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One Shot Niall Horan

Pedido: Esse peido foi feito pela linda da Bia desculpa a demora, mas espero que você goste. “Eles não tinham nada a ver um com o outro, além da vontade de ficarem juntos.”

Não se esqueçam de clicar no coração favoritando o imagine me deixando ainda mais feliz, muito obrigada a todos que acompanham os imagines do tumblr, vocês não fazem ideia do quanto são importantes para mim.

- Paula

—-

- ENTÃO VAI SE FODER HORAN. – S/n grita mais uma vez com o idiota do seu namorado que chegou às 2 horas da manha em casa caindo de bêbado.

- EU QUERO FODER VOCÊ PORRA. – Ele grita na cara da doce menina frágil a pegando nos braços e a levando para o quarto jogando-a na cama sem nenhuma delicadeza.

- EU NÃO VOU TRANSAR COM VOCÊ. – Grita quando ele fica por cima, mas sabe que essa é uma causa perdidas, pois ela nunca consegue dizer não para seu lindo menino de olhos azuis.

- Por favor, tive um dia terrível me deixa ser feliz só agora. – Ele pede mais calmo enquanto beija seu pescoço.

- Isso não é desculpa para encher a cara e aparecer aqui as duas da madrugada você sabe que não gosto disse. – Vai ficando mais calma e ao mesmo tempo excitada com a mão de Niall que passa do seu seio para sua barriga e vai descendo lentamente entrando na sua calcinha e tocando o ponto de maior prazer no corpo da garota.

- Eu sei. – Niall passa a ponta do nariz no pescoço da sua menina e vai descendo de encontro a onde a mão dele esta arrancando pequenos gemidos da sua garota.

  Niall é o tipo de cara que adora esta metido em confusão apesar disso tirar o juízo da sua menina, Niall é canto em uma banda que está comendo a fazer sucesso ele quer alcançar o mundo com seus companheiros de banda, gosta de está em festas e gosta de pegar mulher ele não ligava para elas até que conheceu uma doce menina durante um show uma menina que é calma não gosta de está em festas não gosta de bebidas faz de tudo para evitar confusão se dedica ao máximo na sua faculdade de medicina veterinária, ela nutre um grande amo por animais e seu sonho é abrir uma clinica veterinária e poder cuidar daqueles que não podem se cuidar sozinho.

   Mas sua vida virou de cabeça para baixo quando conheceu esse garoto rebelde que a faz perde a cabeça em vários sentido, ela nunca chorou tanto e nunca foi tão feliz ao mesmo tempo.

  Niall por outro lado vem mudando e tentando ser alguém melhor para sua garota ele quer ser aquele cara que ela pode apresentar para os pais sem medo de o rejeitarem, ele sabe que não demostra corretamente seu amor por ela, mas ele tenta com gestos simples somo ajuda-la a estudar mesmo que ele não entenda nada ou só ficar olhando e abraçando ela enquanto assistem a seus filmes e series de TV favoritos, ele enxuga suas lagrimas quando ela chora com os personagens, mas não consegue evitar as lagrimas que ela derrama quando eles brigam.

  Mas apesar de tudo eles continham juntos, já faz um ano e meio de namoro apesar deles não terem nada a ver um com o outro, além da vontade de ficarem juntos e é essa vontade que os mantem juntos porque eles não conseguem parar de brigar, mas também não conseguem parar de se amar.

                                                                    ***

- Vem cá, fica deita que faço uma massagem para a dor passar. – Niall coloca sua garota deitada na cama e começa a massagear as costas dela que no momento está morrendo de dor devido à queda que levou na faculdade.

- Fiquei com tanta vergonha de cair desse jeito na frente do professor. – S/n fala com a cabeça encosta no travesseiro e ainda sentido a vergonha de mais da metade da sala ter rido dela.

- Vou socar a cara de todos os idiotas que riram de você, ninguém pode rir da minha garota assim. – Ambos sabem que o que Niall está dizendo é verdade e sinceramente ela adora quando ele a defende de moto tão radical, ela ama saber que quando chegar em casa pode contar com seu garoto revoltado para cuidar dela assim como ele está fazendo agora.

-Se você fizer isso vai ser preso de verdade dessa vez. – Ambos dão pequenas risadas lembrando-se da vez em que Niall quase foi preso por bater num engraçadinho que pegou na bunda da sua menina quando eles estavam em uma festa.

- Vou nada sabe por quê? – Niall fala no pé do ouvido dela.

- Por quê? – Sua respiração começa a ficar mais rápida.

- Porque eu sou a porra do Niall Horan. – Morde seu lóbulo.

- Convencido.

  Niall vira sua garota de barriga para cima e começa a fazer cocegas em sua barriga até que ela esteja chorando de tanto rir.

 São momentos assim de felicidade de proteção de amor que fazem eles aguentarem firme tudo que acontece em suas vidas para poderem ficar juntos.

                                                              ***

- Não minta para mim eu vi a porra daquela garota se esfregando em você. – S/n esta furiosa com Niall, eles estavam em uma festa na casa de um amigo quando ela foi ao banheiro que voltou tinha uma loira qualquer no colo de Niall dançando para ele.

