*manu

que você nunca perca a oportunidade de ser incrível com alguém só porque seus dias são pesados, às vezes apavorantes, ou até mesmo tristes.

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Trailer of my last job with the fabulous Disney team (via https://www.youtube.com/watch?v=Ljik3zsGNF4)

your jealousy is the most beautiful part of your body.

“as pessoas tendem a encarar o ciúmes como uma demonstração de fraqueza e possessividade, mas você não poderia ao menos imaginar, o quão corajosa a pessoa tende a ser, para deixar que outra pessoa perceba sua importância.”

  • pedido: [likeonesunshine@hotmail.com] “Bbs eu queria um preference ou imagine com o Harry que o boy é super SUPER ciumento e super SUPER grudento e carente! Será que vcs podem fazer?! hahaha obrigadaaaa, beijosss” // @@kissmalikmouth​ “Hey! Faz um q o liam morre de ciúmes da SN c um primo, e meio q surta(engraçado) qnd descobre q o primeiro beijo dela foi c ele, obg xx” 
  • fugi um pouco do pedido, mas se não, não seria eu! :) digam o que acharam! titia adora vocês!

Tirei meu casaco e o pendurei num “cabideiro” ao lado da porta e Harry fez o mesmo. Meus pais vieram cumprimentar-nos e nos guiaram até a sala, onde meus parentes estavam.  Minha tia me abraçou, murmurando coisas agradáveis e dizendo quão bonita eu estava.

— Nem parece a menininha rechonchuda de antigamente. — murmurou batendo palminhas e cutucando meu tio, que estava conversando com Harry. — Bem¸ olha só como a nossa garotinha está bonitona!

Sorri, ainda segurando a mão de minha tia e dando um beijo na bochecha de meu tio/padrinho.

— Deixem de draminha — zombeteio e minha tia volta a me abraçar.

Há um par de mãos em minha cintura e um pigarreio indiscreto, me solto de minha tia, para ver João, o filho dela.

— Eu também sou da família.. — reclama, fazendo bico pra minha tia e depois me encarando sério. — Só porque ficou bonitona, você sai ignorando nós, meros mortais?

Mostro-lhe a língua, pulando em seus braços e soltando um pequeno grunhidinho de alegria.

— Você também está um pedaço de mau caminho, hein?

João passa as mãos pelos cabelos e arqueia a sobrancelha enquanto sorri, num tímido charmezinho.

— A gente tenta, não é mesmo? — me puxa novamente para seus braços e me aperta forte. — Como você tá, catatauzinha?

Levanto a cabeça para poder encará-lo com minha melhor cara de brava e o vejo gargalhar, fazendo com que todo seu peitoral estremeça.

— Eu não sou mais pequenininha! — retruco, fazendo-lhe bico. Minha bochecha é apertada por seus dedos impiedosos e recebe uma mordida logo em seguida. — Ei!

— Você não é mais pequena perto da minha mãe.. — sussurra, comentando o fato de titia ser estupidamente pequena para seus 54 anos, sorrio de seu comentário e torço o nariz para ele. — Mas perto do seu namorado, você é quase o anão da Branca de Neve*.

Olho em volta á procura de Harry, que está conversando com minha mãe e tia, me virando para João novamente.

— Vem, vou te apresentar ele. — caminho segurando em sua mão até a cozinha, e Harry não está mais lá, apenas mamãe e titia, conversando sobre o jantar. — Cadê o Harry?

— Ele saiu, querida. — titia diz, apontando para porta dos fundos. — Ele estava sério e foi até lá fora atender o celular.

Encaro a porta a minha frente, e solto a mão de João, praguejando baixinho.

— Eu já volto. — sussurro baixinho, somente pra ele e vou até a parte de trás de casa. Harry estava encostado na parte lateral da casa com a mão enfiada no bolso das calças, enquanto conversava com alguém. Caminho de cabeça baixa até ele e passo meus braços envolta de sua cintura, descansando meu rosto em suas costas, que tremem enquanto ele conversa, com o zumbidinho do telefone. Coloco meus lábios em suas costas e tento reproduzir o zumbidinho de sua voz, através de seus costas, em meu ouvido. — Brrr.

— OK! Eu mando pra vocês o mais rápido possível. — continua a falar e respira um pouquinho mais forte. Cansado. — Não, agora eu não posso. Louis tem alguns rascunhos, você pode pedir a ele. Amanhã nós conversamos sobre isso. Não vai adiantar eu mandar hoje, vocês não vão fazer nada sem que nós estejamos ai. É inútil. — retruca e com a voz mais carregada, bufa. — Diga a ele que eu não me importo. Eu estou calmo. Tudo bem, boa noite. Até amanhã.

Harry finaliza a chamada e enfia o celular no bolso, deixando-nos num silencio desconfortável. Ele não se virou para mim, nem tocou em meus braços, apenas desligou o celular e enfiou-o junto de suas mãos no bolso da calça. Ish.

Dou a volta em seu corpo, ficando na mesma posição de antes, mas agora com o rosto em seu peito.

Bae. — choramingo baixinho, com a bochecha em seu peito e levanto os olhos pra ele, mesmo no escuro com uma feição cansada. — Você está bravo comigo?

