a pequena dele

Pessoas do bem, quero agradecer a cada pessoa que me segue, que gosta de mim, que me acompanha postando minhas loucuras e opiniões aleatórias. Sei que tretei com muita gente e não me arrependo porque hoje em dia a malícia se encontra na internet através de mentiras com o intuito de ganhar seguidores, pena, compaixão e até mesmo dinheiro. Gosto das pessoas que me seguem e acho justo vocês ficarem atentos a verdade, pois, internet não é terra de ninguém. Sou muito agradecido aos elogios e a quem lê meus textos (mesmo que sejam poucos). Apesar de vocês não fazerem parte do meu dia inteiro, conseguem participar de uma pequena parte dele e isso já é muito pra mim. Respeito muitos vocês e sou apaixonado por cada estado do Brasil, isso me enche de vontade de viajar. Se eu pudesse conheceria todo mundo daqui pra aprender coisas novas. Vocês são 10. Obrigadão!

One Shot Harry Styles

  • Pedido - Faz um q a filha da sn está com câncer, mas não está muito avançando e o Harry é o palhaço do hospital( pode ser o médico tbm mas q brinque com as crianças) e ele e a sn começam a ter um caso


(Seu nome) tem evidentes olheiras abaixo dos olhos e boceja ao lado da cama de sua menina enquanto a pequena desenha em seu pequeno caderno com alguns lápis de cores espalhados por sua cama.

Desde que a quimioterapia começou, a pequena criança acorda durante a noite chorando e vomitando para o desespero de sua mãe. A mulher sabia que era um efeito colateral, assim como a queda do cabelo, mas não deixava de sentir dor ao ver sua filha de quatro anos passando por tudo aquilo. (Seu nome) sabia também que mesmo muito nova e com um tumor pequeno, a menina era uma guerreira por passar por tudo aquilo com um sorriso no rosto. Eram raras ás vezes que ela resmungava, somente quando o enjôo estava muito forte.

— Mamãe, eu desenhei nossa família. — a pequena disse animada sorrindo enquanto estendia o caderno em direção a mãe.

— Você tem muito talento, minha filha. — (seu nome) sorriu pegando o caderno em suas mãos.

O desenho era quatro pessoas desenhadas de forma desajeitada e representava a pequena, sua mãe e seus avós. Todos estavam sorrindo, a menininha não se desenhou com cabelo e (seu nome) soube que ela está reagindo bem depois que teve que cortá-los.

(Seu nome) foi mãe solteira porque seu namorado a abandonou quando descobriu que ela estava grávida, no começo ela ficou mal, mas decidiu que foi melhor daquele jeito porque ela se aproximou de seus pais de uma forma que nunca havia se aproximado. Eles estavam mais próximos do que nunca e estavam muito felizes com a bebê que logo chegaria.

Foi um baque para eles quando em exames de rotina foi apontado que a menina tinha um pequeno tumor que se não fosse tratado cresceria, eles não demoraram a buscar o tratamento. Depois que a quimioterapia foi sugerida pelos médicos, (seu nome) resolveu que queria ficar no hospital para caso alguma coisa desse errado ou precisassem de ajuda urgente, ela tinha muito medo de perder a filha mesmo que os médicos a assegurasse que as chances de cura eram bem grandes.

Batidas na porta chamaram atenção das duas e (seu nome) devolveu o caderno da filha caminhando até a porta a abrindo para dar de cara com Harry, médico e psicólogo nas horas vagas.

— Espero não estar incomodando. — ele sorriu entrando no quarto depois de cumprimentar a mulher com um beijo no rosto. Eles já haviam conversado algumas vezes na cantina do hospital enquanto tomavam um café, poderiam até dizer que já eram amigos. Harry distraia a mulher e a fazia rir.

— Claro que não, ela já estava com saudades. — Harry havia tirado alguns dias de folga para visitar sua mãe e outro médico havia o substituído.

— Quem é a princesa mas linda de todo esse andar? — Harry perguntou animado chamando a atenção da menina que logo exibiu um grande sorriso.

— Arry! — (seu nome) sorriu com a animação da filha sentindo seu coração se aquecer.

— Eu estava com muitas saudades, princesa. — Harry caminhou até a pequena e se sentou na ponta da cama a recebendo em seu colo para um abraço — Sua mãe me mandou um vídeo do momento em que você cortou o cabelo, eles vão crescer mais lindo do que já eram antes. — ele acariciou o rosto da garotinha.

— Mamãe já me falou isso. — ela sorriu olhando para a mãe que agora estava sentada na poltrona ao lado da cama.

— Que bom que você acreditou… Sua mãe é uma mulher muito sábia. — Harry sorriu e (seu nome) corou um pouco — Eu estive pensando em uma coisa e me decidi quando eu estava vindo para cá. Eu fiquei com muita inveja de você porque você ficou muito linda até sem cabelo, então eu trouxe uma coroa para você e trouxe minha irmã para cortar meu cabelo também. — a garotinha arregalou os olhos e abriu a boca.

— Eu gosto dos seus cachinhos, Arry. — seus pequenos dedinhos se enroscaram no cabelo homem enquanto um biquinho formou em seus lábios.

— Você se esqueceu que cabelos crescem de novo? — ele tocou o pequeno nariz com a ponta do seu dedo indicador.

— Mas agora que eu não tenho o meu, eu quero brincar com o seu.

— Tudo bem, tudo bem… Você venceu. — Harry riu — Eu acho que não ficaria tão bonito quanto você. — ele fez uma cara triste.

— Você é bonito, Arry. Não é mamãe? — a menina voltou a atenção para sua mãe.

— Muito bonito, Hope. — a mulher assegurou a filha mesmo tendo as bochechas um pouco coradas.

— Obrigado, vocês também são meninas muito bonitas. — ele fez cócegas na pequena.

[…]

Depois que Harry entregou a coroa para a menina - que exibiu um sorriso tão grande e iluminado que fez os dois adultos presente sorrirem também - os dois seguiram um tempo conversando e desenhando juntos, já que Harry estava em seu último dia de folga. Algumas horas depois a menina mostrou sinais de cansaço e (seu nome) a colocou para dormir a deixou com sua mãe - que havia acabado de chegar quando a pequena dormiu - para que pudesse tomar um café com o Harry como faziam de vez em quando.

— Obrigada por tudo que você tem feito. — (seu nome) agradeceu e bebeu um gole de seu café — Sabe, essa fase da vida dela poderia ter sido bastante triste e entediante se você não tivesse ali todos os dias para alegrá-la. Então muito obrigada, você fez bem para mim também fazendo-a feliz.

— Você sabe que não precisa agradecer… — Harry buscou a mão da mulher sobre a mesa e a cobriu com a sua carinhosamente — Não foi por obrigação, eu fiz porque gosto muito da baixinha, como se fosse minha… — ele parou no meio da frase se proibindo de falar o que estava pronto para sair, com medo de assustar a mulher — Como se fosse da minha família.

(Seu nome) sorriu sem saber o que dizer e eles permaneceram em silêncio por alguns minutos tomando seus respectivos cafés. O silêncio não era algo incômodo, era confortável, era como se eles conversassem com os olhos já que não conseguiam parar de se olhar.