- ELA TINHA ACABO DE SENTAR NO MEU COLO PORRA EU JÁ IA TIRAR ELA, MAS AI VOCÊ APARECEU DANDO ATAQUE. – Niall exclama com os braços para cima, S/n que não aguenta mais a desculpas vai para o quarto com ele indo atrás dela. – Me escuta, por favor, só dessa vez. – Niall a segura pelos braços e olha dentro dos olhos de sua menina que só demonstram magoa e lagrimas, varias lagrimas molhando seu rosto.

- Fala. – Sua voz sai embargada e fraca, o nó em sua garganta a impede de falar.

- Eu sei que no passado eu era um tremendo de um galinha eu tenho perfeita consciência disso, mas porra estamos juntos há três anos e nesse tempo todo eu venho mudando por você, eu não sou mais tão possessivo quanto antes, não tento matar qualquer um que se aproxime de você e porra eu não ligo para nenhuma dessas vadias quando eu tenho você aqui do meu lado nos meus braços, eu não preciso de mais ninguém, se você tivesse chegado cinco segundo depois veria eu tirando ela do meu colo, eu amo você e só você.

 E pela primeira vez Niall disse que amava, embora eles brigassem a toda hora ela fosse embora ele fosse embora Niall nunca tinha admito que ama aquela garota e ela sabia no seu coração que ele a amava e ouvir isso foi como se fogos de artificio explodissem na sua barriga a famosa sensação de borboletas voando em seu estomago, porque apesar de tudo ela também o ama.

- Eu também te amo. – E sem mais nenhuma palavra puxa a cabeça dele de encontro com a dela selando suas bocas numa bolha de amor que ninguém mais seria capaz de romper.

  Eles tiveram um começo conturbado sim, mas com o tempo um foi se adaptando e mudado pelo outro embora sejam opostos, mas é isso que mantem aceso o fogo da relação deles e o fogo desse casal ninguém nunca conseguiu apagar.

Não esqueçam de clicar no coração favoritando o imagine e me deixando feliz  

Low-budget, no-waste shopping list

This is my fallback for when I know I’m going to need to cook at least 3 nights a week and won’t be able to order in or drive thru for meals.  

Cooking Supplies

  • Pam nonstick spray or extra butter/olive oil
  • Aluminum foil
  • Parchment paper

Meal Ingredients

  • 2 boxes of linguini and/or spaghetti noodles
  • 1 box rotini pasta
  • 3 jars pasta sauce
  • 1 large bag shredded mozzarella
  • 1 large bag shredded or grated parmesan
  • 1 bulb garlic
  • 1 onion
  • 2 bags frozen veggie medley in steamer bags
  • 1 gallon of milk
  • 1 gallon of vanilla almond milk
  • 6 skinless chicken breasts
  • 2 lbs ground beef
  • 2 lbs ground spicy Italian sausage/breakfast sausage
  • 1 package hot italian sausage links
  • 2 or 3 baking potatoes
  • 1 package bacon
  • 12 eggs
  • unsalted butter
  • olive oil
  • garlic powder

Snacks, Sides, and Quick Meals

  • 1 bag frozen french fries
  • 1 loaf french bread
  • 1 loaf sandwich bread
  • 1 package English muffins
  • peanut butter
  • jelly
  • honey
  • saltines or Ritz crackers
  • 2 boxes cereal (for variety)
  • 1 bag M&Ms
  • 1 bag Skittles
  • deli meat (sliced lunch meat)
  • cheese slices
  • block of cheese for snacking
  • grapes
  • bananas
  • apples
  • pepperoni
  • ground coffee

What to make with this list?

  • Broiled chicken seasoned with olive oil, garlic, salt and pepper, served over pasta and alfredo sauce with steamer veggies on the side
    2 spoons, 2-3 meals
  • Half-arsed lasagna (I submitted this one recently, not sure if it’s up yet - if mods approved, please link?) with garlic bread
    4-5 spoons, 6-8 meals
  • Spaghetti with garlic bread (add in ¼ lb of ground beef browned and mixed in sauce for extra iron/protein)
    1-2 spoons, 2-4 meals
  • Bacon, egg, and cheese sandwiches on English muffins
    2-3 spoons, 1 meal each
  • Breakfast patty sandwiches (sausage patty made from ground sausage and a slice of cheese) on English muffins
    2-3 spoons to prepare, 1 spoon to reheat, 1 meal each
  • Lunch meat and cheese slice sandwiches
    1 spoon, 1 meal each
  • Peanut butter and jelly sandwiches
    1 spoon, 1 meal each
  • Grilled sausages with onion and potato, baked potato and garlic bread on the side
    3-4 spoons, 2-3 meals
  • Naked chicken tenders (grilled with a little olive oil, salt, and pepper) or breaded chicken tenders (flour, egg white, salt, and pepper fried in olive oil) with baked french fries and veggie medley
    4-5 spoons, 4-5 meals

Snacks/Desserts

  • Coffee
    1-2 spoons
  • Frozen Coffee/Specialty Coffee
    2-4 spoons
  • Peanut butter and banana and/or honey sandwich
    1-2 spoons
  • Grown-up lunchables (ritz crackers, cheese block, pepperoni, and grapes)
    2-3 spoons
  • Baked from frozen french fries (season if you want!)
    1 spoon
  • Baked potato with butter, salt, and bacon
    2 spoons
  • Cereal with milk or as a crunchy snack
    1 spoon
  • Candy (put it out in big bowls so you grab it in handfuls instead of eating it out of the bag to reduce urge to overeat, if you want to avoid that)
    1 spoon
  • Apple, grapes, or banana
    1 spoon

I hope this helps.  :)  This feeds me and my boyfriend 2-3 meals a day (he sometimes eats lunch at work) plus snacks for about 1.5-2 weeks, normally.  We often have a friend over on the weekends who eats with us, so take this with a grain of salt.  You could probably make it stretch for 2 people and 1 child.

amp up your snacks
  1. Take an apple and grab a slab of cheese. Cheddar’s my favorite. You can cube the cheese if you want, or cut off chunks. 

