a-pedido

STATUS: Sinto falta, mas você não merece saber

Eu sinto a tua falta, mesmo, não é apenas saudade!

A verdade é que sinto a tua falta e você sabe, mas finge não saber.

Sinto falta de tanta coisa, dos mínimos detalhes que só a gente sabe.

Sinto falta dos nossos domingos sem fazer nada, nunca precisamos de muita coisa, apenas a nossa vontade em estarmos de mãos dadas.

Sinto falta do frio na barriga que surgia quando você estava prestes a chegar.

Não importa o que eu estivesse a fazer, o meu pensamento era cheio de lembranças nossas.

Nunca existiu um dia, sequer, que você não tenha invadido a minha mente a ponto de me fazer perder a noção da hora e lugar.

Você era um vício, algo que me dominava dos pés à cabeça.

Sinto falta de compartilhar contigo as minhas vitórias e derrotas. De te ligar, no meio da noite, só para ouvir a tua voz de sono e dizer o quanto eu te amo.

Sinto falta da tua preocupação excessiva, quando me pedia para avisar que cheguei bem em casa ou que estava tomando o remédio certinho para me curar de um resfriado qualquer.

Sinto falta da tua gentileza, de quando me empestava o teu casaco quando eu estava a morrer de frio.

Sinto falta de te abraçar e saber que tenho um porto seguro, de sentir que tenho alguém para me proteger e cuidar.

Sinto falta de aprender contigo tudo o que você me ensinava.

Sinto falta do teu toque, que secava as minhas lágrimas quando elas insistiam em cair.

Sinto falta de você me dizendo que tudo iria ficar bem, que era apenas uma fase difícil, mas que estaria comigo para me ajudar.

Sinto falta de ler o teu nome no meu telefone, seja de uma ligação para lamentar a saudade ou uma mensagem para dizer que estava feliz porque nos íamos nos encontrar mais tarde.

Sinto falta da nossa calma, quando pedíamos um ao outro para ter paciência e para respirar um pouco mais fundo quando algo não corria bem.

One Shot Louis Tomlinson

  • Pedido -  Hey faz um do lou que ele bate nela e ela perde o bebe ( ele tá bêbado e n sabe da gravidez) depois meses ela perdoa ele? ❤

(Parte I)

Respirar que era uma coisa tão fácil se tornou difícil para mim, meu corpo dói, eu quase não consigo enxergar o teto branco com meu olho esquerdo por estar bastante inchado, minha alma dói e principalmente o meu coração. Meu filho que nem havia se formado ainda foi tirado de mim, mesmo com os poucos dias eu já o amava, desde quando soube de sua existência eu ansiava por sua vinda, mas ela não acontecerá. Não mais.

Eu tive que mentir depois que eu estava um pouco mais consciente para responder as perguntas dos médicos, eles queriam saber quem tinha feito o que fez comigo e eu apenas sussurrei que eu havia sido assaltada. Eu não poderia falar que meu marido tinha me espancado e matado nosso filho, eu não quero vê-lo preso.

Só de pensar em tudo lágrimas correm de meus olhos sem permissão, as palavras da noite passada ecoam por minha cabeça e o que aconteceu rebobina em minha mente como um filme em replay.  

Com as mãos apoiadas sobre minha barriga e os olhos focados no teto branco do hospital, eu assisto tudo se repetir em minha mente.

•°• Flashback °•°

Louis está demorando a chegar e isso me preocupa, ele já deveria estar em casa há horas porque seu horário no trabalho não termina tão tarde. Eu tento criar em minha cabeça possíveis imprevistos no trabalho para toda a demora, mas eu não consigo me convencer de que está tudo bem.

Olho mais uma vez no relógio vendo que já haviam se passado meia hora desde a última ligação que fiz para o celular dele, sem resposta. Uma luz de farol de carro ultrapassou a janela que estava com as cortinas abertas, refletindo a parede do quarto, me levanto da cama devagar e dou os passos necessários para chegar a janela, podendo ver o carro de Louis mal estacionado sobre o canteiro em frente a casa.

Saio do quarto em disparada até a sala o vendo entrar cambaleante, deixando a chave na mesinha ao lado da porta e jogar seus sapatos de qualquer jeito no canto. Ele teria que me dá uma  boa explicação para tanta demora, já é de madrugada.

