XLIV

You must know that I do not love and that I love you,
because everything alive has its two sides;
a word is one wing of the silence,
fire has its cold half.

I love you in order to begin to love you,
to start infinity again
and never to stop loving you:
that’s why I do not love you yet.

I love you, and I do not love you, as if I held
keys in my hand: to a future of joy–
a wretched, muddled fate–

My love has two lives, in order to love you:
that’s why I love you when I do not love you,
and also why I love you when I do.

—  Love Sonnet “XLIV” by Pablo Neruda, in One Hundred Love Sonnets, trans. Stephen Tapscott

I recall that I stood before the breaking waves,
Afraid not of the water so much as the noise,
[…]
But in those days what did I know of the pleasures of loss,
Of the edge of the abyss coming close with its hisses
And storms, a great watery animal breaking itself on the rocks,

Sending up stars of salt, loud clouds of spume.

Mark Strand, from  XLIV  of “Dark Harbor,” in New and Selected Poems. (Alfred A. Knopf, 2009)

A Court of War and Starlight: The Epilogue

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EPILOGUE

Nine months later …

The setting sun glimmered on the surface of the Sidra, creating a ribbon of silver in a world of pinks and golds.

Velaris. My home. The city of my heart.

“Feyre! Get down from there, for goodness sake!” Elain called from the balcony below. “We’re running out of time!”

