DESLIZANDO

Por mais que nossas diferenças não suportem cinco minutos juntas numa mesma mesa de bar, por mais que o meu ego entre em temperatura máxima toda vez que se trata de você e minha paciência não dure nem uma carga de 100% ao seu lado, eu ainda te escolho. Porque o seu abraço é o encaixe perfeito e nele eu encontro todo a segurança que nem a força tática é capaz de proporcionar e as suas mãos delicadas deslizando sobre meu cabelo é a poesia mais pura e sincera do que um recito do luis de camões. E ainda consigo encontrar a paz que está perdida no mundo quando olho nos seus olhos castanhos e vejo na profundidade deles a toda a bondade que existe dentro de ti. A minha melodia favorita se tornou sua respiração quando deito sobre seu peito e escuto ela ofegante, minha vontade é de colocar no repeat mil vezes e ficar ali pro resto da vida sentindo sua calma. Até as brigas que sempre duram no máximo um intervalo do telecine são perfeitas porque sua cara brava e quase-mal-encarada é a única que eu quero ver pelos próximos 100 anos. Eu ainda escolho você porque não a nada nesse mundo que me faça tocar as estrelas como você me faz. E pra sincero, eu sempre quis ser astronauta.
—  Pedro Pinheiro.
Escapou ali um beijo na orelha e uma mão que quis esquentar a outra. Mas a gente correu pra fazer piadinha sexual disso, como sempre. E você olhou do corredor e me perguntou: não to esquecendo nada? E eu quis gritar: tá, tá esquecendo de mim. E você depois perguntou: não tem nada meu aí? E eu quis gritar: tem, tem eu. Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer. Mas a gente combinou que não era amor. É o que está no contrato. E eu assino embaixo. Melhor assim. Tô super bem com tudo isso. Nossa, nunca estive melhor. Mas não faz isso. Não faz o mundo inteiro brilhar mais porque você é bobo.Não faz o mundo inteiro ficar pequeno só porque o seu jeito é o melhor. Não deixa eu assim, deslizando pelas paredes do chuveiro de tanto rir porque sua voz fica ridícula brava. Não transforma assim o mundo em um lugar mais fácil e melhor de se viver. Não faz eu ser assim tão absurdamente feliz só porque eu tenho certeza absoluta que nenhum segundo ao seu lado é por acaso. Combinamos que não era amor e realmente não é. Mas esse algo que é, é realmente muito libertador. Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia. E eu tenho vontade de ligar pra todos os outros e falar: putz, cara, e você acha mesmo que eu gostei de você? Coitado. Adoro como o mundo fica coitado, fica quase, fica de mentira, quando não é você. Porque esses coitados todos só serviram pra me lembrar o quão sagrado é ser absurdamente feliz mesmo sabendo a dor que vem depois. O quão sagrado é ver pureza em tudo o que você faz, ainda que você faça tudo sendo um grande safado. O quão sagrado é abrir mão de evoluir só porque andar pra trás é poder cruzar com você de novo. Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor. Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre. E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho. E eu tive que me fantasiar de puta, só pra ter você aqui dentro sem medo. Medo de destruir mais uma vez esse amor tão santo, tão virgem. E eu vou continuar me fantasiando de não amor, só pra você poder me vestir e sair por aí com sua casca de não amor. E eu vou rir quando você me contar das suas meninas, e eu vou continuar dizendo “bonito carro, boa balada, boa ideia, bonita cor, bonito sapato”. E eu vou continuar sendo só daqui pra fora. Porque no nosso contrato, tomamos cuidado em escrever com letras maiúsculas: não existe ninguém aqui dentro. Mas quando, de vez em quando, o seu ninguém colocar ali, meio sem querer, a mão no meu joelho, só para me enganar que você é meu dono. Só para enganar o cara da mesa ao lado que você é meu dono. Eu vou deixar. Vai que um dia você acredita.
—  Tati Bernardi.
Foi esperando quase nada que um quase tudo apareceu. Simples como um fim de tarde. No começo era medo, incerteza, insegurança surgindo como relâmpago no céu. Depois, uma sensação de pertencimento, de paz, de alegria por encontrar um sentimento desconhecido, mas que fazia bem. Não teve espumante, holofote, tapete vermelho. Foi simples como um fim de tarde. Algum frio na barriga, interrogações deslizando pelas mãos suadas, uma urgência em saber se aquilo era ou não pra ser. É que um dia alguém nos ensina que quando é pra ser a gente sente.
—  Clarissa Corrêa.
Eu não sei como explicar, mas aconteceu. Teu sorriso, teu jeito de ser, tudo me encanta sabe, você é diferente, é especial. Não sei, mas o único que me tira sorrisos bobos a toda hora, o único em que eu penso todos os dias sem precisar ver horas iguais, o único que eu sempre sonhei em conhecer… Nem com toda distância do mundo eu desistiria de você. “Desistir” acho que não é a palavra certa, mas por você eu espero a vida toda se for preciso, e mais um pouco. Na verdade, sou capaz de mover o mundo se no fim eu conseguir de você aquele seu sorriso devastador, ou um abraço seguido de um “você é linda”. Mas quer saber? Não são essas palavras deslizando preguiçosamente dos teus lábios que me fazem sentir assim, são os teus olhares sorrateiros quando pensa que estou ocupada demais para reparar, a forma como enrola mechas do meu cabelo em seus dedos ou quando você fala de mim para os seus amigos de uma maneira que nem sei como pôr em palavras. É incrível como nunca fui ambiciosa, e da noite para o dia você virou minha maior ambição, mas de um jeito bom.
—  Enluarar-se entrou no caminho de Heroipoeta

k.

saudade dos teus olhinhos parados nos meus. do gosto da tua boca na minha e da intensidade do meu corpo junto ao seu. tuas mãos que percorriam o meu corpo e me faziam querer mais, muito mais. saudade do som da tua voz, do timbre dela que me causava sensações indescritíveis. da sua boca movendo e pronunciando um “amor” direcionado a mim, ou até mesmo ao falar o meu nome. quero teu cheiro, meu rosto deslizando por teu pescoço, meus beijos por teu rosto. quero você.