— Eu passei a noite a sua espera… Você não poderia ter avisado? — paro no final da escada o encarando com uma mão na cintura.

Louis se virou para me olhar e um sorriso cresceu em seus lábios enquanto seu olhar descia por todo o meu corpo, eu me senti nua, mesmo estando com uma camisola um pouco a cima dos joelhos. Seu olhar me deixou extremamente desconfortável, mesmo se tratando do meu marido.

— Amor… Eu quero tanto você. — ele se aproxima com o sorriso ainda intacto em seu rosto — Tanto.

Assim que está a minha frente, seus braços enlaçam o meu corpo contra o seu e sua boca se encontra com a minha em um beijo completamente desconexo, não há ritmo, é tudo muito babado e insano. Suas mãos até então em minha cintura descem adentrando por baixo da minha camisola enquanto ele me empurra contra a parede apertando meu corpo com os seu, tento empurrá-lo, mas seu aperto em minhas bunda é tão forte que parece que ele quer arrancar minha carne, está me machucando. É um pouco trabalhoso até que eu consiga colocar minhas mãos espalmadas em seu peito o empurrando fortemente para longe desconectando nossas bocas e o fazendo dar dois passo para trás.  

Ainda um pouco confusa fico o encarando tentando entender o que está acontecendo e ele me encara com os olhos azuis um pouco caídos como se processasse o ocorrido. Sem dizer uma palavra, ele apenas levanta a mão e acerta o meu rosto com um tapa voltando a agarrar meu corpo enquanto chupa meu pescoço com força.

— Louis! — com os olhos repletos de lágrimas falo seu nome um pouco alto ainda sem compreender muito bem o que está acontecendo. Só pode ser um pesadelo.

— Cala a boca! — ele murmura autoritário ainda com a boca em meu pescoço e eu tento afastá-lo a cada segundo.

— Me larga, Louis! Por que você me bateu? — o empurro com pouco mais de força e ele grunhe irritado.

— Vamos transar! — ele faz menção de vir até mim novamente e eu apenas desvio indo para o outro lado.

— O que deu em você? — minha voz já está embargada pelo choro que tento com muito esforço segurar, meu rosto arde.

— Eu disse que vamos transar! — ele esbraveja cerrando os dentes em seguida.

— Não! Eu não vou fazer nada com você nesse estado. — olho em seus olhos e sua feição parece mais furiosa depois do que eu disse.

Eu tive a certeza de que ele não gostou do que eu disse quando segundos depois meu corpo foi ao chão com um soco certeiro que ele deu em meu olho. Fechei e abri os olhos de cabeça baixa vendo o chão um pouco embaçado e minha cabeça parecia ter dado um giro 360 graus.

— VOCÊ NÃO ME SERVE PARA NADA! — escuto seu grito que parece longe enquanto eu tento focalizar meu olhar em seu rosto e em seguida sinto uma forte dor em minha barriga causada por um chute.

A primeira coisa que penso ao sentir a imensa dor me atingir é em meu filho, aperto meus olhos passando um braço sobre minha barriga e tenho minha boca aberta sem conseguir produzir nenhum som. Escuto Louis resmungar alguma coisa que não consegui entender e logo depois seus passos na escada, ele me deixou jogada no chão sem ao menos se importar.

A dor em meu abdômen só crescia e quando eu abaixei a cabeça para olhar minha barriga, pude ver o sangue entre minhas pernas. Meu desespero cresceu e eu me esforço para arrastar meu corpo até o sofá onde consigo pegar o meu celular.

O número da minha mãe está na discagem rápida, mas ela não poderá fazer muita coisa já que a casa dela é um pouco longe. Rolo rapidamente a lista de contatos até achar o número do porteiro, aperto o verde logo em seguida, enquanto escuto o telefone chamando sinto meus olhos pesarem e tento inutilmente mantê-los abertos. Quando posso escutar a voz do outro lado me sinto um pouco mais aliviada.

— Eu… Eu preciso de ajuda… — sussurro respirando pesadamente — Salva o meu bebê…

•°• Flashback off °•°

Isso é tudo o que eu me lembro até acordar no hospital sem as dores que eu sentia, com uma roupa completamente diferente da que eu estava vestida e a esperança de ainda ter o meu bebê em meu ventre.  

