PIRUETA

Corra atrás daquilo que você ama, já ouvi muito isso, e meus pés estão calejados por tanto praticar. Não sei mais o que fazer pra chamar sua atenção, nem se eu fizesse mil cambalhotas e o dobro de piruetas na sua frente, me notaria. Me sinto invisível, indetectável, mesmo estando praticamente na sua frente. Mandei indiretas, diretas, fiz drama, brincadeiras e nada. Talvez seu coração seja impenetrável, impermeável ou tenha um código de segurança tão complicado que nem mesmo você consiga decifrar. Seu silêncio dói, grita, ecoa em cada parte do meu ser e sua ausência só ajuda a intensificar mais ainda. Perco pedaços de mim à cada bom dia ignorado, entro em colapso à cada mensagem visualizada e não respondida, parece uma profunda paranoia, mas você me causa isso, me deixa numa canoa furada, e não sei se chegarei à margem antes que ela tenha afundado, ou eu mesmo tenha naufragado nesse mar de amor reprimido. Já são quase dois anos e ainda escrevo sobre você, na verdade, eu desabo, decaio, me perco nesse caos na esperança de ser encontrado, notado, amado…
—  Anata ga hitsuyou desu.
Nancy, eles nunca vão saber tudo sobre nós. Nunca vão entender minha obsessão em apertar suas bochechas por mais que você reclamasse dizendo que era chato e infantil. Nunca vão saber o que é dormir com você em pleno verão, soando até nas mãos, mas recusando trocar de posição somente para permanecer ao seu lado. Nunca vão ter a chance de decifrar os olhares, nossos olhares, que eram feitos nas horas mais inapropriadas do nosso convívio e que somente eu e você entenderíamos o interno daquilo. Nancy eles não vão saber como é segurar sua mão e sentir o coração dando piruetas dentro do corpo, mesmo sendo um ato simples, não vão. Jamais vão entender o prazer de sentir sua respiração dançando pelo meu pescoço de madrugada, fazendo os pelinhos do meu corpo eriçarem. Nunca vão entender o que é arrumar mil desculpas só pra que você não vá embora no horário combinado, porque depois que saísse por aquela porta, o tédio e a inquietação pra tê-lá novamente me consumiriam. Nancy, como é que seriamos capazes de explicar, aquela noite em que ficamos sentados, juntinhos, nus, próximos a janela do meu quarto olhando as estrelas brilharem no céu e sob ela fizemos nossas juras? Sussurradas ao pé do ouvido e seladas com um beijo. Os beijos, Nancy, como é que vão entender? Que eu ansiava por eles de segunda á sexta e ás vezes tinha de imaginá-ló porque você estava enfurnada na droga do seu quarto e eu no meu, sem podermos nos ver. Como é que vão imaginar a sensação de estar em seus braços durante uma crise de ansiedade, a qual eu tenho certeza de que você nunca soube que estava ocorrendo dentro de mim. Nancy, não vão entender o que é te provocar no meio de uma festa e ver seus olhos revirando porque você já está quase agindo por impulso, e não é isso que você quer. Não ali, não agora. Como é que vão entender que eu sempre sabia como você estava se sentindo Nancy? Até quando você jurava de pés juntos que estava bem, mas não estava, e no fundo eu sabia que não. Pois é Nancy, eu sempre fui sensitivo em relação á você. Como é que vão saber que os meus olhos brilhavam ao te ver chegar? Que minhas mãos tremiam e eu culpava algum problema da medicina. Diz pra mim Nancy, como é que eles vão saber das cartas que eu te escrevi e nunca deixei que você lesse, por pensar que você já estava cansada de ler meu amor despejado nas estrelinhas de uma folha de caderno. Eles não vão saber, nem entender, tão pouco perceber Nancy. Mas eles souberam quando você quis partir. Eles perceberam, eu não. Como é que eu vou explicar pra eles, Nancy, que eu não deixei de te amar? Que eu sigo perambulando por ai com um sorrisinho fachada no rosto mas que em casa eu tento me distrair até com a mosca que zune em meus ouvidos só pra não pensar em você ou em o que estaríamos fazendo se estivéssemos juntos naquele exato momento? Eles diriam que eu sou patético por ainda ter uma pasta com todas as nossas fotos ou por ainda ter todas as nossas conversas, absolutamente todas. É o que diriam Nancy. Então é preferível que eles nunca saibam, nunca entendam, tão pouco percebam.
—  Cartas de Sid para Nancy
¿Qué es el veganismo?

