LibreOffice

The Linux Setup - Jim Dean, Korora Project

I found Jim through Korora, which is a Fedora remix. Jim’s story of coming to Linux is a common one for non-technical users. In fact, it’s mine! He started with free and open source software on Windows, moved to a dual-boot situation and eventually left Windows behind for good. He uses Xfce because it stays out of his way, and that’s also one of my favorite things about it. It’s the desktop that doesn’t need to prove it’s a desktop.

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  1. Who are you, and what do you do?

    My name is Jim Dean and I currently live just outside Sydney Australia. I say I’m retired but I’ve been busier than when I was working full time. I’m the secretary/public officer of a local association that runs a hobby event.

    I’m part of the team that produces Korora. I do testing and support where I can. The current project is learning ‘kp,’ Korora’s packaging tool, so I can be more useful to the project. I never expected I would be part of a team producing a Linux distro but it is enjoyable and I see it as my way of contributing to the open source community.

    Over the next year I plan to move away from here and hope that I get more time to focus on my interests which include photography and Linux.

  2. Why do you use Linux?

    A difficult question to answer as there are a range of reasons. I became disenchanted with the lack of control on proprietary operating systems as well as the cost and security concerns. I first started using open source software on Windows and that led to using an open source operating system. Being able to use the same software on both platforms made the transition very easy.

    I dual-booted for some time and found I was spending increasingly more time in Linux. My last dual boot system was with XP.

  3. What distribution do you run on your main desktop/laptop?

    I’m using Korora 23 beta at the moment. I used Fedora for a long time and when Korora appeared it was a natural choice as it was based on Fedora.

  4. What desktop environment do you use and why do you use it?

    I prefer Xfce. I find it simple to set up, easy on the hardware, and can be made to look good. I like an environment that doesn’t get in your way when you are working.

  5. What one piece of Linux software do you depend upon? Why is it so important?

    As part of my duties in the association, I spend a lot of time in office software, so LibreOffice is probably what I use the most. Having a good, reliable, and capable office suite was one of the things that made my move to Linux so simple. I had used OpenOffice on Windows and always considered it to be at least the equal of any commercial competitor.

  6. What kind of hardware do you run this setup on?

    I’ve been a ThinkPad fan for a long time and I’m using a T440 at the moment. They always seem to work well out of the box on Linux. It is middle-of-the-road specifications, but the only change I would make is a larger hard drive.

    I have a couple of older systems I use for testing and other things, as well as a desktop that is packed up pending the house move.

  7. Will you share a screenshot of your desktop?

    Sure. I often post screenshots in the Korora community on Google+, to promote Korora. But these are usually from test systems and don’t show my day-to-day desktop. I prefer a darker (but not black) theme so I use one called crunchy dark grey, which I found on an Xfce forum. As the name suggests, the theme started on CrunchBang.

    I use a couple of panels, but I don’t like the look of them so I set them to be transparent. I also use a basic Conky configuration to monitor what is happening with the system.

    The wallpaper is one of my own photographs.

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Interview conducted December 18, 2015


The Linux Setup is a feature where I interview people about their Linux setups. The concept is borrowed, if not outright stolen, from this site. If you’d like to participate, drop me a line.

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arstechnica.com
Ars Technica: A year after the fork: LibreOffice is growing and going strong

Very good news as far as I’m concerned. I have been an OpenOffice user for many years, but not quite pleased with how many things were handled or how the package as a whole changed over time. It seems to me that LibreOffice is taking things in a better direction. I do wish they would brush up the UI a bit, but for the most part it is a fully functional office suite without a hefty price tag. For most people, it’s simply enough. Or too much, depending on what you are really after.

I look forward to seeing where LibreOffice goes in the future!

SE ANUNCIA LIBREOFFICE PARA ANDROID Y IOS.

El día viernes The Document Foundation dio una conferencia de prensa sobre LibreOffice en donde se anunciaron algunos planes para este año y el que viene. Quienes no están familiarizados con esta fundación, se trata de una organización no gubernamental e independiente que se ha dedicado a construir LibreOffice, una suite para realizar documentos, tablas, presentaciones y más de manera gratuita.

