2ties

#2 Eleição Incodicional

Vimos no estudo anterior (quem não leu, pode encontrar aqui) a nossa condição de depravação total e a consequência principal de que não somos capazes de buscar a Deus, estamos mortos espiritualmente, Hoje iremos falar sobre a eleição incondicional, que é cura dessa morte espiritual.

A cura da morte espiritual é a criação da vida espiritual em nossas almas por Deus e o Espírito Santo.  Podemos encontrar um resumo desta obra em Efésios:

Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. (Ef.2:1-10)

Aqui encontramos uma passagem sobre predestinação. A obra do Espírito é algumas vezes chamada de vivificação, ou de regeneração. O termo regeneração, como a palavra sugere significa ser gerado de novo. Notamos que esta imagem de vida está contrastada com uma imagem de morte. O homem decaído é aqui descrito como estando “morto em pecado”. Para que alguém que está morto para as coisas de Deus venha a viver para Deus, é preciso que alguma coisa seja feita para ele e por ele. Homens mortos não podem fazer com que eles próprios venham a viver. Homens mortos não podem fazer com que eles próprios venham a viver. Paulo deixa aqui claro como água que é Deus quem nos faz vivo; é Deus quem nos vivifica da morte espiritual.

Há uma ilustração que é muito usada por evangelistas que apelam ao arrependimento de seus ouvintes, e que ao nosso ver é incorreta. A ilustração é uma analogia de uma pessoa sofrendo de uma enfermidade terminal. Considera-se o pecador como estando gravemente enfermo, no exato limite da morte. Ele não tem, em si próprio, o poder de curar-se da moléstia. Está deitado em seu leito de morte quase totalmente paralisado. Não pode recuperar-se a menos que Deus proveja o remédio curador. O homem está tão mal que não pode nem mesmo estender seu braço para receber o remédio. Está quase em estado de coma. Deus precisa não somente oferecer o remédio, como Deus precisa colocá-lo  numa colher e levá-la aos lábios do homem que está morrendo. A menos que Deus faça tudo isso, o homem certamente perecerá. Mas embora Deus, faça 99% do que é necessário, ainda é deixado ao homem 1%. Ele precisa abrir sua boca para receber o remédio.

A analogia QUASE faz justiça a bíblia e ao ensinamento de Paulo sobre a graça da regeneração. Mas NÃO COMPLETAMENTE. A bíblia NÃO fala de pecadores mortalmente enfermos. De acordo com Paulo, eles estão mortos. Não há nem um pouco de vida espiritual sobrando neles. Se eles vão se tornar vivos, Deus precisa fazer mais do que lhes oferecer o remédio. Homens mortos não abrirão suas bocas para receber nada. Seus maxilares estão trancados pela morte. Instalou-se o rigor mortis. Precisam ser novas criaturas, ressuscitados da morte, moldados por Cristo.

Portanto aqui entendemos que Deus é quem faz todo trabalho. Em teologia temos um termo que pode ser útil, monergismo. Mono significa “um”. A junção das duas partes tem significado de “um trabalho”. Quando dizemos que a regeneração é monergística, queremos dizer que somente uma das partes está fazendo o trabalho, essa parte é Deus e o espírito Santo. Ele nos regenera; não podemos fazê-lo por nós próprios, nem mesmo ajudá-lo na tarefa. Portanto se é Ele quem nos regenera, e consequentemente, salva, ele nos escolheu para nos salvar, e não ao contrário, nós não o escolhemos para nos salvar. É neste contexto que a Bíblia apresenta a doutrina da eleição. A doutrina da eleição declara que Deus, antes da fundação do mundo, escolheu certos indivíduos dentre todos os membros decaídos da raça de Adão para ser o objeto de Seu imerecido amor. Esses, e somente esses, Ele propôs salvar.

