Anthony E

RULES: shuffle ten songs and pick your favorite quote from that song. Tag 9 people. Tagged by @persianndrvgs

  1. TWO WEEKS BY FKA TWIGS — you say you want me – i say you’ll live without it.
  2. TAKE ME OR LEAVE ME BY RENTno way, can i be what i’m not. but hey – don’t you want your girl hot?
  3. OUT TONIGHT BY RENTin the evening, i’ve got to roam. can’t sleep in the city of neon and chrome.
  4. DOWN IN NEW ORLEANS BY DR. JOHN grab somebody, come on down. bring your paintbrush, we’re paintin’ the town
  5. YOU’RE SO BEAUTIFUL BY EMPIRE CASTeven with no manicure, baby girl i’ll hold your hand.
  6. BODY HEAT BY SELENA GOMEZ   we’re connected by the sun, and all of the stars above. you melt me and my body feels no shame
  7. SMOOTH CRIMINAL BY MICHAEL JACKSON the entire song yo
  8. ME WITHOUT YOU (ALL I EVER WANTED) BY ALL TIME LOW — i would whisper you a riot if you’d listen, to the sound that you’ve ignored a thousand times.
  9. BRING IT ALL TO ME BY BLAQUE — i’ll put my pride to the side, just to tell you how good you make me feel inside
  10. FIRST DAY OF MY LIFE BY BRIGHT EYES i think i was blind before i met you

tagging: @oncdance @pllowtlks @bedsofrose @stockhollmes @harbiingers

Tag!

Rules: go to www.random.org/lists/ Put in 15 people and answer the questions in order with the names and tag 5 people
I was tagged by @earlymorningillusion, thank you dear!

  1. Mom / Dad: Richard Nixon (NOOOOOOOO)
  2. Sibling: Sting (I would forever be the inferior sibling I could not live with Sting omfg)
  3. Grandma / Grandpa: Hyde from That 70′s Show (!!!!!!yes!!!!!!)
  4. Haunts you: Daria Morgendorffer (she would be my best ghost friend yasss)
  5. Boyfriend / Girlfriend: RuPaul (Y E S HE WOULD BE SO FUN TO HANG AROUND)
  6. Your ex: Cher (I absolutely believe in life after love)
  7. Your best friend: Duff McKagan (I’d cheat on RuPaul with him D R A M A)
  8. Proposed to you: Stevie Nicks (Im not really into girls but I would marry Stevie any day 3000%)
  9. Your boss: Anthony Keidis ( Y E S S S S IM RHCP’S ROADIE)
  10. That random person you met at a bar: Franz Kafka (he only ever went to brothels tho omfg)
  11. Your rival: Cleopatra (I AM FUCKED Y’ALL)
  12. Gave you your first kiss: Robert Plant (#blessed)
  13. Drunk and singing karaoke with: Kurt Cobain (#doubleblessed)
  14. Played 7 minutes in heaven with: Tupac (OKAY TUPAC I C U)
  15. Gave you your first dessert: Jim Morrison (he did say he wanted to sleep all night in my soul kitchen Im glad he took the time to make me something while he was there)

This tag was sososososo fun, thank you!

@whole-lotta-axl @white-summer-dream @christingmcvie @ohtoridethewind

@herecomesthesunking 

Dave Filoni e il Force Bond: confermata la possibilità nel canon?

Avvertenza: spoiler sulle serie tv Star Wars The Clone Wars e Star Wars Rebels!

Come saprete, dal 15 al 17 luglio (oggi), si è svolta la Star Wars Celebration Europe 2016 a Londra: una manifestazione che ha visto coinvolti molti nomi noti all’interno del panorama produttivo della saga, tra cui Dave Filoni - regista delle serie animate Star Wars - The Clone Wars e Star Wars Rebels - attori del calibro di Carrie Fisher, Anthony Daniels e Mark Hamill, staff delle produzioni videoludiche e molti altri ancora. Durante il panel dedicato alle serie animate Filoni ha ricevuto delle domande molto interessanti dai fan, una delle quali chiedeva se Anakin e la sua padawan Ahsoka avessero mai condiviso una connessione personale tramite la Forza, un “Force Bond”, insomma.

La risposta è stata positiva: Anakin e Ahsoka condividevano un legame abbastanza forte da poter sapere l’una dove si trovava l’altro. Ma il loro collegamento in qualche modo risulta diverso dalla teoria del Force Bond che conosciamo, poiché la ragazza non riusciva a percepirlo dopo gli eventi dell’Ordine 66, credendolo morto (mentre questo legame permetterebbe di percepire l’altra persona coinvolta finché questa è in vita). Una spiegazione plausibile per questa differenza potrebbe risiedere nella dualità Anakin/Darth Vader: l’Anakin che Ahsoka conosceva non esiste più, è stato sostituito da un altro uomo, Vader appunto. Per lo stesso motivo in Rebels Vader non ha percepito subito la sua ex-padawan, finché parte del suo elmo non è caduta permettendo ad Anakin di vederla coi suoi occhi e quindi riconoscerla.