Ilha não é só um pedaço de terra cercado de água por tudo quanto é lado. Ilha é qualquer coisa que se desprendeu de qualquer continente. Por exemplo: um garoto tímido abandonado pelos amigos no recreio, é uma ilha. Um velho que esperou a visita dos netos no Natal e não apareceu ninguém, é uma ilha. Até um cara assoviando leve, bem humorado, numa rua cheia de trânsito e stress, é uma ilha. Tudo na gente que não morreu, cercado por tudo o que mataram, é uma ilha. Toda ilha é verde. Uma folha caindo é ilha cercada de vento por tudo quanto é lado. Até a lágrima é ilha, deslizando no oceano da cara.
—  Oswaldo Montenegro.
Seus lábios tocavam os meus, sem uma explicação, só aconteceu. Passei anos desejando ter suas mãos grudadas em meu corpo, era incrível, como aquilo era melhor do que eu havia imaginado. Não posso negar, que aquilo que acontecia entre nós, era para ter acontecido a muito tempo. Queria sentir seus lábios pressionando meu pescoço, em quanto sentia suas mãos ásperas deslizando sobre meu corpo, seu beijo tinha aquele gosto de quero mais, seu abraço apertado era o meu refúgio, minha casa, meu lar. Só queria que aquele instante congelasse no tempo, e ficássemos assim para sempre, queria sussurrar que te amava, e que seria assim para sempre, seria assim, nós, juntos, apertados, para sempre.
—  Anna Paula Varella.
Historia No. 10

Algunos dicen que el amor es subjetivo, unos aman la luna, otros las estrellas. A algunos se les da mejor amar cosas materiales y a otros amar personas. Siempre he creído que el amor es patético, aunque de hecho, a algunos nos encanta enamorarnos de cosas patéticas de vez en cuando. Hubo alguna vez un chico, como cualquier otro, enamorado de la infinidad del espacio y las pequeñas cosas de la vida. Pobre de él, que tuvo que sufrir varios corazones rotos a lo largo de su existencia. Era querer y caer, perdiendo un poco de fe en el amor cada día que pasaba, con cada cosa que veía; Aprendió a ignorar el amor y a parecer indiferente con lo que no le interesaba, buscó la forma de hacer de su rostro un fuerte, era inamovible e insensible ante la mayoría de las cosas. Sin embargo, no podía ocultar el hecho de que era humano y que sentía, de hecho sentía más que el resto, pues aún amaba esos pequeños detalles, que era en lo que se fijaba, y lo que lo hacía sufrir. En cada noche pensamos cosas distintas, aunque tengamos alguno que otro pensamiento recurrente. Él pensaba que jamás iba a encontrar a alguien que lo hiciera feliz -No esa felicidad a la que estamos acostumbrados ni mucho menos al placer- pero su definición de felicidad era algo diferente al resto, era tranquilidad, un abrazo, una buena historia, una persona indicada. A veces era una taza de café en el medio de un día lluvioso como a veces era un abrazo cuando estás roto. Y así encontró felicidad en la tristeza y en su soledad. Entre tantas vueltas y tantos pensamientos, un día descubrió de que estaba cansado de fingir, de parecer indestructible, así que empezó a cambiar. Pero el resto del mundo ya se había acostumbrado a como era él, y todos, decían tanto que él era un infeliz sin corazón que al final, él terminó creyendo. Así que, roto por dentro y por fuera, empezó a preguntarse a sí mismo qué había hecho mal, que impedía que no pudiera cambiar su percepción de las cosas. ¿Era realmente feliz? No. Ya la felicidad de sus logros no le importaban, nada era suficiente, las cosas perdieron sabor, otros sentimientos se apoderaron de él. Estaba cansado y no sabía qué hacer ni qué sentir. Un día, se encontró con una persona, la que menos esperaba. Una vieja alma que se había cruzado en su camino hace mucho y que él, por azares del destino, no le hizo caso. Resulta que empezaron a hablar, de la vida, de la muerte, del odio y del amor. Él se quedaba completamente atónito cuando la veía hablar, admiraba su forma de vivir la vida, así, alegre y sin rollos. Eran dos personas completamente distintas, y cuando surgió el cariño, fue sorprendente hasta para él, pero inevitable al final. Y luego días, semanas, fiestas, mensajes, llamadas en la madrugada. Él parecía que sentía algo, que ya había sentido antes pero que se había olvidado de la sensación; insomnio, incertidumbre, ansiedad, nerviosismo. Creía que se estaba deslizando hacia la locura, pero no, estaba enamorado. Y cuando lo supo, sabía que era su perdición. Empezó a enamorarse de sus letras, de sus puntos, de sus ideas, de sus sentimientos, de su forma de pensar, de todo, llegando al punto donde no sabía que decirle entre tantos mensajes, solo podía escribir que la quería. Pero para no ser mal perdedor contra el amor, le abrió los brazos y lo aceptó. Fue corriendo hasta donde ella estaba con un ramo de rosas rojas y lo confesó. Lo demás es historia. Como toda historia, nos deja algo en qué pensar. ¿Puede una persona cambiar toda la ideología de otra? Y si es así, ¿Estaban destinadas la una para la otra?. Éstas eran preguntas que él mismo se hacía en esas noches, dejó de preguntarse cuando se dio cuenta de todo lo que ella había causado, pues había hecho literalmente, lo imposible. Y de pensar en la infinidad del espacio y las cosas que decía la gente, empezó a pensar en ella, todas las noches. De ahora en adelante, supo que el amor puede venir de todas las formas, no solo como una pareja, si no como una carta, una palabra, una canción, los recuerdos, incluso en la felicidad que otra persona te puede causar hay amor. Y él lo descubrió, para más nunca dudar de ello. ¿Qué sucedió con ellos dos? Todavía ambos siguen hablando, todavía tienen historia que escribir y más temprano que tarde me pasaré una noche a escribir lo que vino luego. Después de todo, soy una parte de ellos dos, para bien y para mal.

Nombre/Apodo: Antonio

País/Ciudad: Venezuela

Lo que cuenta: Una historia

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A Camisola cinza

São 2 da manhã, fomos deitar por volta das 00:30 e desde então não consegui dormir, aquela sua camisola que mais parecia uma camiseta grande, pois chegava só até o meio da coxa e você apenas de calcinha por baixo, já tinha me deixado excitado só de ver essas curvas dessas suas coxas branquinhas. Levanto da minha cama, vou em direção ao banheiro chegando no banheiro, vejo a porta do quarto a onde você está aberta, e você sozinha dormindo de bruços em um colchão jogado no chão, edredom está te cobrindo porem uma de suas pernas está para fora do edredom, eu ali olhando e já me imaginando te acordando passando a língua pela parte de dentro das suas coxas, enquanto minhas mãos massageiam sua bunda abrindo e fechando fazendo com que sua calcinha escorregue para o meio da sua bunda deixando apenas essa bunda maravilhosa lisinha para minha mão escorregar nela.