O médico me disse que eu ficaria um pouco grogue pelo efeito dos remédios para dor e me perguntou sobre o que havia acontecido, para não ferrar com o Louis eu disse que fui assaltada e minutos depois, após trocar meu soro, ele disse que eu teria que ser forte e outras coisas para então dizer que eu não gerava mais uma vida. Meu bebê estava morto.

Ao ouvi as palavras “O bebê não resistiu" meu coração disparou e eu não sabia o que fazer, eu tinha planos para esse filho e eu o amava como se fossemos apenas um e agora ele não está mais comigo. Essas palavras foram tão duras quanto as que Louis gritou antes de matar uma parte de mim.

O médico disse que me deixaria sozinha e sem receber uma resposta, ele saiu da sala. Meus olhos estavam focados no teto branco enquanto minha mente trabalhava sem parar fazendo perguntas as quais eu não tenho a resposta.

Por que o meu bebê teve que ir? Por que isso teve que acontecer comigo? Por que o Louis não poupou pelo menos a minha barriga? Por que eu ainda estou viva? Por que… Por que… Por que…  

Tudo isso parece tão injusto, é injusto eu não ter a oportunidade de ver o meu filho… É injusto ele não conhecer o mundo.

A porta abriu e logo se fechou lentamente, eu não me dei o trabalho de olhar quem entrava e alguns passos que eu pude escutar depois, senti uma mão acariciar o meu cabelo e logo o rosto de Louis estava de frente ao meu possibilitando que eu o vesse.

— O que fizeram com você, meu amor? — sua voz é calma e sua pergunta fez com que lágrimas escorressem pelo canto de meus olhos.

Eu não consigo lidar com o misto de raiva, dor, tristeza, mágoa e vazio dentro de mim. Eu apenas fiquei com os meus olhos focados no rosto de Louis, que agora está impossibilitando que eu encare o teto; seus olhos estão marejados transmitindo dor.

Mas a dor transmitida por seus olhos não chega nem perto da dor física e emocional que ele me proporcionou.



Espero que tenham gostado, eu passei a madrugada escrevendo e logo terá a segunda parte :)

Me digam o que acharam, deixem o seu gostei e eu amarei você ainda mais ❤

Esse é o último pedido da lista, mas os pedidos ainda não estão abertos.

All The Love  

- Tay

Esse texto não é um pedido para voltar comigo, esse texto é o desabafo da minha alma, do meu coração e de quanto sinto sua falta. Eu não entendo porque quando você estava comigo eu só reparava nos teus defeitos e agora eu vejo tudo de bom que você é, eu vejo que seu sorriso é o mais lindo, e que até sua mania ridícula de cheirar a comida faz falta. Sinto falta de quando deitava com você e não me deixava dormir. Sinto falta dos diversos penteados que fazia no seu cabelo, sinto falta de bagunçar o teu cabelo. Sinto falta de olhar você lavando os pratos e dizendo que só estava fazendo aquilo  por causa da minha mãe. Sinto falta de você implicar comigo para ir pelo elevador enquanto eu  queria ir pela escada. Sinto falta de ir correr com você, mesmo quando a maior parte do caminho você parava e reclamava. Sinto falta de ver as fotos das flores que você tirava. Sinto falta de suas mensagens avisando como a lua estava linda. Sinto  falta de você arranhando minhas costas enquanto eu estava quase dormindo. Sinto falta de você virando a bochecha para eu encher de beijinhos, e sinto falta de você reclamando quando eu não beijava. Sinto falta de você falando para minha mãe: esse menino não tem jeito mesmo. Sinto falta de quando você ficava esperando eu me arrumar e falando tira a tolha da cama, menino. Sinto falta de você dizendo que só tomava meu café porque me amava, pois era péssimo. Sinto falta das suas comidas vegetarianas loucas. Sinto falta de seus pais dizendo que dessa vez estávamos durando. Sinto falta de ter sua companhia na casa de minhas tias no domingo e elas sentem sua falta. Sinto falta de ver ver Layla pulando em você quando vinha para cá. Sinto falta de quando íamos passear e ela fazia as necessidades dela e você mandava eu pegar porque era feio deixar na rua. Sinto falta das viagens e dos planos que não aconteceram. Desculpa ter sido o idiota que partiu o seu coração, desculpa ter ido embora com outro alguém e desculpa mais ainda não poder reparar isso, eu queria.
—  Iasmim Silva
Admins Reaction(?)  Which role each admin have according to the personality of NCT members (Qual papel cada adm tem de acordo com a personalidade dos membros do NCT)

Esse foi um bom pedido haha! Sinto muito pelas adms que não são seus bias ÉSSE DOIS!