[…]

A última quimioterapia havia passado e (seu nome) aguardava os exames que diriam se sua filha estava ou não curada do câncer, mas os minutos pareciam passar em câmera lenta fazendo com que Harry nunca entrasse por aquela porta. Mais alguns minutos até que batida baixas na porta soaram no quarto e (seu nome) praticamente correu para abri-la só para ver um Harry com cara de enterro completamente desanimado segurando papéis em uma mão.

Os olhos da mulher se encheram de lágrimas porque se Harry estava tão triste a notícia não era nada boa e isso fazia seu coração se apertar cheio de angústia.

— Ela está cem porcento curada do câncer! O tumor desapareceu! — ele falou animado sorrindo largo.

— Porque e você fez aquela ceninha? Quer me matar do coração, pois saiba que quase conseguiu.

(Seu nome) já chorava - parte pela brincadeira e parte de felicidade por sua filha ter vencido a batalha - enquanto Harry continuava sorrindo não conseguindo se conter em abraçar a mulher apertado pedindo desculpas.

— Mamãe?! Arry?! — eles desfizeram o abraço ao ouvir a voz sonolenta de Hope que coçava os olhos por ter acabado de acordar.

— Desculpa te acordar princesa. — Harry se aproximou da cama — Eu trouxe boa notícias. Você já pode voltar para casa, está tudo bem com você agora.

— Tudo bem? Sem coisas ruins na minha barriguinha? Sem Arry também? — Hope falou a última parte tristemente.

— Eu vou sempre te visitar princesa, você não vai se livrar de mim. — ele sorriu a pegando no colo e sorriu mais ainda quando ela travou os bracinhos em seu pescoço.

— Não quero ficar sem Arry… Não quero nunca!

— Você não vai ficar, pequena. Eu sou seu amigo e sou muito amigo da sua mãe também. — ele sorriu para a mulher se lembrando da noite que saíram para jantar e se beijaram antes que ele a deixasse em frente ao hospital — Eu vou estar sempre que puder na sua casa para brincar com você. — (seu nome) sorriu para ele feliz pelo carinho que ele tem pela menina.

[…]

— Mamãe! Papai! — a garotinha corria atravessando a sala com uma folha em suas pequenas mãozinhas — Eu desenhei a nossa família.

Hope, agora com seis anos, chegou na sala se jogando no colo de sua mãe que estava sentada entre as pernas de seu pai assistindo um programa de culinária.

— Você tem muito talento, minha pequena artista. — o homem sorriu apoiando o queixo no ombro da mulher para que pudesse ver o desenho.

— Mamãe já me falou isso. — ela sorriu.

— Que bom que você acreditou… Sua mãe é uma mulher muito sábia. — ele sorriu beijando o ombro da mulher.

— Olha… Aqui é a mamãe… Essa aqui sou eu segurando a mão da mamãe… — a menina apontou para si mesma desenhada no papel — E aqui é o papai Arry segurando a minha mão.

Os três sorriram com o desenho que retratava a pequena família deles e dessa vez a pequena Hope pôde se desenhar com cabelos porque eles já estavam compridos até seu ombro.

Ela venceu o câncer e de brinde ganhou um pai muito amoroso.



Espero que tenham gostado… ❤

Deixem seu importante favorito ❤

- Tay

- Venha cá - disse ele. - Bem pertinho de mim. Eu me deitei de novo, olhando-o. Vi o relógio sobre a porta e tive, então, a noção do tempo passando. Coloquei o braço dele em volta de mim, enrosquei braços e pernas de modo a ficarmos bem enlaçados. Peguei sua mão (a boa) e entrelacei meus dedos, beijei o nó dos dedos quando apertaram os meus. Conhecia seu corpo de um jeito como nunca conheci o de outro - suas forças e suas fraquezas, suas cicatrizes e cheiros. Cheguei o rosto tão perto do dele que suas feições ficaram confusas e comecei a me perder nelas. Passei a mão nos seus cabelos, no seu rosto, meu nariz encostado no dele e ele não parava de me olhar em silêncio, atento como se guardasse cada molécula minha. Ele já estava indo para um lugar impossível de alcançá-lo. Beijei-o, tentando trazê-lo de volta. Deixei meus lábios nos dele de maneira que nossa respiração se misturou e minhas lágrimas viraram sal na sua pele e disse a mim mesma que, em algum lugar, pequenas partículas dele virariam pequenas partículas de mim, ingeridas, engolidas, vivas, eternas. Queria apertar cada parte minha nele, deixar alguma coisa minha nele, dar a ele cada pedaço da minha vida e obrigá-lo a viver. Percebi que estava com medo de viver sem ele. Com que direito você destrói a minha vida - eu queria perguntar -, e eu não estou autorizada a dizer nada a você sobre isso? Mas eu tinha prometido. E segurei-o, Will Traynor, ex-rapaz esperto da City de Londres, ex-mergulhador, ex-atleta, viajante, amante. Eu o mantive perto e não disse nada, durante todo o tempo repetindo, silenciosamente, que ele era amado.
—  Como Eu Era Antes de Você
Descobri que havia algo bem maior dentro de mim. Então olhei para mim mesma e observei meu corpo. Eu não sou a garota mais bonita do mundo, não tenho um corpão violão ou até mesmo um belo cabelo. Eu só sou uma simples garota que está se tornando uma mulher. Olhei de novo para mim mesma no espelho e vi uma menina frágil e delicada, que muitas vezes se ver triste e frustrada. ‘Eu poderia perder mais peso", 'Eu poderia pintar meu cabelo’, 'Eu poderia usar mais salto alto’, penso olhando meu reflexo. Bobeira minha, bobeira sua. Porque podemos até não ser perfeitos, gordinhos, baixinhos e ter alguns cravos no rosto. Podemos não ter o padrão de beleza posto todos os dias para gente. O amor e a graça Dele é suficiente! Até mesmo para sua e minha auto estima. Olhei novamente para o espelho, me vi e sorri. Eu sou a pequena Dele. Me transbordei de Deus e me vi linda. Porque é isso que eu sou e você também.
—  Brenda F. Araújo, sobre as curas de Deus.

IMAGINE HARRY STYLES

-(Sn), meu amor, você não acha que já está na hora de parar com as bebidas?- tentei perguntar em seu ouvido com a esperança de que conseguisse me entender mesmo com todo o barulho de música que abafava minha voz preocupada. Estávamos na festa de aniversário de Sam que resolveu comemorar em uma das melhores boates de Londres, extremante conhecida por ter as melhores e mais fortes bebidas, e somando isso com o fato de que finalmente (Sn) estava de férias de sua cansativa faculdade, o resultado é um porre histórico por parte da minha namorada que não estava acostumada a beber tanto, preocupando-me com a ressaca que ela teria no outro dia.

-O que? Parar? Mas eu nem comecei ainda, Harry, fica de boa que eu estou MA-RA-VI-LHO-SA -gritou em meu ouvido.

-Então que tal começarmos com calma, hein?- tentei mais uma vez, aproximando-me dela no sofá em que estávamos sentados e tomando o seu copo que continha um líquido colorido que havia encantado ela desde que chegamos na festa, há três horas ou dez copos atrás.

