1slouis

One Shot Louis Tomlinson

<< Parte I / Parte II (Final)

Uma semana se passou desde que Louis se derreteu completamente pela sua ex-namorada e mãe do seu futuro filho. Não havia outra coisa que passasse por sua cabeça, tudo agora parecia girar em torno da gestante e do bebê se formando dentro dela. Infelizmente, para Louis, não teve como ele ir visitá-la, não foi por falta de vontade porque se dependesse dele, eles estavam morando juntos e a Dani que se foda.

Toda a noite Louis chegava em casa com coisinhas para bebês e cremes para gestantes, ele ia a lojas em seu horário de almoço e ocupava as atendentes com perguntas do que seria melhor levar e quais as utilidade dos produtos. Tudo ficava organizado no quarto para que ele levasse no final de semana.

A pessoa menos feliz na história toda era a Danielle, o que já era de se esperar. As ligações de Louis e (seu nome) tem ficado cada vez mais frequentes e mais longas, o que a deixa com vontade de colocar fogo no Louis que faz questões de conversar com a biscate na frente dela, palavras da mesma. Todos os presentes comprados estavam expostos no quarto para quem quisesse ver e eles pareciam zombar da cara dela, o que a deixa ainda mais furiosa.  

Louis pode não ter reparado, mas todas as conversas que tem tentado iniciar com a namorada é sobre seu filho e sua ex, esses são sempre assuntos que fazem os dois terminar abrigados.

É sexta feira, Danielle está cansada dessa semana e irritada por saber que está perto de Louis ir visitar (seu nome), em sua cabeça a ex de seu namorado está apenas tramando para tê-lo de volta e como ele é burro o suficiente para acreditar que o filho é dele, está caindo como um patinho.

No fim da tarde Danielle se arrumou e saiu de casa, ela iria tirar satisfação com (seu nome), ela está disposta a fazer qualquer coisa para afastar a garota de seu namorado.

(Seu nome) estava voltando para casa, ela havia saído para comprar a vitamina que a doutora escreveu na receita, o dia estava lindo, principalmente depois que Louis ligou perguntando como ela e o bebê estavam e se precisavam de alguma coisa.

Saber que ele se importa enche seu coração.

Quando estava quase entrando dentro de sua casa, (seu nome) escutou alguém chamando o seu nome e assim que se virou pôde ver Danielle se aproximando.

— O que você está fazendo aqui? — (seu nome) perguntou, se Danielle estava ali para boa coisa não era.

— Eu vim apenas para mandar você ficar longe do meu namorado, ele pode ter caído no seu joguinho, mas a mim você não engana.  

— Eu não estou perto do Louis, nós nos falamos por telefone, vamos ter um filho e ele ser seu namorado não significa que ele é sua propriedade. — a grávida rebateu.

— Não me faça perder a paciência. Você está louca por atenção e fica atrás do Louis, procure atenção em outro lugar, vadia.

— A única louca é você que saiu da sua casa para vir até a minha me ofender.

— Danielle?  

As garotas se viram para ver Louis se aproximando com sacolas em suas mãos, nenhuma das duas esperava encontrá-lo ali.

— O que você está fazendo aqui, Louis? Por um acaso você e essa vadia estão tendo um caso? — Danielle encarou o namorado que parou ao lado de (seu nome).

— Não a chame assim, Danielle. Você não tem motivo algum para isso. — Louis a repreendeu.

— Você é tão idiota que caiu nas garras dela rápido demais. O que você está ganhando com isso? Voltou a transar com essa biscate?

— Eu já disse para não chamá-la assim! Respeite a mãe do meu filho. — Louis falou um pouco mais alto e (seu nome) segurou ou seu braço em uma tentativa de acalmá-lo.

— Tire sua mão daí, vagabunda! — Danielle bateu sobre a mão da gestante.

— Se você fizer isso de novo, eu não vou responder por mim. — a voz de Louis saiu carregada de ameaça direcionada a sua namorada.

— E vai fazer o quê? Me bater? — a garota desafiou.

— Calma, Lou… Não vale a pena. — (seu nome) disse baixo e Danielle riu debochada.

— Lou?! Você não está me enxergando aqui, vadia? Ou está fazendo de proposito para vê até quanto minha paciência vai para que eu não enfie a minha mão na sua cara?

— Louis… Vá para a sua casa e dê um jeito na sua namorada, não quero tê-la em frente a minha casa me xingando toda vez que eu chegar em casa. — por incrível que pareça, (seu nome) estava calma, ela sabe que se ficar nervosa sua pressão vai subir.

— Agora quer dar uma de boa moça, coitadinha dela.  

— Olha Danielle… Louis e eu não temos mais nada, você deveria confiar mais no seu namorado. Você está tão insegura que veio até aqui passar vergonha me xingando.

Assim que (seu nome) terminou de falar a mão de Danielle se ergueu tomando rapidamente a direção do rosto da garota, o tapa em (seu nome) só foi evitado porque Louis foi mais rápido entrando na frente da mãe do seu filho recebendo o tapa estralado seu pescoço.

— Eu juro que se você tentar algo assim contra ela novamente, eu vou agredir você. — Louis falou segurando fortemente o braço da namorada, isso já havia ido longe demais — Vá embora! Pegue suas coisas e suma da minha casa.

— Você está terminando comigo?

— O que você acha? Eu não quero uma louca como namorada, principalmente quando o meu filho nascer.

— POIS EU ESPERO QUE ELE MORRA! — Danielle gritou raivosa soltando-se das mãos de Louis e caminhando apressadamente na direção contraria dos dois.

Louis olhou a garota ir embora até que não pudesse vê-la mais, ele não acredita que ela disse aquilo, nunca esperaria algo assim dela e nem de ninguém.  

Era apenas um bebê.

Louis saiu de seus pensamentos quando ouviu (seu nome) fungar atrás de dele, ele sabia que ela estava chorando e então se virou a abraçando.

— Vai ficar tudo bem… — ele beijou a cabeça da garota que logo retribuiu o abraço.

— Você ouviu o que ela disse… E se ela tentar algo contra nosso filho? — a garota falou entre soluços deixando todo o medo evidente em seu tom de voz.

— Eu estarei aqui para protegê-los, não precisa ter medo.  

(Seu nome) separou o abraço olhando nos olhos azuis de Louis, como ela quer que seu filho tenha olhos parecidos.

— Eu amo você… Mesmo que não sejamos mais namorados. — (seu nome) confessou e Louis limpou delicadamente as lagrimas de seu rosto.

— Eu também amo você… Vocês na verdade. — ele sorriu deixando um beijo na testa da garota — E sobre não sermos mais namorados… Podemos dá um jeito nisso.

— Vamos com calma, tudo bem?! É muita coisa acontecendo junto, mas saiba que eu te amo. — ela sorriu fraco o abraçando novamente.

— Nos ainda vamos ser uma família.  

Louis disse com toda a certeza que sentia em seu coração, nada dá tão certo como ele e (seu nome) juntos.



Acompanhe seu pedido na >> planilha << 


Voltay ♥

Eu peço desculpas desde já por essa parte… Não saiu como eu esperava e acho que vocês não esperavam isso também. :/

All The Love

- Tay

Esse também é da minha época obscura skskck
Espero que gostem❤
—-
“Trovões”

Empurrei vagarosamente a porta enquanto algumas lágrimas finas escorriam por meu rosto. Os barulhos de trovões eram constantes o que me deixava mais assustada.
-Louis? - Perguntei em um fio de voz. - Louis? - Perguntei um pouco mais alto.
-Hum. - Resmungou com a voz embargada pelo sono.
-Posso dormir com você? - Adentrei no quarto e levei um pulo quando um raio caiu.
-Achei que ainda estivesse brava comigo. - Se fez de “difícil”.
Se não fosse nesta situação que eu estou eu até bateria boca com ele,,xingaria,faria um carnaval, mas alguém ali teria de abaixar a crista,ou seja,eu.
-Por favor. - Senti o gosto salgado de minhas lágrimas.
Louis não respondeu, o que me deixou mais desesperada. Não acredito que ele teria coragem de me deixar sozinha no meio dessa tempestade.
De repente estrondo mais alto do qualquer outro que eu já havia ouvido me fazendo entrar em pânico.
Me escorei na parede e conforme meu choro ia aumentando meus soluços iam criando vida. Tampei meu ouvidos numa tentativa falha de não escutar p temporal. Meu coração estava apertado e meu corpo tremia. Eu não queria ser assim,não queria sentir esse medo,mas é algo mais forte que eu.
Senti dois braços fortes me envolverem e senti o corpo quente de Louis junto ao meu. Sua mão direita foi a minha cabeça e começo a me apertar contra ele.
-Shiuu,calma estou aqui,shiuu. - Disse numa tentativa de me acalmar.
Rodeei meus braços em volta de seu tronco e repousei minha cabeça em seu peito enquanto ainda chorava. As mãos de Louis acariciavam meus cabelos e as minhas costas de forma protetora.
-Vem deitar comigo. - Falou levantando comigo.
Apenas assento com a cabeça, e ele deu um beijo em minha bochecha,em seguida pegando em minha mão para nos guiar até a cama,enquanto o quarto era iluminado pelos relâmpagos que caíam.
Me deitei na cama que ainda estava quente e dei espaço a Louis, que repetiu os mesmos movimentos que eu,e se deitou ao meu lado. Sem perder tempo me encaxei em seu corpo e coloquei meu rosto a curva de meu pescoço.
-Desculpa por gritar com você aquela hora…- Falou se referindo a briga mais cedo. - …não queria falar daquela maneira com você, é que odeio quando aquele seu priminho de merda vem dar em cima de você! - RI nasalado.
-Lou, não tem porquê ficar assim,mesmo que ele quisesse algo,não iria ter,primeiro, porque somos primos,e segundo; porque eu amo um cabeça dura que não entende que Daniel é meu primo. - Louis riu fraco junto comigo.
-Mas de qualquer maneira,você é minha! - me prensou contra ele.
-Sua! - Confirmei.
Ficamos em silêncio apenas fazendo carinho um no outro e as poucos fui adormecendo sem nem me lembrar da chuva que caía.

Importuno

  Durante toda uma vida desacreditou e menosprezou o ato de um superior se envolver de forma passional e/ou sexual com seu subordinado. O local de trabalho é um lugar que exige respeitado, nada além. Lugar onde somente o lado profissional e especialista tinha vez. Fazia questão de lembrar-se sobre isto todos os dias, sabia o quão humano era pela quantidade absurda de vezes que errou e não estava disposto a ter mais uma conquista inoportuna. Dentro de sua cabeça sua linha de raciocínio parecia mais uma bola de neve, completamente embolada e aos poucos se desmanchando. A razão para todo este infortúnio cerebral Não se tratava de um chefe e uma funcionária e sim de um professor com uma aluna. Nunca havia acontecido nada e queria continuar pensando que não aconteceria, custaria seu emprego. Emprego este que custou um esforço abundante e não poderia simplesmente colocá-lo à deriva, sem rumo algum. Poderia lecionar suas aulas de História em qualquer outro lugar, mas poder praticá-las no colégio em que estudou era de um grande feitio para si.  Não tinha certeza do que sentia por àquela garota, mas desde o dia em que se apresentou como o novo professor de sua turma, ela simplesmente havia decidido se apoderar de seus pensamentos. Estacionou o carro em sua vaga, pegando seu material do dia no banco do carona, sem esquecer-se de pegar seu copo com café do porta-copo do automóvel.

  Caminhou vagamente pelo estacionamento, sem prestar atenção se algum aluno ou professor o cumprimentava. Sua mente estava em outro lugar, mais precisamente na dona dos olhos mais brilhantes que já vira. Como era possível alguém se afixar em sua cabeça dessa forma? Fazer uma invasão com essa proporção? Mal se deu conta e estava andando por um dos longos corredores da escola, caminho já comum para ele. Entrou na sala e cumprimentou alguns outros profissionais e colegas ali. Sentou-se em um dos sofás, colocando sua bolsa e pasta em cima da mesa ao centro, assim como seu copo de café quase vazio. Um som familiar lhe chamou a atenção, o trazendo momentaneamente para a realidade. A foto de uma ruiva muito conhecida sua brilhava no visor de seu aparelho, fazendo logo o sentimento de culpa lhe invadir. Como poderia ser tão imbecil ao ponto de ficar pensamento em uma aluna e esquecer que tem uma namorada que o ama e faria tudo por ele?! Com um suspiro atendeu ao telefonema, recebendo a voz alegre de Hanna, compartilhando a felicidade de saber que estava finalmente e novamente empregada. Hanna era uma pessoa incrível, alegre, inteligente, doce, dona de uma compaixão enorme. Poder ajudar alguém, poder trazer um pouco de felicidade para alguém em um momento onde tudo parece ser somente trevas lhe deixava realizada.

  Talvez fosse esse amor ao próximo que tenha o feito se apaixonar por ela. E certamente foi por essa qualidade que decidiu ser médica. Contente pela companheira, não deixou de parabenizá-la, sabia que ela conseguiria. Ela era boa demais no que fazia. Seu desemprego só se deu por conta do falimento do hospital em que trabalhava. Digamos que ser praticamente a única a se importar com os pacientes, fazer o possível e buscar o impossível sozinha nem sempre é viável. Os doentes foram todos transferidos de unidade, mas nem todos os médicos haviam conseguido também ter seus cargos transferidos. Uma ironia do destino. Conversou mais um pouco com ela, para logo encerrar a ligação com o soado do sinal escolar indicando que mais um dia ali se iniciava.