~Adm Rabbit~

Adm Rabbit  (Jaehyun): Being the eldest admin, i know a lot about the “life things” also i’m super cute and you can even think that i’m naive when you meet me for the first time, haha but i’m not! // Sendo a adm mais velha, eu sei muito sobre “as coisas da vida” também sou super fofa e você até pode achar que eu sou ingênua quando me conhece pela primeira vez, haha mas eu não sou!

Originally posted by xmnghrs

Adm Rice Opener (Haechan): Rice Opener is the mood maker, she do the most part of our jokes like for example the “hit on” joke! And she can do this shit face like Haechan! // Rice Opener é a engraçadinha, ela faz a maior parte das nossas piadas como por exemplo a piadinha do “da encima”! E ela consegue fazer essas caras de merda que nem o Haechan!

Originally posted by jenosgf

Adm Hiyeonji (Mark): She is our maknae, can you believe in this? I think that she is like Mark, in some areas she is our cute maknae but in the others she is our smart leader! // Ela é nossa maknae, dá pra acreditar nisso? Eu acho que ela é como Mark, em algumas áreas ela é nossa maknae fofinha, em outras ela é nossa líder esperta!

Originally posted by johnniesuh

Adm Boonon (Doyoung): I wanted to be Doyoung *sigh*, so she is Doyoung cause she is always giving in our asses (when she starts to be mean with us we give her a Xiumin treatment) ,bye! // Eu queria ser o Doyoung *suspiro*, então ela é o Doyoung por que ela sempre está dando na nossa cara (quando ela começa a ser má com a gente nós damos um tratamento de Xiumin para ela), tchau!

Originally posted by taesyong

Adm Myuta (WinWin): Myuta have just “one line in our song” but she is always being attacked by us (like haters attacking Sicheng) and she can’t defend herself from us, also sometimes the admins try to protect her from the others admins(?) haha! // Myuta só tem “uma linha na nossa música” mas ela está sempre sendo atacada por nós (como haters atacam Sicheng) e ela não consegue se defender de nós, também as vezes as adms tentam proteger ela das outras adms(?), haha!

Originally posted by chokemewinwin

PLEASE LOVE ALL THE ADMINS! ❤ // POR FAVOR AME TODAS AS ADMS!  ❤

fica?

ela sempre vem
a vontade de ir embora
ela é avassaladora
insegura
vezes vem e vezes vai
o rosto do outro azeda
perde o brilho
não indica o caminho
eu murcho,
quero ir embora
o peso martela a consciência
então por que fiquei?
tenho mesmo que ir embora?
ela diz que sim
o rosto seca
a lágrima é resiliente
eu entorpeço
as mãos pairam sobre o meu colo
há um pedido
sempre há
fica?
corro desesperadamente
por favor
fica
eu sussurro
“não sei ficar”
então corro
ele corre
o toque se refaz
ele cansa
fica?
eu corro mais uma vez
ele corre
eu me estabaco
ele me alcança
fica?
“mas eu…”
ele me toma
direções contrárias
vento sob a face
me estapeie
eu suplico
me ensine
me force
ele grita em retorno
eu me desfaço mais uma vez
o que tá feito, tá feito
a gente grita de dentro pra fora
todos olham a luta interna
externa
ele me abraça sem respirar
diz
“eu nasci pra te amar”

fico.

Conversando com um curtidor gente fina lá da page, notei que seria mais… como posso dizer… abrangente - talvez - legal e etc, eu dar uma ampliada na ‘’saga dos bregas nostálgicos’’, arrastá-la para uma ‘’saga de qualquer coisa nostálgica’’, já que há muuuita música que embalou (alguém ainda usa ‘’embalou’’?) a infância de muita gente (e a minha) durante os anos 90 e 2000 e lá vão os jegues.

Então inauguro essa bifurcação com a música Convite De Casamento daquele moço, o Vavá, hsdhjkkuda.

P.S.: música indicada pelo plásticonauta Hugo Nascimento.