Deus poderia ter escolhido salvar todos os homens (pois Ele tinha o poder e a autoridade para fazer isso), ou Ele poderia ter escolhido não salvar ninguém (pois Ele não tem a obrigação de mostrar misericórdia a quem quer que seja), porém não fez nem uma coisa nem outra. Ao invés disso, Ele escolheu salvar alguns e excluir outros. Sua eterna escolha de determinados pecadores para a salvação não foi baseada em qualquer ato ou resposta prevista da parte daqueles escolhidos, mas foi baseada tão somente no Seu beneplácito e na Sua soberana vontade. Desta forma, a eleição não foi condicionada nem determinada por qualquer coisa que os homens iriam fazer, mas resultou inteiramente do propósito determinado pelo próprio Deus. Os que não foram escolhidos foram preteridos e deixados às suas próprias inclinações e escolhas más. Não cabe à criatura questionar a justiça do Criador por não escolher todos para a salvação. É suficiente saber que o Juiz de toda a terra tem agido bem e justamente. Deve-se, contudo, ter em mente que se Deus não tivesse graciosamente escolhido um povo para Si mesmo, e soberanamente determinado prover-lhe e aplicar-lhe a salvação, ninguém seria salvo. O fato de Ele ter feito isto para alguns, à exclusão dos outros, não é de forma alguma injusto para os excluídos, a menos que se mantenha que Deus estava na obrigação de prover salvação a todos os pecadores - o que a Bíblia rejeita cabalmente. A doutrina da eleição deve ser vista não apenas contra o pano de fundo da depravação e culpa do homem mas também deve ser estudada em conexão com o Eterno Pacto ou acordo feito entre os membros da Trindade. Pois foi na execução deste pacto que o Pai escolheu desse mundo de pecadores perdidos um número definido de indivíduos e deu ao Filho para serem o Seu povo. O Filho, nos termos desse pacto, concordou em fazer tudo quanto era necessário para salvar esse povo escolhido e que lhe foi concedido pelo Pai. A parte do Espírito na execução desse pacto foi e é a de aplicar aos eleitos a salvação adquirida para eles pelo Filho. A eleição, portanto, é apenas um aspecto (embora muito importante) do propósito salvador do Deus Triuno, e dessa forma não deve ser vista como salvação. O ato da eleição em si mesmo não salvou ninguém. O que ele fez foi destacar (marcar) alguns indivíduos para a salvação. Desta forma, a doutrina da eleição não deve ser divorciada das doutrinas da culpa do homem, da redenção e da regeneração, pois de outra forma ela será distorcida e deturpada. Em outras palavras, se quisermos manter em sua perspectiva bíblica, e corretamente entendido, o ato da eleição do Pai deve ser relacionado com a obra redentora do Filho, que Se deu a Si mesmo para salvar os eleitos e com a obra renovadora do Espírito, que traz o eleito à fé em Cristo.

 1. Declarações gerais mostrando que Deus tem um povo eleito, que Ele predestinou esse povo para a salvação e, desta forma, para a vida eterna (Dt. 10.14-15; Sl. 33:12; Ag. 2:23; Mt. 11:27; 22:14 )

2. Antes da fundação do mundo, Deus escolheu determinados indivíduos para a salvação. Sua escolha não foi baseada em qualquer resposta ou ato previsto, a ser cumprido pelos escolhidos. A fé e as boas obras são o resultado e não a causa da escolha divina. a) Deus fez a escolha: (1Ts 1:4; 2:13); b) A escolha divina foi feita antes da fundação do mundo: (Ef. 1:4; 2Ts. 2:13; 2Tim. 1:9 Ap. 13:8; 17:8);

c) Deus escolheu determinados indivíduos para a salvação - seus nomes foram escritos no livro da vida antes da fundação do mundo: Ap 13:8;
d) A escolha divina não foi baseada em qualquer mérito previsto naqueles a quem Ele escolheu, nem foi baseada em quaisquer obras previstas, realizadas por eles: (Ro. 9.1116; 10:20);

e) As boas obras são o resultado e não a base da predestinação: Ef. 1.12; 2:10; Jo. 15:16)