  Suas turmas eram somente os últimos anos da escola. Eram aulas com assuntos um tanto já familiar para os alunos, mais fáceis de trabalhar. O 3º B sem dúvidas era a turma querida pelos professores, já que está possuía sempre as melhores notas e constatou isso mais uma vez após fazer a entrega de sua ultima prova aplicada já devidamente corrigida ao fim da aula. Poderia ser essa a turma favorita, mas não para ele. Louis Tonlimson tinha sua turma favorita e com certeza era o 3º D, era lá que ela estava matriculada e era para lá que ele seguia seu caminho. Entrou na sala e cumprimentou a todos, correndo os olhos pela sala a fim de encontrá-la. Estava cheia. Quando pensou na possibilidade dela ter faltado, a encontrou em um canto, ao lado da janela e seu peito se encheu. Poderia parecer loucura da parte dele, mas já chegou a pensar sobre ela também se interessar por ele e por isso fazia questão de torturá-lo.

  Não poderia ficar a encarando feito um débil, perceberiam e não seria algo agradável, logo então tratou de começar sua aula. Revisou sobre os Homos e as classificações ancestrais do homem moderno. Falar sobre os fósseis encontrados que podem explicar o surgimento e evolução humana sempre lhe foram de grande fascínio. Claro que nem todos possuíam esse mesmo interesse, então como professor sempre que possível buscava uma forma de passar conhecimento para seus alunos de uma forma mais familiar para eles, ao invés do tradicional “escreve escreve”. Todos estavam com sua atenção voltada para a apresentação em Power point que fazia. Alguns curiosos, realmente interessados em saber mais sobre o assunto, principalmente quando imagens de possíveis reconstruções de gêneros brilhavam na tela. Outros somente olhavam o conteúdo sem prestar atenção, poderiam estar pensando no namorado ou namorada, no que teria para o almoço, no gato de estimação, naquele filme que vai estrear e todo mundo só fala, em alguma festa que teve no fim de semana ou a próxima que vai ter. Qualquer coisa. Estavam pensando em qualquer coisa. Seus corpos estavam aqui, mas suas mentes não.

Falou mais um pouco e jurou ter ouvido alguém bocejar. Tudo bem, também preferia estar em sua cama a essa hora, mas poderia ao menos fingir estar interessado? Isso seria bom. Pensou. (S/n) fazia anotações sobre o que falava em seu caderno, e não deixou de sorrir internamente com aquilo. Além de linda, era esperta e inteligente. Balançou a cabeça, afastando seus pensamentos. Explicou um pouco mais aprofundado o tema e em seguida a atividade que queria para a próxima aula, sem deixar de ouvir os múrmuros de insatisfação vindo dos estudantes.

— Por hoje, é só classe! Espero que tenham aprendido algo.  — Brincou.  — Caso tenham alguma dúvida podem vir falar comigo. — Dito isso, os estudantes logo se aprontaram em sair da classe, ele não esperava menos. Riu consigo mesmo e passou a organizar seu material e a guardá-lo, sem muita pressa, já que estava agora em pausa de aulas. Enquanto guardava seus papéis viu a lista de chamada que havia passado para que assinassem, seu nome estava entre os primeiros. Tinha uma letra bonita, caprichosa, redondinha, uma graça.

— Professor? — O susto que levou fora tão grande que quase se desequilibrou. Estava tão envolvido em seus pensamentos que mal sequer tinha reparado que um pequeno grupo de quatro meninas tinha permanecido na sala. — O senhor está bem? Não queríamos te assustar. — Disse uma delas segurando o riso, provavelmente pelo seu quase tombo.

— Não, tudo bem. Não há o que se desculpar. — Disse gentil. — Em que posso ajudá-las?

— Temos algumas dúvidas sobre a atividade pedida pelo senhor em relação ao tema. — Respondeu outra. Prontamente seu lado profissional estava ativado e rapidamente respondeu e explicou mais detalhadamente as duvidas das meninas. Não precisou de muito, suas dúvidas eram fáceis de serem resolvidas. Após atender ao pedido de ajuda, se dirigiu a sala dos professores. Alguns não estavam provavelmente tinham ido almoçar fora ou estavam fumando em algum canto do estacionamento. Sentou no mesmo lugar de hoje mais cedo. Apesar do pouco gasto físico estava exausto, talvez por conta das noites mal dormidas com que vem tendo. Antes que alguém puxasse assunto com ele, decidiu sair dali e ir espairecer a mente até dar novamente seu horário. Na época em que estudava costumava fazer o mesmo, indo a lugares pouco frequentados na escola onde poderia ficar em paz com seus pensamentos. Era divertido saber que nem tudo havia mudado.

(…)

Depois de um horário duplo com o 3º A não teve mais nada a fazer, a não ser ir para casa. Poderia ir quem sabe jogar um pouco de futebol com os amigos para descontrair ou FIFA. Não teria nada relacionado à escola para ser feito ou adiantado. Já tinha feito isso. Hanna odiava quando seu namorado, ou melhor, recente noivo passava a tarde e parte da noite jogando vídeo game e não lhe dava atenção. Talvez Louis soubesse disso e já não se importasse tanto.

— Professor Tomlinson? — Ouviu ser chamo e parou imediatamente de caminhar.

— Sim, diretora Narrow. Em que posso ajudá-la? — Caminhou para perto da mulher mais velha.

— Sei que já estava de saída, mas peço por gentileza que supervisione alunas na detenção. – Suspirou.

— O que houve? — Perguntou. — Se recusaram a fazer a atividade do professor Corbel. Quero que as supervisione até terminarem de concluir suas atividades para nota. — Fora respondido.

— Bem, não irei ficar lhe questionando então. — Obrigada.

Planos podem mudar, não? O futebol ficaria para depois. Não poderia fazer uma recusa à diretora Narrow, logo ela que sempre fora tão boa consigo. Também não teria com o que se preocupar, a atividade aparentemente já havia sido aplicada e não precisaria auxiliá-las, visto que deve ser da matéria de Corbel. Depois de seguir esquerda duas vezes chegou ao seu destino. Teve uma pequena surpresa ao encontrar (S/n) ali. Odiava clichês. O jovem professor não ousou dizer nada, apenas se sentou no lugar destinado para si e observou as poucas alunas fazerem suas atividades tediosamente e completamente emburradas. O tempo passava e já não sabia o que fazer para se distrair, não completamente já que tinha a missão de observar as garotas. Aos poucos foram terminando, assinando a lista destinada para presença de detenção e saindo. Logo só estavam (S/n) e mais duas garotas. Quando a primeira se levantou, já se viu pensando no que diria para despedir, mas não precisou disso.

— Professor, posso ir no banheiro? – Perguntou com a voz baixa e arrastada.

— Desculpe, não tenho permissão para deixar você sair da sala. — Disse firmemente.

— Mas eu estou apertada. — Insistiu quase lhe implorando e aquilo era demais para si.

— Espero que eu não me meta em encrenca! Seja rápida, está bem? — Falou contrariado. A garota assentiu e saiu rapidamente da sala, deixando somente ele e as outras duas jovens. Se a diretora encontrasse com (S/n) estaria comprometido. Esperava fortemente que a mesma já tivesse ido para sua casa e, a julgar pelo horário já deveria ter isso.

Já havia se passado quinze minutos e Louis já estava sufocando, esperou somente Elena terminar sendo ela a ultima ali para ir atrás de (S/n). A escola estava vazia, o que dava certo alivio de não ser visto, mas isso não anulava a possibilidade da Diretora ainda estar em sua sala. Engoliu em seco e parou na porta do banheiro das garotas. Chamou pela menina, mas só obteve seu próprio eco em resposta. Estava já ficando nervoso, será que ela teria fugido? Ela não seria capaz. Olhou para os dois lados do corredor. Vazio. De repente, fora puxado para dentro do banheiro por mãos ágeis.

— Srta. (S/n)! O que pensa que está fazendo? — Perguntou sem saber reagir direito àquela situação. Não era por conta da onde estava afinal já estivera muitas vezes ali antes, o problema era com quem estava.

— Oras professor, não me venha se fazer de bom moço porque sei muito bem da sua atração por mim. — Tinha um sorriso triunfante nos lábios que fez Louis engolir seco. Como assim ela sabia?

— Eu não sei do que a senhorita está falando! Vamos sair já daqui e voltar para a detenção. — Fez menção de ir até a porta, mas a garota fora mais rápida e a trancou. Pronto. Estavam os dois ali sozinhos e trancados.

— Sabe sim. Se não quiser admitir não tem problema, mas saiba que o senhor também me desperta certas sensações que…

— Senhorita (S/n), você está completamente fora de controle! – Quem Louis queria enganar, estava atordoado. Estava trancado no banheiro feminino da escola com uma aluna, a qual ultimamente vem ganhando sua atenção e agora revela que tem interesse nele. Estava borbulhando por dentro. Sua respiração estava começando a acelerar e (S/n) percebeu.

— Não precisa ficar nervoso, seu segredo está bem guardado comigo. — Sorriu. O professor não conseguia dizer nada, tê-la tão perto assim de si o deixava desconexo. Estava se controlando ao máximo para não tomar certas atitudes ali mesmo. — O senhor pensa demais! — A garota apontou. — Já disse, seu segredo está bem guardado. Não há com o que se preocupar. Veja só, ouça este silêncio, não há ninguém na escola além de mim e o senhor. Não há com o que se preocupar. Podemos fazer o que quisermos. — Piscou. Ele estava impressionado. Nunca tinha a visto falar ou agir daquela forma, mas não poderia negar, estava gostando. — Olha, eu vou voltar para a detenção. O senhor não diz ou faz nada. Fiquei esse tempo todo aqui sem fazer nada, só esperando que viesse me procurar por conta da demora e vejam só, não acontece nada! — Frisou aparentemente desapontada e aborrecida. Então ela tinha planejado aquilo? Caminhou até a porta e a destrancou, voltando para perto dele. Louis só conseguia continuar a observar. — Te vejo lá. — Disse e em uma rapidez deu um selinho nos lábios do mais velho, deixando um professor completamente abobado para trás, certamente tentando entender o que tinha acabado de acontecer.

1s Louis

S/N POV

Queria dormir, senti Louis se levantar mas meu cérebro estava demasiado dorminhoco para mexer meia dúzia de músculos, nem lhe disse “Bom dia” mas agora estou a ficar irritada, pelo celular de Louis. As notificações duma aplicação qualquer estavam ligadas e aquilo estava apitando que nem louco, alguém deveria querer falar com ele com urgência e ele cabeça no ar como é esquecei o celular em casa.

Me arrastei até ao outro lado da cama e vi o celular caído entre a mesinha e a cama, piscando como o inferno. O peguei e vi que era no whatsapp, abri as mensagens quase de olhos fechados e vejo que é duma “Lauren”, não conhecia nenhuma Lauren amiga dele. Todas as mensagens de baixo eram emojis, provavelmente apenas querendo chamar a atenção, fui rolando para cima e então vi sua mensagem “me manda nosso vídeo de ontem *emoji fogo* *emoji proibido menores 18*”, pisqueis várias vezes, me certificando que tinha lido correto, meus olhos estavam mais fechados que abertos, podia ter lido mal certo? Reli: “me manda nosso vídeo de ontem *emoji fogo* *emoji proibido menores 18*”

Mas que merda, qual vídeo? Não estou gostando desses emojis não.

“Sei que você está ai” ela disse provavelmente vendo que os certos tinham ficado a azul do lado direito, que se foda, pensei. Fui nos vídeos do celular e abri logo o primeiro.

Meus olhos se arregalaram e me coloquei direita na cama, se sentando e apoiando o celular nos joelhos. Louis se afastava do celular, consegui ver seu corpo totalmente nu andando em direção à tal Lauren que estava nesta mesma cama o esperando, totalmente nua também, minha bile subiu, me estava enojando ver estas imagens. Louis foi então para junto dela e se deitou cobrindo seu corpo e a beijando desde sua mandibula até seu umbigo, fechei meus olhos não querendo ver o resto, respirei fundo e continuei vendo ele a beijando, cada beijo, cada facada em meu coração, não estava aguentando o que estava vendo, algo em mim me dizia que não era Louis mas então as imagens comprovavam que estava errada, aquele era sim Louis. Lauren gemeu e Louis disse “geme gostosa”, como ele pode? Sua boca desceu para sua intimidade fazendo ela gemer mais alto e então ele subiu como se a fosse beijar na boca mas o vídeo acabou.

Não vi o vídeo uma, nem duas, nem três mas muitos e muitas vezes, as suficientes para decorar cada pormenor, cada beijo, cada gemido, cada expressão de prazer deles dois em todos os segundos. Então desabei, chorei me sentindo destroçada, por dentro e por fora, me sentindo traída e usada, como se não valesse nem o ar que respirasse, me perguntando se cada eu te amo trocado era sincero e pior, chegando à conclusão que não.

Quando todas as lagrimas acabaram me vesti rapidamente, fiz uma mala e mandei o vídeo à vadia, na verdade nem a podia culpar, Louis que tinha namorada, ele é o traidor, era direcionada a ele toda minha tristeza e deceção.