Keep reading

‪#‎LeConversazioni‬: Come di consueto, tra fine giugno e inizio luglio, Capri è stata una delle cornici di Le Conversazioni, festival letterario ideato da Antonio Monda e Davide Azzolini. E come sempre le/gli illustri ospiti hanno disquisito sul tema che ha dato vita al festival.

Dopo aver trattato di ‘rivoluzione’ nella passata edizione (avendo tra le/i protagoniste/i Teju Cole e Kwame Anthony Appiah), quest'anno Le Conversazioni ha affrontato il tema della 'diversità’ . E tra le/gli autrici/ori invitati sul palco vi è stato il vincitore del Man Booker Prize 2015, lo scrittore jamaicano Marlon James.

Il saggio di James, intitolato Why I’m (Almost) Done Talking About Diversity, ha argomentato in maniera ironica la questione 'diversità’:

«You would think our sole purpose as writers at these panels is to broaden the understanding of white people, when we could you know, talk about writing. Worse, it’s the same talk we gave last year, and the year before that, and the year before that one, going back years, and decades. Either we’re not speaking loud enough, or clear enough, or maybe nobody is listening. Maybe a diversity panel should be all white.

Think about it: A panel on diversity with no diversity on it. The outrage would be immediate, even from people of colour. And yet maybe that is what should happen. And maybe the first question should be why do we need a black person on a panel to talk about inclusion when it’s the white person who needs to figure out how to include?»

È possibile leggere l'intero saggio qui.
E guardare l'intero panel di seguito 

[photo credit: Steve Bisgrove, dalla pagina FB di Le Conversazioni]

Aos homoafetivos, o ombro de Deus

Por Ricardo Gondim

Eu os chamo aqui por Anthony e Araújo – embora não sejam o nome deles. Não quero revelar a identidade dos dois. Anthony era padre e gay. Araújo era pastor pentecostal e gay. Uso o verbo no passado porque os dois se suicidaram.

Por ser celibatário, Anthony passou a vida perseguido por aquilo que tratou como um gigante.Sua homossexualidade o perseguiu e o aterrorizou desde sempre. Sem jamais ter transgredido a fronteira da castidade que impôs a si mesmo, padre Anthony me escreveu algumas vezes antes de se matar. Em todas, terminava dizendo: “Ricardo, estou exausto”. Seu desabafo, eu mal atinava em minha ingenuidade, era sinal de que aquele abatimento seria fatal.

Numa manhã de sábado, padre Anthony leu dois contos de Tolstói, colocou um CD com música sacra para tocar, vedou janelas e portas do quarto com jornal, tomou trinta e duas cápsulas de um calmante possante, abriu a válvula do botijão da gás e morreu.

Convivi com o pastor Araújo. Em nosso tempo breve como colegas de ministério, suspeitei da sua homossexualidade. Porém, pouco depois, Araújo se casou. O tempo passou rápido. Tive notícias que Araújo estabeleceu família – composta de dois filhos, uma filha e duas netas. Achei que tinha “visto” coisas demais na vida dele. Como Araújo se mudou com toda a família para outra cidade, e devido à distância geográfica, perdemos contato. Sempre que voltava a pensar no antigo companheiro, e na possível homossexualidade, voltava a achar que não passava de conjetura minha. Eu me corrigia por julgá-lo, e atribuía a meu preconceito o fato de pensar que talvez fosse homossexual.

Corrigi-me alguma vezes: Como posso ser tão suspeitoso? Só por que detecto certos trejeitos não tão masculinizados? Décadas depois de casado, a mulher do pastor Araújo saiu para fazer compras no supermercado. Era tarde de segunda-feira. Ao voltar, encontrou o corpo do marido pendurado numa corda que descia da viga da cozinha. Ele aproveitou aqueles poucos momentos a sós para se enforcar. Vendo em retrospectiva, o casamento do pastor não passou de fuga. Como não havia, em sua realidade religiosa, como encarar a própria identidade, Araújo tentou viver uma vida dupla. Ele era gay e não achou meios de fugir de sua identidade. O sofrimento varou anos e anos.

Numa tentativa desesperada de evitar escândalo, sem coragem de enfrentar os filhos com a verdade, e diante do medo de rejeição, Araújo sucumbiu. Tudo lhe pareceu insustentável. Anos de mentira se tornaram pesados demais. Na carta de despedida, Araújo pediu perdão pelo ato, que ele mesmo tratou como tresloucado.

