3 col

Le mie fasi dopo un litigio:

Fase 1: Ti odio, non voglio più vederti.
Fase 2: E ora? Sono un coglione, ho esagerato, che carattere di merda, magari la colpa è mia.
Fase 3: No, col cazzo, ho ragione io, non ho niente da rimproverarmi, è colpa sua.
Fase 4: Ma chi se ne frega, ormai non mi interessa più niente.
Fase 5: Se non me ne frega allora perchè continuo a pensarci?
Fase 6: Ok basta ormai le cose sono andate così e fanculo.
Fase 7: *pianto isterico*
Fase 8: Ma davvero abbiamo litigato per quella stronzata?
Fase 9: Non che mi interessi, ma aspetta che vado un attimo a stalkerare cosa sta facendo.
Fase 10: AH SI STA DIVERTENDO ANCHE SENZA DI ME? BASTA, CON ME HA CHIUSO PER SEMPRE.

E fu così che non ci parlammo mai più.

#3: Expiação Limitada

Como já foi observado, a eleição em si não salva ninguém; apenas destaca alguns pecadores para a salvação. Os que foram escolhidos pelo Pai e dados ao Filho precisam ser redimidos para serem salvos. Para assegurar sua redenção, Jesus Cristo veio ao mundo e tomou sobre Si a natureza humana para que pudesse identificar-Se com o Seu povo e agir como seu representante ou substituto. Cristo, agindo em lugar do Seu povo, guardou perfeitamente a lei de Deus e dessa forma produziu uma justiça perfeita a qual é imputada ao Seu povo ou creditada a ele no momento em que cada um é trazido à fé nEle. Através do que Ele fez, esse povo é constituído justo diante de Deus. Os que constituem esse povo são libertos da culpa e condenação como resultado do que Cristo sofreu por eles. Através do Seu sacrifício substitucionário Ele sofreu a penalidade dos seus pecados e assim removeu sua culpa para sempre. Por conseguinte, quando Seu povo é unido a Ele pela fé, é-lhe creditada perfeita justiça pela qual fica livre da culpa e condenação do pecado. São salvos não pelo que fizeram ou irão fazer, mas tão somente na base da obra redentora de Cristo. As doutrinas da graça  tem mantido de modo consistente a convicção de que a obra redentora de Cristo foi definida em desígnio e realização; isto é, foi intencionada para render completa satisfação em favor de certos pecadores específicos e que, de fato, assegurou a salvação a esses indivíduos e a ninguém mais. A salvação que Cristo adquiriu para o Seu povo inclui tudo que está envolvido no processo de trazê-lo a um correto relacionamento com Deus, incluindo os dons da fé e do arrependimento. Cristo não morreu simplesmente para tornar possível a Deus perdoar pecadores. Nem deixa Deus aos pecadores a decisão se a obra de Cristo será ou não efetiva. Pelo contrário, todos aqueles por quem Cristo morreu serão infalivelmente salvos. A redenção, portanto, foi designada para cumprir o propósito divino da eleição.

 Todos os que creem nas doutrinas da graça concordam que a obediência e o sofrimento de Cristo são de valor infinito, e que, se fosse o propósito de Deus, a satisfação rendida por Cristo teria salvado todos os membros da raça humana. Não seria requerido de Cristo mais obediência nem sofrimento maior para assegurar a salvação de todos os homens do que foi requerido para a salvação apenas dos eleitos. Mas Ele veio ao mundo para representar e salvar apenas aqueles que Lhe foram dados pelo Pai. Desta forma, a obra salvadora de Cristo foi limitada no sentido em que foi designada para salvar uns e não outros, mas não foi limitada em valor, pois seu valor é infinito. Ela teria assegurado a salvação de todos, se essa tivesse sido a intenção de Deus. Os arminianos também estabelecem uma limitação na obra expiatória de Cristo, mas de natureza inteiramente diferente. Eles acreditam que a obra salvadora de Cristo foi designada para tornar possível a salvação de todos os homens, desde que eles creiam, e de que a morte de Cristo, em si mesma, não assegura ou garante a salvação para ninguém. Desde que todos os homens serão salvos como resultado da obra redentora de Cristo, deve-se admitir que há uma limitação. Essa limitação consiste num desses dois pontos: ou a expiação foi designada para assegurar a salvação para certos pecadores e não para outros, ou ela foi limitada no sentido em que não foi intencionada para assegurar a salvação de ninguém, mas apenas para tornar possível a Deus perdoar os pecadores na condição da fé. Em outras palavras, a limitação deve ser colocada, em desígnio, na sua extensão, (não foi intencionada para todos), ou na sua eficácia (ela não assegura a salvação para ninguém). Como Boettner adequadamente observa, “para nós a expiação é como uma ponte estreita que atravessa todo o rio; para o arminiano, é como uma grande e larga ponte que vai apenas até a metade do caminho” (The Reformed Doctrine of Predestination, p. 153). Desta forma, são os arminianos que impõem uma limitação maior à obra de Cristo. 