    Basically just pair bites of apples with bits of cheese. It’ll get you protein and energy, as well as being healthy-ish. The cheese is very filling too.

  2. You can also mix together salt and chili powder to taste and dip apple slices in the powder and eat. It gives it a little more bite and makes it feel more like you’re eating food rather than just a snack. 

  3. Pickled onions+bites of cheese+any bread you have. No butter or anything. All you have to do is take the stuff out of the fridge, then sit down and eat. Not hugely nutritious but filling and it gets you carbs+protein again.

  4. Peanut butter out of the jar paired with chocolate milk is enough to count as a breakfast some mornings. The chocolate milk helps with immediate energy, the peanut butter keeps me coasting until lunch.

All of these are literally ‘my blood sugar has crashed and I’m going to faint if I don’t get a meal in my stomach’ food. It’s not intended for guests but for emergency nights when you are so exhausted that even standing is difficult.

Chocolate Mug Cake

There’s a lot of chocolate mug cake recipes out there, but I’ve found this one to be the easiest. Sometimes when I’m low on spoons all I want to eat is something sweet, and this recipe does have a whole egg in it for some protein.

What you need:

  • One egg
  • ¼ cup powdered sugar
  • 1-2 tablespoons cocoa powder (depending on how chocolatey you want it)
  • One mug

Instructions:

  1. Crack the egg into the mug.
  2. Mix in powdered sugar and cocoa powder with a fork.
  3. Microwave for 50-60 seconds.
  4. Eat out of mug!

More spoons?

  • mix in chocolate chips to the batter before microwaving
  • try pouring some half and half, milk, or even cream over the cake before eating
  • stir in some spices like cinnamon or nutmeg before microwaving
  • in order to make clean up easier, spray the mug with cooking spray before adding ingredients

One Shot - Harry Styles

  • Pedido

- Quem é Mark? - respirei fundo pela milésima vez e ignorando-o completamente eu me sentei no sofá e liguei a TV - (s/n), eu estou falando com você! Quem é Mark?

- Caramba Harry, eu já te disse. Mark é um estagiário da empresa.

- E desde quando você tem o número dos nossos estagiários?

- Desde que ele precisou se ausentar porque sua filha estava em estado grave no hospital e eu liguei pra saber como a criança estava. Só isso!

- Só isso? O que acharia se eu ligasse pra uma estagiária fora do horário de trabalho?

- Depende do assunto que você iria tratar com ela, Styles. - continuei comendo calmamente o sorvete que havia colocado pra mim.

- Eu iria perguntar da filhinha dela. - fez voz fina e eu gargalhei - Não ri de mim.

- Desculpe.

- Mas e então… - bateu o pé no chão.

- Então o quê?

- O que me diz dele? - eu ri.

- Nada, é só um estagiário qualquer da nossa empresa. Se quiser pode ligar pra ele e perguntar também, ele e a mulher dele iriam adorar. - sorri de canto e Harry suspirou.

- Ele é casado?

- Sim, é.

- Droga. - coçou a nuca e jogou o meu celular do assento ao meu lado - Desculpa - beijou-me rapidamente - Quer massagem?

- Como desculpas? - ri.

- Sim.

- Está esperando o quê? - Harry revirou os olhos rindo logo após e iniciando a massagem em meus pés e depois ombros.

11 a.m.

Olhei o relógio e corri apressada até os portões principais da empresa. Cumprimentei todos e praticamente corri pra minha sala, eu tinha uma reunião na internet com uns chineses malucos que não podiam fazê-la pessoalmente.

-  “nǐ hǎo” - falei olá, a única palavra em chinês que eu consegui aprender, abaixando minimamente a cabeça e iniciando a reunião que durou duas horas. Demorou mais porque o tradutor ao meu lado precisava me explicar tudo - Isso me cansou demais. - falei esticando as costas depois que acabou. O tradutor riu.

- É verdade, ouvir chinês não é mole.

- Pois é. - ri encarando meu celular. Dez mensagens do Harry. Isso mesmo, dez! - Jesus Cristo! - arregalei os olhos.

- O que houve?

- Ãhn… Nada. - ri fracamente - Está liberado, pode ir.

- Obrigado.

Eu esperava o rapaz sair para poder retornar as mensagens do Harry e até ligar pra ele, mas antes disso o vi entrando na sala com os cabelos bagunçados provavelmente de tanto mexer neles e o seu rosto vermelho combinando com seu maxilar trincado.