El veganismo es una forma de vida ética.

Se basa en el respeto hacia todos los seres vivos. El vegano no come carne, ni consume cuero, lana, leche de vaca, miel, ni cualquier tipo de producto que haya sido experimentado en animales o que implique la explotación de algún ser vivo, Tampoco asiste a circos ni zoológicos. El vegano respeta al planeta y a todos los que lo habitan.

De qué sirve que yo no coma la vaca si ya está muerta.

A partir de que dejamos de consumir productos de origen animal, dejamos de ser parte de la cadena de explotación. La suma de voluntades crea el cambio.

El león come a la cebra. Yo me como a la vaca.

El león no tiene posibilidades de elección. Nosotros si podemos elegir no alimentarnos de animales.

Si los animales sufren. ¿Por qué todo el mundo come carne?

Porque comer carne es una costumbre, un hábito. Culturalmente, en nuestro país, está bien visto consumir vacas, chanchos, gallinas, terneros, cabritos. En cambio, en paises como China, es común alimentarse de perros y gatos.

¿Puedo estar sano sin comer animales?

Si. Los cereales y los almentos vegetales aportan todas las proteínas y vitaminas necesarias para estar sanos y fuertes. Nuestro organismo está preparados para digerir productos de origen vegetal. Consumir alimentos de origen animal es una de las principales causas de enfermedades como el cáncer, la hipertensión, el colesterol y la osteoporosis, entre otras.

¿Los cuidan a los animales del zoológico?

NO. Porque privar de la libertad a un ser sintiente no es cuidar de él. Con el cautiverio, comportamientos naturales como volar, cazar o escoger una pareja desaparecen.

¿Se divierten los animales en el circo?

NO. Para aprender a hacer todas esas piruetas, se los entrena de manera violenta y hasta se los priva de alimento, Ellos son abusados fisica y psíquicamente. Pasando toda su vida a cautiverio lejos de su hábitat natural.

¿A los animales les duele igual que a nosotros?

SÍ. Los animales tienen sistema nervioso central que es lo que le manda la información del dolor al cerebro. Ellos sienten dolor y placer.

¿Qué tiene de malo comprar un perro de raza?

Hay miles de animales en la calle que necesitan hogar y en todos los criaderos se los reproduce para venderlos como un objeto.

Tambien en estos lugares los animales sufren defectos genéticos y enfermedades por ser crizados con su propia raza. La superporación de perros y gatos está en los criaderos.

¿Por qué en la tele dicen que tengo que tomar leche para estar fuerte?

Porque los medios de comunicación están manejados por empresas que se benefician con la leche que venden. No necesitas tomar leche para estar fuerte.

¿Cómo es una vaca lechera?

Las vacas son mamiferos como nosotros. La vaca para que sea lechera tiene que quedar preñada. Todas las vacas dan leche.

Mi perro ¿es mío?

No. Tu perro no es un objero, es un ser vivo. Es TU compañero.

¿Huevos? ¿Leche? Si a las gallinas y a las vacas no las matan.

La industria del huevo: a los pollitos machos los matan, mientras las hembras son encerradas en una jaula con luz las 24 horas para que no paren de comer; cuando ya no dan la cantidad de huevos necesarios, las matan. Pasan toda su vida encerradas sin libertad, derecho fundamental de todo ser vivo. La industria de la leche: las vacas son preñadas artificialmente, a los tres días de nacido el ternero se los separa de la mamá, al bebé se lo manda al matadero (ternerita) y la vaca entra en el círculo de la industria láctea hasta que deja de producir y se la envia al matadero.


Aca les dejo algo que saque de un folleto que me dieron.

Derreti girassóis
Ao teu encalço
Reverti relógio
Pelo deleite do atraso


Mais de mil vezes
Fui vil em meu caminho
Por isso, não santifique-me
Contudo, passo atrás a ideia da forca


Uma pirueta, duas piruetas:
Euro e dólar
Mais uma série de piruetas
Bravo! Palmas à dupla Gucci e Prada


E a rosa virou uma adaga
A prosa virou um grilo
O teu beijo as sobras do grafite
Do poema à lápis que lhe escrevi e apaguei…


Instinto acidez:
Uma amargura para cada
Gota de café e lamúria à vida adulta
De minha palidez, um dobro a altura tua


Andrômeda amara
Na fidelidade de mártir
Carregando flores termais
As deixando cair para alegrar amores


A consciência foragida
Voltava dia após dia com relógios
O querer corria a filo carmesim
O pus cuspiria o flúor…


Respira à bolsos apertados
O teu eu cuspira insetos sobre os outros
E os insetos por sua vez, vomitaram o carnal
Do qual tu só amaria os confetes do término…

—  Setenta Por Cento Autoral E Todo O Resto Clichê, Pierrot Ruivo
Entendido? Entendido.