Sua carta tornou-se pública – chegou à minhas mãos. Transcrevo um trecho:

“Não consigo conviver com o inferno que criei para mim mesmo. Estou cansado de viver rasgado por dentro. Sempre fui homossexual. Consegui esconder de todos, menos de mim mesmo. Desesperadamente, procurei me ver livre da condição em que nasci. Me dediquei à família, à igreja, mas por dentro sempre sofri. Minha miséria me perseguiu o tempo todo. Exausto, saio da vida para não magoar ainda mais quem me quer bem. Prefiro deixar de existir a continuar existindo como vivi”.

As duas histórias que acabo de narrar são verdadeiras. Mudei apenas alguns detalhes para preservar os envolvidos. Não são hipotéticas, e elas aconteceram bem próximas de mim. Como pastor protestante, tornei-me confessor e conselheiro de um padre. Fizemo-nos amigos, mesmo virtuais. Apesar de distante, acompanhei os desdobramentos da tragédia de um pastor protestante. Ambos sucumbiram mesmo inseridos em suas respectivas tradições religiosas. Os dois não suportaram continuar no armário.

Continuei a ser provocado, a ser convocado, a ser interpelado nesse tema. Os eventos não cessaram de bater na minha porta. Devido à pequena – mas barulhenta – repercussão de meus posicionamentos sobre a comunidade LGBT, recebi outra mensagem. Esta me devolvia aos primeiros anos como líder de uma comunidade cristã em Fortaleza. Bruno (não é seu nome verdadeiro) me escreveu:

Ricardo, parece que foi ontem, mais precisamente há mais de 30 anos, que nos reunimos naquela igreja de lona da Betesda na Aldeota em Fortaleza. O assunto da reunião era mais precisamente a minha questão homossexual […]. Aquela reunião definiria o restante de minha vida no exílio. De você, ou de seu ministério, recebi apenas repúdio, abandono e rejeição! Na ocasião você orou por mim e repreendeu o demônio da homossexualidade! Pelo visto a oração nada serviu, pois continuo homossexual até hoje aos 56 anos de idade, e com uma vida muito abençoada. Sou empresário no Rio de Janeiro continuo firme na fé graças a Deus, e, evidentemente, gay!

Depois de ter passado pelo trauma de dois suicídios, mais uma mensagem voltava a me abalar. Eu devia uma explicação ao Bruno; agora senhor, que um dia escorracei. Trinta, quarenta, cinquenta anos não apagam as nódoas que deixamos no passado. Tomei coragem. Respondi. Modifiquei alguns detalhes da minha resposta para preservar a identidade do Bruno.

Caro Bruno,

Recebi seu e-mail com sentimentos misturados. Primeiro: veio a sensação bumerangue. Acordei para uma realidade: tudo o que lançamos ao vento, cedo ou tarde, retorna. Segundo: ver-me cara a cara com uma situação constrangedora como a que você descreveu, e que fui protagonista, me deixa constrangido. Estou envergonhado, certamente.

Eu gostaria de lhe pedir perdão. Não posso, todavia. Por um simples fato: aquele Ricardo não existe mais. Ele desapareceu, juntamente, com a teologia que o formava, que incentivava o seu idealismo e alimentava, inclusive, o seu messianismo triunfalista.

Devo  acrescentar que antes de mudar com respeito a homoafetividade,  passei por um processo de despedida de uma teologia que me tornava, ao mesmo tempo, algoz e vítima. Acreditei, naquele tempo, em verdades que, mal sabia, me tornaram um homem inclemente e obtuso.

Aceitei interpretações literais da Bíblia, concebi a humanidade como caída e merecedora da ira de Deus. Defendi um Deus poderoso em detrimento à sua enorme bondade e graça. Coloquei o amor divino em segundo plano. Falhei em criticar aquela teologia de uma soberania que diz que o Todo-Poderoso tem tudo sob seu rigoroso controle. Essa doutrina é cruel, pois torna Deus corresponsável por barbáries e injustiças. Todas essas convicções se esvaíram lentamente em meu viver.

O processo foi longo, até que mudei sobre a homossexualidade. Olho para trás e tenho vergonha de ter acreditado que um homossexual tem demônio. Você tem razão: sim, alguns precisam de tempo para que a verdade os alcance. Não sei precisar quanto tempo eu precisei, mas eu fui alcançado pela graça e pela verdade. A verdade tornou-se hospitaleira antes de ser sentenciadora.

