AMOA

Masterlist (A-I).

Aaron Ramsey

Adnan Januzaj

Alex Oxlade-Chamberlain

Alexis Sanchez

Álvaro Morata

Andreas Pereira

Antoine Griezmann

Bastian Schweinsteiger

Benedikt Höwedes

Calum Chambers

Cesc Fàbregas

Claudio Marchisio

Cristiano Ronaldo

Daley Blind

David Beckham

David Luiz

Eden Hazard

Edinson Cavani

Emre Can

Erik Durm

Fernando Llorente

Fernando Torres

Gareth Bale

Geoff Cameron

Gianluca Gaudino

Granit Xhaka

Graziano Pellè

Gregory van der Wiel

Hachim Mastour

Héctor Bellerín

Iker Casillas

Isco Alarcón

Ivan Rakitić

Masterlist (J-M)

Masterlist (N-Z)

UM OUTRO NASCIMENTO

Todo o meu ser é um cântico negro
que ao repetir-te em si mesmo te levará
ao despertar dos crescimentos e florescimentos eternos
Sussurrei-te neste cântico, ah,
acrescentei-te neste cântico
à árvore e à água e ao fogo

 *  *  *

Talvez a vida
seja uma rua comprida pela qual passa todos os dias uma mulher segurando um cesto
Talvez a vida
seja uma corda com a qual um homem se enforca num ramo
Talvez a vida seja uma criança a regressar a casa da escola

Talvez a vida seja acender um cigarro na pausa narcótica entre dois abraços
ou o trânsito ausente de um homem que passa
tirando o chapéu a um outro homem que passa
com um sorriso vazio e um “bom dia”
Talvez a vida seja esse momento vedado
em que o meu olhar se destrói na pupila dos teus olhos
E nisto reside uma sensação
que eu misturarei à impressão da lua e à descoberta da escuridão

Num quarto do tamanho de uma solidão
o meu coração
do tamanho de um amor
contempla os simples pretextos da sua felicidade,
o murchar da beleza das flores na jarra
a jovem árvore que plantaste no jardim da nossa casa
o canto dos canários
que entoam a medida de uma janela

Ah
Eis a minha sina
Eis a minha sina
A minha sina
é um céu que a queda de uma cortina me furta
A minha sina é descer umas escadas abandonadas
e encontrar algo em putrefacção e exílio
A minha sina é um passeio angustiado pelo jardim das memórias
e entregar a alma à tristeza de uma voz que me diz:
“Eu amo
as tuas mãos”

Planto as minhas mãos no jardim
Hei-de vicejar, eu sei, eu sei, eu sei
e as andorinhas hão-de pôr ovos
no vazio das minhas mãos manchadas de tinta

Penduro nas minhas orelhas brincos de cerejas gémeas
e enfio pétalas de dália nas minhas unhas
Há uma viela
onde os rapazes que me amaram,
com o mesmo cabelo despenteado,
os mesmos pescoços finos e as mesmas pernas magras,
pensam ainda nos sorrisos inocentes de uma rapariga
que foi levada pelo vento certa noite

Há uma viela que o meu coração
roubou aos cenários da minha infância

A viagem de uma forma pela linha do tempo,
fecundando a linha estéril do tempo com uma forma,
uma forma consciente de uma imagem
a regressar do festejo de um espelho.
E é assim
que alguém morre
e alguém permanece

Nenhum pescador procurará jamais uma pérola
num pequeno regato que se esvazia numa valeta

Eu
conheço uma fada pequena e triste
que instalada no oceano
toca o coração numa flauta de madeira
baixinho, baixinho
uma fada pequena e triste
que com um beijo morre todas as noites
e com um beijo renascerá a cada amanhecer

Forough Farrokhzad, trad. Vasco Gato

youtube

Maji Love Legend Star - STARISH (Lyrics/Letra)

(CV. Terashima Takuma, Suzumura Kenichi, Taniyama Kishou, Mamoru Miyano, Suwabe Junichi, Shimono Hiro, Toriumi Kousuke)

Romaji:

Legend star (x7)
Uuuuuuh! STARISH!