En la conferencia se habló del prototipo de LibreOffice Online, el cual está basado en unframework GTK+ HTML5, desarrollado por Michael Meeks. También se habló el proyecto que se tiene de llevar LibreOffice a dispositivos con sistema operativo Android y iOS, aunque en un principio trabajará en tablets y posteriormente en dispositivos más pequeños. Sin embargo estos proyectos aún están en desarrollo y estarán disponibles a finales de 2012 o principios de 2013.

Es recomendable darse una vuelta por el sitio y darle una oportunidad a este software de productividad en la oficina.

youtube

LibreOffice - Suchen und Ersetzen von Text, Fedora 15
Lizenz: http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/

Convite da Comunidade Escritório Livre

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= stellarium


Desde que me entendo por usuário de software livre e colaborador em comunidades de software livre, as comunidades sempre eram “devotas” de um determinado software. Assim temos a comunidade do Ubuntu, do Fedora, do Mint, do Debian, do OpenOffice, do LibreOffice, do Caligra, enfim, muitos softwares e muitas comunidades, cada uma delas defendendo o seu ponto de vista.

Outra nuance interessante é que quando se faz parte de uma comunidade de “software livre” dedicada a um único software, o enfoque é frequentemente desenvolvimentista, ou seja, a maior parte das decisões são tomadas por desenvolvedores, assim como a maior parte dos créditos. É óbvio que desenvolvedores desenvolveram a ferramenta e possuem o mérito disso. Mas quem usa o software e quem o divulga é quem faz com que ele tenha sucesso. O sucesso do software é um conjunto complexo de bom código e iniciativas de uso e divulgação de pessoas que em sua maioria, não são desenvolvedores. resumindo:  a maioria ajuda a desenvolver a marca, mas não recebe os créditos por essas iniciativas, já que elas são muito difíceis de contabilizar em sistemas informatizados. Como se mede a participação de um membro em um congresso ou palestra? Como se dá o crédito por dicas e truques que um membro publica em seu blog, ou por documentação não oficial? A resposta é simples: não se dá. Até agora…

Mas, e o usuário? Por exemplo, a comunidade LibreOffice, procura desenvolver um software que atenda às necessidades do usuário… Do LibreOffice. A comunidade Ubuntu, faz o mesmo para usuários do Ubuntu, e assim por diante. Mas, e o usuário? Não o usuário especifico de um software, mas aquele que precisa de soluções para seus problemas diários? Esse era deixado à sua própria sorte, de forma que ele precisa, sozinho, escolher, testar e desenvolver soluções que integrem diversos softwares diferentes em um formato que atenda ao que ele precisa. Até agora…


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De tempos em tempos aparecem novas iniciativas para resolver velhos problemas. É o caso da Comunidade Escritório Livre. Formada por vários ex-integrantes da Comunidade BrOffice.org, como Cláudio Ferreira Filho, Luiz Oliveira, Fátima Conti, entre outros, essa comunidade saiu do comum. O objetivo principal não está atrelado à divulgação e desenvolvimento de um software ou de uma marca de uma comunidade específica. O objetivo principal é reunir diversas ferramentas úteis no ambiente escritural e desenvolver métodos de implantação para elas. Assim, ao invés de simplesmente entregar um pacote de editores de texto, planilhas, apresentações, a comunidade entrega maneiras de utilizá-lo, em conjunto com outros softwares, de forma que resolvam problemas comuns.

Esse enfoque amplia muito o conceito de ferramenta de software livre, para o conceito de solução integrada de software livre. Isso implica que a comunidade não aborda apenas um tipo de software, por exemplo, pacotes de escritório. Ela aborda desde sistemas operacionais, sistemas de gestão de documentos (CMS) e sistemas de produção colaborativa (Wikis), até formatos de arquivos (de todo tipo de documento) e produção de documentação para os softwares com deficiência nessa parte.

O diferencial dessa comunidade é o fato de que tem poucos desenvolvedores. É uma comunidade basicamente composta de usuários que desenvolvem soluções criativas de utilização dos diversos softwares livres e de código aberto disponíveis. A maior parte das soluções são baseadas em experiências pessoais em seus próprios locais de trabalho. Portanto, o caráter desenvolvimentista (de código) perde o foco, que passa para o desenvolvimento de soluções integradas.

De saída, a comunidade conta com um um portal, um wiki e uma lista de discussão, além de canais de contato no IRC e mídias sociais como twitter e identi.ca (@escritóriolivre), Facebook, entre outras.