-Olha, Harry..- começou a dizer com aquela voz arrastada e um pouco embolada típica de quem já devia parar com as comemorações, apontando o trêmulo dedo em minha direção com uma cara muito séria- eu já te falei que estou bem e que não vou parar de beber porque ainda nem comecei, então, não toque no meu copo ou tente tirá-lo de mim, porque isso é muito chato e eu vou ficar muito chateada com você, você ouviu bem?- terminou séria, olhando no fundo dos meus olhos e se não fosse por sua voz nitidamente alterada, eu teria acreditado nela.

-Ok. Tudo bem, me desculpa.- preferi observar de fora e tentar evitar algo que ela pudesse se arrepender depois do que evitar que ela ficasse mais bêbada ainda, o que claramente a chatearia.

Não que eu fosse um santo que nunca tivesse ficado bêbado ou um machista que acreditasse que mulheres não podem beber o quanto quiserem porque elas ficariam “vulgares”, “não dignas de respeito” ou qualquer coisa do tipo, mas a (Sn) realmente não é de beber e tem o estômago muito fraco, o que realmente me preocupa, e além do mais, poderia fazer algo que se arrependesse depois, até porque o primeiro porre é o que nós fazemos mais besteiras, como ficar nu em cima de uma mesa, como foi o meu caso, e sei que ela ficaria realmente constrangida e chateada se descobrisse que fez algo vergonhoso perto da maioria dos nossos amigos mais próximos e eu não a impedi, como aquela vez em que ela me impediu de postar um vídeo no meu Instagram em que eu estava muito bêbado e dizia um monte de merda sobre certas pessoas que eu ainda não tinha o poder de afrontar.

-Acho que vou dançar- levantou-se animada e resolvi ir junto, ficando atrás dela e segurando sua cintura possessivamente, demarcando meu espaço visível para os outros urubus que não paravam de encará-la desde que chegamos na festa, mas apesar de tudo, eu não os culpo, afinal, minha namorada era realmente muito linda e estava mais ainda com o seu vestido preto curto brilhoso que a deixava uma delicinha.

Parei abruptamente de encarar sua bunda quando ela resolveu se virar para falar algo comigo, mas do nada se desequilibrou e caiu para frente, com seu rosto em minha barriga quando eu a segurei pelos braços. Tentei levantá-la mais uma vez pois ela fazia força para continuar na mesma posição em que estava, surpreendendo-me quando senti que ela lambia minha barriga por cima da blusa social preta que usava. Ainda sem entender direito o que havia acontecido, puxei ela com mais força, segurando sua cintura para que não caísse mais uma vez, já que seus joelhos estavam visivelmente trêmulos e fracos.

-Ual- gesticulou com a boca quando ficou com seu rosto em frente ao meu, apesar de encarar fixamente meu peito que era evidenciado pelos botões abertos da minha camisa. Suas mãos foram para meus ombros, descendo para o braço e apertando-o enquanto passava a língua pelos lábios.- adoro isso em você…

-Isso o que?

-O quanto você é viril…- sussurrou erguendo as sobrancelhas e não pude evitar fazer o mesmo com seu comentário inesperado e estranho- nossa, Harry, esse seu jeito forte e grande, com essas mãos enormes…- jogou a cabeça para trás quando tocou minhas mãos que a seguravam pela cintura, fazendo-me questionar o que tinha naquela bebida colorida- Ah Harry!! Adoro quando essas mãos estão dentro da minha calcinha- gritou, chamando atenção de algumas pessoas que riram enquanto nos encaravam- tocando na minha…

-Ok, chega!- apertei mais forte sua cintura, puxando seu corpo para perto do meu em uma tentativa de fazer com que ela levantasse a cabeça e parasse de gritar obscenidades.- acho que já está na hora de irmos embora.

-Ah, mas já?-fez um biquinho extremamente fofo- eu não quero ir embora, Harry.

-Já está tarde, (Sn).- deu de ombros- o que você quer então?- suspirei desconfiado quando vi seus olhinhos brilharem e um sorriso maroto se formar em seus lábios vermelhos.

-Eu quero te dar.

-Você quer o que?- perguntei já sorrindo.

-Eu quero te dar. Aqui.

-Aqui não dá, meu amor.- esclareci calmamente já pensando no que faríamos quando chegássemos em casa, ficando surpreso quando ela se afastou, batendo o pé no chão com os braços cruzados.

-Aqui dá sim, Harry. Eu quero que você me coma aqui e agora!

-O que te deu hoje, (Sn)?- perguntei cada vez mais sorridente e ansioso, mas ainda surpreso pelo vocabulário da minha namorada que apesar de adorar um sexo sujo e cheio de palavras pesadas, nunca as proferiu tão facilmente ou com tanta frequência.

-Eu to muito molhada, louca para te dar. Vai, me come, Haaaaaarryyyyyy….

-Tudo bem, tudo bem, eu como, mas vamos ali para o cantinho debaixo da escada e ai eu vou poder…

-NÃO, HARRY!! Eu quero AQUI!!

-Aqui? No meio da pista de dança?- assentiu- você tá doida?

-Tô, Tô doida para te dar, meu cachorrão!!!!- riu descontroladamente enquanto meus olhos triplicavam com o apelido ridículo e broxante.

-Cachorrão? Sério, (Sn)?

-Sim, meu cachorrão, meu gatão, meu tigrãoooooooo- uivou imitando um lobo- vem que hoje eu quero cruzar!!- Gritou no exato momento em que a música acabou, antes da próxima começar, fazendo com que as pessoas virassem a cabeça na nossa direção como a menina do exorcista.

-(Sn), vamos embora daqui pelo amor de Deus!!- puxei seu corpo de maneira impaciente louco para ir embora do lugar que com certeza nunca mais voltaria mas fui puxado e encurralado em um dos pilares do local por uma louca descontrolada e ninfomaníaca brega que se dizia minha namorada que nesse exato momento puxava seu curto vestido para cima como se fosse tirá-lo. Arregalei os olhos quando notei, tentando tirar suas mãos da barra do vestido sem me importar se estava em público ou se estava sendo muito agressivo- Que merda você está fazendo? PARA!

-Mas você não vai me foder? Ah, Harry, eu vou te dar uma surra de boceta que você nunca levou antes e..

-EU NÃO VOU TE COMER!- gritei nervoso ainda sem saber como agir ao certo, mas tendo a certeza que eu nunca deveria ter dito aquilo no momento em que ela ficou estática e seus olhos se encheram de lágrimas.

-Você não me quer, Harry? O que eu fiz de errado? Eu não sou mais bonita para você? Você não deseja mais meu corpo nu? Eu sou feia?- começou a chorar compulsivamente, gritando algumas vezes como se estivesse sentindo dor, abraçando-se desolada enquanto as pessoas me olhavam como se eu fosse o pior monstro que já habitou a terra ao partir o coração da pobre moça indefesa que só queria me dar uma surra de boceta.

-Não, meu Amor, (Sn), olha pra mim, por favor- tentei tocar em seu ombro desesperado mas ela se esquivava até se ajoelhar no chão e continuar chorando- eu vou te comer, amor, eu vou te comer. (Sn), pelo amor de Deus, para de chorar.