P-KAN ni sunshine (peace!)
yappari minna isshou wa (peace!)
kyun kyun to shichau deshou?

koi mitai ni Chu
wink wo For You 
jounetsu zenkai de Go!
daisuki na minna to

mezasu hoshi wa kirari
te nobashite mo why don’t touch?
dakedo zettai makenai
chikara awase Don’t give up!

te to te wo awasete
kokoro wo tabanete
inochi kakete!

maji LOVE rejendo star uchuu datte
semaku kanjichau kurai ni
ai wo densetsu he
gingga bun no ichi no kisu wo soeta songu retaa to
“Eien” to yuu na no kiraboshi no ringu wo
sono kusuri yubi ni

mou furi kaeranai (peace!)
egao ni nareru (peace!)
namida no mukou gawa he

mata au hi ni chu 
mata tsurete yuku 
sekaiichi no yume he to
tanoshimi ni mattete

nando fuite mo kirari
demo ne sore wa STARISH tears
wakari aeta kiseki
isshou ni tsukutta kiseki

sore wa ne oboeteru?
nanairo no niji wo
kakeru Rainbow Flash

subete wa kyou koko ni atsumatte
dekkai haato gata no LOVE ni naru
kimi to sou kimi to sa
wasurerarenai kako to ima to soshite kore kara no mirai
tsuite kite kuremasu ka?
owari naki koi wo
kuchibiru de chikau

kimi to deau tame ni kono hoshi de
umaretai to kami sama ni negattanda
tsuyoku dakishimeru hibi
kimi wa shinjireba ii

maji LOVE rejendo star uchuu datte
semaku kanjichau kurai ni
ai wo densetsu he
gingga (bun no) ichi no (kisu wo) soeta songu retaa to
“Eien” to yuu na no kiraboshi no ringu wo
sono kusuri yubi ni

***
Português:

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A 1982 flyer from Bally-Midway (American holders of the Pac-Man license at the time), making it loud and clear that creators of knock-offs and shady reproductions of Pac-Man will receive thorough red-assed beatdowns in court. This poster is in response to the COUNTLESS unauthorized Pac-clones that are still found today, over three and a half decades after the original Pac-Man’s release.

Ironically, Bally-Midway released numerous Pac-Man clones of their own without Namco’s permission (the first and most famous of which being Ms. Pac-Man), and after Bally-Midway created Jr. Pac-Man and Professor Pac-Man, Namco terminated the licensing agreement between the two in 1984.

In an even greater bit of irony comes with Professor Pac-Man, the last of Bally-Midway’s unauthorized Pac-clones. World champion foosball player Johnny Lott, and Ed Adlum (publisher of RePlay magazine), approached Bally-Midway with the Professor Pac-Man idea, only to be told that the company had no interest. Months later, Lott noticed Professor Pac-Man cabinets at the National AMOA Trade Show in Chicago, Illinois. Bally-Midway knuckled under, agreeing to give Lott and Adlum a royalty contract. Less than a year later, Namco terminated the licensing agreement with Bally-Midway, as mentioned above.

my second submission for 5 x 7 in Show at AMOA

Violet II - 5 x 7 in. oil on illustration board

same process as the other one for the same show. painted the whole board that blue color, then roughed in some colos with a palette knife and scratched down to the first layer of paint for the lines.


i think this one came out much better and more balanced than my first attempt. might try this process on a larger size piece.

vimeo

Ben Ruggiero teaches photography at Texas State University, and is a former professor of mine. Here he is interviewed about his work in the current exhibit at AMOA, “New Art in Austin: 15 to Watch.”

youtube

tokimonsta - live @ SXSW 2013, AMOA arthouse, austin, tx

don’t let looks fool you…she is BRUTAL. scathing sonic ruggedness from start to finish. the fluidity of her sets makes for a sneakily potent experience, impossible to pry yourself away from. she wears a demure smirk while mercilessly flinging fireballs. i think she likes it that way.