Madonna-delle-Grazie

Agropoli, festeggiamenti in onore della Madonna delle Grazie

Lunedì 10 e Martedì 11 Agosto, Agropoli festeggia la Madonna delle Grazie, uno degli appuntamenti più attesi e sentiti della città.

I festeggiamenti comincerrano il giorno 10 con la processione della statua della Vergine, che alle ore 18:30 partirà dalla Chiesa della Madonna delle grazie per un lungo percorso che la porterà per numerose vie della cittadina.

Alla mezzanotte del 10 ci sarà la…

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Santa Maria dei Miracoli - Messina

La prima chiesa dedicata a Santa Maria della Grazia fu innalzata dai carmelitani scalzi nel braccio ricurvo di San Raineri nel piano di Terranova, nell’anno 1576 a spese di Giovanni Mantilla, ma questo bellissimo tempio venne abbattuto per la costruzione della Real Cittadella, esso si trovava proprio dove fu realizzata la Porta poi battezzata con il nome di: Grazia. Sì, avete capito bene: la bella Porta Grazia oggi visitabile a Piazza Casa Pia prese il nome da quella prima Chiesa dedicata a Nostra Donna della Grazia. Successivamente quindi si trasferirono nel sito della casa dei Cottone Principi di Bauso alla Palazzata, nell’anno di Grazia 1729. Dopo il 1783, successivamente al sisma, che distrusse il loro convento, essi si trasferirono nella Chiesa di S.Teresa a Portareale ampliata su un’antica cappella del 1556. In questo tempio si venerava una immagine, che si portarono con sé i carmelitani nella nuova sede, la quale raffigurava proprio la Madonna delle Grazie. Per questo motivo venne cambiato il nome in Nostra Signora della Grazia. Nonostante il terremoto del 1908, il tempio rimase quasi del tutto intatto ma, per ampliare il Viale della Libertà, esso fu buttato giù dal piccone demolitore. Così la Chiesa dedicata alla Madonna della Grazia venne ricostruita nel 1925 nell’area dell’attuale Villa Dante. I numerosi eventi prodigiosi che avvenivano per intercessione della Madre Celeste dinnanzi alla Statua della Madonna portarono i devoti ad invocarla: “Madonna dei Miracoli”. Nel 1980 il Comune, per realizzare il Parco Urbano, demolì la chiesetta ed edificò l'attuale tempio in stile moderno (la struttura ha la forma del Manto della Madonna sotto la cui protezione trovano riparo i fedeli). Il tempio fu aperto al culto il 3 agosto 1984 e il 3 agosto del 1996 l'Arcivescovo di Messina S.E. Mons. Ignazio Cannavò lo dedicava solennemente col titolo “S. Maria dei Miracoli”. 

Nel 1987 Giacomo Baragli scultore rigoroso ed innovativo progettò la Torre campanaria per la Chiesa ed un gruppo scultoreo per la villa Dante. La vetrata artistica a piombo è stata realizzata invece nel 2012.

All’ interno del tempio è oggetto di grande culto, custodita con grande devozione, l’ottocentesca statua della Madonna delle Grazie. Il progetto di restauro fu eseguito nel 2007 e rappresenta un valore aggiunto in quanto fu curato da alcuni giovani ospiti di una casa di recupero per tossicodipendenti e furono proprio questi ragazzi con grande passione e dedizione a  lavorare al restauro della statua della Vergine sotto l’attenta guida della dott. Giusy Larinà, storico dell’arte del Museo Regionale di Messina, del prof. Costanzo Cocuzza di Caltagione, docente nei corsi di restauro di Palazzo Spinelli in Firenze e sotto l’alta sorveglianza della Soprintendenza Beni Culturali e Ambientali di Messina. I soldi del restauro furono ricavati da uno spettacolo realizzato il 5 dicembre 2007, presso il Teatro Annibale Maria Di Francia, di Musica e Cabaret. L’esibizione venne organizzata dall’ l’Inner Wheel Club di Messina. Altri finanziamenti furono erogati dal contributo privato della Famiglia Mimma Mirenda, IW Club di Messina, IW Club di Reggio e Banco di Sicilia. La pregevole statua, come detto ottocentesca, fu realizzata da antica bottega messinese con la tecnica della cartapesta e l’uso di tempere grasse. La statua raffigura la Madonna con il Bambino dove la Vergine è assisa su un basamento formato da nuvole e angeli, con ai piedi un devoto orante. L’opera, realizzata nel XIX secolo, riprende l’iconografia di un dipinto seicentesco custodito nella stessa Chiesa raffigurante la Madonna delle Grazie, denominata popolarmente dei Miracoli. Il restauro ha restituito alla fruizione una statua legata alla grande devozione popolare che è possibile ammirare appunto nella nuova e moderna Chiesa di Santa Maria dei Miracoli nel rione di Provinciale a Messina. 