1. As Escrituras descrevem o fim intencionado e realizado pela obra de Cristo como a salvação completa do Seu povo. (reconciliação, justificação e santificação).  a) As Escrituras declaram que Cristo veio, não para capacitar os homens a se salvarem a si mesmos, mas para salvar pecadores: (Mt. 1.21; Lc. 19:10; Gl. 1:3-4; Tt. 2:14; 1Pe. 3:18); b) As Escrituras declaram que, como resultado do que Cristo fez e sofreu., Seu povo é reconciliado com Deus, justificado, e recebe o Espírito Santo que o regenera e santifica. Todas essas bênçãos foram asseguradas por Cristo mesmo, ao Seu povo. Cristo, pela Sua obra redentora, assegurou a reconciliação ao Seu povo: (Rom. 5:10- 11; 2Co. 5:18-19; Ef. 2:15-16; Cl 1:21-22)

 2) Cristo assegurou a justiça e o perdão que Seu povo necessita para a sua justificação. (Rom. 3:24-25; 5:8-9; 1Co. 1:30; Gál. 3:13; Col. 1:13-14; Heb. 9:12; 1Pe. 2:24) 

3) Cristo assegurou o dom do Espírito, o qual inclui regeneração e santificação e tudo que está incluído nessas graças: Ef 1:3-4; Fil. 1:29; At. 5:31 Tt. 2:14; 3:5-6 Ef. 5:26; 1Co. 1:30; Heb. 9:14; 13:12 1Jo. 1:7) 2. Passagens que apresentam o Senhor Jesus Cristo, em tudo que Ele fez e sofreu pelo Seu povo, como cumprindo os termos de um pacto ou concerto gracioso no qual entrou com Seu Pai celestial antes da fundação do mundo: a) Jesus foi enviado ao mundo pelo Pai para salvar o povo que o Pai Lhe deu. Os que o Pai Lhe deu vêm a Ele e nenhum deles se perderá: (Jo. 6:35-40) b) Jesus, como o bom Pastor, dá a Sua vida pelas Suas ovelhas. Todos os que são Suas ovelhas são trazidos por Ele ao aprisco, levadas a ouvir a Sua voz e a seguí-lo. Notemos que o Pai tem dado as ovelhas a Cristo! (Jo. 10:11-29) c) Jesus, em Sua oração sacerdotal, roga não pelo mundo mas por aqueles que o Pai lhe dera. Em cumprimento à tarefa dada pelo Pai, Jesus realizou a Sua obra. Essa obra era tornar Deus conhecido do Seu povo e dar-lhe a vida eterna: (Jo. 17.1-26) d) Paulo declara que todas as “bênçãos espirituais” que os santos herdam, tais como filiação, redenção, perdão de pecados, etc., resultam do fato de estarem “em Cristo”, e liga essas bênçãos à sua fonte última - o eterno conselho de Deus - onde repousa a grande bênção de terem sido escolhidos em Cristo antes da fundação do mundo para serem filhos de Deus, por meio dEle (Ef. 1:3-12).
e) O paralelo que Paulo estabelece entre a obra condenatória de Adão e a obra salvadora de Jesus Cristo, o “segundo Adão”, pode ser melhor explicado na base do princípio de que ambos figuravam numa relação pactual com o “seu povo”. Adão figurava como o cabeça federal da raça e Cristo como o cabeça federal dos eleitos. Assim como Adão envolveu o seu povo na morte e condenação pelo seu pecado, assim também Cristo trouxe justiça e vida ao Seu povo através de Sua justiça (retidão): Rom. 5.12-19)