E a ironia de tudo, Bruno, é que aquilo que fiz com você, expondo, julgando e discriminando, anos depois sofri na própria pele. A Betesda que você conheceu, rachou. Passamos por uma divisão belicosa. Quando comecei a me desfazer das vacas sagradas da teologia evangélica, um grupo se levantou contra mim, conspirou numa padaria da Avenida 13 de maio em Fortaleza. Eles prepararam um golpe para me expulsar da comunidade a que dediquei a vida; não conseguiram. Mas o bando levou a enorme maioria dos membros. Os conspiradores planejaram, e executaram, um minucioso projeto de espalhar pela cidade que eu havia apostatado da fé e que negava o próprio Deus. Tornei-me um proscrito, comentado e vilipendiado nos salões de beleza, nos corredores das feiras-livres e por todos os lados. Fui jogado para um exílio parecido com o seu.

Resultado: pessoas inocentes da Betesda em Fortaleza padeceram enormemente. E eu ganhei o selo de apóstata.

Mas, esses traumas não foram impedimento para as mudanças que Deus vinha soprando em minha alma. Mudei, mudei e mudei. A Geruza, minha mulher, pós-graduou-se em sexualidade na Faculdade de Medicina da USP. Eu cresci bastante nesse tempo. Ela me ajudou a entender um pouco mais sobre a complexidade dos comportamentos humanos. Tanto a Geruza como eu abandonamos expressões como pecado para descrever a identidade homoafetiva. Aconteceu de eu dar uma entrevista para a revista Carta Capital sobre o estado laico. Sofri novamente. Tornei-me um constrangimento entre pastores. Perdi inúmeros amigos.

Insisto com você, Bruno: nem tenho como pedir perdão. Posso, entretanto, dizer com letra maiúscula: Lamento. Lamento por ter abraçado aquela teologia, por ter militado naquele movimento chamado evangélico e por ter promovido uma religião que condena, exclui e prefere punir ao invés de compreender.

Se, de alguma forma, você se sentir livre para nos visitar na Betesda aqui em São Paulo, por favor, venha. Eu e a Geruza nos sentiremos felizes em lhe abraçar.

Abraço afetuoso,
Ricardo

Relato essas minhas experiências para tornar público o porquê das mudanças que experimentei. Se mudei a respeito da homossexualidade não o fiz devido a investigações conceituais. Sofri, chorei e lamentei ao lado de pessoas que aprendi a amar. Notei o colossal preconceito e a desmesurada resistência de religiosos – católicos, protestantes e pentecostais – em admitir a homossexualidade como mera peculiaridade humana. Homossexuais não escolheram ser homossexuais devido a traumas, pecado ou tendência à promiscuidade. No cipoal interior das pessoas, somos diferentes. Reagimos às pulsões sexuais distintamente e isso não implica em transgressão libidinosa.

Após passar por dores e traumas, não pretendo ver-me como um religioso de mente obturada e coração empedernido. Desejo me doar. Anelo ser ponte de diálogo. Quero que minha comunidade dê acolhimento e compreensão a tantos que não encontram refúgio.

Homossexuais, principalmente os cristãos, sofrem em um mundo que os vê como pervertidos. Os que procuram seguir a Jesus, padecem ainda mais: juízos, condenação e a imposição de voltar a se adequarem ao que é tratado como normal. Por não quererem romper totalmente com a família, berço religioso, convivem com reprovações e experimentam exclusões.

Muitos, por insistirem em não abrir mão da espiritualidade, são condenados a um inferno, duplamente, desesperador. Tragicamente, só encontram alívio no suicídio.

A igreja não pode fazer de conta que os homossexuais não existem. Jesus os acolheria. Nunca coube aos cristãos o papel de reprovar, condenar e hostilizar. À igreja, cabe acolher aos que sofrem marginalização. Há lugar para todos no aprisco do Nazareno.

O padre Anthony ainda lembrou de deixar um último bilhete endereçado a mim (já o destruí para preservar o segredo). Depois que li o desabafo do sacerdote católico que eu aprendera a amar, chorei por vários dias. O tormento daquele homem dilacerou a minha alma. Tive vontade de gritar aos quatro cantos as palavras de Jesus: Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve – [Mateus 11:28-30]

O sofrimento de homossexuais, vítimas de preconceito e chacota, deve ecoar em corações sensíveis. A dor que os aflige deve ser nossa dor. Convém lembrar que integridade, caráter, fome e sede de justiça, e beleza humana, não dependem de identidade de gênero. Urge reconhecer que a Imago Dei (Imagem de Deus) não é privilégio de alguns. Todos e todas guardam fragmentos do divino. É tempo de oferecer o ombro aos que sofrem; e que nosso ombro seja o ombro de Deus.

Soli Deo Gloria