-Ei, branquelo- olhei para trás no exato momento em que ouvi uma voz extremamente rouca me chamar e me virei dando de cara com um homem alto e forte com um terno que evidenciava que era o segurança do local - o que você fez para a moça?

-Eu…eu não fiz nada, eu juro… Não é, (Sn)?- me virei de volta vendo que  ela continuava ajoelhada mas com o rosto para cima, assistindo a cena enquanto seu rímel escorria em sua face.

-Ele estava humilhando a moça. Fez ela chorar e tudo- uma mulher visivelmente alterada de raiva gritou para o segurança e só então percebi as pessoas observando a cena.

-Você estava humilhando ela, seu branquelo de merda? Ah, mas eu vou te quebrar inteiro!- agarrou a minha camisa aberta, deixando-me de cara a cara com a morte.

Mas quando eu achava que esta era minha ultima noite vivo, (Sn) se levantou sorrindo e tocou no braço do monstro de terno que ainda me apertava fortemente.

-Está tudo bem, ele não me humilhou. Pode soltar ele- disse calmamente, sorrindo para ele que apenas a encarou com desconfiança.

-Não precisa ter medo dele, pequena, eu vou quebrar ele tanto que eu duvido que ele tenha coragem para te procurar depois.

-Eu não quero que você quebre ele. Ele é meu namorado e eu preciso dele inteiro para me comer mais tarde. Depois, se eu precisar, eu te procuro.

-Promete? Odeio esses retardados que humilham as mulheres.

-Prometo. Agora, solta ele- com um olhar raivoso e um rosnado, o grandalhão me soltou, limpando as mãos e dando uma cartão para minha namorada.

-Aqui, qualquer coisa, me liga.

-Muito obrigada, querido, você é muito gentil- abraçou-o - vamos, meu amor- pegou na minha mão, puxando-me para fora do local enquanto eu ainda tentava me recuperar do que havia acontecido- você vai me comer mesmo, não é?

[…]

-(Sn), pelo amor de Deus, para com isso- grunhi frustrado e já ficando irritado com o comportamento da minha namorada que resolveu abrir as pernas dentro do carro e começar a se tocar para me deixar excitado. O problema é que estávamos em uma das avenidas mais movimentadas de Londres e ela estava masturbando a perna dela, já que não conseguia encontrar a sua boceta.

-Você não quer me comer agora, meu amor? Porque eu quero te dar de quatro agora mesmo- sorriu quando, aparentemente, teve uma ideia mirabolante. Com dificuldade, tirou o cinto que eu tive tanta dificuldade para colocar nela e simplesmente ficou de quatro no banco, com sua bunda enorme virada para mim enquanto seu rosto era pressionado no vidro do carro- vai, Harry, come essa boceta com esse seu pau enoooorme e grossoooo, oh, Harry, eu amo o seu pau…-Começou a gemer enquanto mexia a sua bunda na minha direção como uma louca, fazendo com que alguns motoqueiros tentassem andar mais colados com o meu carro só para ver mais da cena.

Puto da vida, dei sinal e encostei o carro, puxando-a para que voltasse a ficar sentada, travando uma guerra com o cinto de segurança.

-Olha, você está excitado- bateu palminhas extremamente feliz pelo feito enquanto eu pensava o quanto, nós, homens, éramos patéticos.- eu quero te chupar!- declarou e ferozmente, lutou contra o cinto e conseguindo abrir minha calça e puxar meu pau para fora dela, mas se desequilibrou novamente, caindo de cara no meu colo, dificultando meu trabalho de levantar sua cabeça pelo cabelo.

E como se fosse para debochar mais ainda da minha situação, nesse exato momento escuto alguém batendo na janela do meu carro, mas achando que era algum pervertido, apenas mostrei o dedo do meio para a pessoa que bateu mais forte no vidro, surpreendendo-me quando virei pronta para xinga-la e descobri ser um policial.

E como cereja do bolo, (Sn) conseguiu se levantar no momento em que eu abri o vidro, com a boca aberta e babada por causa da queda, deixando em evidência meu pau duro para o policial que abriu a boca em sinal de descrença.

-Inferno!!! Não é nada disso que o senhor está pensando…

[…]

-Droga, por que você teve que trocar a fechadura desse caralho?-perguntei extremamente puto, em um nível de putisse elevado, nunca antes chegado. Havia acabado de chegar da delegacia onde tive que implorar de joelhos para que acreditassem em mim e não me prendessem, recebendo uma multa gigantesca e tendo que aguentar (Sn) implorando para que eu a comesse dentro de uma cela. O que caralho tinha naquela bebida colorida???

-Eu perdi minha outra chave e tive que trocar a fechadura, meu amor- sussurrou em meu ouvido enquanto eu testava uma das vinte chaves do chaveiro e a segurava com o outro braço.

-E qual é a merda da chave certa?

-Eu não sei, mas quem se importa? A principal você já tem. A do meu coração- citou brega, calando-se quando a olhei duramente- mas se você quiser, tem a chave da minha calcinha também…

-Achei, finalmente!!- comemorei quando a porta se abriu, esquecendo que (Sn) estava apoiada em mim, derrubando-a no chão, Mas conseguindo segurá-la igual na boate, só que com a cara dela na linha da virilha. Revirei os olhos quando ela colocou a língua para fora e começou a me lamber mesmo por cima da calça, pulando de susto quando notei um casal de senhores, vizinhos da (Sn), observando-nos boquiabertos e horrorizados.

Pensei em dizer algo, até tentei puxar (Sn) para cima novamente, mas depois de tantas explicações dadas em uma mesma noite, resolvi que o melhor era fingir que nada havia acontecido. Virei (Sn) ao contrário no chão mesmo e a arrastei pelo mesmo até entrarmos no seu apartamento, não esquecendo de desejar uma boa madrugada para os velhinhos ainda estáticos no corredor que assistiam (Sn) gritar animada, sorrindo para eles.

-Finalmente vou ser comida!!- tampei sua boca quando a larguei no chão da sala- é sério, Harry, ensopada do jeito que eu estou, jorrando esse líquido como se fosse uma cachoeira, e se isso fosse água, eu resolveria facilmente o problema de falta de água no mundo..- riu descontrolada com sua piada brega, fazendo-me revirar os olhos enquanto preparava minha coluna para a difícil tarefa de pegá-la no chão. - agora vem, meu leão, faça-me rugir com seu mastro poderoso- gritou quando a joguei na cama, abrindo as pernas e tirando a sua minúscula calcinha de “quero te dar hoje”.

-Aaaah, mas eu vou te mostra meu mastro poderoso, (Sn), você mal perde por esperar.- sussurrei para ela que se arqueou toda na cama- eu só vou fechar a porta da sala que eu deixei aberta e volto aqui para te mostrar o quão puto eu estou…

Sai do quarto correndo e fechei a porta, trancando-a e decidindo me despir ali mesmo, tocando-me levemente só para deixar tudo no ponto de bala, extremamente duro para (Sn), porque eu ia foder tanto essa filha da puta que ia tirar a virgindade do seu estômago!