Membro: Jimin x Reader

Gênero: Angst, Fluff

Quantidade de palavras: 1.800

Pedido de @jujubamalik123

Originally posted by chimcheroo

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Alguém buzinava na rua quando você passou pelas portas de entrada da grande empresa na qual seu namorado trabalhava. Passando um cartão de visitante na porta e finalmente respirando quando você pisou no carpete na parte de dentro, você logo fez seu caminho até a sala de prática, que apesar de já estar escuro na parte de fora, você sabia que estaria agitada.

“Jimin!” Você chamou assim que pisou porta a dentro do grande espaço branco onde os meninos treinavam, naquele momento nem todos estavam ali, Namjoon e Yoongi provavelmente estavam em seus estúdios produzindo algo e tinham deixado a sala para um quarteto agitado usar.

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anonymous asked:

Hey, faz um em que ela é professora de ballet e ele está em turnê, ela acaba quebrando a perna em uma aula mas não conta nada pra ele, pra não deixar ele preocupado, porém o hospital liga para ele, mesmo contra a vontade dele, e ele cancela a turnê para ficar com ela. Queria bem detalhado se possível! Muito obrigada desde já.


Pronto!

N/A: Oi, tudo bom? Me desculpa pela demora, mas espero mesmo que você goste do que eu escrevi. Desculpa também por não ter feito com todos os detalhes que você pediu, é que não consegui desenvolver com os seus detalhes -se você quiser eu posso escreve-lo outra vez, acho que não detalhei o suficiente, mas se quiser alguma mudança é só falar- Me manda ask dizendo o que achou, isso é muito importante. 

Boa leitura!


     Estava um dia agradável lá fora, o Sol aparecia mesmo com as nuvens querendo o esconder. Um ventinho frio deixava o dia ainda mais gostoso, e uma sensação boa atravessou todo o corpo de S/N.

     Ela estava indo mais uma vez fazer o que mais gostava, fazia alguns anos que não sentia tanto orgulho de si mesma. Sabia que o que estava fazendo não lhe traria lucro algum, mas quando via o olhar de admiração de suas meninas todas as vezes que ela chagava, lembrava o porquê de estar ali.

     S/N era uma bailarina clássica, muito talentosa. Já se apresentou para críticos importantíssimos do mundo do ballet clássico, os elogios que eles teciam para ela só comprovavam o quanto ela era boa no que fazia.

     Ela ainda se apresentava, mas agora dividia seu tempo em: ser uma bailarina renomada e ser apenas uma professora de ballet clássico em uma ONG para meninas que estavam refugiadas em Londres por seus países estarem em conflito. Ela sempre sonhou em ensinar tudo que aprendeu com sua experiência que mesmo não sendo muita, valia muita coisa; mas nunca pensou que aos 21 anos, uma oportunidade como essa bateria em sua porta. Ela se quer hesitou em dizer sim.

     Eram 08:00h da manhã quando ela estacionou seu carro na frente daquela grande casa que ficava um pouco afastada do centro da cidade, ela saiu e logo entrou cumprimentando todos os voluntários que já estavam fazendo suas tarefas. Caminhou até o banheiro mais próximo para se vestir, hoje ela faria uma surpresa para suas pequenas bailarinas; ela iria apresentar um de seus solos para elas. Por isso se vestiu com um colant preto e uma saia de malha por cima dele, e claro suas amadas sapatilhas de ponta.

     Quando já estava pronta, ela caminhou até sua sala de aula para encontrar 12 garotinhas se alongando. Esse era o trato delas, elas chegam na sala já arrumadas e se alongavam mesmo se sua professora não estivesse ali. Quando elas percebem a mulher as observando, a encaram surpresas por suas roupas e logo se sentaram em circulo no chão como sempre faziam no inicio de cada aula.

 “Você vai se apresentar para nós hoje?” Aisha uma garotinha de 9 anos perguntou a S/N com euforia transbordando de sua voz. Aisha e sua família tinham saído da Síria, e estavam em Londres à alguns anos. Ela era sem duvidas uma das mais talentosas daquele grupo de garotas.