Deixei tudo para trás e dirigi até casa de minha prima Ruth, não lhe iria contar nada mas precisava de inventar alguma desculpa para ficar la uns dias, colocando as ideias no lugar e decidindo minha vida, nada seria igual daqui para a frente, nada seria como era dantes.

Felizmente quando cheguei, ela estava saindo com pressa e aceitou de boa, nem fez perguntas… louvado seja qualquer que seja seu compromisso. Fui para o quarto em que ficara antes e me deitei adormecendo depois de mais algumas lágrimas derramadas.

Acordei com a campainha tocando insistentemente, levantei aos trambolhões e abri a porta super ensonada mesmo.

Louis.

Congelei no lugar, minhas ideias ainda não estavam no sitio, não tive tempo de pensar no que lhe dizer.

-Podemos conversar? – ele perguntou a medo, tenho certeza que ele sabe que eu vi, afinal quem poderia ter mandando o vídeo para ela sem ser eu?

-Não tenho nada para dizer a você – respondi serena

-Eu tenho – ele disse desesperado – Por favor s/n

Acenei com a cabeça, o mandando entrar, fechei a porta e me dirigi para o quarto me deitando na cama de barriga para cima, apreciando o teto branco. Não queria ter esta conversa agora. Não estava preparada.

Ele se sentou na beira, me olhando.

-Sei que você viu o vídeo. Esqueci o celular em casa e quando dei por isso e voltei para o pegar você não estava em casa e tinha uma conversa no whatsapp – ele disse o obvio

Respirei cansada, minha tristeza para com sua atitude era maior que minha vontade de o espancar pelo que ele me fez. Me deixei quieta, me preparando para esta conversa.

-S/n.. – ele começou mas o interrompi

-Me vai dizer o quê? Que foi um erro? Que ela não significa nada para você? Que foi só uma vez? Que não vai voltar a acontecer? Me poupe de seu discurso de traidor

-Não, eu ia dizer que apesar de ter errado feio você continua sendo a mulher que amo, quando me apercebi que você tinha descoberto e tinha saído de casa, me bateu um desespero, me apercebi que não dei valor o suficiente para você, que não mereço você mas que a amo, que você sempre será a mulher com quem quero passar o resto de minha vida.

-Foda quando você só dá valor às pessoas quando as perde não é mesmo?

-Não, por favor s/n, não fale assim, eu não posso perder você

-Como eu posso confiar em você depois dessa? Como eu sei que você daqui a um tempo não me trai de novo?

Não poderia viver com um pessoa em quem não confio.

-Não vou, nunca mais, eu aprendi com o erro, juro para você. Por favor, me dê mais uma chance – ele pediu me fazendo o olhar nos olhos. Não sabia o que fazer, lhe dava essa chance?

3 meses se passaram e posso dizer que consigo confiar em Louis de novo, o fiz se esforçar, por mim, pela nossa relação, mas ele me provou que aprendeu mesmo com o que ficou no passado.

-Amo você

-Também amo você – respondi sincera pela primeira vez em 3 meses

Sua cara foi impagável, como de uma criança recebendo presente no Natal, seu sorriso podia iluminar o mundo, meu mundo, nosso mundo.

Lii

One Shot Louis.

- Pensa em se casar? – Louis perguntou a mim enquanto lia um livro ao seu lado na varanda da nossa casa.

- Claro que sim. – olhei pra ele e sorri.

- Comigo?

- Não, com o Justin Bieber, é claro. – fechei o meu livro e o coloquei na mesinha ao nosso lado.

- Mentirosa. Mas eu vou me casar com você, como vou me casar com você se você vai estar casada com ele?

- Ok, eu deixo dele e fico com você, pode ser?

- Claro. – ele sorriu. – Desde que você me ame. – fui até ele e sentei em seu colo, de lado.

- Mas eu te amo.

- Eu também te amo. – ele me deu um selinho – Quer ter quantos filhos?

- Quantos você quer ter?

- Quatro.

- Quatro?

- É muito?

- Não sei, mas se você quer, tudo bem então.

- Como vai ser os nomes?

- Louis, pra que tudo isso?

- Por que eu quero me casar com você.

- Eu também quero me casar com você.

- Mas eu não estou brincando. – ele fez com que eu levantasse e ele fez o mesmo, ele tirou uma caixinha do bolso e se ajoelhou. – Eu quero que isso seja verdade meu anjo, [s/n], você aceita se casar comigo? – agora é a hora em que eu acordo?

Peguei as mãos dele e fiz ele se levantar, abracei-o. Comecei a chorar em seu pescoço e ombro, mas eu sorria. Ele segurou meu rosto e me beijou.

- Você quer?

- Sim, eu quero.

- Ta, mas não chora. – ele riu e fiz o mesmo.

- Você me pegou de surpresa, seu idiota.

- Sou idiota mas agora vou ser seu oficialmente. – ele pegou a minha mão e colocou o anel em meu dedo, fiz isso com ele também.

- Que lindo o anel. – ri.

- Eu sei, eu tenho bom gosto. – ele sorriu – Agora vem cá. – ele me puxou pra um abraço.

- Eu amo você, Louis.

- Eu também te amo, [s/n].

 

/Jaz

Esse One Shot é da época que eu escrevia em uma pag no Facebook, então não garanto que estará tão bom rsrs

Me digam o que acharam depois❤
—–

Recommence
Louis Pov’s

Andava de um lado para o outro completamente aflito, as lágrimas eram constantes e milhões de coisas desesperadoras passavam em minha mente.
Sn estava em trabalho de parto á quase três horas – sem exagero – e a todo esse tempo estou sem saber de nada, porque quando estava dentro da sala de cirurgia uma “luizinha” vermelha acendeu e começou apitar, neste mesmo momento os filhos de uma mãe me tiraram de lá de dentro.
-Meu filho, se acalme! – Minha mãe disse se levantando da cadeira e vindo até mim para um abraço.
-Eu quero minha menina mãe… – Falei a abraçando colocando meu rosto na curva de seu pescoço, como se ela fosse meu porto seguro. -… E meu filho! – Completei chorando ainda mais.
-Vai ficar tudo bem meu amor, você vai ver! – Ela disse começando a fazer carinho em meu cabelo. – Vem, sente aqui. – Me guiou até o sofá ao lado de minha sogra, que deu um breve sorriso tentando conter as lágrimas.
-Não fique assim… – Ouvi a voz grossa do pai de Sn dizer a ela.
Apoiei meu rosto entre minhas mãos e em poucos segundos ela ficaram molhadas.
Eu não sou idiota, sei que há algo de errado acontecendo, está demorando demais, nenhum dos partos de minha mãe demoraram assim…
(…)
-Vocês são parentes de Sn Tomlinson? – Ouvi uma voz grossa falar depois de meia hora.
Levantei-me na mesma hora assim como meus sogros.
-Sim, somos nós! – Falei engasgando e em minhas próprias lágrimas.
O médico usava um jaleco verde, uma touca branca que deixava escapar alguns fios de seu cabelo branco e uma máscara cirurgiã.
-Doutor, como está minha filha? – Mais uma vez escutei a voz de meu sogro.
O médico a minha frente suspirou e toda a aflição em meu peito aumentou dez vezes mais.
-Tenho duas notícias pra vocês… –Senti minha mãe apertar meu ombro. - … a paciente está bem e já está no quarto de recuperação apenas esperando passar totalmente o efeito do remédio passar… – Soltei ar aliviado, minha menina está bem! - … mas a outra notícia é que… – ele retirou sua touca e a juntou ás suas mãos. - …fizemos tudo, tentamos tudo, mas ele não resistiu, sinto muito… – Falou com pesar.
O mundo a minha volta parou, o médico falava mas eu não o escutava. Meu peito doía de uma forma que nunca havia sentido antes, de repente eu estava fraco e frágil de tudo e de todos.
Como? Eu nem cheguei a conhecê-lo, não tive a oportunidade de embala-lo em meus braços e cantar uma música de ninar ao meu garotinho…
-Louis? – Ouvi a voz de minha mãe. – Louis?
-Sim? – Respondi com a voz embargada pela dor.
-Vá vê-la… – Percebi que minha mãe segurava o choro. - …ela precisa de você! – Ela falou tentando ser forte, mas sabia que meu porto seguro estava abalado.
-Posso ir primeiro? – Perguntei aos meus sogros que apenas confirmaram com a cabeça.
O médico me guiou até o quarto onde minha menina estava e disse para não a pressioná-la muito e deixou claro que não havia falado para ela sobre Miguel.
Com muita força – mental – consegui abrir a porta. Assim que entrei tive a visão de Sn sentada na cama, seu rosto tinha uma aparência cansada e seu corpo estava um pouco inchado.
Ao perceber minha presença, Sn ergueu o olhar e deu um leve sorriso. Tentei me preparar para ver aquele sorriso se desmanchar, mas nunca estamos preparados para o pior…
-Oi! – Falou sorrindo.
-Oi. – Dei, ou tentei dar, o mesmo sorriso e fui até ela.
-Estão demorando em trazer Miguel! – Seu tom mesmo cansado saiu ansioso. – Você já viu ele? Como ele é? – Me encarou com um sorriso mais aberto e foi inevitável não deixar a lágrima cair. – Louis? O que foi amor? – Não respondi e mais lágrimas caíram. – Awn, tudo isso emoção de ser pai? – Agora seu sorriso era meigo.
Por Deus, como vou falar?
-Sn… Miguel, e-ele não vai vir… – Meu coração se apertou.
-Como? Por que? Estão dando banho nele? – Perguntou agora com seu tom de voz amedrontado.
Neguei com a cabeça e Sn começou a a ficar branca, continuou a me encarar, mas agora com pânico.
-É mentira… – Falou de repente. - …e-eu fiz o parto Louis, isso não é verdade, estava tudo bem durante todos esse nove meses, VOCÊ ESTÁ MENTINDO PRA MIM! – Se desesperou. – TRÁS O MEU BEBÊ… – Gritou começando a chorar. - …TRÁS MEU FILHO LOUIS! – Socou a cama com o choro mais forte.
Ver aquela cena me deixou sem chão. Mas como minha mãe disse, eu teria de ser forte, nem que para isso eu tivesse de esconder minha dor.
Sn colocou a mão entre as mãos e seus soluços eram altos.
O que deveria fazer? Olhar para ela e dizer que estava tudo bem quando não estava?
Simplesmente a abracei. Apenas a coloquei debaixo das minhas asas para compartilhar aquele momento de dor para ambos.
-Meu filho Louis … – Lamentou chorando.
-Eu sei meu amor… – Sussurrei no mesmo estado que ela.
Nosso menininho….

( Dois anos depois )

-CHEGUEI! – Gritei da sala e já fui retirando meu blazer e o colocando no sofá.
-Papá! – Ouvi o gritinho agudo já tão conhecido por mim.
Virei encarando minha garotinha e logo atrás Sn vinha a segurando para não cair.
-Mostra ao papai o que você aprendeu hoje amor! – Disse minha esposa a olhando enquanto sorria.
-O que será que minha menininha aprendeu? – Perguntei me divertindo e abaixando.
Levemente Sn soltou a mão dos pequeninos bracinhos de Katrina, e com as mãozinhas para o ar ela deu um pequeno passo para frente, mas caiu.
Fiz menção para me levantar mas Sn fez um sinal para mim ficar no meu lugar.
Katrina com muito esforço, se levantou e novamente começou a caminhar até mim.
Senti meus olhos arderem, mas diferente da ultima vez, foi de alegria.
Sua risada ecoou pelo cômodo ao chegar perto de mim, mas a pequena se desequilibrou caindo em meus braços me fazendo rir.
Levantei meu olhar encontrando os de Sn que lacrimejavam, mas em seus lábios um lindo sorriso.
-Papá. – Despertei ao ouvir o chamado de Katrina e meio risadinhas.
-Ah minha menina!!! – Me levantei a segurando no colo e a enchendo de beijinhos.
-Parabéns minha linda! – Sn disse vindo até nós e se juntando aos beijos.
-Vamos comemorar?
-Ótima idéia! – Sn respondeu. – Hum, que tal chocolates? – Perguntou sabendo que mesmo que Katrina não soubesse o que de fato É chocolate, ela amava.
-Vamos lá! – Rodeei meu braço na cintura de Sn e com o outro segurava minha delicínha.
Encarei as duas, minhas duas meninas, me sentia o homem mais sortudo do mundo. Tenho minha mulher e minha filha que tanto lutei pra ter.
Sim, junto a Sn. Meses e meses na fila de espera para conseguir adota-la. Meses indo até o orfanato para visita-la. Não fizemos isso para “substituir” Miguel, muito pelo contrário; fizemos isso por amor. Meu amor por Katrina nem se compara a de um pai biológico, na verdade é muito amor do que eu possa comparar!
Kat realmente foi um ajo em nossas vidas, Sn conseguiu se recuperar da depressão que teve após nossa perda, e além disso Kat é uma graça de menina.
Apesar de todo o sofrimento no começo, hoje, posso dizer que sou um homem realizado, pois tenho minhas meninas….

Eu te avisei.


Eu tinha implorado, chorado, feito manha, fiz de tudo pra ele me deixar dormir até não aguentar mais, e ele tinha me feito levantar da cama para ir patinar no gelo. Eu estava com um pouco de raiva no inicio, mas confesso que o ver tentando se exibir pra mim era engraçado. Louis pegou os patins de gelo, que deve ter algum nome e eu desconheço, e logo entrou na pista me puxando, mas eu mordi sua mão e disse que não queria. No começo, ele dava voltas longas e rápidas me mandando beijos sempre que passava onde eu estava sentada.

