Mars-2003

20 Frases desconocidas de la Política Española por Facu Díaz. El Sótano del Indio

1. “La grúa se ha llevado el coche. Lo que me faltaba.” (Francisco Franco a Carmen Polo, julio de 1936. Días después llevaría su berrinche demasiado lejos)

2. “¿Puedo jugar yo también?” (Juan Carlos de Borbón a Francisco Franco, 1969)

3. “Juan Carlos, esto está hecho. ¿Ahora qué? ¿Juan Carlos? ¿Me oyes?” (Llamada telefónica de Antonio Tejero a Juan Carlos de Borbón, 1981)

4. “Me pondré una chaqueta de pana y levantaré el puño. Eso les confundirá.” (Felipe González, 1982)

5. “Voy a sacar dinero, ¿traigo tabaco o Toblerones?” (Jordi Pujol, 2002)

6. “¿Irak? No sé dónde está, eso ya me parece peligroso para España.” (José María Aznar, 2003)

7. “¿A cómo va el kilo de sinvergüenza? (Esperanza Aguirre, mayo de 2003)

8. “Queda inaugurada esta prisión. Me pido la litera de arriba.” (Francisco Granados, 2008)

9. “(Ininteligible)” (Manuel Fraga, 2011)

10. “Venga, p’alante. ¿Qué podría pasar?” (Guillermo Zapata delante de su ordenador, 2011)

11. “Quita, quita, ya conduzco yo.” (Ángel Carromero, 2012)

12. “Vaya tostón. No hay huevos a montar un partido.” (Juan Carlos Monedero a Pablo Iglesias, Fiesta del PCE 2013)

13. “Me he preparado un discurso que ni Martin Luther King.” (Ana Botella al representante de la candidatura olímpica Tokyo 2020, agosto de 2013)

14. “No te preocupes. Estos no sacan ni un escaño.” (Cayo Lara a Willy Meyer, mayo de 2014)

15. “España te debe mucho. Eres un ejemplo.” (Rosa Díez a sí misma. Cada mañana.)

16. “Chicos, tengo un buen presentimiento.” (Luis García Montero, mayo de 2015)

17. “Señores, lo tengo: rollo Apple. Yo me entiendo.” (Pablo Casado, 2015)

18. “Montaré mi propio partido. El partido de la felicidad, el progreso y todo lo guay.” (Beatriz Talegón, 2015)

19. “Hay que ver, siempre te pillo mal de cobertura. ¿Me oyes? ¡Oye! ¡Eeeehh!” (Alberto Garzón a Pablo Iglesias, 2015)

20. “En casa somos muy de Nuno Silva.” (Mariano Rajoy, 2015)

The Mars Volta - Live at the Electric Ballroom
2003-era Mars Volta live set
Record is Near Mint (opened, unplayed).
Slight sleeve wear
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Real foi a moeda que mais perdeu valor em 2015

O dólar subiu 1,09% ontem e chegou a R$ 3,417, a maior cotação desde 20 de março de 2003. Em julho, a moeda americana subiu quase 10% em relação ao real e, em 2015, perto de 30%.

O mês de julho foi de forte pressão para o real. Em meio às disputas entre o Planalto e o Congresso, às mudanças nas metas fiscais pelo governo e a ameaça de perda do grau de investimento do País, o real despencou. No exterior, a tendência também foi de queda para as demais moedas de países exportadores de commodities. O real foi uma das três divisas que mais cederam no mês passado. No resultado acumulado de 2015, o real lidera o ranking de perdas.

“Não há como negar que o dólar reina hoje absoluto no mundo, contra todas as moedas e, particularmente, ante as divisas de emergentes e exportadores de commodities. Mas a queda está sendo maior no Brasil porque você tem um aumento da percepção de risco em relação ao País”, disse José Faria Júnior, diretor da consultoria Wagner Investimentos.

Levantamento feito pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, com base em 47 divisas negociadas à vista mostra que, em julho, o dólar subiu 10,09% ante o real, o que coloca a moeda na terceira posição de perdas no mês. A moeda americana subiu 10,54% comparada ao peso colombiano em julho e 10,91% em relação ao rublo russo, as duas piores. No ranking do ano, o real é a pior moeda, sendo que a alta acumulada do dólar está em 28,57%.