Vou subindo pela coxa, te lambendo dando leves mordidas, você vai despertando já com a respiração acelerada meio desorientada, as mãos apertando o travesseiro e com os olhos entreabertos olha para baixo e me vê ali te chupando lambendo indo em direção ao seu cuzinho, meio assustada você pede para eu parar e fala que não é certo, mas entre cada palavra você suspira, e solta leves gemidos, e isso me mostra o quanto indefesa você está naquele momento…Retiro sua calcinha do meio da sua bunda levo ela pro lado com uma mão e com a outra eu abro sua bunda apertando ela bem forte, seu cuzinho fica todo exposto, e eu logo caio de língua ali, deixando saliva escorrer da minha boca para ele ficar todo molhadinho, vou circulando minha língua envolta dele e você involuntariamente começa a abrir ele, te penetro com minha língua e seu gemido começa a ficar mais intenso, ai eu paro e faço com a boca “shhhhhhh” como se dissesse pra você ficar quietinha afinal ninguém pode saber que estamos ali, você logo se entrega, levanta sua camisola para cima assim como seu sutiã deixando seus peitos ali em contato com o colchão, levanto e olho por cima do seu corpo e penso comigo, o quanto eu desejei esse corpo por tanto tampo.

Você olha pra mim ainda com uma cara de insegurança, mas logo me posiciono por cima de você e com sua calcinha de lado coloco meu pau do lado de fora da sua bucetinha, e começo a levantar e subir meu corpo só para ir roçando e te deixar molhadinha…Com tanto tesão que estou sei bem que não vou durar muito tempo, então aproveito ali para te deixar bem excitada, ainda por cima de você tiro um dos meus braços de apoio, e com a mão livre retiro seu cabelo de cima do ouvido e chego nele e falo “Eu já havia dito que era louco por você, e você sabe muito bem agora que é verdade, estou louco para te fazer gozar e gozar em você” você suspira bem alto morde os lábios e vira o seu corpo de baixo do meu, ficando de barriga para cima.

Que visão maravilhosa, seus peitos com aquelas pintinhas que vem desde seu ombro passa pelo seu colo e dessem até esses peitos, sempre me pegava desenhando seu corpo com os olhos imaginando até onde ia todos esses sinais, seus olhos claros que mesmo no quarto escuro iluminado por pouca luz da rua que passa entre as frestas da janela e da cortina, brilham e me faz sentir ainda mais privilegiado de ter uma pessoa tão linda e tão gostosa nesse momento. Vou abaixando meu corpo como se fosse iniciar a penetração, e você olha para mim e balança a cabeça dizendo não, joga o corpo para cima e usa o travesseiro para escorar a cabeça na parede, com as suas duas mãos você me aperta minha bunda e me puxa para cima, me dizendo que quer que eu leve meu pau para você chupar, atendo seu pedido, deixo meu pau bem na sua boca, você olha para cima antes de começar a chupar e dá uma risadinha eu correspondo e ao mesmo tempo encosto minha mão na sua cabeça como se dissesse “chupa vai”. Sem pressão nenhuma você começa passando a língua na cabecinha, passa mão no meu pau lá de baixo fazendo leve pressão e logo sente que ele já está soltando sêmen você sapeca do jeito que é logo chupa para dentro da sua boca e começa a chupar gostoso, me masturbando com uma mão e a outra acariciando minhas bolas eu já louco de tesão sabendo que com essa chupada vou gozar na sua boca, começo a suspirar bem forte olhando pra baixo descendo minha mão até seu peito, acariciando bem devagar e bem leve, alternando para umas pegadas mais forte, escorregando até o biquinho do seu peito onde dou uma leve e rápida beliscada, e volto a acariciar de leve, você vai me chupando bem molhado, deixando a sua baba escorrer pra fora, que tesão que isso me dá, você molhando gostoso e a saliva pingando ali no seu colo escorregando entre seu peito, eu logo imaginando em beber tudo aquilo quando for descer pelo seu corpo, como o previsto começo a perceber que vou gozar como não tenho certeza se você está disposta começo a dar sinais e olho pra baixo, faço como se fosse tirar da sua boca pra gozar, e você logo tira a minha mão e afasta meu pau um pouco para fora da sua boca, ele sai todo lambuzado da sua baba, e você ali finaliza me masturbando, gozo gostoso nos seus lábios e dentro da sua boca, você chupa a cabeça do meu pau sabendo que a sensibilidade está alta só para me provocar, e com a língua pega tudo que ficou de fora tanto nos seus lábios quanto o que ficou ali nele, que tesão delicioso.

Desço e vou até sua boca, quem diria em, ainda não havia te beijado, e logo no primeiro beijo tenho o meu gosto misturado ao seu, te dou um beijo logo, demorado afinal que delicia é te sentir uma mão na sua nuca, e a outra massageando seu corpo, escorregando entre seu ombro, seu peito, sua barriga sua bucetinha e seu cuzinho, eu só sentindo você gemendo nos beijos e sua bucetinha escorrendo de tanto tesão. No meio do beijo vou saindo da sua boca, mordendo seus lábios, e escorregando para uma leve chupada no queixo e vários beijinhos no pescoço, chegando no seu colo me deparo com a molhadeira da sua saliva que está começando a secar, mas ainda consigo me lambuzar ali indo até seus peitos, apertando com a mão quando pegado debaixo e passando minha língua em movimentos circulares dando uma leve chupada com uma mordidinha no biquinho, faço isso em um peito e depois passando de um pro outro com a língua e chupando gostoso o outro da mesma forma, agarrando com uma das mãos, desenhando círculos com a língua e uma leve chupada depois no biquinho, escorrego uma das mãos para sua bucetinha e vou te masturbando, coloco dois dedinhos lá dentro e tiro eles todinho melado, levo ele em direção a minha boca mas você me surpreende e puxa minha mão chupando meus dedos só pra se provar. Eu e você damos uma risadinha para o outro e eu continuo a descer com minha língua nesse seu corpo, chego no umbiguinho passo minha língua ali, você sente uma leve cosquinha e dá uma risadinha e eu volto a descer.

