Vingadores

DEPOIS DE MUITO TEMPO, OLHA SÓ UM BÔNUS NOVINHO PRA VOCÊS!! Eu já tinha ele escrito há tempos, mas eu tinha perdido ele. Achei ontem e pensei que seria legal postar! Eu tenho mais 2 / 3 pra postar, então logo logo tem mais. Enfim, espero que gostem dessa pequena aventura entre o Sam e o Ollie!! E se vocês quiserem mais e de duplas / trios específicos, é só vir aqui na ask e deixar sua dica / sugestão!!

LINK: http://shield-o-futuro.tumblr.com/bonus6

Wrong Message for Wrong Person - Avengers

Tony -

S / N: Tony. Bedroom. Now.

Clint: Absolutely, but I do not think Tony will like this idea.

S / N: Holy shit, Clint. Just ignore it.

Clint: I can still find you in the bedroom, right?

Steve -

Y/N: I bought some costumes … come and see which one is the best …

Bucky: You do not even think about putting that close to Steve, Y/N. Get away from my man.

Y/N: Fuck, Bucky … come on, you’re invited.

Bucky -

Y/N: Daddy? I need you now…

Thor: Daddy? I thought your father was traveling, Y/N. Well, if you want, Tony can track you down.

Wanda -

Y/N: I need to hug somebody, Witchie. If you do not show up here in ten seconds I’ll attack Loki.

Pietro: Well, I’m not my sister, but look behind Princess.

Natasha -

Y/N: Natasha. Me and you, without any clothes. Now.

Tony: Fine, I’m going to call Nat and we’ll go along. Alright?

Thor-

Y/N: Thor, did you like those handcuffs yesterday?

Loki: My Odin, spare me the human details.

Y/N: shit.
Clint -

Y/N: Hey sexy, I’m in our room. You’ve decided what to do with this information.

Bruce: I’ll pass it to Clint, you’re welcome.

Bruce -

Y/N: hey greenie, there’s a lab that’s empty now … 😏

Wanda: My God ….

Y/N: WANDA EXCUSES, SHIT, SORRY


*laughing in despair*

Peter -

Y/N: Spider, janitor’s room now.

Tony: You’re taking my boy the wrong way, Y/N

Y/N: holy…

Loki -

Y/N: Sorry to tease you … I think I deserve a punishment, Daddy ….

Pietro: Wow, Y/N, this definitely deserves a print.

Y/N: Son of a bitch!

Pietro -

Y/N: If you do not show up here in two seconds I’ll kiss Natasha, so needy, help me.

Natasha: If you get close to me, I’ll kill you, help me help you.

Pedido por: Anonimo

Notas: Desculpem pela demora, o previsto era postar na semana passada mas aconteceram alguns problemas pessoais. Já estou terminando os pedidos e se tudo ocorrer bem, posto ainda essa semana. Espero que gostem ♥


Um navio se partiu ao meio por conta de uma bomba ainda não identificada, possivelmente se trata de um ataque terrorista — a repórter dizia na televisão, enquanto recebia informações a todo momento. — O Homem-Aranha foi visto no local segurando as duas partes do navio de maneira impressionante! Segundo gravações de cinegrafistas amadores, logo em seguida, ajudando o amigo da vizinhança, o Homem de Ferro salvou o dia, juntando o navio novamente e ajudando a salvar os passageiros.

Desliguei a televisão, ainda impressionada com o que havia acabado de escutar.

Peter e eu combinamos de estudar para a prova de biologia que iria acontecer amanhã, e como eu ainda não tinha conseguido entender parte do assunto, ele se ofereceu para me ajudar. Mas ele já estava há exatos quarenta e cinco minutos atrasado. Como Homem Aranha, ele teve um imprevisto (e dos grandes), e era isso o que me deixava preocupada: não saber se ele estava a salvo.

O alívio tomou conta do meu corpo quando Peter apareceu na minha janela, abrindo-a e entrando rapidamente, vindo até mim. Mas algo estava diferente, ele estava usando a roupa do aranha que criou logo quando ganhou os poderes, sendo que já tinha um uniforme tecnológico dado por Tony Stark.