-Queridaaaa, cheguei e se prepare que eu vou…. MAS QUE PORRA É ESSA???- gritei puto de raiva quando encontrei (Sn) dormindo em um sono profundo na cama, chegando a babar no travesseiro- aaaah, mas isso não vai ficar assim, mas não vai MESMOO!! ACOOOOOOOORDA!!!!- chacoalhei seu corpo com a maior força que consegui, obtendo apenas um resmungo por parte dela, deixando claro que ela não iria acordar nas próximas horas.

Sentei-me desolado na cama, abraçando minhas pernas e tentando me convencer do porque eu não podia afogá-la ou mata-lá com um travesseiro, não impedindo quando um solitário suor masculino escorreu pela minha face vermelha de raiva e frustração. E para piorar tudo, meu pau extremamente duro não parava de latejar, querendo alívio.

Aaaah, mas essa filha da mãe me paga!

- Ele te amará em todos os momentos, te amará quando estiver de TPM, quando estiver carente e quando estiver completamente insuportável, irá te amar quando te ver sem maquiagem e de pijama.. amará, quando estiver com ciúmes e querendo matar as amiguinhas dele.. ele vai te amar independente de qualquer momento, a única coisa que ele quer, é que você o ame também. apenas-voceeu

Beijei-o, tentando trazê-lo de volta. Deixei meus lábios nos dele de maneira que nossa respiração se misturou e minhas lágrimas viraram sal na sua pele e disse a mim mesma que, em algum lugar, pequenas partículas dele virariam pequenas partículas de mim, ingeridas, engolidas, vivas, eternas. Queria apertar cada parte minha nele, deixar alguma coisa minha nele, dar a ele cada pedaço da minha vida e obrigá-lo a viver.
—  Como eu era antes de você.

happy xmas, my babygirl.

PEDIDO: Eles são separados e a filhinha deles pede pra ele passar o natal com eles, só pra tentar re-aproximas os dois. [pedido]


A minha frente diversos brinquedos estavam jogados sobre o tapete felpudo da sala, Izzy estava deitada no meu colo enquanto assistia um de seus desenhos favoritos, ela tinha implorado pra que eu me sentasse com ela, e aqui estou eu, sentada em frente à TV às vésperas do dia 24, fazendo cafuné em minha filha enquanto ela assiste TV. Eu não prestava muita atenção no que se passava, apenas a observava com carinho, seus olhos verdes herdados do pai, os cachinhos também e seus lábios desenhados de forma tão linda iguaizinhos aos do pai. Eu sabia que ela sentia falta dele, e que logo iria me perguntar sobre como seria o natal, mas bem no fundo não era isso que me preocupava, o que eu mais temia era ficar sozinha com Harry. Nosso termino foi devido à ciúmes e a falta que ele me fazia e alguns outros motivos, mas eu nunca ia imaginar que sentiria tanta falta dele como eu sinto agora. Não estávamos divorciados, mas separados, não quis pedir o divórcio porque merda, era a ele quem eu amava e não fazia senso algum me manter longe dele, afastar a filha dele. As pequenas mãozinhas de Izzy tocavam minha bochecha, secando minhas lágrimas. E lá estava eu novamente, desabando de saudades dele.

– Mamãe – sussurrou baixinho e deitou sua cabecinha em meu peito – Eu quero falar com o papai.

– Quer? – perguntei automaticamente, não havia emoção nenhuma em minha voz, mas em meu peito eu também queria falar com ele, Izzy.

– Ele disse que eu posso ligar pra ele – me pediu e se levantou de meu peito, ficando de pé em meu colo e deixando sua testa sobre a minha – Por favor, mamãe.

– Tudo bem – suspirei e me estiquei pra pegar o telefone sobre a mesinha ao lado do sofá. 

Disquei o número já decorado por mim a anos, e entreguei a ela, seu sorriso se alargou e eu dei um beijo em sua bochecha, murmurando um “me desculpa” e deixando-a conversar com o pai sozinha. Fiquei no quarto e durante minutos eu não sabia o que fazer, eu reagia ao quarto da mesma maneira, sempre da mesma maneira, esperando que ele voltasse e dormisse comigo ali. Nós já tínhamos nos visto várias vezes durante esses meses que Harry estava fora, e em todas as vezes que isso acontecia ele era o dono dos meus sonhos. Me levantei, me auto impedindo de chorar ali e voltei à sala, Izzy ainda conversava com o pai toda feliz da vida, quando ela me viu sorriu, me mandando um beijo, murmurei pra ela “vamos pro quarto” e enquanto ela ia até o quarto, eu desligava as luzes e ia atrás de sua voz animada.

– Mas porque você não pode me contar, papai? – perguntou enquanto tentava subir na cama, que era muito alta pra ela. Coloquei-a sentada e me deitei ao seu lado, deixando com que Izzy deitasse em meu peito enquanto reclamava com o pai sobre o que ele daria a ela de presente.Ele por fim conseguiu fazer com que ela desistisse da ideia de adivinhar o presente e agora falavam sobre Harry passar o natal conosco.

– Por favor, papai – ela implorou e bateu os pezinhos na cama – Não, a mamãe não vai brigar. – ela me encarou em duvida e estalou a língua sorrindo com o que o pai lhe dissera – Mamãe, o papai pode passar o natal aqui com a gente?

– Uh? Que? – a pergunta me pegou de surpresa e me fez engasgar, olhei de seus olhos pra sua mão com o telefone e imaginei o quão apreensivo Harry estava com qual resposta eu daria. Eu não iria conseguir passar um feriado assim ao lado dele. – Claro meu anjo. Convide seu pai pra vir aqui.

– Ouviu papai? – ela perguntou e eu tentava me estabilizar. O que eu tinha acabado de fazer? – Você vem amanhã cedo? Pro café da manhã também? – a cada peguenta que ela o fazia me apertava mais o coração. – Ela tá aqui ainda, papai. Ela tá quietinha. Sim, ela esta bem, eu estou cuidando dela. Mas acho que o coracaozinho dela está doendo. Porque? Porque eu acho que sim. – prendi minha respiração e o carinho que eu fazia nos cabelos encaracolados de Izzy cessaram. – Você quer falar com ela? Mamãe o papai quer falar com você. Tchau, papai. Até amanhã.

– Amo.. S/N – sua voz rouca e calma me atingiu em cheio me deixando minutos sem uma resposta. – Ei, S/N? Eu consigo te ouvir respirar

– Harry – murmurei pela primeira vez em séculos seu nome alto. – Oi.

– Você está bem? – perguntou e aquela voz ia me deixando mais e mais fraca. – Izzy disse que te viu chorando esses dias e agora acabou de me falar que seu coração está doendo.

– Ela não quis montar a árvore, Harry – murmurei baixinho enquanto sentia Izzy pegando no sono em meu colo.

– Que?

– Ela me disse que não montaria a árvore sozinha – sussurrei baixinho – Não sem você. Eu sou um monstro.

– Amor? – ele me chamou, eu já chorava demais e tentava fazer pra que Izzy não percebesse – Amor, porque você está dizendo essas coisas

– Eu tirei o pai da minha filha de casa – suspirei analisando o que eu mesma acabei de dizer – Eu afastei o meu marido, pai da minha filha e eu nem me lembro o porque.