O desafio é grande, mas o pessoal é animado e está altamente motivado. Qualquer pessoa pode juntar-se à comunidade, participar, contribuir, desenvolver seus próprios projetos, aprender mais sobre os diversos softwares e aplicar seus conhecimentos no seu dia a dia.

Vamos lá! Não seja tímido! =)

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Retirado de

O Futuro é a Liberdade
Comunidade Escritório Livre
http://almalivre.wordpress.com/2011/11/11/comunidade-escritorio-livre/#comment-1548
Posted by stellarium em 11/11/2011

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Tive a honra de ser a primeira a comentar

  1. Fa Conti disse       11/11/2011 às 15:40

    Oi

    Há anos venho tentando dar um jeito de fazer um computador funcionar só com software livre e realmente ajudar quem o utiliza a desempenhar melhor / mais facilmente as muitas funções que se exige de um universitário ou, mesmo, de um usuário um pouco mais sofisticado que uma pessoa qualquer.

    Espero que a preocupação desse grupo, com essa questão maior, que é o uso de padrões abertos, como o ODF, possa induzir maior colaboração entre pessoas dedicadas a vários softwares diferentes e trazer soluções mais práticas e úteis, lembrando que todos usamos um enorme número de programas que tem que funcionar de forma integrada.

    Além do mais, o reconhecimento das habilidades do usuário comum em melhor aproveitar as capacidades dos softwares e a sua possibilidade de divulgar tais programas precisam, mesmo, ser muito melhor compreendidas e assimiladas pelo pessoal de desenvolvimento.

    Afinal, para quê ou para quem um programa deve ser feito?

    Assim reitero seu convite para os interessados em trabalhar em prol do usuário:

    Vamos lá! Não seja tímido!

    Fa Conti - faconti - fconti at gmail.com  

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jujinga.net
Finalmente Apache se hace cargo de OpenOffice.org

El culebrón de OpenOffice.org (que proviene, recordemos, de la compra de Sun por parte de Oracle , hace ya tiempo) sigue su curso. … De esta manera el desarrollo de OpenO […] … Bueno es saber el final de una de las ramificaciones de uno de los culebrones que más están dando de sí en los últimos tiempos.

Two things are needed if there’s going to be an even and fair playing field:

1>Computer retailers offer Linux as an alternative to Windows

2>Microsoft set a FAIR price for their software and customer services.

I had a problem with one of my Office applications and Microsoft wanted £199 for telephone help with my problem.  After spending £400+ on my Office disks I was fairly miffed.

My response was to install Linux Ubuntu (which includes their comparable LibreOffice) and Microsoft can sod RIGHT OFF.

Linux isn’t the scary thing it used to be…. and it’s free :o)

www.ubuntu.com << take a tour

The Linux Setup - Beth Skwarecki, Science Writer

Beth’s Linux journey is a lot like mine. I don’t like to get under the hood or tweak too much but I love that I can if I have to. And just as Beth likes Linux because it stays out of her way, I also like that it’s something I don’t have to think about. Unless something isn’t working for me. Then, I can change it, and never think about that thing again. That sort of responsiveness is becoming less and less of a core part of desktop operating systems. And it’s why it’s great Beth has the freedom to choose the right desktop operating system for her workflow.

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  1. Who are you, and what do you do?

    I’m Beth Skwarecki, a freelance science writer. I cover the science behind health for Lifehacker, and I’ve written for other places like Medscape and Scientific American.

  2. Why do you use Linux?

    At first (15 years ago), it was because I could run Apache and have my own web server to play on instead of trying to run my HTML and Perl through the likes of Tripod. I liked that it was free as in beer and free as in freedom. The command line was a great tool, and having multiple desktops was amazing.

    As my hobby turned into a career (I majored in biology but did sysadmin, programming, and DBA stuff for my first few jobs out of college), I appreciated more and more that with open source software, you’re rarely stuck when a bug gets in your way. If anybody else has had your problem, they’re likely to have fixed it already; if not, you decide if it’s worth your time to diagnose and fix. The few times I was stumped by proprietary software, I’m just thinking, ‘how do people live like this?’