Chego na sua virilha e logo você começa a se contorcer, fica inquieta tentando levar essa bucetinha molhada até minha boca, porém eu só para te provocar, passo a língua na sua virilha e com uma mão do na outra virilha vou passando o dedo bem de leve, só para te provocar. Sem te tocar vou mordendo, chupando entre sua virilha e sua coxa, abro bem sua bucetinha e dou uma leve chupada em um dos lábios, e você deixa um gemido mais intenso sair. Não aguento mais brincar assim, o cheiro da sua buceta, o gosto do seu mel escorrendo os seus gemidos que soam como música me levam a te chupar, ajeito suas pernas com os meus braços, abrindo bastante, deixando sua buceta bem exposta e vulnerável, com a língua sobre o seu clitóris deixo escorrer toda a saliva que acumulei ao sentir o gosto do seu suor ao te chupar, o fio de baba desliza sobre o seu clitóris de encontro ao seu cuzinho e minha língua encosta em você suavemente, descendo pelo clitóris e indo para dentro da sua buceta, coletar ainda mais sabor, suas pernas tremulas, suas mãos perdias sem direção vão de encontro a minha cabeça para me puxar contra sua buceta que contrai e se esfrega em meus lábios.

Você se contrai, se contorce e geme cada vez mais alto ali chupo milha língua percorre todo o lado de fora, de cima pra baixo de baixo pra cima, chupo seus lábios e volto a passar a língua de um lado pro outro, brinco desenhando o número 8 na sua bucetinha pegando seu clitóris e seus lábios, chegando quase perto do seu cuzinho. Meu pau latejando já anseia para te penetrar e quando penso em subir para colocar ele dentro de você, você diz entre um gemido “Ahhhhhh não para que eu vou gozar” nessa hora começo a te chupar girando minha língua em cima do seu clitóris e com uma das mãos penetro o seu cuzinho e sua bucetinha, nessa hora sinto tudo contraindo dentro de você, você começa a dar um gemido e logo segura ali percebo que você gozou, suas pernas se contraem seu corpo fica inquieto, e que delicia sua bucetinha toda molhada na minha boca.

Todo lambuzado vou até sua boca e te dou um beijo molhado, mordo seus lábios e você ainda está anestesiada com a gozada. Aproveito esse momento e te penetro bem devagar, coloco tudo dentro de você sem nenhum esforço. Você geme gostoso, agarra minha bunda me puxando como se dissesse “Mete gostoso vai”, me inclino sobre você apoiando-me sobre um braço e com a o outro subo minha mão até seu peito, agarro ele com força e vou passando o dedo sobre o mamilo, vou colocando meu pau dentro de você gostoso, tirando até ele quase sair, e deslizando gostoso ele todinho dentro e você, você geme gostoso, seus olhos se reviram, e logo sinto suas unhas arranharem minha bunda e no embalo você me puxa contra você. Que delicia olhar você assim, com essa cara de safada, de tesão de satisfeita com o momento, você olha para mim morde os lábios e arranca de mim gemidos, afinal todo aquele corpo gostoso, aquele rosto lindo, e aquele tesão sem vergonha do momento me deixa simplesmente louco.

Começo a reduzir a velocidade e paro, tiro meu pau de dentro de você e ele logo escorrega para cima do seu clitóris, você geme gostoso e dá risada, e eu aproveitando a situação bato ele mais umas 2 3 vezes em cima só para ver seu corpo se contraindo, você geme gostoso e como se pudesse ler a minha mente me diz “Me pega de quatro” eu em seguida digo “Como você adivinhou que eu queria te pegar de quatro pra ver essa bunda gostosa pra cima e esse cuzinho gostoso pertinho de mim” você rindo me diz “A gente está em sincronia, única coisa que está faltando é você dentro de mim”, nossa que tesão, te viro quase que em êxtase com suas palavras, você fica de quatro e logo se deita com a cabeça deixando apenas sua bunda pra cima, eleva suas mãos para sua bunda, abre gostoso ela e sua bucetinha fica toda aberta, molhada, antes de te penetrar, te chupo gostoso.

Fico de Joelhos e coloco meu pau bem na portinha da sua buceta, quando vou levar minhas mãos até sua bunda para te puxar até ele, você já toma a iniciativa e traz a sua bunda de encontro ao meu pau, coloco ele inteiro dentro de você, você solta sua bunda solta um gemido e agarra minhas coxas me segurando como se dissesse “isso deixa ele ai dentro gostoso”… Que imagem aqui de cima seu corpo todo ali, essa bunda toda virada pra cima, não aguento e te dou um tapa meio forte meio carinhoso, agarro sua bunda bem forte e começo a te embalar em um movimento de vai e vem, você segura a respiração e depois de uns 10 segundos solta um gemido bem gostoso e longo, que delicia, que tesão…Agarro seu cabelo por de e começo a meter gostoso e mais rápido dentro de você, você começa a se levantar vindo de encontro ao meu corpo logo estou eu ao pé do seu ouvindo, e você de joelhos junto comigo,  vai rebolando e falando “de vagar, coloca devagar vai” e eu falo “de vagar é, então vamos devagar que eu to louco pra gozar” você da  uma risada, e vai descendo gemendo, rebolando e voltando para a posição de quatro. Eu ali quase gozando, falo “Isso vai rebola, rebola que eu vou gozar”, você da mais umas 5 reboladas e se levanta, fica de frente pra mim, agarra meu pau e vai batendo uma punheta gostosa, em quanto lambe minha boca, depois meu pescoço, meu peito, e vai descendo até chegar no meu pau, uma mão sua vai para as minhas bolas acariciando gostoso em quanto a outra vai acompanhando o movimento da sua boca de desce e sobe, e passa a linguinha na cabecinha dele. Eu gemendo gostoso, gozo gostoso na sua boca, você bebendo tudo e o que não consegue beber deixa escorrer pela boca ficando toda lambuzada. Você sobe até minha boca me beija gostoso e eu falo que quero mais você da uma risada e volta a se deitar. E eu? Eu logo percebo que estou ali na porta entre o quarto e o banheiro olhando para você e tudo aquilo não passou de pura imaginação da minha cabeça, que serviu apenas para me deixar excitado e ainda com mais desejo de você.