Depois de muito insistir, Louis conseguiu me fazer colocar aqueles sapatos apertados e deixar com que minha perna congelasse naquela pista medonha. Minhas pernas tremiam e ele me puxava, me guiando pela pista que estava cheia. Seu sorriso me deixou feliz, pelo menos algo estava recompensando eu estar naquele frio horrível. Pedi pra ele me deixar sentada num banquinho porque minhas pernas já estavam cansadas, e ele continuou, ele estava tão feliz fazendo suas macaquices no gelo.

Rodopiava.

Corria.

Abaixava.

Caia.

Caia. Caia. Caia feio.

De tanto correr, Louis caiu de bunda no chão e se deitou pra tentar superar a dor. Eu tentei juro que tentei não rir, mas era impossível, ver ele deitado no meio de um monte de gelo, com mais de 10 pessoas encarando ele e seu nariz estava todo vermelhinho. Dei a volta na pista e fiquei próxima a ele, tenta o levantar, ele grunhia reclamando que eu não estava sendo nada gentil, o que me fez rir demais.

Quando chegamos em casa, Louis estava todo bicudo com a mão sobre o peito e dizendo que a tinha quebrado, eu o mandei tomar banho enquanto eu fazia um chocolate pra ele. Subi ao quarto e ele estava deitado com o cobertor até a cabeça, coloquei a xícara no criado mudo e me deitei ao seu lado e o senti fungando o meu lado.

– Quer que eu saia? – perguntei baixinho pra ele, que levantou o cobertor pra me encarar

– Se você pular a parte do “eu te avisei” – ele disse cedendo e me deixando deitar em seu peito – Eu deixo você ficar

– Eu trouxe seu chocolate – murmurei dando um beijo em seu peito e me sentando na cama

– S/N – sussurrou baixinho depois de me entregar a xícara e voltar a se deitar – Você acha que eu quebrei meu pulso?

– Deixa de ser trouxa – disse dando um beijinho em seus lábios – Eu cuido de você

– Jura?

– Juro – dei mais um beijo em seus lábios e deitei sobre seu corpo – Mas tem só mais uma coisa

– O que?

– Não ouse me acordar tão cedo, novamente. – disse dando um beijo em sua bochecha – Ou eu quero seu outro braço.

/manu

Parte I

Louis tentou ficar bravo comigo o resto do dia, mas ele simplesmente não conseguia. Chamei-o para ficar lá em casa e faláramos sobre a vida, ele aceitou. Nós almoçamos e fomos para meu quarto. Enquanto eu pintava minhas unhas, Louis ficava no computador jogando Bettlefield:

- Está pintando a unha para ir para a casa do seu amor platônico?

- Se você acha que eu vou transar com ele pode ficar tranqüilo, jamais perderia minha virgindade com ele. – Ele ficou me olhando meio surpreso com o fato de eu ser virgem. – Morreu. – Me referia ao assunto e ao jogo.

Louis se levantou da cadeira e veio na minha direção, tomou o esmalte que estava em minhas mãos, o fechou e colocou dentro da bolsa que segundos depois ele tirou de cima da minha cama e colocou no chão.

Ele veio em minha direção, me deitou na cama e começou a me beijar. Seu beijo era calmo e aconchegante, fazia com que eu quisesse o beijar ainda mais. Eu deitada na cama e Louis por cima, ele tirou minha blusa bem devagar e depois tirou a dele, tentando me passar confiança, mas não era o que eu estava sentindo. Estava extremamente nervosa e não sabia se aquilo era certo, a qualquer momento minha mãe poderia chegar e pegar nós dois ali, o que me deixava mais desconfortável:

- Não é um bom momento, Louis. – disse o fazendo parar de me beijar e partir para meu pescoço. – É sério. – Louis começou a descer seus lábios para meus seios e os acariciava. – Por favor, não é o meu momento. – Ele então parou.

- Não precisa ficar com medo.

- Não quero minha primeira vez com você. – Louis caiu para o meu lado na cama.

- E com quem você quer? Com Zayn? – Claramente alterado, Louis pegou sua blusa que estava no chão e jogou a minha para cima da cama. – Vou embora.

- Você é meu amigo. – Eu coloco a blusa e tento acompanhá-lo antes de sair da minha casa. – Lou, você é meu melhor amigo.

- Vai se fuder. – Louis saiu pela porta e em seguia bateu a mesma. E sem muitos movimentos eu fiquei parada ali por uns cinco minutos tentando entender o que houve.

Subi para meu quarto e peguei meu celular. Tentei ligar para Louis, mas ele não atendia minhas ligações e não respondia minhas mensagens. Passando algumas horas desde a primeira ligação, eu acabei pegando no sono e tendo um sonho com ele; com ele transando comigo.

Acordei no dia seguinte por volta de meio dia, já que era sábado eu poderia dormir até tarde. A primeira coisa que fiz, foi pegar meu celular, mas não tinham mensagens de Louis, e isso fazia querer tacar meu celular longe.

Eu liguei para a casa dele, mas ninguém atendia, o que me deixava mais preocupada. Eu pensei em ir até lá, mas já era 17hrs e eu não teria tempo de me arrumar.

Tomei banho, fiz uma leve maquiagem e coloquei um vestido florido rosa bebê e um salto nude. Tirei o salto para dirigir o carro que peguei emprestado da minha mãe, e tudo aquilo que aconteceu ontem batucava na minha cabeça e eu só conseguia pensar na merda que eu podia ter feito. Eu não sabia o que fazer: ir para casa do meu amigo ou ir para a casa do meu amor platônico. E em meio aquela confusão só me relembrei de uma frase que Louis tinha falado à uns três anos atrás: “Amigos são anjos que nos ajudam a ficar de pé quando as nossas asas se esquecem como voar.”. Mudei todo meu trajeto, iria para casa do meu melhor amigo.

Continua…

~Viih~Espero que gostem da segunda parte que eu prometi para vocês, eu acabei me empolgando e escrevendo um pouco mais que eu devia :P Então tem mais parte (s) vindo…~

One Shot Louis.

O trânsito estava me matando, eu já estava ficando nervoso e aquilo não era algo bom. Peguei então um atalho até meu apartamento, dobrei a esquerda em uma rua estreita que eu sabia que dava praticamente reto no mesmo, não sei como nunca tinha pensado nisso antes.
Acelerei um pouco o carro e nem prestava atenção direito na estrada, eu estava cançado e com saudades da [s/n]. Foi quando eu sem querer atropelei um gatinho amarelo, ou laranja, eu nem sei. Estacionei meu carro logo e desci, indo até o gatinho. Ele era pequeno e miava muito de dor, o peguei no colo com cuidado e coloquei ele no banco do passageiro, depois tivei minha jaqueta e o cobri.
Liguei para [s/n] e falei sobre o acontecido, combinamos de nos encontrar no hospital veterinário.
Cheguei na veterinária e uma mulher veio me atender.
- Posso ajudá-lo?
-Sim, ahn, eu atropelei esse gatinho, não sei o que fazer.
- Eu vou examinar ele, pode deixar. - ela pegou o gato do meu colo e o levou para uma sala. Fiquei sentado no sofazinho que havia lá até [s/n] chegar.
- Oi meu amor. - ela disse me abraçando e me dando um selinho.
- Oi querida.
- Como está o gato?
- É gatinho, ele é um bebê ainda. - ela riu fraquinho.
- Ok, como o gatinho está? - ela deu ênfase no gatinho.
- A mulher foi examinar ele.
- Você é um pamonha mesmo Louis, como você foi atropelar o bichinho?
- Ah, eu tava nervoso por causa do trânsito, dai você.já sabe né. Mas ele vai ficar bem, eu espero.
Nisso a mesma mulher voltou com ele nas mãos, [s/n] logo sorriu ao vê-lo, ela ama animais.
- Oi coisa fofa. - ela dizia com a voz meio fina e acariciava a cabecinha do gato.
- Ele está bem? - perguntei.
- Sim. - a mulher disse. - Ele só machucou um pouco a pata esquerda da frente, você não chegou a atropelá-lo, foi só de raspão, eu acredito.
- Ufa, ainda bem. - falei.
- Pode levá-lo.
- É um macho? - [s/n] perguntou ainda acarociando o gatinho.
- Sim.
- É que ele é um gato de rua, não é nosso. - eu dise - Não é nosso.
- Ah, então a gente vai ter que levar ele para o gatil municipal, mas olha, vou ser sincera, ele vai acabar sendo sacrificado se ninguém o adotar.
- O que? - [s/n] disse - Não, não, ele fica com a gente então. - eu sabia que daria nisso.
- Amor.. - tentei falar, mas sei como minha namorada é e ela ia ficar com ele sim.
- Eu que mando em nossa relação. - ela dizze rindo, fazendo eu e a mulher rir também. - Pronto. - ela disse pegando o gatinho no colo. - Agora preciso de ração e areia pra gato.
A mulher pegou o que a gente precisava, sem falar no remédio que deveríamos passar todo dia na perna do gatinho.
Saímos de lá e [s/n] não parava de sorrir.
- Qual vai ser o nome dele? - perguntei para a garota empolgada ao meu lado.
- Eu não sei, me ajuda.
- Que tal amarelo?
- Louis, o gato é laranja e não amarelo.
- Então laranja. - ri sozinho - Ou garfield, ele se parece com ele, ele é um mini Garfield.
- Não, precisamos de um nome mais original.
- Mais original do que Garfield? - brinquei.
- Seu besta, não, um nome que nenhum gato tenha.
- Rodolfo.
- Samurai.
- Samurai?
- Rodolfo? - ela me imitou.
- Quem dá o nome de um gato de samurai? - perguntei
- Isso mesmo, quem? Ninguém, só a gente.
- Ai meu santo.
- Ou cachorro.
- Um gato com nome de cachorro?
- É, ué. Prefere Cachorro ou Samurai.
- Prefiro cachorro.
- Então o nome dele vai ser Samurai.
- Mas você pediu se.. - fui interrompido.
- O nome dele é Samurai, eu que mando, lembra?
- Como eu te aguento? - disse rindo fraco.
- Do mesmo jeito com que eu te aturo, seu besta.

/Jaz

Veja bem, esse é um “hot” que eu ACHAVA , repito, ACHAVA, que era hot!

Boa leitura (ou não)!