- Olá, senhor Sty… - o homem tentou falar, mas Harry fechou a porta na cara dele.

- O-oi. - gaguejei encarando-o.

- Oi? Oi é uma porra, (s/n)! O que vocês estavam fazendo aqui, hein? - vasculhou o escritório e voltou pra me encarar.

- Numa reunião? - arqueei uma sobrancelha - Acredito que minha secretária tenha te dito.

- Disse. Mas duas horas aqui dentro?

- Sim. Eram chineses. - revirei os olhos e os ombros de Harry ficaram menos tensos - Só acho que isso está indo longe demais, Harry. Você é meu marido, casado comigo há dois anos, tem que me respeitar e confiar em mim.

- Eu… Eu sei… - colocou o cabelo pra trás e respirou fundo - Desculpa, amor. - aproximou-se e beijou minha testa - Que vergonha!

- Pois é. Não faz mais isso, por favor.

- Tudo bem. - sorriu de canto, totalmente sem graça.

- O que faz aqui? Hoje você não tinha nada na empresa pra fazer.

- Eu vim porque… Porque…

- Não acredito, Harry. - interrompi - Ciúmes?

- É.

- Você veio só por isso?

- Sim. Desculpe. - abaixou a cabeça.

- Patético.

- Desculpa, porra! Pensa pelo meu lado também, eu tenho uma mulher linda, independente, firme, inteligente, simpática e tantos outros adjetivos bons que eu já ouvi de outras pessoas por aí… Você acha que eu fico como? Fico com medo, medo de chegar alguém melhor que eu e te levar de mim. - esfregou as mãos no rosto e prendeu o cabelo - Vou pra casa, conversamos lá.

- Não, calma aí. - eu não podia deixá-lo ir embora depois de me dizer o motivo de estar nessa crise de ciúmes por semanas - Eu te amo, Harry. Você vai ter que aprender a confiar em mim. Por favor. - acariciei seu rosto e beijei a ponta do seu nariz. Ele sorriu.

- Vou tentar, eu prometo.

- Eu estarei do seu lado sempre, senhor Ciúmes. - falei fazendo-o rir.

(…)

As semanas se passaram tranquilamente e Harry ligava todos os dias pra mim, mesmo estando na empresa, digamos que a três metros de distância de mim. Eu respirava fundo e o correspondia, até porque se entrássemos em colisão agora ele provavelmente pioraria de comportamento.

- Vamos pra casa agora? - ele me olhou com um biquinho ridiculamente fofo.

- Não, tenho que terminar de ler esse relatório aqui.

- Deixa pra amanhã.

- Amanhã é o dia de repasse.

- (s/a)…

- Só se você me deixar ler ele em casa.

- Na nossa cama?

- Sim.

- Nem pensar.

- Mas Harry…

- Então fica aí mesmo. - me interrompeu. - Vou pra casa. - bateu a porta e eu respirei fundo enquanto guardava as coisas às pressas.

- Amor! - chamei enquanto corria atrás dele no estacionamento.

- Oi?

- Vou com você. - entrei no carro antes que ele negasse.

- E cadê os papéis? - questionou quando entrou no carro também.

- Está vendo alguma coisa aqui comigo? - arqueei as sobrancelhas.

- Não.

- Pois bem, deixei tudo na minha sala. - falei fazendo-o sorrir.

- Então você é só minha?

- Sim, todos os dias, todas as horas, minutos e segundos. - eu disse segurando sua mão e a beijando - Agora dirige e vamos pra casa.

- Você prepara aquele omelete que eu gosto?

- Ah meu Deus! - coloquei as mãos na cabeça e Harry me olhou confuso - Você me tirou do meu trabalho pra me fazer de escrava? - perguntei fazendo-o rir.

- Não, te tirei do seu trabalho porque estou sentindo falta da minha mulher e estou de saco cheio da minha sócia.

- Ow! Pode ter certeza que ela vai saber disso amanhã.

- Não conte pra ela, por favor. - colocou o dedo indicador na boca, como se pedisse silêncio.

- Vamos ver se você merece.

(…)

Harry me auxiliou no preparo do nosso jantar e escolheu um dos vinhos que tínhamos para colocá-lo na geladeira. Enquanto a lasanha, que era a única coisa que sabíamos fazer, estava no forno eu fui tomar banho e colocar uma roupa mais confortável para jantar. Harry fez o mesmo.

- Isso está uma delícia. - ele disse fechando os olhos me fazendo rir.

- Isso é uma lasanha, amor. Não fale assim da comida.

- Uh, desculpe Deus. - ele ergueu os braços para o céu e isso me fez rir mais. Eu me casei com um bobão ambulante - Mas então… Quando que você irá me fazer um carinho, hein?

- Oh céus! - limpei minha boca e me levantei para ir até ele e sentar em seu colo - De onde veio tanta manha?

- Não é manha. - fez careta.

- Carência?

- Melhorou. - fechou os olhos com a carícia que eu fazia em seu cabelo - Só estou com saudades mesmo.

- Sei… - cerrei os olhos, beijei-o e prossegui com o carinho. Harry, minutos depois, me levou no colo até o sofá, sentou-se de maneira esparramada e me deixou em cima dele.

- Agora quero beijos e depois massagem.

