mãe dela estava mais velha. Mas antes, a mãe dela perguntou se ele tinha conseguido o emprego. Mas antes, ele disse que a mãe dela chegar de surpresa era só o que faltava. Mas antes, a mãe dela tinha chegado de surpresa. Mas antes, eles tinham se beijado e pedido desculpas e prometido que não iam brigar. Mas antes, ele perguntou por que é que nada que ele faz nunca está bom. Mas antes, ela tinha reclamado que ele não sabia nem abrir um vinho. Mas antes, ele tinha tentado abrir um vinho. Mas antes, ela tinha sugerido que ele abrisse o vinho. Mas antes, eles tinham se beijado. Mas antes, eles tinham deixado os filhos na casa da irmã dele. Mas antes, eles tinham dito que seria uma noite linda. Mas antes, eles tinham passado no supermercado e comprado o melhor vinho. Mas antes, ela tinha dito que tinha muito orgulho do marido que ele era. Mas antes, ele tinha chorado porque não era assim que ele se imaginava aos 35. Mas antes, ele tinha sido recusado na entrevista de emprego. Mas antes, ela tinha dito que confiava cegamente nele. Mas antes, ele tinha dito que era só uma entrevista de emprego, e que nada estava certo ainda. Mas antes, eles tinham combinado de comemorar as duas coisas, o aniversário e o emprego novo. Mas antes, eles tinham acordado e percebido que, naquela noite, eles iriam comemorar sete anos juntos. Mas antes, eles tinham sido felizes. Isso antes.
—  Gregório Duvivier.
Às vezes me pego pensando o quão magnífico é ter te conhecido. Não nos vemos ou nos falamos com tanta frequência e eu sinto tanta saudade de você que até dói. Eu não posso afirmar que você também sente minha falta e nem posso te cobrar isso. A amizade não é um sentimento egoísta. Eu queria poder te abraçar mais vezes, sentir seu calor e sua presença. Queria que você se abrisse com mais frequência para mim e deixasse-me cuidar de ti quando se sentisse triste. Sua amizade é uma das coisas mais belas que eu tenho. Obrigada por ser esse meu porto seguro nos momentos mais difíceis, obrigada por ser uma pessoa boa que passa aos outros uma energia positiva, um amor que é real. Aprendi muito contigo sobre tudo e principalmente sobre os significados de carinho, de amigos de verdade. Eu posso ter vários amigos, aqueles amigos de bar, mas nenhum desses vão traduzir tudo que você me passa, tudo que você representa pra mim. A nossa amizade é aquelas que parece que vem de vidas passadas, você me conhece tão bem que parece que tem um manual de mim dentro da sua cabeça. Você é pra mim, e sempre será, a pessoa que vai segurar minha mão nos momentos de insegurança, me ceder ombro pra chorar em momentos difíceis e aquele que estará ao meu lado sorrindo comigo nos momentos de felicidade. E eu queria que soubesse que a reciproca é verdadeira, eu sempre estarei aqui por você. Então vamos lá, deixe-me saber o que passa na sua cabeça. Deixe-me saber se isso que eu sinto, você também sente. Deixe-me saber se você também me vê como o seu porto seguro, que pode contar comigo para todas as horas. Deixe-me entrar em sua cabeça e tentar arruma-la, tentar te ajudar em tudo que precisa. Mas, se eu não puder entrar, saiba que em mim, você sempre estará.
—  Escrito por Glória, Marcela, Bianca e Lu em julieta-s.
E eu te quis, e te quero pois você me olha como se eu fosse um ser de luz, e sou, essa luz só aparece quando te sinto tocar minha pele, essa luz só aparece quando me sinto a vontade, e só me sinto a vontade quando você está por perto. Eu te quero, e vou querer amanha porque você quis que eu abrisse meu coração e te deixasse entrar, diferente dos outros que só queriam que eu abrisse minhas pernas. Eu vou te querer amanhã e nas vidas futuras já que no momento que abrir meu coração e você fez morada eu percebi, que não me importaria de abrir minhas pernas pra te sentir mais profundamente, e sei, eu já era sua no momento que me tornei seu ser de luz.