La statua viene portata in processione per le vie del rione la prima domenica d’agosto. 

In realtà a Messina vi era un’altra Chiesa anticamente dedicata alla Madonna della Grazia e si trovava allo Scoppo, ma questa è un’altra storia!

Alcuni bei video realizzati sulla ottocentesca statua della Madonna dei Miracoli di Provinciale:

https://youtu.be/UijIRAgISfE 

https://youtu.be/Y1XsxvgDoKk

https://youtu.be/BlUydAfMaaA

Quem vive a loucura diária nos centros urbanos, muitas vezes busca um esconderijo perto da cidade, porém, longe do stress.

A Sicilia é cheia desses refúgios encantadores que te fazem ter dúvidas até sobre que dia da semana é.

A pouco mais de 40 km de Ragusa existe um lugar assim e chama-se Licodia Eubea, pertencente à província de Catania. Encontra-se a 600 metros acima do nível do mar e de onde temos uma vista privilegiada de meia Sicília oriental.

Em um muro, na entrada do município, somos recebidos por esta inscrição de boas vindas, feita em lajota pintada a mão. Fotos #andar_ilhando

O que eu acho mais legal de visitar Licodia, é que o passeio começa muito antes de chegar à cidade. No meu caso, começou pela represa que acolhe as águas do rio Dirillo, que passa por todo o vale e desemboca em mar ragusano.

Placa indicativa em um dos pontos de acesso à diga.

Vista do Lago de Licodia.

A foto séria do Lago… rsrsrsrs

Apesar de ter sido rico em peixes, depois da construção da barreira, a atividade de pesca diminuiu drasticamente, mas ainda encontramos algum esperançoso que pega qualquer coisa de pequeno porte. Atividades esportivas aquáticas são permitidas, mas é proibido o banho aos visitantes.

Vista do percurso que fazemos para chegar a um dos pontos do lago.

Saindo da área do Lago, do lado direito da estrada, nos deparamos com uma construção nada convencional. Uma construção octagonal e devo dizer, no mínimo, curiosa. No meio do nada, uma construção com traços arquitetônicos completamente fora de tudo o que vemos na região e sem identificação nenhuma.

Primeiro que para chegar lá, percorremos uma ladeira a pé, em terreno calcário com laterais que lembram degraus.

Vista do acesso direto ao prédio “misterioso”.

Depois, ao chegar no topo, nos deparamos com essa maravilha.

Ao fundo, à direita, a cidade de Licodia que nos espera.

Construção “misteriosa”.

Observe que existem aberturas em formato circular que são as janelas do prédio. Devidamente dispostas de maneira que permitam ventilação e a entrada da luz solar a qualquer hora do dia.

Quem é aquele curió ali?? rsrsrsrs

Vista frontal.

Essa edificação nada mais é do que uma antiga igreja, na qual tem registrado do lado de dentro, no arco da porta, o ano de 1768, chamada de Chiesa del Bianchetto por se localizar na nesta contrada, foi dedicada a Madonna delle Grazie por volta do séc. XVIII.

Essa igreja não tem porta, somente uma grade que a protege de invasões (humanas e animais) indesejadas.

Ao fundo, de frente, vemos a estátua da Madonna, com um tecido preto de fundo (penso que seja para evidenciá-la já que é pequena).

Imagem da Madonna delle Grazie sob pintura original de onde um dia foi o altar de celebraçao eucaristica.

Essa igreja é testemunha de um estilo de vida camponês da região, que sobrevive com o passar do tempo.

Casa próxima a igreja, abandonada, mas que retrata a simplicidade da vida com que as pessoas viviam no e do campo.

Interior da casa. Vejam a simples disposição de nada mais do que 2 cômodos e a dimensão do lugar.

Seguimos rumo ao nosso destino principal que é Licodia.

Licodia Eubea é um daqueles lugares em que o tempo cronológico não existe. Região agrícola, acolhe muitos rebanhos de ovelhas e é muito comum o tráfego ser mais lento porque ovelhas e pastores atravessam, constantemente, as estradas.

Cada pontinho branco lá embaixo, no vale, é uma ovelha.

A vida camponesa se faz aos pés do antigo Castello di Santapau (também conhecido como Castello di Licodia) que foi erguido no período medieval. Acredita-se que, pela estrutura da construção do muro e dos túneis subterrâneos, deve ter surgido no período das invasões bizantina e árabe na região, na segunda metade de 400 a.C.

Infelizmente, o grande terremoto de 1693 foi implacável com Licodia e a destruiu quase que completamente e a localização privilegiada do castelo também foi sua fraqueza.

Uma das únicas torres que restam inteiras do castelo.

No início do séc. XX outras torres foram derrubadas pela administração local por perigo de desmoronarem sobre as casas que ainda são estreitamente ligadas aos muros do castelo.