- Harry…

- Amor, estou com sauda…

- Já sei - interrompi-o distribuindo beijos pelo seu rosto e pescoço. Depois de um tempo fiz a massagem nas costas que ele tanto pediu.

Aquela noite foi de total carinho, amor e risadas.

(…)

- Vem (s/n), a Candace vai dançar no ferro. - Karen disse batendo palmas e pulando animada. Sim, ela estava bêbada e eu não estava muito diferente.

- Pole Dance, sua burra. - Rachel disse revirando os olhos enquanto tentava se manter em pé.

- Já vou, meninas. Só tenho que responder o Harry.

- Ele mandou mensagem de novo? - Rachel riu balançando negativamente a cabeça - Que homem grudento, Senhor!

- Para, não fala dele assim.

- Tudo bem! - ergueu os braços como se estivesse se rendendo - Mas é bom você dar muito carinho a ele porque um homem daqueles não se joga fora, viu? E carente do jeito que está alguém pode vir e… - ele fez sinal com as mãos de duas pessoas se beijando - Faz por você.

- Ah, tudo bem. Conselhos de uma bêbada agora.

- Isso mesmo. - ela disse gargalhando - Aceita se quiser, estou bêbada, te dou um desconto - piscou o olho.

- Mas pior que você tem razão.

“Estoi indp pars casa” -  digitei rapidamente com a visão ainda turva. Se eu sabia que estava errado? Claro que sabia, mas eu não estava em condições motoras de corrigir.

“Eu vou te buscar, fique aí.” - consegui ler o que Harry mandou e ri.

- Ele está vindo me buscar.

- Homem grudento - Rachel disse colocando o dedo na boca e fingindo que vomitava - Mas eu gosto dele mesmo assim.

- Vou embora, acho que estou começando a ser infectada com esse seu vírus de idiotice.

- Não é vírus não amiga, é cachaça mesmo. - gargalhou erguendo o copo de cerveja e eu tive que rir também. Às vezes era bom entrar na onda.

- (s/n)! Você está bêbada?

- Só um pouquinho. - fiz um gesto com os dedos pra indicar pouco e ele me segurou em seus braços.

- Um pouquinho? Sei. - me arrastou para o carro.

- Não briga comigo, vai. Eu só estava bebendo um pouco com as minhas amigas.

- Bebendo um pouco? - colocou o cinto em mim e tomou o seu lugar de motorista - Eu não vou brigar com você, amor. Está tudo bem. - segurou meu rosto e me beijou - Mas agora vamos pra casa que eu vou te colocar numa banheira bem quente, pedir uma pizza e depois nós vamos dormir. Sim? - apertou minha mão.

- Sim. - sorri e beijei sua mão enquanto ele dirigia.

Meu marido poderia ser meloso, grudento, carente e ciumento, mas acredito que um pouquinho de cada característica dessa que ele tinha apenas o tornava um marido maravilhoso para mim. Não o perfeito, mas o suficiente.

Jess

Avocado pasta

This is a great recipe for creamy pasta if you can’t eat dairy products. It’s also quite healthy and can be eaten hot or cold.

You need:

  • pasta
  • 1 avocado
  • 1 tomato
  • 1 tablespoon olive oil
  • lemon juice
  • salt and pepper
  • garlic powder

Method:

  1. Cook pasta in salted, boiling water. Drain in a colander.
  2. In a bowl, mash the avocado with a fork.
  3. Add olive oil, lemon juice, salt, pepper and garlic powder.
  4. Dice the tomato and add it to the bowl.
  5. Add pasta and mix.

Cherished

Os últimos acontecimentos me fizeram repensar em algumas atitudes e coisas ditas. Talvez eu não tenha pensado direito quando uma vez disse que nunca me apaixonaria, quando tantas e outras vezes que me sentia orgulhosa em estufar o peito e dizer para quem quisesse ouvir que nunca sofreria do mal chamado amor. Acordei pensando nisso e fiquei ali deitada, não sei por quanto tempo exatamente, pensando nisso. Nunca tinha me considerado uma pessoa namorável, sempre fui fiel ao pensamento de que morreria velha com alguma doença respiratória por conviver com tantos gatos. Esse sempre só durou até conhecer Harry. Uma pessoa incrível por dentro e por fora. Que me fez perder o ar e minha linha de raciocínio.

No começo fora difícil, era complicado ver que eu tinha me tornado vítima de mim mesma, digo, que acabei fazendo aquilo que jurei nunca fazer. Sentir o que nunca queria sentir. Ter que deixar meu orgulho de lado era algo que nunca tinha feito antes e era horrível. Tinha que decidir entre meu orgulho ferido e ser feliz junto a Harry, não precisei pensar muito sobre a decisão. Joguei-me de cabeça nesse relacionamento, mesmo com o medo me perseguindo. Aprofundei-me nessa relação e me apaixonava cada vez mais, mesmo não querendo admitir na época.

Nem todos aceitaram, mas Harry dizia que já esperava por isso e nem assim mudaria sua opinião. Ele dizia seguro de si que era comigo que estava e queria ficar, que era comigo que estava sendo feliz e não poderia ser amigo de alguém que não respeitava sua felicidade. Ao mesmo tempo em que ouvir aquilo dele me preenchia, por saber que estava feliz comigo, era triste vê-lo se distanciar de algumas pessoas e a culpa me consumia. Ele disse várias e várias vezes que não era para me preocupar, que ele sabia o que estava fazendo. Dizia estar cansado de ter que namorar meninas vazias só para agradar as lentes de disparos frenéticos da mídia. Completamente teimoso, não importava o quanto eu lhe dissesse.