—  p.m.
É uma sensação estranha quando algo muito bom parece estar chegando ao final. É como se um imenso e vago nada abrisse no peito no instante que termina, e fica aquele imenso branco. Às vezes você fica torcendo para tempestade passar logo, mas quando ela realmente termina, você entende que sempre amou a chuva.
—  A culpa é mesmo das estrelas? 
“Não me quebre, por favor…” Eu me lembro de repetir essas palavras várias vezes para mim mesma. Eu só queria que você não me ferisse, e abrisse um buraco dentro de mim, não me quebre, por favor. Era o meu único pedido, e veja só, você me quebrou.
—  Anna Paula Varella.
Vai levantar mais um dia sem saber o que fazer? Vai chorar de novo por aquelas razões patéticas sem aprender nada com isso? Descontar seu mau-humor em quem não tem nada a ver? Vai ter medo de lembranças, sabendo que quase ninguém nasce pra ficar junto, ou se quer encontra a tão sonhada alma gêmea? Vai se submeter a ser o que os outros querem que seja? Seja você na frente das pessoas. Não esqueça daqueles que gostam de você, por ser você, faça algo para ser lembrado. Faça as coisas por si mesmo, mesmo que não saia como o planejado. Tente outra vez. Creia em Deus e faça seu destino. Compreenda as pessoas. Seja paciente com seus pais. Busque a felicidade. Pense que pode ser melhor, como se o mundo não seria igual sem você. Imagine como seria gostoso estar deitado em um oceano azul, transbordando. A vida é isso: leve e ingênua. Fez algo errado? Concerte. Brigou com o namorado ou namorada? Nada melhor que um pedido de desculpa carinhoso. O dia está difícil? Está espantado com o presente? Com medo de ecos ou lembranças nostálgicas? Está ferido por causa de uma ilusão amorosa? Ninguém sabe como você se sente, mesmo tendo um amigo leal em que pode desabafar? Acorda cinco da manhã olhando pro teto, desejando que alguém abrisse a porta do quarto e dissesse que é louco por você? Está com saudade? Saudade. A palavra em si já é dolorosa. Senta a beira do poço e pesque um pensamento bom, um sorriso alegre que tenha visto, mesmo que não seja da pessoa que você goste. Busque sentido na vida, ao invés de culpa-lá. O destino é incerto, não é o que dizem? Mas, tem caminhos, ruas… Destinos começam por aí. As coisas mudam quando se tem coragem. Desfaz o seu nó. Seja como a planta que não floriu, que tem dentro de si. Não esqueça de quem é, porque isso pode te levar pra longe, que chegará o momento que se perguntará qual foi o cruzamento, a escolha errada. Se ainda dará tempo de voltar, ou deixará morrer nisso mesmo.
—  Máh Soares.
Eu me apaixonei por você tão naturalmente e espontaneamente que nem consegui perceber. Quando notei já estava aqui, parado na sua porta na espera que você me notasse, que você abrisse e me puxasse para dentro, e me amasse de volta e me quisesse assim como te quero.
—  Me conquiste, me cuide, me ame.
Meu marido é um voyeur...

Olá para todos, sou a Danielle tenho 23 anos e sou casada com o Ronny a quase 3 anos. Quero avisar a todos, principalmente as mulheres casadas que estiverem começando a ler esta historia que se tiverem rigidos principios morais fechem o texto agora e nao o leiam. Agora se estiverem dispostas a quebrar velhos tabus vao em frente pois assim como voces tambem norteei minha vida com muita moralidade ate o dia em que ocorreu esse evento, e a pedido do meu marido escrevi e aqui estou publicando.