Algumas das casas em ruinas aos pés do castelo. Pode não parecer, mas o local ainda é habitado, como a próxima foto mostra.

Passado e presente caminham juntos neste lugar.

Construções novas e modernas adornam o cenário medieval no entorno do Castello di Licodia.

Parte do muro “novo” que evita o deslizamento de terra pertencente ao entorno do castelo sobre as casas que ficam na parte mais baixa.

Outro ângulo do muro de contenção.

Mas visitar o Castello sem conhecer uma de suas narrativas mais ilustres, deixa a visita meio vazia. É mais ou menos assim. “Na noite de Natal da metade de 1500, dona Antonia del Balzo, esposa de Ambrogio Santapau, marques de Licodia e principe de Butera, comete suicídio (usando uma faca) por não suportar viver sem seu amado, morto poucos meses antes. Seu espírito ronda pelo castelo à procura do espírito do marido, sem o qual não pôde viver sem.” A dúvida da veracidade na estória contada nos cria uma expectativa diferente quando visitamos o local.

Calçamento da entrada principal do Castello. Somente o acesso é original.

Ruínas de um dos cômodos superiores do Castello.

O cômodo sob outra perspectiva.

Foi mal, Sansão. Sem teus longos cabelos nao rola… rsrsrsrs

Vista da lateral do castelo, do que resistiu ao terremoto de 1693, porém pouco visível por causa da vegetação alta.

Ruínas de outro cômodo superior.

Um dos muitos acessos subterrâneos que existiam no castelo, com a entrada soterrada. Quando o terreno está “capinado” e sem entulho essa entrada fica livre e se pode entrar em um dos cômodos inferiores.

Outra entrada subterrânea do Castello.

No inverno a vista é essa.

Sob a névoa, não conseguimos ver muito longe. Cercado pelo gradio, um dos acessos ao subsolo que liga a torre remanescente ao interior do castelo.

Na primavera, o cenário é completamente diferente.

O que restou da torre gêmea com a que continua de pé fazendo a ligação entre muros.

Vista da torre gêmea do Castello no período invernal.

Uma das torres e sua base em pedras inseridas na rocha para dar o nível justo com a angulação do terreno e ajudar no suporte do cinturão e das torres que circundavam o castelo.

O muro de pedras completa a parede rochosa ao mesmo tempo que se torna parte de um dos cômodos subterraneos com acesso pelo interior do castelo.

Licodia vista do Castello na primavera…

… e em um dia nebuloso de inverno.

Durante nossa ida a Licodia em janeiro deste ano, fomos atraídos por um som conhecido, mas há muito esquecido em outras regiões, que vinha do castelo.

Encontramos um grupo de rapazes que tocava música antiga em dialeto siciliano e que dava todo um ar especial ao momento. Foi emocionante. Foi lindo.

Jovens locais reunidos na tarde fria de inverno para conversar e tocar músicas antigas em dialeto siciliano.

Fim de tarde. Vista do topo do Castello Santapau.

Janeiro de 2015. Foto #pierino

À minha frente temos a terra em todas as suas formas, surgida em estado ainda bruto e onde a vida agricola se faz, que rasga a crosta terrestre e se mostra sem qualquer cerimônia. Esse vale é o paraíso dos geólogos.

Abril de 2015. Foto #pierino

Infelizmente, este lugar mágico não é cuidado como deveria ser. Tem um visual incrível, mas sua magnífica essência está muito escondida sob toda essa vegetação.

Quem quiser ver como o castelo é “nu” pode acessar este site que tem fotos feitas por Diego Barucco, tiradas em 2008, e que mostram como o interior do lugar é fascinante.

http://www.siciliafotografica.it/homesic/index.php/reportage-mainmenu-81/nella-storia-mainmenu-86/165-echi-lontani-da-licodia

Quem quiser ouvir (em italiano) a descrição histórica do Castello di Santapau e a narrativa sobre a tragédia de dona Antonia pode assistir ao vídeo de Fabrizio Ruggieri em https://www.youtube.com/watch?v=uguSdX8HFrI

Espero que tenham gostado.

Até a próxima!

P.S.: Todas as fotos foram tiradas por #andar_ilhando e #pierino em janeiro e abril de 2015. 

Laudate Dominum a Arco

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La Pasqua Musicale Arcense propone venerdì 10 aprile nella chiesa dell’Addolorata di Bolognano (l’inizio è alle ore 20.45) «Laudate Dominum», concerto del Coro del Conservatorio di Riva del Garda diretto da Paolo De Zen, solisti Isabel Lombana (soprano), Raffaele Zaninelli (basso) e Tarcisio Battisti (organo). Musiche di Mozart, Donella, Mendelssohn, Biener, Rossini, Delibes, Vianelli. Il…

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