– S/N, nos podemos conversar sobre isso amanhã – murmurou. então era uma promessa, nós iríamos nos ver amanhã?! – Você precisa parar de pensar nessas bobeiras

– Não desliga, por favor – suspirei apavorada com tudo que estava acontecendo e o que aconteceria – Não desliga por favor.

– Tudo bem, eu não vou. – sua voz era firme, mas eu o conhecia bem demais pra saber que ele também sentia o mesmo – Você quer que eu espere você dormir?

– Não, hm, Harry?

– Sim.

– Erhh, nada esqueça – murmurei por fim – Vá dormir. Amanhã nós nos vemos.

– S/N?

– Sim?

– Até amanhã, amor.

❄ ❄ ❄

As mãos de Izzy batiam em meu peito, me forçando a acordar, ela sorria tão abertamente enquanto puxava o cobertor de meu corpo. Ela estava radiante.

– Mamãe, acorda

– Já acordei, já acordei – murmurei me sentando na cama e dando um beijo em seus cabelos. – Dormiu bem?

– Aham. Mamãe, vamos tomar banho – resmungou pulando da cama e abrindo o guarda-roupa e puxando um de seus vestidinhos mais charmosos.

Nós duas tomamos banho juntas, como sempre fizemos desde que eu expulsei Harry, enrolei uma toalha em meu corpo e a vesti primeiro, com o vestidinho e arrumando seu cabelo com os cachinhos de forma doce. A campainha tocou e em questão de segundos ela corria pra abrir a porta, me deixando no quarto sozinha. Voltei ao banheiro e me arrumei, da forma mais preguiçosa possível, eu não sabia como reagir e nem como eu deveria me vestir. Quando decidi por fim vestir um vestido floral e leve, a porta do quarto foi ocupada pelo corpo de Harry que segurava Izzy no colo. Seus lábios se curvaram em um sozinho quando encontraram meus olhos e logo depois me perguntavam se eu estava bem.

Não, pensei comigo, Não estou nem um pouco bem sem você, Harry.

Izzy o puxou de volta à cozinha e eu os acompanhei até lá, enquanto eles desembrulhavam os pãezinhos doces e outras coisas que ele havia trazido pra ela, eu os observava atentamente, ele estava tão lindo. Harry pegou em minha mão me puxando-me para se sentar com eles e assim eu fiz. Eu não conseguia me conter, eu o olhava com tanta admiração e saudade que era quase impossível não reparar.Ele nos convenceu a passarmos o dia passeando pela cidade e suas mãos vez ou outra pegavam a minha e entrelaçava nossos dedos. Eu não tinha como reagir, a não ser responder seu carinho. Durante a noite, Anne o ligou e acabou nos convidando pra passar a ceia de natal com eles, eu hesitei por um momento, mas Izzy começou a chorar diante de minha falta de resposta, eu assenti e Harry a mandou ir escolher uma roupa bonita, enquanto ficava comigo sozinha na sala.

– Vá se arrumar – murmurou baixinho, dando um beijo em minha bochecha. Meus olhos fechados não se abriram até ele repousar suas mãos em minha bochecha e descansar sua testa na minha.

Durante todo o caminho até a casa de Anne, Izzy conversava com o pai sobre assuntos diversos, e eu apenas assentia quando ela se direcionava a mim. Lá dentro, eram poucas as pessoas que eu não conhecia, as mãos de Harry sobre minhas costas me direcionavam a cada um me apresentando a eles. Anne sorriu ao me ver, logo me cumprimentando com um beijo na testa e levando Izzy pra conversar com alguns parentes.

– Nos vamos ter um tempinho – murmurou e eu me virei o encarando confusa. Seus olhos sobre os meus lábios, se levantaram relutantes para meus olhos. – Vamos pro meu quarto.

– E-eu.. – ele me interrompeu me empurrando escadas a cima e abrindo a porta, deixando com que eu entrasse primeiro. Observei ele trancar a porta e logo em seguida repousar suas mãos em minha cintura. Eu não ia aguentar.

– Amor – resmungou as palavras me observando com tanto desejo e saudade, mas eu só queria que ele voltasse comigo pra casa hoje. Meus olhos ficaram marejados e ele me abraçando, e eu o apertei o máximo que pude em meus braços.  –  O que você tem, amor?

– Merda, Harry  – murmurei colocando meu rosto em seu peito. Suas mãos em meus cabelos o afagavam com carinho. – Eu to com tanta saudade.

– Eu também amor  – suas palavras eram calmas e ele me empurrava pra cama.

– Volta, por favor  – sussurrei e minhas mãos estavam em seus cabelos, eu tinha me sentado em seu colo enquanto Harry passava a ponta de seus dedos em meus braços. – Eu não posso ficar sem você, nunca mais.

– Eu amo você  – murmurou em meu ouvido, depositando beijos sobre meu pescoço  – Eu não quero que você fique mal, por favor.

Me afastei de seu peito e o encarei, meus lábios descansaram sobre os dele, sem estimular nada eu apenas o senti sobre meus lábios, puxei seu lábio inferior e o beijei com carinho. Deus, eu o amava tanto. Minha mão em sua nuca o puxava mais pra mim, dando ao beijo necessidade e desejo. Eu sabia que estavam fazendo o maior barulho lá embaixo, eu tinha noção disso mas agora, a única coisa que eu conseguia ouvir, era sua respiração ofegante sobre minha boca, o som desesperado que nossas bocas faziam quando se chocavam e a voz de Izzy nos chamando. Izzy? IZZY?

– Mamãe? – chamou baixinho e eu sai do colo de Harry o mais rapido possível, ele se levantou e me encarou preocupado.

– Filha, é, o que você tem? –  perguntei me abaixando para ela e dando um beijo em sua bochecha, ela estava chorando (?) – Porque estava chorando?

– Eu não vi vocês mais, ai eu pensei que tinham brigado de novo  –  resmungou enquanto olhava pro pai e em seguida por mim – E a vovó me trouxe aqui

– Nós não estávamos brigando  – sua voz calma, a fez se virar pra ele e o encarar em duvida  – Eu vou voltar, meu anjo.

– Nós vamos passar o Natal com o papai, mamãe?  – seus olhos brilhavam e ela apertava minha mão com ansiedade.

Feliz natal, minha garota. – ele murmurou e se abaixou dando um beijo em meus lábios e logo em seguida beijando Izzy na testa.

/manu

Especial: Dia dos pais


-Mamãe, o papai vai vir comemorar o dia dos pais comigo?- Darcy perguntou se sentando em minha cama.

-Acho que não Darcy, ele deve estar muito ocupado com seu irmão.- respondi dando os ombros e entrando no banheiro.

-Eu queria tanto que ele visse o presente que eu fiz para ele.- sua voz saiu baixa denunciando que ela estava prestes a chorar.

-Olha filha, seu pai está morando em outra cidade agora, e também ele tem outro filho bebê que exige muito dele minha pequena.- tentei explicar mas Darcy é bem teimosa como eu.

-Ela podia ter ficado aqui com a gente, eu não quero ter um irmão, eu quero meu pai AQUI comigo!- ela chorava muito.

-Filha nem tudo é como a gente quer, seu pai agora tem uma namorada, tem um filho e você tem que aceitar isso.- terminei de falar e ela saiu do quarto correndo.

