E tal

anonymous asked:

O que acha do filme A Cabana?

Heresia. Qualquer cristão que tenha um mínimo de conhecimento de História da Igreja saberá que “A Cabana” nada mais é do que o ressurgimento de algumas das antigas heresias que tumultuaram a vida e o andamento da Igreja Antiga, principalmente aquelas que envolviam questões sobre a Trindade. Do ponto de vista teológico, o livro/filme oscila entre heresias implícitas e explícitas; do ponto de vista literário, entre frases de efeito medíocres (quase sempre) e alguns poucos insights interessantes. Seu enredo envolvente propõe-se a apanhar os desavisados. Mack vai à cabana encontrar Deus, que lhe aparece no corpo de uma mulher de pele negra. Logo de cara, vemos a verdadeira alma do paganismo, a saber, materializar Deus dando-lhe alguma forma física. Entendo perfeitamente que se trata de um romance e, como tal, precisa de personagens para dar substância ao enredo. Mas, em se tratando do Senhor Deus Todo-Poderoso, essa regra não deve ser aplicada em hipótese alguma. É exatamente isso que Deus expressamente proíbe no Segundo Mandamento (Êx. 20:4-5). Jesus mesmo declarou que “Deus é Espírito” (Jo. 4:24). Não devemos emprestar a Deus as formas vãs e tolas que concebemos em nossas mentes pecaminosas (cf. Rm 1). Entre muitas outras coisas. Etc, etc, etc. Poderia discorrer cada minuto, cada página, mas é como se cada página, cada minuto houvesse uma heresia. Os diálogos revelam uma teologia que é, no mínimo, inconvencional e com certeza herética sob alguns aspectos. Como dizem: “Estão buscando entretenimento na Bíblia e verdade nos filmes“.

Ás vezes não sentir pode parecer o caminho mais fácil, o melhor, mas não se engane, esse caminho tem peso ainda maior. Ás vezes sentir pode parecer um fardo, principalmente para pessoas intensas assim como eu. É difícil lidar com tantos sentimentos, certas vezes o peito aperta por ter que comportar tanta carga. Algumas vezes a gente não sabe nadar no que transborda. Ai que tá o erro, a gente tem que aprender a lidar com isso. A gente tem que aprender a não se afogar em tal enchente. É realmente difícil, mas vale a pena. Digo isso por que já passei pelo não sentir e o vazio de tal ato nos corrói por dentro. A gente se perde. O que seria de nós sem os nossos sentimentos? O que nós diferenciaria das maquinas? Exatamente, nada. Sem os sentimentos a gente se torna  uma outra coisa, uma maquina no piloto automático. Sem eles a gente se priva não só de passar por experiências ruins, que são ótimas lições e nos ajudam a amadurecer, mas também de experiências maravilhosas. Parar de sentir é fechar a porta para o amor.
—  Escritos para mim, Tiago S.
Mas é claro que a gente vai se desentender. Vai se estranhar e jurar não querer mais ver a cara do outro por um tempo, mas no outro dia a gente vai estar bem de novo e reforçando o que realmente nos prende. Claro que nem sempre vai ser um mar de flores. A gente vai passar por um bocado de coisas que testarão o que sentimos um pelo outro, mas se a gente se gosta, se chegamos até aqui, se você estiver comigo vai ser muito mais fácil enfrentar. Claro que a gente vai encontrar outras opções por aí, mas nenhuma será suficientemente capaz de me fazer desistir do que construímos juntos até agora. Claro que vai ter sempre um afim de nos ver separados, mas o que Deus determina ninguém abala. Claro que vai ter dias que não vamos querer nos ver nem pintados de ouro, mas o amor tudo suporta, e se não valesse a pena cada segundo contigo, eu já tinha abandonado nossa história. Claro que não vai ser fácil, ainda tem muito chão pela frente, e muita coisa pra gente aprender e amadurecer, mas enquanto um for alicerce do outro, a carga vai ser menor e o futuro garantido. Claro que a gente foi feito pra ficar juntos, e que tem um propósito tudo isso que a gente vem enfrentando. Claro que se a gente se ajudar, tudo vai fluir do jeitinho que planejamos. Se um dia você pensar em desistir da gente, lembre-se do que nos manteve juntos até agora. E claro, se um dia o mundo te der as costas, não se esqueça que o meu coração, minhas mãos estendidas e o meu colo serão sempre seus.
— 

Rogério Oliveira

Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranoia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes firo, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso.
—  Caio F. Abreu.

4

Max at the parade in 2016.

Via: samanthasambanks on IG.

Go read the story of the encounter. It’s so much fun. There’s tongue kisses (I think), hands down his pants, and an invitation to go to a party and a night club to celebrate the shoot.

The original caption is under the cut. If someone can translate the caption properly for me, I’ll be forever grateful.