Aos poucos tive minha aceitação por parte de seus fãs. Porém se alguém perguntasse o que éramos nenhum de nós tínhamos a resposta. Não sabíamos. Éramos felizes um com o outro e nos completávamos, nos sentíamos bem. Aquilo bastava, não precisava de rotulações.

— No que tanto pensa? — Ouço sua voz rouca e baixa soar, me causando um arrepio. Era engraçado pensar em como tanto tempo juntos ainda Harry conseguia me fazer como se estivéssemos em nosso primeiro mês de namoro. Aonde tudo é novo.

— Bom dia para você também! — Dou uma leve risada e lhe dou um selinho. Era tão gostoso acordar com seus braços me apertando e puxando para mais perto de si. Além de ouvir seu ‘Bom dia’ preguiçoso seguido de um sorriso, sem abrir os olhos. É impressionante como Harry consegue me distrair, mesmo que eu me vigie para não ser pega por ele. — Eu só estava pensando… — E estava, em como tudo começou.

— E estava bastante concentrada, já faz um tempinho que acordei e você está ai parada encarando o teto. Primeiro achei que tinha algo de errado, mas era só você pensando. —  Riu. Dei um leve empurrão em seu braço desnudo e acabei rindo junto. O riso perto dele sempre é fácil.

Passei a encará-lo e ele fez o mesmo comigo. Tinha um sorriso bobo brincando nos lábios e aposto que eu não estava diferente. Uma de minhas manias começou a tomar lugar, observá-lo por completo nunca me enjoava. Eu tinha uma pequena visão do céu em minha frente. Seus cabelos agora ainda maiores estavam emaranhados e espalhados pelo travesseiro, sua cara de sono é a coisa mais adorável que já vi. Seus incríveis olhos verdes estavam ainda mais brilhantes por conta da pouca luz do Sol que saia das frestas da janela, realçando os vários tons de suas íris. Seus lábios sempre tão rosados nunca deixavam de serem convidativos. Ele percebeu meu olhar sobre aquela parte específica e me provocou os umedecendo com a língua e depois prendendo com os dentes.

— Você é mal! — Fiz bico.                                                                      

— Eu? Claro que não. — Irônico? Magina. Beijou-me, me fazendo desmanchar o bico e sorrir involuntariamente. — Eles só estavam ressecados. — Deu de ombros, sorrindo ladino. Não temos pressa. Queria ficar com ele assim, com minha cabeça em seu peito e seus braços sobre minha cintura o restante do dia, mesmo que tenha acabado de iniciar.

Quando mencionei inicialmente sobre últimos acontecimentos me referi a inúmeras fases em passamos. Para começar, começamos a ter inúmeras brigas. Achava que era saudável todo casal ter, mas não com tanta frequência. De repente tudo era motivo para começarmos a gritar um com o outro. Ciúmes, desconfianças, acusações e o que mais viesse. Praticamente todo dia, quase não havia trégua. Foi então que a ideia de que não nos pertencíamos começou a surgir em minha cabeça. Automaticamente vinha a minha cabeça nossas inúmeras diferenças, uma lista de prós e contras.

Deixamos de ir um na casa do outro com tanta frequência, saíamos sempre, mas não um com o outro, sempre com amigos sem a presença de um. Veio então uma turnê longa, de quase um ano. Mal nos falávamos, mas a saudade era grande e não conseguíamos aguentar tanto tempo sem nos ver. Acredito que tenha ido uma ou duas vezes aos shows, mas logo voltava por conta da faculdade. Telefone, mensagens, webcam, redes sociais, dávamos um jeito de nos vermos ou conversarmos. Mas já não tinha tanto entusiasmo.

Fotos e mais fotos em sites de Harry sempre acompanhado por modelos, quando lhe questionava ele sempre me dizia serem amigas ou namoradas de amigos. Sempre as famosas “fontes” apareciam em notícias, dizendo que ele tinha passado a noite com uma garota em seu quarto de hotel. Eu já não estava aguentando mais, estava arrasada, para mim aquilo bastava, não iria ficar sofrendo assim, decidi voltar para onde nunca deveria ter saído: Brasil. Não sei como, mas ele ficou sabendo e conseguiu me convencer a ficar. Quando nos vimos novamente, ele chorou e eu também. Não sou dessas que acredita nesses “bordões”, mas ali percebi o sentido de que só sentimos falta de algo ou alguém quando estamos prestes a perdê-lo, foi exatamente o que aconteceu. Aquele quase rompimento nos uniu mais ainda. Passamos a morar juntos e a fazermos planos para o futuro.

— Amor? Você está fazendo de novo! No que tanto você pensa? — Me encarava sério. — Não adianta tentar esconder algo de mim, (S/n). Eu te conheço muito bem. — É verdade, ele me conhece como ninguém. Sabe dos meus sorrisos sinceros, das minhas emoções, poderia até chutar que também de meus pensamentos. Com o tempo aprendi a amar não só suas qualidades, que são muitas, mas principalmente seus defeitos. Amar. Olhando para ele em minha frente, percebo o quanto amo esse homem com todas as minhas forças, com toda a minha alma.

