120 min

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So I tried week 2 of c25k on the elliptical this morning and I liked it! Definitely gave me a bit more structure and was better than the automatic intervals I’ve been doing for a while. I use the elliptical with the crossramp, so my ‘walk’ was cross 6 resistance 4 with ~85 strides/min and then my 'run’ was cross 10 resistance 8 with ~120 strides/min. I’m excited to see how well this works as I get further along in the program!

Thanks for the encouragement @northernmomma and @fitness-my-way!

Now for a nice walk with dog because it is 60* in February!

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Hey, you!

Do you like scientific illustrations, and do you want to support me?
Well I got great news for you!

I’ve printed some of my best illustrations, and for €12,50 one could be yours!

Choose from:

Coleoptera - Otiorhynchus sulcatus (min. 220 x 150 mm)

Fungi - Amanita muscaria (min. size 120 x 90 mm)

Cnidaria - Phyllorhiza punctata (min. 170 x 110 mm)

You can cut the illustrations to the size you want: Ranging from A4 (297 x 210 mm; original size) to the minimum size (the actual size of the drawing).

Just send me an email ( cyan.illustrations@gmail.com ) to order one of these illustrations, and I will send it right away (world-wide shipping is possible)! 

- Werner

Normalidade é uma das palavras mais estranhas que conheço, define-se como “socialmente aceitável” ou “aquilo que é usual”, amar é aceitável, certo? Então porque julgamos o amor que não entendemos, como é que algo normal pode não ser aceite? É amor se eu amar meu cão, meu gato, minha mãe, minha primeira chupeta, é amor durante aqueles 120 min de filme, é! Amor declarado que supera todos os ódios que possam existir em mim. É tudo amor, desde a forma como te beijo ao mau jeito que tenho de “elogiar” minha irmã, é tudo amor, desde as lágrimas que choro por “amigos” às que choro por mim mesma. E continua sendo amor aquilo que sinto por aquela professora com um nome engraçado, aquilo que sinto pelo animal que já morreu tem 5 anos, pelo anel que perdi quando era criança. Não é normal? Agora todo o amor tem que ser forçosamente fraternal ou sexual? E o amor à música? A batida calma e violenta, às vozes roucas que me arrepiam? E pergunto-me onde se encaixa o amor próprio no meio de tudo isso que vocês não consideram amor de verdade. Amor de verdade tenho pelo ursinho que recebi tem 2 anos, pelos 30 cadernos onde escrevo meus diálogos interiores. A normalidade em si não é normal. “Ah, é um amor diferente.” Não é! Eu morria pela minha irmã, morria pelos meus cadernos, pelo meu ursinho inanimado! Morria, uma parte de mim ia e deixava saudade, e todos nós sabemos que se deixa saudade é porque foi amor… de verdade.
—  Cristina Lemos

Men’s final: drags for 120 mins scores one goal
People: fascinating
Women final: 5 goals in 30 mins
People: women aren’t as good as men and they are boring