Peter afastou o capuz do traje improvisado e tirou a máscara, apenas para me cumprimentar com um selinho rápido. E sua cara não estava nada boa.

— Você tá bem? Se machucou? — o abracei, mas ele não correspondeu. Passei a checar cada canto de seu corpo, procurando por algum ferimento que, felizmente, não encontrei. 

— Eu não me machuquei — ele disse simplesmente, sem desfazer a cara emburrada. — Os seus pais estão em casa? 

— Sim — respondi, estranhando a pergunta aleatória. — Por que?

— Vem — ele segurou minha mão, me puxando para a janela. 

— Onde vamos? — perguntei, mas ele não respondeu. O puxei, fazendo-o parar e obrigando-o a me olhar. — Peter, espera, o que aconteceu?

— Eu… — ele começou, mas travou. — só quero conversar, mas os seus pais podem ouvir sobre o Homem Aranha, ou me ver com essa roupa. Quero te levar pra outro lugar.

A julgar por sua raiva e expressão de criança emburrada, e Peter nunca fazia isso, deduzi que algo sério estava acontecendo. 

Assenti, e ele colocou a máscara novamente. Em seguida, envolvendo minha cintura com seu braço, lançou uma teia em um poste. Fechei os olhos e me agarrei nele quando que saímos do chão. Aquilo ainda era apavorante para mim, mesmo já tendo feito várias vezes. Senti o vento bater no meu rosto, e aquilo me deixava ainda mais assustada, mas para uma pessoa com um medo incontrolável de altura, eu estava até me saindo bem.

— Chegamos — ele disse assim que pisamos no chão, e me permiti respirar aliviada. 

Abri os olhos e a vista me deixou sem ar novamente. Estávamos na Ponte do Brooklyn e podia ver toda a cidade ao longe. O céu estava numa coloração entre azul e laranja, não havia nenhuma nuvem e o sol estava começando a se por. A tarde não podia estar mais linda.

Mas Peter ainda estava bravo com alguma coisa.

— Agora pode me contar por que você está assim? — indaguei, me sentando no chão e ele se sentou ao meu lado. — Deveríamos estar conversando sobre o fato de você quase ter se matado naquele navio? E por que viemos aqui?

— Gosto da vista — ele disse. Observei seu cabelo balançar levemente com o vento. Ele olhava para o céu, parecia refletir sobre algo. — Eu estraguei tudo, S/N, e agora o sr. Stark pegou o uniforme.

— Por quê?

— Eu não sei — Peter resmungou, com raiva. Nisso, ele se levantou com um salto. Sempre que ele estava nervoso ficava inquieto desse jeito. — Ele está sempre me dizendo o que fazer e o que não fazer, me trata como uma criança!

— Mas você é uma criança — eu disse calmamente, em tom de brincadeira, e ele me olhou com uma cara que dizia “como você se atreve?”. — Quero dizer, você não é uma criança, de jeito nenhum, você é um homem!

Tentei segurar o riso e ele me repreendeu.

— Não tá ajudando.

— Desculpa — pedi. — Quer me contar o que realmente aconteceu? Tipo, do começo?

Ele suspirou.  

— Sabe quando saímos do colégio e pedi pra você voltar sozinha? Eu estava planejando te despistar pra evitar perguntas e preocupações por que… — comentou, apoiando-se na grade da ponte e olhando para a cidade. — eu meio que segui uma gangue que estava traficando armas, e tentei pará-los sozinho. As coisas saíram do controle e bombas explodiram. Mas eu consegui dar conta.

— É, eu vi na TV — comentei. — Se você chama quase se partir ao meio junto com o navio de dar conta, então tudo bem, pode continuar.

Peter revirou os olhos.

— O sr. Stark apareceu e me ajudou. Mas logo depois pediu que eu devolvesse o uniforme. Eu tentei explicar que estava tentando ser como ele, mas ele queria que eu fosse melhor.

— Não se culpe, você estava tentando fazer a coisa certa.

— É, mas foi do jeito errado — engoliu em seco. — E agora eu perdi a unica coisa que me fazia ser um herói.