f) A escolha divina não foi baseada na fé prevista. A fé é o resultado e, portanto, a evidência da eleição divina, não a causa ou base de Sua escolha: (At. 13.48; 18:27 Fl. 1:2; 2:12; 2:13; 1Ts. 1:4-5; 2Ts. 2:13-14);

g) É através da fé e das boas obras que alguém confirma sua chamada e eleição: (2Pe. 1.5-11); 3. A eleição não é a salvação, mas é para a salvação. Assim como o presidente eleito não se torna o presidente de fato até o dia da sua posse (instalação), assim aqueles que são eleitos para a salvação não são salvos até que sejam regenerados pelo Espírito e justificados pela fé em Cristo:(Em Efésios 1:4 Paulo mostra que os homens foram eleitos “em Cristo” antes que o mundo existisse. Em Rm 16:7 ele mostra que os homens não estão realmente “em Cristo” até que se convertam). (Ro. 11.7; 2Ti. 2:10; At. 13:48; 1Ts. 2:13-14) 4. A eleição foi baseada na misericórdia soberana e especial de Deus. Não foi a vontade do homem, mas a vontade de Deus que determinou que pecadores iriam ser alvos da misericórdia e ser salvos: (Ex. 33.19; Dt. 7:6-7; Rom. 9:11-24; 11:4-36 ) 5. A doutrina da eleição é apenas uma parte da doutrina bíblica mais ampla da soberania de Deus. As Escrituras não apenas ensinam que Deus predestinou certos indivíduos para a vida eterna, mas que todos os eventos, grandes ou pequenos, acontecem como o resultado do eterno decreto de Deus. O Senhor Deus reina sobre os céus e a terra com absoluto controle. Nada acontece fora do Seu eterno propósito.

Em suma:

Ele escolheu aqueles para os quais mostraria a graça irresistível e para os quais a compraria. A eleição se refere à escolha de Deus quanto aqueles a quem salvaria. O próprio nome já está dizendo, que a escolha não foi feita sujeita à qualquer tipo de condição que o homem tenha que satisfazer antes de Deus escolher salvá-lo. Como foi dito no estudo anterior que quando Adão e Eva pecaram todos nascem agora debaixo deste pecado, com uma natureza inclinada totalmente ao pecado. Já que éramos totalmente mortos espiritualmente não tinha como escolher à Deus para servir, mas Ele em seu imenso amor e grande misericórdia nos livrou, nos escolheu desde da fundação do mundo (Ef.1.4). Escolheu pessoas não por elas serem boas ou porque sabia que elas iam ser boas, não dependeu de nossas obras, mas Ele o mesmo fez. E por isso que muitos fazem ídolos para si pois o ser humano em si não pode ir à Deus e nem conhecer a Ele, pois estão como escravos do pecado, é como se o pecado fosse o dono mas pelo o sacrifício de Cristo lá na cruz Ele nos liberta, nos compra, Ele nos compra mesmo sabendo de nossa condição humana que é de pecado e não é voltado à sua vontade. E desde da fundação do mundo o Senhor escolheu um povo, como relatamos antes que não foi por uma obra que Ele viu no futuro, mas por misericórdia e amor, essas pessoas quando são escolhidas não é porque são melhores pois se fosse assim não seria por graça e sim por obras, mas Ele não o fez assim. Pode até parecer injusto da parte de Deus, mas não é, pois quem pecou foi nós pagando as consequências da escolha de Adão e por isso toda humanidade está sujeita a pecar e está longe de Deus, e por mais que Deus não escolhesse um povo continuaria sendo Santo, pois Ele não tem obrigação nenhuma de nos salvar, mas assim o fez. Isso é amor e misericórdia de nós pecadores que por mais que sejamos errantes Ele nos escolheu. A eleição é anterior à fé, Lucas, em Atos 13.48, relata como os gentios responderam à pregação do evangelho em Antioquia da Pisídia. “Os gentios, ouvindo isto, regozijavam-se e glorificavam a palavra do Senhor, e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna.” Observe que o texto não diz que todos os creram foram escolhidos para serem destinados à vida eterna. Diz que aqueles que foram destinados para a vida eterna, ou seja, aqueles que Deus escolheu, creram. A eleição por parte de Deus precedeu a fé e a tornou possível. Esta é a razão decisiva por que alguns creem e outros não. Já em Romanos 9, Paulo enfatizou a incondicionalidade da eleição. Nos versículos 11 e 12, ele descreveu o princípio que Deus usou na escolha de Jacó e não de Esaú: “E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama), já fora dito a ela [Rebeca]: O mais velho será servo do mais moço.” A eleição de Deus é preservada em sua incondicionalidade porque foi realizada antes de sermos nascidos ou de havermos feito qualquer bem ou mal. A incondicionalidade da graça eletiva de Deus é enfatizada novamente no mesmo capítulo 9 de Romanos, em seus versos 15 e 16: “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia.” Nossa única esperança é misericórdia soberana e irresistível. Não estamos em condição de merecer misericórdia ou de exigir misericórdia. Se tivermos de receber, ela virá da resolução espontânea de Deus. Isso é o que Paulo está dizendo.