— Sobre nós. — Respondi e vi sua expressão se suavizar. Tinha problemas em expor meus sentimentos, mas por Harry faria tudo. A junção de duas músicas que amava era a forma perfeita de expressar o que sentia. Tinha algo nele que me fazia pensar ser impossível viver sem ele, gostava dele exatamente como ele é. Harry envergonhado é a coisa mais fofa nesse mundo e ele estava neste exato momento. Ver suas bochechas ganharem cor me dava uma vontade enorme de apertá-las. Ele entrou em minha vida como quem não queria nada, mexeu comigo de uma forma inacreditável, me bagunçou inteira. Ele me mostrou o lado bom da vida, com ele descobri e consegui ser finalmente eu mesma. Ele me ensinou a gostar de mim como sou, me amou, me apoiou, cuidou de mim. Eu nem sei ao certo o que mais dizer, só sei que sou louca por esse homem.

— E posso saber o que exatamente a senhorita tanto pensa sobre, nós? — Disse, tentando não mostrar seu lado mais sensível. Eu o conhecia bem para perceber.

— É mais sobre você do que nós, na verdade. — Sorrio.

— E o que seria? — Perguntou agora curioso.

— A mais certeza de todas, que eu te amo.

One Shot ~ Niall Horan

- (s/n), temos que ir agora se não o jogo começa antes de chegarmos e seu pai vai ficar bravo.

- Calma, eu só preciso mandar uma mensagem para a Celine dizendo que venha buscar o Foop depois.

- Depois?

- É, ele vai conosco ver o jogo.

- Você vai levar um cachorro conosco para o jogo do seu pai? - minha mãe perguntou incrédula.

- Sim, vou. É isso ou nós iremos nos atrasar ainda mais esperando a Celine chegar. Ela vai buscá-lo durante o jogo, ele nem vai incomodar.

- Está bem, vamos logo. - suspirou pegando a bolsa e eu fiz o mesmo enquanto pegava com a outra mão o pequeno cachorrinho.

- Foop está cada dia maiorzinho, não acha mãe? - perguntei alisando o cãozinho enquanto minha mãe dirigia.

- Acho. E acho também que a sua amiga deveria parar de deixar o cachorro dela com você, fica parecendo que você é a babá dele. - revirei os olhos.

- Amo o Foop e pretendo ficar com ele sempre que a Celine precisar.

Chegamos no local onde aconteceria o torneio de golfe e logo vimos meu pai, ele rapidamente acenou para nós e prontamente o correspondemos. Sentamos nas primeiras cadeiras e observamos o vasto campo de golfe. Coloquei a coleira em Foop e o deixei no chão.

- Loirinho bonito, não acha? - minha mãe apontou para um rapaz ao longe.

- Não consigo enxergar direito.

- É, realmente. Nenhum rapaz você consegue enxergar direito.

- Mãe! - repreendi quando algumas pessoas perto de nós me olhou.

- Por isso não arranja um namorado, está sempre voando. Alheia a tudo!

- Chega. - sussurrei e sorri para o meu pai que se aproximava. - Acho que vi um campeão. - brinquei após abraçá-lo.

- Acho que vi a filha de um campeão. - piscou e beijou minha mãe. - O que foi?

- Sua filha que não se interessa nos rapazes.

- Deixe que minha princesinha arranjará um homem a sua altura quando for a hora. - beijou minha testa e sorriu.

- Obrigada, pai. - falei envergonhada. Desnecessário ele me chamar por aquele apelido na frente dos outros.

- Você conhece o loirinho ali? Ele daria um belo par para a nossa filha. - minha mãe apontou com o queixo para o rapaz que falara e eu acompanhei o olhar dos dois.

- O Niall? - meu pai franziu os lábios. - Niall Horan é o meu oponente.

- É?

- É. Ele é um dos melhores.

- Depois de você, claro. - concluí e meu pai sorriu abertamente.

- Por enquanto é bom que você mantenha a distância dele, por favor. - pediu.

- Não se preocupe, pai. Eu nem quero chegar perto dele mesmo. - pisquei e minha mãe fez careta. - Gente… - tentei falar quando olhei para o chão e não vi Foop. - Cadê o cachorrinho?

- Vocês trouxeram o cachorro? - meu pai perguntou incrédulo.

- Sim, sua princesinha insistiu. - minha mãe disse.

- Pai! Mãe! Me ajudem a procurar! - pedi já desesperada. Celine ia me matar!

- Ai! - ouvimos um grito que chamou a atenção de todos e ao olharmos pude notar Foop com os dentes fincados no tornozelo do tal Niall, oponente do meu pai. Céus, como o mundo conspirava contra mim!

- Foop! - gritei correndo até os dois e depois de muito insistir consegui retirar o cachorro de perto do rapaz. - Está doendo muito?

- Não, nem um pouco! - ele ironizou. Rapaz chato, merecia bem mais mordidas.

- Desculpe, ele… Ele nunca agiu assim. - tentei explicar enquanto um homem já colocava gelo no local da mordida. Acredito que fosse um médico.