-Eu queria que as coisas fossem mais fáceis! -Disse para Louis no telefone
-É eu também queria, mas é só você ter um pouco mais de paciên…
-Não Louis não é.-Disse o cortando-Você mais do que ninguém sabe disso, sempre que estamos bem chega alguém e estraga. Eu não suporto mais viver assim, eu não quero mais viver assim!
Escutei Louis suspirar, e se o conheço bem sei que deve estar coçando a nuca.
-O que você quer fazer agora? -Perguntou ele com um pouco de receio.
-Um tempo para…
-O QUE? -Ele gritou me assustando-VOCÊ ESTÁ LOUCA? COMO ASSIM? E NOSSAS VIAGENS, NOSSOS JANTARES, NOSSOS MOMENTOS FELIZES, PORRA E NOSSO AMOR?
-Louis se acalme…
-SE ACALMAR? COMO QUER QUE EU ME ACALME? ESTÁ TERMINADO COMIGO POR TELEFONE E QUER QUE EU FIQUE COMO? PULE DE ALEGRIA?
-Entenda que não estou terminado, estou só pedindo um tempo, isso será bom para nós dois, você precisa pensar um pouco se é realmente eu que você quer, precisa pensar em você, no seu futuro, e eu preciso fazer o mesmo.-Sim, eu estava segurando o choro, não queria transparecer que estava fraca.
-Eu sei muito bem o que quero para mim-Ele disse com o tom de voz mais baixo-Sei também que é você que eu quero do meu lado todas as noites, todas as manhãs, porque você é a única coisa que passa na minha mente quando estou longe, é de você que sinto falta, é por você que choro de saudades, é por você que sofro. É com você que quero meu futuro.
Abaixei a cabeça e sequei uma lágrima solitária que insistiu em cair.
-Louis, não torne as coisas mais difíceis. Você sabe como as coisas estão, entenda meu lado também!
-Por favor me diz o real motivo pra você estar fazendo isso.
-Louis você sabe o real motivo, suas fãs, a mídia, tudo conspira contra nós.
-(s/n), você sabe que isso não é desculpa, sempre, desde o começo foi assim, você nunca chegou a esse ponto.
-Essa é a questão Louis, sempre foi assim, eu nunca fiz nada, mas todos nós temos limites, somos todos humanos. Eu cansei disso, eu cansei de ser apedrejada por pessoas que nunca me viram na vida, pessoas que nem me conhecem. Eu já estou esgotada.
A linha ficou muda por um tempo. Sabia que Louis estava mal, mas infelizmente essa era minha decisão
-Tudo bem, faça o que bem entender, mas saiba que nunca deixei de te amar.-E logo em seguida a ligação teve fim.
Eu sei que agora seria difícil, eu o amei demais, mas também sofri demais. Daqui em diante terei de aprender a viver sem ele e ele sem mim…
2 meses mais tarde
Louis Pov’s
Me levantei com a luz do sol batendo em meu rosto, abri lentamente meus olhos e esfreguei-os. Levantei molemente e fui até o banheiro fazer minhas higienes matinais.
Desci as escadas e fui para a geladeira ver se tinha algo para comer, porém não tinha nada convidativo, afinal não estou ligando muito para comida nesse últimos meses. Me sentei no sofá e liguei a tv onde passava Hora de Aventura, sorri consequentemente pois era o desenho favorito de (s/n) .
Incrível como mesmo depois de um longo tempo eu ainda sinto falta dela, pra falar a verdade isso já era previsível porque eu a amo como nunca amei outra pessoa, pode até parecer clichê mas eu daria minha vida pela dela.
Sou tirado de meus devaneios pela campainha que toca.
Me levantei do sofá para abrir a porta. Assim que abro fico sem reação, na verdade nem sei se acordei ainda, porque devo estar sonhando.
Levei minha mão nos olhos e esfreguei fortemente
-(s/n)? O que faz aqui? -Perguntei ainda sem acreditar que ela realmente estava ali!
-Oi Louis-Ela disse meio envergonhada-Eu vim até aqui pra pegar as roupas que ficaram!
Assim que ela disse isso meu sorriso se desfez
-Ah, claro. Pode entrar. -Dei espaço para ela entrar e assim ela fez.-Bom você sabe onde fica o quarto.-Disse o que saiu meio rude
Ela apenas acentiu e subiu as escadas.
Deus, me diz, por que ela me faz sofrer assim? Por que eu a amo tanto?
Me sentei no sofá com as mão no rosto pensando no que fazer, não posso deixa-la ir.
Subi as escadas e caminhei lentamente até o quarto, encontrei ela virada de costas pegando algumas peças de roupas
-(s/n) ?-A chamei fazendo a mesma se assustar, assim que ela se virou para mim pude ver que chorava, o que fez meu coração se quebrar em milhões.
Me aproximei e passei levemente meu polegar em seu rosto secando as lágrimas.
-Não faça isso com nós.
-Louis, já conversamos sobre. -Ela disse tentando manter a postura quando passei a dar leve beijos em seu pescoço
-Eu ainda te amo…-Disse entre os beijos
Ela se afastou e me encarou
-Eu sei o que esta tentando fazer, mas Louis você tem que entender que tudo na vida tem um fim! -Conforme ela ia falando eu indo em sua direção fazendo com que ela se afastasse até bater na parede
Coloquei uma de minhas mãos na parede impedindo que ela fugisse.
-Mas nossa hora ainda não chegou.-Logo depois de ter dito isso tomei seus lábios para mim
No beijo eu podia sentir a saudade, o amor, a dor, tudo que sentíamos.
Assim que sentimos a falta do ar separamos e ela olhou nos meus olhos e naquele momento eu já sabia que ela havia voltado para mim
-Eu te odeio por fazer eu lhe amar mais! -Ela disse me fazendo sorrir
Passei a dar beijos em seu pescoço novamente enquanto uma de suas mãos foi para meus cabelos onde ela leves puxões, senti sua outra mão ir para meu abdômen e dar um leve arranhão me fazendo gemer e morder seu pescoço.
Paguei-a no colo e voltei a beija-la, andei com ela até esbarrar na cama. A deitei delicadamente e retirei sua blusa. Oh como eu estava com saudades desse corpo.
Levei minhas mãos até o fecho do sutiã e retirei.
-Você fica mais perfeita a cada dia! -Ela sorriu para mim
Levei boca até um de seus seios enquanto a outra mão massageava o outro. Os gemidos dela eram como música para meus ouvidos. Desci as carícias por sua barriga enquanto ela se contorcia de ansiedade e prazer.
Desabotuei sua calça a tirando juntamente com sua calcinha, ela estava totalmente molhada o que fez com que eu ficasse mais duro.
Antes de começar meu trabalho retirei minha camisa, já que o calor estava insuportável.
Logo depois dei beijos na parte interior de sua coxa, e fui me aproximado de sua intimidade. Comecei uma oral nela do jeito que eu sabia que fazia ela ir na nuvens.
Beijava sua intimidade como se fosse sua boca. Seus gemidos já não era mais o suficiente para mim, então introduzi dois de meus dedos fazendo-na arquear as costas e agarrar meu cabelo
-Wou Louis…ahh-Ela gemeu
Eu já não estava mais aguentando minha calça estava apertada.
Parei o que fazia recebendo um gemido de reprovação dela.
-Relaxa babe, vou te dar o que você quer.
Retirei minhas calças e fiquei em cima dela
-Você ainda toma os remédios? -Perguntei ela balançou a cabeça em sinal de um Sim.
A beijei rapidamente.
E logo comecei a penetra-la devagar. Ela é tão apertada, tão perfeita.
-Louis, por favor, não enrola! -Ela disse em gemidos
Assim que estava dentro dela comecei movimentos lentos recebendo mais um gemido de reprovação.
Tomei uma velocidade mais rápida setindo suas unhas minhas costas.
Colei minha testa na dela fechei os olhos deixando me levar pelo momento. Aquilo não era apenas físico, tinha sentimentos envolvidos.
Estoquei novamente um pouco mais forte fazendo ela gemer mais alto, eu havia tocado seu ponto g
-Denovo! -Ela pediu
Me concentrei naquela região. A sensação que estava sentindo não da nem para descrever
Senti sua intimidade me aperta anunciando Que logo ela chegaria no máximo.
-Lou, eu não vou aguentar.
-Não precisa amor, vem pra mim! -Assim que disse foi como se o corpo dela me escutasse.
Depois de algumas estocadas eu também cheguei no meu limite caindo ao lado dela.
Ela se alinhou em meu peito como sempre fez.
-(Seuapelido)?
-Sim?
-Por favor, nunca mais diga que vai me deixar!
-Não vou, por que eu te amo, e nao consigo viver sem você!
-Eu também te amo cenourinha!
E assim adormecemos juntos. Agora eu sei que nada nem ninguém podera nos separar!

Depois da tempestade, a calmaria

Essa conferência está me matando. Passei a semana toda só trabalhando nos novos projetos da empresa, um dos mais importantes. Tais projetos estavam envolvidos para sessão de aniversário de 20 anos. Não poderia falhar, não me permitiria tamanha decepção, esperei tanto tempo para no fim eu ser o motivo da minha desgraça. Era justava por esse motivo que estava voltando as pressas para meu apartamento. Nunca quis tanto na minha vida ter um carro veloz, ou super poderes, de preferência que fosse eu poder voar até minha casa ou por poder de teletransporte pegar minha pasta.

Parece até que quando mais queremos alguma coisa, mais tudo dá errado. O transito estava mais caótico do que nunca. A única sorte que tive por enquanto era a que o voo de um dos convidados da reunião havia atrasado, o que me dava algum tempo. Minha cabeça estava prestes a explodir, de tanta dor, ocasionada obviamente pelo stress. E ainda as buzinas dos outros carros sendo apertadas constantemente por motoristas igualmente nervosos, não ajudava muito, nem um pouco na verdade.

Respiro fundo e tento me acalmar quando vejo o montante de carros à minha frente se mover, me fazendo respirar melhor. Depois de alguns quilômetros vejo o motivo de tanto trânsito; uma obra. Será que eles não se cansam de ficar quebrando a cidade a todo instante? Contrate alguém suficiente bom que mostre um projeto descente que não vá causar danos a nós moradores. Argh, que raiva.

Quando vejo meu prédio um alívio percorre meu corpo. Entro na garagem com o máximo cuidado possível para não bater o carro em algum pilar por conta da minha pressa. Estaciono o automóvel na minha vaga e corro para o elevador. Começo a me mexer desconfortável no transporte, não só de nervosismo, mas também pelo fato bizarro da minha bexiga saber quando está em casa. O que me dá vontade de fazer xixi só quando estou chegando em casa. Vai entender. (?)

As portas do elevador abrem no meu andar e passo pelo pequeno hall, abro a porta principal e vejo uma pequena bagunça na sala. Estranho, eu havia deixado tudo arrumado antes de sair, mesmo com toda a minha loucura. Caminho até o centro da sala e me arrependo, por encontrar algo que não pertence a mim. Havia um sutiã na mesa de centro. Meu coração gela e sinto meus olhos arderem. Não penso duas vezes antes de seguir para meu quarto, mas sou surpreendida ao abrir a porta e não encontrar nada além do meu quarto, organizado exatamente da mesma forma que deixei antes de sair. Por um breve momento pensei na hipótese daquele sutiã ser meu e eu tenha esquecido, mas eu não seria tão desleixada assim, mesmo com toda a minha loucura hoje cedo em sair com tudo que era da reunião me lembrava perfeitamente em ter arrumado o máximo possível a casa, já que era o dia de folga da Helena, nossa empregada. Qualquer pensamento que tinha em minha mente evaporou no segundo seguinte depois de perceber um barulho estranho vindo de um dos quartos de hóspede. Caminho desacreditada no que estava ouvindo, minhas suspeitas foram confirmadas ao ver meu marido completamente nu em cima da cama, com uma mulher de cabelos ruivos igualmente nua rebolando em cima dele. Aquilo era o fim, todas as lágrimas que estavam sendo travadas em não sair, caíram rapidamente, assim como um soluço saiu sem minha permissão, alto o suficiente para chamar a atenção dos dois.

- Amor… - A face de Dereck era de completo desespero, diferente da tal puta com cabelo de água de salsicha, que não fez questão em se mover e tinha um sorriso nojento, me encarando com divertimento. Aquilo tudo era demais pra mim, estava me dando nojo. Não pensei duas vezes em sair correndo, sem querer saber como ficariam. Só consegui raciocinar rapidamente e agradeço aos céus por isso, em pensar em uma hora dessas em trancar a porta quando saísse e assim fiz, quase quebrando a chave na fechadura mas fiz. Evitaria que ele viesse atrás de mim dizendo desculpas esfarrapadas, e atrasaria seu lado. Estranho eu sei, mas não queria ouvir ao como “Amor, me desculpe, eu não quis fazer isso”, “Eu pensei em você o tempo todo”, “Foi ela que me agarrou”, claro, típico de situações como estas. Não quis transar com uma qualquer, foi obrigado, coitadinho! Pensou em mim o tempo todo, claro, pensava que eu era uma idiota e nunca iria descobrir nada. Ela havia agarrado ele e como defesa ele só se enfiou no meio das pernas dela. Que lindo.

Quando o elevador abriu me deixando no subsolo da garagem, arranquei com o carro daquele lugar, seguindo para o lugar onde sempre teria paz, poderia chorar livremente em seu colo e teria seu apoio. Tirei meu celular do porta-luvas e apertei o botão de discagem rápida, ligando para Louis. Deixo no viva-voz e jogo o aparelho no banco ao lado.

- Oi, (S/a)! - Disse com uma voz saudosa.

- Louis, você ‘tá’ em casa? - Perguntei direta.

- Sim estou. - Sua voz havia mudado, droga. - Você está bem? - Ele tinha percebido minha voz de choro.

- Não, não estou. - Comecei chorar novamente.

- Não vou te perguntar agora o que aconteceu, pois pelo barulho de carros você deve estar dirigindo, e não é bom dirigir chorando ou em um estado de nervos. Venha para minha casa, aí então você desabafa comigo. Encerramos a ligação e continuei a dirigir até seu apartamento. Dereck estava tão arrependido do que fez que sequer me ligou durante todo esse tempo. Também eu não deveria esperar menos, já que ele não se importou em me trair. Pelo menos não foi na nossa cama, eu acho. Talvez para a culpa não lhe invadir a noite e lhe impedir de dormir. Filho da puta desgraçado! Não, filho da puta não, a mãe dele é um doce, não tem culpa do filho que teve. Estacionei meu carro o mais próximo possível do prédio de Louis e quando o encontro, foi impossível não chorar. Desabei quando ele me abraçou. Chorei até soluçar, até meus olhos arderem e quase não haver mais lágrimas para serem derramadas. Lhe contei tudo, cada detalhe. E ele não me jugou, não apontou o dedo para mim, me consolou e cuidou de mim. Até eu me tranquilizar. Fez chá para mim e me deu uma coberta. Continuamos a conversar até que comentei novamente que só tinha voltado ao apartamento para pegar uma pasta e então a ficha caiu;  a reunião. Puta merda! Pego meu celular e encontro cinco chamadas perdidas do meu escritório, meu Deus, era agora que ia ser demitida. Liguei e Lisandra, minha secretária atendeu, antes que eu dissesse alguma coisa ela logo me disse que o motivo das ligações era que a reunião tinha sido adiada. Fiquei tão aliviada por não ter perdido o projeto da minha carreira que não sabia dizer outra coisa se não “Obrigada”. Quando desliguei, contei a Louis e vibramos brevemente.

- Você pode ficar aqui o tempo que quiser e precisar. - Disse ele, que me deixou ficar em um dos quartos de hóspedes de seu apartamento. Ele era um anjo em minha vida, não tinha outra explicação. Me emprestou algumas peças de roupas para que eu pudesse tomar um banho e descansar. Ele sempre sabia como me deixar melhor. Não sabia o quanto estava exausta até me deitar e relaxar meu corpo sobre o colchão. Antes que eu percebesse adormeci e só acordei quando ouço batidas na porta, me fazendo lembrar onde estou e o porquê estou aqui.

- (S/n)? - A porta abriu e um Louis completamente sereno apareceu. - Está com fome? Oh, estava dormindo? Me desculpe, posso voltar mais tarde se quiser…- Ia saindo mas o impedi.