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Horas passam e os pais de Ana chegam ao hospital, e vão direto á recepção. A mãe de Ana chega aos gritos, e então ela é barrada por dois seguranças que a pegam pelo braço.
— Desculpe senhora, mas aqui é um hospital precisa fazer silêncio, existem pessoas doentes aqui e a senhora está atrapalhando.
— Eu quero minha filha, só isso. Me solta caramba. —Dizia Eduarda exaltada.
—Por favor, senhora poderia se acalmar? E me diga quem está procurando?
— Minha filha, se chama Ana. Ela estava grávida e chego aqui sagrando.
—Sim, ela entrou na sala de cirurgia e já saiu, ela teve o bebê, é um menino e eles estão no quarto já. Pode se acalmar, ela está bem.
—Em qual quarto? Mas que droga, me solta porra.
—Senhora está atrapalhando meu trabalho.
—Por favor, solte a moça. —Dizia a recepcionista.
segurança solta o braço de Eduarda, e volta para a portaria.
—Obrigada.
O pai de Ana chega a recepção e percebe que Eduarda estava nervosa, e então ele coloca as mãos nos ombros de Eduarda trazendo proteção a ela. Então ele diz.
—Olá, por favor, poderia nos ajudar? Minha filha foi internada neste hospital, ela está grávida e parece que ela entrou em trabalho de parto. Não somos da cidade, viemos de longe e desculpe as atitudes da minha esposa, ela está realmente nervosa e preocupada. Ana é nossa única filha, e ela é nova. Temos medo de acontecer algo com ela, ou com o bebê.
—Entendo senhor. Mas a filha de vocês está bem, ela está no quarto 586 vocês pode subir, o marido dela está na quarto junto com ela. O corredor é à direita, pega o elevador para o 8º andar.
—Obrigado, e desculpa novamente.
Os pais de Ana vão direto ao elevador e enquanto espera o elevador chegar, e assim que abre dão de cara com Pedro, que sorri ao vê-los.
—Oi vovós. —Diz ele sorrindo.
—Cade a nossa Ana Pedro? —Pai de Ana diz, com um tom abafado.
—Está no quarto tio, o Guilherme está lá com ela. Ele é completamente perfeito, branquinho, saudável, lindo, e tem covinhas. Tem poucas coisas da Ana, acho que ele parece mais com o pai.
—Ok, vamos subir, você vai Pedro?
—Não tia, vo na cantina comer algo, estou aqui desde ontem, morrendo de fome. Logo subo.
—Tudo bem, querido. Obrigado por estar com nossa menina.
—Que isso tia, sabe que vocês são minha família também.
—Obrigada querido, vamos amor?
—Claro, te vemos lá em cima Pedro.
—Ok tio.
Os pais de Ana sobem e Pedro vai direto a lanchonete do hospital, pede um sanduiche, e senta-se á mesa e fica pensando em tudo o que havia acontecido com Charles, e na voz de Yuri que não saia de sua cabeça. Ele pensa o quanto Ana iria ficar puta por saber que ele havia dito á Yuri que ele era o pai de Guilherme, e que ele deveria ligar pra Yuri agora mais calmo, para poder explicar-se melhor. Então ele respira fundo e sente seu corpo inteiro tremer só de pensar que iria ouvir a voz de Yuri novamente, horas já haviam passado e aquela voz não tinha saído ainda de sua cabeça, e o mesmo tremor também não. Então ele disca e coloca o telefone no ouvido, respira a cada tom de chamada.
Na ligação.
—Oi? —Diz Yuri.
Pedro sente teu corpo inteiro entrar em um tipo de choque, tenta falar mais as palavras não saem, suas mãos começam a soar, então ele começa a ficar ofegante cada vez mais, e mais. Até que finalmente ele diz.
—Olá, Yuri? Sou eu, Pedro.
—Ah, fala velho.
—Seu filho nasceu.
—Oi?
—Yuri, o filho da Ana, é seu. Sempre foi.
—Cara, não acredito nisso. Ela me disse olhando nos meus olhos que o moleque não era meu filho, eu sai da minha casa, atravessei países para tirar satisfação cara á cara, e ela negou.
—Mas entenda. Ela não queria te atrapalhar, por favor, venha pra cá. Ele é um menino lindo, completamente perfeito você precisa ver o sorriso do Gui.
—Gui?
—Guilherme. Seu filho se chama Guilherme.
—Ah, Guilherme. Bonito o nome.
—Sim, Ana gosta de Guilherme. Mas então, venha te imploro se preciso ela precisa de você. E vocês precisam conversar.
Yuri suspira. E Pedro escuta e sente uma excitação enorme, mas se controla e tenta manter o foco e tentar não gaguejar.
—Ela.. ela está esperando por você, eu sei que está. E sei que você deve querer conhecer teu filho também, não é mesmo? Ate porque se não tivesse interesse nenhum, não viria até aqui tirar satisfação da Ana, mesmo ela negando que o filho seja teu. Venha, estaremos esperando por você.
—Ok. Depois de amanhã mais tardar, chego ai. Preciso resolver as coisas no hospital, sou pediatra, mas assim que resolver irei. Preciso desligar, obrigado eu acho, e tchau.
Ligação finalizada.
Yuri desliga na cara de Pedro, e ele então pede água e percebe que não era normal a forma como ele ficava falando com Yuri, ele estava soando da cabeça aos pés, e sua boca estava cheia de água, com desejos. Ele estava desejando Yuri mesmo sem saber como ele era. Então ele percebe a loucura que estava acontecendo, deixa o dinheiro em cima da mesa, vai até o elevador e sobe para ver Ana e seus tios.
Os pais de Ana entram no quarto e veem que ela estava olhando Guilherme dormir, eles vão até ela e Eduarda logo pergunta:
— Você está bem? O que aconteceu? Como tá o nosso neto?
Ana começa a rir devagar e diz.
— Dá para se acalmar mãe? Está tudo bem conosco, sério. Queremos ir para casa, apenas. E vocês como estão? Não vão me abraçar é assim? — Ana faz bico
O pai dela se aproxima e a abraça e dá um beijo na testa e diz.
— Nos preocupamos com você, é isso. Não podemos saber que nossa pequena está em perigo.
— Eu entendo pai, mas ta tudo bem. Pelo menos agora está, ainda mais com vocês aqui.
Eduarda com lágrimas nos olhos abraça a filha e diz.
— Nós vamos te levar pra casa. Sentimos sua falta.
Pedro entra no quarto e diz.
— Falei com o médico e ele disse que amanhã de manhã podemos ir embora, porque ele sabe que vamos de carro e pra ter tempo de arrumar as coisas do Guilherme para a viagem.
— Mas o Guilherme não pode ir no colo. — Diz Ana preocupada.
Eduarda diz.
— Ele vai no bebê conforto minha filha, pode ficar tranquila.
— É isso mesmo Aninha. — Diz Pedro com um sorriso no rosto.
Eduarda chega perto de Guilherme e fica olhando para ele, ela chama o marido e diz.
— Olha como ele é lindo.
Ele se aproxima e diz.
— Claro que é lindo, puxou o vovôzão aqui.
Todos riem.
—  Capítulo XLIV.
Saints and Winners: Superbowl XLIV as seen from the UK

Tried to stay up for the Superbowl but failed? Want to know what you missed, but rather than choose trusted media sources, you want to find out via the uninformed ramblings of someone who watched it on television in a different continent to the action? If the answer to both those questions is yes then you’re in the right place. Here’s how Superbowl XLIV happened… from my flat… in the UK.

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‘Parisian Love’ Google commercial from Superbowl 2010. My favorite Superbowl commercial ever.

anonymous asked:

i am in love with a girl who smiles like the stars are hiding under her tongue and some nights i find myself thinking about the way she pushes her hair over her shoulder at 2am. i have memorized her face and her voice is the song that's stuck in my head. if only i weren't a girl too, then maybe i'd be allowed to kiss her in public.