Combinamos que não era amor. Escapou ali um abraço no meio do escuro. Mas aquilo ali foi sono, não sei o que foi aquilo. Foi a inércia do amor que está no ar mas não necessariamente dentro de nós. A gente foi ao cinema, coisa que namorados fazem. Mas amigos fazem também, não? Somos amigos. Escapou ali um beijo na orelha e uma mão que quis esquentar a outra. Mas a gente correu pra fazer piadinha sexual disso, como sempre. Aí teve aquela cena também. De quando eu fui te dar tchau só com a manta branca e o cabelo todo bagunçado. E você olhou do elevador e me perguntou: não to esquecendo nada? E eu quis gritar: tá, tá esquecendo de mim. E você depois perguntou: não tem nada meu aí? E eu quis gritar: tem, tem eu. Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer.Mas a gente combinou que não era amor. Você abriu minha água com gás predileta e meu sabonete de manteiga de cacau. E fuçou todas as minhas gavetas enquanto eu tomava banho. E cheirou meu travesseiro pra saber se ainda tinha seu cheiro. Ou pra tentar lembrar meu cheiro e ver se ele ainda te deixa sem vontade de ir embora. Mas ainda assim, não somos íntimos. Nada disso. Só estamos aqui, reunidos nesse momento, porque temos duas coisas muito simples em comum: nada melhor pra fazer. Só isso. É o que está no contrato. E eu assino embaixo. Melhor assim. Muito melhor assim. Tô super bem com tudo isso. Nossa, nunca estive melhor. Mas não faz isso. Não me olha assim e diz que vai refazer o contrato. Não faz o mundo inteiro brilhar mais porque você é bobo. Não faz o mundo inteiro ficar pequeno só porque o seu chapéu é muito legal. Não deixa eu assim, deslizando pelas paredes do chuveiro de tanto rir porque seu cabelo fica ridículo molhado. Não faz a piada do vampiro só porque você achou que eu estava em dias estranhos. Não transforma assim o mundo em um lugar mais fácil e melhor de se viver. Não faz eu ser assim tão absurdamente feliz só porque eu tenho certeza absoluta que nenhum segundo ao seu lado é por acaso. Combinamos que não era amor e realmente não é. Mas esse algo que é, é realmente muito libertador. Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia. E aquele cara mais novo, e aquele outro mais velho, e aquele outro que escreve, e aquele outro que faz filme, e aquele outro divertido, e aquele outro da festa, e aquele outro amigo daquele outro. E todos aqueles outros viram formiguinhas de nariz vermelho. E eu tenho vontade de ligar pra todos eles e falar: putz, cara, e você acha mesmo que eu gostei de você? Coitado. Adoro como o mundo fica coitado, fica quase, fica de mentira, quando não é você. Porque esses coitados todos só serviram pra me lembrar o quão sagrado é não querer tomar banho depois. O quão sagrado é ser absurdamente feliz mesmo sabendo a dor que vem depois. O quão sagrado é ver pureza em tudo o que você faz, ainda que você faça tudo sendo um grande safado. O quão sagrado é abrir mão de evoluir só porque andar pra trás é poder cruzar com você de novo. Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor. Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto um pouco, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre. E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho. E eu tive que me fantasiar de puta, só pra ter você aqui dentro sem medo. Medo de destruir mais uma vez esse amor tão santo, tão virgem. E eu vou continuar me fantasiando de não amor, só pra você poder me vestir e sair por aí com sua casca de não amor.E eu vou rir quando você me contar das suas meninas, e eu vou continuar dizendo “bonito carro, boa balada, boa ideia, bonita cor, bonito sapato”. E eu vou continuar sendo só daqui pra fora. Porque no nosso contrato, tomamos cuidado em escrever com letras maiúsculas: não existe ninguém aqui dentro. Mas quando, de vez em quando, o seu ninguém colocar ali, meio sem querer, a mão no meu joelho, só para me enganar que você é meu dono. Só para enganar o cara da mesa ao lado que você é meu dono. Eu vou deixar. Vai que um dia você acredita.
—  Tati Bernardi
Eu me viciei em você. Viciei nesse teu jeito de ser, nessa sua calma, no modo como você me deixa nas nuvens. Eu viciei no teu perfume, ele sempre fica impregnado quando você me abraça. Sabe o seu sorriso torto e tímido? eu também sou viciada nele, sou mais viciada ainda, na tua boca macia, no teu beijo carinhoso, na tua mão boba deslizando pelo meu corpo. Eu sou completamente viciada na tua risada exagerada, mas ela se tornou a minha preferida. O teu corpo quente, é um vício total, os seus carinhos, faz com que eu queira cada vez mais. Eu me tornei uma viciada em você e te ama se tornou o vício mais perigoso.
—  Você é o meu vício, Priscila M.
Porque eu, eu tenho me sentido bem pequeno. Às vezes sinto que estou deslizando pelas paredes, e todas as cordas em que me apoio parecem se romper.
—  Tom Odell.
Los signos como veranos.

ARIES el húmedo verano: calor deslizando las manos pegajosas por la pendiente de tus muslos / / sudor que recoge en su clavícula / / colas de caballo y camisas de tirón sobre quemaduras de sol.

TAURO ∞ el tibio verano: nubes llegando a reunir en la orilla del lago / / cabañas y las fogatas / hierba deslizándose lentamente por los dedos inactivos.

GÉMINISel tormentoso verano: el trueno amenazando con romper el mundo en dos / / lluvia mísera que golpea el pavimento, las gotas persistentes, dulces, sobre el saliente de tu labio inferior / / trajes de baño empapados a través de juegos y el pesado aire con petrifico. 

CÁNCERel sueño de verano: mariquitas dormitando en su pelo / / fortalezas de la manta y cuentos para dormir / / el crepitar de la hoguera goteando perezosamente a través de los árboles.

LEOel verano nostálgico: contar la constelación de rasguños que la temporada dejó / polaroids colgadas como luces de hadas en cada rincón de su habitación / / mejillas besadas por el son que brillan hasta diciembre.

VIRGO ∞ verano estable: trabajos de medio tiempo y fiestas que duran hasta que el sol asoma hacia arriba sobre los árboles / / dedos atados a través de los suyos; manos alisando protector solar sobre los omóplatos / / playa toallas y discos voladores como estrellas fugaces sobre tu cabeza.

LIBRAel verano estético: Ropa de cama blanca y encaje / / Vestidos verano de barrido de la curvatura de los tobillos / / un cielo pecoso con estrellas.