Um dia meu marido me falou sobre manage, como nasci e me criei no interior eu nem sabia direito o que era, entao ele me explicou que muitos casais convidam outra pessoa para juntos se divertirem, sexualmente falando. Fiquei furiosa com ele pois pensei que ele estivesse querendo transar com outra mulher, entao num impulso de raiva perguntei a ele o que sentiria se eu transasse com um outro homem e fiquei mais perdida ainda quando ele me respondeu, tesao muito tesao. Nao disse nada apenas fiz sinal de negativo com a cabeça e fui dormir. O Ronny veio logo depois mas eu fingi que estava dormindo pois queria pensar direito naquela conversa. E fui noite adentro pensando, as vezes eu concluía que meu marido nao me amava mais, outras vezes ficava pensando em como seria transar com outro homem. A noite passou e na manha seguinte meu marido me pediu desculpas pelo que disse, eu perguntei se ele ainda me amava como antes, e ele jurou que seu amor em nada tinha mudado que eu poderia ter certeza disso, entao eu o abracei e beijei muito porque tambem o adoro demais.
Ele viajou naquela tarde e ficou fora 10 dias, apesar de conversarmos todos os dias por telefone eu ja nao aguentava mais de saudades, nas transavamos quase todos os dias e 10 dias sem ele era para mim uma tortura ja que aos 22 anos, sexo é coisa que vinha a cabeça toda hora, inclusive eu ansiava para que tocasse naquele assunto novamente, mas ele n?o falou mais nada sobre aquilo.
Numa sexta-feira o Ronny anunciou que no dia seguinte estaria de retorno e que me levaria a um motel para matarmos a saudade, fiquei tao feliz e desde que acordei no sabado tratei de cuidar de mim, fui ao salao de beleza, fiz massagens, me depilei toda como ele gosta e ate comprei lingerie nova para juntos comemorarmos a sua volta. 
Assim que ele chegou no sabado a tarde tomou banho e fomos jantar, de tanta ansiedade nao comi quase nada, pois nao via a hora de irmos ao motel, ainda mais que ele prometia ser aquela noite inesquecivel. Quando chegamos ao motel ele me deixou dentro do carro e entrou na recepçao e lá demorou uns 15 minutos, quando voltou desculpou-se pela demora e disse que estava fazendo o pedido da bebida que tomariamos na suite. Entrarmos ele foi logo tirando minha blusa e a sainha que eu usava, e fiquei muito feliz por ter notado e elogiado minha lingerie, era uma tanguinha bem pequena e delicada e um sutiã meia taça, que segundo ele ficou muito sexy em mim. Notei que o elogio era sincero porque senti que seu penis fazia volume ao encostar em meu bumbum, entao o chamei, sentei ao lado da cama e tirei sua roupa. Ao ver que ele ja estava excitado eu comecei a masturba-lo, ele colocou as duas maos em minha cabeça e eu entendi o que ele queria, alias eu tambem estava querendo sentir o seu penis na boca. Comecei a fazer sexo oral e estava tudo t?o excitante que nem percebi quando bateram na porta da suíte. Meu marido afastou minha cabeça e disse que deveria ser o garçon trazendo a bebida que ele havia pedido e mesmo pelado foi atender a porta. Fiquei sentadinha na cama aguardando ele voltar para continuarmos com aquele ato que estava me dando tanto prazer.
Escutei outra voz masculina conversando com meu marido na ante-sala e logo o vi entrando no quarto junto com um rapaz de pele castanha escuro, alto, forte, parecendo um segurança, trajando apenas uma sunga exageradamente cavada. Trazia em sua mao uma bandeja com o champagne e duas taças. Enquanto colocava a bebida nas taças o Ronny aproximou-se de mim, estendeu a mao, me levantou da cama e me beijou, eu falei a ele com tom ironico, que aquilo é que era serviço de quarto, me referindo ao rapaz. Meu marido deu um sorriso maroto disse que eu ainda nao tinha visto nada. O rapaz encheu as taças, deu uma ao meu marido e com a outra veio em minha direção, estendi a mao para pegar ele me pediu para por a bebida em minha boca. Olhei para o Ronny e ele fez sinal de afirmativo com a cabeça. O rapaz se posicionou atras de mim e levou a taça ate minha boca, enquanto eu bebia, ele com a outra mao acariciava meu ombro. O Ronny que ja tinha largado sua taça no balcao me olhava e ao mesmo tempo massageava o proprio pinto. Veio ate nos e pegou a taça da mao do rapaz, que aproveitou para com as duas maos massagear meus ombros. Imaginei tratar-se de um daqueles massagistas profissionais que atendem em domicilio e que eu receberia uma gostosa massagem relaxante antes do sexo. Confesso que estava muito bom sentir aquelas maos grandes massagearem meus ombros e por um momento ate esqueci que nos encontravamos num motel, meu marido pelado e eu apenas de roupas íntimas sendo massageada por um homem que eu nunca tinha visto.