4). Algumas passagens falam de Cristo morrendo por “todos” os homens e de Sua morte como salvando “o mundo”; todavia, outras falam de Sua morte como sendo definida em desígnio, isto é, para assegurar a salvação de um povo específico. a) Há duas classes de textos que falam da obra salvadora de Cristo em termos gerais:

 (1) As que contém a palavra “mundo” (Jo. 1:9, 29;3:16,17; 4:42; 2Co 5:19; 1Jo. 2:1,2; 4:14 e; (2) As que contêm a palavra “todos” (Rm 5:18; 2Co 5:14,15; 1Tm 2:4-6; Heb 2:9; 2Pe 3.9 ; Jo. 1:9; 29; 3:19; 3:16-17; 4:42; 2Co. 5:19; 1Jo. 2:1-2; 1Jo. 4:14; Rom. 5:18; 2Co 5:14-15; 1Ti. 2:4-6; Heb. 2:9; 2Pe. 3:9). Uma das razões para o uso dessas expressões era corrigir a noção falsa de que a salvação era apenas para os judeus. Frases como “o mundo”, “todos os homens”, “todas as nações”, “toda criatura”, eram usadas para corrigir esse erro. Essas expressões eram usadas para mostrar que Cristo morreu para todos os homens sem distinção (i.e., Ele morreu tanto para judeus como para gentios), mas elas não pretendem indicar que Cristo morreu por todos os homens, sem exceção (i.e., Ele não morreu com o propósito de salvar todo e qualquer pecador perdido).

 b) Há outras passagens que falam de Sua obra salvadora em termos definidos e mostram que ela foi intencionada para salvar infalivelmente um determinado povo, a saber, aqueles que Lhe foram dados pelo Pai: (Mt. 1:21; 26:28; Jo. 10:11; Jo. 11:50-53; At. 20:28; Ef. 5:25-27; Rom. 8:32-34; Heb. 2:17; 3:1; 9:15, 18; Ap. 5:9


Em suma:


Um ponto crucial do evangelho é que ele não se limita aos judeus, mas se estende às pessoas de todo o mundo, às pessoas de todas as tribos e nações. Deus ama o mundo todo, mas não salva o mundo todo; ele salva pessoas de todas as partes do mundo.  Cristo não é a propiciação só pelos pecados (dos crentes judeus), mas pelos eleitos que se encontram também em todas as partes do mundo.  Em qualquer caso, o plano de Deus foi decidido antes que qualquer pessoa estivesse no mundo. A expiação de Cristo não foi um pensamento divino de última hora. O propósito de Deus na morte de Cristo foi determinado desde a fundação do mundo. O desígnio não foi estabelecido por acaso, mas de acordo com um plano e um propósito específicos, os quais Deus está cumprindo soberanamente. Todo aquele por quem Cristo morreu é redimido por seu ato sacrificial. A expiação de Cristo é suficiente para todos os seres humanos e eficaz para aqueles que confiam nele. A plena e salvífica eficácia da expiação que Jesus conquistou é limitada àqueles para os quais tal efeito salvífico foi preparado.

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******** Targa Florio ********

01 — Denza-Gargano AlfaRomeo TZ

02—- 1965 Baghetti Guichet Ferrari 275 P2

03 —- 1965 Bondurant-Whitemore

04 — 1970 Larrousse-Lins

05 —- 1971 Ramoino-Trenti Alpine A110

06 — Porsche 908-3 ‘71 col  Elford-Larrousse

07 — Targa florio 1966 Box

08 — Porsche RS3000 '73 Pucci-Stekkonig

09 —- 1967 Vaccarella-Scarfiotti

10 —- 1967 Sharp-Hill

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@trixystix and ballgown AU squad

Guys, I need help

Btw my favorite thing about ballgownAU!Lohengrin is that he’s freakin’ related to FEMIO(aaand Mr. Cat). I mean, he even looks like he’s suppose to be a womanizer like his father and brother, but is really an awkward dork yet could probably get the ladies better than they can lol