ESCORPIO ∞ el verano de bronce: escotes y noches que se extienden hasta la mañana / / pateando petardos a través de las esquinas vacías / festivales que vibran a través de su cuerpo como un segundo latido.

SAGITARIO el verano primaveral: las coronas de margaritas se colocan sobre la cresta de su frente / / el pesado aire con el olor de los jacintos / / el sol sí mismo drapeado sobre ti como un tejido.

CAPRICORNIO el verano renovador: adornos de cabello y coger los trenes / / la marea chupando el arena hacia fuera por debajo de los dedos / / convertibles paseos y risa que obtiene llevado por el viento.

ACUARIO ∞ el aventurero verano: reglas rotas y cercas saltadas // contando pasaportes como dinero // adrenalina golpeando dentro de ti como un tercer pulmón.

PISCESel verano espiritual: habitaciones de humo y festivales de música // dedos entrelazados perezosamente // conectando las estrellas con Sharpie // pinky juramentos ​​y anillos de promesa.

Originally posted by futuretage

Post original en ingles de: thecantarellaofodile

gosto do seu corpo colado ao meu
e de como nos encaixamos tão bem

gosto da sua mão deslizando sobre a minha pele nua

gosto dos amassos e dos sussurros
e dos pés entrelaçados
dos lençóis fora do lugar
e da cama bagunçada

gosto da porta trancada
e do som dos nossos gemidos

gosto quando você me beija
me arranha
quando me enche de carinhos
quando me fala de amor

fode comigo?
no psicológico e no físico

me ofereça um cigarro
me faça um convite

prepara um café
ou prepara a sua vida
porque eu resolvi ficar

Foi esperando quase nada que um quase tudo apareceu. Simples como um fim de tarde. No começo era medo, incerteza, insegurança surgindo como relâmpago no céu. Depois, uma sensação de pertencimento, de paz, de alegria por encontrar um sentimento desconhecido, mas que fazia bem. Não teve espumante, holofote, tapete vermelho. Foi simples como um fim de tarde. Algum frio na barriga, interrogações deslizando pelas mãos suadas, uma urgência em saber se aquilo era ou não pra ser. É que um dia alguém nos ensina que quando é pra ser a gente sente.
—  Clarissa Corrêa.

One Shot Harry Styles

  • Pedido -  Sabe amanhecer ? Aquela parte q eles estão na lua de mel aí a Bella bota umas camisolas sexy e o Edward acha engraçado ? Pode fazer um assim com o Harry ? Bem fofo


— Eu vou no banheiro, conte até dez e vai também.

Passei a instrução do meu plano para Harry sabendo que ele iria topar porque estar dentro desse avião está um tédio, ainda falta uma hora para chegarmos em Los Angeles e eu não aguento mais não fazer nada. Vendo o sorriso no rosto do meu marido, me levantei e passei por ele ganhando um tapa na bunda.

Entro no banheiro e espero Harry dá sinal de vida, enquanto isso olho as paredes e tudo ao meu redor percebendo que está tudo limpinho. Encosto em uma das paredes e bato o pé ansiosamente no chão, não acredito que Harry é lento até para contar, eu falei até dez e não até mil.

Respiro fundo já ficando impaciente e escuto uma batida na porta, até que enfim ele está aqui. Com um sorriso no rosto levo minha mão até a pequena tranca a abrindo e dando de cara com a aeromoça. O sorriso em meu rosto se transforma em uma feição de falso abatimento.

— Tudo bem, senhora? Eu encontrei o seu marido vindo em sua direção e ele disse que precisa de ajuda. — olhei por cima do ombro da mulher e encontrei Harry um pouco mais atrás. Mas é um burro mesmo.

— Eu estou enjoada, um pouco tonta e… — prensei os lábios e levantei um dedo a pedindo para esperar, bati a porta fingindo vômito — Eu… — abri a porta e passei as costas da mão sobre minha boca — Eu não estou me sentindo bem… Sinto que posso desmaiar a qualquer momento, mas se eu sair daqui vou vomitar todo o avião.

— Tudo bem, senhora. — ela não disfarçou a feição de nojo em seu rosto — Vou permitir que seu marido entre, até que fique melhor.

A mulher deu as costas caminhando até Harry, ela falou alguma coisa com ele durante alguns segundos e saiu o dando espaço para caminhar até mim, sorri vitoriosa e voltei a entrar completamente dentro do minúsculo banheiro e logo o corpo grande de Harry ocupava também o pequeno espaço.

— Você está passando mal, amor? — Harry estava preocupado e eu quis rir de sua inocência.

— Sim, baby… Estou passando mal de tanto esperar para chegar em casa. — formo um bico em meus lábios — Eu quero você, Hazz. — minha voz saiu manhosa como sempre que eu quero arrancar algo dele.

— Eu fiquei preocupado quando a moça disse que você não estava bem e no fim é só fogo. — Harry riu se encostando a porta me puxando para seus braços e repousando suas mãos grandes em minha bunda.

— Eu sou uma boa atriz quando eu quero algo.

Sorri maliciosa deixando beijos em seu maxilar e pescoço, minhas mãos estavam espalmadas em seu abdômen por debaixo de sua camisa branca e me permitir deixar alguns arranhões em sua pele no momento em que busquei seus lábios com os meus plantando um beijo de leve antes de começar um beijo rápido e fervoroso. Descendo de leve uma de minhas mãos, adentro a calça de Harry apertando seu membro sobre a cueca e em um rompante tenho minhas costas batidas contra a parede lateral do banheiro me fazendo gemer contra os lábios dele.

— Se pretende me torturar, esquece. — ele sorriu abrindo os olhos para olhar nos meus e deixa uma de suas covinhas aparecerem por causa do sorriso de lado — Não tempos tem-

— Tudo bem, aqui? — a mesma aeromoça abriu a porta do banheiro dando de cara com Harry me prensando contra a parede e minha mão ainda dentro de sua calça — Achei que estivesse passando mal, mas vejo que seu marido já a curou. — olhando em seu rosto pude ver as bochechas vermelhas, ela se virou e continuou a falar — Peço, por favor, que se retirem do banheiro, vocês não estão em um avião particular.

Abri a boca para responder rudemente a mulher por conta de uma de suas frases, mas Harry tapou minha boca antes que eu começasse a xingá-la.

— Nos dê um minuto, já estamos de saída. — Harry olhou em direção a mulher e puxei minha mão de dentro de sua roupa.