O fato de os preços das commodities estarem caindo em todo o mundo, incluindo as matérias primas da pauta de exportação do Brasil, tem pressionado as divisas de vários países desde o início do ano. A proximidade do início do processo de alta de juros nos Estados Unidos é outro fator de alta para o dólar, com investidores já se antecipando a este movimento do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

O problema é que o ambiente interno do País também intensifica a busca por dólares. Em julho, houve o rompimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, com o governo, o corte da meta fiscal para 2015, 2016 e 2017 e o rebaixamento, pela S&P, da perspectiva do crédito do País. São fatores que levaram a uma corrida em busca da segurança do dólar.

“Se você olhar um histórico mais longo e comparar o real frente ao dólar, e uma cesta de países contra a moeda americana, em vários momentos verá que a brasileira se descolou. E isso acontece, tipicamente, em situações de aumento do risco doméstico”, comentou Mauro Schneider, economista da MCM Consultores Associados.

Disparada. Com as cotações encerrando julho acima dos R$ 3,40, parece claro que os tempos de dólar mais baixo, na faixa dos R$ 3,15, como visto no início do mês, ficaram para trás. Schneider disse que a consultoria revisará as projeções nos próximos dias porque os R$ 3,15 que estavam prevendo para o fim do ano ficaram “obsoletos”. “Há muito tempo não vejo tamanha frequência na revisão de projeções como temos visto.”

“Nessa virada de julho, já imaginávamos que o dólar ficaria mais forte. Só que o movimento foi potencializado pelo fiscal horrível do governo”, comentou Faria Júnior, da Wagner. “A chance de perda de grau de investimento é enorme. A Páscoa do ano que vem (no fim de março) pode ser uma data chave, porque a S&P costuma levar em média nove meses para fazer uma nova avaliação sobre o País. E neste momento o primeiro trimestre de 2016 já estará fechado.”

Faria Júnior diz que, por isso, fica difícil “recomendar venda de dólar”, ainda mais em um ambiente de indefinição política e até possibilidade de impeachment da presidente.

Real foi a moeda que mais perdeu valor em 2015

O dólar subiu 1,09% ontem e chegou a R$ 3,417, a maior cotação desde 20 de março de 2003. Em julho, a moeda americana subiu quase 10% em relação ao real e, em 2015, perto de 30%.

O mês de julho foi de forte pressão para o real. Em meio às disputas entre o Planalto e o Congresso, às mudanças nas metas fiscais pelo governo e a ameaça de perda do grau de investimento do País, o real despencou. No exterior, a tendência também foi de queda para as demais moedas de países exportadores de commodities. O real foi uma das três divisas que mais cederam no mês passado. No resultado acumulado de 2015, o real lidera o ranking de perdas.

“Não há como negar que o dólar reina hoje absoluto no mundo, contra todas as moedas e, particularmente, ante as divisas de emergentes e exportadores de commodities. Mas a queda está sendo maior no Brasil porque você tem um aumento da percepção de risco em relação ao País”, disse José Faria Júnior, diretor da consultoria Wagner Investimentos.

Levantamento feito pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, com base em 47 divisas negociadas à vista mostra que, em julho, o dólar subiu 10,09% ante o real, o que coloca a moeda na terceira posição de perdas no mês. A moeda americana subiu 10,54% comparada ao peso colombiano em julho e 10,91% em relação ao rublo russo, as duas piores. No ranking do ano, o real é a pior moeda, sendo que a alta acumulada do dólar está em 28,57%.

O fato de os preços das commodities estarem caindo em todo o mundo, incluindo as matérias primas da pauta de exportação do Brasil, tem pressionado as divisas de vários países desde o início do ano. A proximidade do início do processo de alta de juros nos Estados Unidos é outro fator de alta para o dólar, com investidores já se antecipando a este movimento do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

O problema é que o ambiente interno do País também intensifica a busca por dólares. Em julho, houve o rompimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, com o governo, o corte da meta fiscal para 2015, 2016 e 2017 e o rebaixamento, pela S&P, da perspectiva do crédito do País. São fatores que levaram a uma corrida em busca da segurança do dólar.