Fui surpreendida quando as maos do rapaz seguraram meus seios. Me assustei, ao mesmo tempo me arrepiei toda, pois voltou a minha cabeça o motivo pelo qual estavamos no motel. Abri rapidamente os olhos e quando ia fazer uma reclamaçao pela ousadia notei que o Ronny se masturbava a toda velocidade, entao ainda meio confusa nao esbocei reaçao alguma. A confusao na minha cabeça aumentou ainda mais quando o rapaz desabotoou meu suti? e tirou-o do meu corpo, voltando a segurar meus seios e aperta-los firme mais carinhosamente. Aí num impulso de moralidade olhei preocupada para o Ronny, que percebendo minha reaçao parou de se masturbar, aproximou-se, me beijou e disse que eu sou o grande amor da vida dele. Pensem o desconserto das minhas id?ias, eu ouvia as palavras de carinho do meu marido e sentia as maos grandes daquele estranho espremerem meios seios, era uma confusao total na minha cabeça. 
 O Ronny afastou-se um pouco e eu senti as maos do rapaz deslizar pela minha cintura deixando enroscar os polegares nas cordinhas laterais da minha tanguinha e assim ele foi baixando as maos pelas minhas pernas abaixando junto minha lingerie ate o meio das coxas. O Ronny mais uma vez interrompeu sua masturbaçao, ajoelhou-se na minha frente e terminou de tirar a última peça de roupa que cobria meu corpo, depositando-a sobre a cama.
 Imaginem voces, eu estava totalmente nua na frente de um homem estranho quase nu, meu marido tambem pelado, excitado e se masturbando, voces conseguem imaginar a cena, O rapaz saiu de tras de mim e veio ate a minha frente onde os dois ficaram olhando meu corpo, o rapaz comentou que eu parecia uma menininha, imaginei que ele estava se referindo ao meu sexo por eu estar toda depilada. 
Meio que involuntariamente eu olhei em direçao da cintura do rapaz e vi que a sunga dele ja nao mais comportava ocultar por completo o volume que se formou dentro dela. Na minha cabeça passavam-se mil pensamentos, por um lado os principios morais me cobravam uma reação imediata de repodia aquilo tudo, e por outro lado meu corpo estava todo excitado e eu tremia inteirinha. Novamente o rapaz veio atras de mim, e com o canto dos olhos vi sua sunga cair sobre a cama ao lado da minha lingerie. Me contive a nao olhar para o corpo do rapaz temendo nao poder me controlar, pois ja imaginava o que a sunga estava ocultando, por isso me limitei a continuar imovel, talvez esperando compreender melhor aquela situação. Fiquei paralisada quando ele novamente pos as maos sobre meus ombros, ai decidi que mesmo excitada daquele jeito colocaria um fim naquela cena. Abri meus olhos procurando em meu marido reunir mais forças para resistir a tentaçao mas o vi olhando atentamente para nos, masturbando freneticamente o proprio pinto, e como se nao bastasse senti o membro duro do rapaz encostar no meu bumbum e ai nao tive mais forças de lutar pela moralidade. O Ronny se aproximou e levou a mao ate meu sexo, e sorriu para mim ao ver o quanto eu estava excitada, pediu que eu abrisse as pernas para que pudesse tocar melhor em mim, ao fazer isso o rapaz aproveitou para empurrar o seu membro entre as minhas coxas, me deixando montada sobre o seu pinto. Era demais sentir a pulsação do seu membro entre as pernas, O Ronny ainda apertava a cabeça do pinto do rapaz contra o meu sexo, de tao molhada que eu estava ele quase conseguiu penetrar em mim a ponta do pinto, mesmo eu estando em pé. Nao resisti e tive o maior dos orgasmos ali mesmo, lambuzando ao mesmo tempo o penis do rapaz e a mao do Ronny que insistia em pressionar daquele pinto contra o meu sexo. Foi um orgasmo tao intenso que me faltou forças nas pernas e se o rapaz nao me segurasse pela cintura teria caido no chao. Me levantou nos bra?os, colocou-me de bruços na cama e come?ou a beijar meu bumbum e logo estava passeando com a lingua pelo meu sexo, apesar da intensidade do orgasmo que acabara de ter nao consegui parar de sentir prazer, com os olhos fechados escutava o barulho que meu marido fazia ao se masturbar bem do meu lado.