Keep reading

Se você se sente em dívida com muitas coisas, como se pudesse ter feito melhor em tal momento e com um certo alguém. Ou simplesmente um sentimento de “quero ser mais”. Pode parecer algo muito bobo, motivo que te faça travar, mas você pode e deve colocar em prática. Se sentir em dívida é algo positivo, quer dizer que você percebe as coisas, sente e se importa. Mas começar a recompensar, é melhor ainda.
—  Prontificou.
8

I have loved you since the moment you turned up late to my class and bumbled your way through that first day; I loved you when you turned up at my office to ask for a tutor; I loved you as I watched you improve faster than anything I’ve ever seen in my life. I’ve loved you through every touch and every kiss and every breath, and I will continue loving you until I waste away to nothing. That, at least, I am absolutely certain of.

Eu me lembro de cada decepção, e de como me esforcei para continuar com a minha essência após cada uma delas. Me lembro de todas as coisas ruins que já me disseram, e só de lembrar é como se estivesse ouvindo novamente. Me lembro que achava o fim do mundo as “briguinhas” com os meus melhores amigos, sem saber que haveria coisa pior pela frente. Eu me lembro de todos os momentos em que tentaram me colocar para baixo, dizendo o quão eu era incapaz ou que não iria alcançar tal objetivo. E doía muito, pois muitas vezes era de pessoas próximas à mim. Cada dia era uma pancada diferente, que só me fazia sentir vontade de ficar deitada, lá quietinha, só eu e meu fone de ouvido, pois com ele sim eu ouvia melodias e falas boas. Eu me lembro quando comecei a perceber que ninguém valia a pena, ao ponto de eu perder a minha paz. Me lembro de quando tudo que eu tinha era eu e meu espelho, porque nele refletia exatamente como eu me enxergava. Eu me lembro de tudo. E ao reviver esses pequenos flashbacks, acho até que eu tenho medo do mundo. Ou, talvez, das pessoas? Eu tenho medo de me entregar, me decepcionar, de confiar, de vacilar. Uma insegurança toma conta de cada centímetro do meu corpo, e por mais bobo que seja, aos poucos se vai meus sonhos.
—  Escrito por Fran, Beatriz, Grazi e Amanda N. em Julietário.

antes doía menos mas eu dava uma grande importância, agora dói mais porém acostumei. é assim que a dor se instala e vira de casa. escancara a porta e entra com agressividade. antes, eu esperneava, gritava, mandava embora. agora, sorrio e deixo à vontade. às vezes até ofereço um chá e permito ficar para o jantar.

não me leve a mal, não sou masoquista ou coisa e tal, é só o medo de não sentir nada de novo…

o vazio me faz refém da dor, porque prefiro sangrar do que não existir.

j.