- Não, eu já estava acordada. - Minto. - E estou com fome, por sinal. - Dou uma risada fraca e sou acompanhada. Passo o dia ali, para criar coragem suficiente para ir no dia seguinte em meu apartamento, pegar alguns pertences. Mas Louis não deixa que eu vá desacompanhada, ele diz que é bem óbvio que em um momento desses Dereck poderia fazer algo contra mim e ele jamais permitiria isso. Só ele mesmo para me fazer sentir bem em um momento como este. Felizmente não o encontramos, assim como quando abri o closet não encontrei alguma de suas coisas e uma mala. Covarde, com certeza fugiu. Mas a justiça iria te achar, claro que sim. Para entregar meu pedido de divórcio. Voltei com Louis mais uma vez, que sempre se manteve gentil para mim.

Ir naquele apartamento e não encontrar Dereck ou o ser com cabelo cor de água de salsicha, me deu um certo alívio. Mas também ir e encontrá-lo vazio, me deu um aperto no peito. As lembranças vividas naquele lugar se tornaram vivas em minha cabeça, me lembro inclusive da empolgação que tínhamos quando conseguimos comprá-lo e poder finalmente chamar de nosso.

- (S/a)? Você está bem? - Louis me chamou enquanto dirigia de volta para seu apartamento. - Você está chorando! Não chore por aquele desgraçado, ele não vale uma lágrima sua. - Aquilo só me fez chorar mais. Eu poderia estar abalada e sentimental, mas descobrir assim, do nada, que a pessoa que você mais confiava, amava e se dedicava, te traía de baixo do próprio teto. E depois, agia normalmente como se nada tivesse acontecido. Quantas não devem ter sido as vezes que ele a levou para lá ou em outros lugares. Eu sou uma tola, deveria ter desconfiado. Não, eu não sou uma tola, era uma mulher apaixonada. Mas deveria ter percebido que eram muitas viagens, muitas noites chegando tarde em casa… Todos os sinais estavam ali, talvez eu só não queria assumir. Talvez lá no fundo eu até soubesse, mas estava acomodada o suficiente para não fazer nada a respeito. Não queria pensar nisso, não iria. Não mais.

Os dias se passavam e não tinha coragem de voltar para o apartamento, então permaneci com Louis, que em momento algum reclamou da minha estadia ali. Ele sem dúvidas o melhor amigo que alguém poder ter.

P.O.V Louis’s

Poderia ser errado da minha parte, mas nunca gostei tanto de ter (S/n) perto de mim. O motivo é ruim mas só de poder passar tanto tempo com ela é incrível. Sempre pensei que morar com ela deve ser mágico, poder vê-la todas as manhãs, passar o dia juntos, conversamos sobre como foi o nosso dia em nossos trabalhos, fazer programas juntos, jantar fora, assistirmos aquele filme que ela tanto gosta, pedir pizza e ficar jogando vídeo-game. Agora com esse tempo que ela está aqui, fazíamos isso. Voltamos a fazer coisas que fazíamos quando nossa amizade era mais forte, antes do casamento. Não que depois do casamento não nos falamos, a amizade continuou, mas não tão forte assim, já que o idiota do marido dela sempre arranjava um jeito de afastá-la de mim. Nunca comentei isso com ela, nem comentaria, não estaria sendo muito certo da minha parte, eu acho.

Mas isso não era um problema, não mais, agora ela morava comigo. Tudo bem que foram só uns dias, mas prefiro pensar em uma estadia fixa aqui. As vezes a situação apertava, digo, é complicado tê-la tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Entendem? Bem, acho que já percebemos o quanto sou apaixonado por ela, mas ela só me vê como um amigo. Queria poder chamá-la de minha, poder beijá-la a qualquer momento que eu quisesse, ser eu a pessoa a estar em sua mente, não aquele idiota do Dereck. Mas tenho medo de dizer o que sinto e ela se afastar, e a nossa amizade acabar. Prefiro ser seu amigo do que não ser nada seu.

(…)

Faziam três meses depois do que tudo aconteceu. E ela ainda estava aqui. Com alguns conhecimentos que tinha, conseguiu agilizar o seu divórcio e agora ela estava oficialmente separada. Nunca tinha visto ela tão feliz. Estava radiante e eu não poderia estar mais satisfeito, vê-la feliz me fazia feliz. Estávamos sentados no chão da sala, jogando conversa fora enquanto bebericávamos um vinho. Um ou alguns. Não sei ao certo quantas taças já havia tomado. Só sei que estar ali com ela, ouvindo sua voz, bebendo um bom vinho e uma música agradável ao fundo, depois de um dia estressante, era sem dúvidas a melhor coisa.

- Louis? - Me chamou, me despertando de meus pensamentos.

- Hm? - Murmurei. Acho que bebi demais.

- Está calado. Disse alguma coisa de errado? - Disse preocupada, que linda.

- Não, claro que não. O erro foi meu, não ter dito antes o que sinto e ter impedido de você se casar com ele. - Suspirei.

- Você e-esta bem? - Parecia confusa.

- Nunca estive melhor! Você está aqui e isso é maravilhoso. - Ri. - Só estou dizendo que se eu tivesse te dito desde o princípio que te amava, era comigo que você estaria casada, não seria tratada da forma como aquele bosta do Dereck te tratou, porque eu sim te trataria como uma princesa. - Sorri.

- Louis, acho que você bebeu demais. - Fez menção de tirar minha taça e recuei. - Já chega! - A pegou.

- Não bebi demais. - Cruzei os braços.

- Claro que sim, não está dizendo coisa com coisa.

- Claro que estou!

- Não, não está! Você disse que me…

- Amava. - Lhe cortei. - E ainda amo. - Disse e tudo ficou em silêncio. Já não tinha mais música, não havia nada. Ela estava respirando? Acho que falei demais.

-Bem, já está tarde, é melhor eu ir me deitar. - Disse se levantando.

- Esse era o meu medo. Dizer o que sinto e você se afastar, ao ponto de virarmos completos estranhos um para o outro. - Tentei fazer força para levantar mas não deu muito certo.

- Dizer o que sente? E o que exatamente você sente? - Como assim? Ela não me ouviu?

- Eu te amo! É isso que eu sinto por você, sinto amor! Amor!

- Amanhã você nem sequer deve se lembrar do que está falando agora, está completamente fora de si, está bêbado! - Apontou para mim.

- Não, eu nunca estive tão lúcido em minha vida. Mas se prefere fingir que não ouviu, tudo bem. Se quiser fingir que não me conhece vá em frente, ao menos eu tentei. Eu sempre te amei e por medo de te perder nunca disse nada, mas chega uma hora que cansamos e essa hora chegou, cansei de ficar guardando esse sentimento aqui dentro. - Apontei para meu próprio peito.

- Louis…

- O quê?

- Eu, eu…

- Você o quê, (S/n)?

- Eu também te amo! - Estava nervosa, parecia que… Espera! O QUE?

- O que? - Repeti, em voz alta.

- Eu acho que te amo.

- Acha? - Como assim ela acha?

- Quer dizer, tenho certeza é só que fui pega desprevenida… Eu, argh, como dizer? Por quê estou tão nervosa? O que sinto por você é diferente, diferente até mesmo do que sentia por ele… É maior, mais forte. É um diferente bom… - Eu só conseguia sorrir, mais e mais. - Eu…- Lhe cortei mais uma vez.

- Shhh, não diz mais nada! Só que me ama! - Lhe beijei. Caramba, era melhor do que já tinha imaginado como seria. Aquela sensação estranha na minha barriga voltou, algo que dizem ser “borboletas”. Não queria saber como ficaríamos dali em diante, só de saber que ela sente o mesmo por mim, fazia tudo valer a pena.

Pedido : Ela é mais simples que o Louis, e não se acostuma com premiações. Um dia ela a leva a uma premiação, ela fica nervosa, e ele diz que a Eleanor saberia se comportar, então eles discutem, mas ficam bem no final.


Imagine Louis Tomlinson

- Que saudades da Els, eu amo tanto ela. Ela é maravilhosa , não é mesmo (s/n)?! - Phoebe disse, ela era apenas uma garotinha, mas sabia como me atingir.
Dei um riso nervoso, e não respondi. Eu podia ouvir Johannah chamar sua atenção.
- Oi para as mulheres da minha vida. - Louis tinha chegado, ainda bem. - Tenho uma notícia para dar a você (s/n).
- Para mim?
- Hoje tem uma premiação, e você vai comigo . - Arregalei os olhos e o nervosismo me atingiu. Louis sabia que não nasci para isso.
- Mas Louis, eu não posso. Você sabe que não sirvo para isso, além do mais nem roupa eu tenho. Desculpa amor.
- Eu já resolvi tudo querida, você vai sim.
- Eu não sei nem como me portar em um evento como esse.
- A Eleanor saberia. - Foi Phoebe me atingindo cruelmente de novo.
- Cala boca, pirralha. - Louis se irritou. - Vamos amor. - Louis fez biquinho, e Johannah ficava me incentivando , dizendo que seria legal e que eu não poderia faltar.
- Tudo bem Louis. - Me rendi a pressão , e ele me retribuiu com o sorriso mais lindo, seguido de um beijo.
[…]
Descemos da limousine, em um tapete vermelho repleto de flashes, pessoas bonitas, ricas e bem vestidas, eu me sentia completamente deslocada.
Louis mantinha o braço em minha cintura, e eu na sua, o apertando cada vez mais a mim. Ao entramos no local que aconteceria a premiação percebi que não era só eu que parecia desconfortável, Louis também .
- (s/n), relaxa. Você ta me sufocando.
- Me desculpa amor, só estou um pouco nervosa.
- Para de frescura, caramba. - ele realmente estava irritado.
- Hey, não é frescura. Você sabe que nunca me acostumei com isso, me sinto deslocada, mal sei como me comportar. - Ele revirou os olhos.
- A mesma desculpa sempre. A Eleanor saberia como se comportar. - E isso doeu, doeu muito. Por mais que eu já tivesse ouvido isso de meio mundo, inclusive das irmãs de Louis, nada se compara a ele me dizendo isso. Ele era a pessoa de quem eu não esperava, fui esfaqueada pelas costas. Meus olhos encheram, corri para o banheiro, já que eu não conseguiria voltar para casa enquanto não me recuperasse do golpe.
Entrei no banheiro, logo percebendo passos se aproximando, então fechei meus olhos na intenção de segurar as lagrimas.
- Me desculpa, eu falei sem pensar. - Era Louis .
- Sai daqui , não saber ler?! É um banheiro feminino.
- Eu não saio daqui sem você.
- Eu só saio daqui direto para casa.
- Então vamos.
Eu sai na frente, indo para fora dalí. Louis ligou para o motorista que logo chegou, e fomos em silêncio.
Cheguei em casa e subi para o nosso quarto, indo tirar a maquiagem, e desfazer o penteado.
- Vai ficar brava comigo até quando?
- Você é um idiota mesmo.
- Mas eu te amo, (s/n). E já pedi desculpa.
- Louis, me diz uma coisa; por que você esta namorando comigo? Já que eu não sou boa o suficiente para você, por que não está com a Eleanor? Todo mundo sabe que ela é a melhor .
- Para, você é a melhor.
- NÃO. E EU ESTOU CANSADA DE OUVIR ISSO, É TODA HORA ESSA COMPARAÇÃO. - eu chorava. - Mas sabe o que foi pior ?Ouvir você me dizer isso.
- As pessoas dizem isso por que não sabem o quão maravilhosa você é. E eu escolhi você por que é quem eu quero e amo. Me desculpa por não ter sido apreensivo com você, você sabe que sou esquentadinho,e me arrependo, por que sei que te magooei, mas juro que é a coisa que eu menos quero na minha vida. Eu não te mereço, mas eu te amo tanto, não desista de mim, por favor.
Aquilo doía, ver Louis se declarando para mim, chorando.
- Eu te amo Louis, mas só te perdôo se prometer que não vai me levar a premiações mais. - rimos.
- Por você nem eu vou.

One Shot - Sério isso

-Louis, Louis, Louis - Disse animada, dando pulinhos em sua frente. Ele estava sentado no sofá assistindo um filme de tiro e guerra (como sempre).
-Fala S/A. - ele falou se importar e deslocando o corpo pro lado na tentativa de enxergar a tv

-Você não tá nem um pouco interessado, deixa quieto. - Sentei ao lado dele. Eu sempre fazia isso, falava que ele não queria saber, depois ficava emburrada até ele não aguentar e vir perguntar todo fofo o que aconteceu. Louis ainda tinha seus olhos na cena que estava acontecendo. - Não é nada importante sabe, quer dizer, pra você…
- SN. - Ele tirou os olhos da tv e me encarou sério. - Conta vai.
-Você quer mesmo saber ? Ou, só ta perguntando por educação?- Perguntei ainda emburrada
-Eu realmente quero saber amor, me conte
-Fui convidada para ser o ‘rosto’ da Calvin Klein - Disse animada , sorrindo de orelha a orelha, batendo palminhas.
-Como assim ? - Louis me encarou franzindo o cenho
-Assim amor, sabe a Calvin Klein. Aquela marca famosa de cueca, calça, perfume e tudo que esses caras tem direito de assinarem?
-Claro que sei, aquela marca que o povo sai quase pelado né ?
-Não Louis, para de ser assim. É uma campanha mais sexy, mas deu pra perceber o que tá acontecendo. Vai ser mega importante pra minha carreira, uma modelo que desfilava e hoje é o rosto da marca. - Fiquei imaginando como seria
-Você não vai fazer isso - Louis voltou sua atenção pra tv, que agora passava um comercial ridículo sobre descascador de batata. Ri com o comentário dele.
-Quem você pensa que é pra falar se vou ou não fazer algo?- Levantei e fiquei parada em sua frente.
-Eu sou seu namorado. Você não vai e ponto final! - Disse bravo aumentando o tom de voz comigo.
-Primeiro, abaixa o tom porque ninguém aqui é surdo. Segundo, você é meu namorado e só, mais nada além disso. Então, pare de agir como um idiota. Eu vou fazer essa campanha sim, você querendo ou não. - Peguei minha bolsa, e sai do apartamento de Louis, batendo forte a porta. Fui pra casa. Louis era ridículo, agia como criança as vezes, e tudo isso é por causa de ciúmes!