— Ok, Peter, me escuta — me levantei, indo até ele e o abraçando por trás. — A culpa não é sua nem dele. Ele só estava preocupado com você e as pessoas naquele navio. Dá um desconto, ele está tentando ser um bom tutor pra você.

Ele se afastou, virando-se de frente para mim.

— Quando visto o uniforme consigo ser eu mesmo, entende? — ele disse já mais calmo, e agora parecia triste. — Mesmo assumindo uma outra identidade, quando eu sou o Homem Aranha eu posso me livrar de toda a timidez, ansiedade, tudo… Eu não sou nada sem o uniforme.

Segurei seu rosto levemente e ele fechou os olhos, sentindo o toque.

— Quem faz o Homem Aranha ser um herói não é a roupa que ele veste, é você — falei, com toda a certeza que uma pessoa pode ter. — Você é o herói, Peter, e não precisa do uniforme pra isso.

Ele abaixou a cabeça, suas bochechas estavam levemente vermelhas. Peter sorriu, me abraçando forte. Rindo, ele me tirou do chão, girando nossos corpos como em um filme romântico.

— Eu acho que precisava ouvir isso — disse, após depositar um selinho nos meus lábios. — Obrigado.

Sorri, devolvendo seu carinho com outro beijo.  

— Sabe o que podemos fazer agora? — lancei um olhar cúmplice, e ele parece ter entendido.

— Maratona dos filmes de Star Wars?  

— Isso! — comemorei. — Mas acho que podemos ficar mais um pouco e admirar essa paisagem, não podemos?

Peter me apertou mais.

— Claro, amor — disse, colando nossos lábios. — Eu amo você.

Sorri. Todas as vezes que ele dizia isso, suas bochechas coravam.

— Eu também amo você, garoto aranha — falei, e o vi revirar os olhos, divertido.

Olhei adiante, apenas sentindo a brisa do fim de tarde bater em meu rosto, e me senti a garota mais sortuda do mundo por ter o Peter ali comigo.

9

Pedido por: @equandocheganoite ❤



A nova namorada do playboy e milionário Tony Stark é muito mais nova que ele

Com certeza ela só está com ele pelo dinheiro, que mulher da idade dela ficaria com um homem com o dobro de sua idade? É ridículo!

Provavelmente tem algo a mais nessa relação, interesse pelo dinheiro ou pela fama?

— Você se importa demais com o que os outros pensam — Tony repousou uma mão em meu ombro, enquanto a outra fechava o notebook à minha frente. Nisso, ele passou a fazer uma massagem no local. Fechei os olhos, aproveitando seu toque.

— Contei mais de dez pessoas que me chamaram de coisas terríveis nesse site de fofocas — ergui a cabeça para olhá-lo, e ele apenas suspirou.

— Você sabe que nada disso é verdade — se sentou ao meu lado na cama, pegando um celular antigo e o abrindo, provavelmente esperando alguma mensagem. — As pessoas adoram falar sem ao menos conhecer, não se colocam no lugar do outro. É a ordem da vida. Só pare de ler coisas como essa, não te fazem bem.

Assenti, mesmo sabendo que ignorar os comentários maldosos seria difícil. No primeiro segundo que colei os olhos em Tony, soube que me apaixonaria por ele, e já estava ciente que a tarefa não seria fácil, não por ele, mas pelo que as pessoas diriam sobre. Nenhum de nós liga para essa questão de idade, mas aparentemente, as outras pessoas sim.

O que me dava forças era ele, minha felicidade estava bem na minha frente, que apesar de estar com uma cara emburrada para a tela do celular e murmurando xingamentos para si mesmo, era um homem adorável.

Havia um hematoma abaixo de seu olho e seu braço ainda se recuperava da fratura causada pela briga com Steve e os outros Vingadores, mas não era isso que me preocupava. Rhodes havia se machucado feio e Tony insistia em se culpar pelo ocorrido. Além, é claro, todos o culpavam por separar a equipe. Aquilo estava deixando-o arrasado.

— Não vejo um desses há anos — sorri, tentando animá-lo. — É uma surpresa ver logo você com um celular de flip.