Por isso, se você é um crente em Cristo, é amado por Deus desde toda a eternidade. Ele colocou seu favor sobre você antes da criação do mundo. Ele o escolheu quando o viu em sua condição desesperadora. Ele o escolheu incondicionalmente para si mesmo. Não podemos nos vangloriar de nossa eleição. Isso seria uma profunda incompreensão do significado de incondicionalidade. Quando não tínhamos nada, de maneira alguma, a nos recomendar para com Deus, ele colocou espontaneamente o seu favor sobre nós. Aconteceu conosco o mesmo que aconteceu na eleição de Israel: “Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu por que fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menos de todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava” (Dt. 7.7-8). Leia com atenção: Ele o ama porque o ama. Ele resolveu fazer isso na eternidade. E, porque o seu amor por você nunca teve um começo, não pode ter fim. O que estamos estudando é apenas a maneira como Deus realiza este amor eterno na história, para salvar o seu povo próprio e trazer-nos ao gozo eterno Dele mesmo. Que Deus o conduza à experiência cada vez mais profunda desta graça soberana e maravilhosa!

anonymous asked:

ii went through wiith the 2urgery. iim a bee now, and you cant 2top iit. iit2 who ii am. throw me iin a locker all you want, but iill alway2 come back and 2tiing you iin the a22 wiith my 2harp a22 new 2tiinger.

Be careful that no one takes you captive through philosophy and empty deceit based on human tradition, based on the elemental forces of the world, and not based on Christ.
— 

Colossians 2:8 HCSB

Anytime we pick and choose what we want to believe from the Bible, we have been taken captive by a world philosophy called moral relativism and now we are basing what we believe on ourselves, human tradition, worldly traditions, but not Christ. To follow Christ is to realize that He is found in all the pages of the Bible. 

In the beginning was the Word, and the Word was with God, and the Word was God. He was with God in the beginning. 1 John 1-2

And God uses all the pages of the Bible to teach us and train us to live right lives. 

All Scripture is inspired by God and is profitable for teaching, for rebuking, for correcting, for training in righteousness,  ‭‭2 Timothy‬ ‭3:16‬ ‭HCSB‬‬ http://bible.com/72/2ti.3.16.hcsb 

There is a real enemy that seeks take our lives and if we are not careful to see that God wants us to take the full counsel of the Bible to see Christ clearly, we will miss the full life that Christ died to give us and God wants us to have. 

The thief comes only to steal and kill and destroy; I have come that they may have life, and have it to the full. John 10:10

i just realized some of you people have seen a lot of my art from 5+ years ago and that means i have to kill you all

also here are some sbobs from 2007 that still make me laugh somehow????