*tay

One Shot Liam Payne 

  • Pedido por @manuellajamespayne - Faz um com o Liam que os dois são criminosos,meio que serial killer,e a polícia tá sempre na cola deles,eles têm um filho e tal,até que um dia,a polícia encontra eles,rola tiroteio e a (S/N) se machuca,os dois cuidam dela. Isso foi o que eu pensei na hora,se eu pensar em mais algum detalhe, te falo Brigada❤


Mais uma vez as coisas haviam se apertado para os Payne, mais uma vez eles teriam que correr para longe deixando tudo para trás e sem demora.

Uma coisa eles podem afirmar, a adrenalina é tão gostosa quanto um orgasmo.

Liam recebeu a ligação de um amigo policial dizendo que já sabiam o paradeiro deles, por descuido uma câmera de vigilância havia filmado com exatidão a placa do carro roubado e com isso não demoraram a encontrar o esconderijo. Nada que ele já não estivesse acostumado. Rapidamente tudo estava arrumado e eles estavam prestes a deixar a casa, tudo que usavam era descartável e sempre era levados com eles, nenhuma evidencia ou qualquer coisa que os fizessem ser identificados poderia passar despercebido.

Bem, essa era a vida de (seu nome) depois de ter conhecido Liam Payne, um assassino de aluguel que sente orgulho a cada vítima morta e sente prazer de ver nos olhos das pessoas a vida se acabando aos poucos. Ela estava no lugar errado e na hora errada, ela seria mais uma vítima porque tinha visto demais, porém Liam a poupou obrigando-a ir com ele.

Liam matador profissional era muito diferente do que ele era no dia a dia na forma de tratar as pessoas, ele era gentil com algumas e até carinhoso. A convivência foi perfeita para que (seu nome) se apaixonasse pela pessoa que ele é e pela pessoa que ele se torna ao fazer os seus serviços. Não foi preciso mais que um ano para que ela soubesse tudo o que ele sabia e então o lobo solitário se transformou em uma dupla dinâmica.

Dois anos depois de se conhecerem, (seu nome) se descobriu grávida, um filho não era indicado pessoas que vivem como eles, matar havia se tornado um vício e parar com isso estava fora de questão. Mesmo com uma gravidez indesejada Liam nunca mataria um dos seus, o assunto aborto não estava a ser discutido e ele voltou a ser um lobo solitário em sua saídas nas noites de caça deixando (seu nome) inquieta até a sua volta. Mais cinco anos se passaram e o pequeno Chad os acompanhavam no ‘trabalho’, ele ficava no carro a alguns metros do local esperando-os voltar.

— Mamãe, o Boo não veio. — a voz do Chad saiu chorosa porque ele sabia que estava indo embora e não voltaria.

— Droga, Chad! — (seu nome) esbravejou — Você tinha que esquecer esse urso encardido. — se virou para o garotinho de cinco anos encolhido no banco de trás, mostrando toda a sua indignação.

— Não o faça chorar agora, eu vou buscar o urso. — Liam deixou o carro e correu para dentro da casa que havia sido deles por uma semana.

— Você está colocando o seu pai e todos nós em risco. Aprenda a cuidar dessa porcaria de urso direito. — se virando novamente para frente, (seu nome) manteve os olhos colados na porta esperando Liam voltar — Vamos lá, Liam… — sussurrou em ansiedade.

Liam passou pela porta correndo no momento em que sirenes da polícia já podiam ser ouvidas há pouca distância do local que estavam, ele entrou rapidamente no carro jogando o urso no banco de trás e deu partida acelerando para longe daquele lugar.

— Eles estão perto. — (seu nome) disse ao ver as sirenes refletirem no retrovisor — Vou ter que atrasá-los.

(Seu nome) vasculhou a mala que estava aos seus pés e pegou uma submetralhadora carregada fazendo Liam a olhar com orgulho, ele havia criado uma versão feminina sua que era tão destemida quanto ele. Mas não era o momento de ficar admirando sua mulher em ação, ele teria que cuidar para que não saísse da estrada e não ser encurralado pelos carros da polícia. (Seu nome) soltou o cinto de segurança e se colocou de pé sobre o banco no momento em que Liam abriu o teto solar.

— Tape os ouvidos e se abaixe Chad, a mamãe vai brincar de atirar. — o garoto obedeceu seu comando e ela colocou metade de seu corpo para fora do carro vendo que ainda estavam longe de alcançá-los — Reduz um pouco, querido. Eles estão um pouco longe, mas se continuarmos eles vão nos achar.

