CPJ

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This week, the World in Protest

1: Istanbul, Turkey. ©  Kemal Aslan 

2: Baltimore, USA. © Eric Thayer

3: Milan, Italy. © Alessandro Bianchi 

4: Bujumbura, Burundi.  © Thomas Mukoya

5: Bogota, Colombia.  © Jose Miguel Gomez

6: Newark, USA.  © Andrew Kelly 

7: Baltimore, USA. ©  Eric Thayer

8: Bujumbura, Burundi.  © Thomas Mukoya

9: Taiwan, Taipei. © Patrick Lin

Every time a journalist is killed by extremists, drug cartels or even government forces, there is one less voice to speak on behalf of the victims of conflict, crime and human rights abuses.
—  Deputy secretary-general Jan Eliasson of the UN Security Council. The council held an open debate among delegates and journalists following a campaign by A Day Without News?, the Committee to Protect Journalists and Reporters Sans Frontiers. Read more on the journalism.co.uk Web site.
Você já se sentiu assim? Mesmo no meio de uma multidão se sentindo sozinho? É como um vácuo dentro de mim, que não me deixa nem quando vou dormir. E que machuca mais do que bater o dedinho mindinho na quina do sofá.
—  Daiane.

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Why almost no one’s covering the war in Yemen

by By Jared Malsin, CJR

More than 1,200 people have died since Saudi Arabia and its allies launched a military operation in Yemen in March, but the country has become so hard to access that news organizations are finding it almost impossible to cover the conflict. At the same time, a lack of electricity and poorly developed internet infrastructure are hampering the citizen journalism and online activism that have offered a window into other recent conflicts.

Yemen’s political turmoil has gone underreported for years, but journalists say the current conflagration has made reporting on the country more difficult than at any other time in memory. There are vanishingly few foreign journalists in Yemen as a result of the violence on the ground, access restrictions, and wavering commitment on the part of international news organizations.

Read more.

Image:  An air strike hits a military site controlled by the Houthi group in Yemen’s capital Sanaa May 12, 2015. Khaled Abdullah

anonymous asked:

como fazer meu namorado ser mais fofo? tipo, me dar presentes, pagar algumas coisas pra mim, me fazer surpresas, me elogiar, essas coisas que os namorados das minhas amigas fazem...

Sabe qual é o problema da maioria de vocês, garotas, que tem namorado? Vocês nunca estão felizes com o que tem. Sempre querem o namorado da amiga, por que ele faz isso, faz aquilo e o seu não faz. Sabe como isso é humilhante pro seu namorado? Não ser suficiente pra você? Você está procurando uma formula secreta, que não existe. Você tem que aprender a aceitar o seu namorado, não precisa ficar se humilhando pra ser mais carinhoso ou os caralhos a4. Seu namorado não precisa ser mais fofo, você que precisa ser realista. Se o seu namorado fosse um príncipe da disney tenho certeza que você iria vir aqui reclamar dizendo assim “Não suporto mais meu namorado, ele parece um idiota o tempo todo, o que eu faço?” Eu sou uma conselheira e não uma fada das soluções, eu mostro os erros, eu aponto as coisas boas e ruins e você se empenha pra achar uma solução! Hoje em dia todo mundo se esquiva e pede pra outras pessoas resolverem problemas que são delas por que elas não conseguem. Entenda uma coisa, seu namorado deve ser o tipo de cara fechado, ou sei lá. “A Báh, quando eu conheci ele, ele era diferente” E você também. Cobrava menos dele e essa sua cobrança irrita. Ta bom que você não tem que se conformar e ser maltratada, mas você também não precisa cobrar algo de uma pessoa que ela não pode cumprir. Se não gosta do jeito dele pula fora, ninguém te obriga a ficar com ele certo? Mas se resolver ficar, então por favor, queira namorar com esse garoto que escolheu ser só teu, e não com o namorado das suas amigas!

Mas é impossível dizer a dor que estou sentindo nesse momento. Ser triste não é tão bonito assim quanto na poesia. Às vezes é preciso de dor, ter o coração arrancado com toda ignorância de si próprio para fazer ou citar um texto para abalar as alicerces do arranha-céu de alguém, muitas vezes para essas pessoas é confortante, pois elas sabem que não são somente elas que sentem aquilo, eu escrevo pois quero mostrar as pessoas o seguinte: Você não está sozinho. Mesmo que eu não o conheça cada texto penso um pouco em você, penso na dor que deve estar sentindo, eu sei como é isso, eu sinto dor todos os dias.
—  Cartas para James.

Jailed Journalists

The Committee to Protect Journalists is out with a report today that explores the imprisonment of journalists around the world.

Quick overview: the trend is going from bad to worse.

Via CPJ:

The number of journalists imprisoned worldwide shot up more than 20 percent to its highest level since the mid-1990s, an increase driven largely by widespread jailings across the Middle East and North Africa, the Committee to Protect Journalists has found. In its annual census of imprisoned journalists, CPJ identified 179 writers, editors, and photojournalists behind bars on December 1, an increase of 34 over its 2010 tally.

Iran was the world’s worst jailer, with 42 journalists behind bars, as authorities kept up a campaign of anti-press intimidation that began after the country’s disputed presidential election more than two years ago. Eritrea, China, Burma, Vietnam, Syria, and Turkey also ranked among the world’s worst.

Image: screenshot from a database of imprisoned journalists – along with the stories of their arrests – that is part of the report.

É que eu pisei feio na bola e por isso que não consigo parar de me importar. É uma coisa minha, entende? As pessoas vão embora da minha vida e eu continuo as protegendo de tudo. Eu queria tanto poder consertar as coisas, mas não dá. É tarde demais.
—  Daiane.
cpj.org
Reporting Libya, a Tally

Via Committee to Protect Journalists:

CPJ has documented more than 70 attacks on the press since political unrest erupted in Libya last month. They include two fatalities, a gunshot injury, 45 detentions, 11 assaults, two attacks on news facilities, the jamming of Al-Jazeera and Al-Hurra transmissions, at least four instances of obstruction, the expulsion of two international journalists, and the interruption of Internet service. At least six local journalists are missing amid speculation they are in the custody of security forces. One media support worker is also unaccounted for.

The CPJ is keeping daily tally on reporting conditions in the country.

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#BlackLivesMatter - an attempt to change the black American narrative through tweets

In 2013, after George Zimmerman was acquitted for killing 17-year-old Trayvon Martin, a young woman in California named Alicia Garza wrote an emotional Facebook post that ended with the words “Our Lives Matter, Black Lives Matter.” Her friend, Patrisse Cullors, turned that into a hashtag.

Read/ to the full story at npr