— Nem um segundo a mais. — a mulher saiu e Harry me soltou.

— Mal amada! — proferi em direção a porta e Harry riu negando com a cabeça.

~o~

Depois do acontecimento no banheiro, Harry e eu ficamos sobre a vigilância dos olhos grandes da aeromoça, não podíamos nos mexer que ela já se colocava em posição em frente ao banheiro para não nos deixar passar. Seguindo o conselho de Harry para apenas ignorar quando reclamei sobre a general empata foda, resolvi dormir para vê se as horas passavam mais rápido e de fato passaram, acordei com Harry dizendo que já tínhamos chegado.

Estamos agora no elevador do nosso prédio, Harry está segurando as malas enquanto eu o abraço por trás esperando chegar o nosso andar, assim que as portas abriram solto-me de Harry para que ele possa andar sem ter o meu corpo o atrapalhando, ele abre a porta do nosso apartamento e eu entro rapidamente me jogando na cama.

— Vamos continuar o que estávamos fazendo, não é?! — Harry colocou seu corpo sobre o meu e seus lábios foram imediatamente ao meu pescoço.

— Vamos, só me dê um minuto. — joguei seu corpo para o lado e levantei caminhando até o nosso grande banheiro com a minha menor mala onde se encontravam algumas coisas que comprei quando Harry não estava comigo, entre elas uma sexy camisola que com certeza o faria comer na minha mão.

Me vesti rapidamente e soltei meu cabelo o bagunçando de leve de forma que ficasse bom e abri a porta do banheiro me apoiando no batente fazendo uma pose que eu julgava ser infalível. Harry olhou na minha direção assim que ouviu o barulho da porta e se apoiou sobre os cotovelos fazendo meu sorriso malicioso sumir assim que o ouvir rir.

— O que foi? — me sinto um pouco ofendida.

— Você se deu o trabalho de se vestir assim para mim quando o que eu mais quero é te ver pelada? — seus olhos famintos encontraram os meus e me aproximei da cama.

— Você pode me despir se quiser… — voltei a sorrir ficando de pé de frente a cama o vendo se colocar de joelhos sobre o colchão.

— Você adora me dá trabalho. — rapidamente suas mãos foram de encontro ao tecido fino da camisola e o rasgou em dois.

— Ei! Era nova! — olho o tecido destruído no chão.

— Você pode comprar quantas camisolas quiser, terei o prazer de rasgar todas elas. — ele passou a língua de leve sobre o meu mamilo desnudo o fazendo enrijecer e puxou uma gravata que só agora percebi sobre a cama — Hoje é a minha vez de brincar.

Harry levou meus braços para trás do meu corpo colando o seu peito ao meu e amarrou meus pulso atrás das minhas costas, tentei reclamar e me mostrar contra a sua tortura de me impedir de tocá-lo e seus dentes cravaram em meu ombro fazendo eu me calar.

— Você vai gostar, amor. — ele sorriu tirando a camisa e começando ao abrir a calça.

Assim que estava completamente despido, Harry me mandou ficar de joelhos e eu o obedeci ficando de frente para ele que estava sentado com as costas na cabeceira da cama. Apenas com um “chupa” ele levou a mão para trás da minha cabeça a guiando em direção a seu membro que ele bombou até que ficasse ereto antes de ditar o comando. Disposta a tentar torturá-lo eu coloquei apenas a ponta de seu membro a minha boca, mas não demorou para que minha cabeça fosse empurrada para baixo e metade de seu ombro a adentrasse.

Harry comandou os movimentos de minha cabeça, às vezes empurrava seu membro tão fundo em minha boca que meus olhos lacrimejavam e baba escorria por minha boca, engasguei uma ou duas vezes antes dele me parar para que não gozasse.

A próxima ‘ordem’ de Harry veio depois que ele deslizou a camisinha em seu membro, me posicionei com um joelho de cada lado de suas coxas e ele segurou seu membro para que eu sentasse o deslizando para dentro de mim. Já completamente preenchida as mãos de Harry apertaram minha cintura começando a me movimentar para cima e para baixo me mostrando o ritmo que ele quer que eu continue.

Mantendo o ritmo que ele criou deixo minha cabeça apoiada em seu ombro enquanto gemidos baixos saem por entre meus lábios e então resolvo implorar por liberdade.

— Ha-Harry… Me desamarra… — peço entre gemidos — Por-por favor…

— Não vamos acabar com a brincadeira… — sua voz sai extremamente rouca e suas mãos deslizaram por minha bunda, costas e sobem pelas laterais do meu corpo até os meus mamilos onde a ponta de seus dedos os massageiam.

Após algum tempo subindo e descendo sobre Harry com sua boca e mão dando um tratamento especial a cada um de meus seios, gozo logo depois dele deixando minha cabeça pender para trás enquanto todo o meu corpo se contrai e relaxa em seguida. Só então Harry desamarrou minhas mãos e deixei minha cabeça descansar em seu ombro até que minha respiração se normalizasse.

Harry me deitou na cama e se levantou para livrar-se da camisinha e logo estava de volta me abraçando por trás deixando seu queixo apoiado em meu ombro.

— Descanse, amor. — ele sussurrou em meu ouvido e eu quis rir, mas só consegui sorrir de leve.

— Você está me devendo uma camisola…

Foi o que eu disse o ouvindo rir antes que eu me entregasse ao sono.




Espero que tenham gostado ❤

Desculpem qualquer coisa, hot não é o meu forte :(

- Tay

¿estás cansado de leer frase repetidas?

¿estás cansado de tanta gente amarga?

¿estás leyendo esto con voz de comerciante?


Alv *se va corriendo*: Sagitario, Virgo,Escorpio y Aries.

Oié zi: Libra, Piscis,cancer y Cancer.

Sigue deslizando silenciosamente: Leo,Capricornio y Acuario

Ese pendej@ nunca cae: Géminis.

Anônimo: Faz um imagine baseado em “She’s not me” da Zara,com o Harry….onde eles já foram casados e se encontram numa festa,e ele ta com a atual,ai no fim rola um hot na festa mesmo. Obrigada!

Olhei ao redor daquela festa regada de gente bonita e bem vestida, e não pude deixar de ver meu passado ali. 

Depois de longos seis meses, Harry, meu ex marido, estava ali nos braços de outra.

Uma garota loira de cabelos longos, estava de mãos dadas com Harry que sorria o tempo todo. 