O rapaz parou de me chupar pegou um edredon, estendeu no chao e me pos de joelhos sobre a coberta, sentou-se ao lado da cama abriu as pernas e me chamou para dentro delas, foi aí que eu tive a vis?o do paraíso ao ver aquele pinto, grande, grosso e rijo, as bolas penduradas para fora da cama davam a impressão de estarem pesadas, cheias de esperma dando a entender que aquele rapaz precisava e muito de sexo. De joelhos entre suas pernas e sem conseguir desviar o olhar do seu membro escutei ele dizendo ao meu marido que queria ser manipulado. O Ronny passando a mao no meu cabelo me mandou (com estas mesma palavras) ?bater punheta para o rapaz, segurei no seu membro e comecei a masturba-lo e parecia que quanto mais eu o manipulava mais duro ficava. O Ronny acompanhava tudo de perto fazia pequenas pausas em sua masturbação dizendo estar a ponto de gozar, o rapaz, me mandava tocar punheta e olhar para o meu marido e mostrar a ele como seu pau estava duro com o meu carinho. Senti as duas m?os do rapaz segurarem minha cabe?a e a puxando em direção ao seu membro, foi so abrir a boca e receber a ponta do seu penis que pulsava ao contato da minha lingua. Por varios minutos me entreguei de corpo e alma aquele ato de olhos fechados apenas ouvindo os gemidos do meu marido se masturbando e do rapaz que insistia em colocar o que podia aquele penis dentro da minha boca, muitas vezes quase me afogando. Escutei meu marido dizer alguma coisa que nao entendi e com o pinto na boca olhei para ele, e num segundo fui alvejada no ombro e nas costas por jatos fortes de esperma vindo do seu pinto, gemendo gozava muito me pedindo para continuar chupando o rapaz, sem tirar o penis da boca vi o pinto do meu marido ir aos poucos diminuindo a intensidade dos jatos até ficar apenas gotejando esperma no carpet, ele continuava gemendo e quase chorando de prazer, balançando seu penis que agora um pouco menos duro mas ainda volumoso. 
Assim que o Ronny terminou de gozar, o rapaz afastou minha cabeça do seu membro, levantou-se e cobriu com o hedredon um balc?o que tinha no meio do quarto, me pos sentada sobre o balcao e posicionou-se entre minhas pernas, meu marido atras de mim me apoiava as costas e enquanto brincava com meus seios o rapaz passava a ponta do pinto no meu sexo, me deixando maluca. Ent?o vagarosamente foi forçando a entrada daquele membro no meu corpo. Meu sexo nao estava acostumado com aquele tamanho e mesmo muito excitada nao conseguia relaxar o suficiente para acolher aquele colosso dentro de mim. Mas com muita paciencia ele foi me invadindo lentamente e apesar do aspecto rude o rapaz foi ganhando a minha confian?a e carinhosamente colocando seu pinto dentro de mim me fazendo ter varios orgasmos durante a penetração. Assim que introduziu grande parte do membro ele parou um pouco e deixou meu corpo se acostumar so entao deu inicio aos movimentos de vai e vem me fazendo perder o juizo e gozar alucinadamente aos gritos com o meu marido mordendo a ponta da minha orelha. Por quase uma hora meu corpo foi explorado pelo rapaz, quando anunciou que ia gozar me deitou no balc?o e encostou a ponta do pinto quase explodindo na minha boca e mal eu passei a lingua ele começou a despejar esperma na minha boca, era tanto liquido que precisei engolir um pouco para nao me afogar. Apontou o pinto para os meus seios e ali soltou mais uma esguichada e acabou em cima do meu sexo e nas coxas, depois ainda subiu novamente com o membro ja um pouco mais mole e espalhou esperma por todo o meu rosto. 