 “Acho que alguém estragou minha surpresa.” S/N disse sorrindo e fazendo todas as garotas rirem. “A algum tempo vocês me pedem para apresentar alguma coisa para vocês, e eu acho que todas já podem aprender alguma coreografia, até agora ensinei só o básico, mas hoje vou mostrar o meu primeiro solo.” Ela continuou, olhos brilhantes a encaravam ansiosos.

     S/N se levantou e foi até o micro system que ficava no canto daquela sala, a música suave que saiu do aparelho, sempre a fazia lembrar de quando tinha apenas 10 anos e sonhava em ser uma bailarina e viajar pelo mundo se apresentando para as mais variadas pessoas, e saber que agora que ela já tinha realizado seu sonho ela poderia ajudar outras garotas e se realizarem a deixava extremamente feliz.

     Ela se movimentava suavemente na posta de seus pés, perfeitas piruetas no ar, seus braços faziam movimentos graciosos, movimentos que significam mais para ela do que para qualquer um. Suas alunas a olhavam hipnotizadas, qualquer pessoa ficaria impressionada com a leveza e naturalidade dos movimentos de S/N, mas  para aquelas crianças era mais que isso, era a admiração, orgulho e felicidade de ver que seria possível ao menos chegar perto do que S/N representava para o ballet internacional.

     Mas aquele momento de encanto não durou muito tempo, um pouco antes de finalizar uma de suas apresentações mais especiais, S/N que estava com os olhos fechados sentindo toda a energia boa daquele momento, não pode ver a pequena bolça de uma das garotas no chão, ela tropeçou e caiu, as garotas se encaram sem entender nada mas logo foram tentar ajuda-la. No primeiro momento S/N não sentiu nada, foi quando tentou se levantar que uma dor aguda interrompeu sua ação. Ela gemeu e contorceu seu rosto com a dor.

 “Você está machucada? Quer que eu chame o tio Brian?” Nádia perguntou assustada. A mulher apenas assentiu com a cabeça e logo Brian, um dos voluntários, chegou.

 “O que foi? Dói muito?” Ele perguntou rápido vendo S/N sentada no chão, esfregando um de seus pés com as mãos.

 “S-sim.” Ela disse com a voz afetada pela dor.

 “Você consegue se levantar?”

 “Acho que consigo.” Ela disse e Brian a ajudou dando seu braço como apoio.

 “Vou leva-la até um hospital, acho que você pode ter quebrado.” Ele a encarou preocupado.

 “Tudo bem.”

    S/N se despediu brevemente de suas alunas e Brian a levou até seu carro sentando-a no banco do carona; o caminho até o hospital foi o mais longo de sua vida, em toda a sua carreira de bailarina ela nunca tinha se machucado assim. Dores no corpo, e dedos dos pés inchados eram normais pelos ensaios excessivos, mas nunca chegou a ter uma lesão.

    Quando chegaram até o hospital, Brian logo pediu uma cadeira de rodas para facilitar o caminho para a moça, eles foram a recepção e S/N logo foi atendida pelo ortopedista, fez alguns exames, e foi tudo que ela se lembrava quando acordou assustada em um quarto branco d hospital. 

 “S/N S/S?” O médico a chamou, quando abriu a porta. “Vejo que já está melhor, os analgésicos já fizeram efeito?” Ele perguntou.

 “Sim.” Ela disse suavemente.

 “Isso é bom.” Ele a encarou sorrindo. “Estou com seu Raio-X e como eu já desconfiava foi uma torção, nós vamos engessar seu pé esquerdo e em três ou quatro semas você já vai estar bem.”

 “É um alivio ouvir isso, então eu vou poder voltar ao ballet em algumas semanas, não é?” Ela perguntou com medo da resposta, estava muito longe do tempo de se aposentar. Ela pretendia dançar por muitos anos ainda.

 “Oh, claro.” S/N suspirou aliviada. “Em dois ou três meses já vai poder dançar tão bem quanto antes, mas para que se recupere mais rápido eu recomendo muito repouso. Apesar de não ter fraturado nenhum osso, não foi uma torção tão simples. O que mais ajudou foi que você não demorou para procurar atendimento médico.”

 “Tudo bem, vou repousar.” Ela disse sorrindo.