“Se você olhar um histórico mais longo e comparar o real frente ao dólar, e uma cesta de países contra a moeda americana, em vários momentos verá que a brasileira se descolou. E isso acontece, tipicamente, em situações de aumento do risco doméstico”, comentou Mauro Schneider, economista da MCM Consultores Associados.

Disparada. Com as cotações encerrando julho acima dos R$ 3,40, parece claro que os tempos de dólar mais baixo, na faixa dos R$ 3,15, como visto no início do mês, ficaram para trás. Schneider disse que a consultoria revisará as projeções nos próximos dias porque os R$ 3,15 que estavam prevendo para o fim do ano ficaram “obsoletos”. “Há muito tempo não vejo tamanha frequência na revisão de projeções como temos visto.”

“Nessa virada de julho, já imaginávamos que o dólar ficaria mais forte. Só que o movimento foi potencializado pelo fiscal horrível do governo”, comentou Faria Júnior, da Wagner. “A chance de perda de grau de investimento é enorme. A Páscoa do ano que vem (no fim de março) pode ser uma data chave, porque a S&P costuma levar em média nove meses para fazer uma nova avaliação sobre o País. E neste momento o primeiro trimestre de 2016 já estará fechado.”

Faria Júnior diz que, por isso, fica difícil “recomendar venda de dólar”, ainda mais em um ambiente de indefinição política e até possibilidade de impeachment da presidente.

Dólar sobe e fecha cotado a R$ 3,42, maior patamar desde março de 2003

O dólar voltou a subir nesta sexta-feira (31) e encerrou o dia cotado a R$ 3,42. A moeda americana foi pressionada por preocupações com a situação fiscal do país, após o governo anunciar que o deficit primário das contas públicas atingiu R$ 45,7 bilhões nos últimos 12 meses terminados em junho.
Leia mais (07/31/2015 - 17h29)

Dólar ultrapassa R$3,40 pela primeira vez em 12 anos e acumula alta de 10% em julho

Por Bruno Federowski e Flavia Bohone
SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu mais de 1 por cento nesta sexta-feira, fechando acima dos 3,40 reais pela primeira vez em mais de 12 anos, com as incertezas políticas e econômicas no Brasil pesando e levando os especialistas a apontarem tendência de alta pelo menos no curto prazo.
A moeda norte-americana subiu 1,59 por cento, a 3,4247 reais na venda, maior cotação de fechamento desde 20 de março de 2003, quando encerrou a 3,478 reais. Também em março de 2003 havia sido a última vez que o dólar tinha ido acima do patamar de 3,40 reais.
Na semana, a divisa subiu 2,32 por cento e, no mês, o avanço foi de 10,16 por cento, maior alta mensal desde março (11,7 por cento). No ano, a moeda norte-americana acumula alta de 28,8 por cento.
“O que preocupa bastante no futuro são os números da economia brasileira. Com os dados ruins, vamos ficando cada vez mais perto de perder o grau de investimento”, disse o superintendente regional de câmbio da SLW, João Paulo De Gracia Correa, para quem o dólar pode ir “facilmente” acima de 3,60 reais se o país for rebaixado.
Na terça-feira, a agência de classificação de risco Standard & Poor’s alertou que o Brasil pode perder o status de bom pagador devido a riscos políticos, com denúncias de corrupção no âmbito da Lava Jato, e econômicos.
“Vemos o governo fragilizado, a economia fraca, falta de união na base aliada e números cada vez piores… Estamos ficando cada vez mais próximos de perder grau de investimento”, disse.
Nesta sessão, o resultado fiscal ajudou a azedar o humor dos investidores, após o governo informar déficit primário de 9,323 bilhões de reais em junho, pior leitura para o mês da história, número que ressalta as dificuldades do governo para equilibrar as contas públicas.
“Para qualquer lado que você olhar tem notícia ruim, seja fiscal ou política”, resumiu o superintendente de câmbio da corretora Tov, Reginaldo Siaca.
Além disso, os investidores também especulavam sobre a rolagem dos swaps cambiais –contratos que equivalem à venda futura de dólares– que vencem em setembro, correspondentes a 10,027 bilhões de dólares.
O BC rolou pouco menos de 60 por cento dos swaps que vencem na segunda-feira, a menor proporção em mais de um ano. O mercado questiona se a autoridade monetária continuará com a estratégia de rolagens reduzidas diante da escalada recente da moeda norte-americana, que tende a pressionar a inflação.
“Num momento como este, o BC não deve anunciar uma rolagem menor e se fizer isso vai causar mais estresse no mercado”, disse o operador de câmbio da Correparti Corretora Jefferson Luiz Rugik, para quem o dólar pode ir a 3,50 reais no curto prazo.
Durante a manhã, a briga pela formação da Ptax, taxa calculada pelo BC que serve de referência para diversos contratos cambiais, deixou a moeda norte-americana volátil, com investidores disputando para deslocar a taxa a patamares favoráveis a suas posições.
No exterior, o dólar recuava em relação a uma cesta de moedas, após avançar com força nas últimas sessões diante das expectativas de alta de juros nos Estados Unidos e preocupações com a desaceleração da economia chinesa.

