Tomas

Senão porque te quero,
Chego a querer-te não mais,
Aguardo quando não te espero,
Meu coração fica em um niilismo,
Desejo-te só porque te quero,  
Abomino-te agora, odiando te espero,
E ao alcance do meu amor itinerante,
É não te ver e amar-te,
Como um alucinado.
—  Tomás.