Mas eu acredito em amor verdadeiro, sabe? Não acho que todo mundo possa continuar tendo dois olhos nem que possa evitar ficar doente, e tal, mas todo mundo deveria ter um amor verdadeiro, que deveria durar pelo menos até o fim da vida da pessoa.
—  A culpa é das Estrelas.
Célio era novo em Ribeirão Preto.  Recém-chegado do Rio de Janeiro, tudo na cidade era novidade, até mesmo a maneira como as pessoas ser portavam. Em seu segundo dia, ele decide conhecer um bar, não era lá grande coisa, parecia mais um boteco qualquer, frequentado por bêbados sem limite e garotas em busca de um dinheiro extra.
- Uma cerveja, por favor. – pede Célio, meio perdido.
Apesar de frequentar muitos bares no Rio, aquele tipo de bar e pessoas era novo para ele, o que estranhamente o fez querer beber ainda mais. Na quinta cerveja entra uma mulher, aos olhos de Célio escultural. Já meio alegre e descontraído, ele pergunta ao garçom:
- Nossa, amigo! Que mulher é essa? Vem sempre aqui?
- Olha, campeão, vem sim. Mas posso dar um conselho? O pessoal daqui não arrisca sair com ela, devido um “problema” da cintura para baixo.
               Célio fica intrigado com isso, ele imaginava o que era, mas não teve a cara de perguntar, recém-chegado no bar, não queria parecer inocente. Isso ficou na cabeça do rapaz o restante da noite.  Cerveja vai, cerveja vem, a troca de olhares entre Célio e a bela moça é constante, ele decide ir embora, afinal não estava afim de descobrir a tal surpresa que imaginava. Não ainda.
               No outro dia ele só pensava na bela moça e se o tal “problema” é o que ele realmente imaginava. Enfim, se fosse, o que que tem? “Estou em uma cidade nova, conhecendo sensações  e pessoas. Que mal há em experimentar?” Era o pensamento constante em sua cabeça. O que, às vezes, parecia errado para si mesmo.
               Outro dia no bar, Célio chega e pede ao garçom uma dose de vodka, o garçom serve e essa cena se repete pelo menos 10 vezes. A essa altura ele já está completamente bêbado e falando abobrinhas. É nesse exato momento que a moça chega e ele paralisa, acredite, a mão ficou até tremula, o efeito dessa mulher é inacreditável.
               Cerca de 40 minutos se passaram, a troca de olhares é tão intensa que não há mais escapatória, ele se levanta e vai até a moça:
- Boa noite! – fala em tom galanteador.
- Boa noite! – responde a moça, dando abertura.
- Qual seu nome?
- Bruna, é o seu?
- Prazer, Célio. Mas, deixa te perguntar: o que traz uma mulher tão incrível a um boteco como esse?
               Ela ri. Ponto positivo.
- Não sei, talvez seja o ambiente ou os rapazes, mas gosto daqui.
- E eu gostei de você. – responde Célio, quase atropelando a frase da moça.
               Ela ri novamente. Mais um ponto.
               Os assuntos variam entre viagens, bebidas, filmes e séries, nada muito particular, Célio não tinha coragem de fazer perguntas tão íntimas, apesar de ter certeza que Bruna estava afim. Ela levanta, despedindo-se.
- Amei conhecer você, mas preciso ir. Amanhã acordo cedo.
- Tudo bem! Pode me passar seu número? – pergunta ele, já ansioso pela resposta.
- Acho melhor nos encontrarmos aqui. Gosto desses encontros à moda antiga.
- Ok. Tudo bem. – responde, desanimado.
               Ela se levanta e vai embora. Todos a volta de Célio o encaram, não acreditam no que acabaram de ver. Ele fica constrangido, paga o que bebeu e vai para casa. Sua cabeça parece girar, tanto pelo álcool como por essa mulher. “O que é isso? Nunca estive tão interessado por uma mulher, ou quase mulher, não sei mais. Mal sei o que eu gosto” pensa, confuso.
               O dia segue comum e Célio está ansioso pela noite. Será que Bruna estaria no bar?  Seu maior desejo era que sim. Ok. 20 horas de uma quinta-feira, hora de ir e esperar por ela. Chegando no bar ele não tem coragem de perguntar ao garçom, ou para qualquer pessoa, por ela, então decide apenas sentar e esperar. 22 horas e nada. É quando o garçom, irônico, pergunta a Célio:
- Percebeu que ela, a Bruna, só vem de calça né?
               Célio ri sem graça.
- E percebeu também que ela nunca usa salto alto?
- Cara, onde você quer chegar? Que perguntas mais bestas.
- Nada cara. Esquece. Só repare na maneira como ela anda.
               Célio dá de ombros, suas suspeitas estão confirmadas e isso o deixa ainda mais excitado e empolgado com a situação. O que, até mesmo para Célio, é uma novidade e confessa para si mesmo não estar sabendo lidar com isso, apesar de estar gostando. “Talvez ela não venha, melhor ir para casa.” pensa aflito.
               Quando, de repente, ela entra no bar e vai direto à sua mesa, como se estivesse predestinada a isso.
- Boa noite! – Fala Bruna, com a voz meio mole.
- Boa noite, tudo bem? – responde Célio, assustado.
- Não, nada bem na verdade. Vamos para casa? Preciso conversar com alguém.
               Foi exatamente nesse momento que Célio sentiu seu coração saindo pela boca, as pernas bambas e a língua travada. Em um movimento súbito só conseguiu responder:
- Claro, vamos. No meu carro?
- Sim, no seu. Vim de táxi.
“Veio de táxi? Então já sabia que me encontraria aqui e veio com um propósito.” pensa Célio. Saindo do bar ele percebe os olhares cruzados de todos. Não havia um no bar que não o olhavam, a situação era desconfortável e excitante ao mesmo tempo.
               No carro, Célio percebe algo estranho em Bruna. Ela está falando umas frases sem sentidos, mal respondendo suas perguntas. “Só pode estar bêbada, ou bêbado? Ahhhh, não sei. Mas é a minha chance.” pensa Célio.
- Pronto, chegamos. Minha casa é aquela ali, a azul bebê, número 112.
               Célio estaciona o carro, a tensão sexual pode ser sentida a metros dali. Ao entrar na casa Bruna em um movimento tão rápido que Célio mal pode acompanhar, o agarra e joga na parede. Ele não responde, só continua o que a moça começou.
- Vem, vamos para a minha cama. Melhor lá. – fala Bruna, claramente excitada.
               Ambos vão para cama, chegou a hora tão esperada para Célio. Bruna, da maneira mais sexy que qualquer homem possa imaginar, começa a tirar a camisa e o sutiã. “Nossa, parecem reais. Que maravilha.” pensa Célio ao ver os peitos de Bruna.
               Bruna começa a tirar sua calça meio sem graça. Célio, com o olhar safado, fala:
- Não precisa ter vergonha, meu doce. Eu já sabia.
               Bruna aliviada tira a calça, Célio quase cai de costas. O susto foi maior do que ele poderia imaginar. Bruna desencaixa sua perna mecânica.
- HOOOOOLY SHIT. – solta Célio.
—  Pedro Peixoto.
A vida tem desses dias em que o melhor que podemos fazer é “não fazer.” O silencio é uma potente arma que usada com cautela traz muitos benefícios, e às vezes causa alguns estragos. Hoje silencie-me, e me permiti ver o desenrolar das coisas, resolvi dar um pouco de crédito pro tal “destino” e deixei que ele fizesse a parte dele. Hoje só quero saber de descansar, pegar minha cadeira confortável e apenas observar.
—  Leandro Caetano.