 “Antes de ir tenho que avisar que ligamos para seu contato de emergência, quando tomou um dos analgésicos você apresentou uma alergia a um dos componentes do medicamento, nós tivemos que administrar um outro, que foi o que fez você dormir. Então tivemos que seguir o protocolo do hospital.” O homem de meia idade falou devagar.

 “Oh, vocês falaram com Harry? Não era para isso ter acontecido, ele está viajando e vai se preocupar atoa.”

 “Não posso dizer que seja atoa, você ainda terá que ficar em observação até termos certeza que não vai manifestar mais nenhum indicio da alergia.” O médico olhou para prancheta em suas mãos. “Seu namorado disse que iria vir te ver, disse que hoje mesmo chega aqui.” Ele se despediu de S/N e saiu de seu quarto.

 “Merda.” Ela sussurrou logo que a porta se fechou, recostou sua cabeça no travesseiro e se culpou por ter incomodado seu namorado em um dos momentos mais importantes da vida dele. Harry tinha acabado de lançar um álbum solo, e sua primeira tuor internacional já tinha começado, ela estava extremamente orgulhosa de seu garoto, ele tinha trabalhado muito naquilo e todos os mínimos detalhes estavam perfeitos.

     Depois de alguns minutos de culpa, S/N adormeceu por conta do forte remédio que tinha tomado. O sono pegou-a desprevenida e ela apenas se entregou, estava cansada pelos exames e pelo dia nada comum em sua vida.


     S/N acordou com as caricias de Harry em seu rosto e cabelos, ela abriu os olhos devagarinho para ver ele melhor, ela ainda se sentia culpada por ele ter vindo, mas não podia negar que era ótimo vê-lo mais cedo. Ela sorriu delicada e levou sua mão até a dele que estava em seu rosto, agarrando-a e a levando até a boca para deixar um beijinho ali.

 “Oi.” Ele disse e apertou a mão dela mais forte.

 “Você não deveria estar aqui.” Ela disse baixinho olhando para suas mãos entrelaçadas.

 “Eu não poderia te deixar sozinha e machucada.” Um suspiro escapou da boca de Harry.

 “Mas amor… e a tuor?” Ela perguntou encarando suas íris verdes.

 “Não se preocupe, eu estava na Irlanda e o voo até aqui é bem curto.” Ele explicou. “Conversei com o seu médico e ele disse que você vai precisa de pelo menos um mês de repouso absoluto para você voltar mais rápido ao ballet.” Ela assentiu com a cabeça. “Eu já pedi para cancelarem alguns shows para ficar com você durante esse tempo.”

 “Harreh.” S/N choraminga. “Você não pode fazer isso, é apenas uma torção.”

 “S/N não há nada que você possa fazer, já está feito.” Ele disse sério e um pouco rude. “Eu não conseguiria fazer bons shows com você lesionada em casa, eu fiquei tão preocupado com você baby.”

 “Harry…”

  “Amor, só deixa eu cuidar de você.” Ele implorou, S/N sempre foi um pessoa muito delicada e desde que eles começaram a namorar, Harry começou a ter atitudes super protetoras quando se tratava dela. Cancelar um mês de shows para cuidar dela não era surpresa nenhuma para moça.

     Ela se sentia péssima por gostar da ideia de ter Harry um mês inteiro cuidando dela. Atitudes como essa é o que faz ela se apaixonar por ele cada dia mais, sua forma de cuida-la fazia com que ela se sentisse amada e protegida. Ela só queria receber os cuidados dele.

 “Só se você deitar comigo.” S/N sussurrou dando espaço na cama para ele, Harry riu e tirou seus sapatos para se deitar ao seu lado; mergulhou seu rosto no pescoço da garota para sentir o perfume que ele tanto sentia falta, ele deixou vários beijos ali, o que fez S/N rir um pouquinho.

 “Eu senti tanto a sua falta nesses meses fora, fiquei tão preocupado quando me ligaram dizendo da sua crise alérgica.” Ele disse enquanto sua grande mão fazia carinhos no cabelo dela. “Por que você tem que ter alergia a tantas coisas?” Ele brincou tirando uma gargalhada gostosa da garota, seu coração esquentando com o seu som favorito no mundo todo.

 “Estou bem, amor.”

 “Eu sou tão grato por isso.” Ele disse erguendo sua cabeça para beijar seus lábios. “Eu te amo.”

 “Eu também.” Ela disse e beijou sua bochecha.

 “Agora durma, você precisa.” Ele deitou outra vez e S/N se aconchegou em seu peito depois de deixar um beijo ali.