Harry e eu fomos casados por oito anos, Darcy nasceu quando completamos cinco anos de casados, mas nosso relacionamento foi ficando cada vez mais difícil então resolvemos nos separar, isso já faz quase dois anos, Darcy nunca aceitou o fato do pai não morar mais conosco e agora com a vinda de um novo irmão tudo ficou mais complicado.

-Darcy?- entrei em seu quarto e a encontrei deitada na cama.- Vamos mandar um vídeo pro papai?

-SIM!!- Darcy pulou em meu colo.

Caminhamos até meu quarto e ela se sentou na cama, peguei meu celular me preparando para filmar.

-Fala pra ele tudo que você quiser, o quanto está com saudades, quando ela virá te ver.- expliquei o que ela iria falar.

-Oi papai, estou com muita saudade! Um tantão assim oh!- ela gesticulou com as mãos.- Queria muito te ver papai, passar o dia dos pais com o senhor como todos os anos, estou sentindo muito sua falta, volta pra gente papai, volta pra mim e pra mamãe.- ela chorava.- Volta papai, por favor! Eu te amo, muito!

Enviei o vídeo para Harry e abracei minha princesa, ficamos juntar até ela pegar no sono e a levei para o quarto, assim que voltei para o meu percebi que meu celular tocava, Harry.

-Olá Harry!

-Por que você faz isso?

-Isso o que, não estou entendendo?

-Você acha que eu não sei que é você que manda a Darcy me chantagear? Me chamando de volta pra casa, pra você? Entenda (S/N) você não vai conseguir nada com isso!

-Olha Harry, eu não mando a Darcy falar nada pra você, aliás eu não preciso que ninguém diga isso a você, sua filha sente realmente sua falta, ela te ama, pensa bem em tudo isso antes de vir me falar merda, idiota!

Desliguei o celular e comecei a chorar, soluçar, como ele pode se transformar nessa homem?!

Hoje era domingo dos pais, Darcy e eu estávamos esperando nossa comida, afinal hoje seria só nós duas, meus pais moravam no Brasil, então não teria como comemorarmos o dia dos pais, a campainha tocou e pedi para Darcy arrumar a mesa para comermos.

-O que você está fazendo aqui?- perguntei assim que vi Harry parado na porta. -Vim ver a Darcy, posso entrar?- ele sorriu.

-Eu deveria não deixar você entar, mas pela minha filha, você pode.- seu espaço para ele entrar.

-PAPAI! O senhor veio!- Darcy correu para abraçar o pai.

-Minha princesa o papai estava morrendo de saudade!

-Mas você me deixou papai, me trocou por outro bebê, você não gosta mais de mim!- novamente o choro veio.

-É claro que eu gosto filha, eu te amo! Eu não te deixei, papai só estava sem tempo para vir te ver.- Harry explicou e soltei uma risada alta atraindo o olhar dos dois.

-Conta outra Harry, sem tempo para a própria filha?- sai de lá deixando os dois na sala.

Fiquei por algum tempo no quarto, não estava a fim de ver o amor da minha vida e não poder nem se quer beijá-lo.

-(S/N)? Posso entar?- Harry bateu na porta.

-Sim.- respondi ainda virada para a parede.

-Está tudo bem com você? Você está estranha.- ele se sentou ao meu lado.

-Não estou bem não, mas você não tem com o que se preocupar.- dei os ombros.

-Claro que tenho, você é mãe da minha filha.

-Você não sabe o quanto dói ouvir isso, “mãe da minha filha”.- uma lágrima escorreu por meu rosto.

-É… Eu vim te chamar para sairmos com a Darcy, você vai?- perguntou se levantando.

-Claro.

A tarde foi ótima, nos divertimos bastante como nos velhos tempos, onde meu marido estava ao meu lado. Estávamos voltando para casa em seu carro.

-Foi o melhor passeio de todos, obrigada papai!- Darcy se agarrou no pai.

- Que bom que gostou princesa, tudo por você, papai de ama!

-O senhor vai dormir aqui não vai?- ela perguntou receiosa.

-Bom, se sua mãe deixar.- ele olhou para mim.

-Por mim, tudo bem.

-OBAAA!- Darcy gritou pulando no sofá.

-Está tudo muito bom, mas está na hora da senhorita dormir.- a tirei de cima do sofá.

-Foi o melhor dia dos pais de todos, obrigada papai eu te amo muito!- Darcy beijou sua bochecha e foi para o quarto.

-Bom Harry, você pode dormir no nos… no meu quarto, eu durmo no sofá mesmo, já que o quarto de hóspedes está em reforma.- tentei explicar.

-Não, eu durmo no sofá mesmo, não tem problema.

-Você mais que ninguém sabe que eu odeio que as visitas durmam na sala.- sorri envergonhada.

-Então vamos dormir juntos.- ele disse simplismente.

-Eu não me sentiria bem em dormir ao seu lado, afinal você tem uma namorada.- subi as escadas para pegar minhas coisas.

-Eu não tenho uma namorada.- ele disse bem perto de mim.

-Como assim?!- me virei para ele que estava mais perto que eu esperava. -Terminei com ela a uma semana eu perc…

-Você terminou com a mãe do seu filho?- perguntei indignada.

-Calma (S/N), nós conversamos bastante e decidimos que não deveríamos ficar juntos, mas meu filho vai sempre estar comigo, eu percebi que deixei para trás a mulher mais maravilhosa que eu poderia ter, a mulher que me fez mais feliz, eu te amo (S/N), amo nossa filha, me deixa voltar, me dá esse presente de dia dos pais.- suas mãos acariciavam minhas bochechas coradas.

-Bom, feliz dia dos pais amor!


Yasmim:)

Leitura diária: Os sonhos de Deus.

“Lá vem aquele sonhador!”, diziam uns aos outros.“ (Gênesis 37:19)

A história de José é uma das mais lindas da Bíblia na minha opinião. Trata-se de uma mistura de fé, esperança e perdão. José tinha um coração sonhador. Mas não se tratavam de sonhos comuns. José sonhava os sonhos de Deus. Sua confiança de que Deus realizaria seu sonho era tanta que nem as provas que José teve de enfrentar foram capazes de fazê-lo desacreditar. Em nenhum momento se vê José murmurando contra o Senhor. Enquanto que nós muitas vezes reclamamos de qualquer “demora” de Deus em nos atender.

Os irmãos de José zombavam dele, chamando-o de sonhador. Não acreditavam nos sonhos do irmão. Não levavam José a sério. Não ter o apoio dos mais chegados é algo que machuca bastante. Mas durante todo o tempo em que sofreu, José não alimentou nenhum espírito de vingança. Mas deu lugar ao perdão. Não ligue para ideias contrárias ou indiferenças com relação a você e aos seus sonhos. Deus acredita em você, e somente a confiança dEle em você basta.

Acredito que todos possuem pelo menos um sonho na vida. Mas o que te diferencia é o esforço que você faz para correr atrás da concretização desse sonho. Deus dá a cada um uma responsabilidade específica. A sua vida é a prova disso. Você não está aqui nesse tempo presente por acaso. Deus tem algo para você.