— Ash — chamei minha amiga — Você sabe onde tem um local mais arejado por aqui ? Esse calor está me matando…

— Claro. A cozinha é um ótimo lugar. 

— Certo, eu já venho.  

Me dirigi até a cozinha e me deparei com inúmeras janelas enormes, melhor lugar para dispersar a fumaça. 

Acendi um cigarro e traguei a fumaça, o colocando entre os dedos. Desde meu divórcio com Harry, a nicotina tem sido uma grande amiga. 

— Não acredito que está fumando — ouvi uma voz familiar entrando na cozinha e trancando a porta da mesma. Era Harry — Você não era assim, S/n 

— Sem cinismo — olhei para ele revirando os olhos — Dá licença — tentei passar por ele que me impediu, segurando meu braço esquerdo 

— Desde quando fuma ? — ele perguntou me encarando como sempre fazia 

— Desde que me divorciei e estou tendo que dar meus pulos para pagar as contas e sobreviver sozinha 

— Desculpa convincente para fazer essa fumaça — deu um sorriso de canto tirando sarro

— Aí Harry — disse perdendo a paciência e jogando o cigarro pela janela — O que você está fazendo aqui ? 

— Eu é quem te pergunto. A festa está acontecendo lá fora, por que se trancou aqui ? 

— Eu não sou obrigada a ficar vendo aquela cena sua com aquela piranha qualquer — cuspi aquelas palavras vendo a expressão dele ficar mais seria 

— Ela se chama Kate.

— É… não se chama como eu — disse desapontada — Me diga, Harry, quantas brigas vocês já tiveram ? — ele ficou em silêncio me olhando — Vocês nunca tiveram uma briga, não é mesmo ? 

— É… — ele disse sem jeito passando a mão pelos cabelos 

— Ela é nova, bonita, vocês com certeza devem estar vivendo um conto de fadas… Mas você sabe que no fundo, ela não é como eu 

— Por que você está me dizendo essas coisas ? 

— Eu vejo a forma que ela te trata, ela tenta agir como eu mas ela nunca vai ser a mesma que eu era com você 

— Cada um tem seu jeito, S/n — ele tentou contornar a situação. O tempo todo ele ficava entrelaçando um dedo no outro, típico gesto de quando estava ficando aflito

— Como você está ? Está feliz ? Quando você conta suas piores piadas, ela se acaba de rir como eu fazia ? 

— Não… — ele disse baixo 

— Vocês ficam acordados por horas quando você perde o sono, só conversado e conversando ? Ela sabe o significado dessas sua pulseiras ? — segurei nas mãos dele — Eu ainda guardo aquela pulseira que me deu na nossa viagem para Malibu 

— Eu não sei onde você quer chegar com isso — ele tirou suas mãos das minhas

— Eu estarei te esperando, Hazz… Eu espero mais uma semana, um mês ou até um ano, eu vou te esperar… Porque eu te amo — disse baixo no ouvido dele sentindo o perfume dele inundar minhas narinas

Abaixei a cabeça depois do meu desabafo com ele e sobre tudo que eu ainda sentia. 

Suas mãos foram para a minha cintura sem que eu esperasse, e deu um aperto forte. 

— Ela não é igual a você em nada — ele disse baixo no meu ouvido — Muito menos no sexo… 

— Filho da puta — sorri sacana e ataquei os lábios dele. Seis meses sem sentir os lábios daquele homem para mim era uma eternidade. 

Abri os botões da camisa dele e tive a visão daquele abdômen tatuado depois de tanto tempo. 

— Eu quero que me foda — disse entre os beijos que eram distribuídos no meu pescoço — Quero que me foda aqui como você fazia 

— Gostosa — disse e deu um aperto forte no meu bumbum 

Senti ele me encostar em um balcão que tinha ali e passar a mão pelo meu vestido a procura do zíper. 

O vestido que eu usava caiu do meu corpo, deslizando delicadamente pela minha pele. 

Harry abaixou a minha frente e abaixou minha calcinha branca de renda. Sua boca quente entrou em contato com minha vagina úmida me fazendo dar um grito.

— Fica quieta, amor. — ele disse baixo e continuou o trabalho com sua língua.

Harry dava fortes chupões no meu clitóris e segurava minhas coxas com força. Vem ou outra ele me penetrava com a língua e me fazia chegar ao paraíso literalmente. 

— Porra, Harry — minha voz saiu falha, enquanto eu agarrava os cabelos dele — Tira logo sua roupa 

Ele se levantou e se despiu da camisa e da calça social que usava. Tirei sua bóxer branca tendo a visão de seu pênis grande e grosso, cheio de veias ao redor e sua glande toda molhada. 

Harry começou a esfregar a cabeça de seu membro na minha vagina me torturando lentamente. 

— Harry… Não faz isso — implorei sentindo meu corpo todo se acender 

Sem aviso prévio, seu pau entrou inteiro rasgando minha vagina.
Se eu não estivesse tão molhada e tão sedenta por sexo como eu estava, certamente ele havia me machucado. 

— Estou te machucando ? — ele perguntou movendo seu quadril contra meu corpo, fazendo seu pau entrar por completo em mim 

— Não — disse entre os gemidos.

Harry levou sua mão até minha boca, impedindo que os gemidos saíssem. 

— Que delicia, S/n… Caralho — ele jogava a cabeça para trás enquanto me penetrava 

— Harry, eu vou… — antes de terminar minha frase senti meu corpo ficar mole, minha intimidade ficar sensível e eu só queria cair ao chão de tanto prazer. 

Harry continuou segurando meu corpo e continuou me penetrando rápido e forte. 

Logo senti seu líquido quente escorrer pelas minhas coxas, me causando leves arrepios. 

— Porra — ele urrou fechando os olhos — Estou tão cansado… — admitiu com a voz trêmula 

— Você acabou comigo. — minha respiração seguia ofegante enquanto eu procurava forças para me levantar daquele balcão. 

Harry pegou meu vestido do chão e o colocou no meu corpo de uma forma delicada. Sua roupa que também estava jogada ao chão, foi colocada em seu corpo por ele mesmo. 

Gostas de suor estava presente na testa dele, enquanto eu sentia a base escorrer do meu rosto devido ao calor que aquele homem me causava. 

— Harry… 

— Xi — ele me interrompeu colocando o indicador sobre meus lábios — Não fala nada… Ela nunca será como você, eu te amo!