Depois de duas horas, jogada no sofá da sala, enquanto assistia “Stalker” escutei a campainha tocar. Era Louis, eu tinha certeza! Ele me ligou assim que sai da casa dele, mas não atendi.
-SN abre logo essa porta. Vamos conversar.- Louis dizia do outro lado. Eu estava parada, com a mão no trinco pensando se deveria abrir ou não.
-O que você quer ?- Disse do outro lado, ainda sem abrir.
- Eu quero conversar contigo,pode ser? - Bufei e abri a porta , ele entrou e eu fechei a porta encostando na mesma.
-Pode começar.
- Desculpa se não gostou do que falei, mas é que você é minha namorada, eu tenho ciúmes. Ainda mais de uma campanha onde ou você irá aparecer de lingerie ou só de calça jeans, porque é assim que funciona - Louis estava um pouco longe de mim, mas não tirava seus olhos dos meus.
-Idaí? Louis, você me conheceu quando eu já tinha uma carreira, quando eu já desfilava de biquini, lingerie, de qualquer coisa… Qual o problema? Às vezes parece que você não se importa comigo ou com o meu sonho. Essa oportunidade é sensacional.- Falei chateada enquanto gesticulava com a mão (isso sempre acontecia quando eu estava nervosa).
-Eu sei, eu sei. Mas tenta me entender,não é legal ver sua namorada por aí desse jeito.- Ele veio se aproximando de mim.
- Assim como não é legal ver meu namorado numa revista quase nú, porque se não fosse aquele violão escondendo a parte da frente… - Disse enquanto ele segurava minhas mãos sorrindo.
- Aquele dia foi engraçado. Olha SA. Me perdoa, eu sei que sou ciumento e isso te incomoda, mas é que eu só quero cuidar daquilo que é precioso pra mim.- Louis fez um carinho em minhas bochechas e eu sorri.
-Eu sei Louis, mas são apenas fotos, não é nada demais. E eu ainda continuarei sendo tua - Disse dando-lhe um selinho.-Isso se as fotos não forem com o Justin Bieber, claro!
- Ei! - Ele disse em protesto me fazendo rir.
Eu entendia o lado ciumento de Louis, mas essa era a minha carreira e ele tinha que aceitar.

Lá estava eu, novamente, me pego olhando para ele sem nem mesmo disfarçar. Ao meu lado, meu melhor amigo me olhava:

- Não adianta você olhar para o Zayn, ele nunca te dará atenção. – Ele bateu no meu queixo para fechar minha boca, que quase babava quando ele passou por mim.

- Louis, ele é tão bonito.

- E popular, nunca te dará atenção. Esquece ele. – Louis brincava com o isqueiro que ele segurava. – Vem, vamos fumar.

Eu e Louis saímos do pátio do colégio e fomos para o lugar, vulgarmente chamado do canto do fumo, escondido de toda a escola. Ele pegou um cigarro e acendeu depois me passou o maço e eu fiz o mesmo:

- Não entendo por que você gosta tanto daquele idiota, o que ele tem de bom? Popularidade não conta.

- Ele é bonito Louis, para de implicar. – Eu dei um soquinho no braço dele enquanto o menino deu um trago no cigarro. – Por que se importa tanto com isso?

- Só não entendo o que ele tem de tão especial. Ele vive zombando da sua cara e você ai caindo de amores por ele.

Louis estava vidrado na barata que passava na nossa frente. Ele deu mais um trago comprido no cigarro e jogou o resto no chão e me apressou, pois teríamos aula de matemática II agora.

Entrei na sala e algumas pessoas já estavam lá, inclusive Zayn. Sentei-me na minha cadeira e poucos minutos depois um pedaço de folha chegou na minha mesa.

“Encontro-te amanhã às 19hrs na minha casa, gatinha.

                               Rua Margerth Ruth, 509”

Eu já sabia quem era Zayn. Eu sabia que ele morava ali, mas não sabia o que ele queria comigo. Passei o cartão para o meu melhor amigo, que estava sentado do meu lado, ele apenas olhou para trás e revirou o olho, então eu também olhei e ele estava fazendo movimentos sexuais e como se tivesse batendo na bunda da mulher invisível. Louis tacou a folha em cima da minha mesa, mas não tinha só a letra do Zayn, tinha a letra do Louis.

“Se você for, nunca mais olhe na minha cara, esquece que eu existo.”

Eu li e re-li aquela folha umas 30 vezes enquanto o professor falava. Eu não podia deixar de falar com Louis, ele era meu único amigo e a única pessoa na qual eu confiava. Mas eu queria tanto ir, agora eu sabia perfeitamente o que Zayn queria sexo.

Continua…

 

~Viih~Espero que vocês gostem, Xoxo

Parte I / Parte II / Parte III

Zayn me jogou na cama, muito mais agressivo do que Louis tinha feito na noite passada, ele tirou a blusa e ficou se esfregando em mim e foi ai que eu percebi que eu não o queria, queria Louis. Enquanto Zayn se esfregava em mim vi que escrivaninha ao lado na cama tinha um quadro de vidro, troquei de posição com o menino, fazendo-o acreditar que eu queria. Errado. Peguei o quadro de vidro e quebrei na cabeça de Zayn, o fazendo ficar desnorteado. O quarto era no térreo, então pulei a janela e entrei no meu carro e acelerei, sem ver quem vinha atrás, se tivesse alguém claro.

Dirigi até a casa do Louis e toquei desesperada a campainha, quando ele me atendeu, pulei em seu colo:

- Louis, eu sou uma burra. Zayn é um escroto e eu te amo. – Beijei-o,  mas não fui correspondida. – Louis?

- Não. Você foi até a casa do Zayn…

- Fui e eu me culpo, sou idiota, ele é grosso e nunca pude perceber o quanto você foi cuidadoso comigo quando você descobriu que eu era virgem. Eu fiquei com raiva, hoje mais cedo. Raiava porque você bateu a porta na minha cara, mas você estava certo, eu sou escrota, devia ter te amado.

- Tarde de mais, (s/n).

- Não não não, eu te amo de verdade. – Eu o beijei de novo. – Por favor, me perdoa. – Louis me olhou e relutando contra si mesmo me puxou para um beijo.

Fez-me pular em torno do seu corpo e me levou para seu quarto. Louis me jogou em sua cama, tirou meu salto e sua blusa. Tirou meu vestido e sua calça. Era a primeira vez que nos víamos de uma maneira tão intima como aquela, ele me olhou e sorriu, fiz o mesmo. Meu Deus, que físico, como eu nunca tinha visto isso?

Ele começou a me beijar, novamente. Colocou a mão atrás de minhas costas, sem nenhum problema soltou meu sutiã e começou a acariciar meus seios recém livres do sutiã. Louis explorava cada parte do meu corpo com seus beijos, reservando apenas minha intimidade e aquilo me excitava. Ele atingia lugares nos quais eu nem fazia ideia que eu podia sentir um arrepio, mas ele conseguia.

Ele começou a beijar a parte interna da minha coxa até chegar à minha intimidade, ainda por cima da calcinha passava a mão e dava leves beijos. Louis puxou minha calcinha para o lado e começou a passar a mão no meu clitóris e de vem enquanto deixava alguns beijos. Depois de girar algumas vezes me deixando cada vez mais exitada e fazia soltar leves gemidos. Ele pegou lambeu a entrada da minha vagina e colocou dois dedos dentro dela e continuou lambendo a mesma. Eu alternava em segurar no acolchoado e no cabelo de Louis e de repente, ele parou e os meus gemidos também foram cessados.

Louis subiu até minha boca e a beijou novamente e então eu senti que ele estava exitado também, o que me deixava menos mal. Ele inverteu a posição, fiquei por cima.

- Minha vez? – Louis concordou com a cabeça.

Eu não sabia o que fazer, tentei seguir passos que eu já tinha visto em alguns filmes. Deixei um beijo na boca do menino e desci. Abaixei e tirei sua cueca vendo seu membro pular para fora e meu deus que membro. Comecei a lamber a e beijar a glande por enquanto parando no prepúcio. Depois de enrolar um pouco comecei a fazer movimentos de sobe e desce com a boca sendo acompanhada pelas minhas mãos e de vez em quando elas paravam nas bolas, massageando-as. Louis tinha pequenos orgasmos e segurava firme no meu cabelo às vezes empurrando minha cabeça. Louis me puxou para cima terminando o meu boquete, pegou uma camisinha dentro da gaveta da escrivaninha e colocou em si mesmo:

- Pronta? – afirmei.

Louis me colocou na cama e ficou por cima.  Ele foi penetrando aos poucos, no começo doía quando ele fazia as estocadas, mas com o tempo foi de dor a desejo, Louis viu que eu me acostumara e aumentou as estocadas me fazendo gemer cada vez mais alto.

Louis troca de posição, desta vez ele estava na cama e eu por cima.

- Só precisa ir para frente e para trás. – Comecei a fazer o que Louis tinha falado. – Meu Deus que cavalgada. – Louis gemia junto comigo e a nossa respiração estava compassada.

Louis então segurou a minha bunda e deu uma leve levantada no meu corpo fazendo meus seios ficarem amassados no peito dele. Ele começou a estocar mais rápido:

- Quer ver? – Ele se referia ao gozo.

- Ainda não estou pronta para ver, quem sabe na próxima.

Louis se levantou e foi até o banheiro. Louis chegara ao seu ápice e eu não, então resolvi terminar. Deitei na cama e comecei a movimentar meu clitóris, Louis saiu do banheiro e foi quando eu cheguei ao meu máximo, ele correu para lamber o meu gozo.

Louis deitou cansado ao meu lado da cama, nós dois com a respiração descompassada:

- Tem certeza que nunca tinha feito sexo antes?

Nós rimos e finalizamos tudo aquilo com um beijo.

~Viih~Esperam que tenham gostado, Xox

1s Louis - anos depois ele percebe que ainda a ama

Louis POV

-Calma Jennifer, vai estar tudo perfeito, prometo – disse beijando sua testa, logo ela respirou fundo e pareceu se acalmar, nosso casamento estava a stressando demais.

Na verdade eu não entendia porque ela queria um casamento tão grande se depois vivia stressada por conta dos convites, flores, bolo, decoração e tudo aquilo que eu nem entendo. Por mim seria um casamento bem mais simples, com nossos amigos e família, seria perfeito.

-Você é o meu herói mesmo, o que faria sem você? – ele me pergunta

-Nada, você não seria nada sem mim Jen – digo recebendo uma tapa depois

Ri demais. Levei outra tapa.

-Parei – disse me rendendo

-Acho bom, preciso ir ter com minha mãe, ela precisa de minha ajuda, nos vemos em casa?

-Claro, te amo

-Te amo Lou – e ela se foi saindo do meu carro

Bzzz, bzzz – meu telefone toca

Text message from Gary: Cerveja no Ohana’s (nome do bar)? Estou indo com o Carl e o Bill (seus outros amigos)

Digitei “Claro” e apertei enviar. Iria chegar antes deles mas não valia a pena ir a casa e só depois passar por lá.

Assim que estacionei procurei por uma mesa livre e sentei esperando por meus amigos.

Oiço uma grande risada e vejo um grupo de 3 mulheres rindo de alguma coisa, meu coração salta uma batida quando reparo quem elas eram na verdade (s/n) e suas amigas Claire e Sarah.

Sua risada é tão genuína, tão pura, tão incrivelmente feliz, não tem um pingo de falsidade, quase que consigo ver lagrimas se formando em seus olhos de tanto que ela está rindo. Seu cabelo castanho em cachos perfeito que sempre cheirava a maça verde, seu rosto angelical com seu batom roxo escuro, posso imaginar seu perfume floral junto de seu pescoço. Consigo ainda ver suas formas divinas, suas pernas cobertas com umas calças jeans claras com imensos rasgões, suas botas pretas de salto e sua camisa apertada com um nó na barriga e seu decote com um colar dourado.

Ela continua perfeita, tal como me lembro dela anos atrás, apenas mais…mulher.

Flashback on

-Preciso de falar com você Lou – ela disse com lágrimas nos olhos

-Não me assuste (s/n), o que aconteceu? – pergunto preocupado

-Eu..e…eu vou embora Lou – ela disse com dificuldade

-Como? – Não podia acreditar no que estava ouvindo

-Meus pais, eles decidiram que iria fazer intercambio para a Alemanha, não sei quando volto

-Não (s/n), não – teria de ser mentira

-Não posso fazer nada Lou – ela disse quase chorando, limpo as lagrimas que teimavam em se formar na parte inferior de seus olhos e me fiz de forte

Peguei em seu rosto e a beijei, beijei como se amanha não voltasse a ver minha amiga de infância, a menina por quem estava completamente apaixonado mas não admitia.