Às vezes Deus coloca um desejo em nosso coração, mas achamos que se trata de um querer nosso. Mas saiba que qualquer ideia com relação a Deus, seja pequena ou grande, vem dEle. Pare de duvidar! Esse sonho foi Deus quem colocou em seu coração. Não desista dele. O possível cabe a nós fazer, mas o impossível é com Deus. Deus quer que seus sonhos se concretizem mais do que você mesmo. E Ele torce por você. Portanto sonhe. Pois uma das coisas mais tristes para um ser humano é não ter nenhum objetivo de vida. Não desista dos propósitos de Deus para a sua vida.

NAMORADO: Amoooooooooooooooooo­oooor, Tenho Uma Coisa Pra Te Contar! *-*
NAMORADA: Eu Também, Deixa Eu Começar …
NAMORADO: Sim Amor, Mas Saiba… EU TE AMO! *-*
NAMORADA: Então, Sabe o Franklyn?! o Jogador De Futebol Do Time Da cidade?! Ele é Lindo e… Você Sabe Que Eu Sempre Fui Afim Dele, Desde Pequena, e Aconteceu … Que a Gente Fico Ontem! Ele Me Levou De Carro, Comemos Fora e Como Eu Sempre Te Disse: Meu Sonho é Ser Rica, Uma Mulher De Status, Celebridade, Eu Deixei Rolar, e Te Traí … a Culpa Não é Minha, Seu Pai é Apenas o Médico Do Time, Você Ainda Anda De Bicicleta e Não Tem Um Bom Salário….
NAMORADO: Te Entendo, Mais Pelo Menos, Usou Camisinha?
NAMORADA: Não! Na Hora Nem Lembrei Disso, Você Não Está Triste? Não Se Importa?
NAMORADO: Não! Deixa Eu Falar… Lembra De Ontem?! Depois Que Tomamos Sorvete? Sobrou R$:1,50, e Com Ele, Eu Joguei Na Loteria! Acabei De Ganhar 150 Milhões de Reais! Sabe o Franklyn? Ouvi Meu Pai Comentando Que o Exame Dele Deu Positivo, Ele Tem AIDS! Sabe o Carro Dele?! Era Roubado e Ele Foi Preso Hoje De Manhã!
NAMORADA: e Agora, o que Eu Vou Fazer? /:
NAMORADO: Sabe Aquele AMOR Que Eu Te Dei?
NAMORADA: Sim, o que tem ele? ;x
NAMORADO: Você Não Deu Valor! Agora, Boa Sorte!

Eu costumava ser aquele tipo de garota fofa, sabe? Aquela menina meiga, que vivia apaixonada pelos cantos, que acreditava no amor acima de tudo. A garota que entregava seu coração para qualquer cara que falasse meia duzia de palavras bonitas. Porém, ninguém nunca soube valorizá-lo. Fizeram de conta que ele era um brinquedinho qualquer e logo que cansavam de brincar, jogavam de lado. De tanto ser jogado ele acabou quebrando, se despedaçando…
Eu juro, tentei pegar os caquinhos inúmeras vezes, mas foi em vão. Uma vez quebrado, nunca mais seria o mesmo. E bom, hoje estou aqui, talvez sem coração ou com uma pequena parte dele. Não sou mais a garotinha sonhadora e ingênua, já não acredito mais em amor, muito menos nas pessoas. A garotinha que vivia esperando a tão sonhada “pessoa certa”, acabou virando uma pedra, sem sentimentos. Só queria entender o porquê as pessoas fazem isso, sabe? Como conseguem destruir a vida de alguém que só queria dar e receber amor. Só queria entender pra que tanta mentira, tanta gente iludindo e brincando com os sentimentos alheios. Sinto falta da minha garotinha, espero que algum dia, mesmo não acreditando nisso, alguém consiga trazê-la novamente.

Minha fraqueza tinha nome, sobrenome, endereço, um sorriso lindo e um abraço aconchegante. Eu chegava a me sentir pequena perto dele, mas ao mesmo tempo me sentia a pessoa mais forte do mundo. Eu era dependente daquele amor, não sei se o amor é necessariamente uma droga capaz de viciar e te deixar em total abstinência, mas eu era totalmente dependente. Foi por isso que quando eu tive que aprender a me virar sem tudo aquilo, eu me vi perdida, sem saber pra onde ir e o que fazer, mas é como se diz ‘pra poder se encontrar,  primeiro você tem que se perder.’ E foi me perdendo que eu pude me encontrar.
—  Michele Valentim.

Sinceramente, eu não sei o que escrever, não sei como encaixar as palavras, não sei como demonstrar esse sentimento dentro de mim, sério, como você pode me deixar assim?! Sem palavras, sem fôlego, sem graça, como consegues ter efeitos sobre mim que nenhum garoto antes foi capaz de ter, como conseguistes despertar esse sentimento dentro de mim, que nenhum garoto foi capaz de despertar?! Confesso para você que não consigo entender, confesso que você me tem nas mãos, tens meu coração em suas mãos.. Eu me apaixonei pelo seu jeito de ser, pelo o seu sorriso, eu me apaixonei pelo o que você é, pelo o seu caráter, pode até ter sido sem querer, mas acabastes me conquistando, e hoje eu sou completamente apaixonada por você.. Tenho medo amor, medo de que encontres outra pessoa, outro cheiro, outro sorriso, outro olhar, outro colo, outro abraço, outro beijo, nem sei o que faria se te perdesse, sério, acho que perderia o sentido da vida… Você é tudo pra mim, és meu porto seguro, és meu ponto de paz, és tudo o que realmente importa pra mim, ta certo que essas palavras podem até ser clichês, mas amor, é a verdade.. Eu passei 3 anos da minha vida pensando que, tudo o que o amor faz é quebrar, queimar e acabar, mas, numa linda noite, eu vi tudo recomeçar de novo.. E o que passou, passou, e agora, tudo recomeçou.. E recomeçou de um jeito diferente, sabe amor, às vezes acho estranho você cuidar de mim, rir do que eu falo, mostrar que realmente me ama, é porque, ele não fazia isso, você realmente demostra que é diferente, e é um dos motivos que me faz ser tão apaixonada por você, um dos motivos que me faz te amar tanto assim.. Você me olha e eu congelo no tempo, você é o meu início, meio e fim, tudo o que eu sempre procurei, em você eu consegui encontrar, tudo o que eu sempre sonhei, você realizou.. Sabe meu anjo, você me mostrou o que é o amor, me deu azas para voar, me ensinou o que é felicidade, você invadiu meu coração.. Quando to com medo, ouço sua voz e o medo passa, quando to com frio, me esquento em seus braços, quando to chorando, eu me deito no sue colo e fica tudo bem, quando to feliz, eu o beijo e a felicidade aumenta, o meu coração só quer você pra amar.. Foi algo meio imprevisível, inesperado, não planejado, mas hoje, não me imagino sem você.. Eu fico parada em sua frente, mal consigo respirar, meu coração acelera, é amor, você me pegou.. Garoto, eu tenho você em meus sonhos quando não estais aqui, mesmo que passe o dia pensando em você, a lua chega e me permite lhe ter em meus sonhos.. É amor, eu sou loucamente apaixonada por você, você é o que eu sempre quis, é com você que quero passar o resto de minha vida.