 “Seu coração está acelerado.” Ela disse.

 “Você deixa ele assim.” Ele disse rindo. Não demorou para ela dormir mais uma vez, Harry adormeceu logo em seguida.

     Pelo menos aquela torção matou a saudade que eles sentiam um do outro.

Un crudo invierno

Ya no quedan restos del olvidado pero hermoso verano.
Las hojas  empiezan a caerse, dando piruetas en circulos, para luego tener una muerte digna en el frio piso
Los dias son cortos y  no son  protagonicos en otoño, pasan a segundo plano injustamente, el sol reclama su papel, radiando, calidez, haciendo que mi piel se estremeciera, y que mi cuerpo se entregue por completo a su calor reconfortante, en cambio las noches son largas, son eternas, como las estrellas, son heladas como la oscuridad que hacecha en mis ojos y la luz de la luna tiene un efecto contrario, haciendome sentir totalmente demacrable, débil, ella junto a a los planetas hacen que llore, mientras susurran que tome ese frasco de entero de estrellas, que si lo tomo con un vaso  de lágrimas, vos, cariño ibas a voler.
Les crei, y esa noche del crudo otoño mi corazón dejo de palpitar para estar otra vez juntos.
Atte:Rollinga001

“una porrista me retó a que nunca podría hacer lo que ellas hacen —¿no crees que sería una excelente adición al equipo? mira.” el sarcasmo tiñó todas y cada una de sus sílabas, ni siquiera sabía por qué había discutido con aquella joven. de todas formas, dispuesta a demostrar la certeza de sus palabras, realizó una típica pirueta casi a la perfección; luego regresó sus avellanas hacia su previo receptor.

Aí o telefone tocou. Deixei tocar. Nunca atendia ao telefone na parte da manhã. Tocou cinco vezes e parou. Eu estava sozinho comigo mesmo. E, por mais repugnante que fosse, era melhor que estar com alguém, qualquer um, todos lá fora fazendo seus pequenos truques e piruetas. Puxei as cobertas até o pescoço e esperei. Decidi ficar na cama até o meio-dia. Talvez então a metade do mundo estivesse morta e ele seria menos difícil de enfrentar.
—  Charles Bukowski. 
A harmonia secreta da desarmonia: quero não o que está feito mas o que tortuosamente ainda se faz. Minhas desequilibradas palavras são o luxo do meu silêncio. Escrevo por acrobáticas e aéreas piruetas — escrevo por profundamente querer falar. Embora escrever só esteja me dando a grande medida do silêncio.
—  Clarice Lispector.

La Hazaña Olímpica de Shun Fujimoto

El hecho histórico se remonta a los Juegos Olímpicos de Montreal en 1976, donde Japón y la Unión Soviética se disputaban el oro en Gimnasia Varonil. En una de las disciplinas el equipo japonés sufre una “baja” cuando Shun Fujimoto, gimnasta japonés de veintiseis años, se fisura la rodilla derecha en los ejercicios de piso. Ante un hecho de esta magnitud la consecuencia inevitable es la expulsión del participante.

Lejos de rendirse, Fujimoto ocultó lo mejor que pudo la gravedad del hecho (en la foto se puede apreciar la pierna flexionada) y pidió a su entrenador algo que pudiera calmar el dolor. Esa droga estaba prohibida por regla, por lo que éste se negó.

La siguiente prueba eran los anillos, con los cuales después de hacer un par de piruetas debe saltar y quedar en pie con ambas piernas de forma impecable.

Shun Fujimoto consiguió hacer la maniobra de manera exitosa. Según sus propias palabras:

(En gimnasia de suelo) lo hice bien en la primera parte, pero en los últimos minutos caí mal. Traté de no mostrar que me había lastimado. (En los anillos) a pesar de mi lesión, tenía que hacerlo, por mí y por el equipo. Era muy bueno en los anillos, por lo que sabía que podría. No pensé en la caida, el dolor fue inexplicable. Pensaba en lo que había hecho, no lo podría haber hecho mejor.
(Cuando ganamos la medalla de oro) estaba aliviado y empecé a llorar porque tenía la responsabilidad del éxito de mi equipo.

Le concedieron un 9.7. Después de obtener la puntuación más alta que consiguió su país por equipos, Fujimoto subió con su equipo al podio para recibir la medalla de oro y lo quiso hacer sin que nadie le ayudara. Japón había ganado el Oro por 5ª vez consecutiva en la gimnasia varonil olímpica de equipo.