Me elogiou muito como mulher e foi tomar banho. O Ronny me pegou nos braços e deitou-me na cama e novamente me deu mais uma prova do seu grande amor pois nao teve preconceitos de beijar minha boca e meu rosto mesmo eu estando toda lambuza de esperma de outro homem. Pegou a camera e tirou varias fotos para somente depois me enxugar. Assim que o rapaz voltou do banho fomos eu e meu marido para o chuveiro ai procurei retribuir um pouco do prazer que eu havia sentido, masturbei e chupei seu penis ate faze-lo gozar na minha boca provando que a partir daquele dia eu começava a gostar de sentir esperma nos labios, ate nao pelo gosto mas por sentir que nos mulheres mesmo com nossa fragilidade conseguimos atravez de nossa delicadeza e maciez acalmar corpos tesos e rudes.
Quando terminamos nosso banho, havia mais uma garrafa de champagne sobre a mesa, tomamos e eu estava morta de cansada deitei e peguei no sono ouvindo os dois conversando na ante-sala. Acordei no outro dia estava morrendo de fome, escutei barulho do meu marido arrumando a mesa na ante-sala, levantei e me deparei com uma mesa linda super arrumada e cheia de delicias. Um lindo buquet de flores enfeitava o meu lugar, com o buquet um cartao agradecendo pela noite, assinado pelo nosso mais novo amigo. Sob a minha xicara uma caixinha preta com um maravilhoso anel, presente do meu marido com muitas juras de amor. Com todos esses mimos e fiquei devedora pois tambem tive a maior noite de prazer da minha vida…
♤👰🐮💜

Reaction: Os encontrando somente de cueca/toalha

OBS: Oi bolinhos! Bom, queria dizer q adorei o pedido, mas não sei se o reaction ficou bom shuahsa Eu estava meio cansada quando o escrevi, então se não alcançar as expectativas, me desculpem e não desistam de mim shahsaush

• Jungkook • 

 O mais novo do grupo não teria problemas em lhe fazer ficar vermelha assim que você abrisse a porta do quarto em busca de seu casaco. 

 – Oh! - você diria um pouco assustada tampando o rosto - me desculpe Kookie!  

– Desculpar? - ele diria lhe empurrando para a cama - você queria me ver assim, não é? 

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Eu queria poder entender o que é isso tudo, as vezes passa, mas do nada me vem à tona, por favor, não se cale, me diga alguma coisa, me chacoalhe, me bata, vamos reaja, não ter nenhuma reação tua me da desespero, me da vontade de chorar e você mais do que ninguém sabe que eu odeio chorar. Não da pra ficar assim, sentindo tudo isso, como se algo abrisse o meu peito a cada vez que escuto teu nome, ou quando você me chama e vem me dizendo todas aquelas coisas e depois se afasta, não me deixando nenhuma certeza de que tudo isso é verdade. Eu estou a ponto de desistir de você e eu não queria isto, eu gosto de lutar por você, eu gosto quando você me da motivos para lutar, mas isso cansa, cansa lutar e lutar e não sair do lugar, não chegar perto do meu prêmio. Então essa é a hora, vamos me diga alguma coisa, não fique ai me olhando com essa cara de “Eu também não sei o que fazer” porque só você pode me dar essa resposta, não me deixe sair andando, por favor, você sabe que se eu for, eu não volto, então faça algo, faça algo agora, por favor.
—  João Paulo Ferreira.