Dólar sobe 1,09% com percepção ruim sobre o Brasil

O dólar voltou a registrar ganhos ante o real nesta sexta-feira, 31, em meio à percepção ruim em relação à economia brasileira. O resultado do setor público consolidado de junho - o pior para o mês desde o início da série histórica, em 2001 - reforçou a busca de dólares no Brasil, numa sessão também influenciada pela disputa da ptax de fim de mês.

O dólar à vista de balcão fechou em alta de 1,09%, aos R$ 3,4170, no maior patamar desde 20 de março de 2003, quando encerrou aos R$ 3,480. Neste mês de julho, marcado pelas disputas políticas entre o Planalto e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, pelas mudanças nas metas fiscais de 2015, 2016 e 2017 e pelo rebaixamento da perspectiva de crédito do País pela Standard & Poor’s, o dólar acumulou ganhos de 9,91% ante o real. No ano, já dispara 28,70%.

Na manhã de hoje, a moeda até chegou a oscilar no território negativo, na mínima de R$ 3,3360 (-1,30%). Investidores que estavam vendidos em derivativos cambiais pressionavam pela queda da moeda, tendo por objetivo a determinação da ptax de fim de mês. Só que os números do setor público, divulgados pelo Banco Central, acabaram conduzindo ganhos firmes da moeda americana ante o real.

Isso porque o setor público teve déficit primário de US$ 9,323 bilhões em junho e superávit de apenas R$ 16,224 bilhões no semestre (0,57% do PIB). Na avaliação de parte do mercado, o esforço fiscal é muito pequeno para que o País consiga escapar de uma perda do grau de investimento pelas agências de rating.

À tarde, passada a disputa pela ptax, o mal-estar com o Brasil se intensificou, com muitos investidores buscando a proteção do dólar antes da próxima semana, quando o Congresso sai do recesso, e após alguns comentários do diretor do Federal Reserve (Fed) James Bullard, defendendo a alta de juros nos EUA já em setembro. Segundo Bullard, o dado do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA apoia a ideia de elevar os juros “logo”. “Estamos em boa forma” para elevar os juros na reunião de setembro, disse ele que, no entanto, não tem direito a voto no comitê de política monetária do Fed este ano.

A ptax fechou no início da tarde cotada a R$ 3,3940, em alta acumulada de 8,72% no mês, o que indica ampla vantagem para os investidores comprados em derivativos cambiais. No mercado futuro, que fecha apenas às 18 horas, o dólar para setembro - que passou a ser o mais líquido hoje - subia 1,34% há pouco, a R$ 3,4530.

Dólar sobe 1,09% com percepção ruim sobre o Brasil

O dólar voltou a registrar ganhos ante o real nesta sexta-feira, 31, em meio à percepção ruim em relação à economia brasileira. O resultado do setor público consolidado de junho - o pior para o mês desde o início da série histórica, em 2001 - reforçou a busca de dólares no Brasil, numa sessão também influenciada pela disputa da ptax de fim de mês.