— O quê? — ele levantou o olhar. — Ah, essa porcaria pré-histórica? Há um bom motivo para que eu esteja com essa velharia.

— Que seria?

— Steve — ele disse, como se fosse óbvio. — Ele me enviou isso há duas semanas, logo depois de sumir com parte da equipe.

— E você está esperando a ligação dele — concluí, vendo-o fechar a cara novamente.

— Claro que não! — sorriu ao ver minha expressão de quem não acreditava nem um pouco naquelas palavras. — Ok, talvez eu queira reunir a equipe novamente. Estou com 12% de saudades.

— Você fica tão fofo quando expressa seus sentimentos com porcentagens — me aproximei, fazendo com que deitasse sua cabeça no meu colo. Passei a mexer em seus cabelos, vendo seus olhos se fecharem lentamente. — Talvez Steve também esteja esperando sua ligação. Por que não liga para ele? Relembrem apenas as boas coisas da sua amizade.

— Eu não sei, não consigo dormir há dias, fico pensando no que fizemos — disse, receoso. — E os outros? Wanda deve me odiar agora, a Romanoff está sabe se lá aonde, o Rhodey está em uma cadeira de rodas por minha culpa e nem preciso dizer o quanto falhei com a familia do Clint.

— Você não pode carregar o peso do mundo nas suas costas — afaguei seu cabelo. — O que você precisa é de um descanso.

Tony suspirou, segurando minha mão, fazendo com que eu parasse. Ao se inclinar em minha direção, ele me beijou lentamente, um beijo apaixonado. Sentou-se na cama, de costas para mim, e eu engatinhei até ele, abraçando-o por trás.

A situação não estava nada fácil desde o acordo de Sokovia e a Guerra Civil, mas eu estava feliz por poder ajudá-lo. As vezes Tony se perde em sentimentos e por não saber expressá-los, se afoga em toda a agonia sozinho, toma decisões erradas ou precipitadas e todos o julgam, como ele mesmo diz, sem se pôr em seu lugar. E eu havia prometido a mim mesma que o ajudaria a superar seus traumas.

— Você me faz bem, quando está comigo consigo esquecer dos meus problemas — disse. — E, acredite em mim, eu queria te fazer feliz como você me faz, mas tudo acaba dando errado no final.

— Tony, amor, você é uma boa pessoa, merece toda a felicidade do mundo — falei, sentindo o cheiro gostoso do perfume em sua pele. — Você já me faz feliz só de estar bem.

Senti suas costas subirem e descerem conforme respirava, se eu prestasse bastante atenção, conseguia ouvir seu coração bater.

— Você está certa — se levantou em um pulo. — Preciso de um descanso. Já estava há um tempo pensando em viajar e quero que venha comigo. Você escolhe o lugar. O que tem em mente? Paris? Havaí? Que tal algo novo? Ouvi dizer que o Brasil tem as melhores paisagens…

— Vamos com calma — segurei a risada. — É o seguinte: por que você não conversa com o Steve enquanto eu escolho um destino de viagem? Posso demorar muito, o mundo é um lugar enorme.

Tony bufou, procurando algo em seu bolso e tirando dele o celular de flip, fazendo menção de digitar o número.

— Tudo bem — seus dedos fizeram um movimento rápido pelos botões do celular. Após algum silêncio e vários segundos imóvel, ele finalmente começou a falar. — Alô? Picolé?

Pude perceber um pequeno sorriso se formar em seus lábios. Ele estava feliz novamente.

— Vão conversar, vão! — encorajei.

— Não, eu não estou com o General Ross aqui comigo, podemos conversar à vontade… Claro, eu também quero reunir a equipe. — disse, tapando o microfone do celular e voltando sua atenção para mim, — Eu amo você — ele murmurou, e após ouvir algo no outro lado da linha, voltou a falar. — Eu estava falando com a S/N, não com você.

Ri de sua resposta, imaginando a reação de Steve. Ver o sorriso de Tony era maravilhoso para mim. Fiz um sinal positivo com as mãos. Estava orgulhosa dele.

— Amo você também — murmurei de volta.

7

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