    Today, I mostly keep my hands out of my machine’s innards. I spend my days researching and writing, so my software just has to get out of my way and let me get things done. I rest easy knowing that a larger community is transparently fixing my problems while I’m too busy to do the coding myself.

  3. What distribution do you run on your main desktop/laptop?

    I do all my work on a single, small laptop. It runs Ubuntu—whatever version is reasonably current. I like Ubuntu because it Just Works.

  4. What desktop environment do you use and why do you use it?

    Unity. Having my apps on the side of the screen is a good use of space, and helps me navigate between tasks. I typically have one app maximized (like a browser, an editor, or a PDF reader) on each of four workspaces. I don’t do desktop icons.

  5. What one piece of software do you depend upon with this distribution? Why is it so important?

    LibreOffice, because a lot of my job involves receiving and sending edits with Track Changes. I also make slides for classes I teach. I used to keep track of small notes in text files or with lightweight note-taking apps, but since I have LibreOffice open all the time, I finally just started doing everything there. Minimizing the number of tools I use is a more efficient life hack than trying to optimize the footprint of each tool.

  6. What kind of hardware do you run this setup on?

    An Asus Vivobook X202E.

  7. Will you share a screenshot of your desktop?

    Here it is, minus the maximized whatever-I’m-working-on:

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Interview conducted February 22, 2015


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PPA для LibreOffice


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Если вы хотите хотите пользоваться самыми свежими сборками LibreOffice (форка OpenOffice), то теперь делать это гораздо легче с созданным для него PPA.

До сих пор пользователям приходилось устанавливать LibreOffice путём скачивания множества deb-пакетов. Ручная установка также была причиной того, что пользователи работали со старыми версиями.

Использование PPA гарантирует, что вы будете сразу уведомлены об обновлениях, а сам процесс обновления будет гораздо проще.

В PPA представлены пакеты для пользователей Ubuntu 10.04, 10.10 и 11.04. Последней версией пока что является второй релиз-кандидат.

Для того, чтобы добавить PPA и установить LibreOffice RC2, напишите в консоли:(учтите, что если у вас установлен OpenOffice, то он удалится)

sudo add-apt-repository ppa:libreoffice/ppa

sudo apt-get update && sudo apt-get install libreoffice


После этого, чтобы выглядело нативнее, напишите:

sudo apt-get install libreoffice-gnome

Или в случае Kubuntu:

sudo apt-get install libreoffice-kde

ack!

I finally got my story back from my editor a few days ago. The only downside is that she made so many notations and suggestions on the story itself, my poor laptop is struggling to deal with all the data. I had to change my writing program from OpenOffice to LibreOffice because OO kept crashing ): There isn’t a whole lot of difference between the two thankfully. Most of the icons and layout are the same which makes it easy to use. It’s going to take me a couple of hours to read through the whole story and start making all the necessary corrections *sigh*

binari differenti tra open e libre

Secondo Meeks, le differenze tra i due progetti sarebbero talmente evidenti e così ampie che sarebbe addirittura problematico scambiare del codice sorgente tra i due software. Alla luce dei diversi milioni di righe di codice che “fanno la differenza” tra i due progetti, il programmatore ha osservato che i contributi che saranno inviati all'Apache Software Foundation per il miglioramento di OpenOffice.org, molto probabilmente non “appariranno inevitabilmente ed automaticamente in LibreOffice”. Meeks ritiene invece che in LibreOffice saranno portate solo quelle porizioni di codice che giustificheranno un tale sforzo. Ammesso che vi siano funzionalità meritevoli da essere trasportate nel progetto di “The Document Foundation”, ha aggiunto.

4.5.2016

Erfolgreicher scheitern mit SPOF (und Video!)

Die Redaktion des Techniktagebuchs wird auf der re:publica 2016, liebevoll auch #rpTEN genannt, ein Live Let’s Play aufführen.

Die mühsamsten Logins, die umständlichsten Benutzeroberflächen, die dysfunktionalsten Free-WiFi-Vorschaltseiten, die kompliziertesten Newsletter-Abmeldungen, wir haben sie gesammelt und wollen sie vorstellen.

Es wird nicht alles live sein, wir haben auch einige Präsentationen, weil ein Beitrag beispielsweise einen Zeitraum von mehreren Jahren umfasst. Ich stelle mein Notebook (Linux! LibreOffice!) für die Bühne zur Verfügung und wir speichern dort alle Präsentationen und konvertieren sie ins Format von LibreOffice.