O dólar à vista de balcão fechou em alta de 1,09%, aos R$ 3,4170, no maior patamar desde 20 de março de 2003, quando encerrou aos R$ 3,480. Neste mês de julho, marcado pelas disputas políticas entre o Planalto e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, pelas mudanças nas metas fiscais de 2015, 2016 e 2017 e pelo rebaixamento da perspectiva de crédito do País pela Standard & Poor’s, o dólar acumulou ganhos de 9,91% ante o real. No ano, já dispara 28,70%.

Na manhã de hoje, a moeda até chegou a oscilar no território negativo, na mínima de R$ 3,3360 (-1,30%). Investidores que estavam vendidos em derivativos cambiais pressionavam pela queda da moeda, tendo por objetivo a determinação da ptax de fim de mês. Só que os números do setor público, divulgados pelo Banco Central, acabaram conduzindo ganhos firmes da moeda americana ante o real.

Isso porque o setor público teve déficit primário de US$ 9,323 bilhões em junho e superávit de apenas R$ 16,224 bilhões no semestre (0,57% do PIB). Na avaliação de parte do mercado, o esforço fiscal é muito pequeno para que o País consiga escapar de uma perda do grau de investimento pelas agências de rating.

À tarde, passada a disputa pela ptax, o mal-estar com o Brasil se intensificou, com muitos investidores buscando a proteção do dólar antes da próxima semana, quando o Congresso sai do recesso, e após alguns comentários do diretor do Federal Reserve (Fed) James Bullard, defendendo a alta de juros nos EUA já em setembro. Segundo Bullard, o dado do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA apoia a ideia de elevar os juros “logo”. “Estamos em boa forma” para elevar os juros na reunião de setembro, disse ele que, no entanto, não tem direito a voto no comitê de política monetária do Fed este ano.

A ptax fechou no início da tarde cotada a R$ 3,3940, em alta acumulada de 8,72% no mês, o que indica ampla vantagem para os investidores comprados em derivativos cambiais. No mercado futuro, que fecha apenas às 18 horas, o dólar para setembro - que passou a ser o mais líquido hoje - subia 1,34% há pouco, a R$ 3,4530.

Dólar sobe e vai acima de R$3,40 pela 1ª vez em 12 anos; acumula alta de 10% em julho

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu mais de 1 por cento nesta sexta-feira, fechando acima dos 3,40 reais pela primeira vez em mais de 12 anos, com as incertezas políticas e econômicas no Brasil pesando e levando os especialistas a apontarem tendência de alta pelo menos no curto prazo.
A moeda norte-americana subiu 1,59 por cento, a 3,4247 reais na venda, maior cotação de fechamento desde 20 de março de 2003, quando encerrou a 3,478 reais. Também em março de 2003 havia sido a última vez que o dólar tinha ido acima do patamar de 3,40 reais.
Na semana, a divisa subiu 2,32 por cento e, no mês, o avanço foi de 10,16 por cento, maior alta mensal desde março (11,7 por cento).

(Por Flavia Bohone)

Ibovespa fecha em baixa de 0,69%

São Paulo, 30 jul (EFE).- O Ibovespa fechou nesta quinta-feira em baixa de 0,69%, aos 49.897 pontos.

No mercado de câmbio, o dólar comercial se recuperou da queda de ontem e subiu 1,25%, fechando cotado a R$ 3,370 para compra e R$ 3,371 para venda, o maior valor desde março de 2003. EFE

Dólar sobe e vai acima de R$3,40 pela 1ª vez em 12 anos; acumula alta de 10% em julho

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subiu mais de 1 por cento nesta sexta-feira, fechando acima dos 3,40 reais pela primeira vez em mais de 12 anos, com as incertezas políticas e econômicas no Brasil pesando e levando os especialistas a apontarem tendência de alta pelo menos no curto prazo.
A moeda norte-americana subiu 1,59 por cento, a 3,4247 reais na venda, maior cotação de fechamento desde 20 de março de 2003, quando encerrou a 3,478 reais. Também em março de 2003 havia sido a última vez que o dólar tinha ido acima do patamar de 3,40 reais.
Na semana, a divisa subiu 2,32 por cento e, no mês, o avanço foi de 10,16 por cento, maior alta mensal desde março (11,7 por cento).

(Por Flavia Bohone)