- E você disse que esse cachorro não daria problemas. - minha mãe disse.

- Desculpe. - ignorei-a.

- Está tudo bem. - Niall confirmou com a cabeça para enfatizar. - Vamos continuar com o torneio. - ele disse saindo de perto de mim.

- Mas e a vacina? - o médico perguntou.

- Depois eu tomo. Preciso ganhar isso primeiro. - falou e vi meu pai cerrar os olhos. - Quem vai perder hoje? - riu.

- Eu sou o seu adversário, mas quem vai perder é você.

- Vamos ver. - sorriu e piscou para meu pai. - E você, por favor, segure seu cão. - disse e foi para o meio do campo.

- Meu Deus, mais um jogado fora. - minha mãe lamentou. - Você não tem jeito.

- Não estou atrás de namorado, mãe.

A partida começou e para o meu pai ganhar foi questão de minutos. Niall estava visivelmente prejudicado pela mordida em seu tornozelo e sempre que andava mancava e quando para sua expressão de dor era de dar pena. Foop permanecia quieto ao meu lado, pelo menos até Celine chegar e levá-lo. Contei o que houve e ela pediu um milhão de desculpas.

- Estou tão feliz que meu pai ganhou! - comentei. - É uma pena o Niall ter perdido e o pior é que foi por minha culpa.

- Pois é, se tivesse deixado esse cachorro em casa.

- Se eu tivesse segurado a coleira dele isso não teria acontecido.

- Dá no mesmo. - minha mãe respondeu brava. Ele queria que eu arranjasse um namorado a todo custo e aquilo me irritava muito.

- O que eles estão fazendo? - apontei para o campo ao ver meu pai e Niall jogando golfe novamente.

- Não sei, mas parece que é necessário pra poder concretizar a vitória de seu pai. - não deu nem tempo de concordar, apenas assim que ela terminou de falar eu senti uma dor forte na cabeça e fui obrigada a abaixá-la e tentar fazer amenizar com as mãos. - Meu Deus! - ouvi o grito da minha mãe, mas não conseguia falar. Meu mundo girava.

- Merda! - uma voz ao fundo gritava e passos rápidos se aproximavam. Tudo estava em câmera lenta. Que dor!

- Filha, você está bem? - senti mãos em meus ombros.

- Pai? - chamei.

- Oi, estou aqui.

- Minha cabeça. - levantei um pouco sentindo a dor tomar conta. - O que foi?

- Está sangrando, chamem um médico. - ele disse.

- Olha, me perdoa. Eu joguei a bola em você sem querer. - o rapaz que me tratou mal anteriormente disse. - Me desculpa mesmo. - ele ajoelhou-se ao meu lado.

- Tudo bem… - tentei balançar a cabeça, mas doeu. - Caramba! Isso dói muito. - ri fraco e ele me acompanhou.

- Joguei de uma distância razoável.

- Da próxima vez… - parei de falar quando o médico mexeu e estancou o sangue. - Segure sua força e calcule suas tacadas. - falei no mesmo tom que ele havia falado comigo em relação ao Foop.

- Uh! - ele riu. - Agora estamos quites, sim? - apontou para a mordida no tornozelo.

- Sim, estamos. - ri.

- Prontinho. Procure não mexer muito a cabeça e não tente dormir dentro de uma hora. - o médico disse.

- Certo. - sorri e ele se foi. Minha mãe e meu pai conversavam com o médico do clube de golfe. - Só não vou te xingar porque te prejudiquei hoje.

- Prejudicou?

- É, se eu não tivesse segurado o Foop ele não teria te mordido e você poderia ter jogado golfe decentemente.

- Foop? - ele riu. - Está tudo bem. Lembre-se que golfe é com as mãos. - ele piscou o olho e eu ri.

- Ok. - dei de ombros.

- Falando em cachorro, cadê ele? - olhou para os lados.

- Está com medo de outra mordida? - perguntei rindo e ele revirou os olhos para rir depois.

- Não, só estranhei ele não estar aqui.

- Minha amiga já veio buscá-lo. Ela é a dona dele.

- Ah… - balançou a cabeça positivamente. - Já que você está sem cão de guarda, o que acha de ir comigo na lanchonete do clube para comermos algo? Estou em dívida contigo.

- Estamos quites, lembra? - apontei para o seu tornozelo e ele riu.

- Isso foi um não?

- Isso foi um “não sei se meu pai acharia legal eu ir lanchar com o seu mais forte adversário”. - rimos. Niall levantou e foi até meu pai.

- Caro senhor. - meu pai encarou-o. - Eu gostaria de saber se sua filha e eu poderíamos comer alguma coisa na lanchonete como pedido de desculpas.

- Erm… - meu pai pareceu pensar e olhou para a minha mãe que o encarava esperançosa. - Se ela quiser tudo bem. - deu de ombros.

- Podemos ir então. - tentei levantar, mas a cabeça doeu. Fui rapidamente auxiliada por Niall. - Obrigada.

- Ah, eu sou Niall. - estendeu a mão.

- (s/n). - apertei-a.

- Seremos grandes amigos, (s/n). - sorriu de canto e eu repeti seu gesto.

- Sim, nós seremos.

Jess