Außerdem habe ich eine Chrome-App installiert, um für eine Vorführung den Bildschirm eines Android-Handys auf dem PC zu spiegeln.

Für LibreOffice Impress, das Präsentationsprogramm, gibt es eine Android-App, mit der man per Bluetooth die Slides umschalten kann und zugleich auf dem Display die Kommentare zu den einzelnen Slides angezeigt bekommt.

Trotz Bedenken, dass Bluetooth in einem funkverseuchten Umfeld wie einer Internetkonferenz fehleranfällig sein könnte, probieren wir die Verbindung mehrmals aus und alles funktioniert.

Nur für eine Demonstration muss ein zweites Notebook angeschlossen werden, auf dem ein Systemcrash beim Kauf eines Spiels präsentiert wird.

Eine Checkliste, was alles vor dem Vortrag zu tun ist (Handy und Notebook booten, Handy in Flugmodus und Bluetooth separat einschalten), und die  Reihenfolge der Vortragenden lege ich als Sticky Notes auf den Desktop.

An der Bühne angekommen zeigt sich, dass es einen Single Point of Failure (SPOF) gibt, den wir nicht testen konnten: Mein Notebook und der Beamer konnten sich nicht auf eine gemeinsame Auflösung einigen.

Also keine Slide-Steuerung per App.

Keine Notizen zu den Slides in der Hand.

Ach ja: Und keine Slides von meiner Festplatte.

Meine Eröffnungspräsentation liegt zum Glück noch in einer älteren Version auf Google Drive, das zweite Notebook verträgt sich mit dem Beamer und ich kann uns verspätet, aber wie geplant vorstellen. Die Slides von Kathrin Passig, die als erste dran ist, sind auch noch online verfügbar.

Während zuerst Kathrin ihr Thema präsentiert und danach Angela ihr Notebook planmäßig crashen lässt, kopiere ich die anderen Präsentationen nach Google Drive und verlinke sie in einem Dokument, das auf dem improvisierten Bühnen-PC geöffnet ist.

André, der auf seinem Handy live vorführen will, wie er auf komplizierte Weise keine Fahrkarte bekommt, hat noch Screenshots von der App und speichert sie auch in Google Drive.

Alles funktioniert fast auf Anhieb.

(Volker König)

DIY : LibreOffice 3.3 Final Gives the OpenOffice.org Suite a Fresh Start [Downloads]

LibreOffice_3.3_Final_Gives_the_OpenOffice.org_Suite_a_Fresh_Start.pdf (188 KB)
View this on posterous

from Lifehacker by Kevin Purdy
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Windows/Mac/Linux: The first finalized release of the OpenOffice.org spin-off, LibreOffice, has hit the web at version 3.3. It’s got a few unique features, an ever-so-slightly tweaked look, and the ability to export to Microsoft’s DOCX format by default. More »

Posted via email from Steve Prud'Homme DIY Blog | Comment »

I Encontro de Tecnologias Abertas e Cultura Libre

Haverá um encontro sobre Software Livre em Belém, em 17/11, o

I Encontro de Tecnologias Abertas e Cultura Libre


Se você quer aprender mais sobre o LibreOffice e tecnologias livres venha participar!

Teremos palestras e treinamentos. Sobre software. Sobre compartilhamento. Sobre liberdade.

E pode vir sem saber quase nada, para aprender mesmo.


Local: Instituto Federal do Pará - IFPA

Veja no mapa abaixo, como chegar:


Exibir mapa ampliado

Endereço: Av. Almirante Barroso, 1155, no bairro do Marco


A programação está em http://enclibre.blogspot.com/p/evento.html e já está legal, mas ainda está em montagem. Vai ficar mais quente


Importante!

O evento é gratuito mas faça sua inscrição em: http://enclibre.blogspot.com/ e já poderá fazer uma doação de Natal

Para cada participante, solicita-se a doação de 2 Kg de alimento não perecível ou 2 brinquedos. É só levar lá no dia do encontro

Todas as doações realizadas serão revertidas em prol de uma comunidade carente.

A Ação Parceiros, http://www.acaoxaviereparceiros.org/ entregará o material arrecadado à comunidade em seu Natal Solidário 2011.

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