a fase

madnesstherapy  asked:

Buongiorno, sono arrivato a un punto della mia vita in cui ho un dubbio. Cosa posso/devo fare? Ho 20 anni, mi sono diplomato lo scorso in ambito commerciale ma stare a una scrivania a fare calcoli e cose non credo faccia per me, ma comunque non so che fare sono in quella fase in qui voglio andare a vivere da solo ed imparare, fare mille corsi mille cose ma non so di cosa : come si fa a capire (ho guardato test che ti indicano ma fanno cagare) cosa fare nella vita? Comefaccio a sapere ilmioscopo?

Il tuo scopo è quello che matura attraverso i tuoi interessi,  madnesstherapy .
Non ce ne sono altri se non quello della tua sopravvivenza economica e sociale.
Non me ne hai parlato, quindi deduco che non sia una priorità.
Ecco, se è così, prova a spostare la tua attenzione sul fatto che se vuoi andare a vivere da solo, devi anche conquistare una tua autonomia economica e un lavoro che te lo consenta.
Se fare calcoli non ti piace, pensa che sarebbe un mezzo indiretto per permetterti altro; cioè quello che sarà davvero il tuo principale interesse.
Intanto sarai fortunato se potrai trovare un lavoro nell'ambito commerciale. Questo sarebbe già una conquista e una partenza.

“Ela é aquela garota cheia de fases. Um dia, sorri, no outro, fecha a cara. Ela tem um sorriso doce, mas o olhar é misterioso. Ela não sabe o que quer. Aliás, uma hora ela quer tudo, outra hora, não quer nada. E vive procurando sentido pra vida. Vive cheia de perguntas e totalmente sem respostas. Ela deseja calmaria em certos momentos, e em outros, tudo o que mais quer é que algo surpreendente aconteça. Ela tem um jeito grosso, mas isso esconde o quão amável ela é. Ela pode ser gentil, mas também sabe ser malvada. Ela ama demais, embora não goste de demonstrar isso. Toda a frieza apenas é uma máscara para se proteger. Ela já se machucou tanto, que tem medo, que se perdeu no mar de sentimentos dentro dela”

Os amigos não precisam estar ao lado para justificar a lealdade. Mandar relatórios do que estão fazendo para mostrar preocupação. Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Temos o costume de confundir amizade com presença e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão. Amizade não é dependência, submissão. Não se têm amigos para concordar na íntegra, mas para revisar os rascunhos e duvidar da letra. É independência, é respeito, é pedir uma opinião que não seja igual, uma experiência diferente. Se o amigo desaparece por semanas, imediatamente se conclui que ele ficou chateado por alguma coisa. Diante de ausências mais longas e severas, cobramos telefonemas e visitas. E já se está falando mal dele por falta de notícias. Logo dele que nunca fez nada de errado! O que é mais importante: a proximidade física ou afetiva? A proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo pode ser um álibi ou cúmplice ou um bajulador ou um oportunista, ambicionando interesses que não o da simples troca e convívio. Amigo mesmo demora a ser descoberto. É a permanência de seus conselhos e apoio que dirão de sua perenidade. Amigo mesmo modifica a nossa história, chega a nos combater pela verdade e discernimento, supera condicionamentos e conluios. São capazes de brigar com a gente pelo nosso bem-estar. Assim como há os amigos imaginários da infância, há os amigos invisíveis na maturidade. Aqueles que não estão perto podem estar dentro. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades e os valorizo com o frescor de um encontro recente. Não vou mentir a eles, “vamos nos ligar?”, num esbarrão de rua. Muito menos dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento. Eles me ajudaram e não necessitam atualizar o cadastro para que sejam lembrados. Ou passar em casa todo o final de semana e me convidar para ser padrinho de casamento, dos filhos, dos netos, dos bisnetos. Caso encontrá-los, haverá a empatia da primeira vez, a empatia da última vez, a empatia incessante de identificação. Amigos me salvaram da fossa, amigos me salvaram das drogas, amigos me salvaram da inveja, amigos me salvaram da precipitação, amigos me salvaram das brigas, amigos me salvaram de mim. Os amigos são próprios de fases: da rua, do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, da faculdade, do futebol, da poesia, do emprego, da dança, dos cursos de inglês, da capoeira, da academia, do blog. Significativos em cada etapa de formação. Não estão em nossa frente diariamente, mas estão em nossa personalidade, determinando, de modo imperceptível, as nossas atitudes. Quantas juras foram feitas em bares a amigos, bêbados e trôpegos? Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade.
—  Fabrício Carpinejar.