Liam fez o que foi pedido e assim que (seu nome) viu que estavam em uma boa distância começou a atirar contra os carros de polícia, o objetivo principal era tirá-los de circulação acertando os pneus do carro. Haviam três carros ao todo, talvez se ela acertasse o primeiro ele poderia rodopiar na pista e bater no segundo, então só sobraria o terceiro para se livrar. E assim aconteceu alguns tiros seguidos depois, o terceiro carro foi o mais difícil de descartar, o policial no banco carona estava atirando de volta e assim que ela conseguiu acertar o pneu, seu ombro foi empurrado para trás pela pressão da bala entrando em sua carne.

— Merda! — (seu nome) voltou seu corpo para dentro do carro voltando a se sentar e colocou a submetralhadora de volta na mala aberta com uma mão apertando o ombro que sangrava.

— Você foi ótima se livrando deles. — Liam sorriu a olhando rapidamente e só então percebeu que ela havia sido atingida no ombro — Que porra! — ele pisou no freio fazendo o corpo de (seu nome) ser jogado para frente e seu ombro bateu contra o painel do carro a fazendo gemer.

— Eu estou sem o cinto, droga! — (seu nome) o repreendeu voltando a se sentar corretamente sobre o banco — Só continua, Liam, eu estou bem. — ela continuou apertando o ferimento — Logo vamos chegar no outro carro.

Liam apenas continuou o trajeto que os levariam até a floresta onde o carro ao qual haviam chegado na cidade estava, sempre tinha um reserva para saírem da pista da polícia. Antes de entrarem na floresta, eles tiraram o armamento do carro e (seu nome) se afastou com Chad para Liam jogar gasolina nos bancos e o isqueiro logo em seguida e só então se embrenharam na escuridão da floresta com suas lanternas.

— Papai, eu estou com medo. — Chad apertou a mão de Liam que não podia carregá-lo por estar com todas as mochilas com as armas.

— Você já é um menino grande, não pode ter medo. — Liam disse mais paciente do que (seu nome) seria a vendo caminhar mais a frente deles — A mamãe é uma menina e não tem medo.

— Mas eu tenho medo. — o garoto fez um bico.

— Essa conversa não vão levá-los a nada e eu continuo sangrando. — (seu nome) mostrou sua indignação a conversa banal dos dois e eles se apressaram.

[…]

— Você se tornou tão forte, baby. — Liam comentou enquanto vasculhava a carne de (seu nome) com uma pincha a procura da bala. O procedimento estava sendo feito sem anestesia.

— Cala a boca e acha logo essa merda. — (seu nome) esbravejou entre os dentes sentindo dor em silêncio quando na verdade queria apenas gritar — Não olha para isso Chad, apenas segure a lanterna.

O garoto assentiu virando o rosto em outra direção enquanto o pai cuidava do ferimento de sua mãe, eles já estavam no outro carro no meio da floresta, longe do perigo de serem pegos. Liam agora só precisava colocar seus conhecimentos em prática para remover a bala, dar os pontos e cuidar para que o ferimento não infeccionar.

— Que deslize foi você se deixar ser atingida… — Liam falou concentrado no que estava fazendo e assim que encontrou a bala a retirou — Aqui está! — Liam exibiu a bala ainda segurando-a com a pinça.

— Você fala como se nunca tivesse tomado um tiro, estava escuro e eu tive que me livrar de três carros de polícia não teve como prestar atenção em tudo. — falando rápido e quase que embolado, (seu nome) se defendeu.

— Calma, amor. — Liam riu colocando a bala em um potinho e limpou a pinça com um algodão molhado no álcool — Eu continuo achando que você foi ótima, minha mulher maravilha. — sorrindo Liam se inclinou e selou seus lábios aos de (seu nome).

— Fecha logo isso, Chad já viu coisas demais para o render um bom pesadelo.

Mordendo o lábio com força (seu nome) sentiu a agulha entrar e sair de sua carne enquanto Liam costurava buraco que a bala deixou em seu ombro, nada que ela já não tenha passado antes.

Depois que estava tudo certo, eles voltaram a seguir viagem para outra cidade, mas dessa vez sem a turbulência de serem perseguidos. (Seu nome) passou para o banco de trás e aconchegou o filho com seu corpo para que ele pudesse dormir um pouco, essa não era uma vida para se criar uma criança, mas eles não podiam apenas abandonar uma das duas coisas que mais amam.




Desculpem qualquer coisa, ultimamente escrever para mim não está sendo animador, mas vou tentar reverter a situação.

- Tay

2

When Adam kissed him, it was every mile per hour Ronan had ever gone over the speed limit. It was every window-down, goose-bumps-on-skin, teeth-chattering-cold night drive. It was Adam’s ribs under Ronan’s hands and Adam’s mouth on his mouth, again and again and again. It was stubble on lips and Ronan having to stop, to get his breath, to restart his heart. They were both hungry animals, but Adam had been starving for longer.