— Não. — responde apenas por responder, ainda sem me tocar um tiquinho.

Fico na ponta de meus pés e seguro seu rosto com a pontinha de meus dedos.

— Porque você está tão bravo, então? — pergunto, observando seus lábios e subindo até seus olhos. — Hum?

Harry tira as mãos do bolso da calça e se afasta um pouquinho de mim. O suficiente para que não pareça rude.

— Você está tremendo de frio. — me avisa, fazendo com que eu perceba meus braços tremelicando. — É melhor nós entrarmos.

Então ele se vira, e volta a caminhar até as escadinhas da entrada da cozinha. Corro até ele e seguro em seus braços.

— O que eu fiz? — pergunto, deslizando meu braço sobre o seu. — Porque você está assim comigo?

Harry passa a mão no rosto, exasperado e em plenos pulmões bufa.

— Você não fez nada, babe. — murmura baixinho, envolvendo-me em seus braços. — Eu só estou estressado. Você não tem culpa disso, me desculpe.

Deslizo minha mão até a sua entrelaçando nossos dedos, e ficando na pontinha do pé para olha-lo nos olhos.

— Você não estava assim antes de nós virmos pra cá. — murmuro sobre seus lábios e fecho meus olhos, sentindo-o me abraçar de volta, protegendo-me do frio. — Me diz o que te deixou assim, amor.

Harry descansa seu rosto em meu ombro e me aperta em seu corpo.

— Me dá um beijo? — sussurra baixinho em meus cabelos e desliza suas mãos para minha cintura, apertando-a. Deslizo minha mão sobre seu cabelo, fazendo-lhe cafuné. Beijo sua bochecha, e arrasto meus lábios até os dele, sugando-os levemente e deslizando minha língua em sua boca, sentindo-o corresponder ao meu toque desesperadamente.

Alguns grunhidos saem de sua boca, e suas mãos estão firmes em meus cabelos.

— Desculpe. — resmunga abraçado a mim. — Eu só estou fodidamente cansado.

— Depois do jantar nós vamos embora, ok? — sussurro em sua bochecha, beijando-a. — Você quer se deitar um pouco?

— Não, babe. Está tudo bem. Vamos.

Caminhamos de mãos dadas até a cozinha, e mamãe e titia sorriem amplamente para Harry, que lhes dá um lindo sorriso de volta. Mamãe está prestes a chamar Harry para suas conversas bobas com ele, quando eu o levo até o armário, pegando um pedaço de bolo no pratinho e o entregando.

—Come um pouquinho. — digo a ele e me sento ao seu lado na mesa. — Você não tem comido direito, ultimamente. — enquanto Harry come o bolo silenciosamente, sua mão desliza sobre o meu joelho e o aperta levemente. Lembro-me de ainda não ter apresentado João para Harry, e sussurro baixinho um “Já volto” e vou até a sala busca-lo.

— Acho que ele não gostou muito de mim, catatauzinha. — João choraminga, forçando seus pés a não me acompanharem. — É melhor deixar ele lá.

Sorrio com sua apreensão e dou-lhe um beijo na bochecha.

Vamos. — puxo até a cozinha, com sua mão entrelaçada a minha. — Babe.

Harry está colocando seu prato na pia e se virando procurando por minha voz.

— João quer conhecer você. — murmuro sorrindo, e caminhando até ele com João ainda atrás de mim, agarrado em minha mão. Seus olhos nos encaram por alguns minutos e se travam em minha mão com a de meu primo, que está desesperadamente apertando-a.

Harry estende a mão direita em direção a João, o mesmo que hesita um pouco antes de soltar a minha e apertar a dele. Harry engole a bile, e com a sobrancelha levantada sorri minimamente.

— Harry. — meu namorado murmura baixo e rouco e João estremece um pouquinho. — Você é o primo da S/N, certo?

— Isso. Só o primo. — diz entrecortado e me olha um pouco desesperado. — Primo da S/N!

Harry sorri soltando da mão de João e batendo fraquinho em suas costas. João solta um risinho fraco.

— E você tem algum nome, “Primo da S/N”? — pergunta, passando as mãos em minha cintura e descansando o queijo em meu ombro.

— João. — responde num fiozinho de voz. — João. Primo da S/N.

Harry ri baixinho e me inclino contra seu peito, dando um beijinho em seu maxilar, e na pontinha dos dedos, sussurro em seu ouvido: — Eu não acredito que você estava daquele jeito por conta do meu primo!

— Acho que ele não vai me dar problema. — responde, dando-me um beijo na têmpora — Primo da S/N?

João dá um pulinho e sorri, sem jeito.

— Yep?

— Quer ir assistir o jogo comigo, enquanto o jantar não fica pronto? — pergunta e João me olha em busca de ajuda. — Ou você prefere ficar me dizendo que é primo da S/N?

por um momento quis que ela visse como o céu estava lindo naquela noite. como o céu conspirava ao nosso favor, nada poderia nos parar, nada poderia ocultar nossa vontade imensa de amar até que os corações parassem de bater. mas que parassem assim, de bater uma pela outra.