Agora me pergunto, porque andamos meses fazendo este joguinho de beijo, mão dada, sem ser namorado, sem aproveitarmos por completo, sem sermos felizes juntos. Agora não adianta mais.

Flashback off

Meu telefone toca e atendo sem nem ver quem é

-Olá amor – Jennifer, não

-Olá

-Cheguei em casa e você não está, aconteceu algo?

-Vim beber uma cerveja com amigos – na verdade eles nem tinham chegado ainda

-Tudo bem, fiquei preocupada só

-Não precisa

-Tá bom, te amo

-Te amo Jen – disse sabendo que era falso, quem eu amava estava bem à minha vista, na verdade ela me tinha visto e estava se encaminhado para a minha mesa.

Meu coração batia rápido

-Louis, faz tanto tempo – ela disse feliz me dando dois beijos na face

Seus lábios continuavam macios

-(s/n), como você está?

-Otima, visitando família e amigos, fazia anos que não vinha aqui – ela disse entusiasmada

-E você?

-Bem também, visitando a família que nem você - respondi

-Ah certo, sua banda, muitos parabéns você concretizou seu sonho Louis, estou muito orgulhosa de você! – sua sinceridade me matava, isto significava que ela sabia onde me encontrar este tempo todo, sabia como estava enquanto eu não sabia nem se ela estava viva.

-Sim, quem diria nós dois de férias, aqui de novo, visitando família, no mesmo dia, no mesmo café?

-Verdade, coincidências da vida – ela sorriu meio embaraçada

Então ela passou a mão por seu cabelo – como sempre fazia quando estava desconfortável - e eu vi, vi o anel enorme que ela tinha no dedo, ela estava noiva… feliz.

-Bem, eu vou indo, preciso ir para casa mesmo, nos vemos por ai?

-Claro – disse sem ter bem certeza

Se passaram dias e finalmente entendi o porquê de ela estar aqui, uma de suas primas ia casar e ela veio para o casamento, perguntei para minha mãe e ela disse que (s/n) tinha uma vida excelente na Alemanha, com casa, emprego, noivo, cachorro e toda aquela vida perfeita. Aí percebi que apesar de não amar Jen e de pretender cancelar nosso noivado, nunca teria hipóteses com (s/n), meu amor por ela é só meu, já não é nosso. O amor dela é de outro alguém.

One Shot-Louis

One Shot-Louis 

Louis e eu havíamos nos separado, isso há três meses. As coisas não andavam bem, sempre brigávamos e o amor havia sumido, então resolvemos seguir caminhos diferentes.

Meus amigos falavam dele para mim, quase todo o dia, eles diziam que Louis parecia feliz e mais alegre. Eu ficava feliz em saber disso, feliz mesmo.

Eu estava bem. Continuava acordando,indo para o trabalho,e voltando para a casa.Não era a mesma coisa que saber que seu namorado vai estar lá te esperando mas era melhor do que sentir saudade.

Na verdade eu sentia a falta de Louis, mas aquele sentimento tinha que ser ignorado, afinal eu sabia que ele não voltaria.

[…]

A campainha tocou e antes de ir atender retirei a pipoca do microondas.

Quando abri a porta não sabia se corria ou se ficava.

-Olá, (s/n)- era Louis. Enquanto falava ele acenou.

-Oi, Louis- minha cara de interrogação era evidente.

-Posso entrar?- assenti e dei passagem. O chamei para sentar-se no sofá.

-Está tudo bem?- perguntei após um minuto de silêncio.

-Oh, sim, sim.

Ficamos um tempo em silencio total, Louis olhava para o chão. Então pigarreei e disse:

 -O que te trouxe aqui Louis?- tentei não parecer grossa.

-Eu… Não estou bem (s/n), tenho certeza de que seus amigos falam o contrário, mas… Aqui dentro não está nada bem- ele olhou no fundo dos meus olhos ao dizer cada palavra.

-E… O que eu tenho haver com isso- soou um tanto grosseiro, mas eu não estava entendendo.

-Você tem tudo haver!- ele veio até a poltrona em que eu estava sentada e se ajoelhou diante de mim pegando minhas mãos- Eu quero voltar com você (s/n). Tentar seguir meu caminho sem você… É como uma missão suicida.

-Ah… Nossa!- disse para mim mesma- Não sei o que dizer, ou o que pensar.

-Diz que volta comigo, só isso.

Pensei alguns minutos.

-Quero voltar com você.

/Bia

One shot com Louis: Folga da Tour - Cute

- Louis seu idiota – eu falei limpando o trigo da minha roupa

- Você começou – ele disse fazendo carinha de bebe, eu apenas ri e lhe dei um beijo.

xx

Louis tinha pegado uma semana de folga, bom cinco dias ele passou com a família e esses dois são só nosso, bom um dia ne porque o primeiro só ficamos pedindo comida e agarrados na cama matando a saudade, bom hoje domingo véspera de sua volta da turnê saímos formos da uma volta, almoçamos e tomamos sorvete ate ai tudo ótimo só que o doido do Louis inventa de fazer um bolo.

Fomos para a cozinha e fizemos o bolo e colocamos no forno, mas quando começamos a guardar os materiais olhei pro trigo e para Louis que estava de costas para mim então peguei o trigo e lhe chamei

- Louis meu amor – ele se virou e então peguei o trigo e minha mão e assoprei então uma nuvem branca se formou e eu sou conseguia rir, então ele pegou ovo e eu sai correndo desesperada, mas ele foi mais rápido

- Aqui meu amorzinho – ele disse irônico e quebrou os dois ovos em minha cabeça e então ele me largou e não parou por ai quando eu fui pegar os ovos para tacar nele ele já estava tacando em mim, e assim ficamos por uns 3 minutos talvez.

xx

Lhe beijei e ouvimos o barulho do forno evidenciando que o bolo estava pronto, Louis tirou o bolo e colocou na bancada para que esfriasse um pouco e depois veio ate mim

- Vai ser assim pra sempre? – ele perguntou me envolvendo em seus braços

- O que? – eu retruquei colocando a mão em seu pescoço

- Eu e você – ele disse me dando um selinho

- Para todo sempre, com um time de futebol, e nós dois la idosos olhando para os nossos filhos, eu e você ate o fim – disse lhe dando outro selinho

- Eu te amo – ele disse e apenas me encarou

- Eu também de amo muito – e então ele me beijou e foi uma baita beijo, mas os nossos beijos sempre eram bons – Agora vamos tomar banho, porque estamos muito fedorentos

E era assim que íamos seguir, sendo perfeitos da nossa maneira

XxXxXx

Gostou Anony?

Karol

One Shot Louis.

Eu e meu namorado Louis estávamos de mudança. Trazíamos caixas e mais caixas até o andar do nosso apartamento. O apartamento era um tanto quanto grande, bastante espaçoso mas bem simples. Quando terminamos de levar as caixas até lá, Louis e eu entramos no apartamento e demos de cara com latas de tinta no chão.

- O que é isso? – Louis perguntou.

- São as tintas para o pintor pintar as paredes amanhã. – disse eu.

- Amanhã? Mas eu pensei que já estava tudo pronto para a gente arrumar os móveis ainda hoje.

- Mas não está, meu amor.

-Então deixa que eu faço isso.

- Isso o que?

- Eu vou pintar, oras. Quero dizer, nós vamos pintar. – ele pegou um pincel para ele e entregou um a mim.

- Louis, você está louco? Isso vai dar em merda.

- Eu sei, mas vai ser legal. – ele riu.

Forramos o chão com jornais que estavam lá e começamos a pintar. É claro que eu tinha razão, aquilo estava uma merda. Ficamos uns 10 minutos pintando uma parede da sala, estávamos na metade.

- Louis, isso aqui ta horrível. – me sentei no chão, me escorando na parede ao lado.

- Amor, não importa.

- Mas eu queria um apartamento bonito, sabe?

- Mas é que eu queria fazer alguma coisa com você, achei que seria legal.

- Mas não está sendo legal.

- A gente só termina essa e deixa as outras paredes para o pintor, ok?

- Ok. – me levantei e voltei a pintar, sem ânimos algum.

- Mas espera. – ele foi até uma caixa e tirou de lá um rádio, depois foi para a outra caixa e pirou um cd de lá. – Agora vai ficar legal. – ele ligou o rádio e uma música bem animada começou a tocar. Sorri e começamos a dançar enquanto pintávamos desleixadamente a parede da sala.

Louis sujou a blusa com a tinta e ficou meio bravo, eu ri dele e sabe o que ele fez pra se vingar? Jogou tinta na minha blusa. Pirei. Fui até ele e passei o pincel no braço e um pouco na bochecha, ele sorriu e passou tinta no meu cabelo. Começou aí uma guerra de tintas, sujamos até o chão e as outras paredes, quando cansamos nos sentamos no chão, abraçados.

- Viu só, eu disse que seria legal. – ele disse.

- Aham. – sorri. – Mas estamos sujos.

- É só tomar um banho, ué.

- Mas a gente tem que terminar de pintar.

- Vai indo pro banho que eu termino.

- Mas eu quero tomar banho com você. – ele sorriu.

- Ninguém resiste a mim. – ele me apertou um pouco em seu abraço. – O banheiro está pronto, digo, arrumado?

- Não, mas o chuveiro funciona.

- E a banheira? – ele levantou uma sombrancelha, ri e dei uma tapinha de leve em seu braço.

- Eu não sei, Louis.

- Quer ir lá testar? – ele já se levantou e esticou a sua mão a para mim, peguei e ele me puxou.

- Só pega as toalhas naquela caixa. – apontei para uma caixa. Ele correu e quando voltou já me pegou no colo, eu fiquei com as pernas entre ele.

Fomos até o banheiro e ai você já sabe, não é? Só sei que o teste da banheira foi incrível.

 

/Jaz

 

One Shot Louis.

- Isso é errado, Louis. – ele me beijava com muita vontade, ele estava me guiando até a cama.

- Eu sei, você sempre diz isso, mas o que é proibido é mais gostoso. – ri e deixei ele controlar tudo.

Fazia em torno de 5 meses que eu e Louis tínhamos uma relação escondidos, é claro, pois ele tinha uma namorada, uma noiva. Nos conhecemos em uma festa de amigos em comum de desde então o desejo fala mais alto e sempre que podemos nos encontramos em sua casa.

Louis me beijava como nunca tivera feito antes, coitado dele, sua mulher não lhe dava atenção o suficiente, mas melhor para mim, eu posso me desfrutar disto. Suas mãos foram passando por todo o meu corpo, me fazendo delirar. Ele tirou a minha blusa e jogou em um canto qualquer do quarto, e eu fiz o mesmo com a sua blusa. Então ele foi direito para meus seios, brincando um pouco com eles por cima do sutiã, já as minhas mãos foram parar em seu volume, apertando um pouco. Foi quando tudo deu errado. Sua mulher entrou no quarto e viu toda aquela cena. Corri até a cama, peguei um lençol e cobri a minha parte de cima. A mulher ficou louca.

- O QUE É ISSO, LOUIS? – ela berrava, eu estava querendo morrer de rir por dentro, mas ter pelo menos um pouco de respeito é bom nessas horas.

- Eu posso explicar. – ele olhou pra mim e eu não expressei nada, apenas o olhei com o mesmo olhar – Ta, eu não posso explicar.

E ai começou uma discussão, eu peguei minhas coisas e sai. Não sei o que aconteceu e também não me importo com isso. Só sei que recebi uma ligação no meio da noite, eu já estava dormindo.

- Alô? – disse.

- Oi [S/N], ta ocupada?

- Não, por que? É o Louis?

- Sim amor, quer vir aqui em casa?

- O que? Depois daquilo tudo?

- É! Agora eu estou livre. Você sabe que eu só estava ainda com ela por causa da Modest, eu não amo ela.

- Ai Louis, você é louco mesmo. – já me levantei da cama e comecei a procurar uma roupa. – Eu já estou indo.

Me arrumei e fui até sua casa, toquei a campainha e sem ao menos me dizer um oi, Louis já veio me agarrando.

- Isso não é mais errado, olha que legal. – ele disse entre os beijos.

- Agora tudo que é certo é mais gostoso?

- Com certeza. – ele riu e voltou a me beijar.

Então aí todo mundo sabe o que aconteceu, quando terminamos de fazer “amor”, ele se deitou ofegante ao meu lado.

- Você é incrível, em todos os sentidos. – ele disse e eu sorri.

- Você também é, em todos os sentidos também.

- Eu acho que te amo.

- Acha?

- Não, você tem razão. Eu amo muito você. – ele me deu um selinho.

- Eu também te amo, boo.

- Fica comigo?

- Oi? – por isso eu não esperava, nunca pensei que fosse passar além do que tínhamos.

- Namora comigo? Seja minha?

- Louis, eu não sei, eu.. – pensei – E a Modest?

- Querida, foda-se a Modest, eles não mandam em mim. Eu quero você e é isso que eu vou ter, certo? – o que eu poderia dizer para aqueles olhos azuis? Pra aquela pessoa perfeita em minha frente? Pro meu homem?

- Certo, boo.

Desde então, começamos a namorar e estamos juntos até hoje.

Ps.: Casados e com 2 filhos. :)

 

/Jaz